A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

quinta-feira, abril 24, 2014

UCHO.INFO: Gleisi sai de cena com medo de ser envolvida no escândalo que alvejou o doleiro Alberto Youssef

Do Ucho.info



Fugindo da raia
Desde que voltou ao Senado, em 2 de fevereiro, após deixar o comando da Casa Civil, a petista Gleisi Hoffmann fez 25 discursos. A senadora paranaense tornou-se figurinha fácil, ocupou informalmente o lugar de líder do governo na Casa e, em algumas situações, como em 26 de março passado, chegou a pedir a palavra três vezes na mesma sessão. Em outras datas (27/03, 01/04 e 02/04) discursou duas vezes em cada sessão.

Contudo, desde que estourou o escândalo envolvendo o coordenador de sua campanha ao governo do Paraná, André Vargas, com o doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava-Jato, a senadora desapareceu. A última vez que usou a tribuna foi no dia 2 de abril, para explicações pessoais. Ou seja, o “pitbull palaciano” tornou-se um acanhado “lulu da Pomerânia”. Sempre lembrando que as citações caninas são mera figura e linguagem.

A explicação para esse súbito desaparecimento está em duas notas publicadas na quarta-feira (23) na sessão Painel, do jornal “Folha de S. Paulo”. Elas revelam que a senadora teme que suas relações com o doleiro Alberto Youssef sejam reveladas. Destaca a primeira nota: “A tentativa da oposição de manter vivo o processo contra André Vargas (PT-PR) no Conselho de Ética da Câmara tem como pano de fundo um esforço para atingir outros petistas que disputarão as eleições este ano. Integrantes do colegiado discutem nos bastidores o convite do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha como testemunha para explicar conversas de Vargas com integrantes da pasta sobre contratos com a empresa Labogen, ligada ao doleiro Alberto Youssef.”

A segunda nota é mais explícita: “Também está no radar uma tentativa de convencer o deputado petista a revelar eventuais relações entre o doleiro e a senadora Gleisi Hoffmann, candidata ao governo do Paraná. Em troca, ele poderia ser poupado do pedido de cassação e ser punido com suspensão”. As expectativas têm razão de ser. Desde que o PT começou a pressionar para que renuncie, André Vargas tem respondido com revelações explosivas sobre a intimidade financeira da senadora Gleisi Hoffmann, que está de olho no Palácio Iguaçu, e de seu marido, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo da Silva.

Não é a primeira vez que Vargas manda recados assustadores a Gleisi, sempre deixando claro que, se for sacrificado pelo PT, não cairá sozinho. Assunto que o ucho.info já abordou em edição anterior.

Para a revista Veja, o ex-vice-presidente da Câmara disparou contra Paulo Bernardo: “Vargas insinuou que Bernardo é beneficiário do propinoduto que opera na Petrobras. O ministro, segundo o deputado, seria o intermediário de contratos entre o grupo Schahin, recorrente em escândalos petistas, e a petroleira. Bernardo teria recebido uma corretagem por isso, recolhida e repassada pelo “Beto”. É assim, com intimidade de sócio e amigo, que Vargas trata o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal sob a acusação de chefiar um esquema de lavagem de dinheiro que teria chegado a 10 bilhões de reais. Parte desse valor, como se revelou nas últimas semanas, são as propinas de negociatas na Petrobras.”

Ainda na Veja, Vargas fez outra revelação capaz de botar fogo no circo: “Nas conversas com deputados, Vargas também citou como algo que o PT não gostaria de ver revelado o caso da agência Heads Propaganda, do Paraná. “A Heads é esquema deles”, declarou Vargas a colegas de partido. “Eles” seriam a senadora Gleisi Hoffmann e o ministro das Comunicações. Na gestão Dilma, a agência tornou-se líder em verbas recebidas do governo federal. A escalada meteórica está sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU).”

Também não é a primeira vez que Gleisi Hoffmann tem problemas com aliados complicados. Em agosto de 2013, a polícia prendeu Eduardo Gaievski, assessor especial de Gleisi, que à época chefiava a Casa Civil. Acusado de ter cometido 28 estupros contra menores, sendo 14 contra vulneráveis (menores de 14 anos), Gaievski foi incumbido por Gleisi, à época, de cuidar de políticas relativas a menores do governo federal.

Por ocasião do escândalo do pedófilo, a então ministra também saiu de cena por longo período e até hoje dificulta a aproximação da imprensa, temendo perguntas sobre o ex-auxiliar que passou a ser conhecido como o monstro da Casa Civil.

O temor é tão grande, que a senadora tentou intimidar alguns veículos de comunicação que insistem no tema, patrocinando processos judiciais contra jornalistas, como é o caso do editor do ucho.info. Desde que explodiu o escândalo envolvendo André Vargas, a senadora reduziu ao mínimo os eventos de campanha no interior do Paraná, na esperança de que com o tempo o assunto saia da pauta.

ESTADÃO: O vilão da inflação é o governo

Governo, o vilão da inflação

Editorial O Estado de São Paulo em 24 de abril de 2014
 
O vilão da inflação é o governo, como provou mais uma vez o ministro da Fazenda, Guido Mantega, em sua patética entrevista sobre a disparada dos preços. "Eu tenho certeza de que vamos terminar o ano dentro do limite de 6,5%. Não vamos ultrapassar", assegurou. A meta oficial é de 4,5%, mas as falas do ministro e da presidente Dilma Rousseff geralmente passam longe desse detalhe. A preocupação efetiva, como têm confirmado os números nos últimos quatro anos, é alcançar qualquer ponto até o limite da margem de tolerância. Tanto melhor se o resultado ficar em torno de 6%, de preferência pouco abaixo, como em 2012 e 2013. Mas esse pormenor é meramente decorativo. Mais de uma vez a presidente negou qualquer tolerância à inflação. Mais de uma vez a política oficial desmentiu suas palavras e desmoralizou suas promessas. Igualmente desmoralizante, a entrevista do ministro Mantega ainda acrescentou um toque grotesco ao cenário.
 
 No dia anterior, a pesquisa Focus do Banco Central (BC), realizada com cerca de cem especialistas do mercado financeiro e de consultorias, havia mostrado pela primeira vez neste ano uma projeção de inflação acima do limite de tolerância. Na semana anterior, a mediana das projeções havia chegado a 6,47%, quase batendo no limite. O número divulgado na terça-feira, depois do feriadão, foi 6,51%. A novidade teve um enorme valor simbólico e político.

No mesmo dia circularam em Brasília, segundo registrou O Globo, conversas sobre uma possível mudança no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial para o regime de metas. Dois temas incômodos foram acrescentados, portanto, à pauta de qualquer figura importante da equipe econômica. Não haveria como evitá-los.

Coube ao ministro da Fazenda enfrentar os dois desafios. Ele negou qualquer plano de alteração do IPCA. Segundo as conversas noticiadas, a ideia seria excluir do cálculo os preços dos alimentos.

No Brasil, nenhum argumento estatístico poderia justificar essa mudança. O custo da alimentação ainda é um componente importante do orçamento da maior parte das famílias. Eliminá-lo do índice cheio seria falsificar os dados do custo de vida. Além disso, quem quiser saber como ficaria o IPCA sem os preços dos alimentos e dos combustíveis pode satisfazer sua curiosidade consultando os núcleos calculados por várias consultorias.

Detalhe muito importante: as tendências mostradas por esses núcleos são às vezes piores que aquelas apontadas pelo índice completo. É uma tolice tentar explicar uma inflação tão alta quanto a brasileira pela evolução de um ou outro grupo de preços, os famigerados vilões.
Mas o ministro fala como se acreditasse nessa tolice. Segundo ele, a alta do IPCA acumulada em 12 meses poderá ultrapassar o limite de 6,5% em breve, mas logo diminuirá e ficará abaixo dessa marca no fim do ano.

Os analistas do mercado poderiam estar certos quanto ao curtíssimo prazo, mas errados em relação ao número final de 2014. Ótimo para o ministro e para a presidente, se eles se contentarem, como nos últimos anos, com qualquer resultado até o limite de tolerância, de 6,5%.

O ministro baseia sua convicção numa pitoresca teoria dos vilões da alta de preços. "Todo ano tem algum vilão na história da inflação, mas o importante é que seja apenas um vilão e os outros preços possam flutuar e cair ao longo do tempo, de acordo com a sazonalidade."

Quantos vilões serão necessários para explicar os resultados dos últimos quatro anos - 5,91% em 2010, 6,5% em 2011, 5,84% em 2012 e 5,91% em 2013? E quantos são os vilões em atividade neste ano?

O ministro mencionou os preços de alimentos, as tarifas de energia elétrica (reprimidas desde o ano passado) e outros preços administrados, cada qual com "sua regra específica". E como falar em vilão, quando os preços em alta oscilam entre 65% e 70% do total, como têm oscilado?

Diplomado em economia, o ministro parece desconhecer fatores como as limitações da oferta e o excesso de demanda alimentado pelos estímulos ao consumo e pela gastança pública. Quem leva em conta esses fatores identifica o verdadeiro vilão.
 
 

Últimos dias para inscrições no Curso Internacional de Sementes na Unesp/Botucatu


Evento terá a presença de renomados pesquisadores estrangeiros

A Faculdade de Ciências Agronômicas da Unesp, câmpus de Botucatu, e a Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (Fepaf) promovem, de 28 a 30 de abril de 2014, o Curso Internacional de Semente: Fisiologia e Qualidade de Sementes.
O objetivo do evento é apresentar a estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e profissionais da indústria de sementes uma atualização sobre o tema, por meio da discussão das inovações da área de fisiologia e biologia molecular voltada à pesquisa e na determinação da qualidade de sementes.
O curso contará com a presença de grandes especialistas internacionais da área de sementes, como os pesquisadores Henk W. M. Hilhorst, da Universidade de Wageningen, na Holanda, Peter Toorop, do Jardim Botânico de Kew, na Inglaterra e Julia Buitink e Olivier Leprince, ambos do Instituto de Horticultura e Sementes em Angers na França.
A coordenação do evento é dos professores Edvaldo Aparecido Amaral da Silva e Cláudio Cavariani, ambos do Departamento de Produção e Melhoramento Vegetal da FCA/Unesp.
Mais informações, programação completa e inscrições pelo site www.fepaf.org.br


ASSESSORIA DE IMPRENSA
Faculdade de Ciências Agronômicas da Unesp - câmpus de Botucatu/SP
Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais - Fepaf


Fundação Agrisus comemora 13 anos de atividades

A Fundação Agrisus - Agricultura Sustentável, única entidade privada brasileira de apoio à pesquisa agronômica, completa, em 24/04, 13 anos de existência. Iniciativa da família do engenheiro agrônomo Fernando Penteado Cardoso, foi criada após a venda da Manah, empresa que desde 1947 já se preocupava com pesquisa sobre fertilizantes e sua divulgação.  

Com dotação patrimonial significativa e irreversível, seus rendimentos financiam projetos de educação individual (bolsas de graduação e pós-graduação, auxílio em viagens de estudo e participação em eventos), educação coletiva (realização de eventos técnico/científicos, dias de campo, publicações) e embasamento da educação (pesquisa agronômica e do estado da arte), tendo em vista sempre a fertilidade do solo, base da agricultura sustentável.

No mês de seu aniversário, a Agrisus publica a 4a. edição do Relatório de Projetos de Pesquisas Financiadas. Durante o período 2002 a 2012, nessa modalidade, 132 projetos foram concluídos até abril de 2014, e vários outros estão ainda em andamento.  O catálogo está disponível no site (www.agrisus.org.br), que também traz a íntegra de todos os relatórios apresentados ao término de cada projeto.

"O número de projetos, bolsas e eventos apoiados é evidência clara de que a Agrisus tem perseverado no foco de que a sustentabilidade da agricultura está calcada na conservação do solo e da água, sendo primordial a adequada formação de recursos humanos", explica o presidente da entidade, Antonio Roque Dechen.

"São 13 anos de contribuições significativas aos segmentos de ensino, pesquisa e extensão, e o grande número de propostas recebidas é um indicativo de que a Fundação Agrisus já está consolidada e reconhecida pela comunidade e tem grandes perspectivas de futuro", conclui Dechen.

A Agrisus preparou um material institucional para comemorar a data. Para ter acesso clique aqui

PETRALHAS: Governo PeTista do Acre transfere haitianos como gado para São Paulo

Na Veja.com

Haitianos vindos do Acre superlotam abrigo em São Paulo

Cerca de 450 imigrantes passaram nos últimos dez dias pelo Centro Pastoral dos Migrantes, que tem capacidade para pouco mais de cem pessoas

Mariana Zylberkan
 
Uma fila de imigrantes haitianos se formou na entrada do Centro Pastoral e de Mediação dos Migrantes, ao lado da igreja Nossa Senhora da Paz, no bairro do Glicério, no centro de São Paulo, no fim da tarde desta quarta-feira. O local é destinado a abrigar imigrantes desde 1939, mas os últimos dez dias têm sido atípicos desde que se tornou rota de haitianos que rumaram à capital paulista. Pelo menos 400 imigrantes do Haiti desembarcaram na rodoviária paulistana desde o fechamento do abrigo em Brasileia, no Acre. O local no Norte, enquanto permaneceu funcionando, chegou a receber 15.000 haitianos ao longo de três anos e encerrou as atividades pelo estado deplorável das instalações, desgastadas após trabalharem durante esse tempo todo bem acima da capacidade de abrigar 400 pessoas – a lotação raramente ficava abaixo de 2.500. 
 
A situação piorou há pouco mais de um mês, quando a cheia do Rio Madeira praticamente isolou a região. A fila de haitianos ao lado da igreja Nossa Senhora da Paz foi organizada para distribuir refeição aos mais de duzentos imigrantes que ainda não encontraram casa ou emprego e permanecem no abrigo. A alimentação foi garantida às pressas em um bar da região, após a igreja receber a doação de 1.500 reais. "Hoje vamos conseguir alimentá-los, mas não sabemos como serão os próximos dias", diz o padre Paolo Parise, um dos responsáveis pela Pastoral.
 Com capacidade para atender 110 imigrantes por dia, o Centro Pastoral é ocupado atualmente por cerca de 210 haitianos, fora a centena de pessoas vindas de outros países, que lota o lugar, como Colômbia e Congo. Sem espaço no abrigo, o auditório da instituição serve de dormitório. O pátio em frente à igreja e separado da rua por um portão fica repleto de haitianos à espera de emprego. Só a conta de água da instituição, que não passa de 7.000 reais por mês, deverá chegar a 9.000 reais até o fim de abril. Para esta quinta-feira é esperada a visita de sete empresas que irão ao abrigo recrutar mão de obra para atuar na cidade de São Paulo.

Há alguns dias, padre Paolo tem feito recorrentes pedidos de ajuda à prefeitura de São Paulo para ceder um espaço apropriado para abrigar a leva de imigrantes, mas sem sucesso. "Eles dizem que a prioridade é atender brasileiros", relata. O padre conta que um grupo de haitianos foi encaminhado para um abrigo da prefeitura, mas acabou voltando para a igreja Nossa Senhora da Paz.  

Procurada pela reportagem do site de VEJA, a secretaria municipal de direitos humanos não se pronunciou sobre o assunto.

Trajeto
Grande parte dos haitianos abrigados no centro de São Paulo viajou de avião fretado pelo governo do Acre de Brasileia até Porto Velho. Da capital de Rondônia, seguiram de ônibus até São Paulo em viagem de mais de 3.000 quilômetros. A princípio, o secretário de Justiça e Direitos Humanos do Acre, Nilson Mourão, pediu ajuda para o Centro Pastoral e de Mediação dos Migrantes para intermediar a chegada dos imigrantes a São Paulo, já que a maioria seguiria para cidades do Sul do país.

Apesar das condições adversas do abrigo, os haitianos estão felizes por ter saído de Brasileia. Para eles, a cidade São Paulo tem mais oportunidades e, por isso, muitos desistiram de seguir viagem até o Sul do país, como estava previsto. "Aqui é uma capital, há mais chances de conseguir um bom emprego", diz Fener Duploisi, de 27 anos, que está há uma semana no Brasil e há três dias em São Paulo.

Nos arredores da Igreja Nossa Senhora da Paz, a influência da imigração haitiana começa a aparecer: uma pensão na rua dos Estudantes está com todos os quartos ocupados por haitianos, que "dividem" músicas em francês com quem passa pela calçada. Os pequenos mercados da região têm vendido mais caldo de galinha pronto, frango e fubá, ingredientes recorrentes na culinária haitiana. Em frente à pensão, um grupo de dez haitianos ocupava o balcão de um bar para assistir a partida entre o Real Madrid e o Bayern de Munique, pela semifinal da Liga dos Campeões. Segundo o dono do bar, apenas partidas de futebol europeu costumam atrair a atenção dos novos moradores da vizinhança. “Eles não dão bola para os times brasileiros.” Para eles, o Brasil só está em baixa no futebol.
 
 

UCHO.INFO: Marco Civil da Internet é o novo cavalo de Troia do governo do PT e culminará com a censura

Dita brandaAprovado sob pressão no Senado Federal, o Marco Civil da Internet é um cavalo de Troia criado pelo desgoverno do PT, que continua em seu projeto que busca o controle da imprensa, mas que agora interferirá na geração de conteúdo para a rede mundial de computadores, colocando em risco a garantia constitucional da livre manifestação do pensamento.

Ao mesmo tempo em que traz alguns detalhes importantes para a neutralidade da rede, o Marco Civil da Internet esconde uma série de armadilhas que servirá para calar os que ousarem opinar contra os atuais ocupantes do poder central, que avançam na empreitada de transformar o Brasil em uma versão agigantada da Venezuela, onde a liberdade de expressão simplesmente inexiste.

Ninho de corrupção e usina de desmandos, o governo federal busca uma forma de calar os que a ele se opõe. Para isso, usará todas as armadilhas que foram enxertadas no projeto do Marco Civil da Internet, aprovado sob elogios mentirosos de falsos democratas.

O pior nessa ópera bufa, que custará muito caro ao povo brasileiro, foi o discurso do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), que após a aprovação da matéria falou sobre o momento considerado histórico. Que Eduardo Braga tem comportamento pífio como político todos os amazonenses sabem, mas a sua essência galhofeira foi uma grande novidade ao País. Braga disse que a votação do PLC 21/2014, que trata do Marco Civil da Internet, ocorreu de forma democrática.

Uma mentira sem tamanho, pois é sabido que o Palácio do Planalto acionou o rolo compressor para fazer a vontade da truculenta Dilma Rousseff, que no IV Fórum da Internet era de apresentar um troféu aos participantes, como se o seu governo fosse um exemplo de excelência.

Fora isso, não se pode ignorar a atuação do PMDB nos últimos dias, que garantiu ao projeto uma blindagem contra eventuais manifestações contrárias dos partidos de oposição. Isso justifica a reunião que Dilma teve, no último dia 11 de abril, com os senadores Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Eduardo Braga, Romero Juca e Vital do Rêgo. Foi nesse encontro que a aprovação do Marco Civil foi acertada, obviamente que com a devida contrapartida por parte do governo, até porque nenhum parlamentar se elege para defender os interesses da nação e dos brasileiros, mas, sim, apenas os próprios.

Fonte: Ucho.info

ALUIZIO AMORIM: APROVADO NA CÂMARA PROJETO QUE AUTORIZA EXECUTIVO A DECIDIR SEM OUVIR O CONGRESSO SOBRE TRÂNSITO E PERMANÊNCIA DE FORÇAS ESTRANGEIRAS NO BRASIL

 

misterioso projeto de lei segue agora para votação no Senado

Discretamente, já no crepúsculo desta quarta-feira, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei do Executivo que não deixa de ser muito estranho, principalmente pelo fato de que quem está no Governo é o PT que, por suas vez, é o dirigente do Foro de São Paulo, a organização que articula o movimento comunista na América Latina e que foi fundada por Lula e Fidel Castro em 1990.
Recentemente, o governo da Dilma repassou mais de R$ 1 bilhão de dólares para financiar o porto de Mariel, em Cuba, com o carimbo de secreto. Nem se sabe exatamente quanto de dinheiro do Brasil está sendo encaminhando para as ditaduras comunistas na América Latina e África. Essa gigantesca movimentação financeira que drena recursos do erário não passa pelo crivo do Congresso Nacional. 
É por isso mesmo que uma pesquisa aberta aos internautas no próprio site da Câmara sobre o assunto mostra que mais de 80%  dos que votaram são contra o projeto que dá poderes imperiais para o Executivo que poderá decidir, por exemplo, sobre o estacionamento de forças militares cubanas em território brasileiro, sem quem ninguém fique sabendo. Um avião cubano ou venezuelano pode pousar no Brasil e desovar as temíveis "Avispas Negras", corpo de combate especial cubano que atualmente age na Venezuela em apoio ao chavismo.
E o incrível é que o projeto foi aprovado por 270 votos a 1. Espera-se agora que a Oposição no Senado analise detidamente o projeto. Caso contrário, qualquer hora dessas a Dilma se transforme na versão brasileira de Fidel Castro, ou na melhor das hipóteses, num tiranete como Nicolás Maduro. 
Vejam o que informa o site da Câmara dos Deputados:
O Plenário aprovou, por 270 votos a 1, o Projeto de Lei Complementar 276/02, do Executivo, que permite ao presidente da República delegar ao ministro da Defesa a concessão de permissão para o trânsito e a permanência temporária de forças estrangeiras no Brasil sem autorização do Congresso Nacional, nos casos previstos.
Aprovado na forma de uma emenda substitutiva apresentada pelo deputado Lincoln Portela (PR-MG), a matéria deverá ser votada ainda pelo Senado.
O QUE PREVÊ
O Projeto de Lei Complementar 276/02, do Executivo, autoriza o presidente da República a delegar ao ministro da Defesa e aos chefes das Forças Armadas a permissão para forças estrangeiras transitarem pelo território nacional ou permanecer temporariamente.
Essa permissão vale para os quatro casos em que o presidente da República tem competência privativa para permitir que forças estrangeiras transitem ou permaneçam no território nacional, independentemente de autorização do Congresso Nacional. Esses casos, previstos na Lei Complementar 90/97, são os seguintes:
 
- execução de programas de treinamento e missão de transporte de pessoal ou carga coordenada por instituição pública brasileira;
- visitas oficiais ou não, programadas por órgãos do governo;
- atendimento técnico, para abastecimento, reparo ou manutenção de navios ou aeronaves estrangeiras; e
- missão de busca e salvamento.
Fora desses casos, o Congresso Nacional deve sempre ser ouvido para a autorização.
Descentralização
O objetivo do projeto é desburocratizar o andamento dessas autorizações, ao delegar poder ao ministro da Defesa. Essa prática já ocorre em diversos países.
Segundo mensagem enviada pelo Executivo, é frequente a demanda de sobrevoo e pouso de aviões militares de países vizinhos. No início da década passada, época em que o projeto foi apresentado, a média era de 800 pedidos por ano de sobrevoo. Além disso, mais de 50 navios de forças armadas estrangeiras ingressavam anualmente em águas brasileiras.
Tramitação
A proposta foi aprovada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, em 2002; e pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em 2003, na forma de substitutivo. Desde então, o texto aguardava votação em Plenário.
Íntegra da proposta: PLP-276/2002

POLÍBIO BRAGA: Câmara aprova lei que dá poderes a Dilma para que autorize tropas estrangeiras de ocupação no Brasil

 

Do Blog do Jornalista Políbio Braga

Nesta  quarta-feira à tardinha, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei do Executivo que não deixa de ser muito estranho, principalmente pelo fato de que quem está no Governo é o PT que, por suas vez, é o dirigente do Foro de São Paulo, a organização que articula o movimento comunista na América Latina e que foi fundada por Lula e Fidel Castro em 1990. É por isso mesmo que uma pesquisa aberta aos internautas no próprio site da Câmara sobre o assunto mostra que mais de 80%  dos que votaram são contra o projeto que dá poderes imperiais para o Executivo que poderá decidir, por exemplo, sobre o estacionamento de forças militares cubanas em território brasileiro, sem quem ninguém fique sabendo. Um avião cubano ou venezuelano pode pousar no Brasil e desovar as temíveis "Avispas Negras", corpo de combate especial cubano que atualmente age na Venezuela em apoio ao chavismo.

. A análise acima é do blog do jornalista Aluizio Amorim. 

. O projeto foi aprovado por 270 votos a 1. Espera-se agora que a Oposição no Senado analise detidamente o projeto, que está desde 2002 no Congresso e só foi aprovado agora na Câmara. 

Leiam o que informa a Agência Brasil, hoje:

. O Projeto de Lei Complementar 276/02, do Executivo, autoriza o presidente da República a delegar ao ministro da Defesa e aos chefes das Forças Armadas a permissão para forças estrangeiras transitarem pelo território nacional ou permanecer temporariamente.

. Pela projeto aprovado, o ministro da Defesa poderá autorizar o ingresso de forças armadas estrangeiras nos casos de missões de busca e salvamento; missões humanitárias; programas de treinamento ou aperfeiçoamento; transporte de pessoal, carga ou de apoio logístico. O texto também autoriza o ministro da Defesa a permitir a entrada de forças em situações de “visita oficial ou não oficial programadas pelos órgãos governamentais, inclusive as de finalidade científica e tecnológica e atendimento técnico, nas situações de abastecimento, reparo ou manutenção”.
O objetivo seria desburocratizar os procedimentos. São cerca de 800 pedidos por ano, de liberações de sobrevoo ou de pouso”, além de mais de 50 de atracamento de navios de guerra estrangeiros".

CLIQUE AQUI para examinar a tramitação do projeto, passo a passo, como também tomar conhecimento do texto final produzido pelo deputado Osmar Serraglio, o mesmo relator da CPI dos Correios (Mensalão).

ATAQUE ABERTO: O PRIMEIRO CRIME DE GUERRA


Em toda história da humanidade, em toda época e em qualquer tempo, jamais houve sociedade que deixasse de prever, por parte do seu ordenamento jurídico, o crime de “traição à Pátria”. Não nos interessa aqui o conceito de “Pátria”. Palavra tão batida..conceito tão vilipendiado, que perdeu já todo seu sentido. A noção que um brasileiro pode ter desse termo se confunde com a ideia de nacionalismo fanático, com a propaganda contra xenofobia e com a oposição ao regime militar – época em que ainda fazia algum sentido usá-la.
 
De todas as barbaridades que vem acontecendo no Brasil petista...de tudo que escandaliza e que choca..considerando-se os agentes cubanos disfarçados de médicos, a agenda gay nas escolas, a humilhação das religiões, ou a tragédia feita com as estatais..nada se compara àquilo que fez o Deputado Ney Lopes (PMDB-RN), autor do Projeto de Lei Complementar 276/02 que possibilita ao Ministro da Defesa e aos chefes das Forças Armadas autorizar o trânsito e a permanência temporária de forças estrangeiras no país.
 
Sob o argumento de que “o objetivo da medida é diminuir a burocracia envolvendo a autorização para a entrada de tropas, navios e aviões militares no país, uma vez que é frequente sua passagem de pelo espaço territorial brasileiro”, Lopes conseguiu agilizar os trâmites que vão permitir a presença, por exemplo, de policiais de Moçambique no RJ durante os jogos da Copa do Mundo.
 
Não encontro palavras para descrever a sensação de estupefação que tive ao ler essa notícia quando publicada pela própria Agência Brasil. Vergonha é o único termo que me ocorre no momento para definir o que essa anomalia política, essa substância corrupta que, conforme a água, toma a forma de seu recipiente e que se chama PMDB, fez com a soberania da nação. Não há um só almirante, general ou brigadeiro honrado que, se esse adjetivo merecem, possa nesse momento escapar da sensação de humilhação..do sentimento de vergonha e desmerecimento que a escória petista nesse momento lhes impõem. Não bastou a essa ralé humilhar os médicos, bater nos professores, aparelhar a polícia federal e levar fome ao Exército. Esses marginais precisam mais: eles querem garantir a segurança durante a Copa com militares estrangeiros...com o lixo socialista que agora vem de Moçambique para policiar cidadãos brasileiros.
 
Uma lição espero ser tirada desse fato..mais um na enorme lista de barbaridades que o Partido-Religião vem fazendo com os brasileiros: O PT jamais teve, tem ou vai ter absolutamente qualquer forma de respeito ou consideração com a Constituição Federal. Não vou perder tempo escrevendo sobre o que diz a Carta Magna sobre o poder de polícia em território nacional nem tão pouco sobre o emprego das Forças Armadas no nosso país. Nada disso interessa a esse maldito partido que superou o General Figueiredo quando o mesmo afirmou que preferia o cheiro de cavalo ao cheiro do povo. Ele ao menos fazia diferença entre os dois. O PT; nem disso é capaz mas sabe perfeitamente resguardar-se da crítica usando gente do PMDB para fazer o mais sujo de todos os trabalhos...para cumprir a mais vil das tarefas – aquela em que se precisa trair a Pátria perante o mundo todo e trazer policiais de fora para fazerem cumprir nossas próprias leis.
 
Em tempo de guerra, e em guerra estamos todos contra essa organização criminosa que governa o Brasil, traição é crime a ser punido com a pena capital. Em outro lugar e em outra época, um parasita como Ney Lopes seria preso e sumariamente fuzilado por abrir as portas do território nacional às forças inimigas. Desgraçados dos brasileiros, sequer em guerra percebem que estão e ainda dispensam honras e prerrogativas de deputado a esse que preso deveria estar.
 
Graças a Deus já não integro mais força militar alguma. Já me basta a humilhação de ser médico num pais cujo governo me considera – a mim e a meus colegas – como um ser sem “humanidade” suficiente para atender nossos próprios pacientes. Chegou agora a vez dos policiais e das nossas forças armadas levarem a sua cuspida na cara com o PT trazendo bandidos de Moçambique para fazer seu “trabalho sujo” durante a Copa. Inimigos continuam chegando ao país, mas dessa vez armados e com colaboração do nosso congresso..Traição é o nome que isso merece! Surge no Brasil o primeiro crime de guerra...

Dedicado ao amigo Rodrigo Simões Lemos Dias..

Porto Alegre, 24 de abril de 2014.


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