A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quinta-feira, setembro 25, 2014

FLAVIO CORRÊA: A DEMOCRACIA A PERIGO




Meu amigo Leonel Brizola dizia que se pesquisa ganhasse eleição não precisava votar. Era só perguntar para a família Montenegro, dona do IBOPE, e preparar a cerimônia de posse. Muito mais fácil e mais barato. O país não precisaria encher o saco de milhões de eleitores que são obrigados por lei a comparecer às urnas nem gastar os tubos numa eleição desse porte, cujo resultado já teria sido antecipado.

Mas a verdade não é bem assim. Como diz o ex-governador Alberto Goldman em artigo de sexta na Folha de S. Paulo, “em eleição tudo pode acontecer”. E os exemplos abundam: em 1989, o desconhecido Fernando Collor embolsou a sucessão de Sarney; FHC perdeu a eleição para prefeito de São Paulo 48 horas antes da eleição, por causa de uma besteira que disse dois dias antes de confirmar as pesquisas; Luiza Erundina ganhou a Prefeitura de São Paulo na última semana, em 1988, atropelando o então poderoso Paulo Maluf, etc. etc. Portanto, temos que concordar com Brizola: só no dia 26 de outubro, data do segundo turno, saberemos quem vai ser o próximo presidente, ou presidenta.

Enquanto isso, a selvagem campanha de desconstrução de Marina vai surtindo seus efeitos, acendendo uma chama de esperança para Aécio. A rejeição a ela, que está sendo retratada em comerciais de TV como tirando a comida da boca das criancinhas ou como a Dilma com outra roupa, afogando a tese da renovação, está aumentando vertiginosamente (era 11% agora é 21%), enquanto o candidato do PSDB sobe uns pontinhos e o continuísmo já empata no segundo turno. Aliás, falando de continuísmo, se existe uma tal de “herança maldita” da era FHC é a da reeleição, que permite que o mandatário de plantão utilize ao seu bel prazer a imensa máquina estrutural e financeira que o governo proporciona, transformando o pleito numa disputa desigual. Menos na minha terra, o Rio Grande do Sul. Os gaúchos não reelegem ninguém para o Palácio Piratini. Se não foi bom governador em quatro anos certamente não o será nos próximos quatro, e renovam. Tanto é que a Ana Amélia vai ganhar fácil do Tarso Genro.

Quanto ao cenário nacional, paciência: vamos ter que esperar mais algumas semanas para saber se o PT vai continuar mandando e desmandando no País

Mas seja lá quem for eleito, a herança será pesada. Não só no âmbito social e econômico, cujos problemas crescentes estamos carecas de saber, mas principalmente na defesa da democracia.

Não fora o famigerado Decreto Lei Nº 8243/14 da Presidência da República, que institui a Nova Política Nacional de Participação Social, que na prática cria os sovietes, atentado despudorado contra o sistema representativo consagrado na Constituição de 1988, e sobre o qual não me canso de falar, estamos agora diante de outra punhalada de grandes proporções: impulsionada pelos “partidos da base”, está em julgamento no Supremo Tribunal Federal a Ação Direta de Inconstitucionalidade que proíbe doação de empresas privadas a partidos e candidatos que, por incrível que pareça, parece já contar com a maioria dos votos dos Ministros do STF…

Se esta insanidade for aprovada, é claro que vão crescer exponencialmente a doações ilegais, passando para os Alberto Youssefs e Paulo Robertos da vida o controle do caixa.

Como nos alerta o jornalista Reinaldo Azevedo na revista Veja, “será que não é emblemático que seja justamente o PT – um dos partidos que mais apelaram aos serviços de Yussef – a legenda especialmente empenhada em proibir as doações legais de empresas privadas e instituir o financiamento público de campanha?”.

Como eu venho dizendo constantemente, parece que o Brasil é mesmo o único país do mundo no qual a perspectiva é pior do que a realidade.

A não ser que possamos realmente reformar o processo, e mais do que isso, o pensamento político, sepultando de vez a filosofia dos Marx, Gramsi, Fidel Castro e Hugo Chaves da vida, cujos seguidores tupiniquins utilizam para intranquilizar nossas vidas e colocar em risco nossa liberdade.

Espero que não percamos esta oportunidade.


Faveco (Flávio Corrêa) é jornalista, publicitário e presidente da Brandmotion Consultoria de Fusões e Aquisições

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