A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

quinta-feira, março 13, 2014

Mudança no MCTI: Raupp sai e reitor da UFMG é o novo ministro

Marco Antonio Raupp não é mais ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Ele foi um dos substituídos na reforma ministerial anunciada hoje pela presidente Dilma Rousseff.  No seu lugar, entrará o reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Clélio Campolina Diniz.

Raupp estava no cargo desde janeiro de 2012. Resta saber se a mudança tem motivações políticas (como nos outros ministérios) ou se ele foi incluído no pacote por outros motivos — e qual será o impacto disso na ciência brasileira.

Raupp é matemático. Diniz é engenheiro mecânico, com pós-graduação em ciência econômica.

Fonte: Estadão

Dinapec termina amanhã


                      Parceiros incrementam Dinapec nas apresentações de tecnologias da Embrapa

É investindo em parcerias que a Dinâmica Agropecuária - Dinapec, evento anual da Embrapa que visa transferir as principais tecnologias da empresa, se se fortalece a cada ano o que pode se constatar com o aumento de visitantes produtores interessados em conhecer as novas tecnologias do campo. Esta constatação é do zootecnista e difusor Haroldo Queiroz, responsável pela organização dos grupos participantes dos roteiros tecnológicos.

Participam desta 9ª edição da Dinapec, 14 unidades da Embrapa mais o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS - Sistema Famasul), a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), Associação para o Fomento à Pesquisa de Melhoramento de Forrageiras (Unipasto), Banco do Brasil, Produção Rural, Serrana Fertilizantes, Tortuga-Cia.Zootécnica Agrária, BMF Bovespa e World Wildlife Fund Brazil (WWF Brasil). Cada parceiro trouxe uma contribuição, uma nova informação, uma nova tecnologia, uma demonstração diferente, o que tem chamado atenção da imprensa e do público alvo, que são os produtores rurais.

Na Dinapec estão sendo demonstradas tecnologias para aumentar a produção de carne e leite o que inclui a apresentação de novas cultivares de pastagens como a Paiaguás e a Zuri; técnicas de nutrição, reprodução e sanidade do rebanho; as Boas Práticas Agropecuárias de bovinos e também de ovinos com demonstração de manejo desses pequenos animais, bem como resultados de pesquisa relacionados ao aumento de produção, ganho de peso, sanidade e desempenho animal.

Produção de leite o ano todo

Na tenda do leite que reúne quatro unidades da Embrapa e a Agraer de MS, os especialistas abordam sistemas de produção, ordenha manual, opções de alimentação para o gado produzir o ano inteiro, silagem entre outros assuntos relacionados. E não é só apresentação técnica há também demonstração prática de como fazer uma ordenha manual, o que interessa principalmente aos pequenos produtores. Eder Dos Reis, da Embrapa Gado de Leite, ensina como fazer uma ordenha higiênica e até como montar o equipamento. Ele trouxe o Kit Embrapa de Ordenha Manual e explica que a montagem se dá com objetos que podem ser adquiridos no comércio local, que inclui: corda, balde, cloro, papel toalha, caneca de fundo escuro etc. O uso do Kit permite a indústria e ao consumidor final acesso a um alimento mais saudável, higiênico e seguro.

A Agraer que presta assistência técnica aos produtores rurais do Estado tem um compromisso com o agricultor familiar cuja produção de leite é a sua principal fonte de renda, explica Nino Rodrigo Lima. “Discutimos com os produtores os problemas o setor e orientamos como planejar o negócio, sair do extrativismo, como escolher o melhor sistema de produção de leite para suas condições e especialmente como utilizar as alternativas”. O técnico Nino explica que o sistema leiteiro depende de um triangulo e que todos os lados tem que ser iguais. Esses lados seriam o manejo, a genética e o ambiente. De forma simples e objetiva Nino explica aos produtores que uma boa produção leiteira é aquela que paga o custo de produção e mais; que as vacas têm que produzir o ano inteiro, e nada de interrupção na seca. Para isso acontecer o “triangulo” tem que estar ajustado e o produtor adotar um sistema de produção adequado à sua propriedade. Um dos desafios da Agraer é fazer com que os pequenos produtores apresentem um salto na produção, passando de, por exemplo, 5/litros/leite/dia - índice considerado muito baixo - para 15/litros/leite/dia já é um grande salto e o ótimo seria 30 litros/leite/dia.

A Tenda do Leite na Dinapec aborda a alimentação – produção de grãos, pasto, silagem e produção de feno com leucena, guandu, moringa, bocaiuva e parte aérea de mandioca, trabalho este da Embrapa pantanal, uma prática simples e de baixo custo, adaptada às condições da agricultura familiar.
Amanhã é o terceiro e último dia da Dinapec. O portão da Embrapa estará aberto aos visitantes a partir das 8 horas com os Roteiros Tecnológicos de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta nos horários das  8, 9,10 e 11 horas às 12 horas; de Integração Lavoura Pecuária das  8, 9, e 10 horas; de Novas cultivares forrageiras as 8 e 9 horas; Boas Práticas Agropecuárias, Pecuária de Precisão e Sanidade das  8, 9 e 10 horas e Ovinos as 8 e 9 horas.

A partir das 13 horas desta sexta-feira, os Roteiros funcionarão para Manejo de Pastagens, Nutrição e Reprodução Animal e Leite às 13, 14 e 15 horas e Melhoramento Animal as 13 e 14 horas. As clinicas tecnológicas e oficinas funcionarão pela manhã e a tarde. Os detalhes de horários podem ser conhecidos no catálogo de tecnologias 2014 da Dinapec no endereço eletrônico:

Eliana Cezar, jornalista DRT 15.410/SP.
Embrapa Gado de Corte


Embrapa - Abertura de Dinapec 2014 é marcada por resultados de esforços conjuntos

Foto (João Costa Jr): Abertura Dinapec 2014, visita de autoridades



Abertura de Dinapec 2014 é marcada por resultados de esforços conjuntos

O desafio é grande, mas pesquisa, extensão rural e assistência técnica podem trabalhar juntas, como uma engrenagem, talvez não perfeita, porém adaptada à realidade do setor agropecuário, respeitando as peculiaridades de cada segmento, suas limitações e ponderações. Tal visão foi comprovada durante a abertura oficial da Dinâmica Agropecuária - Dinapec (12), realizada na Unidade da Embrapa, em Campo Grande-MS.

Nesta 9ª edição, o Sistema Famasul, a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, juntamente com outros parceiros, apresentaram alguns frutos dessa engrenagem.

O primeiro deles foi a formatura da segunda turma do Projeto Agroescola, um acordo de cooperação entre a Embrapa Gado de Corte, a Fundect, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Prefeitura Municipal de Campo Grande, no qual 12 estudantes participaram por, aproximadamente, dez meses, de um treinamento em pecuária de corte. Os alunos, vindos de escolas técnicas profissionalizantes de Mato Grosso do Sul, passaram por seleção prévia, receberam bolsa-auxílio e atualizaram seus conhecimentos, em teoria e prática, com os técnicos e pesquisadores da Embrapa e UFMS.

O segundo são ferramentas de qualificação. Na abertura foram firmadas duas parcerias com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), integrante do Sistema Famasul. Uma para a promoção de Ensino a Distância (EaD) e outra para a construção do Centro de Excelência Tecnológica de Pecuária de Corte em MS na área da Embrapa. Os instrutores do Brasil serão treinados em pecuária de corte, durante 160 horas; e o Centro de Excelência formará profissionais com informação técnica para atuar e aplicar tecnologias.

“Nossa meta é tirar a tecnologia das prateleiras e levá-la ao campo, onde há necessidade. Aplicar as pesquisas, onde há demanda. A Embrapa é a parceira natural para que possamos alcançar isso, assim como, Mato Grosso do Sul oferece o ambiente natural para a parceria", afirma Daniel Kluppel Carrara, secretário-executivo do Senar. “O conhecimento ainda não chega ao produtor rural, é um processo que precisa ser acelerado e temos que dar velocidade a isso no país. Agilizar, capacitar, fazer a pesquisa chegar aos técnicos, dar assistência técnica e colaborar com a extensão rural”, reforça João Martins da Silva Jr., vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Para o chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, Cleber Oliveira Soares, as razões para manter o tripé Pesquisa-Extensão-Assistência rodando não são poucas. Uma delas é “atender a demanda mundial por alimentos. Em 2050 prevê-se que o planeta tenha 9 bilhões de habitantes e como alimentá-los? A Embrapa não trabalha sozinha. A Empresa completou 40 anos de existência, foi um salto na agricultura tropical, encerra-se um ciclo, inicia-se outro. Não se deve esperar mais 40 anos para evoluir, é uma ação diária e sem integração não é possível”, acentua Cleber. A perspectiva é confirmada pelo diretor-executivo da Agraer, José Alexandre Ramos Trannin, que grifa: “a tecnologia não é discriminatória, ela é adaptável, válida para todos os segmentos. Temos que levar conhecimento sim, mas efetivo para os pequenos, médios e grandes produtores do país”.

Lançamentos - Também com a colaboração do Sistema Famasul - Senar/MS foi publicada a obra “Melhoramento genético aplicado em Gado de Corte - Programa Geneplus/Embrapa”, editada pelos melhoristas Antonio do Nascimento Rosa, Elias Nunes Martins, Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes e Luiz Otávio Campos da Silva. Os 48 autores relataram a atuação da Embrapa em melhoramento genético de bovinos de corte, linha de pesquisa em desenvolvimento na Empresa desde 1977.

“Este ano completamos 30 anos do primeiro trabalho de avaliação da raça Nelore, considerado o embrião do Sumário de Touros e na época observamos que os produtores não queriam saber somente de touros, mas de matrizes e isso impulsionou a criação do programa de melhoramento Embrapa-Geneplus em 1986, antes disso o grupo de pesquisa já atuava. O melhoramento acontece no rebanho, com os técnicos, os produtores, na fazenda”, salienta o pesquisador Antonio Rosa.

Outro lançamento foi o livro “Carrapatos do Brasil – biologia, controle e doenças transmitidas”, com o suporte da empresa Biogénesis Bagó, que “não esgota o assunto, mas o condensa de forma objetiva e prática, principalmente, para a cadeia produtiva”, avalia Renato Andreotti e Silva, editor da publicação ao lado de Wilson Werner Koller. “São 900 espécies de carrapatos e somente uma delas causa prejuízos na escala de dois milhões de dólares no setor de bovinocultura de corte e leite. O trabalho é mais uma contribuição para que produtores e especialistas tenham acesso à informação”, acrescenta.

BRS Zuri - Disponibilizar um novo material no mercado de forrageiras tropicais é também uma tarefa de equipe. A cultivar de Panicum maximum BRS Zuri foi desenvolvida em conjunto com pesquisadores da Embrapa Gado de Corte, Embrapa Acre, Embrapa Gado de Leite (MG), Embrapa Cerrados (DF), Embrapa Rondônia, Embrapa Pecuária Sul (RS) e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), com apoio da Associação para o fomento à pesquisa de melhoramento de forrageiras (Unipasto), que desde 2001 contribui na divulgação e comercialização das cultivares.

Apresentada na abertura e exposta no campo durante os três de Dinapec, a BRS Zuri “chega para agregar mais opções de cultivares dessa espécie além das três já lançadas - Tanzânia, Mombaça e Massai. A Zuri vem trazer à classe produtora uma opção de forrageira de alta produtividade e qualidade, altamente resistente às cigarrinhas e com elevado grau de resistência ao fungo foliar”, assegura Liana Jank, pesquisadora e coordenadora do Programa de Melhoramento de Panicum.

Os interessados podem visitar os 32 hectares da Dinâmica em grupos organizados ou individualmente, gratuitamente. A Dinapec está localizada na Avenida Rádio Maia, 830, zona rural, saída para Aquidauana, em Campo Grande-MS. Informações: (67) 3368-2141 e http://cloud.cnpgc.embrapa.br/dinapec2014

Redação: Dalízia Aguiar DRT (28/03/14/MS)
Jornalista - Embrapa



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Núcleo de Comunicação Organizacional - NCO
Embrapa Gado de Corte
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Campo Grande/MS


DESABAFO DE UM AGRICULTOR BRASILEIRO: Eu quero ser cubano!

Tarso Francisco Pires Teixeira
Presidente do Sindicato Rural de São Gabriel 
Vice Presidente da Farsul

Ao longo da semana, as notícias das deserções dos médicos Ramona Rodriguez e Ortelio Jaime Guerra do Programa “Mais Médicos” agitaram o noticiário. Os dois profissionais saíram do festejado programa do ministro-candidato Alexandre Padilha revelando detalhes sórdidos que vão do tráfico humano ao enriquecimento ilícito da ditadura dos irmãos Castro, passando pela suspeita de financiamento irregular de campanhas eleitorais. No entanto, como produtor rural, me sinto um pouco na contramão destes médicos, sem entender por que eles querem abandonar aquela ilha de prosperidade e liberdade. Eu, como produtor rural, já decidi: quero ir para Cuba.
 
Decidi que quero ser produtor rural em Cuba depois da notícia da inauguração do moderno Porto de Mariel, anunciado como um dos mais modernos do Caribe. Ao menos lá existe investimento do BNDES, instituição que nasceu para fomentar o desenvolvimento econômico e social... do Brasil! Mas felizmente, não há investimentos a fazer no Porto de Rio Grande. Nem no Porto de Santos, por cujo atraso tecnológico e burocrático se escoa mais de 80% da produção nacional. Menos ainda investir no Porto de Marabá, que poderia ser uma alternativa mais barata para a produção rural e industrial das regiões Norte e Centro-Oeste. Felizmente, diante da absoluta falta problemas de logística no Brasil, faz todo sentido que nosso banco de fomento invista em outros países. Afinal, colocar todo esse dinheiro onde?
 
Decidi que quero ser cubano ao investigar que, além desta generosidade brasileira, o Ministério da Agricultura tem disponibilizado equipes da Embrapa para parcerias tecnológicas de aperfeiçoamento e ampliação de lavouras...em Cuba. Sim, a Embrapa que é um dos orgulhos da produção científica brasileira, certamente já cobriu todo o território nacional com pesquisa e extensão aos produtores nacionais, o que justifica esses acordos de cooperação onde só um lado tem benefícios.
 
A deficiência estrutural nas estradas e portos brasileiros quase paralisou a safra do ano passado. Neste ano, uma nova super-safra será colhida, e a deterioração de rodovias e portos avança em todo o Brasil. Mas apesar de tudo isso, é o produtor brasileiro quem continua sustentando a balança comercial e o desempenho da economia nacional, fazendo do país um campeão mundial de produção de alimentos em uma área total menor que de todas as reservas indígenas somadas. 
 
Não.. pensando bem, não quero ser produtor rural cubano. Tenho satisfação demais em ser produtor rural brasileiro para pensar numa coisa dessas...mesmo com todo o dinheiro do BNDES.
 

SOCIEDADE MILITAR: Jornalistas verdadeiros ou politicamente incorretos são ameaçados no Brasil

Emissoras podem perder verba publicitária


Depois que Rachel Sheherazade resolver dizer, em pleno horário nobre, que compreende a ação dos cariocas que deram uma surra e acorrentaram a um poste um delinquente conhecido nas redondezas, menor de idade, mas não menos perigoso por isso, o SBT tem sido ameaçado de perder a concessão e verbas publicitárias. Ora bolas, TODA a sociedade brasileira esclarecida compreende o que aconteceu ali, foi indignação misturada com insegurança e falta de eficácia do estado em cumprir com suas obrigações para com o contribuinte. É obvio que compreender não significa aprovar. Mas tem gente querendo fazer disso mais um show de autoritarismo da esquerda.
 
Notem que no parágrafo anterior usamos as palavras delinquente e perigoso, e não os termos usados pela imprensa politicamente correta, que são: jovem, adolescente, coitadinho, menor desamparado etc. Lembramos que poucos dias depois de ser medicado e virar o coitadinho da semana o cara foi notícia novamente, ele tentava assaltar uma turista canadense. Quando foi preso o "coitainho" usou sua fama pra se defender, "Você sabe quem sou eu? Sou o menor da tranca", disse.
 
Antes que alguém nos acuse de chamar o cara de delinquente gostaríamos de dizer que delinquente, segundo o dicionário, é quem infringe uma lei e/ou certas normas morais pré-estabelecidas. Portanto, ele é um delinquente.
 
Agora, voltando a questão da verba publicitária. Ao longo dos últimos anos percebe-se claramente que o jornalismo brasileiro, principalmente o televisivo, não possui nem um pouco da neutralidade esperada para esse segmento, e isso pode ser claramente explicado pelo simples facto do governo federal ser o grande cliente das empresas de publicidade. Se as empresas de comunicação sobrevivem por conta da publicidade, como poderia-se esperar que houvesse neutralidade? Como falariam qualquer coisa que desabonasse seu principal cliente, ou seus aliados? Lembram que há alguns anos jornalistas da rede Globo ousavam falar a verdade sobre Hugo Chávez, criticavam as ações que realizou contra as emissoras de TV da Venezuela e denunciavam outros fatos? Perceberam que hoje a coisa se inverteu? Pois é, culpa da maldita verba publicitária.
 
O SBT realmente tem surpreendido nessa questão. Ao manter Sheherazade em seus quadros, realizar uma cobertura razoável das revoltas na Venezuela e agora, contratar o polêmico e odiado pela esquerda, Danilo Gentili e sua equipe, a emissora mostra que não está muito impressionada com as ameaças de censura feitas pelo PCdoB, que representou na Procuradoria Geral da república contra o SBT.
 
Por que será que Partido Comunista quer que Dilma deixe de gastar dinheiro com publicidade na emissora de Sílvio Santos? Na verdade o PCdoB é mais um satélite do PT, e como este não quer receber sobre si mais uma acusação de tentar censurar a imprensa, deixou essa tarefa a cargo de Jandira Feghali, que pode até aproveitar para aparecer um pouco. Afinal, ela pretende ser governadora do Rio de Janeiro, local onde ocorreu o fato que gerou toda essa discussão.
 
Já deu pra todos nós percebermos que, no final das contas, o que se pretende é calar a boca da apresentadora, âncora do jornal do SBT, e de quebra intimidar qualquer um que ouse ir contra a política de tratar delinquentes de todo tipo, desde invasores da propriedade alheia à políticos larápios, como os pobre coitados, as vítimas da sociedade. Afinal, esse ano teremos eleições, e nada seria mais nocivo para o PT do que pessoas falando a verdade em horário nobre. 
 
Se o SBT continuar nessa linha jornalística poderemos até fingir que não percebemos a propaganda subliminar da Jequití que pisca vez por outra no meio da programação.
 
Você acha que Sheherazade exagerou?

Robson A.K.S.– http://sociedademilitar.com.br

RODRIGO CONSTANTINO: Carta aberta à Letícia Spiller

Prezada Letícia,

Antes de mais nada, gostaria de dizer que admiro seu talento como atriz e também te considero muito bonita. Infelizmente, você tem endossado certas ideias um tanto estapafúrdias, aplaudido regimes nefastos como o cubano, e alegado que se arrepende de ter usado uma camisa com a bandeira americana no passado, chegando a afirmar que se fosse hoje usaria uma com o Che Guevara.

Ontem, sua casa no Itanhangá foi assaltada por bandidos armados, que lhe fizeram de refém enquanto sua filha dormia logo ao lado. Lamento o que você passou, pois deve ser, sem dúvida, uma experiência traumática. Nossa casa é nosso castelo, e se sentir inseguro nela é terrível, especialmente quando temos filhos menores morando com a gente. A sensação de impotência é avassaladora, e muitos chegam a decidir se mudar do país após experiências deste tipo.

O que eu gostaria, entretanto, é que você fosse capaz de fazer uma limonada desse limão, ou seja, que pudesse extrair lições importantes desse trauma que ajudassem a transformá-la em uma pessoa melhor, mais consciente dos reais problemas que nosso país enfrenta. Se isso acontecesse, então aquelas horas de profunda angústia não seriam em vão.

Como você talvez saiba, sou o autor do livro Esquerda Caviar, que fala exatamente de pessoas com seu perfil (aproveito para lhe oferecer um exemplar autografado, se assim desejar). Artistas e “intelectuais” ricos, que vivem no conforto que só o capitalismo pode oferecer, protegidos pela polícia “fascista”, mas que adoram pregar o socialismo, a tirania cubana ou tratar bandidos como vítimas da sociedade: eis o alvo da obra.

Essa campanha ideológica feita por esses artistas famosos acaba tendo influência em nossa cultura, pois, para o bem ou para o mal (quase sempre para o mal), atores e atrizes são formadores de opinião por aqui. Quando um Sean Penn, por exemplo, abraça o tiranete Maduro na Venezuela, ele empresta sua fama a um regime nefasto, ignorando todo o sofrimento do povo venezuelano. Isso é algo abjeto.

No Brasil, vários artistas de esquerda têm elogiado ditaduras socialistas, atacado a polícia, o capitalismo, as empresas que buscam lucrar mais de forma totalmente legítima, etc. Muitos chegaram a enaltecer os vagabundos mascarados dos black blocs, cuja ação já resultou na morte de um cinegrafista.

Pois bem: a impunidade é o maior convite ao crime que existe. Quando vocês tratam bandidos como vítimas da sociedade, como se fossem autômatos incapazes de escolher entre o certo e o errado, como se pobreza por si só levasse alguém a praticar uma invasão dessas que você sofreu, vocês incentivam o crime!

Pense nisso, Letícia. Gostaria de perguntar uma coisa: quando você se viu ali, impotente, com sua propriedade privada invadida, com armas apontadas para a sua cabeça, você realmente acreditou que estava diante de pobres vítimas da “sociedade”, coitadinhos sem oportunidade diferente na vida? Ou você torceu para que fossem presos e punidos por escolherem agir de forma tão covarde contra uma mãe e uma filha em suas próprias casas?

Che Guevara, que você parece idolatrar por falta de conhecimento, achava que era absolutamente justo invadir propriedades como a sua. Afinal, o socialismo é isso: tirar dos que têm mais para dar aos que têm menos, como se riqueza fosse jogo de soma zero e fruto da exploração dos mais pobres. Você se enxerga como uma exploradora? Ou acha que sua bela casa é uma conquista legítima por ter trabalhado em várias novelas e levado diversão voluntária aos consumidores?

Nunca é tarde para aprender, para tomar a decisão correta. Por isso, Letícia, faço votos para que esse desespero que você deve ter sentido ontem se transforme em um chamado para uma mudança. Abandone a esquerda caviar, pois ela não presta, é hipócrita, e chega a ser cúmplice desse tipo de crime que você foi vítima. Saia das sombras do socialismo e passe a defender a propriedade privada, o império das leis, o fim da impunidade e o combate ao crime, nobre missão da polícia tão demonizada por seus colegas.

Te espero do lado de cá, o lado daqueles que não desejam apenas posar como “altruístas” com base em discurso hipócrita e sensacionalista, daqueles que focam mais nos resultados concretos das ideias do que no regozijo pessoal com as aparências de revolucionário engajado. Será bem-vinda, como tantos outros que já acordaram e tiveram a coragem de reconhecer o enorme equívoco das lutas passadas em prol do socialismo.

Um abraço,

Neri Geller o Ministro da Agricultura escolhido em Cuba tem por objetivo levar a Embrapa para lá


O novo Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Neri Geller, assumiu a Secretária de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em 3 de janeiro 2013.

Agricultor e empresário, o gaúcho de Selbach Neri Geller está na região de Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, desde 1984. Conhecedor do mercado agrícola, desenvolve atividade de plantio e comercialização de grãos, como soja e milho, em sua propriedade. Geller também tem empresa no setor de combustíveis e foi deputado federal em 2007 e 2011. Além disso, exerceu o mandato de vereador em Lucas do Rio Verde (1996 e reeleito em 2000).

O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja) de Mato Grosso, Carlos Fávaro, aprovou o convite ao secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller para que assuma o comando da pasta. 'Sabemos que o compromisso só aumenta como ministro da Agricultura, mas por Neri ser um agricultor nato e competente não precisaremos convencê-lo dos problemas que o setor enfrenta', disse Favaro em nota

Segundo ele, pesou no convite feito nesta quarta-feira, 12, pela presidente Dilma Rousseff 'a união e o amadurecimento das forças políticas do setor, o papel do senador Blairo Maggi e o próprio desempenho de Geller como secretário de Política Agrícola'.

A principal missão de Geller é alavancar  o acordo entre os governos brasileiro e cubano para aprimorar a cooperação entre os dois países na área de pesquisa agropecuária e capacitação, envolvendo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a Embrapa e a Embaixada de Cuba.

A cooperação governamental entre Brasil e Cuba foi iniciada em 1987, com a assinatura do Acordo de Cooperação Científica, Técnica e Tecnológica. O estreitamento dessa parceria para a área agrícola veio em 2000, quando foi assinada uma carta de intenção com a Embrapa para pesquisas envolvendo gado de leite, pastagens e espécies forrageiras.

De lá pra cá, a interação técnico-científica entre os dois países vem crescendo significativamente em prol da agropecuária e hoje já envolve pesquisas para o melhoramento de cana-de-açúcar, tabaco, citros, café, arroz, batata, feijão e gado, que são os principais produtos da economia cubana, além de tecnologias voltadas à sanidade animal e vegetal, biotecnologia, biossegurança e propriedade intelectual.

Na Presidência, Lula assegurou a Cuba os financiamentos do BNDES que bancaram a maior obra de infraestrutura da ilha comandada pelos irmãos Raúl e Fidel Castro, o Porto de Mariel. Coisa de US$ 682 milhões em três anos. No usufruto da condição de ex-presidente, ele deseja catapultar a produtividade da agricultura cubana.

Em viagem encerrada nesta quinta-feira (27), Lula fez uma visita sentimental às instalações de Mariel, inauguradas pela pupila Dilma Rousseff há um mês. Depois, acompanhado do senador Blairo Maggi (PR-MT), um dos maiores produtores de soja do mundo, foi à cidade de Ciégo de Ávila. Ali, inspecionou a fazenda da Cubasoy, uma estatal agrícola militar. Assumiu novos “compromissos” com a ditadura companheira. “Começa agora um novo tipo de cooperação”, disse. Envolve duas iniciativas. Numa, Lula comprometeu-se em satisfazer o “desejo dos companheiros de Cuba de que a Embrapa mande técnicos seus para ficar aqui mais tempo.” Não especificou os prazos, a quantidade da mão de obra nem os custos. “Eu acho que o governo brasileiro vai permitir”, limitou-se a dizer, como que se autoinvestindo na condição de presidente paralelo do país.

Noutra iniciativa, Lula assumiu o papel de intermediário do acesso dos cubanos às modernas lavouras de Maggi no Mato Grosso.

“O nosso companheiro Blairo Maggi, já avisou aos ministros da Agricultura e da Defesa que ele está disposto a receber quantos companheiros cubanos quiserem ir ao Brasil para acompanhar o ciclo —do plantio até a colheita— da soja, para ver o que pode ser feito para aumentar a produtividade da soja e do milho” plantados em Cuba.

Na avaliação de Lula, com mais Embrapa e com o auxílio do agronegócio do Brasil, a produção cubana dará um salto.

“O melhor jeito de ajudar é levar conhecimento, fazer com que as pessoas tenham acesso a tecnologias modernas.”

Maggi saberá o que fazer para ajustar a ajuda às conveniências da caixa registradora.

Resta informar que vantagens o contribuinte brasileiro leva com o envolvimento da Embrapa no negócio.

Embrapa: uma empresa de sucesso, mas ainda contaminada pela ideologia companheira


A Embrapa é uma realização brasileira que poderia ter emergido em quaisquer circunstâncias, pois corresponde ao que pode ser chamado de especializações ricardianas, ou seja, as vantagens comparativas relativas, inteiramente cobertas pela teoria do comércio internacional de David Ricardo (uma teoria rejeitada por companheiros mais obtusos, que a confundem com alguma fatalidade do essencialmente agrícola).
 
Quis o destino -- e nossa trajetória política e tecnológica -- que ela surgisse durante o governo militar, mais exatamente em 1971. Ela se fez, como ocorreu com a "substituição de importações" na pós-graduação de maneira geral, com base na formação de quadros, ou seja, de capital humano, no exterior e no desenvolvimento de tecnologia própria, adaptada ao Brasil.
 
Trata-se do maior sucesso técnico em matéria de agricultura tropical do mundo, e sua experiência pode ser estendida a todas as demais regiões com biótipos relativamente semelhantes aos do Brasil, e mesmo diferentes, pois o essencial está na P&D adaptada ao ambiente geográfico, ecológico.
 
Com os companheiros no poder, quiseram transformar a Embrapa em auxiliar da pequena agricultura camponesa, o que é uma estupidez monumental, pois agricultura responde a condições técnicas e a dados de mercado, independente de quem está atrás da máquina ou da propriedade. Agricultura de sucesso é aquela que produz ao menor custo com o maior volume possível, ponto.
 
O mercado se encarrega do resto, e guia, justamente, os passos dos técnicos que precisam responder aos incentivos e estímulos de mercado para orientar a agricultura.
 
Tentar transformar a Embrapa em instrumento de justiça social, de redistribuição de renda é criminoso, pois ela foi feita para resolver problemas técnicos, não sociais, que devem ser resolvidos na esfera das políticas públicos, ao maior nível de eficiência possível.
 
Essa coisa da "diplomacia Sul-Sul" é uma estupidez em si, para si, e para o Brasil, pois é ideologia misturada ao interesse nacional.
 
A Embrapa deve colaborar com outros países da mesma faixa de latitude pois é nisso que residem suas vantagens comparativas, não porque se pretenda fazer política da agricultura, ou de uma instituição como ela. Ela deve disseminar sua tecnologia pois é do interesse da humanidade, não do governo companheiro. 

Ela deve ajudar na produtividade agrícola de outros povos pois é nisso que reside sua vocação, sem qualquer exploração política ou ideológica, ou restrição de natureza partidária.
 
Enfim, uma Embrapa liberta das loucuras companheiras seria uma Embrapa melhor, e mais eficiente.

Paulo Roberto de Almeida no Blog Diplomatizzando


SINPAF estreita relações com causa trabalhista em Cuba


O SINPAF foi fundado em 1989, com o Brasil recém-saído do Regime Militar. A inflação medida pela Fundação Getúlio Vargas atingiu o índice de 1.700% e a moeda em vigor era o Cruzado Novo. O Brasil se acostumava à Constituição Cidadã e se preparava para eleger seu primeiro presidente por voto direto desde o golpe militar de 1964.

O sindicato foi fundado por um grupo de trabalhadores da Embrapa, com o nome de Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Instituições de Pesquisa Agropecuária e Florestal. O objetivo de seus fundadores era criar uma entidade que representasse os trabalhadores das instituições brasileiras de pesquisa e desenvolvimento agropecuário, que somente com a Constituição de 1988 tiveram direito à organização sindical.

Nos seis primeiros meses de fundação, o SINPAF organizou a primeira grande greve dos trabalhadores da Embrapa por melhoria salarial. Por seus resultados positivos, o sindicato chamou a atenção de outras categorias, como as da área de desenvolvimento agropecuário, fomento e abastecimento. Logo, tornou-se também sindicato dos trabalhadores da Codevasf, distritos de irrigação, Pesagro e Emepa.

Em 2000, o SINPAF lutou para manter a existência da Embrapa e da Codevasf, ameaçadas pela PEC nº 20, do governo FHC, que previa a extinção de empresas públicas dependentes do Tesouro Nacional. Oito anos depois a entidade enfrentava nova ameaça: o projeto de lei complementar 222/08, que autoriza a abertura de capital da Embrapa. Mais uma vez, a atuação do sindicato foi fundamental para a manutenção da Embrapa como empresa pública. A matéria é de autoria do senador Delcídio Amaral e ainda tramita na Câmara, embora contenha vício de origem.

Em 2010, a eleição de uma nova Diretoria Nacional garantiu a continuidade do espírito combativo e formulador que caracterizou o sindicato em seus primeiros anos de existência. “Novas lutas e desafios certamente demandarão outras mobilizações e novas bases tendem a somar-se ao SINPAF. Nesse contexto, novas vitórias serão contabilizadas. Que venham outros 22 anos!”, disse Vicente Almeida, em sua posse como presidente do sindicato.

O SINPAF foi convidado para participar de uma missão em Cuba, durante as comemorações do 1º de maio de 2013. O convite partiu da Central dos Trabalhadores de Cuba (CTC) e do Sindicato dos Trabalhadores Científicos, organização que engloba trabalhadores do setor de pesquisa agropecuária. 
 
“O interesse é que nossas organizações aprofundem as relações, a solidariedade e as experiências na área de formação sindical e que nossos colegas do sindicato dos (trabalhadores) científicos possam trocar delegações em vários eventos”, disse, via e-mail, Ernesto Rodríguez, dirigente sindical do CTC.
 
Para o SINPAF, o intercâmbio é importante tendo em vista a presença de estatais brasileiras, como a Embrapa, em dezenas de outros países. “Queremos trocar experiências com outros trabalhadores em realidades dieferentes. O SINPAF tem que iniciar suas relações com organizações de trabalhadores dos outros países dada a internacionalização da Embrapa. Por que não começar pelos países vizinhos da América Latina? Além de Cuba, a Venezuela já manifestou interesse em receber uma delegação do SINPAF por reconhecer sua atuação em defesa dos interesses dos trabalhadores, mas também por suas bandeiras de luta pela reforma agrária, Campanha Contra os Agrotóxicos e pela Vida, pela democratização da gestão nas empresas públicas, pela liberdade de expressão científica, saúde, entre outras que são defendidas pela classe trabalhadora em qualquer parte do mundo”, avalia Mirane Cosa, diretora de saúde do trabalhador e meio ambiente do SINPAF.
 
A aproximação também se relaciona com o Plano de Lutas do SINPAF, estabelecido no 10º Congresso da categoria, no que tange à cooperação internacional e à troca de experiências entre os sindicatos latino-americanos. “Ainda não foi definido o perfil dessa missão, mas ela pode se estender à área da pesquisa, da saúde do trabalhador e da formação sindical”, adiantou Mirane.


Fonte: SINPAF

PETRALHAS: ROMEU TUMA JR., O HOMEM DO LIVRO-BOMBA, INFORMA PELO FACEBOOK QUE SUA CASA FOI ATACADA.

Facsímile do perfil de Romeu Tuma Jr. noticiando o ataque à sua casa.
 
Em sua página do Facebook, o ex-delegado Romeu Tuma Jr. escreveu uma postagem a mais ou menos há uma hora, afirmando que a porta de sua casa foi atingida. Supõe-se que tenha sido por disparo de arma de fogo.
Depois disso, a página de Tuma Jr. do Facebook, caiu, voltando minutos depois.
 
Em sua postagem Romeu tuma Jr. diz apenas: 
Covardes acabam de atingir a porta de casa! Fugiram quando tentei alcançá-los.......Isso não vai me intimidar, muito ao contrário!!!”.
O delegado Romeu Tuma Jr., é autor do livro Assassinato de Reputações - Um Crime de Estado, em que faz sérias denúncias contra o governo do PT, sobretudo do período do mandato de Lula, já que foi Seceretário Nacional de Justiça.
Nesta mesma quarta-feira a Comissão de Segurança da Câmara Federal, aprovou requerimento da oposição convidando Tuma Jr. para prestar depoimento sobre as denúncias contidas no seu livro, já denominado “livro-bomba”, face às denúncias formuladas pelo autor.
Até o momento nenhum site da grande imprensa brasileira noticiou o fato.
 
Fonte: Blog do Aluizio Amorim

BOMBA: Residência do Delegado Tuma Jr. foi alvejada por tiros após convite da Câmara para delegado falar sobre livro


Faroeste caboclo – A caminho de um regime de exceção, o Brasil começa a viver a sua porção bolivariana, pois os atuais ocupantes do poder não aceitam ver as suas mazelas expostas. Ex-secretário nacional de Justiça, o Delegado Romeu Tuma Jr. foi convidado para depor no Congresso Nacional, onde dará detalhes sobre as graves denúncias contidas no livro “Assassinato de Reputações – Um crime de Estado”, escrito em parceria com o competente jornalista Claudio Julio Tognolli e que continua na lista dos mais vendidos do País.
Horas depois que o convite do Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados foi aprovado e divulgado, o delegado teve a sua residência, em São Paulo, alvejada por tiros, possivelmente disparados por criminosos que estão a serviço da esquerda bandoleira que controla a política nacional e acredita estar acima do bem e do mal. O incidente aconteceu por volta das 20 horas desta quarta-feira (12). O ex-secretário nacional de Justiça saiu para ver o ocorrido e tentar localizar os bandidos, que acabaram fugindo.

Em conversa pelo telefone com o editor do ucho.info, Romeu Tuma Jr. disse que não deixará se intimidar por esse tipo de ação e que mantém o que disse até agora sobre os subterrâneos do governo do PT. Como se não bastasse a tentativa de destroçar o Estado Democrático de Direito, os atuais ocupantes do poder apela para o jogo sujo e rasteiro para intimidar aqueles que se opõe ao status quo criminoso que se instalou no País. É preciso reagir contra esses criminosos com mandato, pois é inadmissível que em pleno século 21, sob o manto da democracia, um cidadão que resolve revelar os podres da política seja ameaçado de forma covarde. Esse tipo de ação não é novidade para o editor do site (ucho.info), que durante a CPI dos Correios, em 2005, teve um parente sequestrado após a aprovação de um requerimento de convocação de pessoas envolvidas no maior esquema de corrupção da história verde-loura.
 
FONTE: ucho.info

Lua de mel com o Brasil acabou, diz Roberto Rodrigues

É recorrente entre os empresários a idéia de que o Brasil será rebaixado pelas agências de classificação de risco, diante do clima pessimista externo e de investidores com o País....

O ex-ministro da Agricultura e coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (GV Agro), Roberto Rodrigues, disse, na quarta-feira, 12, que é recorrente entre os empresários a idéia de que o Brasil será rebaixado pelas agências de classificação de risco, diante do clima pessimista externo e de investidores com o País.

"Participei (nesta quarta-feira) de uma reunião com lideranças e empresários e a fase de lua de mel com o Brasil acabou. As pessoas olham para o Brasil com insegurança e o País deixou de ser um receptor de investimentos", disse. "Não há mais o mesmo interesse e a vontade de investir aqui; a ideia de que a gente perderá espaço no grau de investimento é recorrente", completou, ao Broadcast, serviço de informações da Agência Estado.

Na avaliação do ex-ministro da Agricultura, o que mais incomoda é o fato de o "desânimo" diante do cenário brasileiro superar a realidade. "(A economia) está ruim, mas não tão grave ainda. O estado de espírito é pior que a situação real, e esse estado de espírito pode piorar ainda mais a situação."

Agroenergia
Rodrigues fez duras críticas à política do governo para a área de agroenergia, ou seja, a energia produzida principalmente com a queima do bagaço de cana, que poderia socorrer o sistema com oferta nos períodos de reservatórios com níveis reduzidos.
 
"Há uma incompetência terrível do governo na área de agroenergia. Só com a cogeração temos uma (oferta reprimida equivalente à usina de) Belo Monte no Estado de São Paulo. Mas os leilões (de energia nova) foram dirigidos para outras fontes", disse ele.

Com os preços baixos, companhias do setor de açúcar e álcool evitaram ofertar energia nos leilões do governo. Sem a demanda do setor, Rodrigues lembra que as empresas produtoras de caldeiras para geração de energia térmica com bagaço da cana estão praticamente paradas.

Para o ex-ministro, a "prática desmente" as notícias de que não há risco de apagões no País. "Por enquanto, as notícias são de que não há risco de desabastecimento de água e de apagões estruturados. Mas a prática desmente isso. Não é generalizado, mas tem apagão aqui e ali." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Agencia Estado

 

ESCÂNDALO: Novo Ministro da Agricultura é o primeiro passo para levar a EMBRAPA para Cuba

Lula agora quer levar a Cuba o ‘Mais Embrapa’

Na Presidência, Lula assegurou a Cuba os financiamentos do BNDES que bancaram a maior obra de infraestrutura da ilha comandada pelos irmãos Raúl e Fidel Castro, o Porto de Mariel. Coisa de US$ 682 milhões em três anos. No usufruto da condição de ex-presidente, ele deseja catapultar a produtividade da agricultura cubana.

Em viagem encerrada nesta quinta-feira (27), Lula fez uma visita sentimental às instalações de Mariel, inauguradas pela pupila Dilma Rousseff há um mês. Depois, acompanhado do senador Blairo Maggi (PR-MT), um dos maiores produtores de soja do mundo, foi à cidade de Ciégo de Ávila. Ali, inspecionou a fazenda da Cubasoy, uma estatal agrícola militar. Assumiu novos “compromissos” com a ditadura companheira.

“Começa agora um novo tipo de cooperação”, disse. Envolve duas iniciativas. Numa, Lula comprometeu-se em satisfazer o “desejo dos companheiros de Cuba de que a Embrapa mande técnicos seus para ficar aqui mais tempo.” Não especificou os prazos, a quantidade da mão de obra nem os custos. “Eu acho que o governo brasileiro vai permitir”, limitou-se a dizer, como que se autoinvestindo na condição de presidente paralelo do país.

Noutra iniciativa, Lula assumiu o papel de intermediário do acesso dos cubanos às modernas lavouras de Maggi no Mato Grosso. “O nosso companheiro Blairo Maggi, já avisou aos ministros da Agricultura e da Defesa que ele está disposto a receber quantos companheiros cubanos quiserem ir ao Brasil para acompanhar o ciclo —do plantio até a colheita— da soja, para ver o que pode ser feito para aumentar a produtividade da soja e do milho” plantados em Cuba.

A estatal militar Cubasoy foi fundada em 2006, numa tentativa do regime de Havana de diversificar sua produção agrícola, concentrada na cana de açúcar. Em 2008, quando ainda era presidente, Lula mandou o então chanceler Celso Amorim a Havana para celebrar um termo de cooperação num projeto de plantio de 40 mil hectares de soja. A estatal brasileira de pesquisa agropecuária entraria com a assistência técnica.

No ano passado, em conversa com o ditador Raúl Castro, Lula fora informado de que a produtividade da lavoura socialista de Cuba continuava baixa. “No Brasil, você colhe de 3,5 a 4 toneladas por hectare”, diz. Em Cuba, apenas “1,2 tonelada por hectare.” Convidou Maggi a acompanhá-lo porque prometera a Raúl que levaria a Cuba “um grande empresário” brasileiro.

Na avaliação de Lula, com mais Embrapa e com o auxílio do agronegócio do Brasil, a produção cubana dará um salto. “O melhor jeito de ajudar é levar conhecimento, fazer com que as pessoas tenham acesso a tecnologias modernas.” Beleza. Na parte privada, Maggi saberá o que fazer para ajustar a ajuda às conveniências da caixa registradora. Resta informar que vantagens o contribuinte brasileiro leva com o envolvimento da Embrapa no negócio.

Fonte: Blog do Josias de Souza

 

ESCÂNDALO: Sob indicação de Blairo e de Cuba, Neri Geller assume Ministério Agricultura

Presidente Dilma já dará posse nesta sexta ao ex-vereador por Lucas do Rio Verde; último de MT a se tornar ministro foi Dante

O ex-vereador por Lucas do Rio Verde, no médio-norte mato-grossense, ex-deputado federal por 4 meses e secretário nacional de Política Agrícola, produtor Neri Geller, será o novo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Este Blog apurou com exclusividade que a definição oficial da presidente Dilma Rousseff saiu nesta quarta à noite, em reunião no Palácio do Planalto, com participação de líderes partidários, entre eles do senador Blairo Maggi (PR), que endossou a indicação de Neri, apesar deste pertencer aos quadros do PMDB. A posse já acontece na sexta. Dilma anunciará outras mudanças na equipe. O último mato-grossense a ocupar posto de ministro foi Dante de Oliveira (já falecido), nos anos 1980, quando esteve à frente da pasta da Reforma e do Desenvolvimento Agrário no Governo José Sarney.

Agora, alguns membros do primeiro escalão estão se desincompatibilizando para concorrer às eleições, como é o caso do deputado federal licenciado Antônio Andrade, do PMDB, que deixa a Agricultura para disputar o pleito em Minas Gerais.


neri gellerNeri Geller, com respaldo de Blairo e de setores do agronegócio, se torna ministro do Governo Dilma; o último indicado mato-grossense para ocupar posto de ministro foi Dante de Oliveira, nos anos 80

Blairo foi fundamental no trabalho de convencimento do Planalto para "emplacar" Neri, que desde o ano passado passou a ser o número 2 do Ministério graças ao próprio senador republicano. Neri se torna ministro com a força do ex-governador e também da bancada ruralista. Como é da legenda peemedebista, a nomeação servirá também como estratégia da presidente para manter espaço ao partido aliado e amenizar a tentativa de "rebelião" de alguns parlamentares do PMDB.

Neri é gaúcho de Selbach, mas mora em Lucas do Rio Verde há vários anos. Está com 45 anos completados no último 7 de novembro. Em 2006, foi candidato a deputado federal pelo PSDB e ficou na suplência. Depois, ocupou cadeira na Câmara por 4 meses com licenciamento da então parlamentar Thelma de Oliveira. Migrou para o PP e no ano passado pulou para o PMDB. Bem articulado, o indicado mato-grossense no governo Dilma foi conquistando espaço gradativamente na administração petista e se aproximou mais do Planalto após preparar uma boa recepção junto aos segmentos do agronegócio à presidente petista, no mês passado, em Lucas do Rio Verde, quando do lançamento do plantio da safra2013/2014.

ESCÂNDALO: Dilma indica técnico para Agricultura e deve concluir reforma nesta sexta

Secretário de Política Agrícola da pasta e recém filiado ao PMDB, Neri Geller deve tomar posse nesta sexta

12 de março de 2014 | 23h 02 - Tânia Monteiro e Vera Rosa - O Estado de S. Paulo
Brasília - Diante da rebelião liderada pelo PMDB, a presidente Dilma Rousseff decidiu indicar técnicos para os dois ministérios ocupados pelo partido na Esplanada. Para a Agricultura, Dilma escolheu Neri Geller, atual secretário de Política Agrícola da pasta e recém filiado ao PMDB.

A posse de Geller, amigo do senador Blairo Maggi (PR-MT), está prevista para esta sexta-feira, 14. Ele entrará na vaga de Antônio Andrade, que deve ser vice na chapa do petista Fernando Pimentel (PT) ao governo de Minas Gerais.

Geller e Andrade se reuniram na noite desta quinta com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Depois, os dois foram ao gabinete do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Embora não fosse a primeira opção da bancada do PMDB, Geller foi considerado "uma boa indicação" pelo líder do partido na Câmara, Eduardo Cunha (RJ). "Tenho o aval do setor agrícola", afirmou o novo ministro.

"Os ânimos não ficarão mais acirrados. Se fosse indicado outro nome, talvez a bancada pudesse ficar contrariada", emendou Antônio Andrade.

Para o Ministério do Turismo, outra cadeira hoje ocupada pelo PMDB, o mais cotado é Ângelo Oswaldo de Araújo Santos, ex-prefeito de Ouro Preto e amigo de Pimentel. Atualmente, Santos preside o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Na tentativa de esvaziar a crise política no Congresso, Dilma pretende concluir a reforma ministerial nesta sexta. Apesar de o PMDB ter se recusado a indicar os nomes que ela queria, a reforma não foi feita à revelia do partido, tanto que o vice, Michel Temer, foi consultado.

Apadrinhado pelo governador do Ceará, Cid Gomes (Pros), o atual ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, permanecerá no cargo. A pasta, que foi controlada pelo PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos -- pré-candidato à Presidência -- era cobiçada pelo PMDB.

O presidente da Petrobrás Biocombustível, Miguel Rossetto (PT), será confirmado hoje ministro do Desenvolvimento Agrário no lugar de Pepe Vargas. Vice-presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Gilberto Occhi irá para o Ministério das Cidades na vaga de Agnaldo Ribeiro (PP).

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