A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, agosto 12, 2014

ESCÂNDALO: Comunistas baderneiros do MST atacam militares do Corpo de Bombeiros que apagavam incêndio em fazenda invadida

MST ataca Corpo de Bombeiros enquanto militares apagavam incêndio


Homens tentavam conter as chamas em áreas invadidas quando foram atacados por invasores. Viatura ficou danificada

Ataques danificaram a viatura e uma das lanternas traseiras foi quebrada

Um caminhão do Corpo de Bombeiros foi atacado no momento em que apagava um incêndio florestal na BR-020, altura do KM 42, em Planaltina, às 16h40 desta segunda-feira (4/8). 

Uma parte da propriedade privada Fazenda Três Pinheiros, ocupada desde a manhã de domingo (3/8) por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), pegou fogo. Os bombeiros do Grupamento de Planaltina receberam o chamado por volta das 14h35 para combater as chamas, mas os manifestantes atacaram o carro oficial com paus, pedras e facão quando os militares terminavam o trabalho. As agressões danificaram a viatura e uma das lanternas traseiras foi quebrada.

O Corpo de Bombeiros confirma que os militares também sofreram ameaças do grupo de cerca de 100 pessoas. A hipótese de que o incêndio tenha sido provocado pelos ocupantes não está descartada. A 31ª Delegacia de Polícia (Planatina) registrou a ocorrência e investiga o caso, mas até o momento não prendeu ninguém pelo dano ao patrimônio.

ESCÂNDALO: Petralhas colocam a Polícia Federal para intimidar e coagir Romeu Tuma Júnior (que denunciou fábrica de dossiês no governo Lula)






Anotem: quanto mais se aproxima a data das eleições, mais ataques aos direitos individuais e ao Estado de Direito teremos pela frente. Desesperado com a derrota, o lulopetismo passa a expor sua carranca totalitária. O Estado Policial, instalado pelos ptistas e denunciado por Tuma Jr., confirma o que ele escreveu no livro Assassinato de Reputações.



ALERTA NO FACEBOOK


Pelo Facebook o Delegado Tuma Jr. denunciou o momento em que o seu escritório de advocacia foi invadido pelos agentes da Polícia Federal do PT, conforme se pode verificar neste facsímile de sua página do Facebook:





PF intima delegado que denunciou fábrica de dossiês no governo Lula



Ex-secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior disse que é alvo de perseguição política por causa das denúncias que fez contra o PT





Por volta da 11 horas desta terça-feira, quatro policiais federais estiveram no escritório do delegado Romeu Tuma Júnior, no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, com ordens para conduzi-lo coercitivamente à Superintendência da Polícia Federal. Tuma Júnior se recusou a acompanhar os agentes, alegando que a condução era ilegal.

Mais tarde, ele compareceu à sede da PF para prestar esclarecimentos sobre o livro Assassinato de Reputações — Um Crime de Estado (Topbooks; 557 páginas), que narra os bastidores do que ele viu, ouviu e, principalmente, acompanhou de perto quando ocupou o cargo de ex-secretário Nacional de Justiça do governo Lula

Tuma Júnior afirmou que passou cerca de 40 minutos na sede da PF, mas não respondeu a nenhuma pergunta. Ele disse que já havia prestado esclarecimentos sobre o conteúdo do livro em procedimento aberto pela Delegacia Fazendária no ano passado – não há inquérito contra ele. "Hoje só registrei meu repúdio, já havia sido ouvido. Apontei minha repulsa em se conduzir um advogado coercitivamente sem comunicar à OAB. A polícia está aparelhada, a gente nunca sabe o que vai acontecer", afirmou.

Na chegada dos policiais ao escritório de Tuma Júnior, houve discussão e muito bate-boca. O delegado Fabrizio Galli, da Delegacia Fazendária, afirmou que Tuma Júnior recebeu intimações prévias, mas não compareceu para prestar depoimentos.

Em seu livro, o delegado revelou que a estrutura do governo petista era usada para produzir dossiês contra adversários políticos. Ele também teria ouvido do ministro Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula, a confissão de que o ex-prefeito de Santo André Celso Daniel teria sido assassinado depois de descobrir um esquema clandestino de arrecadação de dinheiro para beneficiar o PT. Atual secretário-geral da Presidência da República, Carvalho, segundo o relato do delegado, teria confessado também ter transportado dinheiro de corrupção para abastecer o caixa eleitoral do PT.

Tuma Júnior se recusou a acompanhar os agentes, alegando que a condução era ilegal. Ele disse que um dos federais informou apenas que estava cumprindo “ordens de Brasília”. “Estive lá na PF um vez e nem inquérito havia”, disse o delegado. Isso é perseguição política”, afirmou.


Fonte: Veja.com








O delegado Romeu Tuma Jr., ex-secretário nacional de Justiça, foi conduzido coercitivamente à sede da Superintendência da Polícia Federal, em São Paulo, para prestar depoimento sobre o livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, publicado pela Editora Topbooks. Na obra, ele assegura que o “estado policial petista” não é uma invenção de paranoicos. Segundo informa Tuma, esse esquema reúne as características de todas as máquinas de perseguição e difamação do gênero: o grupo que está no poder se apropria dos aparelhos institucionais de investigação de crimes e de repressão ao malfeito — que, nas democracias, estão submetidos aos limites da lei — e os coloca a seu próprio serviço.

Tuma Jr. foi, na prática, detido por quê? Então havia um inquérito em curso? Era secreto? Até onde se sabe, nem ele próprio tinha sido advertido de sua existência. Vamos ficar atentos. O Brasil é uma democracia — ainda é ao menos. As pessoas não podem ser demitidas de um banco, por exemplo, porque fazem uma avaliação técnica crítica ao governo. O partido oficial não pode fazer listas negras de jornalistas porque não gosta de sua opinião, e o Estado não pode sair por aí detendo pessoas em processos de investigação muito pouco transparentes.

Sim, o livro de Tuma Jr. denuncia a ação do PT em algumas operações escabrosas, a saber:

1: manipulação da investigação para envolver o governo de São Paulo e o PSDB no caso do cartel de trens em São Paulo;

2: elaboração de um falso dossiê para incriminar o governador tucano Marconi Perillo, de Goiás;

3: elaboração de um falso dossiê para incriminar o também tucano Tasso Jereissati, com pressão explícita de Aloizio Mercadante;

4: armação para manchar a reputação de Ruth Cardoso, mulher do ex-presidente FHC;

5: o assassinato do petista Celso Daniel, prefeito de Santo André;

6: operação para grampear todos os ministros do STF – o que ele diz ter acontecido;

7: tentativa de eliminar os rastros de uma conta do mensalão nas Ilhas Cayman.

Em entrevista à revista VEJA, Tuma Jr. foi claro sobre as pressões que recebeu quando era Secretário Nacional de Justiça:

“Durante todo o tempo em que estive na Secretaria Nacional de Justiça, recebi ordens para produzir e esquentar dossiês contra uma lista inteira de adversários do governo. 0 PT do Lula age assim. Persegue seus inimigos da maneira mais sórdida. Mas sempre me recusei. (…) Havia uma fábrica de dossiês no governo. Sempre refutei essa prática e mandei apurar a origem de todos os dossiês fajutos que chegaram até mim. Por causa disso, virei vítima dessa mesma máquina de difamação. Assassinaram minha reputação. Mas eu sempre digo: não se vira uma página em branco na vida. Meu bem mais valioso é a minha honra.”

No livro, Tuma Jr. sustenta que Celso Daniel foi assassinado ao tentar desarmar um esquema paralelo de arrecadação de propina montado por petistas, que tentava se sobrepor àquele criado pelo próprio Celso, que serviria ao partido e que seria integrado por Gilberto Carvalho, que lhe teria confessado a existência da tramoia.

A pressão
Aguardemos os próximos passos. Uma investigação qualquer tinha sido iniciada pela Polícia Federal, razão por que Tuma Jr. foi coercitivamente conduzido. Mas qual? Denúncias para iniciar um inquérito não faltavam. A questão é saber se pretendem que Tuma Jr. seja o investigado ou a testemunha.

Por Reinaldo Azevedo


Tuma Júnior, ao sair da Polícia Federal: "Ratifiquei o que está no livro. Agora, quero que prendam os bandidos do PT".

O ex-secretário Nacional de Justiça no governo Lula e ex-deputado Tuma Júnior acaba de ser libertado pela Polícia Federal em São Paulo.

. Ele prestou depoimento sobre as narrações que fez no seu livro "Assassinato de Reputações", no qual revela que Lula foi alcaguete da ditadura militar, implica o ministro Gilberto Carvalho no assassinato do ex-prefeito Celso Daniel e conta detalhes da fábrica de dossiês montada pelo ex-ministro Tarso Genro no ministério da Justiça.

. O que ele escreveu ainda há pouco no seu Facebook:

Já fui lá e ratifiquei tudo!!! Prende os bandidos agora PF aparelhada pelo Ministro da Justiça!!!

CLIQUE AQUI para acompanhar o Facebook de Tuma Júnior.

UCHO.INFO: Dilma sabia da fraude nos depoimentos à CPI da Petrobras e deveria ser alvo de impeachment

Óleo de peroba – Assim como seu antecessor, o lobista Lula, a presidente Dilma Vana Rousseff também nada sabe do que ocorre no Palácio do Planalto. O que mostra que ambos são desprovidos de capacidade para decidir os destinos de um país tão grande e complexo quanto o Brasil.



Nesta segunda-feira (4), Dilma Rousseff esteve em Guarulhos, na Grande São Paulo, para um ato isolado de campanha e, questionada pelos jornalistas sobre a fraude nos depoimentos à CPI da Petrobras, disse que uma explicação sobre o assunto cabe ao Congresso Nacional.

Ora, desde o primeiro instante após eclodir na mídia o escândalo da compra da refinaria de Pasadena, no Texas, a própria presidente trabalhou intensamente nos bastidores para escapar da responsabilidade. Inclusive viajou a São Paulo para reunir-se com Lula e decidir o que fazer para que o oceano de escândalos na Petrobras não alcançasse seu projeto de reeleição, assim como não interferisse no plano totalitarista do PT de continuar no poder.

Dilma pode até negar os fatos, pois covardia é o seu ponto forte e a Constituição reza que ninguém deve produzir provas contra si, mas a presidente não pode ignorar ao menos um detalhe. O de que Paulo Argenta, acusado de ter participado da fraude, está lotado na Secretaria de Relações Institucionais, órgão que funciona dentro do Palácio do Planalto e está encarregado das articulações políticas do governo.

Argenta, para quem não sabe, foi durante anos o principal assessor da petista Ideli Salvatti, ex-senadora por Santa Catarina e que atualmente está à frente da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, depois de ter passado pelo Ministério da Pesca e pela Secretaria de Relações Institucionais. No Ministério da Pesca, Ideli envolveu-se no escândalo das lanchas superfaturadas, enquanto que como articuladora política do governo a petista colocou na vitrine nacional a sua conhecida incompetência.

Como sabem os brasileiros que acompanham o cotidiano da política nacional, Ideli Salvatti é pessoa da estrita confiança de Lula, tendo obedecido de forma vergonhosa às ordens do então presidente durante o período em que esteve senadora. Paulo Argenta sempre foi ligado a Ideli, sendo considerado por muitos dos jornalistas que cobrem o dia a dia da política como a sombra da ministra.

Com a transferência de Ideli Salvatti para a Secretaria de Direitos Humanos, Argenta permaneceu nas Relações Institucionais a pedido de Lula, que conhece as especialidades do assessor e passou a servir a Ricardo Berzoini, também muito ligado ao ex-metalúrgico.

Em outras palavras, foi missa encomendada a fraude que marcou os depoimentos de alguns dirigentes da Petrobras à CPI criada no Senado para investigar as estripulias na petroleira verde-loura. De tal modo, fosse o Brasil um país minimamente sério, Dilma já estaria com seu nome em pelo menos um pedido de impeachment. Por conta de escândalo muito menor o arrogante Fernando Collor de Mello foi ejetado do poder.

Fonte: Ucho.info

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