A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

quinta-feira, setembro 25, 2014

BLOG DO CORONEL: Extra! Tracking tucano aponta empate entre Aécio e Marina. Vai virar!


É oficial. Recebi informação agora. Pela primeira vez na campanha, depois do desastre de Campos, há empate técnico de Aécio com Marina no tracking tucano.
Vamos trabalhar duro que já estamos virando.


Fonte: Blog do Coronel

LUIZ FELIPE LAMPREIA: Política externa contra o nosso interesse



A presidente Dilma foi mais categórica na condenação às ações militares contra os facínoras islâmicos do que qualquer outro país


A presidente Dilma está levando seu pendor ideológico longe demais quando se trata de fazer política externa. Simpatizar com o populismo exacerbado de Cristina, que está levando a Argentina à ruína e ao isolamento internacional, é uma coisa. Acarinhar e proteger Nicolás Maduro, que já levou a Venezuela ao infeliz título de país mais mal gerido do mundo, é também um absurdo. Mas defender os bárbaros do Estado Islâmico (EI) ou do Khorasan contra os ataques americanos já é demais. Como ela consegue fazer isso?

Falando do pódio mais prestigioso do mundo, o da ONU, Dilma condenou os ataques aéreos às instalações militares do EI, do Khorasan e da al-Qaeda afirmando que lamenta os ataques. Alegou que o Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU, o que é verdade indiscutível. Porém, como dirá qualquer professor de direito internacional, nada disso se aplica a forças como o EI, a al-Qaeda, o Khorasan ou qualquer outro grupo não estatal que preconize a violência, a morte e a destruição dos que não lhe são afins. Pode-se ter um diálogo construtivo com uma milícia armada de um morro carioca, com a gangue Salvatrucha, na América Central, ou com a máfia siciliana?

A pergunta que não quer calar é: como dialogar com um bando de facínoras radicais, vestidos de negro e encapuzados, que postam vídeos cortando cabeças de jornalistas com um punhal e fazendo discursos ameaçadores? Os militantes islâmicos não constituem um Estado, um ator legítimo na cena internacional, são um bando de criminosos irregulares e altamente perigosos. Existe a menor chance de diálogo ou acordo com essa gente que não resulte da força? A ONU, que mal consegue se interpor entre estados em conflito, tem alguma vaguíssima possibilidade de atuar decisivamente no caso? As respostas são tão óbvias que nem requerem explicações maiores.

Os casos em que Dilma pretende encontrar paralelos são completamente diferentes. No Iraque, George Bush queria ingenuamente derrubar o presidente do país, Saddam Hussein, para implantar uma democracia. A intervenção foi um desastre, como se sabe. Na Líbia (onde não houve intervenção direta americana, e sim francesa e inglesa), a finalidade era derrubar Muamar Kadafi. O resultado foi também lamentável porque o país é hoje uma verdeira anarquia. A Faixa de Gaza, onde tampouco houve participação americana, foi um massacre, sem dúvida, mas também uma reação israelense contra uma organização terrorista, o Hamas, que ataca Israel e na prática mantém a infeliz população de Gaza refém de suas intenções belicistas e sujeita às represálias de Israel.

O fato é que a presidente do Brasil foi mais categórica na condenação às ações militares contra os facínoras islâmicos do que qualquer outro país, exceto Cuba e Venezuela. Com isto, certamente, a imagem internacional do Brasil foi afetada e as chances de entrada no Conselho de Segurança reduzidas definitivamente a zero. Ainda que a simpatia de Caracas, Havana e dos radicais islâmicos pelo Brasil tenha aumentado — uma vantagem altamente duvidosa — o tradicional capital de credibilidade, confiabilidade e equilíbrio nas ações diplomáticas de que o Brasil desfrutava e que vinham desde sendo nossa marca, desde o Barão do Rio Branco, está sendo dilapidado. A intervenção da ONU marcou mais um degrau na ideologização e na radicalização da política externa brasileira. É muito pouco provável que isto traga qualquer tipo de benefício para o Brasil, pelo contrário.

Luiz Felipe Lampreia foi ministro das Relações Exteriores

FLAVIO CORRÊA: A DEMOCRACIA A PERIGO




Meu amigo Leonel Brizola dizia que se pesquisa ganhasse eleição não precisava votar. Era só perguntar para a família Montenegro, dona do IBOPE, e preparar a cerimônia de posse. Muito mais fácil e mais barato. O país não precisaria encher o saco de milhões de eleitores que são obrigados por lei a comparecer às urnas nem gastar os tubos numa eleição desse porte, cujo resultado já teria sido antecipado.

Mas a verdade não é bem assim. Como diz o ex-governador Alberto Goldman em artigo de sexta na Folha de S. Paulo, “em eleição tudo pode acontecer”. E os exemplos abundam: em 1989, o desconhecido Fernando Collor embolsou a sucessão de Sarney; FHC perdeu a eleição para prefeito de São Paulo 48 horas antes da eleição, por causa de uma besteira que disse dois dias antes de confirmar as pesquisas; Luiza Erundina ganhou a Prefeitura de São Paulo na última semana, em 1988, atropelando o então poderoso Paulo Maluf, etc. etc. Portanto, temos que concordar com Brizola: só no dia 26 de outubro, data do segundo turno, saberemos quem vai ser o próximo presidente, ou presidenta.

Enquanto isso, a selvagem campanha de desconstrução de Marina vai surtindo seus efeitos, acendendo uma chama de esperança para Aécio. A rejeição a ela, que está sendo retratada em comerciais de TV como tirando a comida da boca das criancinhas ou como a Dilma com outra roupa, afogando a tese da renovação, está aumentando vertiginosamente (era 11% agora é 21%), enquanto o candidato do PSDB sobe uns pontinhos e o continuísmo já empata no segundo turno. Aliás, falando de continuísmo, se existe uma tal de “herança maldita” da era FHC é a da reeleição, que permite que o mandatário de plantão utilize ao seu bel prazer a imensa máquina estrutural e financeira que o governo proporciona, transformando o pleito numa disputa desigual. Menos na minha terra, o Rio Grande do Sul. Os gaúchos não reelegem ninguém para o Palácio Piratini. Se não foi bom governador em quatro anos certamente não o será nos próximos quatro, e renovam. Tanto é que a Ana Amélia vai ganhar fácil do Tarso Genro.

Quanto ao cenário nacional, paciência: vamos ter que esperar mais algumas semanas para saber se o PT vai continuar mandando e desmandando no País

Mas seja lá quem for eleito, a herança será pesada. Não só no âmbito social e econômico, cujos problemas crescentes estamos carecas de saber, mas principalmente na defesa da democracia.

Não fora o famigerado Decreto Lei Nº 8243/14 da Presidência da República, que institui a Nova Política Nacional de Participação Social, que na prática cria os sovietes, atentado despudorado contra o sistema representativo consagrado na Constituição de 1988, e sobre o qual não me canso de falar, estamos agora diante de outra punhalada de grandes proporções: impulsionada pelos “partidos da base”, está em julgamento no Supremo Tribunal Federal a Ação Direta de Inconstitucionalidade que proíbe doação de empresas privadas a partidos e candidatos que, por incrível que pareça, parece já contar com a maioria dos votos dos Ministros do STF…

Se esta insanidade for aprovada, é claro que vão crescer exponencialmente a doações ilegais, passando para os Alberto Youssefs e Paulo Robertos da vida o controle do caixa.

Como nos alerta o jornalista Reinaldo Azevedo na revista Veja, “será que não é emblemático que seja justamente o PT – um dos partidos que mais apelaram aos serviços de Yussef – a legenda especialmente empenhada em proibir as doações legais de empresas privadas e instituir o financiamento público de campanha?”.

Como eu venho dizendo constantemente, parece que o Brasil é mesmo o único país do mundo no qual a perspectiva é pior do que a realidade.

A não ser que possamos realmente reformar o processo, e mais do que isso, o pensamento político, sepultando de vez a filosofia dos Marx, Gramsi, Fidel Castro e Hugo Chaves da vida, cujos seguidores tupiniquins utilizam para intranquilizar nossas vidas e colocar em risco nossa liberdade.

Espero que não percamos esta oportunidade.


Faveco (Flávio Corrêa) é jornalista, publicitário e presidente da Brandmotion Consultoria de Fusões e Aquisições

LULA: Não chores por mim Marininha


LULA canta em homenagem à Marina Silva

Janaina Conceição Paschoal: A doença desta eleição



Quando alguém está acometido por uma doença grave, um câncer extremamente agressivo, por exemplo, em geral procura todos os tratamentos que o estado da arte da medicina disponibiliza. Muitas vezes, decisões difíceis se apresentam em bioética, fazendo-se necessário aplicar os princípios da beneficência e da autonomia, nem sempre nessa ordem.

Se não há alternativas seguras, na esperança de obter a cura ou, pelo menos, de contornar os sintomas mais problemáticos, o doente se submete aos riscos das pesquisas envolvendo seres humanos, seja com a finalidade de criar um novo remédio ou de desenvolver novas técnicas terapêuticas. Entre a morte certa e a possibilidade de melhora, ainda que remota, racionalmente o doente costuma escolher correr riscos.

O cenário eleitoral que se afigura não é muito diferente. Temos um diagnóstico certo. O Brasil padece de um câncer terminal.

O partido que está no poder há longos e penosos 12 anos é responsável pelo mensalão, pelo aparelhamento das agências reguladoras e das empresas públicas, pela quebra da Petrobras –e pelos mais recentes escândalos de corrupção na estatal–, pela volta da inflação, pelo esfacelamento do Itamaraty, por obras que nunca acabam, pelo financiamento da ditadura cubana, mediante a vergonhosa importação de médicos e investimento em obras de infraestrutura naquele país, que seriam muito necessárias por aqui.

O câncer que se instalou no país também se materializa no discurso, quase desrespeitoso, de negar o inegável e tratar os eleitores como se fossem seres incapazes.

É preciso mencionar também o autoritarismo de perseguir e de exigir punição daqueles que ousam divergir. A título de exemplo, é possível mencionar a lista de jornalistas supostamente inimigos do governo e a reação à análise técnica feita por funcionários de um banco privado sobre os rumos da economia brasileira em caso de reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Diante desse quadro, com todo respeito aos que vêm sustentando que é melhor ficar com o mal conhecido a arriscar, penso que não resta outro caminho além de apostar na alternativa que se apresenta, ou seja, Marina Silva.

O discurso da candidata é ensaiado? As promessas dela são falsas? Não sei. Quero crer que algo de bom será feito por ela na Presidência, pois penso que é possível conciliar supostos extremos, como o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental.

Não voto enganada! Tal qual um doente que aceita os efeitos colaterais das pesquisas com novos fármacos, voto consciente de que corremos muitos perigos, inclusive o de quem se anuncia como representante do "novo" abrir os braços para o "velho".

Com o fortalecimento de Marina Silva, muitos petistas e simpatizantes do PT se apressaram em dizer que a possível derrota só pode ser atribuída à presidente. E se o problema é com Dilma, nada impede que, no governo de Marina, haja espaço para o PT. Sob todos os aspectos, esse raciocínio de que a culpa é somente de Dilma se revela bastante injusto.

Muitos dos eleitores de Marina Silva estão abraçando o único remédio que se mostra capaz de enfrentar o mal que nos asfixia. Não estamos apenas dizendo "sim" à candidata do PSB, estamos dizendo "não" ao PT.

A maior traição de Marina na Presidência não será uma eventual quebra de promessas, prática que se reitera na vida dos brasileiros, infelizmente. A grande traição será, sim, fingir que a doença era Dilma e permitir a metástase, ou seja, a volta do PT ao governo.

Autonomia é um dos princípios mais importantes em bioética. O doente tem o direito de preferir a morte às incertezas do tratamento. Seja na saúde, seja na eleição, entre o conformismo e o risco, prefiro morrer lutando.

JANAINA CONCEIÇÃO PASCHOAL, 40, advogada, é professora livre docente de Direito Penal da USP

EDITORIAL O ESTADÃO - 25/09: O mundo encantado de Dilma



Um turista francês de 55 anos, chamado Hervé Goudel, foi decapitado na Argélia por um grupo extremista que disse estar sob as ordens do Estado Islâmico (EI), a organização terrorista que controla atualmente parte da Síria e do Iraque e lá estabeleceu o que chama de "califado". Um vídeo que mostra a decapitação de Goudel foi divulgado ontem, para servir como peça de propaganda do EI - cujos militantes já decapitaram em frente às câmeras dois jornalistas americanos e um agente humanitário britânico e estarreceram o mundo ao fazer circular as imagens de sua desumanidade.

Pois é com essa gente que a presidente Dilma Rousseff disse que é preciso "dialogar".

A petista deu essa inacreditável declaração a propósito da ofensiva militar deflagrada pelos Estados Unidos contra o EI na Síria. Numa entrevista coletiva em Nova York, na véspera de seu discurso na abertura da Assembleia-Geral da ONU, Dilma afirmou lamentar "enormemente" os ataques americanos contra os terroristas. "O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU", disse a presidente - partindo do princípio, absolutamente equivocado, de que o EI tem alguma legitimidade para que se lhe ofereça alguma forma de "acordo".

É urgente que algum dos assessores diplomáticos de Dilma a informe sobre o que é o EI, pois sua fala revela profunda ignorância a respeito do assunto, descredenciando-a como estadista capaz de portar a mensagem do Brasil sobre temas tão importantes quanto este.

O EI surgiu no Iraque em 2006 por iniciativa da Al-Qaeda, para defender a minoria sunita contra os xiitas que chegaram ao poder depois da invasão americana. Sua brutalidade inaudita fez com que até mesmo a Al-Qaeda renegasse o grupo, que acabou expulso do Iraque pelos sunitas. A partir de 2011, o EI passou a lutar na Síria contra o regime de Bashar al-Assad. Mas os jihadistas sírios que estão na órbita da Al-Qaeda também rejeitaram o grupo, dando início a um conflito que já matou mais de 6 mil pessoas.

Com grande velocidade, o EI ganhou territórios na Síria e, no início deste ano, ocupou parte do Iraque, ameaçando a própria integridade do país. No caminho dessas conquistas, o EI deixou um rastro de terror. Além de decapitar ocidentais para fins de propaganda, seus métodos incluem crucificações, estupros, flagelações e apedrejamento de mulheres.

"A brutalidade dos terroristas na Síria e no Iraque nos força a olhar para o coração das trevas", discursou o presidente americano, Barack Obama, na Assembleia-Geral da ONU, ao justificar a ação dos Estados Unidos contra o EI - tomada sem o aval do Conselho de Segurança da ONU. Em busca de apoio internacional mais amplo - na coalizão liderada por Washington se destacam cinco países árabes que se dispuseram a ajudar diretamente na operação -, Obama fez um apelo para que "o mundo se some a esse empenho", pois "a única linguagem que os assassinos entendem é a força".

Pode-se questionar se a estratégia de Obama vai ou não funcionar, ou então se a ação atual é uma forma de tentar remendar os erros do governo americano no Iraque e na Síria (ver o editorial A aventura de Obama, abaixo). Pode-se mesmo indagar se a operação militar, em si, carece de legitimidade. Mas o fato incontornável é que falar em "diálogo" com o EI, como sugeriu Dilma, é insultar a inteligência alheia - e, como tem sido habitual na gestão petista, fazer a diplomacia brasileira apequenar-se.

Em sua linguagem peculiar, Dilma caprichou nas platitudes ao declarar que "todos os grandes conflitos que se armaram (sic) tiveram uma consequência: perda de vidas humanas dos dois lados". E foi adiante, professoral: "Agressões sem sustentação, aparentemente, podem dar ganhos imediatos. Depois, causam enormes prejuízos e turbulências. É o caso, por exemplo, do Iraque. Tá lá, provadinho, no caso do Iraque". Por fim, Dilma disse que o Brasil "é contra todas as agressões" e, por essa razão, faz jus a uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU - para, num passe de mágica, "impedir essa paralisia do Conselho diante do aumento dos conflitos em todas as regiões do mundo".

Aécio: 'Dilma propõe negociar com um grupo que decapita pessoas'



Em agenda no RS, tucano se disse 'estarrecido' com discurso da presidente na ONU. E afirmou que ela deixará, também na política externa, um 'mau exemplo'


O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, afirmou nesta quinta-feira ter ficado “estarrecido” diante das declarações da presidente Dilma Rousseff, que “lamentou” a ação dos Estados Unidos para combater o avanço dos terroristas do Estado Islâmico na Síria. Segundo Aécio, Dilma não apenas utilizou seu discurso na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas na quarta-feira, em Nova York, para se comportar como candidata, como “propôs que se negocie com grupos extremistas que decapitam pessoas". As declarações foram dadas durante visita do tucano a Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

“Fiquei estarrecido com as declarações da presidente da República na ONU. Ela utilizou um espaço do Estado brasileiro para fazer campanha política. A história se lembrará do discurso da presidente, quando ela esqueceu onde estava e para quem falava, para fazer propaganda para o horário eleitoral”, afirmou Aécio. O tucano criticou em especial a manifestação de Dilma em relação aos ataques ao EI. “A presidente propõe negociar com um grupo que está decapitando pessoas", disse.

Na quinta-feira, depois de “lamentar” o bombardeio dos Estados Unidos contra terroristas na Síria, a presidente reafirmou sua posição diante dos chefes de Estado reunidos na ONU, ao condenar o “uso da força” como forma de resolver conflitos mundiais. Dilma colocou no mesmo cesto Iraque, Síria, Líbia, Ucrânia e Palestina, ignorando o fato de que, nos dois primeiros, um dos grupos terroristas mais selvagens em atividade está avançando e espalhando o horror de forma brutal, por meio de decapitações, crucificações e execuções sumárias. "Essa não é a política externa digna do Brasil e consagrada pelo país ao longo de tempos. Em relação também à política externa, infelizmente a presidente da Republica deixa péssimos exemplos para seu sucessor", afirmou Aécio.

O tucano, que visitou Porto Alegre ao lado da candidata ao governo do Estado Ana Amélia Lemos, do PP, corre contra o tempo para tentar angariar votos e chegar ao segundo turno. Aliada de Aécio no Rio Grande do Sul, Ana Amélia está na dianteira das pesquisas de intenção de voto. No último levantamento realizado pelo instituto Datafolha, a senadora aparece dez pontos percentuais à frente do atual governador, Tarso Genro (PT). Apoiado em Ana Amélia, Aécio percorrerá ainda nesta quinta-feira mais duas cidades no Estado, Santa Maria e Caxias do Sul. "Continuo até o último dia andando pelo Brasil com a mesma pregação que tive lá atrás", disse ele. "Me preparei ao longo de toda minha vida para governar o Brasil", afirmou. "A única candidatura que cresce constantemente de dez dias para cá é a nossa e vai continuar a crescer", destacou, comparando sua performance com a da concorrente Marina Silva, do PSB.

O tucano criticou, novamente, a gestão da Petrobras, a qual classificou como "trágica e perversa", e citou o acordo de delação premiada assinado pelo doleiro Alberto Youssef, preso na operação Lava Jato, da Policia Federal. "O meu sentimento é que a coisa é muito mais grave do que está sendo noticiado. Tem muita gente que treme por aí só de saber da delação (do Youssef). Essa coisa funcionou de forma orgânica dentro da Petrobras durante todo o governo Dilma. Será que dá para dizer que não sabia?", questionou Aécio. "Do ponto de vista política, a presidente tem responsabilidade, sim", acrescentou.

CIÊNCIA SEM PLANEJAMENTO: Grupo Samba Rousseff, formado por bolsistas do Ciência Sem Fronteiras, fez ‘turnê’ na Europa Dos sete membros, cinco eram estudantes com bolsas do programa do MEC!




POR LEONARDO VIEIRA em O Globo


No embalo dos pandeiros e cavaquinhos, sete universitários brasileiros que se conheceram durante intercâmbio em Portugal em 2012 prometem agora reeditar a banda que criaram na Europa. Tudo leva a crer que, para a festa de réveillon deste ano, a Samba Rousseff estará de volta à ativa, desta vez em Fortaleza (CE).

O grupo surgiu no final de 2012, da união de dois intercambistas e cinco bolsistas do programa Ciência Sem Fronteiras (CsF) que chegaram à “terrinha” para estudar na Universidade do Porto. Não por acaso, o lema do conjunto, estampado nas camisas oficiais que a banda vendeu a nove euros, era “O nosso samba é sem fronteiras”.

Com um repertório que ia de Revelação, passando por Parangolé e Thiaguinho, e terminando no já consagrado sertanejo universitário, a banda Samba Rousseff embalou estudantes brasileiros, portugueses e outros europeus até meados de 2013. No começo, quase não havia ensaio para as performances. O improviso é que dava a cadência do samba.

- A gente sempre tratou a banda como uma brincadeira. A ideia era mais integrar a galera lá do Porto, já que todo mundo tinha acabado de chegar e ninguém se conhecia - explicou o estudante de Ciência da Computação, Lucas Soares, um dos vocalistas da banda.

Mas o grupo foi ganhando fãs, o que atraiu olhares de empresários portugueses. O negócio cresceu, e o Samba Rousseff já fazia shows em clubes e boates das principais cidades de Portugal, como Porto, Coimbra e Lisboa. Nesse meio tempo, parte do grupo caiu na estrada Europa afora, passando por países como a França e República Tcheca, no que ficou conhecida, em tom jocoso, como a “pequena turnê” do conjunto. Houve até uma tentativa de gravação de DVD oficial:

- Isso foi uma casa de show que quis gravar um DVD nosso. A gente chegou a fazer o show lá, mas o cara responsável pelo som cometeu uns erros, e ficou muito ruim o produto final. Ficou só a história pra contar mesmo - disse o estudante de engenharia da PUC-Minas, Filipe Batista, responsável pelo banjo.

Em junho de 2013, enquanto brasileiros por aqui tomavam as ruas nos maiores protestos do país nos últimos 20 anos, o Samba Rousseff de pagode fazia sua despedida dos palcos, com direito a vídeo em que a trilha sonora era “O show tem que continuar”, de Arlindo Cruz. O motivo era o fim do período de intercâmbio de parte dos integrantes da banda.

Meses depois, com todos no Brasil, os pagodeiros fizeram uma reedição especial do Samba Rousseff no carnaval de Diamantina (MG). Mas como um deles mora em Santa Catarina, outro na Bahia, e um no Ceará, a banda não pode fazer mais shows ao longo de 2014. Esse período de jejum pode ser quebrado, no entanto, no réveillon de Fortaleza.

- Seria só algo pontual mesmo, porque um de nós mora lá. Mas como cada um mora em um lugar, não deu para manter - lamentou Lucas.

DILMA CRITICA FALTA DE EMPENHO NO CsF

Apesar da agenda cheia, os membros do Samba Rousseff garantem que conseguiram conciliar a parte artística com o lado acadêmico. Todos afirmaram que os shows aconteciam nas férias do Hemisfério Norte, apesar de na página do Facebook da banda constar que o grupo teve apresentações ao longo de todo o primeiro semestre de 2013.

- A galera achava que a gente só fazia pagode e tal, mas o povo da banda era bem dedicado à universidade, era mais em fins de semana mesmo, tanto que apareceram uns empresários querendo gerenciar a banda, mas a gente deixava claro que esse não era nosso foco. Mesmo porque quatro membros da banda, além de estudar, conseguiram estágio. Durante a semana a gente nem se encontrava direito - afirmou Filipe.

O mesmo relato é dado por Lucas. Segundo ele, apesar de não se aplicar aos integrantes do Samba Rousseff, houve casos de bolsistas do CsF que desviavam a finalidade das bolsas de estudo. Para ele, o controle ainda era relaxado no início do programa.

- O que faltou por parte do CNPq, na minha opinião, foi notificar de alguma forma aqueles alunos que saíam da curva. Pensando no tanto bolsista do CSF, isso obviamente aconteceria. Mas o programa estava no início, e o processo ainda não era muito bem definido. Pelo que conversei com as pessoas que foram depois de mim, essa cobrança já é feita com muito mais rigor.

Confira o vídeo de despedida do Samba Rousseff.



- Nosso foco era a faculdade e o samba aparecia como uma forma de alívio da rotina de estudos. Consegui conciliar firmemente com as cadeiras cursadas e com estágio que desenvolvia na faculdade do Porto. Realmente o samba foi um dos pontos marcantes do meu intercâmbio - garante o estudante de engenharia, Henrique Coimbra.

Em coletiva de imprensa no Palácio do Alvorada na noite desta quinta-feira, a presidente Dilma Rousseff disse que casos de estudantes que não se dedicam ao Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) são minoria. “Os que fizerem isso são pessoas que estão desmerecendo o país, lamentavelmente”, disse Dilma, que acrescentou, “isso não é significativo em relação aos que estão lá, não é”.

Dilma referia-se à matéria publicada pela Agência Brasil sobre reclamação feita pela Universidade de Southampton, no Reino Unido. Um e-mail enviado aos alunos pela Science without Borders UK, parceira internacional do programa no Reino Unido, dizia que a instituição cogitou “deixar de oferecer estágios para estudantes no futuro” pela falta de dedicação dos estudantes brasileiros. O estágio é um componente central da bolsa e também um elemento obrigatório.

Dias depois, em novo e-mail ao qual O GLOBO teve acesso, a SWB pediu desculpas aos estudantes. Na mensagem, assinada pela diretora-assistente de Programas e Operações da empresa, Tania Lima, é dito que o alerta era para “poucos alunos”. E continua: “Por favor, aceite meu sincero pedido de desculpas por isso. Nós não queríamos inferir que você pessoalmente não está se esforçando”. Leia a mensagem na íntegra, em inglês.

No entanto, ao GLOBO, a SWB informou que o e-mail não era para ser enviado a ninguém, e que o episódio ocorrera apenas por um “erro administrativo”. A instituição parceira do CsF ressaltou que os estudantes brasileiros têm um “impacto positivo” nos campi e que, frequentemente, as universidades britânicas os elogiam.

Nesta sexta-feira, a SWB enviou novo e-mail aos estudantes, muitos dos quais já teriam até regressado ao Brasil, reiterando o pedido de desculpas devido à repercussão do episódio na imprensa brasileira. Assinada pela gerente para América Latina, Sara Higgins, a mensagem informa que, quando as reclamações foram enviadas aos alunos, a direção da empresa pediu para que novo e-mail fosse mandado, com pedido de desculpas. No entanto, este só teria sido direcionado a oito dos 38 bolsistas.

O CsF foi lançado em 2011, com o objetivo de promover a mobilidade internacional de estudantes e pesquisadores e incentivar a visita de jovens pesquisadores altamente qualificados e professores seniores ao Brasil. Oferece bolsas, prioritariamente nas áreas de ciências exatas, matemática, química, biologia, das engenharias, das áreas tecnológicas e da saúde. A meta é oferecer 101 mil bolsas até o final deste ano.



DILMA envergonha o BRASIL ao defender os TERRORISTAS do Estado Islâmico






A estupidez da política externa brasileira não reconhece limites.
Não recua diante de nada.
Não recua diante de cabeças cortadas.
Não recua diante de fuzilamentos em massa.
Não recua diante da transformação de mulheres em escravas sexuais.
Não recua diante do êxodo de milhares de pessoas para fugir dos massacres.
Não recua diante da conversão de crianças em assassinos contumazes.
A delinquência intelectual e moral da política externa brasileira, sob o regime petista, não conhece paralelo na nossa história.

A delinquência intelectual e moral da política externa brasileira tem poucos paralelos no mundo — situa-se abaixo, hoje, de estados quase-párias, como o Irã e talvez encontre rivais à baixura na Venezuela, em Cuba e na Coreia do Norte.

Nesta terça, na véspera de fazer o discurso de abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, a ainda presidente do Brasil fez o impensável, falou o nefando, ultrapassou o limite da dignidade. Ao comentar os ataques dos Estados Unidos e aliados às bases do grupo terrorista Estado Islâmico, na Síria, disse a petista:

“Lamento enormemente isso (ataques aéreos na Síria contra o EI). O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU. Eu não acho que nós podemos deixar de considerar uma questão. Nos últimos tempos, todos os últimos conflitos que se armaram tiveram uma consequência: perda de vidas humanas dos dois lados. Agressões sem sustentação aparentemente podem dar ganhos imediatos, mas, depois, causam prejuízos e turbulências. É o caso do Iraque, está lá provadinho. Na Líbia, a consequência no Sahel. A mesma coisa na Faixa de Gaza. Nós repudiamos sempre o morticínio e a agressão dos dois lados. E, além disso, não acreditamos que seja eficaz. O Brasil é contra todas as agressões. E, inclusive, acha que o Conselho de Segurança da ONU tem de ter maior representatividade, para impedir esta paralisia do Conselho diante do aumento dos conflitos em todas as regiões do mundo”.

Nunca a política externa brasileira foi tão baixo. Trata-se da maior coleção de asnices que um chefe de estado brasileiro já disse sobre assuntos internacionais.

A fala de Dilma é moralmente indigna porque se refere a “dois lados do conflito”, como se o Estado Islâmico, um grupo terrorista fanaticamente homicida, pudesse ser considerado “um lado” e como se os EUA, então, fossem “o outro lado”.

A fala de Dilma é estupidamente desinformada porque não há como a ONU mediar um conflito quando é impossível levar um dos lados para a mesa de negociação. Com quem as Nações Unidas deveriam dialogar? Com facínoras que praticam fuzilamentos em massa?

A fala de Dilma é historicamente ignorante porque não reconhece que, sob certas circunstâncias, só a guerra pode significar uma possibilidade de paz. Como esquecer — mas ela certamente ignora — a frase atribuída a Churchill quando Chamberlain e Daladier, respectivamente primeiros-ministros britânico e francês, celebraram com Hitler o “Pacto de Munique”, em 1938? Disse ele: “Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra e terão a guerra”.

A fala de Dilma é diplomaticamente desastrada e desastrosa porque os EUA lideram hoje uma coalizão de 40 países, alguns deles árabes, e conta com o apoio do próprio secretário-geral da ONU, Ban ki-Moon.

A fala de Dilma é um sarapatel de ignorâncias porque nada une — ao contrário: tudo desune — os casos do Iraque, da Líbia, da Faixa de Gaza e do Estado Islâmico. Meter tudo isso no mesmo saco de gatos é coisa de uma mente perturbada quando se trata de debater política externa. Eu, por exemplo, critiquei aqui — veja arquivo — a ajuda que o Ocidente deu à queda de Muamar Kadafi, na Líbia, e o flerte com os grupos que se organizaram contra Bashar Al Assad, na Síria, porque avaliava que, de fato, isso levaria a uma desordem que seria conveniente ao terrorismo. Meus posts estão em arquivo. Ocorre que, hoje, os terroristas dominam um território imenso, provocando uma evidente tragédia humanitária.

A fala de Dilma é coisa, de fato, de um anão diplomático, que se aproveita de uma tragédia para, uma vez mais, implorar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança de ONU. O discurso da presidente do Brasil só prova por que o país, infelizmente, não pode e não deve ocupar aquele lugar. Não enquanto se orientar por critérios tão estúpidos.

Ao longo dos 12 anos de governos do PT, muita bobagem se fez em política externa. Os petistas, por exemplo, condenaram sistematicamente Israel em todos os fóruns e se calaram sobre o terrorismo dos palestinos e dos iranianos. Lula saiu se abraçando com todos os ditadores muçulmanos que encontrou pela frente — incluindo, sim, o já defunto Kadafi e o antissemita fanático Mahmoud Ahmadinejad, ex-presidente do Irã. Negou-se a censurar na ONU o ditador do Sudão, Omar al-Bashir, que responde pelo assassinato de 400 mil cristãos. O Brasil tentou patrocinar dois golpes de estado — em Honduras e no Paraguai, que depuseram legitimamente seus respectivos presidentes. Endossou eleições fraudadas na Venezuela, deu suporte ao tirano Hugo Chávez e ignorou o assassinato de opositores nas ruas, sob o comando de um louco como Nicolás Maduro.

E, como se vê, ainda não era seu ponto mais baixo. Dilma, nesta terça, deu o seu melhor. E isso quer dizer, obviamente, o seu pior. A vergonha da política externa brasileira, a partir de agora, não conhece mais fronteiras.

Pois eu faço um convite: vá lá, presidente, negociar com o Estado Islâmico. Não será por falta de preparo que Vossa Excelência não chegará a um bom lugar.








Mesmo para os padrões nefastos do PT, o que a presidente Dilma disse sobre os ataques liderados pelos Estados Unidos aos terroristas do Estado Islâmico foi mesmo inacreditável. Dilma simplesmente colocou em pé de igualdade o governo americano e os insanos que degolam todos os “infiéis”, e ainda propôs como saída o “diálogo”. Com os terroristas? Eis o que disse nossa “presidenta”:

Lamento enormemente isso (ataques aéreos na Síria contra o EI). O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, o acordo e a intermediação da ONU. Eu não acho que nós podemos deixar de considerar uma questão. Nos últimos tempos, todos os últimos conflitos que se armaram tiveram uma consequência. Perda de vidas humanas dos dois lados, agressões sem sustentação aparentemente podem dar ganhos imediatos, mas depois causam prejuízos e turbulências. É o caso do Iraque, está lá provadinho. Na Líbia, a consequência no Sahel. A mesma coisa na Faixa de Gaza.

A melhor forma é sempre o diálogo? Será que a presidente Dilma acha que Churchill deveria ter convidado Hitler para um chá das cinco? Será que ela pensa que o correto seria os americanos terem oferecido a outra face aos japoneses após Pearl Harbor?

Sim, o conflito tem consequência, e envolve a perda de vidas humanas (e não humanas também). Mas… qual a alternativa? Será que Dilma não sabe que a inação também tem consequência, e que pode ser muito pior, com muito mais perda de vida humana? Mas ela continuou:

Nós repudiamos sempre o morticínio e a agressão dos dois lados. E, além disso, não acreditamos que seja eficaz. O Brasil é contra todas as agressões. E inclusive acha que o Conselho de Segurança da ONU tem que ter maior representatividade, para impedir esta paralisia do Conselho diante do aumento dos conflitos em todas as regiões do mundo.

Aqui o leitor entendeu direito mesmo: Dilma está colocando no mesmo patamar o ataque de terroristas a inocentes e a reação de governos democráticos para impedir que o massacre dos terroristas continue. É uma abjeta equivalência moral que mistura agressor e agredido, como se não houvesse diferença. Sabemos que, no fundo, quem faz isso defende a escória, o pior lado, os assassinos, os terroristas.

Será que é corporativismo? Afinal, como todos sabem, Dilma já foi uma terrorista também, ligada ao VAR-Palmares e ao Colina, que justificavam quaisquer meios para implantar o comunismo no Brasil. Seria nostalgia dos tempos de Estela? Mas para tudo há limite, até para o “espírito de corpo”.

Dilma está comparando uma enorme coalizão liderada pelos americanos com os mais sanguinários terroristas islâmicos, que fazem até a Al Qaeda rejeitar seus métodos. Além dos Estados Unidos, os ataques contam com o apoio de Rússia, Irã, Assad, Hezbollah, Arábia Saudita, Qatar e até França, todos unidos contra o ISIS. Mas Dilma é contra, repudia o ataque, e quer o diálogo!

Tenho, então, uma sugestão, que transformo em campanha do blog: que Dilma vá lá, sem burca e munida apenas com seu “dilmês”, tentar dialogar com os fanáticos do Estado Islâmico. O que ela tem a perder além da cabeça oca? Vá, Dilma, converse com os terroristas do ISIS e lhes ofereça carinho e compreensão. Tem meu apoio…

OSSAMI SAKAMORI: Vou desenhar o porque sou Aécio 45...


 ... Aécio 45, tem apoio popular






... sei quem vai tocar a economia.


... tem apoio de uma Fernanda Montenegro.


... tem uma família.


... na presidência, teremos uma primeira dama.


... é contra o jogo de faz de conta.


... não está comprometido com MST, como ambas.


... não tem padrinho político como Lula.


... não é poste do Lula.


... não tem relação estranha para assaltar Petrobras.


... não diz uma coisa e faz outra.


... não tem comprometimento com roubalheira.


... não ficou US$ bilionário como o Lula.


... não é chefe da quadrilha.


... tem mais... mas, basta, não é?

Sou Aécio 45, uai?


Ossami Sakamori
@SakaSakamori

Monsanto vence na Justiça briga pelo pagamento de direitos por uso da semente geneticamente modificada

Cobrança era questionada pela Federação dos Trabalhadores na Agricultora no Estado (Fetag-RS)

por Gisele Loeblein no Zero Hora

A briga que a Federação dos Trabalhadores na Agricultora no Estado (Fetag-RS) e sindicatos rurais gaúchos travam na Justiça contra a Monsanto sobre o pagamento de royalties lembra a história bíblica da luta entre Davi e o Golias. No episódio, o temido gigante acaba sendo derrotado.

Por ser detentora da tecnologia transgênica da soja, presente em 93,2% das lavouras brasileiras e 99,2% das plantações gaúchas, a multinacional é o gigante. Os produtores gaúchos foram os desafiantes, questionando diferentes pontos sobre a cobrança dos royalties. O argumento da Monsansto é de que a cobrança remunera a empresa pelos investimentos em pesquisas para desenvolver novas tecnologias.

O grande problema, que fez os gaúchos resistirem durante tantos anos – a ação é de 2009 –, está na forma como a empresa cobra. Além de uma quantia pelo hectare plantado, inclui um percentual sobre a produção.

Ao longo do caminho, outros Estados também chegaram a questionar a cobrança, mas acabaram optando por acordos.

– A Monsanto age como se fosse o Estado. Em que outro país do mundo cobra sobre a safra? – questiona Jane Berwanger, a advogada da Fetag no processo.

Nesta quarta-feira, os produtores gaúchos perderam uma batalha contra a gigante, depois de terem obtido vitória em primeira instância. Como ainda cabe recurso sobre o resultado, a disputa continua. 

Por ora, fica o efeito pedagógico de que é possível brigar de igual para igual com uma gigante. Vencer a briga já é outra história.

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