A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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segunda-feira, junho 08, 2020

Lucca: a maioridade de uma vida dedicada aos cafés especiais

A maioridade de uma vida dedicada aos cafés especiais


Em 7 de junho de 2002, nasceu, no bairro Batel, em Curitiba (PR), a marca Lucca Cafés Especiais. Fruto do amor pelo café do casal Georgia Franco e Luiz Otávio Franco Souza, o nome é uma homenagem ao sobrenome do avô materno do marido, João Pedro Lucca, que foi produtor de café no Norte do Paraná.

Desde o primórdio voltada ao nicho de especialidade, a loja abriu com uma máquina de torra dentro do estabelecimento, oferecendo cinco cafés provenientes das regiões mais conhecidas, à época, como produtoras de cafés especiais. A aceitação da ideia foi tão fantástica por parte dos clientes que, atualmente, a Lucca ampliou seu portfólio para 40 rótulos disponíveis na cafeteria e em seu e-commerce.

O começo
Essa história, contudo, teve início mais para trás, na infância de Georgia, quando descobriu sua paixão pelo café nas terras de seu avô. "Já conhecia a rotina de uma fazenda e o cheiro de café", lembra.

Seu primeiro caminho profissional, no entanto, conduziu-a para uma área bem diferente: engenharia e informática. Após anos na frente das telas de computadores, Georgia resolveu mudar de profissão. No ano 2000, entrou em um curso de gastronomia em uma escola de culinária em Nimes, na França.

Ao concluir o curso, retornou ao Brasil, quando foi convidada pelo grupo Ferroni, uma grande fazenda paranaense produtora de café especial, para desenvolver os blends dos grãos para exportação. Aceitou de prontidão.

Frutificava, assim, a primeira semente de café plantada em sua infância. "Essa foi uma chance que vi para levar o meu talento gourmet a uma área que estava se apresentando para mim. É claro que, para chegar até à Lucca, muitas etapas foram superadas, mas a ideia surgiu naquele momento", recorda.

Durante três anos, Georgia se dedicou ao universo cafeeiro, frequentando as principais feiras do setor em todo o mundo. Tornou-se membro da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA) e da Associação Europeia de Cafés Especiais (SCAE) – as entidades fizeram a fusão e, hoje, formam a Specialty Coffee Association (SCA) – e, de lá, trouxe conhecimento e material sobre o que havia de melhor em tecnologia relacionada a café em grãos, torra e preparo.

Outro fator que incentivou a abertura da Lucca foi a participação de Georgia, no início de 2002, no Primeiro Campeonato Brasileiro de Baristas, quando foi finalista em um concurso com mais de 60 participantes. "Isso demonstrou que meu conhecimento, que achava ser apenas teórico, já tinha chegado à prática o suficiente para trabalhar em meu próprio negócio", comenta.

A evolução
Georgia é uma mulher que não abre mão de seus sonhos, foi assim que ela e Luiz Otávio fundaram a Lucca Cafés Especiais. E, também seguindo sua paixão pela gastronomia, em 2006 a loja ganhou uma nova sede, com 350 metros quadrados, que dispõe, além da máquina de torra, de cozinha e confeitaria próprias, onde coloca em prática todas as habilidades com aromas e sabores.

Desde o início, um dos princípios da Lucca e seus criadores é cultivar o relacionamento com os produtores. Para garimpar cafés de excelência, Georgia visita propriedades, experimentando amostras e escolhendo os grãos que serão torrados na loja. Reforçando esse conceito, ela convida os parceiros para fazer degustações de seus cafés com clientes finais, proporcionando um rico intercâmbio.

A empresária também não perde a oportunidade de participar como provadora em concursos nacionais de qualidade, em quase todas as regiões produtoras. Em 2006, foi a melhor provadora do grupo de juízes do “Cup of Excellence – Brasil”, o que lhe rendeu uma vaga na fase internacional. Com sua capacitação, em 2009 e 2010, foi juíza na fase internacional da mesma competição, mas na Guatemala e na Colômbia, respectivamente.

Laboratório Escola
Com todo o desenvolvimento e o conhecimento adquiridos, foi natural Georgia iniciar cursos e treinamentos para baristas, primeiramente aos profissionais da loja e, com o tempo, também para formação de baristas das cafeterias parceiras.

Atualmente, quase 15 anos depois, o laboratório oferece mais de uma dezena de cursos de formação, nas diversas áreas do barismo, degustação e torra de café, tendo formado centenas de profissionais. Além disso, o estabelecimento também disponibiliza degustações e workshops para apreciadores.

Em 2014, Georgia obteve a certificação no primeiro grupo de Authorized SCA Trainers (AST) no Brasil. Como membro da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), a quem se filiou em 2011, a Lucca Cafés Especiais teve a oportunidade de certificar o laboratório dentro das exigências da SCA, além de seus instrutores também possuírem certificados, o que concede o direito de ministrar os cursos da associação internacional. Como resultado, até 2018 já havia formado 6 AST’s em diversas áreas.

A torrefação
Com o reconhecimento do trabalho e da excelência de seus cafés, houve aumento da demanda dos clientes de cafeterias para a torrefação da Lucca, o que, em 2010, fez surgir uma sede própria para essa finalidade, em Pinhais (PR), com a compra de mais um torrador, o Probatone 12.

Café com pão
Recordam-se da mulher antenada às novidades e que não abre mão de seus sonhos? Pois bem, com a chegada da onda do pão artesanal, de fermentação natural, chamado "sourdough" ou "levain", Georgia conduziu uma perfeita aproximação do produto com o café. “Um complementa o outro de forma natural”, diz.

A família Feliz, tradicional moageira de trigo em Curitiba, sempre foi próxima à família de Luiz Otávio, desde o tempo dos avós. Eduardo Feliz, da segunda geração, mantém a atividade familiar em uma indústria de insumos para panificação. Foi nesse contexto que Eduardo Freire Feliz, terceira geração, despertou a paixão pela panificação de fermentação natural, com farinhas de origem.

Assim nasceu a parceria entre café e trigo, que, hoje, na loja no coração do Batel, proporciona uma cena aromática fantástica, pois é comum ver os cafés serem torrados e os pães assados junto aos clientes.

Currículo de gente grande
A Lucca Cafés Especiais possui um leque de profissionais gabaritado. A empresária Georgia foi uma das primeiras juízas brasileiras certificadas no World Barista Championship (WBC). Ao longo de seus 18 anos, a loja realmente atingiu a maioridade, com seus baristas sendo 15 vezes campeões brasileiros, tendo Georgia como coach em diversas categorias.

E a performance vai além-fronteiras. Isso porque os melhores desempenhos alcançados por baristas brasileiros nos campeonatos mundiais foram obtidos por profissionais qualificados pela Lucca.

Foi assim com Graciele Rodrigues, vice-campeã do Mundial de Latte Art, em 2012, na Coreia do Sul; com Carolina Franco de Souza, filha de Georgia e Luiz, quarta colocada no Mundial de Cup Tasters na Holanda, em 2011, e quinto lugar no Mundial de Brewers Cup na Austrália, em 2013; e Eduardo Scorsin, quarto colocado no Mundial de Coffee in Good Spirits na Suécia, em 2015.

O sucesso em todos os segmentos de atuação, desde a infância e o cafezal, até os 18 anos de loja e a continuidade da vivência no cafezal, cravam, nesse dia 7 de junho de 2020, que a Lucca Cafés Especiais alcançou, literalmente, sua maioridade na dedicação e amor aos cafés especiais.

Mais informações para a imprensa
BSCA - Assessoria de Imprensa
Paulo André C. Kawasaki
(61) 98114-6632 / ascom@bsca.com.br

Consumo de hortaliças é altamente recomendado durante a pandemia da Covid-19



Entidade brasileira alerta sobre a importância da ingestão de folhosas e vegetais pela população para o reforço da imunidade do organismo


 
Assim como o uso da máscara respiratória, do álcool em gel 70% e da lavagem das mãos constantemente, outro hábito fundamental em tempo de pandemia é cuidar diariamente da qualidade da alimentação, para o reforço da imunidade do organismo. Já é de conhecimento público, divulgado pelas principais organizações mundiais e pelos médicos da linha de frente do combate à doença, que a Covid-19 acomete mais e se torna ainda mais severa em pessoas com comorbidades, tais como: cardíacos, diabéticos, hipertensos, asmáticos, obesos, pacientes renais, anêmicos, dentre outros. Problemas diferentes, mas que geralmente são desencadeados ou agravados por um histórico alimentar e estilo de vida pouco saudáveis. De acordo com o Ministério da Saúde, 8 em cada 10 dos pacientes mortos pelo coronavírus apresentavam pelo menos um fator de risco associado, como os citados acima.

Vale destacar ainda que, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), cerca 5,2% das pessoas sofrem de subnutrição no país, 55,7% pessoas estão com sobrepeso e 19,8% estão obesas. Ou seja, mais de 80% da população brasileira não se alimenta adequadamente, em termos nutricionais. “Este é um cenário extremamente alarmante, no qual fica evidente e urgente, a necessidade da população estabelecer uma rotina alimentar mais saudável diariamente, que seja rica em vitaminas, fibras e sais minerais, a fim de manter o corpo imunologicamente fortalecido e preparado para o enfrentamento às doenças, inclusive para a Covid-19”,  alerta o presidente da Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), Paulo Koch.

A entidade, que representa as indústrias sementeiras de hortaliças no país, está bastante preocupada, já que mesmo com a existência prévia de todo este panorama ruim acerca da alimentação dos brasileiros, tem observado os números do consumo de hortaliças diminuírem ainda mais, devido à queda da demanda no mercado por conta das medidas de isolamento social e das novas regras de funcionamento dos estabelecimentos comerciais de alimentação. “Isto é um reflexo da diminuição das compras no período e de uma mudança de hábito trazida pela pandemia, já que muitos têm priorizado alimentos menos perecíveis, uma vez que folhosas e vegetais são produtos frescos e, por isso, possuem menor durabilidade”, explica Koch.

Ele esclarece ainda que o que muitos consumidores desconhecem é que, “atualmente, grande parte das variedades de hortaliças vendidas no mercado possui um tempo maior de durabilidade pós-colheita, graças às técnicas de melhoramento genético desenvolvidas pela indústria sementeira, além de aceitarem a aplicação de metodologias simples de congelamento caseiro e a possibilidade do uso em receitas, que podem aumentar a durabilidade destes alimentos até o momento do consumo, sem perder os seus nutrientes”.
 
Ação em prol do consumo

Para tentar reverter esta situação de queda no consumo de hortaliças, a ABCSEM tem se organizado junto aos seus associados para manter a normalidade no fornecimento de sementes de hortaliças para todo o território nacional, apoiando os produtores rurais e os distribuidores, respeitando as novas normas e os procedimentos de higiene e segurança frente à pandemia, além de difundir sua ação nacional para o incentivo à alimentação saudável no país – a Campanha “AlimentAção +Salada”. “O nosso objetivo, enquanto representantes da cadeia produtiva de sementes, é nos unirmos à sociedade neste momento difícil, orientando sobre a importância da qualidade da alimentação frente à doença, resguardando também todos os elos da cadeia produtiva de hortaliças, cujos profissionais dependem das vendas destes produtos para a geração de renda e a garantia de milhares de empregos no campo”, enfatiza o presidente.

Com a chegada do coronavírus ao país, a Campanha Nacional “AlimentAção +Salada”  ganhou reforços na divulgação e movimenta o setor (empresas e entidades) para divulgar a necessidade do aumento do consumo de hortaliças no país, já que mais da metade da população brasileira não consome a quantidade mínima de frutas, legumes e vegetais (FLV), indicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 400 gramas por dia. Apenas 24,1% dos brasileiros ingere a quantidade mínima recomendada. Entre os homens, o percentual verificado pela pesquisa é ainda menor: apenas 19,3% atendem às recomendações. Entre as mulheres, o consumo atinge 28,3% do total. “Esperamos que com mais hortaliças diariamente na mesa dos brasileiros, seguindo todos os cuidados e recomendações dos órgãos nacionais e internacionais, possamos sair o mais rápido possível dessa crise, vencendo juntos o combate ao coronavírus no país”, finaliza Koch.
 
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