A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quarta-feira, dezembro 10, 2014

ALUIZIO AMORIM: EXCLUSIVO! UNASUL, A ENTIDADE MÁXIMA DO FORO DE SÃO PAULO, ENVOLVERÁ MILITARES EM 'ESCOLA DE DEFESA' E TAMBÉM COORDENARÁ PROCESSOS ELEITORAIS NA AMÉRICA DO SUL.




Acima a foto da fachada do novo prédio da sede da Unasul. Abaixo os tiranetes latino-americanos confraternizam. No meio, o defunto tiranete Hugo Chávez, em forma de 'pajarito', se faz presente abrindo suas asas sobre a trupe bolivarina. 

Na última sexta-feira um convescote bolivariano no Equador reuniu todos os tiranetes comunistas latino-americano para inaugurar a sede da UNASUL - União das Nações Sul-Americanas. A obra, que segundo foi noticiado, custou R$ 43 milhões e foi edificada em solo equatoriano. O portentoso edifício leva o nome do defunto tiranete argentino Nestor Kirchner, imortalizado numa estátua gigantesca que decora esse novo circo bolivariano. Já a bibilioteca da Unasul leva o nome do defunto escritor comunista colombiano Garcia Marques, amigo íntimo de Fidel Castro, a quem visitava com frequência e desfrutava dos aposentos especiais numa mansão no “Laguito”, denominada “Casa de Protocolo”, à qual Fidel Castro reservou para receber tipos como Lula, Dilma e também artistas e jornalistas da esquerda caviar, como Chico Buarque e outros do mesmo quilate.

Quem está razoavelmente informado sabe que a Unasul foi criada como forma de isolar a OEA - Organização dos Estados Americanos, entidade multilateral tracicional que une as Américas. Neste caso é membro os Estados Unidos, razão pela qual os bolivarianos decidiram criar outra entidade com jurisdição apenas na América do Sul. O objetivo é marginalizar os Estados Unidos, para negociar apenas com a ditadura russa de Putin, com a camarilha comunista chinesa assassina e com mais uma penca de ditaduras africanas, bem como as islâmicas encravadas no Oriente Médio. O objetivo comum de todos é a destruição dos Estados Unidos e de Israel, ou seja, dos pilares da civilização ocidental

A imprensa brasileira, como sempre acontece nesses casos, noticiou apenas pela metade o que ocorreu na inauguração da UNASUl. Os descolados rapazes da imprensa ficaram apenas no aspecto, vamos dizer assim, carnavalesco da coisa, com a Dilma abraçando criancinhas indígenas e coisa do gênero.

A oposição no Brasil sequer quis saber até agora com quantos milhões de reais o Brasil, como Estado-membro dessa organização comunista, contribuiu para construir esse monstrengo bolivariano. Supõe-se que, como fez com o generoso ‘empréstimo’ do BNDES à Cuba, para construção do portentoso Porto de Mariel, edificado pela empresa do Marcelo Odebrecht, o repasse à Unasul possa também ter sido concretizado com o carimbo de ‘secreto’. Isso quer dizer que não passou pelo crivo do Congresso Nacional. Quem sabe disso são os Senadores. Ou, no mínimo, deveriam saber.







Um guarda com uma lança de bambu anti-americana acima, cuida de uma tela mostrando Lula sorridente. Abaixo, uma das escadas rolantes que ficilitam o trânsito de pessoas dentro do opulento e modernoso prédio que abriga a sede dos bolivarianos da América do Sul.




FORÇAS ARMADAS E ELEIÇÕES
De tudo que aconteceu nesse evento que inaugurou a sede da Unasul, deve-se destacar dois itens que são cruciais para o Foro de São Paulo dar prosseguimento à comunização de todo o continente Sul-Americano. 

O Brasil, pela sua importância geopolítica é a cereja do bolo. Tanto é, vejam só, que a Unasul definiu entre diversas propostas que envolvem providências de ação da entidade duas como mais importantes: a criação de uma Unidade Técnica de Coordenação Eleitoral e a criação da Escola Sul-Americana de Defesa.

Segundo o Blog do Planalto, portanto fonte oficial do Governo do PT, a Unidade Técnica de Coordenação Eleitoral concentraria as atividades de observação de processos eleitorais na América do Sul. O objetivo é criar uma profissionalização das missões da Unasul, estabelecendo um padrão de observação. Dado ao fato de que há sérias denúncias sobre a empresa de voto eletrônico venezuelana Smartmatic, formuladas pelo próprio Congresso norte-americano e amplamente abordadas pelas gande mídia americana, sobram interrogações sobre essa lacônica alusão à interferência da Unasul no que concerne aos pleitos eleitorais dos países membros.

Cumpre notar que o TSE contratou a Smartmatic para operar os pleitos eleitorais no Brasil. O caso da Smartmatic abordei aqui no blog.

Já, a Escola Sul-Americana de Defesa se trata de um centro articulado de altos estudos para formação de civis e militares, com cursos compartilhados e troca de experiências de defesa. 

Como se pode depreender dessas iniciativas da Unasul, a soberania das Nações que integram a essa organização pode sofrer um desgaste já a médio prazo, pela interferência direta dessa entidade bolivariana nos assuntos internos dos países membros, principalmente quando essas iniciativas estejam, como de fato estão, contempladas pelo Foro de São Paulo.



Estátua gigante de Néstor Kirchner, o defunto tiranete da Argentina. A sede da Unasul leva o nome dele.

Para presidente da Unasul foi eleito o atual presidente do Uruguai em fim de mandato, o tupamaro Pepe Mujica, o homem que se tem notabilizado por ter transformado o Uruguai numa espécie de “paraíso das drogas”. O certo seria o inferno. “Paraíso” é um termo utilizado pelos alegres rapazes da grande mídia, os maiores entusiastas de qualquer iniciativa que atenda os ditames do Foro de São Paulo e aos esquemas de “engenharia social” difundidos pela ONU que terão agora a Unasul como “entidade parceira” nessa cruzada contra a civilização ocidental. A ordem é sexo, drogas e rock and roll. Ou de acordo com a cultura local, pode ser a “salsa da maconha” ou então o “sertanejo universitário bundalelê”. 

O último feito do presidente tupamaro uruguaio foi acolher meia dúzia de terroristas islâmicos que estavam presos em Guantanamo. Segundo o tupamaro, “injustamente presos”. Bom, mas isso é outra história.


MAIS MISTÉRIOS
Para secretário-geral da Unasul foi eleito o ex-presidente colombiano Ernesto Samper que governou aqueles país no período de 1994-1998. Samper tem uma biografia, como diria, um tanto controvertida. A campanha eleitoral de Samper que o levou à presidência foi acusada de haver recebido dinheiro do Cartel de Cali, organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas. Por causa disso foi aberto processo ao nível do parlamento tendo em mira cassar o mandato de Samper, todavia o então presidente escapou e o processo restou precluso, ou seja, não foi nem condenado e nem absolvido.

Atualmente, Ernesto Samper é um apoiador do governo do atual presidente Manuel Santos, um ex-ministro do governo de Álvaro Uribe. Em razão das controvertidas políticas de Santos, os dois estão brigados. Manuel Santos é o arquiteto de uma rocambolesca tramóia cognominada de “acordo de paz” com os terroristas das Farc e que tem a colaboração direta da ditadura comunista cubana.

Depois de sair da presidência, Samper praticamente sumiu do mapa, tendo ido viver na Espanha onde foi embaixador. Dedica-se atualmente à área acadêmica e, de forma surpreendente foi guindado ao cargo de secretário geral da Unasul.

EPÍLOGO
O que acabei de escrever são os fatos que se relacionam com a Unasul e que, como se vê, são fatos misteriosos e coincidentes demais com o que respeita ao projeto do Foro de São Paulo e do próprio PT que, aliás, é quem dirige o Foro que tem como presidente vitalício o Lula. Sim, porque foram Lula e Fidel Castro os fundadores do Foro de São Paulo cujo objetivo é transformar todos os países da América do Sul em repúblicas comunistas de viés cubano.

Enquanto isso, os alegres rapazes da grande mídia brasileira dão destaque para abobrinhas, quando não mentem de forma descarada. Em jornalismo a pior mentira é ignorar os fatos ou distorcê-los. Com se viu ao longo deste post há inúmeros fatos que se relacionam diretamente com o Brasil e que estão imbricados nos âmbitos do Foro de São Paulo e da Unasul.

Aécio rebate Gilberto Carvalho, cita assassinato de Celso Daniel e as ‘boquinhas do PT’



Por Maria Lima - O Globo

Líderes da oposição reagiram no mesmo tom ao que chamaram de declarações “chulas” do ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, de que ‘morria de medo’ de vitória do ‘playboyzinho’, referindo-se ao senador e presidente do PSDB, candidato derrotado na disputa presidencial, Aécio Neves. Todos disseram que o “medo” de Carvalho era de que viesse a tona mais escândalos de corrupção, ou sobre denúncias de seu envolvimento com pagamentos de propina na prefeitura de Santo André, que culminaram com o assassinato do então prefeito Celso Daniel, do PT. O caso continua sob investigação no Supremo Tribunal Federal.

— Os termos que o ministro se referiu a um senador da República e presidente de um partido só confirma sua baixa estatura política. Mesmo depois de 12 anos como ministro, a principal marca da biografia do senhor Gilberto Carvalho será sempre seu envolvimento com as graves denúncias de corrupção em Santo André, que culminaram com o assassinato do prefeito Celso Daniel, ainda não esclarecido — reagiu Aécio Neves.

Em resposta ao ministro, Aécio disse que seu medo era que, se fosse eleito, iria colocar o país em ordem e acabar com as “boquinhas” do PT no governo.

— O ministro Gilberto Carvalho tem mesmo razões para ter medo. Temia que seu eu fosse eleito, eu iria acabar com a corrupção, colocar ordem no País e acabar com as boquinhas do seu partido, em especial a dele próprio — alfinetou Aécio.

Mais irritado, o líder do PSDB , senador Aloysio Nunes (SP) chamou Carvalho de “cafajeste”. E disse que o ministro sabe onde seu “rabo”está preso para justificar o medo.

— Trata-se de um cafajeste! O fato de um ministro de estado se referir nesses termos a um senador e presidente de partido reflete bem o baixo nível do governo Dilma. Eu não sei de que ele tinha medo, se Aécio ganhasse. Mas ele sabe onde o rabo dele está preso. Especula-se muito sobre isso _ reagiu Aloysio Nunes.

— O medo do ministro Gilberto Carvalho é que a presidente Dilma Rousseff faça uma delação premiada — disse o líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy (BA).

Outros parlamentares e líderes foram mais explícitos sobre seu envolvimento nas investigações sobre o esquema de corrupção e morte do prefeito Celso Daniel, em Santo André.

— É melhor ser chamado de playboyzinho do que de homem do carro preto que fazia a coleta da propina em Santo André — disse o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) .

— Melhor ser chamado de playboyzinho do que de homem da mala de São Bernardo — completou o deputado Pauderney Avelino (DEM-AM).

DORA KRAMER: Domínio dos fatos





O Estado de S. Paulo - 10/12

Veemente nos termos e implacável na objetividade, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, não deixou margem a dúvida ao defender, na abertura de Conferência Internacional de Combate à Corrupção, punições com ênfase a "todos, todos os envolvidos" no escândalo da Petrobrás.

O procurador não cita nomes; nem seria ainda o momento, tampouco é necessário que o faça, uma vez que a referência é muito clara em relação à impossibilidade de o governo seguir tentando desconhecer a real dimensão do estrago. Diante de um quadro de "gestão desastrosa", a atitude correta seria o afastamento desses gestores e a imediata colaboração dos responsáveis pela companhia com as investigações do Ministério Público.

O mundo jurídico nunca foi tão explícito ao falar sobre a corrupção no País. Outro dia mesmo ouvimos de ministros do Superior Tribunal de Justiça a constatação sobre a existência de "roubalheira" desenfreada.

Agora é o procurador-geral da República - e não um líder de oposição a quem se possa apontar como arauto do golpismo ou do terceiro tempo eleitoral - quem se diz envergonhado por o Brasil ainda ser um País "extremamente corrupto". Apontou que a resposta "àqueles que assaltaram a Petrobrás" será firme e que a Justiça não dará descanso enquanto não houver punição a "todos".

Cobrou do governo decreto que regulamenta a Lei Anticorrupção em vigor desde o início do ano. Esse mesmo governo que dias atrás editou decreto de lei ainda a ser aprovada (da meta fiscal) apenas para poder embutir no texto a promessa de liberação de emendas parlamentares se o projeto fosse aprovado.

Em seguida à manifestação do procurador, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, convocou entrevista para rebater Rodrigo Janot. Posicionou-se de modo ambíguo. Ao mesmo tempo em que se referiu à existência de "fortes indícios" de corrupção, negou com segurança quaisquer indícios contra a direção da companhia que, segundo ele, tudo tem feito para ajudar as investigações.

Não foi o que vimos, desde o início desse rumoroso caso. Na conduta de ex-diretores, atuais dirigentes da estatal, ministros, ex-presidente da República e a atual ocupante do cargo. Todos atuaram para "blindar" a companhia e atribuir denúncias a armações políticas. Houve resistência do envio de documentos ao Tribunal de Contas da União, mentiras diante das comissões de inquérito do Congresso e repetidas declarações de que nada havia de errado nos negócios da Petrobrás.

Nessas garantias se inclui o aval da presidente da República em setembro último: "Se houve alguma coisa, e tudo indica que houve, eu posso garantir que todas as sangrias estão estancadas". Estava dizendo que tinha o domínio dos fatos.

Há uma hora em que os governantes não podem mais se fingir de surdos. Diante do clamor cada vez mais ensurdecedor da Justiça, a hora é essa. Antes que passe da hora.

Ilegal, e daí? A construtora Camargo Corrêa contratou José Dirceu para prestar serviços de análise de "aspectos sociológicos e políticos do Brasil" e dar palestras e conferências internacionais sobre a "integração dos países da América do Sul", entre maio de 2010 e fevereiro de 2011, conforme revelaram documentos encontrados nas investigações da Operação Lava Jato.

Há nessa e em outras contratações um aspecto a ser ressaltado: o fato de o contratado como consultor constar como réu de ação penal (470) em tramitação no Supremo Tribunal Federal desde 2007, acusado pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha.

Qual a razão de empresas contratarem uma pessoa a respeito da qual pesavam tão graves acusações para representá-las em eventos nacionais e intencionais?

Hipóteses: 
1. Absoluta indiferença aos marcos da legalidade; 
2. Convicta confiança na impunidade; 
3. Contratos de fachada para acobertar "serviços" de tráfico de influência.




Mesmo sendo ele réu do Mensalão, a OAS firmou um contrato de consultoria com José Dirceu, por um valor astronômico: R$ 886 mil, algo como R$ 75 mil mensais. Agora olhem o objeto do contrato. Entre outras atividades, o advogado José Dirceu deveria realizar "análises sociológicas". Ora, a profissão de sociólogo é regulamentada desde 1980. Com isso, José Dirceu firmou um contrato onde se compromete com o exercício ilegal de uma profissão. Não adianta! Fora da lei é fora da lei.





IMPEACHMENT DE DILMA: PT à beira de um ataque de nervos. TSE julga hoje contas da campanha criminosa de Dilma Rousseff.




Após a divulgação do relatório que pede a rejeição das contas de campanha da presidente Dilma Rousseff, integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tentaram ontem minimizar o efeito do parecer elaborado pela área técnica da corte. O julgamento será levado ao plenário hoje, último dia do prazo para analisar as receitas e despesas antes da diplomação da petista.


O relator das contas no TSE, ministro Gilmar Mendes, afirmou ontem que o parecer não tem caráter vinculante e a decisão final cabe aos sete ministros em plenário. "Ninguém precisa ficar nervoso com isso", disse Mendes, lembrando que, em 2010, na eleição de Dilma, já houve manifestação dos técnicos do tribunal apontando irregularidades, mas as contas foram aprovadas com ressalvas. 


Dois integrantes do TSE ouvidos pelo Estado consideram que erros apontados pela área técnica são comuns nas prestações de contas e não devem criar grandes problemas para o PT, tampouco para Dilma. Mesmo assim, a previsão é de uma sessão longa, com fundamentações extensas por parte dos ministros e do Ministério Público.


Os técnicos do TSE apontaram irregularidades que representam 4% do total das receitas de Dilma - algo em torno de R$ 14 milhões - e 14% das despesas - cerca de R$ 48 milhões. Entre as irregularidades apontadas estão as divergências entre as declarações parciais das contas e a prestação final. Mendes lembrou que a prestação de contas parcial é uma "inovação" da Justiça eleitoral para permitir o melhor acompanhamento da arrecadação e dos gastos das campanhas, mas considerou a existência de problemas "operacionais" dos comitês para cumprir as determinações. "Não significa que quando o partido não cumpre (o calendário das prestações) ele está fazendo por dolo (com intenção)", disse.


O TSE pode aprovar totalmente, aprovar com ressalvas ou desaprovar as contas. A sanção, no caso da rejeição, seria a suspensão de repasses do Fundo Partidário ao PT. Antes de elaborar seu voto, Mendes deve aguardar o parecer do vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, hoje à tarde. 


ENQUANTO ISSO...



O empresário Carlos Cortegoso admitiu nesta terça (9) que a segunda maior fornecedora da campanha de Dilma Rousseff é dele, mas está em nome de outras pessoas, uma filha e um ex-motorista. "Eu que toco a empresa e sou o responsável. Eu precisava e ele [o ex-motorista] merecia. Ele era quem mais reunia méritos para ser recompensado'', disse. 


Como a Folha revelou, a Focal Confecção e Comunicação Visual recebeu R$ 24 milhões da campanha, só ficando atrás da empresa do marqueteiro João Santana, destinatária de R$ 70 milhões. A firma, que declarou serviços na área de montagem de eventos, teve notas fiscais apontadas como irregulares por técnicos do Tribunal Superior Eleitoral que analisam as contas da petista. O julgamento da prestação de contas ocorrerá nesta quarta (10). 


Cortegoso nega que o ex-motorista Elias Silva de Mattos seja um laranja: "Quem me dera o menino ser um laranja. Só se for um Citrosuco, só se for esmagado. Vou colocar um laranja junto com a minha filha?", questionou. Segundo o empresário, ele estava inadimplente em 2003 quando a empresa foi montada e pediu à sua filha, Carla Cortegoso, que fosse a titular do negócio. Juntou-se a ela José Marcos Bortalaia, funcionário de confiança dele. Com a saída de Bortolaia, em 2013, Cortegoso foi pressionado por seu contador a manter um segundo sócio. Cortegoso diz que não quis misturar a Focal com outra empresa. 


"A Focal, muito voltada para campanha política, ficou muito marcada em função do mensalão e ia me restringir no mercado privado." Cortegoso e a Focal aparecem como destinatários de dinheiro do esquema do mensalão, segundo a lista entregue pelo empresário Marcos Valério à CPI dos Correios, ao Ministério Público e à Polícia Federal. 


Cortegoso diz que foi autuado no período e pagou uma multa de R$ 1,5 milhão. A saída para a Focal, segundo ele, foi convidar Mattos para assumir a sociedade. Ele disse que não tinha outra pessoa de confiança, como alguém de sua família, para assumir a empresa. 


Cortegoso disse que é da sua natureza'' dar chances para funcionários seus ascenderem e que não é estranho'' o motorista ser o dono da empresa."As pessoas brincam que eu tenho uma queda por motoristas. Eu digo que tenho mais queda por garçom porque eu fui garçom. Eu pretendo deixar minha empresa para todos os funcionários". 


Sobre o valor de R$ 24 milhões que recebeu da campanha de Dilma para montar eventos pelo país, mais de 50, ele afirma que merecia o dobro''. "O João Santana é o mago e a gente que tem que carregar os ferros para colocar tudo aquilo em pé", disse. 


Cortegoso disse ter parceria muito boa" com o marqueteiro. Seu primeiro contato no PT foi em 2002 com Paulo Okamotto, assessor de Lula. Depois com os tesoureiros do PT Delúbio Soares, Paulo Ferreira e João Vaccari Neto. Cortegoso diz que é líder no mercado e que faz comícios do PT desde 2006: "É muito difícil atender o PT. Ninguém aguenta. É muito dinâmico, tem cinco a seis eventos por dia em sete Estados".( Com informações da Folha e do Estadão)

IMPEACHMENT DE DILMA: MILAGRES DO PETISMO – Fornecedor da campanha do PT muda de ideia e agora diz ser o verdadeiro dono de empresa com faturamento milionário e que tem um motorista como sócio…




Que pitoresco! Vocês se lembram daquela empresa, a Focal Comunicação, à qual o PT teria pagado R$ 24 milhões por serviços prestados na campanha presidencial de 2014? Pois é… Um dos sócios é um motorista — isso mesmo! — que tinha, até o ano passado, um salário de R$ 2 mil. Chama-se Elias Silva de Mattos. Carla Cortegoso seria sua sócia na empreitada. Localizado pela reportagem, Mattos afirmou não ter nada a ver com a empresa. E quem falou em nome da Focal? Carlos Cortegoso, pai de Carla…

Pois é… Nesta terça, Carlos mudou a versão apresentada no dia anterior e disse à reportagem da Folha que é ele o verdadeiro dono da empresa, aberta em 2003 — primeiro ano da gestão petista, diga-se. Segundo afirmou, como estava inadimplente, resolveu abrir a empresa em nome da filha. Com a saída de um sócio, homem generoso que é, pôs o motorista no negócio.

Cortegoso, cuja empresa apareceu como destinatária de dinheiro distribuído por Marcos Valério, o operador do mensalão, explica a “chance” dada a Mattos: “As pessoas brincam que eu tenho uma queda por motoristas. Eu digo que tenho mais queda por garçom porque eu fui garçom. Eu pretendo deixar minha empresa para todos os funcionários”. Ele disse ainda ser de sua natureza dar chance para a ascensão de seus empregados. Que alma boa!

Então ficamos assim: a segunda empresa que mais recebeu do comitê eleitoral petista — só perdeu para a de João Santana (R$ 70 milhões) — pertence a um destinatário de dinheiro do mensalão, que foi, segundo disse, multado em R$ 1,5 milhão naquele processo. Como o seu dono tem uma natureza peculiar, dá uma chance a um motorista esforçado e o faz sócio da empresa — que, atenção!, estava em nome da filha.

A Focal tem site na internet e tudo! Há, ali, alguns clientes privados, como vocês podem ver em clientes. Mas, entre todos os logos, dois se destacam: o dos Correios e a da Petrobras. Bacana!

A CPI do mensalão, não custa lembrar, chamava-se, na verdade, CPI dos… Correios — já que foi nessa estatal que apareceu a primeira ponta daquele esquema de roubalheira. A empresa certamente não vê uma concorrente mais imaculada para lhe prestar serviços — sei lá quais. Quanto à Petrobras, dizer o quê?

Encerro lembrando que Cortegoso poderia ter dado essa resposta à reportagem da Folha anteontem, quando foi procurado a primeira vez. Preferiu vir com a conversa mole de que os pobres têm direito à ascensão social. Ocorre que as notas fiscais fornecidas pela Focal estão entre aquelas que os técnicos do Tribunal Superior Eleitoral consideram irregulares na prestação de contas da campanha de Dilma.

O relator das contas no TSE, Gilmar Mendes, pode apresentar nesta quarta a sua decisão: ou acata o parecer dois técnicos, que recomendaram a rejeição, ou as aprova. Vamos ver. Se a empresa que responde pelo segundo maior gasto é assim, como serão aquelas que respondem pelos demais?






Fornecedor de campanha diz agora que é dono de empresa


Comitê do PT pagou R$ 24 milhões a firma registrada em nome de ex-motorista

Carlos Cortegoso nega que o ex-motorista seja um laranja: 'Vou colocar um laranja junto com minha filha?'

ANDRÉIA SADI NA FOLHA


O empresário Carlos Cortegoso admitiu nesta terça (9) que a segunda maior fornecedora da campanha de Dilma Rousseff é dele, mas está em nome de outras pessoas, uma filha e um ex-motorista.

"Eu que toco a empresa e sou o responsável. Eu precisava e ele [o ex-motorista] merecia. Ele era quem mais reunia méritos para ser recompensado'', disse.

Como a Folha revelou, a Focal Confecção e Comunicação Visual recebeu R$ 24 milhões da campanha, só ficando atrás da empresa do marqueteiro João Santana, destinatária de R$ 70 milhões.

A firma, que declarou serviços na área de montagem de eventos, teve notas fiscais apontadas como irregulares por técnicos do Tribunal Superior Eleitoral que analisam as contas da petista. O julgamento da prestação de contas ocorrerá nesta quarta (10).

Cortegoso nega que o ex-motorista Elias Silva de Mattos seja um laranja: "Quem me dera o menino ser um laranja. Só se for um Citrosuco, só se for esmagado. Vou colocar um laranja junto com a minha filha?", questionou.

Segundo o empresário, ele estava inadimplente em 2003 quando a empresa foi montada e pediu à sua filha, Carla Cortegoso, que fosse a titular do negócio. Juntou-se a ela José Marcos Bortalaia, funcionário de confiança dele. Com a saída de Bortolaia, em 2013, Cortegoso foi pressionado por seu contador a manter um segundo sócio. Cortegoso diz que não quis misturar a Focal com outra empresa.

"A Focal, muito voltada para campanha política, ficou muito marcada em função do mensalão e ia me restringir no mercado privado." Cortegoso e a Focal aparecem como destinatários de dinheiro do esquema do mensalão, segundo a lista entregue pelo empresário Marcos Valério à CPI dos Correios, ao Ministério Público e à Polícia Federal.

Cortegoso diz que foi autuado no período e pagou uma multa de R$ 1,5 milhão. A saída para a Focal, segundo ele, foi convidar Mattos para assumir a sociedade.

Ele disse que não tinha outra pessoa de confiança, como alguém de sua família, para assumir a empresa.

Cortegoso disse que é da sua natureza'' dar chances para funcionários seus ascenderem e que não é estranho'' o motorista ser o dono da empresa."As pessoas brincam que eu tenho uma queda por motoristas. Eu digo que tenho mais queda por garçom porque eu fui garçom. Eu pretendo deixar minha empresa para todos os funcionários".

RELAÇÃO COM PT

Sobre o valor de R$ 24 milhões que recebeu da campanha de Dilma para montar eventos pelo país, mais de 50, ele afirma que merecia o dobro''. "O João Santana é o mago e a gente que tem que carregar os ferros para colocar tudo aquilo em pé", disse.

Cortegoso disse ter parceria muito boa" com o marqueteiro. Seu primeiro contato no PT foi em 2002 com Paulo Okamotto, assessor de Lula. Depois com os tesoureiros do PT Delúbio Soares, Paulo Ferreira e João Vaccari Neto.

Cortegoso diz que é líder no mercado e que faz comícios do PT desde 2006: "É muito difícil atender o PT. Ninguém aguenta. É muito dinâmico, tem cinco a seis eventos por dia em sete Estados".

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