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segunda-feira, março 10, 2014

RODRIGO CONSTANTINO: Revolucionários do MST fazem um “upgrade”: do McDonald’s para o Outback

Rodrigo Constantino expõe o MST


Essa coisa de fazer revolução socialista dá muito trabalho. E fome. Por isso que, após uma típica manifestação contra os imperialistas ianques e a exploração capitalista, podemos ver ativistas “sem-terra” fazendo um lanchinho em alguma cadeia capitalista multinacional qualquer. A foto da turma em fila no McDonald’s já é conhecida:

Mas uma casquinha do McDonald’s é muito pouco, convenhamos. Nossos guerreiros da luta socialista querem mais, muito mais! Por que não podem frequentar, por exemplo, o Outback? Só porque um prato ali custa o salário mensal de um típico cubano? Não é justo, não é justo. E eis que um leitor me manda a foto do flagrante de uma dessas batalhadoras do MST em momento de merecido descanso:



Reparem que a guerreira ainda se atualizou por meio de seu smartfone acerca dos últimos acontecimentos revolucionários. Talvez ela estivesse checando como foi a repercussão do último ato de “protesto” extremamente cansativo de seus companheiros, como podemos ver abaixo:


Pergunta: quem ainda leva o MST a sério?

Rodrigo Constantino

FHC: Governo aposta em dividir sociedade entre 'nós e eles' para se manter no poder

Fernando Henrique Cardoso


O artigo abaixo foi escrito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e marca a estreia do canal de Opinião do UOL
Estranhos momentos os que estamos vivendo no Brasil. Há poucos dias os jornais publicaram a foto de um encontro no Palácio da Alvorada. De mãos dadas, a presidente e seu mentor posam vitoriosos, enquanto o presidente do PT e dois alegados chefes publicitários da futura campanha reeleitoral, embevecidos e sorridentes, antegozam futuros êxitos. Por que tanta alegria?

Será que, estando no poder central, eles não se dão conta do que vai pelas ruas, nem do que acontece no mundo? Não estariam a repetir a velha história de Maria Antonieta na Revolução Francesa? Não que eu esteja também a delirar. Bem sei que não há qualquer revolução à vista.
Mas a esdrúxula foto faz recordar o ânimo fútil da rainha, com os maiorais se deixando flagrar tão despreocupados, enquanto as pessoas estão, na realidade, assustadas. Assustadas com as sombrias perspectivas do futuro, temerosas da violência larvar de um povo que era tido como pacífico (não há dia sem ônibus queimados, nem sem pessoas amarradas apanhando dos que descreem da Justiça e querem fazê-la por conta própria), espantadas com a montanha de lixo jogada nas ruas pelos cariocas em um só dia de greve dos garis no Carnaval.

ALIENAÇÃO

 Estando no poder central, eles não se dão conta do que vai pelas ruas, nem do que acontece no mundo? Não estariam a repetir a velha história de Maria Antonieta na Revolução Francesa? 
Só com muita imprevidência foi possível fazer-nos mergulhar na crise energética a que estamos embrulhados. As medidas governamentais quebraram, ao mesmo tempo, o caixa da Eletrobrás, destruíram as possibilidades do etanol, deixaram as hélices das eólicas paradas à espera de linhas transmissoras e, ainda por cima, reduziram quase à metade o valor das ações da Petrobras. Será que o petróleo era nosso e o pré-sal, por pura teimosia propagandista e incompetência, é deles?
Quanto desgoverno. E a perda continuada do poder de compra dos assalariados, que a inflação de 6% ao ano (na verdade bem mais) dilui, os truques de contabilidade criativa que não enganam ninguém e a inépcia administrativa que transforma em mera propaganda os projetos bombásticos?

CRISE ENERGÉTICA

Medidas do governo quebraram o caixa da Eletrobrás, destruíram as possibilidades do etanol, deixaram as hélices das eólicas paradas e reduziram quase à metade o valor das ações da Petrobras 
O que dizer da receita garantida para o clientelismo e a inépcia assegurada por 30 partidos no Congresso e 39 ministérios?
Seria injusto, porém, atribuir esses males a uma só administração. Percebe-se um suceder de acontecimentos negativos levando-nos, neste estranho e preocupante momento, à beira de perder uma oportunidade histórica, a de consolidar uma democracia de verdade e permitir nos livrar da síndrome do baixo crescimento, que limita o bem-estar e impede o acesso ao primeiro mundo.

RENOVAÇÃO

 É hora para uma mudança da guarda, na esperança de que novos lideres tenham visão de estadistas, e não a de meros chefes de clã
A situação é tão grave que é chegada a hora para o conjunto da "classe politica" assumir parcelas de responsabilidade sobre os rumos do Brasil. Por isso é tão chocante aquela foto de regozijo.
Os líderes governistas, em vez de exporem à nação com realismo as mazelas existentes e de apelar, quem sabe, a todos os brasileiros para se unirem nas questões fundamentais, só pensam em dividir a sociedade entre "nós" e "eles" para, apostando nesse pobre maniqueísmo político, vencer eleições e se manter no poder.
É hora, entretanto, para uma mudança da guarda, na esperança de que novos líderes, colados na escuta das ruas, tenham visão de estadistas, e não a de meros chefes de clã. É hora de renovação, da força dos jovens aliada à visão de grandeza construírem a política do amanhã.

GPS DO AGRONEGÓCIO: O papel dos “sapos” em prol do socialismo

Blairo Maggi sorridente com o ditador Castro e Lula

(de olho no olho para ver como reage...)



Texto de Hélio Dias Viana postado no Blog GPS do Agronegócio

“Sapo” era a designação dada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira àquelas pessoas ricas que colaboravam com o socialismo e comunismo, indo assim, pelo menos na aparência, contra seus próprios interesses.
“Pelo menos na aparência”, sim, pois na realidade tais pessoas, uma vez implantado o regime comunista, passariam a fazer parte da Nomenklatura, a classe privilegiada que não sofre, como o restante da população, das agruras desse regime antinatural.
Pensei nisso vendo o político da base aliada e macroempresário brasileiro Blairo Maggi sorridente em Cuba, ao lado de Raul Castro e de Lula, dois inimigos viscerais da propriedade privada e do agronegócio, e amigos de todos os ditadores de esquerda.
Mas quando se trata de reerguer a economia cubana da ruína acarretada pelo comunismo, vale tudo, pois tal regime não pode deixar de existir. Primeiro foi o governo brasileiro com o Porto de Mariel. Agora chegou a vez da iniciativa privada, por enquanto com conselhos. Semelhante ao sucedido na China, que continua comunista graças à “generosidade” de “sapos” do mundo inteiro, que para lá transplantaram seus negócios movidos a trabalho escravo.
Pois bem, a visita de Blairo a Cuba acontece no momento em que a outrora riquíssima Venezuela arde de indignação pela carência geral dos bens mais básicos – fruto do regime socialista de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, apoiado com unhas e dentes por Lula e pelo PT –  e quando militares cubanos agem livremente ali, coadjuvando a violenta repressão à população venezuelana, com vários mortos. Ou ainda quando médicos cubanos são enviados como escravos ao Brasil, enquanto a fiscalização cai em cima do produtor brasileiro em sua insaciável caça ao “trabalho escravo”…
Mas o Sr. Blairo parece tão à vontade como se estivesse na Suíça, conversando com pessoas normais, e não com um carrasco sanguinário e expansionista de Cuba, aonde foi conduzido por um comunista mentiroso e dissimulado que se valeu de um grande empresário brasileiro, hoje falecido, para chegar ao poder e nele se manter. A história estaria se repetindo?
Que tal sugerir ao Sr. Blairo de ir à Ucrânia — possuidora das melhores terras do mundo — para dar conselhos econômicos a seu novo governo, a fim de que este possa permanecer fora do jugo de Putin?
 _________  
(*) Hélio Dias Viana é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)

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