A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quarta-feira, março 19, 2014

Jornal da Ciência: Saída de Raupp confirma Fragilidade de ministério

Ciência golpeada
Editorial publicado no Jornal O Vale
Saída de Raupp confirma Fragilidade de ministério



A substituição de Marco Antonio Raupp no Ministério da Ciência e Tecnologia foi um duro golpe para a comunidade científica brasileira. A presidente Dilma Rousseff (PT) fez uma opção política, tentando preservar o "espaço" de Minas Gerais na Esplanada dos Ministérios, e criou nova situação de descontinuidade administrativa em uma pasta estratégica para o país.

Como tem ressaltado a direção da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), desde que o Ministério da Ciência e Tecnologia foi criado, em 1985, a pasta tem sido usada com frequência em operações de barganha política entre o Palácio do Planalto e o Congresso. O recordista em mudanças foi Fernando Collor, com três ministros da Ciência e Tecnologia em pouco mais de dois anos.

Por conta da afinidade política histórica com área de pesquisa, quando o PT conquistou o Palácio do Planalto, muita gente acreditou que a instrumentalização política do ministério chegaria ao fim. Em vez disso, o Ministério foi transformado em feudo do PSB e prestou-se a investimentos em projetos de eficácia duvidosa, como patrocínio da viagem do primeiro "astronauta" brasileiro ao espaço e o acordo Brasil-Ucrânia para a base de foguetes.

Com Raupp, a presidente Dilma Rousseff (PT) afastou parte dessa enviesada relação com a política e deu oportunidade para que o ministério retomasse a análise dos programas prioritários para a ciência e tecnologia no Brasil. Era um trabalho incipiente, às vezes atrapalhado por opções equivocadas, mas um sopro de esperança para a comunidade científica. O novo ministro, Clelio Campolina, também vem do meio acadêmico, mas será um assessor tampão: se Dilma se reeleger, o Ministério da Ciência e Tecnologia certamente será colocado na mesa das barganhas políticas para composição do novo governo.

Desde a criação do Ministério, são quase três décadas perdidas sem que a ciência e tecnologia se torne de fato uma prioridade de governo no Brasil.

Fonte: Jornal da Ciência / O Vale

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