A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

sexta-feira, outubro 17, 2014

Aécio convida para comício no Rio de Janeiro


LUCIANO AYAN: Avaliação do debate do SBT em 16/10







O debate do SBT desta quinta-feira foi o dia em que a jurupoca piou. E com certeza será um dos eventos mais comentados desde o último debate do primeiro turno, que decididamente fez a campanha de Aécio subir como um rojão.

A verdade é que na guerra política o lado mais combativo (ou “agressivo”) geralmente prevalece. O eleitorado sabe disso, pois percebe que o seu candidato realmente combate o “mal”, que está, neste caso, na situação. Este aliás, não é nem um juízo de valor, mas uma constatação técnica.

O que podemos dizer é que foi realmente um massacre de Aécio para cima da atual presidente, que em certo momento foi avisada pelo tucano que “a partir de primeiro de janeiro terá que procurar emprego”.

Como eu havia comentado há poucos dias, a campanha de TV de Aécio não está sendo assertiva o suficiente. Nos debates, porém, Aécio tem se transformado em um leão. Se no anterior, ele ganhou por uns 7×5, hoje a coisa fica bem por uns 9×4 em favor dele.

Dilma fugia das propostas o tempo todo, enquanto Aécio definiu sua estratégia de debate de forma simples: apresentou-se para o debate limpo, para falar de propostas, mas, assim que Dilma ia para as acusações, ele rebatia a maior parte delas, e lançando bons ataques. Aí é claro que ele também passava a usar perguntas mais contundentes.

Para que você tenha uma ideia, Dilma falou de maneira indireta sobre pessoas que provocam acidentes de trânsito. Até neste ponto de vulnerabilidade, ele conseguiu se sair razoavelmente bem ao falar para a presidente parar de “rodeios” e dizer as coisas diretamente. Em seguida, ele confessou que cometeu um erro no passado a respeito da questão do bafômetro, desculpando-se. Ele poderia também ter dito que a presidente já foi pega dirigindo uma moto no Palácio da Alvorada sem habilitação, e que o presidente Lula era conhecido por gostar de uma branquinha. O repórter Larry Rother virou persona non gratta por ter apontado este fato, em um caso gravíssimo de censura. Mas não se pode ter tudo.

De resto, Dilma lançava ataques dizendo que Aécio “não estava informado” ou “não estudou o assunto”, sendo que alguns desses ataques atingiram o alvo. Mas nada de muito impactante.

Um momento grotesco foi quando Dilma disse o seguinte: “Ora, é importante que a dona de casa que está nos escutando saiba, vou falar para ela, o que acontecerá se ela for para 3%? Nós vamos ter uma taxa de desemprego de 15%. Ele está se queixando de uma taxa de desemprego de 5%”. Como lembrou Reinaldo Azevedo, é uma afirmação de estupidez galopante, que deve ser desconstruída no horário eleitoral.

Lá pelas tantas, quando Aécio se indignou com as distorções de Dilma ao tentar jogar sobre Minas Gerais uma situação muito pior do que o estado realmente tem. Ela deu uma estocada razoável ao dizer que “falar de Aécio não é falar de Minas”. Em um próximo debate, pode valer a pena citar os elogios de Dilma a Aécio feitos a algum tempo atrás.

Em outro momento, Aécio comentou sobre uma frase absurda de Dilma em outra ocasião, na qual ela disse que “corrupção pode ocorrer com todo mundo”. Aécio demonstrou que esse discurso é descabido e inaceitável, já que não podemos aceitar a ideia de que corrupção é algo comum. Dilma até que fez um discurso empolgado, mas as frases de Aécio serão poderosas se usadas na propaganda.

Mas foquemos agora em Aécio.

Ele acertadamente foi contundente ao apontar o caudal absurdo de mentiras da propaganda de Dilma. Ele citou várias mentiras da campanha da presidente, como, por exemplo, usar cenas de uma escola no fim de semana para fingir que estava inativa, ou dizer que Aécio foi contra reajustar o salário mínimo para R$ 545, quando na verdade ele queria um aumento maior, ou mesmo quando ela disse no Twitter que Minas Gerais teve a menor redução da taxa de mortalidade infantil do Brasil, quando ele mostrou que os índices foram os melhores do Sudeste. Dilma não rebateu nenhuma dessas acusações de que mentiu. Acertadamente, Aécio usou o termo “fraude”.

Quando ela levou à mesa o assunto do nepotismo, a rebatida foi um espetáculo. Veja: “Agora, candidata, a senhora conhece Igor Rousseff, seu irmão foi nomeado pelo prefeito Fernando Pimentel no dia 20 de setembro de 2003, e nunca apareceu para trabalhar, candidata. Essa é a grande verdade, lamento ter que trazer esse tema aqui, a diferença entre nós é que a minha irmã trabalha muito e não recebe nada, o seu irmão recebe e não trabalha nada, infelizmente agora nós sabemos por que a senhora disse que não nomeou parentes no seu governo. A senhora pediu que os seus aliados o fizessem.”

A grande mensagem que ficou neste debate é que Dilma é uma candidata mentirosa, desonesta e que pratica uma campanha suja. Com certeza a pior da história da política nacional. Como disse um leitor, hoje foi um dia de shaming jogado sobre Dilma. Em uma próxima ele poderia usar o termo “do nível do esgoto” para a campanha, citando as coleções de mentiras refutadas pela Internet, lembrando que isso é tática do nazismo, como ele disse em outra ocasião ainda hoje.

Nas considerações finais pós-debate ocorreu um momento até patético: Dilma passou mal enquanto falava com a repórter. Há pessoas que mencionam a tese de que foi tudo fingimento, para que ela arrume uma desculpa para fugir dos dois últimos debates. Também existe a tese de que ela tenha passado mal de verdade. Independentemente do que for, os memes já estão se multiplicando pela Internet, com um resultado péssimo para Dilma.

Mas se você quiser ter uma verdadeira noção de como Aécio goleou Dilma neste debate, basta saber que vários blogueiros da BLOSTA estão dizendo que neste debate “ambos perderam”. Ora, se quando Dilma perde por pouco eles dizem que ela trucidou o adversário. É óbvio que quando dizem que foi empate, podemos ter mais uma evidência de que Aécio se deu muito bem.

Como será o Brasil se Dilma e o PT ganhar a eleição em 2014?

Este vídeo é bem instrutivo ao nos mostrar o que nos espera se Dilma for reeleita e o PT permanecer no poder. Eles já dominaram e destruíram a Argentina e a Venezuela, só falta o Brasil!

Se você votar em Dilma, estará dizendo ao PT que você aceita o que eles estão propondo e que você abre mão da sua liberdade para ser escravo de um REGIME TOTALITÁRIO.

A escolha é sua! A liberdade com AÉCIO ou a escravidão com DILMA!


Aécio e Marina: Aliança para libertar o Brasil do PT.


Em encontro com Marina Silva, o candidato oposicionista Aécio Neves afirmou que derrotar o PT é uma luta semelhante à de seu avô Tancredo Neves contra a ditadura, há 30 anos. De fato, reeleger Dilma significaria instalar no país uma ditadura bolivariana!



O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou nesta sexta-feira, 17, após encontro que selou oficialmente a união com a ex-senadora Marina Silva (PSB) neste segundo turno, que derrotar o PT da adversária Dilma Rousseff, no próximo dia 26 de outubro nas urnas, é uma empreitada semelhante a que seu avô, o falecido presidente Tancredo Neves, fez há 30 anos, ao construir uma aliança democrática para acabar com a ditadura militar no Brasil.


"Eu participei como um espectador privilegiado ao lado do meu avô (Tancredo) da construção da aliança democrática que tinha um único objetivo, encerrar o ciclo autoritário no Brasil, acabar com a ditadura. Hoje temos um outro desafio, que não é menor do que aquele, que é encerrar este ciclo de governo que aí está e que perdeu as condições de governar o Brasil pelo fracasso na economia e no descompromisso com a ética."


Em rápida entrevista coletiva concedida após o pronunciamento conjunto com Marina, o tucano falou também das forças políticas que conseguiu reunir neste segundo turno. Na comparação com a trajetória política de Tancredo Neves, Aécio disse que as forças que se uniram em torno do ex-presidente também atuavam em campos distintos do ponto de vista doutrinário, mas tinham um objetivo comum, que era acabar com a ditadura. "Esta aliança foi vitoriosa", disse, lembrando que seu avô morreu antes de assumir efetivamente o comando do País. Para ele, a aliança com Marina Silva tem esse simbolismo, pois representa a nova política e a libertação do governo petista.

"Ampliamos nossa aliança em torno de um projeto para o Brasil e a forma como Marina participa deste projeto é o que mais dignifica a política brasileira", disse, reiterando que não falaram sobre uma participação dela em um eventual governo do PSDB e que seria desrespeito falar disso. E continuou: "Estou extremamente agradecido à generosidade de Marina que não fez qualquer tipo de exigência, apenas propôs aprofundamento de questões que já tratávamos em nosso programa de governo. Marina traz um simbolismo muito grande, e eu vejo através do beijo e do abraço carinhoso que recebi dela, o abraço e o beijo de milhões de brasileiros que querem mudar este País, são esses brasileiros que represento a partir de agora."

Vale Tudo. Aécio também comentou sobre o clima belicoso, de vale-tudo, segundo analistas políticos, que está tomando conta dos debates presidenciais neste segundo turno. "Concordo com todos os analistas e lamento profundamente este clima de vale tudo", disse, afirmando que propôs que os debates fossem feitos em torno de temas programáticos. "Mas a estratégia dela (Dilma) ou do seu marqueteiro não foi essa, pretendo continuar apresentando propostas, mas estejam certos que reagirei a todas as ofensas, calúnias e mentiras que transformaram essa eleição na pior, do ponto de vista ético, dos últimos tempos", emendou.

O presidenciável tucano voltou a dizer que essa estratégia é fruto do desespero de seus adversários. "O desespero dos nossos adversários está levando com que eles percam a noção, a sensatez de uma disputa que deveria ser programática. Política não é uma guerra, não pode ser este vale tudo, não pode continuar neste caminho de querer destruir reputações para ganhar eleição, ganhar pra quê?" E lembrou que a mesma estratégia foi usada no primeiro turno contra o falecido governador Eduardo Campos e contra Marina Silva. "Só que comigo não, eu vou enfrentar", frisou.

No final da rápida entrevista, Aécio voltou a fazer novamente o que classificou de "convocação" à adversária Dilma Rousseff. "Faço convocação à Dilma para um debate programático. Ninguém destrói alguém e vence (uma eleição), como disse Marina, é preciso vencer as eleições vencendo." No pronunciamento em que selaram oficialmente a união neste segundo turno, Marina disse que "não vale tudo para ganhar uma eleição." (Estadão).

BLOG DO CORONEL: Nova pesquisa Sensus mostra Aécio à frente de Dilma, com 56,4% dos votos válidos


Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada entre a terça-feira 14 e a sexta-feira 17 mostra a consolidação da liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff no segundo turno da sucessão presidencial. De acordo com o levantamento, o tucano soma 56,4% dos votos válidos, contra 43,6% da presidenta. Uma diferença de 12,8 pontos percentuais, que representa cerca de 19,5 milhões de votos. Se fossem considerados os votos totais, Aécio teria 49,7%; Dilma, 38,4%; e 12% dos eleitores ainda se manifestam indecisos ou dispostos a votar em branco. 


A pesquisa indica que nessa reta final da disputa os dois candidatos já são bastante conhecidos pelos eleitores. O índice de conhecimento de Dilma é de 94,4% e de Aécio, de 93,3%. “Com os candidatos mais conhecidos, a tendência é a de que o voto fique mais consolidado”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. O levantamento, que ouviu 2.000 eleitores de 24 Estados, revela também a liderança de Aécio Neves quando não é apresentado ao eleitor nenhum candidato. Trata-se da chamada resposta espontânea. Nesse quesito, o tucano foi citado por 48,7% dos entrevistados e a petista, que governa o País desde janeiro de 2011, por 37,8%.


Realizada em 136 municípios, a pesquisa ISTOÉ/Sensus também constatou que a campanha petista não conseguiu reduzir o índice de rejeição à candidata Dilma Rousseff. Quase metade do eleitorado, 45,4%, afirma que não admite votar na presidenta de maneira alguma. Com relação ao tucano, segundo o levantamento, a rejeição é de 29,9%. “Isso significa que a margem de crescimento da candidata Dilma é menor do que a de Aécio”, avalia Guedes. Os números mostram, segundo a pesquisa, uma forte migração para o senador tucano dos votos que foram dados a Marina Silva (PSB) no primeiro turno. “Hoje estamos juntos em torno de um programa para mudar o Brasil”, disse Marina na sexta-feira 17, ao se encontrar com Aécio em evento público na zona oeste de São Paulo.


Desde 1989, quando o Brasil voltou a eleger diretamente o presidente da República, é a primeira vez que um candidato que terminou o primeiro turno em segundo lugar começa a última etapa da disputa na liderança. A pesquisa Istoé/Sensus divulgada no sábado 11 já apontava esse movimento, quando revelou que Aécio estava com 52,4% das intenções de voto. 


Na última semana, os levantamentos que são feitos diariamente pelo comando das duas campanhas também mostraram a liderança de Aécio. É com base nessas consultas que tanto o PT como o PSDB planejam a última semana de campanha. E tudo indica que o tom será cada vez mais quente. No PT há uma divisão. Um grupo sustenta que a campanha deve aumentar o tom dos ataques contra Aécio e outro avalia que a presidenta deva imprimir um ritmo mais propositivo à campanha. 


O mais provável, no entanto, é que a campanha de Dilma continue a jogar pesado contra o tucano. Segundo Humberto Costa, líder do PT no Senado, o partido vai insistir na tese de que é necessário “desconstruir a candidatura tucana”. “Não basta ficar defendendo nosso governo”, disse o senador na sexta-feira 17. Claro, trata-se de um indicativo de que a campanha de Dilma vai continuar usando do terrorismo eleitoral. “Se deu certo contra Marina, deverá dar certo contra Aécio”, afirmou Costa.


No QG dos tucanos, a ordem é não deixar nada sem resposta e continuar mostrando ao eleitor os inúmeros casos de corrupção que marcam as gestões petistas, particularmente os quatro anos do governo de Dilma. “Não podemos nos colocar como vítimas. O que precisamos é mostrar nossas propostas, mas em nenhum momento deixar de nos defender com veemência das armações feitas pelos adversários”, disse um dos coordenadores da campanha de Aécio Neves. “Marina tentou apenas fazer a campanha propositiva e acabou atropelada pela máquina de calúnias do PT.” 


Nessa última semana de campanha, Aécio vai intensificar a agenda em Minas e no Nordeste, principalmente na Bahia, em Pernambuco e no Ceará. Não está descartada a possibilidade de que os nomes de novos ministros venham a ser divulgados pelo candidato. (Isto É)

Baixaria prossegue: PT quer colocar mulheres contra Aécio


O candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) e a candidata derrotada no primeiro turno Marina Silva (Rede), concedem entrevista em São Paulo (Joel Silva/Folhapress)

As baixarias da campanha petista vão ser reforçadas na televisão: a equipe de marketing da presidente-candidata Dilma Rousseff vai exibir inserções com cortes em que o candidato tucano Aécio Neves aparece com o dedo em riste nos debates entre presidenciáveis – sobretudo em respostas a Dilma, Luciana Genro (PSOL) e Marina Silva. Os petistas, que passaram a fazer ataques ao caráter de Aécio, agora querem sugerir que o candidato é agressivo com as mulheres. O público-alvo dos vídeos é bem específico: mulheres das periferias das grandes cidades, geralmente mais vulneráveis à violência doméstica. A campanha de Dilma tenta conter o avanço do tucano nessas regiões. (Felipe Frazão, de Florianópolis)

Fonte: Veja.com

BLOG DO CORONEL: O afeto entre Aécio e Marina não é de hoje. Até isso Dilma tenta manipular.



O PT não tem limites para a baixaria. Agora tenta mostrar que Marina e Aécio discordavam no primeiro turno, para desqualificar a união entre os dois no segundo turno. O PT, além de dividir de forma criminosa o país entre ricos e pobres, entre Sudeste e Nordeste, agora tenta dividir pessoas. Que coisa mais vergonhosa. Em todos os momentos da campanha, mesmo depois dos embates mais duros, Aécio e Marina mantiveram um excelente relacionamento. Respeitoso. Carinhoso. Sentimentos os quais Dilma é incapaz de cultivar. A presidente é uma pessoa raivosa. Agressiva. Arrogante. Grossa. Estúpida. Basta olhar as fotos acima, todas desta campanha eleitoral. Faltam poucos dias para virarmos esta página horrorosa da nossa história política, condenando Dilma ao ostracismo e à amargura.


RICARDO NOBLAT: No debate do SBT, Aécio fez picadinho de Dilma




Se alguém quase se rendeu a baixarias foi Dilma.


Por Ricardo Noblat

Aécio Neves deixou de ser tucano.

Na versão política, tucano é uma ave que, apesar do bico grande, bica com delicadeza. É capaz de perder a vida para não perder a elegância. Foi assim, por exemplo, com Serra no primeiro debate do 2º turno contra Dilma em 2010.

De certa forma foi assim também com Aécio no debate da última terça-feira contra Dilma na Rede Bandeirantes de Televisão.

Quem imaginou que ele, ontem, no debate do SBT, ofereceria a outra face para apanhar, enganou-se.

O instinto de sobrevivência empurrou Aécio para cima de Dilma, e dessa vez foi ela que não estava preparada para enfrentar tamanha fúria.

Marqueteiros costumam dizer que o eleitor detesta troca de ataques entre candidatos. Lorota.

O eleitor diz que detesta para aparecer bem na foto – mas ele gosta de ataques, sim. Os ataques só não podem resultar em baixarias.

Se alguém quase se rendeu a baixarias foi Dilma quando tentou aplicar uma pegadinha em Aécio. Perguntou o que ele achava da lei que pune motoristas que dirijam bêbados ou drogados.

Uma vez, no Rio, Aécio foi surpreendido por uma blitz da Lei Seca. E se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Se Dilma sabe que ele estava bêbado ou drogado deveria ter dito. É uma grave acusação que não pode apenas ser insinuada. Ela preferiu insinuar. Leviandade.

No debate da Band, Dilma impôs a Aécio sua agenda de discussão. Acuou-o com perguntas sobre o governo dele em Minas. Aécio saiu derrotado.

No debate do SBT, Aécio impôs sua agenda. E rebateu os ataques de Dilma com calma, lógica e argumentos bem pensados. Foi impiedoso.

Dilma voltou a perguntar pelos parentes que Aécio empregou no governo de Minas. Aécio respondeu sobre apenas um deles – sua irmã, Andrea, que trabalhou no governo sem nada ganhar.

Em seguida, Aécio perguntou a Dilma pelo irmão dela, “que ganha sem trabalhar” da prefeitura de Belo Horizonte. Dilma fugiu da resposta. E começou a falar em "dilmês"

Aécio carimbou na testa de Dilma que ela não conhece direito Minas Gerais. Dilma passou recibo da acusação.

O debate acabou com Dilma nocauteada. Não é força de expressão.

Desorientada, como se não soubesse direito onde estava e o que lhe aconteceu, Dilma perdeu a voz ao responder à pergunta de uma repórter do SBT. Esqueceu que estava ao vivo. E, aparentemente grogue, pediu para recomeçar.

Não conseguiu. Alegou então que estava passando mal. Uma queda de pressão. Foi socorrida com um copo de água. Arranjaram-lhe uma cadeira.

Quis voltar a responder à repórter. Como seu tempo acabara, se irritou com ela. Chamou-a de "minha querida".

Desfecho perfeito para uma luta que perdeu.




Ao lado de Marina, Aécio diz: ‘Disputa política não é guerra’


O candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) e a candidata derrotada no primeiro turno Marina Silva (Rede), concedem entrevista em São Paulo (Joel Silva/Folhapress)

Por Bruna Fasano e Talita Fernandes, na VEJA.com:

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, e a candidata derrotada do PSB, Marina Silva, realizaram nesta sexta-feira seu primeiro encontro oficial depois da ex-senadora declarar apoio ao tucano no segundo turno. E o clima não poderia ser melhor: a união foi selada com direito a troca de abraços e elogios. Membros do PSDB e PSB faziam fila para cumprimentar a dupla – uma cena que emprestou ao evento político ares de casamento. Ao lado da nova aliada, Aécio afirmou que a aliança é exemplo de uma “nova prática política”. “O que nós assistimos na política é o oposto disso. São entendimentos em torno de cargos, entendimentos em torno de vantagens, conveniências”, afirmou o tucano. Criticou ainda os ataques pessoais proferidos pela presidente Dilma Rousseff (PT) no debate de quinta-feira e prometeu reagir a “todas as calúnias”. “Faço convocação a Dilma para um debate programático. Disputa política não é guerra, não pode ser um vale-tudo. Ninguém destrói alguém e vence”.

Já Marina, que abandonou o tradicional coque para o evento, classificou o compromisso que Aécio formou com os brasileiros como “corajoso”, dizendo que ele soube interpretar “o que está acontecendo neste país nos últimos vinte anos”. “Aécio teve coragem de apresentar, doze anos depois, uma carta-compromisso aos brasileiros, indicando que vai resgatar os compromissos com política macroeconômica, que estão sendo terrivelmente prejudicados com juros altos, inflação alta e baixíssimo crescimento e pouco investimento no nosso país. O compromisso de que vai manter as políticas sociais e aperfeiçoá-las”, disse Marina. Ela afirmou ainda que Aécio deve vencer as eleições “ganhando”, já que não fez alianças sem compromissos.

Aécio evitou abordar o papel que caberia a Marina em um eventual governo tucano, dizendo que tratar do assunto “seria uma forma de desrespeito” à ex-senadora. “A Marina traz um simbolismo muito grande. Eu vejo através do abraço e do beijo carinhoso que recebi da Marina, o abraço e o beijo carinhoso de milhões de brasileiros que querem mudar esse país. São esses brasileiros que eu defendo a partir de agora”, disse, acrescentando que Marina não faz qualquer tipo de exigência para apoiá-lo.

Embrapa: O componente florestal nos sistemas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta




André Dominghetti Ferreira
Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fitotecnia. Pesquisador na área de sistemas integrados de produção da Embrapa Gado de Corte, andre.dominghetti@embrapa.br




Os sistemas agroflorestais (SAF's) são sistemas racionais de uso e manejo dos recursos naturais que integram consorciações de árvores, culturas agrícolas e/ou animais de forma científica, ecologicamente desejável, operacionalmente viável e socialmente aceitável pelo produtor rural. Desta forma, são obtidos benefícios com as interações ecológicas e econômicas resultantes da consorciação de espécies. Os arranjos entre as espécies podem ser instalados e manejados de maneira simultânea ou sequencial no tempo e no espaço e apresentar caráter temporário ou permanente.

Os sistemas integrados de produção exigem um planejamento mais elaborado e um monitoramento mais frequente e detalhado quando comparados aos sistemas de produção independentes (monocultura, pecuária solteira, povoamentos florestais), uma vez que existe a necessidade de manter o equilíbrio entre os componentes, além de usualmente demandarem investimentos iniciais mais elevados do que os sistemas de monocultivo. 

Um dos principais pontos a serem considerados durante o planejamento de um sistema de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) é a finalidade de utilização da madeira a ser produzida e o manejo das árvores. A qualidade da madeira é influenciada por vários fatores, sendo os principais: espécie arbórea, espaçamento, desrama, desbaste e outras técnicas de manejo silvicultural. 

Dentre as características desejáveis das árvores a serem cultivadas em sistemas de iLPF, podemos citar fuste alto, copa pouco densa, crescimento rápido, capacidade de fornecer nitrogênio e nutrientes à pastagem, adaptação ao ambiente e tolerância à seca, ausência de efeitos tóxicos sobre os animais, capacidade de fornecer sombra e abrigo bem como controle da erosão. 

O eucalipto tem se destacado como componente arbóreo nos SAF's por apresentar (i) grande número de espécies, as quais possibilitam a seleção de árvores com características específicas para se atingir objetivos de produção e/ou conservação ambiental, (ii) plasticidade ecológica às diferentes condições ambientais do território brasileiro, com elevado potencial de adaptação, estabelecimento, crescimento e produção, (iii) potencial para múltiplos usos, o que inclui produtos madeiráveis e não madeiráveis, (iv) rápido crescimento e considerável produtividade de madeira, (vi) silvicultura em elevado estágio tecnológico em algumas regiões brasileiras e (vii) potencial para capitalizar os sistemas agroflorestais, pois funciona como "poupança-verde".

Apesar da vasta possibilidade de utilização da madeira de eucalipto, nos sistemas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta, o agricultor deve, sempre que possível, dar ênfase às formas de uso mais nobres, como postes, madeira serrada e laminados para a produção de móveis, obtendo assim maior lucratividade no sistema. Todavia, é importante lembrar que quanto mais nobre for o emprego da madeira, mais longo será o período para corte e maior será a complexidade do manejo silvicultural a ser adotado.

Informações com: Kadijah Suleiman, jornalista (MTb 22729 RJ)
Telefone: +55 (67) 3368-2203 
Embrapa Gado de Corte
Campo Grande/MS
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) 

iLPF: abertas inscrições para curso na Embrapa Gado de Corte





Estão abertas as inscrições para o 3º Curso de iLPF, que acontece no período de 4 a 6 de novembro, na Embrapa Gado de Corte (Campo Grande, MS). Nele, serão apresentados conceitos, projetos, técnicas e resultados de sistemas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). As informações podem ser obtidas no endereço eletrônico http://cloud.cnpgc.embrapa.br/ilpf2014/



Podem participar profissionais de ciências agrárias de empresas públicas e privadas de assistência técnica e extensão rural, estudantes de pós-graduação e de graduação de ciências agrárias, bolsistas e estagiários da Embrapa Gado de Corte. Cem vagas estão disponíveis.



Durante o curso, os palestrantes falarão sobre temas que incluem: caracterização de sistemas de iLPF e seus componentes; condições para adoção de sistemas de iLPF; interações entre os componentes de iLPF; técnicas de manejo e gestão adequadas para sistemas de iLPF; resultados bioeconômicos sobre iLPF e projetos em andamento.



Programação



4 de novembro
7h30 – 8h Abertura 8h – 9h30 Marco Referencial iLPF 
9h30 – 10h Serviços ambientais em sistemas de iLPF 
10h – 10h15 Intervalo
10h15 – 11h30 Desenvolvimento e produtividade de culturas anuais em ILP 
11h30 – 13h Almoço
13h – 15h Componente solo 
15h – 15h15 Intervalo
15h15 – 16h30 Componente florestal 


5 de novembro
7h30 – 9h15 Componente forrageiro 
9h15 – 9h30 Intervalo
9h30 – 11h30 Componente animal: manejo nutricional, manejo sanitário e bem-estar animal 
11h30 – 13h Almoço
13:00 – 14:45 Produção de ovinos em sistemas integrados 
14h45 – 15h Intervalo
15h – 16h30 Componente socioeconômico 


6 de novembro
7h30 – 11h30 Dia de Campo
11h30 – 13h Almoço
13h – 13h30 "Sistemas de ILPF como oportunidade de negócios: a visão do empreendedor"
13h30 – 15h Mesa redonda
15h – 15h15 Intervalo
15h15 – 16h Aplicação de questionário e entrega de certificados



Kadijah Suleiman
Jornalista, MTb RJ 22729JP
Núcleo de Comunicação Organizacional (NCO)
Embrapa Gado de Corte
Campo Grande/MS
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Embrapa no Facebook: www.facebook.com/agrosustentavel

Café especial: 60 amostras disputam o título do 100º Cup of Excellence no mundo


- Principais juízes do planeta analisam os melhores cafés do Brasil até a próxima sexta-feira, 17 de outubro.

VIÇOSA (MG) – Começou, na segunda-feira, 13 de outubro, na Universidade Federal de Viçosa (UFV), a fase internacional do 100º Cup of Excellence, que corresponde ao 15º Cup of Excellence - Early Harvest Brasil 2014, certame realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE), e que conta com apoio e patrocínio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Nesta etapa, o júri internacional, composto pelos profissionais da elite mundial de prova e classificação dos principais compradores do globo, vindos da América do Norte, Europa, Ásia e Oceania, analisam as 60 amostras classificadas na fase anterior, encerrada no dia 10 deste mês. São sete as regiões produtoras que contam com representantes na fase internacional do principal concurso de qualidade destinado a cafés cerejas descascados e/ou despolpados no Brasil: Cerrado, Matas, Sul e Mantiqueira de Minas Gerais; Mogiana de São Paulo; Montanhas do Espírito Santo; e Planalto Baiano. A relação, em ordem alfabética, pode ser acessada no site da BSCA (http://bsca.com.br/pdf-folder/resultado_cup__fase_nacional.pdf).

Os profissionais que compõem o júri internacional nessa etapa do concurso estão analisando as amostras de acordo com propriedades como corpo, sabor, doçura e grau de acidez, dando notas de 0 (zero) a 100, conforme tabela oficial do Cup of Excellence. Os lotes que tiverem pontuação igual ou superior a 85 pontos serão eleitos vencedores e ganharão o direito de participar do concorrido leilão online, no dia 26 de novembro deste ano.

CARBONO ZERO
A cidade mineira de Viçosa foi escolhida para sediar o centésimo Cup of Excellence, concurso que atualmente é realizado em 10 países. Para esta edição, o evento contará com a presença de diversas autoridades do setor cafeeiro do Brasil e do mundo e tem como novidade a mesma preocupação ambiental existente na produção dos cafés especiais, pois realizará a compensação do gás carbônico emitido com as atividades do evento.

Por meio do projeto Carbono Zero, coordenado pelo Departamento de Engenharia Florestal da UFV, foram plantadas 89 árvores de espécies nativas em áreas que se encontram em recuperação ambiental e nas propriedades rurais de produtores parceiros da Universidade Federal de Viçosa para que se faça a compensação de toda a emissão de gás carbônico gerado pelo Cup of Excellence – Early Harvest  2014.

NOVIDADES
A 100ª edição mundial do Cup of Excellence conta com muitas novidades em sua programação, as quais envolvem uma apresentação do programa Carbono Zero da UFV, visitas ao museu e aos laboratórios de pesquisa da Universidade e às fazendas produtoras de cafés especiais Serra do Boné, Pedra Redonda e Braúna, em Araponga (MG). Além disso, serão realizados workshops sobre o sistema de produção de cafés especiais no Brasil, a respeito do mercado consumidor e também "Cuppers and Coffee Grower", este último ministrado pelo professor Flávio Meira Borém, do Departamento de Engenharia da Universidade Federal de Lavras (Ufla). O guidebook do evento pode ser acessado através do link http://pt.slideshare.net/pauloandreck/guidebook-2014-viosa.

AUDITORIA E APOIO
A 100ª edição mundial do Cup of Excellence é auditada pela Safe Trace Café e conta com o apoio institucional da Universidade Federal de Viçosa – instituição anfitriã do evento –, da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), da CarmoCoffees, do Centreinar, do Centro de Excelência do Café das Matas de Minas, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé) e do Conselho Nacional do Café (CNC).

Mais informações: (35) 3212-4705 / 3212-6302 / info@bsca.com.br


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