A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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domingo, agosto 24, 2014

EDITORIAL ESTADÃO: PT assume seu lado bolivariano ao considerar que a ideia do mérito próprio estimula a fragmentação, o individualismo e afasta as pessoas de coisas mais sociais e coletivas

Compre Dilma, leve Lula

O presidente do PT, Rui Falcão, avisou: quem votar em Dilma Rousseff estará votando, na verdade, em Lula - aquele que, segundo suas próprias palavras, não consegue "desencarnar" da Presidência.


A "promoção casada" foi explicitada em entrevista de Falcão ao jornal Valor.

Respondendo a uma questão sobre se Lula terá "maior participação" em um eventual segundo mandato da presidente, o petista disse que "sim" e explicou, praticamente sem rodeios, que a passagem de Dilma pelo Planalto serviu apenas para guardar lugar para seu chefe.

"Precisamos eleger a Dilma, para o Lula voltar em 2018", disse Falcão. "Isso significa que, ela reeleita, começa o ciclo de debate, de planejamento, para que o nosso projeto tenha continuidade, com o retorno do Lula, em 2018, que é a maior segurança eleitoral de que o projeto pode continuar."

A preocupação de Falcão e da militância petista é compreensível. Embora a propaganda oficial martele que o PT está fazendo um governo revolucionário, que tirou milhões de pessoas da miséria e as levou ao paraíso do consumo, os eleitores em geral parecem cada vez mais descontentes. Com crescimento econômico pífio, inflação alta e perspectivas sombrias para o emprego, é natural que o tal "projeto" petista esteja sendo questionado, conforme mostram todas as pesquisas de opinião e de intenção de voto.

Para Falcão, porém, a chamada "nova classe média" tem reclamado do governo porque não foi devidamente instruída sobre os benefícios que a administração petista lhe deu. Faltou que Dilma lembrasse a essa gente que sua ascensão social se realizou não graças a seus méritos pessoais, mas pelas magnânimas políticas do governo. É a tese da ingratidão, levantada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e corroborada por Lula. "Essa ideia do mérito próprio estimula a fragmentação, o individualismo, afasta as pessoas de coisas mais sociais, coletivas", disse Falcão. Para ele, Dilma errou ao não "dialogar" com essa classe média "individualista".

O recado de Falcão é que, se Dilma conseguir se manter no cargo - graças à imensa exposição que ela terá na campanha na TV e aos programas sociais que sustentam uma formidável base de clientes do PT -, a presidente não terá mais autonomia para imprimir o seu estilo de governar. A mensagem da cúpula do partido serve tanto para Dilma quanto para o eleitorado, ressabiado com a possibilidade de que a presidente, uma vez reeleita, imponha de vez uma agenda vinculada às suas convicções ideológicas, que hostilizam o capital e desconfiam da democracia representativa.

O dirigente petista afirmou que, até agora, Lula procurou não se intrometer, para que Dilma "se afirmasse". Foi, segundo suas palavras, um "distanciamento planejado e deliberado". Não que Lula tenha deixado de se imiscuir em assuntos que diziam respeito apenas à sua sucessora ao longo do primeiro mandato. Ele teve de aparecer várias vezes para apagar incêndios políticos diante do notório alheamento da pupila em relação ao Legislativo, incluída aí a própria bancada do PT.

Lula também deu pitacos sobre a política econômica. Em algumas oportunidades chegou a ser absolutamente direto: "Nós poderíamos estar melhor, e a Dilma vai ter que dizer isso na campanha claramente: como é que a gente vai melhorar a economia". Além disso, Lula incluiu no governo de Dilma olheiros de sua estrita confiança, como Gilberto Carvalho e Ricardo Berzoini, ministro de Relações Institucionais.

Agora, porém, a intenção, a julgar pelo que declarou Falcão, é ir além. Lula e a cúpula do PT farão de tudo para limitar o raio de atuação de Dilma e, portanto, tentar reduzir os danos eleitorais causados pelo desgoverno de sua administração, que criou um fosso entre a Presidência e o Congresso, os empresários e a classe média.

Como se Dilma fosse uma "trainee" no Planalto, Falcão disse que ela fará um segundo mandato melhor do que o primeiro porque "aprendeu muitas lições". A principal delas talvez tenha sido a de que, como criatura de Lula, não é possível se libertar dele.


PETRALHAS: Presidente da Petrobras e amiga íntima de Dilma, Graça Foster doa imóveis para escapar ao bloqueio dos bens pelo TCU




Graça Foster e Cerveró doaram imóveis após estourar escândalo sobre Pasadena

Bens mudaram de mãos antes de o TCU determinar o bloqueio do patrimônio de dez gestores da Petrobras

POR VINICIUS SASSINE E EDUARDO BRESCIANI

A presidente da Petrobras, Graça Foster, e o ex-diretor da Área Internacional da estatal Nestor Cerveró doaram imóveis a parentes após estourar o escândalo sobre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, como mostram registros em cartório obtidos pelo GLOBO no início da tarde desta quarta-feira. A movimentação envolve apartamentos em áreas valorizadas do Rio.

Os bens mudaram de mãos antes de o Tribunal de Contas da União (TCU) determinar o bloqueio do patrimônio de dez gestores da Petrobras apontados como responsáveis por um prejuízo de US$ 792,3 milhões na compra da refinaria. O bloqueio foi determinado no dia 23 de julho justamente para garantir que os bens não sejam movimentados pelos gestores e possam garantir o ressarcimento aos cofres da estatal.

Na sessão em plenário desta quarta, os ministros do TCU vão decidir se Graça também terá o patrimônio bloqueado, uma vez que ela acabou excluída da primeira decisão por conta de um erro. O Palácio do Planalto opera para que a presidente não seja atingida pela medida. O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, que fez a defesa de Graça em plenário, já declarou que o bloqueio inviabilizaria a permanência de Graça no cargo.

Os documentos oficiais obtidos pela reportagem revelam que, em 20 de março deste ano, Graça doou "com reserva de usufruto" um apartamento em Rio Comprido a Flavia Silva Jacua de Araújo, tendo Colin Silva Foster como interveniente. No mesmo dia, a presidente da Petrobras fez uma doação semelhante a Flavia e a Colin de um imóvel na Ilha do Governador.

No dia 19 de março, um dia antes das transações feitas por Graça, veio a público um posicionamento da presidente Dilma Rousseff de que apoiou a compra da refinaria de Pasadena por conta de um "parecer falho" elaborado por Nestor Cerveró. Era o início de uma crise que resultou na instalação de duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) no Congresso Nacional.

Dilma, como presidente do Conselho de Administração da Petrobras em 2006, votou a favor da aquisição da primeira metade da refinaria. No processo em curso no TCU, os ministros a eximiram de responsabilidade no negócio.

Graça ainda fez uma "doação com reserva de usufruto" a Colin em 9 de abril deste ano. Trata-se de um imóvel na Praia de Manguinhos, com direito a uma vaga de garagem.

Cerveró, por sua vez, doou três apartamentos a parentes em 10 de junho, 45 dias antes de o TCU determinar o bloqueio de seus bens e de mais nove gestores da Petrobras. Cerveró doou um apartamento na Rua Prudente de Moraes a Raquel Cerveró; outro apartamento no mesmo prédio a Bernardo Cerveró; e um apartamento na Rua Visconde de Pirajá, também a Bernardo Cerveró.


Fonte: O Globo

BLOG DO CORONEL: O que mais verdadeiro? Aécio estadista ou Dilma "humana"?



A imprensa analisa, hoje, os primeiros programas eleitorais levados ao ar, ontem, por Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). Afirma que Aécio é mostrado como um estadista e que Dilma, pasmem!, foi "vendida" como um ser humano.

Ora, depois de quase 4 anos de mandato e quase 12 anos de vida pública em cargos de projeção, esta senhora ainda tem que ser apresentada como uma figura humana.

E precisa mesmo.

A sua truculência, arrogância e deselegância são por demais conhecidos nas rodas palacianas. Seus gritos com ministros e assessores. Suas desfeitas e grosserias com ordenanças. Sua antipatia com os jornalistas que cobrem o Planalto. Colocaram a Presidente da República cortando tomates e fazendo macarrão, que foi o que conseguiram de mais humano por parte daquele trator vestido de gente. 


Aliás, nem um avental a Dilma usou. Estava com o mesmo casaco que usou em 3 de julho passado, no Paraná. O cachorro do Zé Dirceu, o Nego, herdado por ela, apareceu no programa, mas de longe, pois não conseguiram um take onde ele pulasse no colo da Presidente. 

Aécio, por sua vez, foi mostrado como um estadista. Aí fica fácil ver que o programa tucano foi mais verdadeiro. Quem duvida que descubra algum momento na vida de Aécio em que ele não tenha sido um hábil negociador e um político fora de série. Já Dilma, pobre Dilma, não é nem mesmo uma presidente "minimamente razoável", quanto mais uma dona de casa que consiga usar um vestido mais solto e um avental.

Motéis de Ribeirão Preto oferecem serviços diferenciados em hotelaria para eventos de agronegócios



Locais se tornam opções para hospedagem em períodos de feiras como a Fenasucro, que, neste ano, ocorre de 26 a 29 de agosto


A partir de 26 de agosto, a região de Ribeirão Preto sedia a Fenasucro, evento de tecnologia e intercâmbio comercial para usinas e profissionais do setor sucroenergético. Na 22ª edição, a feira pretende receber33 mil visitantes de 40 países e 550 expositores.

Já reconhecida como região do agronegócio, RibeirãoPreto e Sertãozinho vêm se destacando pela infraestrutura hoteleira e ótimas opções de gastronomia que oferece aos inúmeros empresários, investidores e visitantes do evento. Pensando neste mercado, alguns motéis da cidade adequaram seus serviços para oferecer ao público todo o conforto e qualidade que qualquer hotel pode disponibilizar, com a vantagem de também proporcionar ao hóspede total privacidade.

Um dos mais requisitados em Ribeirão Preto é o Savana, que chega a aumentar em 50% sua capacidade de hospedagem em épocas de feiras. Segundo o proprietário do motel, Rafael Pacca, os motéis são excelentes opções para suprir a demanda de hospedagem gerada nestes períodos. “A procura aumenta muito quando estas feiras ocorrem, por isso aproveitamos para oferecer pacotes especiais e cardápios diferenciados para agradar a esse perfil de público”, comenta.

Pacca destaca que os clientes que se hospedam em seu estabelecimento podem desfrutar de recepção e cozinha internacional 24horas, suítes com garagem individual, hidromassagem e sauna e refeições na suíte. Incluído na diária, o café da manhã é servido no quarto, e as taxas de serviços, normalmente presentes em hotéis convencionais, não são cobradas no Savana. Sua localização estratégica, perto do aeroporto e do Novo Shopping, é um dos fatores que favorecem a hospedagem.

Para aqueles que procuram aliar conforto e economia, existe a opção de se hospedar no Village Motel. O custo para o cliente pode chegar até a metade do preço em comparação com outros tipos de acomodações. A diária de uma das suítes do estabelecimento com café da manhã incluído custa a partir de R$ 250,00.

Fonte Assessoria de Imprensa
Tel.: (16) 2111-7200
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