A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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domingo, maio 11, 2014

MARXISMO CULTURAL: Juventude roubada na degradação social promovida pelo PT


Fala-se de tudo. Menos da crise da família.

O crescimento da Aids, o aumento da violência e a escalada das drogas castigam a juventude. A deterioração econômica exacerba o clima de desesperança. A percepção da falência do Estado em áreas essenciais (educação, saúde, segurança, transporte) gera muita frustração. Para muitos jovens os anos da adolescência serão os mais perigosos da vida.

Desemprego, gravidez precoce, aborto, doenças sexualmente transmissíveis, Aids e drogas compõem a trágica equação que ameaça destruir o sonho juvenil e escancarar as portas para uma explosão de violência. Além disso, a juventude não foi preparada para a adversidade. E a delinquência é, frequentemente, a manifestação visível da depressão. A situação é reflexo de uma cachoeira de equívocos e de uma montanha de omissões. O novo perfil da delinquência é resultado acabado da crise da família, da educação permissiva e do bombardeio de setores do mundo do entretenimento, que se empenham em apagar qualquer vestígio de valores. Tudo isso, obviamente, agravado e exacerbado pela falência das políticas públicas e a inexistência de expectativas.

Se a crescente falange de adolescentes criminosos deixa algo claro, é o fato de que cada vez mais pais não conhecem os próprios filhos. Não é difícil imaginar em que ambiente afetivo se desenvolvem os integrantes das gangues juvenis. As análises dos especialistas em políticas públicas esgrimem inúmeros argumentos politicamente corretos. Fala-se de tudo. Menos da crise da família. Mas o nó está aí. Se não tivermos a firmeza de desatá-lo, assistiremos, acovardados e paralisados, a uma espiral de violência sem precedentes. O inchaço do ego e o emagrecimento da solidariedade estão na origem de inúmeras patologias. A forja do caráter, compatível com o clima de verdadeira liberdade, começa a ganhar contornos de solução válida. A pena é que tenhamos de pagar um preço tão alto para redescobrir o óbvio.

O pragmatismo e a irresponsabilidade de alguns setores do mundo do entretenimento estão na outra ponta do problema. A era do mundo do espetáculo, rigorosamente medida pelas oscilações do Ibope, tem na violência uma de suas alavancas. A transgressão passou a ser a diversão mais rotineira de todas. A valorização do sucesso sem limites éticos, a apresentação de desvios comportamentais num clima de normalidade e a consagração da impunidade têm colaborado para o aparecimento de mauricinhos do crime.

A transformação da internet num descontrolado espaço para a manifestação de atividades criminosas (a pedofilia, o racismo e a oferta de drogas, frequentemente presentes na clandestinidade de alguns sites, desconhecem fronteiras, ironizam legislações e ameaçam o Estado Democrático de Direito) está na origem de inúmeros comportamentos patológicos.

É preciso ir às causas profundas da delinquência. Ou encaramos tudo isso com coragem ou seremos tragados por uma onda de violência jamais vista. O resultado final da pedagogia da concessão, da desestruturação familiar e da crise da autoridade está apresentando consequências dramáticas. Chegou para todos a hora de falar claro. É preciso pôr o dedo na chaga e identificar a relação que existe entre o medo de punir e os seus efeitos antissociais.


PETRALHAS: Membro da Comissão de Ética do PT ameaça matar o Ministro Joaquim Barbosa


Da Agência Estado

A Polícia Federal investiga, a pedido do Supremo Tribunal Federal, ameaças de morte ao presidente da Corte, Joaquim Barbosa, em perfis de redes sociais na internet. Em um dos dois inquéritos de investigação, a PF descobriu que um dos que ameaçaram o ministro foi Sérvolo de Oliveira e Silva, secretário de organização do diretório do PT em Natal e membro da Comissão de Ética do partido no Rio Grande do Norte.

"Contra Joaquim Barbosa toda violência é permitida, porque não se trata de um ser humano, mas de um monstro e de uma aberração moral das mais pavorosas", postou o petista no perfil do Facebook com o nome de Sérvolo Aimoré-Botocudo de Oliveira, como informou a edição da revista Veja deste fim de semana. "Joaquim Barbosa deve ser morto. Ponto Final. Estou ameaçando a um monstro que é uma ameaça ao meu país. Barbosa é um monstro e como monstro deve ser tratado."

Procurada pela reportagem, a direção nacional do PT disse que não iria se manifestar sobre o tema. Sérvolo não foi localizado pelo Estado.

Depois que começou a ser investigado pela PF, ele se mudou para Foz de Iguaçu. À revista, o petista diz que fez menção ao tiro na cabeça porque se lembrou da morte do PC Farias. "A burguesia brasileira age assim. Sou do candomblé, não tenho coragem de matar ninguém", afirmou, completando que se quisesse de fato matar alguém não postaria a ameaça na internet.

No outro inquérito, também solicitado pelo Ministério Público Federal, a PF investiga quem está por trás do perfil de Brasília que convoca membros e correligionários do PT a atentar contra a vida do presidente do STF. Ameaça de morte pode render uma pena de até seis meses de prisão, de acordo com o Código Penal.







RESISTÊNCIA: Embrapa Cerrados



Artigo de Frederico Flósculo Pinheiro Barreto para o Jornal da Ciência



A luta territorial pelo Distrito Federal ameaça vitimar sua mais importante área física de pesquisa em ciência e tecnologia agropecuária.

Dentre todos os tipos de violência que testemunhamos em nosso País, na atualidade, o mais espantoso deve ser aquela violência nascida de atos contraditórios do Estado, que dilacera, desconstrói e sucateia o próprio Estado.

No Distrito Federal, temos uma impressionante diversidade de situações assim, em que a democratização tem servido como caminho para a perda do controle, pelo Estado, da ordem territorial, da agenda das políticas públicas urbanas, para setores políticos e econômicos que lutam pela privatização dessa ordem territorial - e dessa agenda. A terceirização do próprio Estado é tão grave que atinge o que poderíamos chamar de "a inteligência do Estado", a sua inerente capacidade de priorizar o interesse público, de promover os interesses da Nação.

Impressionam, por outro lado, as cabais demonstrações de desinteligência. Impressiona que o próprio patrimônio de pesquisas científicas, de Ciência e Tecnologia brasileiras entre nesse processo de devastação, de desmonte e mercandização. Isso está a acontecer em Brasília, em uma sequência de episódios de inversão das prioridades do planejamento urbano, desde o famoso Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal, tornado em Lei em 2012 - depois de ser conhecido como o PDOT de Pandora, em lembrança da Operação "Caixa de Pandora", da Polícia Federal. Essa operação levou à prisão e queda do governador José Roberto Arruda, e é o plano urbano mais corrupto da história de Brasília.

Entre outras enormidades, o PDOT de Pandora "fundamenta" gigantescas operações de transferência de propriedades públicas para as mãos privadas, através de mecanismos que geram dividendos para oficiais públicos que comercializam a terra pública - como é o caso da TERRACAP (ou "Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal"), operadora das terras públicas do Distrito Federal, cujos dirigentes têm direito à participação em seus "lucros", ao alienarem terras públicas.

Essa participação é legal (Constituição Federal de 05 de outubro de 1988, no seu art. 7º, inciso XI e regulamentada pela Lei nº 10.101, de 19 de dezembro de 2000, por intermédio de programas de metas de resultados a serem aprovados pela Diretoria da Empresa), mas torna esse órgão público notavelmente ávido por negociar as terras públicas e o direito de construir da forma mais lucrativa possível para os próprios... dirigentes públicos. Esse é um ordenamento jurídico perverso, pois as prioridades públicas são frontalmente desrespeitadas, para dar lugar às prioridades dessa forma de privatização dos "lucros imobiliários".

O caso da ação que o Governo do Distrito Federal move, desde 2012, pela expulsão da Embrapa Cerrados de uma área de aproximadamente 90 hectares, em que estão acumulados investimentos em pesquisas realizadas consistentemente pelas últimas três décadas, é notável, exemplar. Essa área é um extraordinário e naturalmente privilegiado laboratório de pesquisa voltada a uma enorme variedade de práticas e experimentações, que têm contribuído decisivamente para a exploração sustentável do imenso - e degradado - bioma do cerrado brasileiro.

Esse caso é mesmo exemplar, pois a ocupação dessa gleba (que representa cerca de 0,015% do território do DF) tem implicado sua PRESERVAÇÃO em face dos impressionantes e onipresentes episódios de grilagem em todo o território da Capital da República. Capital de grileiros, onde a grilagem tem se tornado... política pública!

Essa ação deletéria de grileiros e governantes populistas tem devastado o bioma cerrado na área de influência de Brasília. Neste momento, para produzir um número de 100.000 novas unidades imobiliárias "populares", ainda não realizado, o atual governo tem usado o PDOT de Pandora (2012), e não hesita em expulsar exatamente os atores públicos e sociais que têm assegurado um mínimo de decência às políticas públicas de desenvolvimento científico e de ocupação racional e planejada do bioma cerrado, a partir deste caótico Distrito Federal. Esse é o dramático caso pela expulsão da Embrapa Cerrados de sua área de trabalho e pesquisa.

No lugar da gleba até agora destinada à pesquisa científica mais produtiva do Distrito Federal, surgirá, como quer o governo local, um loteamento habitacional que visa fortalecer suas políticas populistas - que desconsideram, em especial, as condições ambientais mais elementares para a implantação de novas áreas urbanas no DF. Falta ciência e sobra populismo.

Esse quadro de corrupção num nível de território de Unidade da Federação impressiona, mas a sociedade civil - assim como os pesquisadores e trabalhadores da EMBRAPA - passaram a construir uma corajosa resistência contra a venalidade do Governo do DF. Na verdade, essa luta necessita de mais forças a exigir de Brasília um mínimo de decoro, de responsabilidade pública.

Em Audiência Pública realizada a partir de solicitação feita à Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, em 22 de abril de 2014, na Câmara dos Deputados, lideranças da ciência e tecnologia nacionais se pronunciaram de forma preliminar - mas contundente - em defesa a permanência da Embrapa Cerrados na posse dessa gleba que tem recebido, conscienciosamente, investimentos que a tornam um extraordinário patrimônio para o desenvolvimento, para a preservação e para a ocupação racional, sustentável, do bioma cerrado.

Esse episódio mostra o quanto a luta pelo desenvolvimento científico e tecnológico do nosso País deve considerar novos fatores, na medida em que os recursos territoriais e ambientais nacionais se aproximam de seus limites de sustentabilidade. É evidente que as prioridades de nossos políticos podem ignorar, de forma irresponsável, os raciocínios rigorosos do desenvolvimento sustentável - e que os urbanistas devem ser desafiados a tornar mais completas as singelas "equações" de nossa atual geração de planos urbanos, notavelmente imobiliários, simplistas e de fraquíssima multidisciplinaridade. A corrida pelo futuro não admite desistentes.

Frederico Flósculo Pinheiro Barreto é Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UnB, Doutor em Processos de Desenvolvimento Humano

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