A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

terça-feira, abril 15, 2014

APARELHAMENTO DO ESTADO PELO PT: Servidores do IBGE reagem ao aparelhamento petista. Bravos!

Do Blog do Orlando Tambosi
 
Traduzindo a matéria do Estadão: os servidores são contra a suspensão da divulgação do Pnad Contínua - medida tomada com evidentes interesses ideológico-partidários, e não por razões técnicas. Aposto que os dados sobre emprego são catastróficos para candidata-presidente-gerentona Dilma:

Servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) participarão de um ato nesta quarta-feira, 16, para protestar contra a crise institucional que se instalou no órgão após a suspensão das divulgações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), na semana passada. Segundo o Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Fundações Públicas Federais de Geografia e Estatísticas (ASSIBGE), centenas de trabalhadores paralisarão as atividades para uma manifestação em frente à sede da Avenida Chile, no centro do Rio de Janeiro, às 10h. Também estão previstos atos coordenados pelo sindicato em outras filiais do IBGE pelo Brasil.

O prédio do órgão na Avenida Chile abriga a Diretoria de Pesquisas, que era comandada pela diretora Marcia Quintslr. Marcia pediu exoneração do cargo por não concordar com a decisão de adiar a próxima divulgação da Pnad Contínua apenas para 6 de janeiro do ano que vem. A medida também motivou o pedido de exoneração da ex-coordenadora-geral da Escola Nacional de Ciências Estatísticas (Ence) Denise Britz do Nascimento Silva.
crise começou com o anúncio da presidente do instituto, Wasmália Bivar, na quinta-feira passada, de que a Pnad Contínua ficaria suspensa para que fosse montada uma força-tarefa para aprimorar a metodologia de cálculo da renda domiciliar per capita, de forma a atender as exigências previstas na Lei Complementar nº 143/2013. De acordo com a legislação, o indicador passa a servir como base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE).
Após a saída de Marcia e Denise, 18 coordenadores enviaram carta ao conselho diretor do IBGE ameaçando uma entrega de cargos coletiva caso a decisão não fosse revista. Ontem, outros 45 técnicos ligados à pesquisa também divulgaram carta aberta em que negam a necessidade de suspender o cronograma de divulgações ou revisar a metodologia da Pnad.
O Departamento de Comunicação do instituto afirma que a paralisação de funcionários não atrapalha a divulgação de duas pesquisas previstas para amanhã: a Pesquisa Mensal de Serviços referente a fevereiro e a publicação "Redes e Fluxos do Território: Gestão do Território". Estão previstas entrevistas coletivas para a imprensa também em dependências do instituto no centro do Rio, mas na sede da Avenida Franklin Roosevelt, onde fica a presidência do IBGE.

RECORDAR É VIVER: Na Folha em 14/11/2010: Petrobras tem 43 contratos com marido de Graça Foster

Publicado na Folha em 14/11/2010


Negócios saltaram em 2007, quando Graça Foster assumiu diretoria da estatal
Engenheira é cotada para assumir cargo no 1º escalão do governo Dilma; Petrobras nega que haja favorecimento
FERNANDA ODILLA
DE BRASÍLIA


A empresa do marido de Maria das Graças Foster, nome forte para o primeiro escalão do governo Dilma Rousseff, multiplicou os contratos com a Petrobras a partir de 2007, ano em que a engenheira ganhou cargo de direção na estatal.

Nos últimos três anos, a C.Foster, de propriedade de Colin Vaughan Foster, assinou 42 contratos, sendo 20 sem licitação, para fornecer componentes eletrônicos para áreas de tecnologia, exploração e produção a diferentes unidades da estatal.

Entre 2005 e 2007, apenas um processo de compra (sem licitação) havia sido feito com a empresa do marido de Graça, segundo a Petrobras.

A C.Foster, que já vendeu R$ 614 mil em equipamentos para a Petrobras, começou na década de 1980 com foco no setor de óleo e gás, área hoje sob a responsabilidade de Graça Foster.

Funcionária de carreira da Petrobras, Graça é cotada para um cargo no primeiro escalão do governo dilmista, como a presidência da Petrobras, a Casa Civil, a Secretaria-Geral da Presidência ou outro posto próximo da presidente eleita, de quem ganhou confiança.

Foi por indicação de Dilma que Graça ganhou, a partir de 2003, posições de destaque no Ministério de Minas e Energia, Petroquisa e BR Distribuidora e, há três anos, assumiu a diretoria de Gás e Energia da Petrobras.

Antes de a C.Foster firmar esses 42 contratos com a Petrobras, a relação de Graça com a empresa do marido, Colin Vaughan Foster, já havia gerado mal-estar.

Em 2004, uma denúncia contra a engenheira, relacionada ao suposto favorecimento à empresa do marido, foi encaminhada à Casa Civil.

O então ministro José Dirceu pediu esclarecimentos ao Ministério de Minas e Energia, sob o comando de Dilma. A fonte da denúncia não é identificada nos documentos obtidos pela Folha.

Na ocasião, foram listados dois contratos da C. Foster com a estatal: um de 1994, e outro, de 2000.

Coube à própria Petrobras elaborar um ofício com explicações sobre duas investigações internas envolvendo Graça no período em que ela era gerente do Cenpes (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras).

Sem detalhar as apurações, a Petrobras informou no ofício que durante as entrevistas "surgiram críticas contundentes" a Graça Foster e alguns empregados agregaram "denúncias de irregularidades nos negócios com a C.Foster".

O documento diz ainda que foram encontradas "evidências de que houve prejuízos à Petrobras", mas não revela o tamanho nem os responsáveis por ele.

A Petrobras informou no documento que a "comissão não encontrou provas de má-fé ou intuito de auferir vantagens financeiras".

Em defesa de Graça Foster, a estatal destacou ainda no documento que a engenheira informou ao assumir o cargo que se casou com o dono da C.Foster em 1994, depois de 13 anos de namoro.


TEMPERAMENTO
O ofício diz que "não ficou caracterizada a existência de prática de crime ou improbidade administrativa", mas enfatizava o temperamento difícil da engenheira.

"Cumpre agregar que nas declarações prestadas, verificou-se que Maria das Graças era objeto de restrições por grande parte do pessoal de seu setor, dado principalmente, como veio externar a comissão, "o modo com que tratava seus subordinados'", diz o ofício da Petrobras para a Casa Civil.

Assim como a presidente eleita, a diretora da Petrobras carrega a fama de dura, exigente e agressiva.

Se vingar a ideia de Dilma de "desidratar" a Casa Civil, aumentam as chances de Graça ser nomeada ministra. A avaliação da equipe de transição é a de que a diretora da Petrobras não tem jogo de cintura para chefiar um superministério.

AUGUSTO NUNES: Joaquim Barbosa precisa conhecer o vídeo de estreia de Rodrigo Grassi

o meliante homiziado no Congresso ordena ao ministro que passe o Carnaval no Bola Preta




Depois de processar o jornalista Ricardo Noblat por ter enxergado uma ofensa racista que não houve, o ministro Joaquim Barbosa preferiu não escutar insultos criminosos berrados a poucos metros dos seus ouvidos por Rodrigo Grassi, assessor da deputada federal Erica Kokay. “Nem notei”, minimizou Barbosa. “Quando fui notar, já estava dentro do carro. Foi quando eu vi que eram três, quatro pessoas se manifestando. O Brasil é uma democracia, faz parte das liberdades”. A brandura do ministro animou a parlamentar do PT do Distrito Federal a absolver liminarmente o subordinado.

“Ele não estava em horário de trabalho”, alegou a chefe do caso de polícia. ”Não vou entrar no mérito se ele agiu corretamente. O que posso dizer é que não estava em horário de trabalho e nem estava representando o gabinete. Ele só representa quando está a serviço. E ele cumpre sua jornada de trabalho absolutamente dentro daquilo para o que é contratado”. Conjugados, o equívoco de Barbosa e o cinismo da deputada autorizam um funcionário do Congresso a agir, assim que o expediente termina, com a selvageria dos bucaneiros de torcida organizada.

O que muda é o alvo: em vez de adversários do seu time, o torcedor do Fluminense atacou o chefe do Poder Judiciário. Como atesta o vídeo que documentou a agressão, o ministro foi provocado com palavras de ordem que celebram o presidiário José Dirceu e acusado aos gritos de projeto de ditador, autoritário, tucano e corrupto. Pela reação misericordiosa, não ouviu nada de mais. Talvez mude de ideia, e descubra que está lidando com um reincidente sem cura, depois de apresentado ao vídeo acima, que registra a estreia de Rodrigo Grassi no combate ao inimigo de toga. Embora tenha sido divulgado antes da agressão ocorrida em Brasília, só virou sucesso de público na internet quando o protagonista pousou no noticiário político-policial.

Batizado de “Recado pro Joaquim Barbosa”, assim começa o desfile de abjeções:

“Eu queria mandar aqui um recado pra o ministro Joaquim Barbosa, o Batman da VEJA, das elites e da Rede Globo: Oh, ministro, quer dizer então que o único que detém saber jurídico, o único que vota de acordo com o jurisdiquês é o senhor? Quer dizer então que quem votar em desacordo com Vossa Excelência é político, é isso? Seu autoritário!”.

Sem camisa, de óculos escuros, carregando no sotaque carioca, o quarentão que prolonga os fios traseiros para disfarçar o desmatamento dos cabelos da frente sublinha o falatório com o tom cafajeste dos que se julgam condenados à perpétua impunidade:

“Outra coisa: já que o senhor é o bonzinho, o senhor é o santinho, explica aí para a sociedade como foi que o senhor comprou à vista um apartamento, um milhão de dólares, em Miami? Explica aí que o senhor se apropriou do endereço do seu apartamento funcional para criar uma empresa particular. Explica, ministro! Explica também como é que o senhor tem utilizado as passagens aéreas do Supremo para o senhor, para a sua esposa, para eventos que nada têm a ver com o Supremo. Explica, ministro!” O atrevimento chega ao climax no fecho nos segundos finais: “Então, senhor ministro, tá brabinho? Tá com raivinha?. Vai pular o Carnaval. Aproveita o Carnaval aí. Pega uma daquelas máscaras de Vossa Excelência que ficou encalhada, que ninguém quis comprá lá e vai cantá lá: Lugar quente é na cama ou então no Bola Preta. Quebrou a cara, seu coxinha!”

Especialmente sensível a insinuações racistas, Joaquim Barbosa decerto enxergará o que está embutido na escolha do bloco carnavalesco. O delinquente sustentado com o dinheiro dos pagadores de impostos poderia ter sugerido, por exemplo, a Banda de Ipanema. Não foi por acaso que ordenou ao ministro que se juntasse ao Bola Preta. Gente assim parece perigosa, mas nem precisa de castigos duros para ficar exemplarmente mansa. A valentia dos rodrigos grassis não dura mais que uma semana na cadeia.


REINALDO AZEVEDO: Sheherazade - SBT cede à patrulha dos autoritários e cassa as opiniões da jornalista

SBT cede à patrulha e corta as opiniões de Sheherazade. Na TV aberta brasileira, pode mostrar o traseiro e o bilau; pode transformar o vocabulário numa latrina; só não pode dar uma opinião contrária à das milícias do PSOL, do PCdoB, do PT e dos autoritários e imbecis de maneira geral



O SBT cedeu à pressão, ao alarido e à gritaria dos censores em tempos democráticos e decidiu proibir os comentários da jornalista Rachel Sheherazade. Os autoritários, os imbecis e os esquerdopatas estão felizes. São, ademais, mentirosos porque fingem uma indignação que não têm para alimentar os preconceitos que têm. Na origem da polêmica, está um comentário que Sheherazade fez no ar quando um jovem assaltante foi detido por moradores e atado a um poste. Já escrevi um post a respeito no dia 10 de fevereiro. Embora eu não endosse o comentário da jornalista, É UMA MENTIRA ESCANDALOSA QUE ELA TENHA APOIADO AQUELE TIPO DE TRATAMENTO.

Ela disse outra coisa. Afirmou que, numa sociedade em que o estado é omisso e em que a violência se dissemina, é “compreensível” aquela atuação da população. Dias depois, diga-se, o rapaz foi detido novamente por suas vítimas habituais. Para não apanhar, começou a gritar: “Eu sou o do poste. Sabe com quem está falando?”. Ele sabia que os cretinos deslumbrados o tinham tornado uma celebridade.

Certamente haverá um bando de tontos, inclusive no meio jornalístico, aplaudindo a decisão, sem se dar conta de que está botando a própria cabeça na guilhotina. É mentira que Sheherazade esteja sendo punida por aquela opinião. Ela está sendo calada porque não emite, na TV, pontos de vista considerados consensuais; porque não lustra os preconceitos politicamente corretos que tomam conta da TV aberta; porque não segue, enfim, a manada.

Vocês já se deram conta do vocabulário que se tornou usual nas TVs brasileiras — sem exceção — a partir das 21h? Temas de relativa complexidade moral — de dilemas éticos à questão da sexualidade — são levados em cena aberta, e é certo que há crianças do outro lado da tela, não é? Ah, mas em matéria se sexualidade, de formação familiar, de consumo de drogas, de desassombro vocabular, mesmo quando, reitero, há crianças envolvidas inclusive nas cenas, aí somos todos libertários; aí ninguém quer correr o risco de parecer reacionário; aí a mãe pode levar o filho para o ambiente em que mantém flertes lésbicos. Afinal, o que é que tem? Lesbianismo é comum.

E não serei eu aqui a dizer que seja incomum, não é? Não estou defendendo censura nenhuma, antes que algum bobalhão leia que o que não está escrito. Eu já disse que não brigo com TVs, com programas de humor na Internet, com nada disso. Defendo apenas que se desligue a TV e que não se veja o tal programa. E pronto!  Mas sigamos. Aprendi, dada a educação moral e cívica ora em  vigência, que um gay esmagado pelo pai pode sequestrar e jogar uma criança no lixo, tentar matar uma pessoa, financiar o sequestro dessa mesma criança; chantagear, extorquir, fazer o diabo. Se ele descobrir o amor verdadeiro e se isso significar a adesão da maior emissora do país a uma causa “progressista”, tudo vale a pena. O bandido merece perdão. Já a bandida heterossexual morre eletrocutada numa cerca para deixar de ser safada. O pai homofóbico termina seus dias babando e dependendo daquele a quem tanto hostilizou. Quem mandou ser tão malvado e, em certa medida, literalmente cego de heterossexualismo e machismo? E não duvido que muitas mulheres tenham achado “liiinda” a novela misógina. O Brasil está ficando burro.

Essa mesma televisão, no entanto, não pode comportar as opiniões de Rachel Sheherazade. Quais opiniões? Aquela de que é “compreensível” que a população se revolte e decida fazer justiça. Não! Ninguém nem está ligando pra isso. O problema são as outras opiniões que ela tem. Se há manifestantes violentos nas ruas, em vez de ela verter a baba adesista, tão comum hoje em dia, ela critica; se bandidos cometem atrocidades, em vez de ela se compadecer com a suposta origem social da violência — uma mentira! —, ela pede cadeia; se há invasão de propriedade privada, em vez de ela se solidarizar com invasores, deixa claro que aquele não é o caminho.

Isso não pode! Sheherazade poderia estar emitindo opiniões com esse conteúdo em qualquer democracia do mundo. Não na nossa! Na nossa democracia, todos têm de estar alinhados com os cânones do pensamento politicamente correto. Ou não pode trabalhar. Vejam os debates sobre os 50 anos do golpe militar de 1964. Eu falei “debates”? Uma ova! Não houve! Ao contrário: sob o pretexto de que todos defendemos a democracia, o que se viu nas TVs foi um espetáculo de mistificação. Mais um pouco, João Goulart só não foi chamado de competente…

PCdoB e PSOL PCdoB e PSOL resolveram recorrer ao Ministério Público contra Sheherazade. Pedem abertamente a cabeça da jornalista, ameaçando a emissora com o corte de verbas de publicidade oficial. PCdoB e PSOL falando em nome da democracia? Dois partidos que defendem a ditadura chavista? Que defendem a ditadura cubana? Que defendem regimes que prendem pessoas por delitos de opinião? Que se alinham com as milícias bolivarianas?

Quem vai dar aula de tolerância a Rachel Sheherazade? A deputada Jandira Feghali? O partido que, até outro dia, foi flagrado em relações incestuosas com ONGs de mentirinha para enfiar a mão no dinheiro público? Que ainda não perdoou Krushev? Nem chego a considerar a tal Jandira um ser da nossa era! Espero que ela não tente me calar também!

Muito bem! Agora Sheherazade não vai mais emitir opiniões. O Brasil ficou melhor por isso? Teremos, agora, mais liberdade de expressão? A verba publicitária oficial pode ser usada por veículos de comunicação que defendem abertamente a roubalheira havida na Petrobras, mas não poderia ir para o SBT porque havia lá uma jornalista que dizia coisas incômodas. Considerando o padrão da TV aberta brasileira, Sheherazade é que virou um problema? Mostrar o traseiro e o bilau em reality show pode, mas afirmar que a população, sem estado, acaba fazendo justiça com as próprias mãos é proibido? Engraçado! Na democracia americana, a bunda e o bilau na TV abertas seriam proibidos, mas a opinião política é livre. Vai ver é por isso que os EUA são os EUA, e o Brasil é o Brasil. Na novelas das nove, se podem defender a descriminação das drogas e o aborto — hoje considerados crimes pela legislação brasileira — e da pior forma possível: no modelo merchandising ideológico, de forma mais ou menos sorrateira. Mas ai de um jornalista que emita uma opinião que ofenda as polícias do pensamento!

Sobre a violência No primeiro texto que escrevi sobe o caso, tratei da questão da violência. Não se trata de saber se direitos humanos devem existir também para bandidos. Os direitos humanos, vejam que coisa!, humanos são — e deles ninguém se exclui ou pode ser excluído. Ponto final. A questão é de outra natureza: cumpre tentar entender por que esses prosélitos mixurucas, esses propagandistas vulgares, jamais se ocupam da guerra civil que está em curso no Brasil há décadas. Então os mais de 50 mil que morrem por ano no país não merecem a sua atenção?

Sei que pode parecer estranho a esses oportunistas, mas Sheherazade não amarrou ninguém. A violência que a gente vê é só um pouco da violência que a gente não vê. Os linchamentos se espalham Brasil afora. Os mais de 50 mil homicídios a cada ano no país é que mereciam uma “Comissão da Verdade”. Por que os que agora pedem a cabeça de uma apresentadora de TV jamais se ocuparam das 137 pessoas (média) que são assassinadas todos os dias no Brasil?

Os imbecis tentarão ler no meu texto o que nele não está escrito. Dou uma banana para os tolos. Quanto mais eles recorrem à tática da desqualificação, mais leitores vão chegando — e, agora, mais ouvintes também. Não dou a mínima. Não me deixo patrulhar. Sim, eu acho que os que prenderam aquele rapaz pelo pescoço têm de ser punidos. Eu acho que os que recorrem a linchamentos também têm de arcar com as consequências.

Mas acho igualmente que essa gente que decide resolver por conta própria — que também é pobre de tão preta e preta de tão pobre — merece ter estado, merece ter segurança, merece ter proteção. Se sucessivos governos se mostram incapazes de dar uma resposta — por mais que eu deteste, por mais que eu ache o caminho errado, por mais que eu tenha a certeza de que a situação só vai piorar —, as pessoas farão alguma coisa.

Parece-me que foi esse o sentido que Sheherazade deu à palavra “compreensível” — o que não implica necessariamente um endosso. Os historiadores já se debruçaram sobre os fatores que tornaram “compreensível” a eclosão dos vários fascismos na Europa do século passado ou da revolução bolchevique na Rússia. Compreender um fenômeno não quer dizer condescender com ele. Eu, por exemplo, penso que é compreensível que o PT tenha chegado ao poder, entenderam?

Ainda que, reitero, avalie que o comentário foi, sim, desastrado. Mas tentar linchar Sheherazade moralmente, aí já é um pouco demais! Estranha essa gente: defende o direito de defesa para os bandidos mais asquerosos — e nem poderia ser diferente —, mas pede a execução sumária de alguém por ter emitido uma opinião infeliz.

E por quê? E por que se silencia de maneira sistemática, contumaz, cínica, sobre a guerra civil brasileira? Num artigo da Folha, sintetizei a razão (em azul):
 
E por que esse silêncio? É que os fatos sepultaram as teses “progressistas” sobre a violência. A falácia de que a pobreza induz o crime é preconceito de classe fantasiado de generosidade humanista. A “intelligentsia” acha que pobre é incapaz de fazer escolhas morais sem o concurso de sua mística redentora. Diminuiu a desigualdade nos últimos anos, e a criminalidade explodiu. O crescimento econômico do Nordeste foi superior ao do Brasil, e a violência assumiu dimensões estupefacientes.
Os Estados da Região estão entre os que mais matam por 100 mil habitantes: Alagoas: 61,8; Ceará: 42,5; Bahia: 40,7, para citar alguns. Comparem: a taxa de “CVLI” de São Paulo, a segunda menor do país, é de 12,4 (descarta-se a primeira porque inconfiável). Se a nacional correspondesse à paulista, salvar-se-iam por ano 26.027 vidas.
Com 22% da população, São Paulo concentra 36% (195.695) dos presos do país (549.786), ou 633,1 por 100 mil. A taxa de “CVLI” do Rio é quase o dobro (24,5) da paulista, mas a de presos é inferior à metade (281,5). A Bahia tem a maior desproporção entre mortos por 100 mil e (40,7) e encarcerados: 134. Estudo quantitativo do Ipea (aqui) evidencia que “prender mais bandidos e colocar mais policiais na rua são políticas públicas que funcionam na redução da taxa de homicídios”.
Isso afronta a estupidez politicamente correta e cruel. Em 2013, o governo federal investiu em presídios 34,2% menos do que no ano anterior — caiu de R$ 361,9 milhões para R$ 238 milhões. Para mais mortos, menos investimento. Os progressistas meio de esquerda são eles. Este colunista é só um reacionário da aritmética. Eles fazem Pedrinhas. Alguém tem de dar as pedradas.

Retomo Boa parte dos que estão vociferando não está nem aí para os pobres, os humilhados etc. Esses coitados servem apenas de pretexto para aquela turma perseguir os de sempre. Não fosse assim, esses bacanas estariam mobilizados, cobrando uma ação do estado brasileiro para pôr fim ao Açougue Brasil, especializado em carne humana.

Bando de censores babacas e autoritários! Ah, sim: o SBT não proibiu apenas Sheherazade de omitir opiniões. A regra vale agora para todos os profissionais de imprensa da casa. Vai ver o Sindicato dos Jornalistas do Rio, que também havia se insurgido contra ela, está feliz. Agora, sim, é que ficou bom, certo? Claro, claro! Sempre haverá um daqueles para dizer que isso só acontece porque se trata de um meio de comunicação da burguesia. O semovente não tem dúvida de que Sheherazade deve ser censurada, mas que a opinião deve ser livre para os que emitem as opiniões “corretas”…
 
Por Reinaldo Azevedo

CENSURA: 'Senti falta do espaço de opinião', diz Sheherazade após restrição do SBT

Texto de JULIANA GRAGNANI na Folha em

 
Ao apresentar o telejornal "SBT Brasil", na noite desta segunda-feira (14), a âncora Rachel Sheherazade não fez seus habituais comentários sobre as notícias do dia. Proibida pelo SBT de dar seu parecer, a jornalista diz que sentiu falta de opinar.

"Há quatro anos, tenho me posicionado no telejornalismo. É claro que senti falta do espaço de opinião", disse a apresentadora à Folha, por e-mail.

"Quando me contratou, a empresa foi muito clara. O SBT queria minhas opiniões. E me deu plena liberdade para me expressar", diz. Mas ressalta: "Não cabe a mim discordar de uma determinação da emissora. Não fui contratada para definir as estratégias da empresa, o formato do jornal nem os rumos do jornalismo".

Ontem, o SBT informou que os jornalistas da casa não poderão mais emitir opinião em decorrência "do atual cenário" criado em torno da funcionária.

Em fevereiro, Sheherazade defendeu a a ação de um grupo que amarrou um assaltante a um poste. Também convocou quem fosse crítico daquela atitude a "adotar um bandido". As falas geraram protestos nas redes sociais e entre defensores dos direitos humanos e motivaram representações contra Sheherazade na Procuradoria-Geral da República, movidas pelos partidos PSOL e PCdoB. Em resposta, a apresentadora disse que havia "pressão política muito forte" para que ela fosse calada.

A nota divulgada pelo SBT informando sobre a mudança diz: "Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do 'SBT Brasil'".

"Acredito que as opiniões foram o grande diferencial do 'SBT Brasil' com relação aos demais telejornais. Esse foi um formato inovador, mas também arriscado. Deu certo", afirma a apresentadora. Segundo ela, a estratégia gerou mais audiência, mais anunciantes e conquistou o "público internauta".

Questionada sobre comentários que teria feito caso pudesse, na noite de ontem, a apresentadora citou as declarações feitas pela presidente Dilma Rousseff em visita a Ipojuca, em Pernambuco.

"Ela disse que iria defender com unhas e dentes a imagem da Petrobras. Ora, a imagem da estatal já está na lama. A presidente tem é que tentar salvar o que resta da Petrobras após 12 anos de dilapidação pelos corruptos."

Dilma disse que defenderá a Petrobras "em quaisquer circunstâncias e com todas as forças". Na semana passada, Lula pediu que o PT e o governo defendessem com "unhas e dentes" a estatal.

 A âncora voltou ontem de férias, depois de ter negado rumores de que fora afastada por causa da polêmica em que se envolveu.

FMVZ/Unesp realiza IV Simpósio de Medicina Equina: Síndrome Cólica

O Grupo de Estudos de Equinos (Equus) da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da e a Pró-Reitoria de Extensão da Unesp (Proex) promovem, de 25 a 27 de abril, o “IV Simpósio de Medicina Equina: Síndrome Cólica”, em Botucatu/SP.
 
O encontro pretende discutir alguns dos principais aspectos do tema, tais como: “Fatores Predisponentes à Cólica”, “Exame Clínico e Atendimento Emergencial do Paciente com Cólica”, “Questões Gerais da Indicação Cirúrgica na Cólica”, “Fisiopatologia da Inflamação em Equinos com Cólica” e “Complicações da Síndrome Cólica”, entre outros. 
 
Dentre os palestrantes estão especialistas vinculados a instituições como FMVZ/USP, Universidade Federal de Minas Gerais, além da própria Unesp.
 
As inscrições podem ser feitas até a data do evento; até o dia 20 de abril os preços são promocionais.
 
Mais informações sobre a programação e inscrições no site: www.fmvz.unesp.br
 

FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - UNESP - CÂMPUS DE BOTUCATU/SP
Assessoria de Imprensa

Unesp de Botucatu realiza IV Simpósio de Oftalmologia Veterinária

O Grupo de Estudos de Pequenos Animais (Gepa) da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Unesp, câmpus de Botucatu, promove, de 25 a 27 de abril, no Auditório Paulo Rodolfo Leopoldo, na Fazenda Lageado, o “IV Simpósio de Oftalmologia Veterinária”.
 
O destaque do evento é a participação de Gustavo A. García Sánchez, oftalmologista, membro diplomado do Colégio Latino Americano de Oftalmologistas Veterinários, que vai abordar temas como “Enfermidades da superfície ocular”, “ Manejo clínico do glaucoma”, “Manifestacões oculares das enfermidades sistêmicas”, “Eletrorretinografia e cirurgia de Catarata na prática oftalmológica”, “Neuroftalmologia em pequenos animais” e “Enfermidades hereditárias da retina”.
 
O Simpósio também conta com a participação de Fabiano Montiani Ferreira, professor associado de Oftalmologia Veterinária e Clínica Médica de Pequenos Animais na Universidade Federal do Paraná e PhD pela Universidade do Estado de Michigan, que abordará os temas “Displasia e atrofia de retina em pequenos animais: aspectos clínicos” e “Oftalmologia aplicada em aves”.
 
Mais informações, inscrições e programação completa na área de eventos do site www.fmvz.unesp.br.

FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - UNESP - CÂMPUS DE BOTUCATU/SP
Assessoria de Imprensa

ELIANE CANTANHÊDE: Quem "fere" as nossas estatais?

Artigo de Eliane Cantanhêde na Folha




Estava demorando, mas um dia ficaria clara uma das heranças malditas de Dilma: Lula tratava estatais e órgãos federais como se fossem dele, do PT e dos aliados.

Os exemplos se multiplicam, mas surge um novo fator: os funcionários de carreira das estatais e dos órgãos, desses que vestem a camisa das suas instituições, parecem cansados da ingerência política tão escrachada.
 
Dilma se dirigiu a eles em discurso ontem sobre Petrobras –não por acaso em Pernambuco, para disputar holofotes com Eduardo Campos, que anunciava Marina Silva como sua vice em Brasília.

No discurso, detalhado milimetricamente pelo marketing, Dilma prometeu ao eleitorado em geral defender a Petrobras com "todas as forças" contra "mal feitos, ações criminosas, corrupção...". E mirou a simpatia dos funcionários da principal empresa do país ao condenar "a campanha negativa" dos que, "para tirar proveito político, ferem a nossa Petrobras".

Engenheiros, técnicos, advogados, secretárias e servidores de apoio da Petrobras, porém, sabem que não há uma "campanha negativa", mas fatos: controle político de preços, perda de metade do valor de mercado, dívidas astronômicas, negócios nebulosos dentro e fora do país, simbiose entre diretores e gente de péssima reputação. Eles, os funcionários, sofrem mais do que ninguém os efeitos do aparelhamento.

Isso vale para BB, Ipea, IBGE... Lula ia além e ameaçou até transformar a Vale "numa Petrobras". E a Vale nem mais estatal é. Já imaginou? Há um "modus operandi", que, aí sim, "fere" as nossas estatais e órgãos públicos para tirar proveito político.

Bom exemplo é a mão pesada no IBGE, a la Cristina Kirchner, suspendendo a Pnad Contínua (sobre emprego) até janeiro, leia-se, depois da eleição. A diretora Marcia Quintslr pediu demissão. Quantos, como ela, estão em pé de guerra no instituto?

Rubens Ricupero dizia que "o que é bom a gente fatura, o que é ruim, esconde-se". Pagou bem caro por isso.

CENSURA: Ao censurar Rachel Sheherazade, SBT sai como perdedor

Texto de Jeff Benício no Terra TV

Tão indesejável quanto a censura é a autocensura. O SBT acaba de amarrar uma mordaça no único nome que se destacava em seu pálido telejornalismo. Rachel Sheherazade não poderá mais emitir suas opiniões no SBT Brasil. Oficialmente, a decisão se estende a todos os âncoras da emissora. "Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores", diz a nota oficial enviada à imprensa. 

Na prática, a autocensura foi a maneira encontrada para manter a jornalista no ar e, ao mesmo tempo, acalmar as várias fontes que pediram sua cabeça. De partidos políticos a anunciantes governamentais, de anônimos nas redes sociais a humorista famoso. O politicamente correto venceu. O SBT e a liberdade de expressão foram os grandes derrotados.

Acusada de incitar a violência ao apoiar a atitude de pessoas que amarraram em um poste um adolescente suspeito de roubo, a apresentadora verbalizou o pensamento de milhões de pessoas. Porém vivemos numa extrema correção política. Assumir uma opinião polêmica pode render açoitamento moral. Foi o que aconteceu. Com histórico de pensamentos considerados conservadores e até reacionários, a apresentadora se ofereceu mais uma vez como alvo — e não faltaram mãos para chicoteá-la. 

A tendência mundial é abandonar o telejornalismo "chapa branca" e aumentar o espaço do telejornalismo opinativo, que convide o telespectador a se posicionar. Na era da interatividade, o público não pode ser encaixado numa posição passiva. Precisa ser instigado, incomodado, estimulado a refletir sobre os assuntos do dia a dia. Quando os jornalistas dizem exclusivamente aquilo que a maioria do público quer ler, ouvir ou ver, o jornalismo perde uma de suas funções básicas: propor o contraditório para que a questão seja debatida.

O direito de pensar diferente é uma das garantias da democracia. Se o pensamento está certo ou errado, se é criminoso ou não, discute-se em sociedade — e, se for o caso, recorre-se aos meios legais para punir eventuais excessos. Reprimir opiniões antes mesmo de serem emitidas não é a atitude mais produtiva de uma sociedade que se pretende civilizada e desenvolvida.

É óbvio que todo veículo de comunicação tem seus interesses comerciais, sua ideologia e, em muitos casos, até objetivos políticos. Porém a liberdade de expressão de seus jornalistas deveria sobrepor tudo isso. Ao abafar a voz de sua apresentadora, o SBT abre um precedente perigoso, e deixa de oferecer uma opinião alternativa ao telespectador. Por acaso, os 200 milhões de brasileiros pensam sempre da mesma maneira?

Rachel Sheherazade é, desde ontem, apenas mais uma leitora de teleprompter, o aparelho acoplado à câmera no qual se lê as notícias. Caso queira se posicionar diante de um acontecimento relevante, terá que recorrer à mímica facial. Ou será que ela será obrigada também a fazer cara de paisagem?


CETICISMO POLÍTICO: A mordaça fascista imposta sobre Rachel Sheherazade e a dinâmica da censura sutil nas leis de mídia propostas pelo PT

Artigo de Luciano Henrique no Blog Ceticismo Político

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Segundo o Portal 100 Fronteiras, finalmente os fascistas do PT, PCdoB e PSOL conseguiram: a opinião de Rachel Sheherazade está formalmente censurada no SBT. E em pleno 2014 tudo isso ocorreu à luz do dia! Veja o texto:
O SBT decidiu cortar de seu principal telejornal os comentários pessoais que a apresentadora Rachel Sheherazade costumava fazer.
Em comunicado enviado nesta segunda (14), a emissora avisa que Sheherazade continuará dividindo a bancada com Joseval Peixoto no comando do SBT Brasil, mas que os comentários serão feitos em forma de Editorial.
De acordo com o comunicado, “essa medida tem como objetivo preservar os apresentadores”.
A apresentadora virou alvo do Ministério Público após fazer um comentário em que apoiava a ação de justiceiros no Rio de Janeiro.
Na ocasião, um grupo de jovens tinha acorrentado a um poste um jovem acusado de praticar um roubo.
Leia abaixo o comunicado na íntegra:
Em razão do atual cenário criado recentemente em torno de nossa apresentadora Rachel Sheherazade, o SBT decidiu que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo Jornalismo da emissora em forma de Editorial.
Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do SBT Brasil.
Bem, pelo menos o SBT não escondeu que foi vítima de censura. Senão, por que eles deveriam “preservar” Rachel?

Já aviso de antemão que nem sequer darei atenção à comentários advindos do direitismo depressivo, que aproveitarão a oportunidade para dizer que “tudo está perdido”. Meu foco é nos direitistas pragmáticos, que devem usar esse evento como uma oportunidade para expor definitivamente o PT como um partido ditador, junto a seus aliados PCdoB e PSOL.

Mais importante que isso é aproveitar o momento para explicar exatamente o que o PT e seus aliados socialistas querem com as famosas “leis de mídia”, que, segundo eles, são para “democratizar a mídia”. Mas, como já vimos no caso de Rachel, todas as intenções do PT se baseiam em censurar a dissidência. Sempre foi assim na Rússia, China, Cambodja e Cuba. 

Por que agora seria diferente?

Um dos principais itens da lei de mídia que o PT lutará para aprovar se baseia em “quebrar monopólio das grandes empresas de comunicação”. Como qualquer pessoa intelectualmente honesta sabe, não existe monopólio, e hoje temos várias opções de empresas de comunicação e mídia.

Na verdade, as tais leis de mídia pregam o seguinte:
  • Retirar poder das empresas de comunicação e imprensa, deixando-as sempre com um tamanho reduzido
  • Com isso, elas são cada vez mais vulneráveis à pressão estatal
  • A partir dessa vulnerabilidade à pressão estatal, o governo decide o que vai ser divulgado nessas empresas
Toda proposta petista não é nada mais do que isso. O essencial é explicarmos para a população que aquilo que o PT e seus aliados conseguiram fazer contra Rachel é o que eles querem fazer contra todas as empresas a qualquer momento. Essa é a tal censura sutil (ou soft censorship, em que ao invés da censura ser feita a partir de um órgão estatal que formalmente diz o que pode ou não ser publicado, o governo utiliza o dinheiro de anúncios governamentais para exercer essa pressão de forma sutil).

De forma mais didática, a coisa funciona assim. Para pressionar o SBT, os socialistas do PT, PCdoB e PSOL usaram 150 milhões anuais da verba publicitária destinada ao canal. (Aliás, está aí mais uma das serventias da Petrobrás: ter seus anúncios usados como instrumento de chantagem em prol de uma censura feita pelo governo)

Agora, imagine se ao invés de umas quatro ou cinco empresas grandes de mídia, tivéssemos umas 20 a 25 empresas, a partir da limitação do número de estações que cada uma possa ter. Imagine que a verba destinada a cada uma delas varie entre, vá lá, 20 a 60 milhões.
Quanto menor a empresa, maior a vulnerabilidade se ela perder uma fatia dos anúncios estatais, que serão usados pelo governo para definir o que vai ser publicado ou comunicado nessas mídias. Simples assim.

Claro que o cidadão humilde poderá perguntar: mas o que eu perco com isso? É, meus amigos, depois de Alinsky, temos que estar cientes de que temos que apelar ao auto-interesse humano na hora de explanar nossas propostas.

Se já sabemos que a lei de mídia do PT é focada em censura, é preciso agora explicar de forma simples e compreensível para o cidadão comum como a censura prejudica a vida do povo, especialmente o trabalhador mais humilde.

É fato que em um país sob censura (como ocorre na Argentina e na Venezuela), o povo demora muito mais para saber a real situação econômica de seu país. Veja os benefícios para um governo socialista ter a censura amordaçada:
  • É mais fácil esconder os atos de corrupção do governo
  • É mais fácil esconder temporariamente os indicadores econômicos ruins
  • É mais fácil, enfim, distorcer quase todos os fatos a favor do governo
Enfim, com a censura sutil implementada de maneira formal, o povo demora muito mais para reagir à crise. E, em consequência, vai sofrer muito mais, como está acontecendo na Venezuela e na Argentina. Eles só chegaram nessa situação por que foi fácil para seus governos socialistas esconderem a crise por um bom tempo a partir da censura à imprensa.

Se o PT, o PCdoB e o PSOL estão tão dedicados à implantar a censura no Brasil, é claro que chegou a hora deles roerem o osso e levarem o país ao mesmo destino que Venezuela e Argentina. A única coisa que pode evitar esse colapso é sabermos da situação real da economia, da segurança e de outros fatores a partir de uma imprensa livre. É por isso que ter uma imprensa livre é tudo que o governo não quer.

Em síntese, é preciso criarmos um senso de urgência mostrando que não há agenda mais importante do que demolir as pretensões totalitárias do PT e seus aliados. Pretensões estas que serão mais facilmente alcançadas se eles conseguirem censurar a mídia.

Rachel Sheherazade se torna um exemplo vivo disto que afirmei. O PT e seus aliados continuam não dando a mínima para quase 60.000 assassinatos ocorridos por ano no Brasil. Mas agora a vida deles ficou mais fácil pois eles conseguiram censurar Rachel Sheherazade, uma das raras jornalistas que se preocuparam com a segurança dos cidadãos humildes.

Agora, com Rachel calada, muito provavelmente outros terão medo de criticar a violência excessiva cometida contra civis. Agora quem sabe o povo só se rebele quando o Brasil tiver, vá lá, uns 50% de todos os assassinatos do mundo. Aí nesse momento não vai ter censura de imprensa que esconda o fato. Até por que quando chegarmos neste estágio quase toda família humilde terá uma pessoa vítima de um latrocida ou estuprador, por exemplo.

Será que você quer deixar a coisa chegar nesse ponto? Se não quer, você pode ajudar divulgando para o máximo de pessoas quanto possível a urgência de lutarmos contra a censura governamental sobre a mídia.

(Créditos da imagem deste artigo ao Portal Libertar)
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UCHO.INFO: Se o Brasil fosse um país sério, Dilma já estaria presa por causa do escândalo de Pasadena

Do Blog Ucho.info


Desfaçatez oficial – Dilma Rousseff foi a Pernambuco, na segunda-feira (14), levando na frasqueira presidencial doses extras de populismo barato e de mitomania oficial. Foi com esses ingredientes, vestindo um jaleco laranja da Petrobras, que a presidente da República discursou de forma pífia e falou da petroleira nacional, transformada pelo Partido dos Trabalhadores em poço de escândalos de corrupção e de má gestão.

No olho do furacão por causa da aquisição da bilionária, porém obsoleta, refinaria de Pasadena, no Texas, Dilma tenta agora evitar que a roubalheira que se instalou na Petrobras atinja o seu desgoverno e principalmente o seu plano abusado de reeleição. A presidente disse que apurará “com o máximo de rigor” eventuais crimes envolvendo a estatal.

“Não hesitarei em combater o malfeito, a ação criminosa, corrupção ou ilícito de qualquer espécie. Mas também não ouvirei calada a campanha negativa, por proveito político, em ferir a imagem dessa empresa que o povo construiu com suor e lágrimas”, disse Dilma.

A petista pode fazer o discurso embusteiro que quiser, pois não há no País nenhuma campanha objetivando destruir a Petrobras. Aliás, quem se incumbiu dessa tarefa foi o próprio PT, que conseguiu colocar a estatal em situação de extrema dificuldade, a ponto de estar em estudo eventual redução da participação da empresa na partilha do pré-sal. Por lei, a Petrobras tem participação assegurada de 30% em qualquer consórcio para explorar petróleo e gás nas profundezas do oceano.

Os brasileiros não podem aceitar a insinuação de que a proposta de se criar uma CPI para investigar a Petrobras é política. E se de fato é, nada demais existe na proposta apresentada pelos partidos de oposição, que têm a obrigação de defender o patrimônio do povo brasileiro, que na última década foi vítima do jeito bandoleiro de governo do PT.

Com um palavrório esculpido por seus marqueteiros e dirigido à massa ignara que lhe rende votos, Dilma mais uma vez abusou do proselitismo barato e disparou: “Nada, nem ninguém, vai conseguir destruir esta que é a maior empresa brasileira. A de mais sucesso, a que mais orgulha o povo brasileiro. No passado tentaram reduzi-la e privatizá-la. Mas não vamos aceitar isso. A Petrobras é maior que cada um de nós. Ela é do tamanho do Brasil”.

O Brasil ainda é uma democracia, mesmo que teórica, e por isso Dilma Rousseff pode sair por aí falando o que quiser, da mesma forma que os brasileiros não podem se furtar do direito de interpretar as declarações presidenciais da forma mais realista possível. O PT transformou a Petrobras em uma usina de corrupção e não há como negar a realidade, pois contra fatos não há argumentos.

A afirmação de que a Petrobras foi construída com “suor e lágrimas” cabe em qualquer enredo rocambolesco de novela mexicana, mas não convence a massa pensante brasileira, que sabe muito bem o que se passou e ainda passa na estatal, que hoje deve mais de R$ 300 bilhões e nos últimos três anos, sob a batuta de Dilma, perdeu 60% do seu valor de mercado.

No momento em que a Petrobras passou a comercializar ações na Bolsa de Valores, aceitou de chofre as regras do mercado e a legislação respectiva. Por isso, a compra da refinaria de Pasadena e outros negócios inexplicáveis são suficientes para mandar os membros do conselho de administração da empresa para a cadeia. Em qualquer país minimamente sério, respeitador das próprias leis e com autoridades responsáveis, Dilma e seus parceiros no conselho de administração da Petrobras já estariam contemplando o nascer do astro-rei de forma geometricamente distinta, não importando o status de cada um.

Como nada disso aconteceu ou acontecerá nessa louca Terra de Macunaíma, Dilma deve erguer as mãos para o céu e agradecer por ainda estar em liberdade. É bom lembrar, que por muito menos executivos de grandes empresas norte-americanas foram presos e algemados em Wall Street.


MAIS MÉDICOS: Mais um pobre médico escravo cubano morre no Brasil

 
O médico cubano Pedro Juan Tamayo Martin, integrante do programa Mais Médicos, morreu nesta segunda-feira (14) em Salvador. De acordo com a assessoria da Secretaria de Saúde municipal (SMS), a suspeita é de que ele foi vítima de um infarto. Desde dezembro na Bahia, Tamayo Martins estava lotado na Unidade de Saúde da Família São José de Baixo, no Subúrbio Ferroviário da capital baiana.
 
O corpo dele está no Instituto Médico Legal, responsável pela perícia. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que faz a intermediação de profissionais cubanos com o Brasil, já foi acionada para dar encaminhamento a repatriação do corpo. A SMS, em nota, lamentou o falecimento. 
 
 
 Fonte: Bahia Notícias, Terça, 15 de Abril de 2014 - 07:40
 
 

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