A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

sexta-feira, julho 16, 2004

Lucro do boi pode superar o da soja

Maior que a euforia com a oleaginosa só a velocidade com que ela vem tomando áreas da pecuária. Mas a situação tende a inverter-se e importa conhecer as alternativas para obter, na virada, a melhor rentabilidade
Atualmente a eterna gangorra dos preços agropecuários está pendendo favoravelmente para os grãos e, especialmente, para a soja e o algodão. Com preços recordes, a rentabilidade de ambas as culturas tornou-se muito superior à da pecuária , como, aliás, já havia sido antecipado pelo Anualpec - Anuário da Pecuária Brasileira - 2003 e Agrianual - Anuário da Agricultura Brasileira - 2004.
As perspectivas de médio e longo prazos para as culturas de milho, soja, algodão e cana-de-açúcar continuam a ser bastante promissoras, mas não com os preços recordes atuais.
Tudo indica que já em 2005 os preços da soja e do algodão começarão a ceder e deverão estabilizar-se em patamares ainda superiores às suas médias históricas, porém bem menos rentáveis do que os de hoje.
A provável queda da rentabilidade agrícola também se deverá ao forte aumento dos custos de produção ocorrido em 2003 e 2004, por conta dos aumentos de custos de máquinas, insumos, fretes interno e marítimo, entre outros.
Por outro lado, nos últimos anos, a pecuária de corte enfrentou situação inversa. Para desocupar áreas de pastagens para a agricultura (foram 5 milhões de hectares) o setor se viu obrigado a enfrentar uma superoferta de matrizes para o abate. Esta coincidiu com o ciclo de baixa da atividade, quando o abate de matrizes cresce naturalmente.
Graças ao vertiginoso crescimento das exportações, da ordem de 200 mil toneladas anuais, os preços pecuários conseguiram alguma sustentação e a rentabilidade do setor pôde ser mantida, inclusive com alguma recuperação.
A sustentação dos preços pecuários por meio das exportações não foi maior porque seu peso no total o consumo ainda era relativamente pequeno. Dessa forma, o grosso da oferta acabou tendo de ser absorvido pelo mercado interno, que estava desaquecido.
Outra conseqüência dessa revolução agrícola foi a valorização das terras, especialmente as de pastagens com vocação agrícola.
No que se refere a soja, o contínuo crescimento da produção deverá promover um melhor equilíbrio entre oferta e demanda, com a conseqüente queda de seus preços, o que deverá derrubar a rentabilidade da cultura.
A lucratividade da soja aumenta com o tamanho da área plantada e, esse lucro cresce significativamente com o aumento dos preços de venda da oleaginosa. Assim, em 2004, quando os preços atingiram patamares recordes, próximos de U$ 15/sc no Mato Grosso do Sul, pôde-se observar que a rentabilidade da cultura subiu para níveis de 21 a 24 sc/ha. E esses lucros só não foram maiores porque os custos de podução também subiram significativamente.
Apesar de terem batido recordes no início de 2004, tudo indica que nos próximos anos os preços da soja recuarão para patamares mais baixos, da ordem de US$ 11 a US$ 12/sc no Mato Grosso do Sul, quando então a rentabilidade deverá ser da ordem de 13 a 16 sc/ha.
Por outro lado, a escassez da carne bovina deverá ser significativa em 2005 e 2006, o que provocará forte alta dos preços pecuários em função da conseqüência da diminuição do ritmo de abates de matrizes, devido à escassez de animais de reposição, o que resultará em sua valorização.
A alta prevista provocará mudanças nos sistemas de produção pecuários, levando-os a intensificar -se e integrar-se com a lavoura. Além disso, as terras das regiões pecuárias inaptas para a agricultura, caso do Pantanal, Vale do São Francisco, Tocantins e Guaporé, além da Amazônia, deverão apresentar forte valorização.
Portanto, 2004 é o ano de investir na formação ou ampliação de rebanhos, aproveitando os preços baixos da pecuária. Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas no Anualpec 2004.
 
Anualpec
O Anuário da Pecuária Brasileira de 2004 é uma publicação da FNP Consultoria & AgroInformativos, que tem por objetivo reunir o maior número possível de informações sobre: pecuária de corte, pecuária de leite, suinocultura, avicultura e piscicultura. O anuário contém artigos técnicos, análises de mercado, custos de produção, séries de preços históricos, estatísticas de produção e mercados internacionais.
 
FNP
A FNP Consultoria & AgroInformativos é uma empresa de consultoria que há 15 anos atende ao agronegócio brasileiro, gestora do maior banco de dados do setor.
 
Informações adicionais:
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Jornalista responsável: Miro Negrini (MTb 19890/SP)
E-mail: mironegrini@contatocom.com.br / Cel: 55 [11] 9911-2666
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