A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

quarta-feira, março 19, 2014

ORLANDO TAMBOSI: FHC não servirá de isca para as hienas lulistas

Do Blog do Orlando Tambosi

A esgotosfera anda espalhando que FHC será vice de Aécio. Mentira, como sempre. Ele já foi saco de pancadas do petismo desde a posse. Estão com medo de malhar Aécio? Vejam a conversa de Ricardo Setti com o ex-presidente, quentinha ainda:

 
 
Falei agorinha com o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso sobre os boatos de que aceitaria ser candidato a vice-presidente na chapa do tucano Aécio Neves, cuja candidatura, no PSDB, defendeu desde o começo das discussões sobre o tema.
O ex-presidente me disse o seguinte:
– Desde que deixei a Presidência tenho reiterado que continuarei ativo na vida pública, ajudarei, nos limites da compostura, os candidatos do PSDB, mas não concorrerei a cargo eleitoral algum.
 E prosseguiu:
– Seria despropositado, aos 82 anos, rever tudo isso, mormente porque continuo pensando a mesma coisa, que cada um deve saber avaliar seu momento existencial e agir em correspondência com ele. O meu momento para ser candidato já passou. Para quem foi Presidente e levou a sério o ofício, não tem sentido candidatar-se a nada mais.(Ricardo Setti).

FHC como vice de Aécio? Não! Esta tem de ser uma disputa sobre o futuro, não sobre o passado

Do Blog do Reinaldo Azevedo

O pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, disse o óbvio nesta terça-feira: seria uma honra ter o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como vice em sua chapa, “mas isso não se cogita, pelo menos por enquanto”. E cabe a pergunta: por que se cogitaria?
A imagem de FHC, nem é preciso ter pesquisa para constatá-lo, está em franca recuperação — e, estou certo, quanto mais passar o tempo, maior se tornará, até que chegue ao tamanho que realmente tem. A máquina de destruir reputações do PT está perdendo eficiência, mas ainda é muito forte.

Ocorre que a “mudança” — por enquanto, ainda intransitiva e sem um objeto muito definido — será um dos valores dessa eleição. Uma insatisfação ainda difusa, mas muito presente, é o que hoje mais incomoda a presidente Dilma Rousseff e o petismo.

Se o PSDB fizer de FHC vice na chapa de Aécio, estará eliminando esse fator de indeterminação do presente, mais perigoso para quem já está no poder, e caindo na armadilha petista: uma disputa sobre o passado, mais uma vez, pela quarta vez!

Ora, dada a ruindade do governo Dilma e considerando-se as muitas insatisfações acumuladas, tudo o que o PT mais quer é uma disputa não entre Dilma e Aécio — sim, considere-se também o fator Eduardo Campos —, mas uma disputa entre Lula e FHC. E o ex-presidente petista, no caso, nem precisaria figurar como vice.

Nada disso! A disputa deste 2014 tem de ser sobre o futuro — aquele mesmo que foi ignorado pelo PT em 2010, o que tornou o Brasil que aí está bem mais frágil do que estava então.

Por Reinaldo Azevedo

Xico Graziano: Ninho de gato

Xico Graziano* - O Estado de S.Paulo - 18 de março de 2014

Finalmente havia chegado uma boa arrumação no campo. Assim parecia quando da aprovação do novo Código Florestal. Após uma década de acalorados debates, todos acreditavam que da confusão se caminharia para a solução. Pouco, infelizmente, se fez. Continua desarrumado o processo da regularização ambiental das propriedades rurais. Pura incompetência do governo.

Chega a ser curioso, se não fosse trágico. Quando o ex-presidente Lula, em 2010, avalizou sua candidata para suceder-lhe no Planalto, vendeu-a como uma "gerentona" de primeira linha. Dilma Rousseff foi apresentada como uma mulher executiva, de poucas palavras, embora crua na política, experiente no mando. Era o que, cansada do proselitismo ideológico, a população demandava: alguém para pôr ordem na casa, organizar o time e aproveitar as oportunidades, internas e globais, para avançar rumo ao desenvolvimento. Triste decepção.

Está-se completando um ciclo de 12 anos com o PT no poder central da República. Nesse período, o Brasil não andou para trás. Mas poderia ter ido muito além. Colhe-se a impressão, mais recentemente, de que tomou o rumo errado. As famílias, superendividadas, reduzem o consumo, freando o comércio e o emprego; a indústria pouco agrega na produtividade, perdendo posições; a agropecuária esgota seu fôlego. Da porteira para dentro, as fazendas garantem um show de competência tecnológica; da porteira para fora, padecem na logística e sofrem com a insegurança jurídica. Todos temem pelo futuro.

Calcanhar de Aquiles - há unanimidade a respeito da fraqueza da infraestrutura produtiva do País: as ferrovias continuam no papel, as hidrovias permanecem em discussão, os portos ficam atrasados e as rodovias, esburacadas. Falar em transporte da safra atrai palavrão na roça. Na geração de energia, nos combustíveis, nas comunicações, existe a sensação de uma agenda atrasada. O Brasil, juntamente com sua agropecuária, segue em frente tropicando em deficiências básicas, que já poderiam ter sido resolvidas, mas continuam presentes, roubando a nossa competitividade.

Aos problemas de infraestrutura se somam lacunas institucionais. Anda em falta certa legislação básica, aquela que normatiza as atividades econômicas e regula o funcionamento da sociedade. Sem regras claras se estabelece a confusão, atrapalhando a vida do cidadão. Aqui se colocam, por exemplo, não apenas a legislação ambiental, como também o problema indígena, dois assuntos que há anos tiram o sono do agricultor nacional. Conflitos existem. O poder moderador do Estado, entretanto, somente ele, é capaz de arbitrar os legítimos interesses, amainar as disputas. Cadê o governo?

O tempo passa e nada se resolve. O governo federal não alcança estatura suficiente para definir os parâmetros da convivência possível entre os interesses distintos nessas duas questões essenciais.

Quanto aos índios, não se discute o princípio constitucional (artigo 231) de que a eles pertencem as terras tradicionalmente ocupadas. Isso é ponto pacífico. O palco da furiosa controvérsia se ergueu não sobre a selva tribal, mas, sim, na disputa por áreas agricultadas, ocupadas há tempos com lavouras ou pastagens. Ausentes por mais de meio século desses territórios, os indígenas agora os querem de volta. Tal situação crítica se arrola, especialmente, em certas regiões do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná e de Mato Grosso do Sul, criando conflitos agrários sem perspectiva de solução. Falta autoridade pública para resolver o assunto.

Na regularização ambiental das propriedades rurais, então, nem se fala. Quando, finalmente, se aprovaram as modificações no velho Código Florestal, depois de grande celeuma entre ruralistas e ambientalistas, caberia ao Executivo pôr em prática, por decretos próprios, a nova lei. Mas o governo mostra-se tão titubeante, tão ineficaz, tão desarticulado que até hoje, passados quase dois anos, não conseguiu sequer regulamentar o Cadastro Ambiental Rural (CAR). Tudo continua como dantes.

O dispositivo do CAR surgiu como a grande novidade do novo Código Florestal. Uma ousadia, no mundo, inédita. Por meio desse cadastro, semelhante a uma declaração de renda para o Leão, os produtores rurais se obrigam a informar ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) os dados sobre sua exploração, baseando o cálculo das áreas a serem preservadas ou regularizadas. Para quem faz a devida lição de casa a declaração do CAR servirá como um atestado de boa conduta. Para quem tiver passivo ele se transforma num programa de recuperação ambiental. Moderno, bem bolado.

O CAR, porém, não saiu da intenção. Emperrando-o, o governo abre brechas para variadas especulações e fofocas. Perde-se a correta informação, aumentam as incertezas. Ambientalistas notórios atacam os "setores atrasados" do ruralismo, que estariam boicotando a legislação, impondo-se ante os "modernos". Especulação.

Resistências de parte a parte são normais. Anormal é ver o governo paralisado, entregue aos seus dilemas intestinos, sem nada resolver, sem nunca decidir. Por três vezes a ministra do Meio Ambiente, coitada, anunciou a assinatura presidencial no decreto de regulamentação do CAR, todas proteladas. Enquanto permanece a lacuna jurídica, em cada comarca do País se segue uma orientação, a depender do humor do Ministério Público e da sabedoria dos senhores juízes.

Essa desorganização legal nas matérias agroambientais atormenta o agricultor. Virou um ninho de gato, um processo confuso, alimentado pela incompetência governamental.

Ninguém ganha nada com isso e quem mais perde, sempre, é o produtor rural. Mesmo querendo fazer a coisa certa, negam-lhe o instrumento para acertar as contas com a sociedade urbana.

*Xico Graziano é agrônomo, foi secretário de Agricultura e secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. E-mail: xicograziano@terra.com.br 

Jornal da Ciência: Demissão de Raupp provoca mal-estar entre pesquisadores

Ex-diretor do Inpe foi substituído pelo reitor da Universidade de Minas Gerais, Clelio Diniz, em reforma feita por Dilma
 
A saída de Marco Antonio Raupp do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação na última segunda-feira, por determinação da presidente Dilma Rousseff (PT), recebeu críticas da comunidade científica em todo o país. Raupp era ministro desde janeiro de 2012 e vinha fazendo um trabalho elogiado por cientistas, empresários e entidades de classe do setor.
 
Ele foi demitido junto com outros cinco ministros, num pacotão anunciado por Dilma na última sexta-feira. Assumiu o lugar dele o reitor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), Clelio Campolina Diniz. Antes de comandar o Ministério da Ciência e Tecnologia, Raupp havia sido diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e do Parque Tecnológico de São José dos Campos.
 
Críticas. Uma das reações mais contundentes contra a saída de Raupp veio da presidente da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), Helena Nader. Em artigo publicado no jornal Folha de São Paulo ontem e postado no site da entidade, Helena faz duras críticas à mudança.
 
"O que nos assusta é a mínima falta de consideração com a continuidade de um trabalho tão complexo como são os programas governamentais de ciência, tecnologia e inovação", assinalou a cientista.
 
"Até se acomodarem a uma nova gestão, já terão consumido boa parte dos apenas nove meses que restam da atual administração federal."
 
Para Helena, não havia motivo para tirar Raupp do comando do Ministério, o que pode atrapalhar projetos em andamento no setor.
 
"Raupp assumiu a pasta com apoio integral da comunidade científica brasileira que nele reconheceu um legítimo representante, capaz de elevar e certamente lutar pelo tratamento da ciência e tecnologia como uma das políticas de Estado prioritárias na esfera pública nacional".
 
E concluiu: "Foi o que fez ao longo de sua gestão no ministério, sempre ouvindo e interagindo com as mais diversas sociedades, organizações, instituições e empresas que integram o cenário da ciência, tecnologia e inovação no Brasil".
 
Raupp não foi localizado ontem para comentar o assunto.
 
Para o Sindicato dos Servidores Públicos de Ciência e Tecnologia, a troca obedece a critérios políticos, e não técnicos, o que é questionável.

Fonte: Jornal da Ciência / (Xandu Alves / O Vale)

Jornal da Ciência: Saída de Raupp confirma Fragilidade de ministério

Ciência golpeada
Editorial publicado no Jornal O Vale
Saída de Raupp confirma Fragilidade de ministério



A substituição de Marco Antonio Raupp no Ministério da Ciência e Tecnologia foi um duro golpe para a comunidade científica brasileira. A presidente Dilma Rousseff (PT) fez uma opção política, tentando preservar o "espaço" de Minas Gerais na Esplanada dos Ministérios, e criou nova situação de descontinuidade administrativa em uma pasta estratégica para o país.

Como tem ressaltado a direção da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), desde que o Ministério da Ciência e Tecnologia foi criado, em 1985, a pasta tem sido usada com frequência em operações de barganha política entre o Palácio do Planalto e o Congresso. O recordista em mudanças foi Fernando Collor, com três ministros da Ciência e Tecnologia em pouco mais de dois anos.

Por conta da afinidade política histórica com área de pesquisa, quando o PT conquistou o Palácio do Planalto, muita gente acreditou que a instrumentalização política do ministério chegaria ao fim. Em vez disso, o Ministério foi transformado em feudo do PSB e prestou-se a investimentos em projetos de eficácia duvidosa, como patrocínio da viagem do primeiro "astronauta" brasileiro ao espaço e o acordo Brasil-Ucrânia para a base de foguetes.

Com Raupp, a presidente Dilma Rousseff (PT) afastou parte dessa enviesada relação com a política e deu oportunidade para que o ministério retomasse a análise dos programas prioritários para a ciência e tecnologia no Brasil. Era um trabalho incipiente, às vezes atrapalhado por opções equivocadas, mas um sopro de esperança para a comunidade científica. O novo ministro, Clelio Campolina, também vem do meio acadêmico, mas será um assessor tampão: se Dilma se reeleger, o Ministério da Ciência e Tecnologia certamente será colocado na mesa das barganhas políticas para composição do novo governo.

Desde a criação do Ministério, são quase três décadas perdidas sem que a ciência e tecnologia se torne de fato uma prioridade de governo no Brasil.

Fonte: Jornal da Ciência / O Vale

FMVZ/Unesp abre concurso para pesquisador em biologia molecular e imunodiagnóstico

Profissional vai atuar junto ao Departamento de Clínica Veterinária
 
A Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Unesp, câmpus Botucatu, vai selecionar pesquisador para atuação junto ao seu Departamento de Clinica Veterinária.
 
Este profissional deverá realizar e colaborar ativamente em projetos de pesquisa ligados às áreas de biologia molecular e imunodiagnóstico. Experiência e conhecimentos aprofundados em técnicas de biologia molecular (proteômica, metagenomica, transcriptoma, micro RNA, RNAi ou linkage analysis) em mamíferos ou aves, são requisitos para o cargo.
 
O pesquisador selecionado deverá também atuar junto ao programa de pós-graduação em Medicina Veterinária, classificado como nível 5 pela Capes.
 
Com cinco décadas de atividades, a FMVZ/Unesp é uma instituição de excelência que oferece um ambiente propício para quem deseja dedicar-se à pesquisa. A vaga está aberta para profissionais graduados em curso superior nas áreas de ciências agrárias, biológicas ou de saúde e titulados como Doutor.
 
Para mais informações leia a íntegra do edital do concurso, que será publicado no site da FMVZ/Unesp (www.fmvz.unesp.br), a partir do dia 17 de março.
 
O edital ficará aberto por 45 dias.

FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - UNESP - CÂMPUS DE BOTUCATU/SP
Assessoria de Imprensa

ORLANDO TAMBOSI: Projeto de Aécio Neves incentiva bolsista a trabalhar

Do Blog do Orlando Tambosi

De fato, é necessário romper esse círculo vicioso: ninguém deve transformar a bolsa em salário permanente:

O senador Aécio Neves defendeu, nesta quarta-feira (19/03), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, a aprovação de projeto de lei de sua autoria que estende por seis meses continuados o pagamento do benefício do Bolsa Família ao trabalhador que (re) ingressasse no mercado de trabalho.

Pela proposta, no ato do recadastramento, a família que tiver ultrapassado o valor da renda para permanecer no programa, pode continuar por mais seis meses, até se fixar no emprego. A família ganha tempo para conseguir a estabilidade no emprego, sem medo de perder nem o trabalho e nem o benefício. 
A proposta tem objetivo de criar maior garantia para chefes de família que tenham novas oportunidades para aumentar a renda familiar, mas temem o risco de perda imediata do benefício.

“Um dos problemas que constatamos é que pais de família, mesmo com uma oferta de trabalho, têm receio de amanhã eventualmente serem demitidos e terem que voltar ao programa e não conseguirem rapidamente sua reinserção. Estamos garantindo que mesmo com carteira assinada, durante seis meses, essas pessoas que conseguirem emprego melhor possam continuar recebendo. É um estímulo para que elas possam se reinserir no mercado de trabalho”, explica o senador Aécio Neves.
 

Paulo Martins – Marco Civil da Internet é início do AI-5 petista


ESCÂNDALO: INSS ORIENTA FRAUDAR SISTEMA PRISMA PARA ACEITAR ATESTADO DE CUBANO

Do Blog Perito.Med

Vejam os senhores que absurdo. Coordenação de benefícios orienta por e-mail adulterar os campos do PRISMA relativos a CRM e Estado Emissor para poder contemplar atestados de médicos cubanos do Mais Médicos nas cidades/gerências contempladas com ACP de benefício por incapacidade sem perícia médica, apenas com atestado médico. A orientação que o INSS tem dado é preencher o campo "CRM" com o RMS do cubano e o campo "UF" com a sigla DF (Distrito Federal), mesmo que a cidade a ser cadastrado o benefício seja tão longe quanto Canoas ou Imperatriz

Em primeiro lugar, a Lei do Mais Médicos não os autoriza a emitir atestados de incapacidade laborativa, apenas estão autorizados a atender no âmbito da ESF/PSF.

Em segundo lugar, a Lei do Ato Médico deixa BEM CLARO no seu artigo 4º inciso XIII que a atestação de condições de saúde,doença e possíveis sequelas é ato privativo de médico. E médico nesse país é quem tem CRM. Oficialmente o MS chama os cubanos de "intercambistas". Portanto,nenhum benefício por incapacidade decorrente de doença pode ser habilitado com quaisquer outro documento que não seja de médico com registro definitivo no Conselho Regional de Medicina. Os cubanos não tem CRM e sim um documento anômalo emitido pelo Ministério da Saúde e que só tem valor dentro da UBS/PSF.

Em terceiro lugar, preencher campos de formulários oficiais com dados falsos é crime de fraude processual, falsificação de documentos, além de improbidade administrativa. Isso vale pra quem manda e pra quem faz.

Por isso, a orientação do INSS, abaixo transcrita, é ilegal, imoral e a mesma deve ser denunciada aos órgãos de controle (MPF, CGU, TCU) bem como ao CFM pois o que o INSS manda fazer é criminoso.

Em 17/03/2014 08:37, Isabel Cristina Sobral escreveu:
>
> Prezados Colegas ;
>
> Na jurisdição de vocês, tem pelo menos uma GEX onde exista a ACP do
> atestado médico ( Londrina, Rio Grande do Sul, Santa catarina,
> Rondônia, Imperatriz).
> Na sexta feira surgiu um caso interessante, onde o segurado apresentou
> um atestado e quando recepcionamos este, vimos que se tratava de um
> atestado emitido por um dentista (que tem registro no CRO).
> Assim, conforme orientação da Diretoria de Saúde do Trabalhador
> (abaixo), somente podem ser aceitos para fins da ACP( reconhecimento
> do direito com base em atestado médico), quando for um atestado
> emitido por um médico (CRO).
> Dessa forma, surgindo um caso assim, o benefício dependerá de
> avaliação médica( perícia) e segue o fluxo normal.
>
>
>
> Outra situação que surrgiu e merece  orientação é sobre os médicos
> cubanos, que não possuem  CRM. Esclarecemos que a Lei 12.871/13, art
> 16, remeteu ao Ministério da Saúde a atribuição  de conceder o
> registro para profissionais estrangeiros atuarem no programa sem
> validação do diploma. Dessa forma, o número atribuído a estes é
> fornecido pelo Ministério da Saúde e este sendo Federal, sugerimos
> colocar o número do Registro no Ministério da Saúde no  campo do CRM e
> a sigla DF no campo  UF emissor.
> Solicito dar conhecimento da presente orientação à todas as GEX
> envolvidas da sua SR.
> att
>
>
> *Isabel cristina Sobral
> *Técnico do Seguro Social- Matr .0941038
> Chefe da Divisão de Reconhecimento Inicial do Direito
> 01.500.102 - DRIDIR
> Adm. Central - DF
> SAUS Quadra 02 Bloco O- Sala 808- Brasilia/DF

AUGUSTO NUNES: Nas asas da FABTur, o ministro da Saúde fabricou a camisinha de R$ 850

 


Concentrado nas complicações do programa Mais Médicos, o noticiário sobre o que vai pela área da Saúde não concedeu o merecido espaço ao impressionante desempenho do ministro Arthur Chioro no Carnaval. Enquanto a maioria dos colegas descansava, o sucessor de Alexandre Padilha usou três jatos da Aeronáutica para dedicar-se em tempo integral à guerra contra a Aids. Em defesa do uso de preservativos e da disseminação dos exames sorológicos, Chioro travou combates em quatro frentes diferentes: São Paulo, Recife, Salvador e Rio de Janeiro.

“Fiz questão de ter minha esposa ao meu lado para evitar qualquer situação de exposição indevida”, esclareceu Chioro, que em algumas batalhas contou também com a ajuda de colegas do primeiro escalão e de convidados especiais. Todos viajaram sem despender um centavo do próprio bolso: os deslocamentos do novo cliente da FABTur foram patrocinados pelos brasileiros que pagam impostos. Para pagar os quatro pernoites em hotéis estrelados, o ministro usou parte das diárias de R$ 2.541,88.

A acumulação de milhagens começou no fim da tarde de 28 de fevereiro, sexta-feira de Carnaval, quando o ministro voou de Brasília para São Paulo escoltado por José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça, Aloizio Mercadante, chefe da Casa Civil, e Eleonora Menicucci, chefe da Secretaria de Políticas para Mulheres (com status de ministra). Ainda no começo da madrugada de sábado, acompanhado por 10 convidados, decolou rumo ao Recife, onde dormiu algumas horas antes de recomeçar a festa, agora no camarote do Galo da Madrugada.

Ele deixou a capital pernambucana depois do almoço e baixou em Salvador no meio da tarde de sábado. Bastante animado, dividiu-se entre dois camarotes: o Expresso 2222, comandado por Gilberto Gil, e o reservado ao governador Jaques Wagner. No domingo, partiu para o Rio de Janeiro a tempo de aplaudir o desfile do Bloco do Sargento Pimenta. A escala no Rio estendeu-se até a manhã de de terça-feira, quando se deslocou para São Paulo. Só às 11h45 da Quarta-Feira de Cinzas o maratonista dos ares embarcou de volta a Brasília.

Chioro mobilizou as aeronaves VC-99A (Embraer 145), VC-99B (Embraer 135) e C-97 (Embraer 120) para percorrer 3.808 milhas (ou 6.129 quilômetros).  ”A presença do ministro dá mais visibilidade à ação da pasta”, explicou Juvenal Vicenzi, coordenador de Redação da Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde. A única ação visível do ministro foi a distribuição de não mais que 200 preservativos.

Segundo funcionários da Líder, empresa de táxi aéreo, é de R$ 160 mil o preço mínimo do fretamento de um jato para cobrir tamanha distância. Como as quatro diárias somaram R$ 10.167, o giro carnavalesco do ministro custou mais de R$ 170 mil. Cada uma das 200 camisinhas distribuídas por Chioro, portanto, saiu por R$ 850. Um pacote com três unidades pode ser comprado em qualquer farmácia por R$ 3.

Quem não usou o mimo entregue pessoalmente pelo sucessor de Alexandre Padilha hoje é dono de uma valiosa brasileirice: o preservativo mais caro do mundo. Pelo andar da carruagem, já no próximo Carnaval a Camisinha de Chioro estará valendo mais de mil reais.

VACINA HPV: Aparecem os primeiros casos de efeitos colaterais

Uma campanha de vacinação feita por um Ministério da Saúde PeTista que só pensa em POLÍTICA e pouco pensa na SAÚDE da população deveria levantar muitas suspeitas, principalmente quando existem sérias dúvidas sobre os reais benefícios da vacina e os riscos envolvidos. Veja este caso:
 
Publicado em 14/03/2014 por Redação MinasNoticia

Cerca de 15 adolescentes foram hospitalizadas em Lajinha(MG), após tomarem a vacina contra o HPV. Três tiveram um quadro de complicação mais grave e foram levadas ao pronto socorro para receber maiores atendimentos e foram liberados após observação.

O vereador Paulo Sanches acompanhou e disse em entrevista: “Foi um índice muito grande de meninas. Foram atendidas a cerca de 15 meninas no Pronto Socorro. Três alunas tiveram atendimento prioritário, pois chegaram desmaiadas, inconscientes a unidade. Elas tiveram que receber medicamentos e oxigênio, então foi um atendimento inesperado”.

O lote do medicamento em que houve problema foi recolhido e enviado para a Secretaria Regional  de Saúde de Manhumirim.

Entenda a Campanha
A campanha de vacinação contra o vírus HPV, principal causa do câncer de colo do útero, recebeu a recomendação do Ministério da Saúde de ter a primeira dose (de um total de três) aplicada nas escolas públicas e privadas do país. Alguns municípios têm adotado essa estratégia e se mostram confiantes para alcançar a meta de vacinação, que é de 80% do público-alvo, formado por 5,2 milhões de meninas de 11 a 13 anos.

Estratégia de vacinação
As secretarias municipais de Saúde foram orientadas a programar a vacinação nas escolas a partir desta segunda-feira (10). As instituições de ensino devem informar, com antecedência, aos pais ou responsáveis a data de vacinação. Tanto no ambiente escolar como nos postos de saúde, a vacina será aplicada por profissionais de saúde.

Os pais ou responsáveis que não quiserem que a adolescente seja vacinada deverão preencher e enviar à escola o termo de recusa distribuído pela instituição de ensino antes da vacinação.

No caso das unidades de saúde, é importante que a adolescente apresente a caderneta de vacinação.

Para assegurar a aplicação das três doses, o serviço de saúde vai registrar cada adolescente imunizada, monitorar a cobertura vacinal e realizar, se necessário, a busca ativa das meninas.

Japão suspende recomendação da vacina
O Japão suspendeu provisoriamente a recomendação da vacina contra o câncer de colo de útero pelas dores que poderia provocar, informou o ministério da Saúde.

A decisão foi tomada apenas dois meses depois do ministério ter iniciado uma campanha de vacinação geral das adolescentes com idades entre 12 e 14 anos.

As jovens que desejam tomar a vacina terão acesso ao medicamento, mas o ministério insiste que os 'benefícios e riscos sejam bem conhecidos antes de uma decisão'.

"A mudança de opinião não significa que a vacina seja perigosa, mas as informações comunicadas ao público sobre os riscos eram insuficientes", explicou um funcionário do ministério.

 governo destacou que, apesar de ainda não ter estabelecido um vínculo formal, foram apontados novos efeitos colaterais, incluindo dores corporais crônicas.

"Queremos recompilar dados, incluindo no exterior, para que os especialistas possam julgar a frequência das dores e suas causas", destacou a fonte ministerial.

A observação das duas vacinas atualmente disponíveis, Gardasil (do laboratório Merck) e Cervarix (GSK), permitiu detectar efeitos colaterais em até 50% dos casos e três tipos de efeitos mais graves, com uma frequência de um caso para cada 4,3 milhões.

As vacinas permitem prevenir o vírus do papiloma humano (HPV), responsável pelo câncer de colo de útero, uma doença que afeta quase nove mil mulheres com idades entre 20 e 39 anos no Japão todos os anos. Em 2011, este tipo de câncer provocou a morte de 2,7 mil mulheres.

Fonte: Redação MinasNoticias.com/Agencias

POLIBIO BRAGA: O PT perdeu a guerra cibernética e não adianta espernear

O jornalista Polibio Braga fala do exército de voluntários que, por meio dos Blogs da Resistência, estão enfrentando os PETRALHAS em uma GUERRA CIBERNÉTICA:

ELIO GASPARI: O comissariado destruidor

Artigo de Elio Gaspari publicado em 19/03/2014 na Folha

Quando a doutora Dilma assumiu a Presidência, uma ação da Petrobras valia R$ 29. Hoje ela vale R$ 12,60. Somando-se a perda de valor de mercado da Petrobras à da Eletrobras, chega-se a cerca de US$ 100 bilhões. Isso significa que a gestão da doutora comeu um ervanário equivalente à fortuna do homem mais rico do mundo (Bill Gates, com US$ 76 bilhões), mais a do homem mais rico do Brasil (Jorge Paulo Lemann, com US$ 19,7 bilhões). Noutra conta, a perda do valor de mercado das duas empresas de energia equivale à fortuna dos dez maiores bilionários brasileiros. 

Se o governo da doutora Dilma deve ser avaliado pela sua capacidade executiva, o comissariado petista contrapõe ao conceito de "destruição criadora" do capitalismo a novidade da destruição destruidora. No caso do preço dos combustíveis, de quebra, aleijou o mercado de produção de álcool.

Há empresas como a Polaroid, por exemplo, que vão à ruína porque vivem de uma tecnologia caduca. Outras cometem erros de concepção, como as aventuras amazônicas da Fordlândia e do Jari. É o jogo jogado. A perda de valor da Petrobras e da Eletrobras está fora dessas categorias. Acusar a doutora Graça Foster pelos maus números da Petrobras seria uma injustiça. A desgraça derivou de uma decisão de política econômica, mas responsabilizar o ministro da Fazenda, Guido Mantega, pelo que acontece nessa área seria caso de atribuição indevida.

O que agrava o episódio é que tanto a Petrobras como a Eletrobras atolaram por causa de uma decisão politicamente oportunista e economicamente leviana. Tratava-se de vender energia a preços baixos para acomodar o índice do custo de vida, segurando a popularidade do governo. O truque é velho. Mesmo quando deu resultados políticos imediatos, sempre acabou em desastres para a economia.

Vem aí a campanha eleitoral e o governo irá à luta buscando a reeleição de Dilma Rousseff com duas plataformas: a da qualidade de sua gerência e os avanços sociais que dela derivaram. Numa área em que os governos petistas produziram o êxito do Prouni, o ministro da Educação Fernando Haddad criou o novo Enem em 2009. Prometia a realização de dois exames por ano. Nada, mas continuou prometendo. Em 2012 a doutora Dilma anunciou: "No ano que vem [serão] duas edições". Nada. Apesar de ela ter dito isso, o ministro Aloizio Mercadante e seu sucessor, José Henrique Paim, descartaram a segunda prova, que daria à garotada uma segunda chance de disputar a vaga na universidade. (Nos Estados Unidos, o equivalente ao Enem oferece sete datas a cada ano.) O novo presidente do Inep, organismo encarregado de aplicar o exame, dá a seguinte explicação: "É impossível se fazer dois 'Enens' por ano com esse Enem. O crescimento [de inscritos] foi de tal ordem que a logística se impôs".

É um caso simples de gerência. Quem disse que ia fazer dois exames foi o governo. As dificuldades logísticas não explicam coisa nenhuma, porque elas já estavam aí em 2009 e, desde então, o Brasil não incorporou ao seu território a península da Crimeia. 

O que há no governo é mais do que má gerencia. É uma fé infinita na empulhação, ofendendo a inteligência alheia.

JOSIAS DE SOUZA: Petrobras e Eletrobas perderam R$ 100 bilhões

Do Blog do Josias

O repórter Elio Gaspari fez as contas: “Quando a doutora Dilma assumiu a Presidência, uma ação da Petrobras valia R$ 29. Hoje ela vale R$ 12,60. Somando-se a perda de valor de mercado da Petrobras à da Eletrobras, chega-se a cerca de US$ 100 bilhões. Isso significa que a gestão da doutora comeu um ervanário equivalente à fortuna do homem mais rico do mundo (Bill Gates, com US$ 76 bilhões), mais a do homem mais rico do Brasil (Jorge Paulo Lemann, com US$ 19,7 bilhões). Noutra conta, a perda do valor de mercado das duas empresas de energia equivale à fortuna dos dez maiores bilionários brasileiros.” Aqui, você lê a íntegra do texto.

CoroneLeaks: Ciclo do PT no poder não está quebrando apenas as estatais. Está sucateando toda a indústria brasileira!

 
Hoje a notícia mais dramática veio de um colunista de política, tradicional apoiador dos governos petistas: Élio Gaspari. Foi ele que cunho o termo "privataria". Pois bem. Ele somou os prejuízos da Petrobras e da Eletrobras na gestão da Dilma e chegou a um números assombroso: U$ 100 bilhões! Mas esta não é a única conta.

O jornal Valor Econômico destaca que Nn ano passado, pela primeira vez as receitas das exportações da indústria foram insuficientes para pagar os gastos do setor com a importação de insumos, peças e componentes. Um em cada cinco produtos consumidos no país tem sido produzido fora do Brasil.

As duas informações, divulgadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), confirmam que o país perde espaço nas cadeias globais de produção de manufaturados. Do total de 21 segmentos do setor de transformação analisados, 11 exportaram um valor inferior ao gasto com insumos adquiridos no exterior no ano passado.

"O problema não é o tamanho das importações, mas o fato de que elas não geram mais recursos em exportações", diz o professor Jorge Arbache, da Universidade de Brasília. "Estamos importando apenas para abastecer o consumo interno", acrescenta. No ano passado, no total do comércio exterior de bens industriais, o déficit brasileiro bateu novo recorde, chegando a US$ 54 bilhões.

Não somos mais competitivos em nada. Conseguimos vender apenas para os vizinhos bolivarianos, totalmente quebrados. Ontem publicamos uma entrevista com um dos pais do Plano Real. Ele diz que a solução para o Brasil é um choque de internacionalização. Ao contrário disso, o esquerdismo do PT nos mantém amarrados à Cuba, Argentina e Venezuela. Eles estão quebrando tudo o que construímos ao longo de 50 anos. Eles estão quebrando o Brasil.
 

CoroneLeaks: Escândalo! Dilma Rousseff foi a principal responsável pela compra da refinaria superfaturada de Pasadena

  Petrobras perdeu U$ 1 bilhão. Está sob investigação!

 
Dilma presidindo reunião do Conselho de Administração da Petrobras, onde tinha a última palavra sobre todos os negócios da empresa. Um deles deu prejuízo de quase R$ 1 bilhão e cheira à corrupção das grossas!
Documentos até agora inéditos revelam que a presidente Dilma Rousseff votou em 2006 favoravelmente à compra de 50% da polêmica refinaria de Pasadena, no Texas (EUA). A petista era ministra da Casa Civil e comandava o Conselho de Administração da Petrobrás. Ontem, ao justificar a decisão ao Estado, ela disse que só apoiou a medida porque recebeu "informações incompletas" de um parecer "técnica e juridicamente falho". Foi sua primeira manifestação pública sobre o tema.

A aquisição da refinaria é investigada por Polícia Federal, Tribunal de Contas da União, Ministério Público e Congresso por suspeita de superfaturamento e evasão de divisas.

O conselho da Petrobrás autorizou, com apoio de Dilma, a compra de 50% da refinaria por US$ 360 milhões. Posteriormente, por causa de cláusulas do contrato, a estatal foi obrigada a ficar com 100% da unidade, antes compartilhada com uma empresa belga. Acabou desembolsando US$ 1,18 bilhão - cerca R$ 2,76 bilhões.

A presidente diz que o material que embasou sua decisão em 2006 não trazia justamente a cláusula que obrigaria a Petrobrás a ficar com toda a refinaria. Trata-se da cláusula Put Option, que manda uma das partes da sociedade a comprar a outra em caso de desacordo entre os sócios. A Petrobrás se desentendeu sobre investimentos com a belga Astra Oil, sua sócia. Por isso, acabou ficando com toda a refinaria.

Dilma disse ainda, por meio da nota, que também não teve acesso à cláusula Marlim, que garantia à sócia da Petrobrás um lucro de 6,9% ao ano mesmo que as condições de mercado fossem adversas. Essas cláusulas "seguramente não seriam aprovadas pelo conselho" se fossem conhecidas, informou a nota da Presidência.

Ainda segundo a nota oficial, após tomar conhecimento das cláusulas, em 2008, o conselho passou a questionar o grupo Astra Oil para apurar prejuízos e responsabilidades. Mas a Petrobrás perdeu o litígio em 2012 e foi obrigada a cumprir o contrato - o caso foi revelado naquele ano pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado.

Reunião. A ata da reunião do Conselho de Administração da Petrobrás de número 1.268, datada de 3 de fevereiro de 2006, mostra a posição unânime do conselho favorável à compra dos primeiros 50% da refinaria, mesmo já havendo, à época, questionamentos sobre a planta, considerada obsoleta.

Os então ministros Antonio Palocci (Fazenda), atual consultor de empresas, e Jaques Wagner (Relações Institucionais), hoje governador da Bahia pelo PT, integravam o Conselho de Administração da Petrobrás. Eles seguiram Dilma dando voto favorável. A posição deles sobre o negócio também era desconhecida até hoje. Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás na época, é secretário de Planejamento de Jaques Wagner na Bahia. Ele ainda defende a compra da refinaria nos EUA.

O "resumo executivo" sobre o negócio Pasadena foi elaborado em 2006 pela diretoria internacional da Petrobrás, comandada por Nestor Cerveró, que defendia a compra da refinaria como medida para expandir a capacidade de refino no exterior e melhorar a qualidade dos derivados de petróleo brasileiros. Indicado para o cargo pelo ex-ministro José Dirceu, na época já apeado do governo federal por causa do mensalão, Cerveró é hoje diretor financeiro de serviços da BR-Distribuidora.

Desde 2006 não houve nenhum investimento da estatal na refinaria de Pasadena para expansão da capacidade de refino ou qualquer tipo de adaptação para o aumento da conversão da planta de refino - essencial para adaptar a refinaria ao óleo pesado extraído pela estatal brasileira. A justificativa da Petrobrás para órgãos de controle é que isso se deve a dois motivos: disputa arbitral e judicial em torno do negócio e alteração do plano estratégico da Petrobrás. A empresa reconhece, ainda, uma perda por recuperabilidade de US$ 221 milhões.

Antes de virar chefe da Casa Civil, Dilma havia sido ministra das Minas e Energia. Enquanto atuou como presidente do conselho nenhuma decisão importante foi tomada sem que tivesse sido tratada com ela antes.Dilma não comentou o fato de ter aprovado a compra por US$ 360 milhões - sendo que, um ano antes, a refinaria havia sido adquirida inteira pela Astra Oil por US$ 42,5 milhões.
VEJAM O QUE DILMA DECLAROU QUANDO DEIXOU O CARGO, EM MARÇO DE 2010

Dilma Rousseff afirmou ainda que saia "muito feliz", porque a Petrobras tinha um nível de investimento e atualmente tem um nível muito elevado, além de ter diversificado as áreas de atuação, aumentando seu trabalho em refinarias, em gasodutos e em biocombustíveis. - É um orgulho passar pelo conselho da Petrobras e maior ainda presidi-lo. Você tem uma nova visão de Brasil, vê a riqueza do Brasil - afirmou ela.

RODRIGO CONSTANTINO: Lobotomia comunista em escola de Duque de Caxias

Do Blog do Rodrigo Constantino um novo exemplo de DOUTRINAÇÃO MARXISTA em escola

Recebi de um leitor um vídeo lamentável, mas importante para aqueles que negam que há doutrinação ideológica desde as escolas até as universidades no país, acusando de paranoicos todos aqueles que apontam esses fatos. Pois bem: mal dá para compreender toda a música, pois parecem verdadeiros analfabetos funcionais. Mas fica claro que se trata de um hino para uma revolução comunista, misturado com funk (beijinho no ombro) e palavrão. É, em suma, um lixo daqueles! Um professor que faz isso não deveria ser expulso? Vejam:



MARCO CIVIL DA INTERNET: Pensar antes de propor

Excelente artigo postado por Cleuton Sampaio de Melo Jr

Fiquei extremamente preocupado quando li o projeto de Lei do Marco Civil da Internet.

Não sei se as pessoas realmente pensaram antes de propor os artigos do projeto de Lei. Se pensaram, então fico mais preocupado ainda… Se for transformado em Lei, do jeito que está, o acesso à Internet no Brasil será mais vigiado do que na China…  E, ainda por cima, nós os usuários, ficaremos vulneráveis a ações civis ou penais sem possibilidade de defesa.

Por que? Porque o referido (e absurdo) projeto estabelece que deverão ser mantidos “registros de conexão” e informações de acesso à Internet de todos os usuários. E mais: poderão ser vinculados aos dados cadastrais dos usuários!

Não sei se foi ignorância ou não. Como diria um amigo meu: “é tão ingênuo que chega a ser bonitinho!”.

Vou tentar explicar em poucas palavras, o que não será fácil…

Para começar, qualquer cidadão, que já tenha usado um computador, sabe que arquivos podem ser criados. E, sendo um pouco mais inteligente, deverá saber que podem ser alterados e, por que não, ADULTERADOS.

Não precisa ser formado em Ciência da Computação para deduzir que ativos digitais, como arquivos, são facilmente copiados e fraudados. A própria natureza da informação digital possibilita isto.

Fotografias, filmes e gravações de voz nem sempre podem ser adulteradas com precisão, o que possibilita análises técnicas por peritos. Mas, com arquivos digitais, não existe como diferenciar entre informações falsas ou verdadeiras.

Logo, como o tal “projeto de lei” estabelece que os provedores de internet devem guardar os “registros de conexão” e informações de acesso? Lógico que deverá ser em arquivos digitais. 
E quem garante que as informações contidas neles são autênticas?

E tem mais! Com técnicas de hacker, como o IP Spoofing, na qual o endereço IP do usuário pode ser copiado e usado para fins ilícitos, tais registros ficam ainda mais ridículos.

O “projeto de lei” estabelece que os usuários terão direito à privacidade. Logo, seu acesso tem sigilo garantido. As informações sobre o acesso, os tais “registros de acesso” poderão ser requisitados por ordem judicial. Ora ora… Para que fim seriam solicitados? Só um me ocorre: como provas judiciais!

Como arquivos digitais, mantidos por terceiros, podem ser utilizados como provas? 

Documentos podem ser utilizados como provas, impressões digitais também. Registros bancários e contratos devem ter assinatura e identificação, o que os torna mais aceitáveis. Porém, sugerir que arquivos digitais possam ser utilizados é, no mínimo, ingenuidade (para não dizer outra coisa…).

A única maneira lógica destes “registros” serem utilizados é se for possível garantir a autenticidade e integridade deles. Só existe uma maneira de fazer isto: Assinatura Digital. O usuário, ao acessar à Internet, teria que apresentar um Certificado Digital, emitido por uma organização certificada pela ICP Brasil, por exemplo. E o seu certificado seria utilizado para “assinar” digitalmente os registros de conexão. Assim, teriamos uma garantia de que os registros espelham a verdade. Mas, se o usuário tiver que apresentar um certificado digital, então estará abrindo mão de sua privacidade, uma das garantias do tal “projeto de Lei”. Uma contradição absurda!

Mais uma vez, não quero acreditar que os mentores do tal “projeto de lei” tenham ignorado este aspecto básico de segurança digital. Será? E se não for? Qual é o objetivo? Só me ocorre um: Acabar com a privacidade no acesso à Internet.

Estou iniciando uma campanha para alertar a todas as pessoas sobre esta iniciativa, alertando para a falta de segurança que representará, ao expor o cidadão a processos, baseados em provas “fabricadas”.

Por que então não assumem o verdadeiro objetivo, que seria forçar o usuário a se identificar em cada acesso? Desta forma, estaríamos sendo tratados como os cidadãos da China ou de Cuba, países que gozam da simpatia de certos setores com influência junto aos poderes da União.

Pense, discuta e divulgue.

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