A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

sexta-feira, outubro 31, 2014

Jornalista denuncia e comprova fraude na urna eletrônica - seu voto foi roubado!

BLOG DO CORONEL: Uma coletiva já, Carlos Sampaio!


O pedido de auditoria nos resultados das eleições feito pelos tucanos começa a ser contestado pelo PT (óbvio), pela Justiça Eleitoral (o que era de se esperar) e pela imprensa amiga dos petistas (que é a maioria), como é o caso do jornalista Kennedy Alencar. Quando Kennedy era assessor do Lula, o Toffoli era assessor do José Dirceu. Entende-se a solidariedade. Hoje à tarde, o governador Geraldo Alckmin disse que desconhece a documentação que embasou o pedido do PSDB. Segundo fontes do partido, no entanto, há centenas de indícios que chegaram via e-mail e redes sociais. É urgente que o deputado Carlos Sampaio, coordenador jurídico da campanha, convoque uma entrevista coletiva e apresente, em power point, com cópias a serem distribuídas, todos estes indícios. Para que o pedido não se transforme em munição para o adversário. Por sua vez, os internautas que denunciaram, bem como as personalidades que deram guarida às denúncias, têm a obrigação de juntar material, enviar para o PSDB, para que o partido ofereça elementos concretos para que a imprensa possa investigar, constatar, enfim, produzir noticiário independente. O PSDB deu um passo à frente ao fazer o pedido. Vai ficar muito chato voltar atrás por não ter o que embase, com solidez, a solicitação de auditoria nos resultados eleitorais.

Aqui entrevista concedida para a Jovem Pan. É bom que seja estendida a todos os veículos de comunicação.

Leiam o post do Josias aqui. Conforme previsto, PSDB começa a apanhar da imprensa. E ainda será tratado como incompetente pelas redes sociais que pretendeu ouvir e atender. Conheço muito bem como funcionam estes movimentos de internet. Anotem!

TSE: PSDB não cita fatos que colocam em xeque processo eleitoral, diz corregedor





MÁRCIO FALCÃO DE BRASÍLIA 31/10/2014


O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro João Otávio de Noronha, afirmou nesta sexta-feira (31) que o pedido do PSDB para uma "auditoria especial" no resultado das eleições não apresenta fatos que possam colocar em xeque o processo eleitoral.

O ministro classificou a ação protocolada nesta quinta-feira (30) pelo partido no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de "incabível" e com potencial para arranhar a imagem do país.

O texto, assinado pelo coordenador jurídico nacional do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), argumenta que, após anunciada a reeleição da presidente Dilma Rousseff, desconfianças propagadas nas redes sociais têm motivado "descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e à infalibilidade da urna eletrônica".

"O que ele [coordenador jurídico] não apresenta são fatos que possam colocar em xeque o processo eleitoral. Está colocando en passant. Isso não é sério, então, não me parece razoável", afirmou o ministro.

"O problema é que não estão colocando em xeque uma ou duas urnas, mas o processo eleitoral. É incabível. Se você colocar em xeque o sistema eleitoral, aponte o fato concreto que vamos apurar", completou.

Na ação, o tucano alegou ainda que a diferença de três horas entre o encerramento da votação no Acre e os demais Estados que seguem o horário de Brasília e a margem apertada de diferença "acabaram por fomentar ainda mais as desconfianças".

Dilma foi reeleita na disputa presidencial mais acirrada desde a redemocratização do Brasil, derrotando Aécio Neves (PSDB) com 51,64% dos votos válidos (54,5 milhões de votos), ante 48,36% (51 milhões) obtidos pelo tucano.

Noronha disse que "parece grave" que a petição tenha sido protocolada na Justiça Eleitoral sem assinatura de Aécio e outros integrantes do partido.

O ministro afirmou ainda que todo o processo para depósito das urnas, com códigos e chaves, foi devidamente acompanhado, sendo que todo o sistema foi verificado e auditado.

Segundo o corregedor, as informações referentes ao processo eleitoral já estão disponíveis na internet ou serão disponibilizados ao PSDB. Noronha, no entanto, afirmou que não vê motivo para autorizar a criação de uma comissão formada por técnicos indicados pelos partidos políticos para a fiscalização de todo o processo eleitoral.

"O plenário vai discutir e deliberar, mas formar uma comissão para quê? Eles acompanharam o processo eleitoral todo", afirmou.

Sampaio afirmou que não se trata de recontagem dos votos, mas de medida para evitar que teorias de que houve fraude no processo continuem sendo alimentadas e pondo em xeque a postura adequada da Justiça Eleitoral. A ação afirma ainda que o intuito da auditoria é "dissipar quaisquer dúvidas sobre a intervenção de terceiros na regularidade do processo".

Fonte: Folha.com

TSE nega auditoria nas eleições




Como já se esperava, o ministro João Otávio de Noronha disse hoje que o pedido de auditoria no sistema eleitoral feito ontem pelo coordenador jurídico do PSDB, deputado Carlos Sampaio, ao TSE, não apresenta fatos que possam ameaçar o processo eleitoral e tem potencial para arranhar a imagem do País:


- O problema é que não estão colocando em xeque uma ou duas urnas, mas o processo eleitoral. É incabível. Se você colocar em xeque o sistema eleitoral, aponte o fato concreto que vamos apurar.

PSDB diz que Aécio autorizou pedido de auditoria das eleições




O deputado federal Carlos Sampaio, coordenador jurídico do PSDB, disse, nesta sexta-feira, que o senador Aécio Neves, candidato derrotado à Presidência,deu aval para o pedido de auditoria do resultado das eleições protocolado na quinta-feira pelos tucanos.


– Falei com Aécio pelo telefone. Disse a ele que fizemos uma discussão no grupo jurídico porque vimos que se instalou um clima de insegurança em relação ao sistema de votação. Ele disse que não se opunha e deu aval (para o pedido de auditoria).


. A auditoria é apenas para tranquilizar eleitores que levantaram, por meio das redes sociais, dúvidas em relação à lisura da apuração dos votos.



– Há um ambiente de desconfiança em relação ao sistema, mas o Toffoli foi isento, imparcial, correto. Deu um show como presidente do TSE – disse o tucano. Segundo Sampaio, a iniciativa do PSDB foi "uma ação em defesa da própria corte".

BLOG DO CORONEL: Estranhamente, PT reage contra auditoria do processo eleitoral




Petistas ouvidos pelo Broadcast Político reagiram à representação do PSDB que pede uma auditoria na votação destas eleições e acusaram os tucanos de quererem forçar um "terceiro turno" depois de saírem derrotados nas urnas.

"Sinto que o PSDB está ultrapassando os limites do respeito a um processo democrático que se exige de todo e qualquer partido", criticou o líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS). Para Fontana, o PSDB "está entrando perigosamente por um ambiente de terceiro turno que tangencia o desrespeito à vontade da maioria e chega a dar a sensação de uma dificuldade de absorver uma derrota eleitoral".

O deputado Carlos Zarattini (SP) classificou como "muito grave" a ação movida pelo PSDB e disse que ela visa alimentar um ambiente de tensão. "O único objetivo disso é manter o clima de disputa e de acirramento eleitoral, mesmo já tendo um resultado definido", criticou. "Querem criar um clima para que a tensão permaneça e se tente ter um terceiro turno".

O PSDB entrou hoje no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com uma representação na qual pede uma auditoria "nos sistemas de votação e de totalização dos votos". Assinado pelo coordenador jurídico do partido, deputado Carlos Sampaio (SP), o documento argumenta que há "uma somatória de denúncias e desconfianças por parte da população brasileira" motivada pela decisão da Corte eleitoral de divulgar a contagem dos votos após o término da votação no Acre, com fuso horário de três horas de diferença em relação a Brasília.

Vice-presidente da Câmara, o deputado Arlindo Chinaglia (SP) também rebateu os tucanos e disse que a atitude é lamentável. "Se não apresenta prova, se orienta por boato, ele desrespeita o TSE. Uma representação dessa é negar a lisura dos ministros do TSE", afirmou.

PSDB quer auditoria no resultado da eleição presidencial



Partido quer que TSE crie comissão para avaliar sistema utilizado no pleito

Marcela Mattos, de Brasília



Quatro dias depois das eleições, o PSDB ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira com um pedido de auditoria sobre o resultado das eleições presidenciais. O partido, derrotado pela presidente Dilma Rousseff por uma diferença de três pontos, quer que a corte crie uma comissão especial formada por representantes indicados pelos partidos políticos para avaliar a fiscalização dos sistemas utilizados no pleito.

Na ação, o coordenador Jurídico Nacional do PSDB, o deputado federal Carlos Sampaio, ressaltou que, passadas as eleições, surgiram uma série de denúncias e desconfianças por parte da população. “Nas redes sociais, os cidadãos brasileiros vêm expressando, de forma clara e objetiva, a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e a infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas ordens, que se multiplicaram após o encerramento do processo de votação, colocando em dúvida desde o processo de votação até a totalização do resultado”, diz.

Tendo em vista “dissipar quaisquer dúvidas”, Sampaio pede uma auditoria nos sistemas de votação com base em diversos documentos, como as cópias de boletins de urnas de todas as sessões eleitorais do país e dos logs originais e completos das urnas, além de todas as ordens de serviços e registros técnicos sobre atualização e manutenção do sistema e acesso aos programas e todos os arquivos presentes nas urnas eletrônicas. O TSE ainda não se manifestou sobre o pedido.

Fonte: Veja.com

SAÚDE ANIMAL: Merial e Clarion firmam parceria estratégica para inovação compartilhada



São Paulo (SP), 29 de Outubro de 2014 – A Merial, uma das líderes mundiais em saúde animal, empresa do Grupo Sanofi, comunica ao mercado brasileiro uma parceria com a Clarion Biociências, para colocar à disposição dos pecuaristas uma linha ainda mais completa de Endectocidas e Ectoparasiticidas, em total conformidade com as melhores práticas de produção nacionais e internacionais.

Esse acordo estratégico de inovação compartilhada envolve distribuição e aquisição de novas moléculas, e permitirá um amplo campo de atuação e distribuição nacional posicionando a Merial como a única empresa com duas opções de produto injetável e Pour-On no segmento endectocida com carência zero para a produção pecuária brasileira.

Em um cenário de exportação crescente da indústria de carne bovina brasileira, com registro de recorde de exportação no 1º trimestre de 2014, volume 19% superior ao mesmo período de 2013, de acordo com dados da Abiec, a Merial reforça sua posição atuante frente aos desafios da oferta de produtos de alta qualidade e conformidade para todos os mercados e população mundial.

Serão mais 15 novos produtos, que completarão o portfólio da Merial, proporcionando capilaridade e eficiência ainda maiores em termos de distribuição nacional. Destaque para a vocação e agilidadade de ambas as empresas no desenvolvimento de novos produtos, o que proporcionará um número ainda maior de opções para clientes, revendedores e pecuaristas.

Entre os produtos que fazem parte do novo e completo programa sanitário para o rebanho brasileiro, destaque para os inovadoresEprinex® Pour-on, da Merial,única opção no mercado brasileiro de endectocida carência zero para corte e descarte zero para leite, eEprino® Injetável, da Clarion, endectocida com carência zero para o abate e um dia para o leite.

Fazem parte ainda do novo portfólio o Contratack® Supra Pour-On, da Clarion, a base de Fluazuron, produto que marcou o início da parceria entre as empresas, além dosprodutos antiparasitários da Merial como Eprinex® Pour-on, Ivomec® 1%, Duotin®, Ivomec-F®,Topline® Pour On e Topline® Spray que completam o programa sanitário resultante da parceria e complementam a linha de antiparasitários de alto desempenho, cuja eficiência é amplamente reconhecida pelos pecuaristas.

Para Jorge Espanha, presidente da Merial para o Brasil, Paraguai e Bolívia, esse é o início de uma virtuosa parceria com alto poder agregador para toda a cadeia de produção animal nacional. ‘A Merial passa por um ciclo de fortes investimentos na busca contínua pelas melhores soluções para o apoio da produção nacional, e a partir deste anúncio garantiremos uma cobertura de distribuição ainda maior, além de um mix de soluções sanitárias exclusivo, altamente eficaz, e competitivo’, afirma Espanha.


Sobre a Merial
Merial é uma empresa líder mundial em saúde animal voltada para a inovação, fornecendo uma gama completa de produtos para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de várias espécies de animais. Merial emprega aproximadamente 6.200 pessoas e opera em mais de 150 países ao redor do mundo. Seu faturamento em 2013 foi próximo aos R$ 6,5 bilhões. Merial é uma empresa Sanofi. Para mais informações, consulte www.merial.com.br



Assessoria de Imprensa
Texto Comunicação Corporativa

quinta-feira, outubro 30, 2014

ENTENDA COMO O PT QUER CONTROLAR E CENSURAR OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO


Rotina de censura: “Regular economicamente os meios de comunicação não é controle de conteúdo”



Um governo bolivariano não irá jamais (sob hipótese alguma) usar os termos verdadeiros para demonstrar suas reais intenções.

É exatamente este o cerne da censura sutil: implementar a censura de forma que ela não pareça ser uma censura para os observadores menos atentos, incluindo os observadores internacionais.

Um caminho é usar um frame mais “soft”, dizendo que não haverá, sob hipótese alguma, regulação de conteúdo, mas apenas regulação econômica das empresas de mídia. Mas como veremos aqui, assim como em todos os exemplos já vistos na Venezuela e Argentina, regulação econômica é regulação de conteúdo.

O desatento haveria de perguntar: como pode ser isso?

A verdade é que todos os países bolivarianos que implementam a censura de mídia (de novo: eles jamais usarão esse termo) fazem uma regulação econômica dos meios de comunicação como parte fundamental de seu projeto.

Para entender como isso funciona, basta ver a resistência do SBT em demitir a jornalista Rachel Sheherazade. Isso ocorre por que o SBT é uma grande empresa, capaz de sobreviver sem as verbas estatais. Na verdade, pela variedade de negócios, o SBT poderia até mandar o dinheiro estatal às favas.

Esse tipo de poder econômico das maiores empresas reduz automaticamente o poder de pressão do governo sobre essas empresas, mesmo que a pressão ainda exista, de uma forma ou de outra.

Mas quando se limita o tamanho das empresas de comunicação, elas se tornam cada vez mais vulneráveis à pressão econômica do governo.

Imagine o mesmo SBT com um tamanho limitado, sem poder investir em negócios alternativos. Ele estaria, enfim, “regulado”.

Como ele poderia reagir à pressão para a demissão de Rachel Sheherazade? Note que a partir do momento em que ele está “regulado” (ou seja, limitado em seu poderio financeiro, assim como proibido de investir em outras áreas, ou mesmo de ter um grande número de emissoras), essa empresa estará muito mais vulnerável à pressão governamental.

A partir desse momento, mesmo sem existir uma censura oficial, o governo passa a ter um poder enorme de pressão sobre essas empresas, pois “reguladas economicamente”, tornam-se muito mais vulneráveis às ameaças veladas do governo. Motivo: elas passam a nutrir maior dependência do capital vindo do governo.

É por isso que na configuração bolivariana, “regulação econômica dos meios de comunicação” é parte de um projeto para pressionar os meios de comunicação de forma que eles fiquem mais vulneráveis à pressão estatal e, portanto, mais forçados a se ajoelharem para o partidão no poder.

A verdade é que hoje o Brasil possui quatro grandes redes de TV, Rede Globo, Record, SBT e Band, além de redes menores. Também existem vários jornais e revistas de grande porte. Algumas dessas empresas são claramente favoráveis ao governo, como Record, UOL e Folha de São Paulo.

Ainda assim, isso não é suficiente para Dilma e seus bolivarianos. Eles querem submissão total. Por isso, falarão em “regulação econômica dos meios de comunicação”, que é uma forma de censurar a opinião divergente a partir da pressão econômica sob meios de comunicação cada vez mais vulneráveis às verbas estatais.

Exatamente como ocorre na Venezuela, Bolívia, Equador e Argentina.

CETICISMO POLÍTICO: Dilma Rousseff fala abertamente sobre seu plano macabro de comandar todas as polícias.





Se você ainda não está assustado com a nova fase do governo Dilma Rousseff é por que não está prestando atenção com cuidado. Leia agora a matéria Dilma: polícias não devem ficar sob controle dos estados, da Carta Capital:


A presidenta Dilma Rousseff defendeu que os estados tenham menos controle sobre as policias em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN exibida na última quarta-feira, 9. Em sua fala, ela afirmou que são necessárias mudanças na Constituição para que a segurança deixe de ser uma atribuição das unidades federativas.

“O combate à criminalidade não pode ser feito com os métodos dos criminosos. Muitas vezes isso ocorre, e nós não podemos também deixar intocada a estrutura prisional brasileira”, disse Dilma, após ser questionada sobre a alta letalidade da Polícia Militar. “Eu acredito que nós teremos de rever a Constituição. Por quê? Porque essa é uma questão que tem de envolver o Executivo federal, o estadual, a Justiça estadual e federal. E porque também há uma quantidade imensa de prisioneiros em situações sub-humanas nos presídios.”

Na entrevista, Dilma disse que a letalidade da polícia “talvez seja um dos maiores desafios do Brasil”. Em sua pergunta, a jornalista Christiane Amanpour disse que a atuação da polícia brasileira “parece ser um legado ruim desse tipo de tortura, ditadura e da falta do Estado de direito que a presidenta combatia”.

Atualmente, segundo a Constituição, as policiais federais são as únicas controladas pelo Governo Federal. A Polícia Civil e a Militar são controlados pelos estados e, no caso desta última, seus agentes respondem por seus crimes na Justiça Militar.

As declarações de Dilma foram feitas na semana seguinte à divulgação do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O estudo indica uma grande responsabilidade dos policiais na elevada taxa de homicídios no País. Em 2012, a polícia matou cinco cidadãos por dia no Brasil, quatro vezes mais do que nos Estados Unidos e duas vezes e meia o índice registrado na Venezuela, segundo o anuário estatístico.

Exatamente em uma época onde vemos o PT se mostrar o partido mais depravado da história nacional, tanto pelas denúncias de corrupção e aparelhamento como pela campanha mais sórdida já feita, Dilma propõe centralizar todos os policiais sob sua responsabilidade.

O discurso de Dilma é claramente embusteiro do início ao fim.

Em outros momentos ela já usou o truque de dizer que colocar todos os policiais debaixo de seu guarda-chuva daria “melhor coordenação”, o que a ser ofensivo à inteligência, pois a mesma coordenação poderia ocorrer com estruturas hierárquicas separadas. A colaboração em termos de troca de informações poderiam ser definidas por lei, sem necessidade de todos estarem “subordinados” a ela.

É claro que tudo não passa da ideia de ter todo o poder de coerção nas mãos de um único partido. É assustador notar que quase todas as ações de Dilma após a reeleição se baseiam em tentar golpes de estado.

Se a lista já tinha uso de plebiscitos, assembleia constituinte, decreto bolivariano e censura de mídia, agora tem a subordinação de toda a força policial existente para um governo totalitário.

Você confiaria em uma força policial integralmente subordinada a Dilma Rousseff?

A quantidade de afronta nessa proposta é tão grande que parece que ela está querendo provocar alguma manifestação violenta para ter pretexto de usar a força.

Não vamos cair nestas provocações e desmascarar esses embustes da forma mais democrática possível.

ORLANDO TAMBOSI: Petistas insistem em ditadura: querem "jornal de massas", "hegemonia cultural" e "lei da mídia democrática".


Não se pode dar trégua ao PT, que conta com núcleos ainda mais retrógrados que os majoritários que dominam o partido, como é a tal de Articulação de Esquerda. Essa aí vai incomodar bastante o segundo mandato de Djilma, insistindo em projetos antidemocráticos. Vade retro:


Logo depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff, uma das correntes internas do PT, a Articulação de Esquerda, já se reuniu para fazer balanço das eleições e propor sugestões de ações para o partido e governo. A reunião foi feita no dia 27 e o texto, com o título “Comemoração e luta!”, traz ideias que podem gerar bastante polêmica. O texto, que ainda está “em debate, sujeito a emendas e correções”, foi publicado no blog de Valter Pomar, um dos principais integrantes da corrente, e que já ocupou diversos cargos importantes no comando nacional do PT.

A Articulação de Esquerda não é uma corrente majoritária dentro do PT, mas tem capacidade de influenciar bastante o rumo dos debates internos do partido. O Diretório Nacional da sigla tem reunião convocada para os dias 28 e 29 de novembro e deflagrará o início das conversas justamente a discussão sobre as prioridades que devem ser defendidas durante o segundo mandato da presidente Dilma. Os representantes da corrente acham que algumas dessas medidas precisam ser discutidas o mais rápido possível e defendem a antecipação da realização do 5º Congresso Nacional do PT para o primeiro trimestre de 2015.

Entre os 51 itens propostos pela corrente, alguns chamam a atenção, como o item 10, que defende a construção de uma “hegemonia cultural”. “Não basta administrar bem, fazendo mais e melhores políticas públicas. É preciso construir hegemonia cultural e fazer reformas estruturais, com destaque para a reforma política e para a Lei da Mídia Democrática”, diz o texto.

No item 28, a proposta é “inicie a construção imediata de um jornal diário de massas e de uma agência de notícias, articulados a mídias digitais (inclusive rádio e TV web), com ação permanente nas redes sociais, que sirvam de retaguarda e de instrumento do campo democrático-popular na batalha de ideias. E integre esta ação de comunicação política com o amplo movimento cultural que está em curso neste País e que foi tão importante no segundo turno”.

O item 29 aborda mais diretamente ainda a questão da proposta de lei da mídia democrática que a corrente defende que o PT apóie. ”Relance a campanha pela reforma política e pela mídia democrática, contribuindo para que o governo possa tomar medidas avançadas nestas áreas e para sustentar a batalha que travaremos a respeito no Congresso Nacional”.

A corrente também defende que seja revista a tática política para as eleições municipais de 2016 e as nacionais de 2018, abrindo mão da parceria preferencial com o PMDB, iniciada na primeira vitória de Dilma. “De imediato, isso exige que nossa tática para 2016 e 2018 seja construída tendo como aliado preferencial não o PMDB, mas sim esta esquerda política e social que foi às ruas para garantir nossa vitória. Precisamos organizar uma frente popular, unificando os partidos de esquerda e os movimentos sociais, numa coalizão estratégica para disputar o comando do Estado”, diz o texto.

“Não será um movimento fácil, pois temos o PMDB na vice e com grande influência num Congresso Nacional ainda mais conservador do que em anteriores legislaturas. Mas é um movimento necessário, pois não haverá vitória sem mudança e não haverá mudança tendo o PMDB como aliado prioritário, pois a maior parte do PMDB já opera contra nós há anos”, acrescenta o texto. (Blog de Marcelo de Moraes, Estadão).

OLAVO DE CARVALHO: Houve fraude nas eleições presidenciais de 2014? Sem o menor temor de errar, afirmo categoricamente: Houve não uma, nem duas, nem mil, mas a mais longa e assombrosa sucessão de fraudes que já se observou na história eleitoral de qualquer país, em qualquer época.



Por Olavo de Carvalho no Mídia Sem Máscara


Houve fraude nas eleições presidenciais de 2014? Sem o menor temor de errar, afirmo categoricamente: Houve não uma, nem duas, nem mil, mas a mais longa e assombrosa sucessão de fraudes que já se observou na história eleitoral de qualquer país, em qualquer época.
Essa afirmação, que soará hiperbólica aos ouvidos de quem não conhece os fatos o suficiente para poder medi-la, traduz uma verdade literal e simples que qualquer um, se quiser investigar um pouco em vez de julgar sem conhecimento de causa, poderá confirmar por si próprio.

Primeira série de fraudes:
A Lei dos Partidos Políticos de 1995, Art. 28, alínea II, afirma taxativamente que será cassado o registro de qualquer partido que se comprove subordinado a uma organização estrangeira.

O PT, segundo a propaganda do seu III Congresso, reconhece o Foro de São Paulo como “coordenação estratégica da esquerda latino-americana”. Ao subscrever e colocar em prática as decisões das assembléias gerais do Foro, esse partido reconhece sua subordinação a um plano internacional que não somente jamais foi discutido ou aprovado no nosso Parlamento, como também advoga, sem dar disto a menor ciência ao povo brasileiro, a dissolução da soberania nacional mediante a integração do país num monstrengo internacional chamado “Pátria Grande”, cuja capital é Havana e cuja língua oficial é o portunhol.

A sra. Dilma Rousseff, em especial, chegou a ser louvada pelo ditador venezuelano Hugo Chávez como “grande patriota... patriota da Pátria Grande”. Será possível não entender que ninguém pode ser ao mesmo tempo um patriota da pátria brasileira e um servidor leal da organização internacional empenhada em engolir essa pátria e governá-la desde assembléias e em reuniões secretas realizadas em Havana, em Caracas ou em Santiago do Chile?

Quando digo “reuniões secretas”, não é uma interpretação que faço. É o traslado direto da confissão cínica apresentada pelo sr. Luís Inácio Lula da Silva, não numa conversa particular, mas em dois discursos oficiais transcritos na página da Presidência da República (v. um deles em http://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm).

Se ainda vale o princípio de que de duas premissas decorre uma conclusão, esta só pode ser a seguinte: O PT é um partido ilegal, que não tem o direito de existir nem muito menos de apresentar candidatos à presidência da República, aos governos estaduais ou a qualquer câmara estadual ou municipal.

Segunda série de fraudes:
Tão óbvia e gritante é essa conclusão, que para impedir que o cérebro nacional a percebesse foi preciso ocultar da opinião pública, durante dezesseis anos seguidos, a mera existência do Foro de São Paulo, para que pudesse crescer em segredo e só se tornar conhecido quando fosse tarde demais para deter a realização dos seus planos macabros. Nesse empreendimento aliaram-se todos os órgãos da “grande mídia”, reduzindo o jornalismo brasileiro a uma vasta e abjeta operação de desinformação e forçando o povo brasileiro, em sucessivas eleições, a votar em candidatos cujo programa de ação desconhecia por completo e, se o conhecesse, jamais aprovaria.

Terceira série de fraudes:
O Foro de São Paulo é a mais vasta, mais poderosa e mais rica organização política que já existiu no continente. Seu funcionamento – assembléias, grupos de trabalho, publicações, viagens e hospedagens constantes para milhares de agentes – é inviável sem muito dinheiro que até hoje ninguém sabe de onde vem e cuja origem é feio perguntar. É praticamente impossível que verbas do governo brasileiro não tenham sido desviadas em segredo para essa entidade. 

É mais impossível ainda que grossas contribuições não tenham vindo de organizações de narcotraficantes e seqüestradores como as Farc e o MIR chileno, que ali são aceitas como membros legítimos e tranqüilamente discutem, nas assembléias, grupos de trabalho e encontros reservados, a articulação dos seus interesses criminosos com o de partidos políticos como o PT e o PC do B.

Quarta série de fraudes:
A sra. Dilma Rousseff, servidora dessa geringonça imperialista, jamais poderia ser candidata a qualquer cargo eletivo no Brasil. Urnas que votam sozinhas ou que já chegam à seção eleitoral carregadas de quatrocentos votos para a candidata petista, como tantos eleitores vêm denunciando, são apenas subfraudes, ou pedaços de fraudes, em comparação com a fraude magna que é a presença, na lista de candidatos presidenciais, da agente notória e comprovada de um esquema estrangeiro empenhado em fagocitar e dissolver a soberania nacional.

Quinta série de fraudes:
Eleição com contagem de votos secreta não é eleição, é fraude. O sistema de ocultações montado para isso, sob a direção de um advogadinho chinfrim sem mestrado, sem obra notável publicada e sem qualquer currículo exceto serviços prestados a um dos partidos concorrentes, viola um dos princípios mais elementares da democracia, que é a transparência do processo eleitoral. Como observou uma advogada que tentou denunciar em vão a anomalia imposta ao eleitor brasileiro, “é o crime perfeito: o acusado se investiga a si próprio”.

Que mais será preciso para concluir que, sob todos os aspectos, a eleição presidencial de 2014 foi em si uma fraude completa e majestosa, coroamento da longa sucessão de fraudes em série em que se transformou a política brasileira desde o ingresso do PT no cenário eleitoral?

OBRIGADO DILMA: Juro médio cobrado no cheque especial ao consumidor chegou a 183,2% ao ano em setembro!



O juro médio cobrado no cheque especial ao consumidor chegou a 183,2% ao ano em setembro. Isso significa uma elevação de 10 pontos porcentuais ante agosto, quando ficou em 172,8%. O cheque especial é a modalidade mais cara disponível para empréstimo. Muitas vezes o consumidor não percebe que está pagando os altos juros, pois o banco aciona o limite pré-aprovado de cheque especial automaticamente quando a conta fica no vermelho. 


O juro médio do cheque especial em setembro foi o maior já registrado desde abril de 1999, quando marcava 193,6% ao ano. Naquela época, a taxa Selic, que é usada como referência para a definição dos demais juros ofertados no mercado, estava em 34% ao ano. Maior que a Selic do mês passado, de 11% ao ano. Já a inadimplência do cheque especial subiu de 10% para 10,3% no período, ou seja, 0,3 ponto porcentual. 


Considerando todas as modalidade de empréstimo do crédito para o consumidor, a inadimplência se manteve em 6,6% em setembro. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 30, pelo Banco Central (BC). Vale lembrar são informações referentes ao mês de setembro. Ou seja, antes da reunião de ontem, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC surpreendeu o mercado ao elevar a taxa básica de juros de 11% ao ano para 11,25% ao ano, na tentativa de conter a escalada da inflação.

Fonte: Estadão

BLOG DO CORONEL: Não se derrrota o Foro de São Paulo com histeria. Se derrota com democracia.




Não é segredo que certa direita só embarcou na candidatura de Aécio Neves depois que ele passou a ter reais chances de derrotar o PT. Antes, ficou a distância, com aquele velho empáfia dos intelectuais acima da média, como um dos seguidores de Olavo de Carvalho postou em um comentário neste blog. Disse ele: "temos QI maior do que os outros". 


Minutos depois da derrota de Aécio, como era de se esperar, estes mesmos oportunistas voltaram à confortável posição inicial, criticando o discurso de estadista do candidato. E mais: aplicaram a si mesmos a cínica vacina do "votamos nele porque era o menos pior". Quem é bom? A convertida charuteira outrora acusada de corrupção? O Bolsonaro, que se tivesse peso político, seria apoiado pelo seu partido na sua candidatura presidencial? Por que os seus admiradores, entre eles eu, não fazem uma petição online para que ela saia do PP e forme o seu próprio partido? Ele quer?


A verdade é que esta certa direita não tem peso algum no cenário político do país. Por um motivo muito simples: é histérica e motivo de pilhéria na sociedade em geral. Ontem deletei um comentário que dizia, textualmente: " mas esta gente louca não consegue raciocinar que o voto que faltou para Aécio se eleger não é o da direita, mas sim do centro e da esquerda, que deve ser convencido por ideias e não por estas fantasias idiotas do tempo da guerra fria?" Deletei o comentário para que ele, como este blogueiro, não fosse vítima das piores ofensas por um bando de ensandecidos que decidiu aportar por aqui porque o seu guru não pode ser criticado. O gênio. A luz. O farol.


O Foro de São Paulo, que certa direita tanto teme é realmente uma ameaça porque une países em torno de ideias e estratégias nesta pobre coitada América Latina. Mas é só isso, Coronel? Não, é muito mais: dá para ficar 30 anos falando a mesma coisa sobre ele! Como é que se vence o Foro de São Paulo? Como vencemos na terça-feira, derrubando na Câmara o decreto bolivariano da "participação social". Como vencemos na quarta-feira enviando um recado para a Presidente que a reforma política será feita no Congresso e não em plebiscito manipulado pelos movimentos sociais. Como venceremos outras batalhas daqui para frente, se tivermos capacidade de mobilização da sociedade. Não se vence o Foro de São Paulo com histeria bolivariana. Se vence com democracia. Com participação política. Com ativação da sociedade. 


O pós eleições está mostrando uma Oposição mais"empoderada" para enfrentar o governo petista."Empoderada" pelo voto. Vimos isso pelas derrotas impostas, já citadas acima. Vimos pela manifestação forte do vice Aloysio Nunes. Vimos pelo vídeo enviado a militância por Aécio Neves. É isso que os democratas do país estão apoiando, em vez de ficar denunciando a existência de uma suposta fraude eleitoral, contra qual nenhum candidato está se manifestando. Houve derrotados na Oposição e na Situação. Nos dois lados. A não ser o Partido Comunista Operário, que pela sua "juracissidade" não consegue eleger ninguém ou a direita amalucada e histérica em busca de audiência e relevância estão contestando os resultados. Os fatos ocorridos nesta eleição não são diferentes dos ocorridos em eleições anteriores. Apenas houve mais drama, em função de fuso horário e da possibilidade de vitória da Oposição. Está na hora de trocar o software da urna? Talvez sim. Está na hora de trocar o software da cabeça da direita? Com toda a certeza.


Aqui neste blog é democracia, democracia e democracia. E o moderador é o blogueiro. Aqui se vence o Foro de São Paulo no voto e não com teorias da conspiração. Tem gente que vive do Foro de São Paulo. Que transformou o Foro de São Paulo em business. Parece ser um bom negócio. Tem um nicho de mercado. Tem clientela fiel. Rende livro, rende palestra, rende até doações. Aqui não. Aqui Foro de São Paulo a gente derrota na urna, no Congresso, na Imprensa. Ou querem o quê? Um golpe militar? A fundação de uma Igreja Universal dos Inimigos do Foro de São Paulo? Parem de berrar escandalosamente e ofereçam uma solução prática de enfrentamento. Identifiquem seus representantes. Elejam-nos. Fundem um novo partido. Troquem o software.


Quem quiser informação política, quem quiser lutar contra o PT dentro da legalidade, quem quiser estar atualizado sobre o que está ocorrendo no embate democrático do Congresso, vai ficar por aqui. Os histéricos e malucos, que não possuem uma única proposta para chegar ao poder, a não ser caçar fantasmas, que tomem o seu rumo. Não farão a menor falta por aqui. O unfollow continua sendo a serventia da web.

REYNALDO ROCHA: ‘Todos precisam entender que ganhamos perdendo’



Por REYNALDO ROCHA na Veja.com


Oliver, não sou o menino da piada que, ao receber um pote de estrume como presente de aniversário, procura pelo cavalo. Mas queria compartilhar contigo algumas visões mais otimistas (realistas, penso eu) do que vivemos nestas eleições.
1 – Houve, sim, um movimento que esteve sufocado nos 12 últimos anos.
2 – O PT não mete mais medo. Eles  que estão com medo. A bolivarização do Brasil está muito mais distante do que há um ano.
3 – Há uma oposição. Saímos dos teclados. E mesmo nos teclados ganhamos novas companhias.
4 – Aprendemos a jogar o jogo deles. Aceitamos o Brasil dividido. Eles – que ganharam – rastejem em busca de tratamento para a fratura que provocaram.
5 – O PMDB não será mais o eterno sócio minoritário dos que detêm o poder. O PMDB tem faro aguçado. Que o PT não conte com a docilidade dos alugados de praxe. Não a terá.
6 – Prefiro os dez senadores atuais do PSDB (mais o Reguffe, do PDT) que aquela massa amorfa que nunca nos representou.
7 – Não há como evitar o esclarecimento do Petrolão. A história ainda está em seu começo. Alguém duvida que será maior que o Mensalão?
8 – Quem no PT tem formação acadêmica para ser ministro da Fazenda? Alguém com escopo para evitar o desastre?
9 – O PT vendeu em hasta pública tradicionais aliados como Sarney, Eduardo Cunha, Henrique Alves e Jader Barbalho. Terá troco?
10 – Quem imagina que as vozes das redes sociais serão silenciadas? Quem imagina que a derrota não fortaleceu a ira santa contra a seita?
11 – Gilberto Kassab será ministro? E Aloizio Mercadante? Faltará tema para que o PT se enferruje ainda mais aceleradamente?
12 – Quem disse que esqueceremos a Rosemary Noronha?
13 – E Lulinha? Quantos escândalos ainda estão por surgir? Quem acha que deixaremos de cobrar quem elegeu a presidAnta?
Como disse, o povo perdeu o medo do PT. E Lula, hoje, é só um doente, desequilibrado, desbocado e perdedor. Dilma ganhou a eleição (graças a João Santana). Lula perdeu. Perdeu em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Pernambuco. E mesmo em Minas Gerais (onde o PT ganhou) a cor da campanha de Pimentel era azul.
O que nos resta é entender ( Marina acertou ao menos uma vez) que perdemos ganhando. Veremos o apodrecimento progressivo desse infame projeto de poder.
E estarei por cá, lembrando nomes, sobrenomes, endereços e fatos que mostrarão que corpos podres desaparecem quando expostos ao sol.
A oposição aprendeu. Sobretudo, perdeu o medo de dar nome aos bois, vacas e mulas. Como a gente sempre fez.
Abraços. E vamos em frente!

REINALDO AZEVEDO: Um dos trogloditas da Venezuela encarregados de descer o sarrafo no povo está no Brasil e firma “acordos” com o MST, com a anuência de Dilma e de Carvalho, o que não gosta da imprensa livre. Ah, sim: o cara é o ministro dos “movimentos sociais” daquele país, como Carvalhinho…






O jornalista Claudio Tognoli informa em seu blog blog que decidiu entrar no site do Ministério do Poder Popular para as Comunas da Venezuela, que é um dos aparelhos daquele país que organizam as milícias chavistas, aquelas que andaram matando estudantes e oposicionistas. E descobriu coisas interessantes.

Sabem quem está em visita oficial ao Brasil? Elías Jaua, que é um vice-presidente setorial (um cargo que existe por lá) do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela e titular do tal Ministério das Comunas. O governo bolivariano informa que, nesta terça, foi firmada uma série de acordos, em Guararema, entre o governo venezuelano e o MST nas áreas de treinamento e desenvolvimento da produtividade comunal. Vejam vídeo.


Segundo Jaua, os “acordos têm o objetivo de incrementar a troca de experiências e formação para fortalecer o que é fundamental numa revolução socialista, que é a formação da consciência e a organização do povo para defender suas conquistas e seguir avançando na construção de uma sociedade socialista.”

Ah, bom!!! Eu nem sabia que havia uma revolução socialista em curso no Brasil. Agora sei.

Deu para entender por que Gilberto Carvalho quer tanto os conselhos populares? Eis aí: depois de o chavismo — agora nas mãos de Nicolás Maduro — ter conduzido a Venezuela ao caos, chegou a hora de “trocar experiências” com o Brasil. Imaginem vocês se um líder de alguma ditadura de direita andasse por aqui a firmar convênios com grupos organizados da sociedade. Seria uma gritaria danada! Eu mesmo seria o primeiro a protestar. Mas, como se trata de uma ditadura de esquerda, bem, nesse caso, pode.

Quando se aponta a má intenção do Decreto 8.243, de Dilma, que será sepultado pelo Congresso, é evidente que não se trata de um delírio paranoico de reacionários, como quer fazer crer o sr. Carvalho. Nada disso! Atenção! A área dos chamados “movimentos sociais”, na qual se insere o MST, é da competência do ministro, e o troglodita venezuelano que veio para cá fazer proselitismo e acordos com o movimento certamente não está no país sem o seu estímulo e a concordância do governo Dilma.

Assim, o MST, um movimento fartamente financiado com dinheiro público, firma convênios obscuros — o que a Venezuela tem a lhe ensinar? — com um governo que mata seu próprio povo na rua. Vai ver os gloriosos seguidores de Stedile querem saber como é viver num país em que se racionam a comida e o papel higiênico.

É… faz sentido! Como entra menos, sai menos. Menos rango, menos consumo de papel. É uma piada!

A presença deste senhor no Brasil é a prova da falta de inocência do decreto do senhora Dilma Rousseff. Vai ser enterrado pelo Congresso. E, do modo como ela o quer, será enterrado quantas vezes for apresentado.

A Venezuela não é e não será aqui, represidenta!

JORGE OLIVEIRA: CONSELHOS À MODA CUBANA CRIARIAM UM EXÉRCITO DE DEDOS DUROS




A Dilma nem bem comemorou a vitória e já levou um chega pra lá na Câmara dos Deputados quando teve rejeitado o decreto presidencial que criaria os conselhos populares, núcleos, a exemplo dos que já existem em Cuba e na Venezuela, para vigiar vizinhos e manter o governo informado sobre prováveis conspirações. Além disso, teve que recuar da proposta de tentar fazer a reforma política por plebiscito quando levou outro chega pra lá do Renan Calheiros, presidente do Senado, que sugeriu fazer um referendo à população depois que as reformas forem discutidas e votadas no Congresso Nacional, local adequado para esse embate.

É assim que o Brasil vai caminhar nesses mais quatro anos sob o comando de uma presidente desinformada, desarticulada e fantoche do Lula que passa a exercer de fato o seu quarto mandato sem precisar ser votado. A Dilma é uma pessoa confusa, não consegue concluir um raciocínio, e quando sai do script é um Deus nos acuda. Veja o que ela disse no discurso que festejou a vitória: “Meu compromisso, como ficou claro (sic) durante toda a campanha, é deflagrar essa reforma. Que deve ser realizada por meio de consulta popular. Como instrumento dessa consulta, o plesbicito”.

Dois dias depois, ela jogou a proposta no lixo depois da reação do parlamento de que isso era atribuição do Congresso Nacional. Sem convicção no que diz, incapaz de sustentar uma proposta política mesmo que polêmica, a presidente recua levianamente do que acabara de propor aos brasileiros. Ao contrário do que Lula apregoou durante a campanha de que a palavra leviana remeteria a “prostituta” para acusar o Aécio de ofensa à mulher brasileira, leviana, segundo Aurélio Buarque de Holanda, “é sem seriedade, inconstante”. E é isso o que a presidente do Brasil é: uma pessoa sem certezas políticas, sem determinação e despreparada para a função que exerce.

Ao propor a criação dos conselhos populares, o que seria mais uma sinecura petista, a exemplo do que já acontece na Venezuela bolivariana e na Cuba dos irmãos Castro com os conselhos da revolução, Dilma, orientada por Lula, pretendia institucionalizar a deduragem no país. Seriam espalhados conselhos petistas no país que trabalhariam como linha auxiliar dos órgãos da administração direta e indireta na criação de estruturas de participação social, um eufemismo para disfarçar a verdadeira função desses núcleos. Como as indicações seriam feitas pelo próprio governo, pressupõem-se que esses cargos seriam ocupados por militantes que formariam um exército de dedos duros no Brasil. Ou seja, além do Bolsa Família, o PT também contaria com essas facções ideológicas para cooptarem votos numa eleição.

Não deu certo, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, traído por Lula na eleição do Rio Grande do Norte, magoado, botou o decreto da presidente em votação simbólica e o derrubou. E por que a Dilma não aceitou a sugestão do próprio Henrique de retirar o decreto e mandar a proposta por meio de projeto de lei? Ora, porque a presidente foi instruída pelos anti-lulistas que povoam o seu gabinete para se ver livre desse fardo “revolucionário” que, no fundo, ela também não aprovaria, mas foi obrigada a atender os desejos do “militante número um”, como ela se refere ao Lula. É assim que a Dilma pretende se livrar desses entulhos autoritários do companheiro Lula, mas com graves consequências à democracia incipiente do Brasil porque se trata de uma presidente sem autonomia e sem a envergadura para o cargo.

Enio Mainardi: Impeachment da Dilma, já



O impeachment funciona como aquele botão que se aperta para dar descarga na privada. Você já fez o que precisava e os seus dejetos, misturados ao papel higiênico vão-se embora. Tchuáaa! Mas no caso de sobrar algo que não desceu pelo buraco adentro, engolido pelo jorro de água, você aperta o botão de novo. Simples, o impeachment.

Hoje, milhões de brasileiros gostariam de apertar o botão para fazer sumir essa bosta de governo petista. Há um misto de repugnância e exasperação nas pessoas. Digamos – para continuar com a imagem escatológica – que estamos sofrendo uma insuportável prisão de ventre que faz doer a barriga, em espasmos. Nossos intestinos estão empanturrados com fatos e verdades não apenas sobre as mazelas do Planalto.

O Congresso… meu Deus, metade dos congressistas tem causos, processos pendentes com a Justiça. Seriam esses políticos nosso purgante salvador? Esses caras exageraram, muitos são canalhas contumazes, viciados por anos de impunidade. Eles têm alçadas de poder, verbas de tudo quanto é jeito, sinecuras. Portanto, não há o que esperar deles, que de lá não virá nenhuma atitude cívica – como votar o impeachment da Dilma. Pois eles também deveriam ser “impichados”.

Vale o mesmo sentimento para com a Justiça, que a imprensa todo dia mostra como um vulgar balcão de negócios. A Petrobrás (hoje quase destruída), o BNDES, as estatais… tudo aparelhado pelo Lula e sua quadrilha. A Dilma preside esse lupanar (palavra antiga, puteiro seria melhor) com seu beicinho arrogante, perpetrando absurdos com a cumplicidade de seus trinta e nove ministros. Nem vou listar todos os seus despautérios, quem não é analfabeto, do MST ou bóia-fria sabe que aquela senhora Dilma extrapolou, faz tempo.

E essa desgraça chamada Lula? Hoje os jornais mostram um novo capítulo do escândalo Petrobras: o Lula, bandidamente, sem nossa licença, perdoou as dívidas assumidas pelo seu colega-defunto, o Chávez, no caso da refinaria que deveria ter sido financiada conjuntamente pelo Brasil e Venezuela. Mas, outra vez, micamos total, são bilhões de dólares perdidos.

Então: temos que apertar o botão da privada, coletivamente, num ato de dignidade e consciência política. Agora, já. Pois nossas manifestações de rua só fizeram a merda rodar dentro da privada.Ela rodou, rodou – e não foi embora. Falta um balde de água. Falta uma mudança total, de tudo. Falta uma greve geral que tenha a força de liquidar essa bandalha do PT. Falta o impeachment da Dilma. Quem ou o que poderia salvar os restos deste país? Eleições? Com os bolsa-família e urnas fraudáveis? (Artigo publicado originalmente em 25 de março de 2014)


Enio Mainardi é publicitário e escritor, um dos maiores e mais conceituados nomes da história da propaganda brasileira.

ALUIZIO AMORIM: MAIORIA DA GRANDE MÍDIA AGORA SUBMETE BRASILEIROS À LAVAGEM CEREBRAL TENTANDO LIMPAR O PT DA PODRIDÃO, DO CRIME E DA ROUBALHEIRA DA PETROBRAS.



Clique sobre a imagem para vê-la ampliada e constate, conforme explico neste texto, que está sendo feita a lavagem cerebral coletiva por meio da mídia para apagar da memória dos cidadãos a campanha eleitoral mais desonesta, fraudulenta e criminosa da história do Brasil. Quem faz agora este serviço para o PT e o Foro de São Paulo são os jornalistas da grande imprensa nacional, em sua maioria. Destaque para a Rede Globo, Folha de S. Paulo e Estadão. Notem que uma das matérias em destaque acima diz que Lula reclama da campanha agressiva contra o PT. É assim que é feita a lavagem cerebral. Quem editou essa matéria é um agente do Foro de S. Paulo dentro de O Globo. Trata-se, como se vê, de um psicopata dinâmico exercendo a sua missão estúpida de desinformação cúmplice da armação da bandalha do PT chefiada pelo chefe do petrolão.


Notem por exemplo o site do jornal O Globo. Reparem como é editado, analisem o conteúdo. Notem como se esforçam seus editores para apagar a linha ideológica que separa as preferências partidárias de forma a anular, evidentemente, o renascimento da oposição. Vejam como relaltivizam o fato de que os Conselhos ditos populares, que não passam de extemporânea reedição dos “sovietes” do velho comunismo russo, e foram detonados na Câmara Federal. Esses conselhos na verdade representam o começo do fim da democracia representativa e a criação de um regime bolivariano no Brasil, isto é comunista, nos moldes da Venezuela chavista. 

Os escrotos e mentirosos que editam O Globo, estão imaginando que a maioria dos brasileiros é constituída de idiotas. Não é. E aqui neste meu blog serão denunciados. Poderei estar solitário nesse mister, mas denunciarei, descontruirei com argumentos a promoção dessa lavagem cerebral à qual vem sendo aplicada diariamente por esses simulacros de jornalistas, na verdade filhotes do Lula e da Dilma, cupinchas do PT. Cumprem dentro das redações dos jornais, rádios e televisões a missão de escamotear a informação para em seu lugar promover a "desinformação" e confundir leitores e telespectadores em proveito do projeto comunista do PT. 

D. Lily, viúva de Roberto Marinho, já falecida, homenageou a Dilma durante a campanha presidencial de 2010 na residência do patriarca da família Marinho.


CÚMPLICES E MENTIROSOS
Eles atuam dentro das redações com o conhecimento e o beneplácito de seus patrões. Neste caso de O Globo, a família Marinho é a cúmplice maior. Lembrem-se que durante a campanha eleitoral de 2010, os Marinho abriram a residência da família quando a já falecida D. Lily, esposa do patriarca Roberto Marinho, recebeu Dilma Rousseff (foto acima). Pouco tempo depois D. Lily Marinho faleceu. Atingira os 90 anos de idade. É de se indagar se naquela oportunidade a então viúva de Roberto Marinho estaria no gozo de suas faculdades mentais plenas, haja vista para o fato de pessoas com idade avançada muitas vezes têm a memória abalada. Seja como for, o ato por si só foi infame! E tornou-se mais infame ainda quando no bojo do escândalo do petrolão surgiu a denúncia de que dinheiro público roubado dos cofres da estatal pela bandalha do PT, financiou a rica e luxuosa campanha da Dilma em 2010. Choca o fato de ver a viúva de Roberto Marinho e seus filhos e gente graúda da alta sociedade carioca, fazendo brindes à Dilma com taças de champanha.

COMUNISTAS NO COMANDO DAS REDAÇÕES
Não é à toa, portanto, que O Globo tenha como colunista contratado o tal Frei Beto, um velho comunista do PT, que se notabilizou por ser um serviçal de Fidel Castro e que tem apartamento especial na 'Casa de Protocolo' do ditador comunista em Havana, um palacete reservado aos seus áulicos. Lá se hospedam Lula, Dilma, Maduro, Kirchner e demais tarados comunistas como o Fernando Moraes, entre outros notórios jornalistas e escritores comunistas, como Ignácio Ramoned do Le Monde. Lá também se hospedava outro festejado pela mídia, o colombiano comunista vagabundo e mentiroso Gabriel Garcia Marquez. 

Feito este interregno necessário, volto ao caso de como é aplicada a lavagem cerebral por meio dos grandes veículos de comunicação. Enquanto a Folha de S. Paulo tem entre seus colunistas o chefe das invasões de propriedades em São Paulo, indivíduo identificado como Guilherme Boulos, o O Globo tem o Frei Beto, e o blog do Noblat, até anteontem, tinha como articulistas o mensaleiro José Dirceu e o escroto Leonardo Bofe. Não sei se ainda estão lá porque não costumo ler blogs comunistas. Odeio a mentira e oportunismo com todas as minhas forças, denuncio e assino embaixo!

Clique sobre a imagem para vê-la ampliada


MORDEM E DEPOIS ASSOPRAM
Dentre as matérias políticas em destaque no site de O Globo chama a atenção o aquela que se refere a um site anônimo projetado para “reatar amizades” supostamente rompidas durante a campanha eleitoral entre os apoiadores de Aécio e da Dilma. Nota-se, ali, o dedo indefectível do marqueteiro do PT. O troço é incrivelmente cínico e mentiroso. E não sei onde anda o departamento jurídico do PSDB, porque essa nojeira que está na internet utiliza símbolo do partido tucano e ainda um retrato de FHC abraçando Lula. A foto é verídica, mas é utilizada de forma maldosa e debochada. Como todos sabem FHC pode ser tudo, menos mal educado. E sempre foi respeitoso até mesmo com o Lula que o desdenha e afronta.

Trata-se como se vê, de esquema de lavagem cerebral, o "morde e assopra" montado a partir do Foro de S. Paulo que muitos se esmeram em ignorar revelando toda a sua boçalidade, que é a organização comunista fundada pelo Lula e Fidel Castro, que atua em todas as frentes, sobretudo na mídia e na área cultural em geral no sentido de criar as condições para que os cidadãos aceitem placidamente, sem qualquer resistência, o regime comunista bolivariano assassino da liberdade. 

Depois de todas as infâmias, calúnias, mentiras lançadas pelo PT contra o candidato Aécio Neves, os psicoptas do PT tratam de aplicar a lavagem cerebral coletiva, na tentativa de apagar da memória do eleitorado oposicionista toda a sorte de sacanagens e os crimes eleitorais mais sórdidos já perpetrados num pleito eleitoral na história política do Brasil. Querem, os cínicos, reatar supostas amizades entre cidadãos honestos com os ladrões do petrolão! Ora, ser amigo de ladrão é crime! E fim de papo.

Quem se presta a essa tarefa nefasta de transformar a loucura ideológica comunista em verdade suprema é a maioria esmagadora dos jornalistas dos grandes jornais, rádios e televisões. E mais uma vez quero registrar, e não me cansarei nunca de fazê-lo, quem são afinal dos jornalistas. 

IDIOTAS, VADIOS E DILETANTES.

Estou no jornalismo há mais de 40 anos. Querem saber que tipo de gente compõe a maioria da classe jornalística? Uma legião de mentirosos, depravados, imorais, vagabundos, maconheiros, diletantes, vadios que nunca estudaram. 99% desses semoventes não conseguem manter no ar um blog como este aqui. Não conseguem escrever um artigo como este que vocês estão lendo. As amemas são muito mais inteligentes do que esses semoventes atrevidos.

Defenderei a liberdade de imprensa até morrer. E serei o primeiro a protestar se o PT tentar fechar qualquer jornal, inclusive os deletérios e mentirosos O Globo, Folha e Estadão. Mas esta mesma liberdade de imprensa garantida pela Constituição me confere o direito de denunciar os coveiros da democracia e da liberdade que infelizmente infestam os jornalismo brasileiro.

Esses vagabundos mentirosos têm e terão o meu eterno desprezo e nojo. Essa gente tem uma responsabilidade enorme sobre a desinformação sistemática que embota a maioria dos cérebros do cidadãos brasileiros. 

Entretanto, o surgimento das redes sociais e dos blogs independentes começa a reverter a situação em nível informativo. Mais de 50 milhões de brasileiros foram às urnas decididos a mudar o Brasil! E parece, para espanto e desespero do PT, do Foro de São Paulo e seus sequazes, que não cederão até que a bandalha comunista sejam banida da vida brasileira!

quarta-feira, outubro 29, 2014

REINALDO AZEVEDO: Gilberto Carvalho, gente!, quer cuidar de nós. Credo! Ou: A última do santo inquisidor do stalinismo cristão





O ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência, continua dedicado a fazer o terceiro turno da eleição, embora o seu partido tenha vencido o segundo. Sabem qual é o problema? A ele, não basta vencer. Ele precisa destruir os adversários e quer a unanimidade. Enquanto a presidente Dilma fala em dialogar, ele continua interessado na guerra. Segundo este gigante do pensamento, “sem dúvida nenhuma, essa vitória de um projeto acabou significando a derrota daqueles que usam a mídia como panfleto, como semeadores do ódio e da divisão do país, o que felizmente não aconteceu”.

Para começo de conversa, não há um “projeto”, mas um poder consolidado.

Há, sim, gente que usa “a mídia como panfleto”, dedicada “a semear o ódio e a divisão do país”. São os blogs sujos financiados pelas estatais e os sites e publicações do esgoto, que servem ao governismo. Carvalho sabe quais são. É claro, no entanto, e ninguém é inocente, que ele estava se referindo à edição de VEJA de sexta passada — na terça desta semana, já era a maior venda em banca da revista em 12 anos.

A revista informou que, em seu depoimento, Alberto Youssef afirmou à Polícia Federal e ao Ministério Público que Dilma e Lula sabiam do esquema de roubalheira montado na Petrobras. No sábado, Folha e Estadão trouxeram a mesma informação. Curiosamente, só a VEJA, como diria o poeta, excitou a fúria dos algozes. Curiosamente, Carvalho concedeu uma entrevista ao UOL, do mesmo grupo que edita a Folha, atacando a VEJA.

Carvalho, só um homem bom, está muito preocupado com a credibilidade do que chama “mídia” e diz que a “liberdade de imprensa” é intocável. É bem verdade que se trata de um governo que distribui anúncios àqueles que considera amigos e os sonega quando os veículos de comunicação não corta as cabeças que eles pedem. Mas que não se confunda isso com autoritarismo. Disse esse grande pensador:

“Eu penso que em relação à mídia, não temos que tomar nenhuma atitude que mude de repente o cenário da mídia ou que fira a liberdade de imprensa. Ela é sagrada e tem que ser mantida. Eu prefiro devolver para a mídia a reflexão. A própria mídia tem que pensar no que aconteceu no Brasil, refletir sobre os excessos que aconteceram. Ou ela se autorregulamenta e entende o que é a participação democrática na mídia, ou cada vez mais a sua credibilidade vai pelo ralo”.

Como Gilberto Carvalho é bom! Tão bom quanto um santo inquisidor que manda as pessoas para a fogueira para que elas reflitam sobre os seus pecados, enquanto ele, muito pio, encomenda a sua alma. Carvalho, o stalinista cristão, cobra uma autocrítica disso que ele chama “mídia”, como se ela fosse um bloco, como se ela fosse “monolítica” — para empregar a palavra que Dilma deve ter descoberto por esses dias, posto que ela a empregou nas entrevistas da Record, da Globo, da Band e do SBT.

Doce Gilberto Carvalho! Ele está preocupado com a nossa “credibilidade” e pretende que os veículos de comunicação se abram à “participação democrática”. O que será que isso quer dizer? Criar “conselhos de redação”, talvez, comandados pelo “povo” — o “povo do PT”, é claro?! Saibam que aquele famigerado Plano Nacional de Direitos Humanos trazia algo muito parecido com isso.

Com a imprensa que está aí, que Carvalho diz ser contra o PT, o partido obteve o quarto mandato consecutivo e já planeja o quinto. Com a imprensa que ele tem em mente, o PT nunca mais sairia do poder, e as opiniões divergentes seriam banidas. Reitero: ele está falando essa bobajada toda vencendo a eleição. Imaginem se tivesse perdido.

Não pensem que sua investida é irrelevante. Não é, não! Muita gente, a partir desta quinta, vai se empenhar em provar para Gilberto Carvalho que ele está errado. “Você também, Reinaldo?” Eu não! Estou me lixando! Ele não é meu juiz. Sendo quem é, tê-lo como um crítico severo do meu trabalho é, para mim, uma honra adicional. Eu jamais vou me esquecer que este senhor tentou jogar no colo do governo de São Paulo os protestos violentos de rua — até que eles passassem a varrer o país e caíssem no colo de Dilma — e até os rolezinhos, onde, segundo o valente, havia um confronto de classes e um confronto racial. Nunca vi tamanha irresponsabilidade política.

Gilberto Carvalho ser ministro de estado é um escárnio. Ele não tem serenidade para isso, embora fale com a mansidão dos inquisidores.

Psol apresenta projeto que recria os conselhos populares



Um dos poucos partidos a apoiar a manutenção do decreto presidencial que instituiu a Polícia Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação (SNPS), o Psol anunciou nesta quarta-feira, 28, que vai protocolar um projeto com conteúdo similar à iniciativa do governo.

Nesta terça-feira, 28, a presidente reeleita Dilma Rousseff teve a primeira derrota na Câmara após a vitória no segundo turno, ao ver o decreto derrubado pelos parlamentares. De iniciativa dos deputados Chico Alencar (Psol-RJ) e Jean Wyllys (Psol-RJ) e do líder da legenda na Casa, Ivan Valente (SP), o projeto prevê poucas mudanças no texto da administração federal.

A bancada pedirá regime de urgência na tramitação. De acordo com Chico Alencar, Wyllys e Valente, a nova proposta retira a indicação política dos conselhos, uma vez que a nomeação dos coordenadores deixa de ser prerrogativa do Poder Executivo e passa a ser dos membros dos conselhos.

"O sistema se autogere, não tem participação do governo", explicou o deputado do Psol de São Paulo. A proposição estabelece ainda a paridade obrigatória na composição dos conselhos entre integrantes da sociedade civil e do Executivo, sugere a convocação de conferências a cada dois anos e determina que o comitê gestor passe a ser organizado pelo sistema. "O álibi da interferência do governo não existe mais", emendou.

Wyllys rebateu as críticas de que o decreto "usurparia" as prerrogativas do Congresso. "Um dos argumentos levantados era de que isso era prerrogativa do Legislativo. Já que esse é o problema, tomamos a iniciativa nós", justificou.

Nesta terça-feira, o PT contou apenas com o apoio do PC do B, parte do Pros e do Psol em defesa do decreto presidencial. Nesta quarta-feira, o líder do PT na Câmara, Vicentinho (PT), lamentou a suspensão do decreto que criou novas instâncias de participação popular.

"Deixa-se de avançar na participação direta da sociedade", concluiu. Editado no fim de maio, o decreto de Dilma - apesar de não criar novos conselhos populares - estabelece que órgãos e entidades da administração pública federal, direta e indireta, deverão ouvir instâncias de participação social para a formulação de políticas públicas. O mesmo valeria para agências reguladoras.

Desde que foi publicada, a medida foi bombardeada pela oposição e por integrantes da base (principalmente o PMDB), que a acusaram de ferir prerrogativas do Parlamento e de ser "bolivarianista".

Fonte: Estadão Conteúdo

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