A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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sexta-feira, julho 10, 2020

Campeonatos de Barismo voltarão quando for retomada a segurança sanitária


Campeonatos de Barismo voltarão quando for retomada a segurança sanitária

Campeões Brasileiros de 2020 representarão o país nas competições mundiais de 2021

Em meio ao cenário de incertezas e da impossibilidade de prever como e quando ocorrerá a retomada de todos os setores diante dos reflexos da pandemia do novo coronavírus, causador da Covid-19, a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) informa que, até que seja retomado um cenário de segurança sanitária no país, estão suspensos os Campeonatos de Barismo, competições que integram as atividades do projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation", desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

A diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, explica que o segmento dos cafés especiais tem um convívio de muita pessoalidade, o que estreita os laços e faz com que todos se preocupem entre si. "Temos como prioridade a saúde e a segurança dos competidores, por isso, de maneira conjunta, suspendemos a realização dos Campeonatos Brasileiros de Barismo de 2021 em todas as categorias, definindo que os baristas campeões de 2020 serão os competidores do país nos Campeonatos Mundiais do ano que vem", explica.

A entidade informa que, com exceção à competição nacional de torra, todos os demais campeões brasileiros de 2020 já são conhecidos. Boram Julio Um é o vencedor do Campeonato de Baristas; Tiago Gonçalves da Rocha, do "Latte Art"; Julia Fortini Souza, do "Brewers Cup"; Emerson do Nascimento Bezerra, do "Coffee in Good Spirits"; e Phelippe Nascimento, da competição de Cup Tasters.

"A definição do campeão brasileiro de torra ocorrerá tão logo o cenário sanitário indique segurança a todos os envolvidos para a realização da competição. No momento, voltamos nossas orações às pessoas impactadas pelo novo coronavírus, direta ou indiretamente, e nossos pensamentos seguem direcionados especialmente àqueles que estão doentes, a quem estendemos nosso desejo de uma rápida e completa recuperação. Externamos, ainda, nossos agradecimentos a toda comunidade cafeeira, que, simbolicamente unida, enfrenta esse momento tão difícil e delicado que vivemos", completa Vanusia.

Desde setembro de 2016, a BSCA é a Competition Body no Brasil da World Coffee Events (WCE), entidade organizadora dos Campeonatos Mundiais de Barismo e detentora dos direitos da competição em todo o mundo. Esse status confere à Associação o direito de realizar as etapas classificatórias das competições mundiais, as quais conduzem os campeões brasileiros para a fase final dos certames internacionais nas suas sete modalidades: (i) Barista; (ii) Latte Art; (iii) Brewers Cup; (iv) Coffee in Good Spirits; (v) Cup Tasters; (vi) Roasting (torrefação); e (vii) Cezve Ibrik (café turco - não realizada no Brasil).

BRAZIL. THE COFFEE NATION
Os Campeonatos Brasileiros de Barismo são ações integrantes do projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation", desenvolvido pela BSCA e pela Apex-Brasil com foco na promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no país.

O projeto visa, ainda, a expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros. As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através do telefone (35) 3212-4705 ou do e-mail exec@bsca.com.br.

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sexta-feira, junho 19, 2020

Mantiqueira de Minas é reconhecida como Denominação de Origem

Mantiqueira de Minas é reconhecida como Denominação de Origem

D.O. determina que cafés produzidos na região possuem características específicas vinculadas a fatores naturais e humanos


 
Membros da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) têm motivo para celebrar desde o dia 9 de junho. Mais de 20 associados da Mantiqueira de Minas agora podem se intitular como representantes da Denominação de Origem Mantiqueira de Minas, evolução de status de Indicação Geográfica (IG) concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para o café verde em grão e ao café industrializado torrado em grão ou moído da região.

As IGs são importantes ferramentas de valorização de produtos tradicionais vinculados a determinadas origens produtoras e, entre suas funções, está a de promover e proteger uma região. Assim, a obtenção de Denominação de Origem pela Mantiqueira de Minas indica que os cafés produzidos na região possuem características específicas vinculadas à geografia local, levando-se em conta fatores naturais, como clima, solo, vegetação e altitude, e humanos, com a tradição e a história dos produtores.

Segundo a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, essa conquista reforça que a Denominação de Origem Mantiqueira de Minas produz cafés excepcionais e que os cafeicultores da região sempre voltaram sua atenção ao cultivo desses grãos diferenciados. "Tudo começou no final do século XX, quando os produtores investiram na produção por via úmida, os cerejas descascados e despolpados, o que, logo nos primeiros anos do século XXI, fez com que conquistassem, pela primeira vez, o título do Cup of Excellence, o principal concurso de qualidade do mundo", recorda.

Ela comenta que a obtenção da Denominação de Origem é fundamental para a cafeicultura da Mantiqueira de Minas em termos de qualidade e no aspecto social. "A D.O. é fantástica para o reconhecimento da qualidade e do diferencial dos cafés produzidos na região e pela geração dos milhares de empregos, pois é uma atividade de montanha, onde o trabalho é 100% manual, com uma responsabilidade social enorme", analisa.

Localizada no lado de Minas Gerais da Serra da Mantiqueira, no sul do Estado, a região possui tradição secular na produção de cafés de qualidade, sendo uma das mais premiadas do Brasil. Seus cafés são raros e surpreendentes, refletindo a combinação de um terroir único e do saber fazer local que busca continuamente a excelência.

A Denominação de Origem Mantiqueira de Minas compreende 25 municípios, dedicando 56 mil hectares ao cultivo de café, divididos entre 8,2 mil produtores, dos quais 82% são da agricultura familiar. A região se destaca por possuir características únicas de topografia e pelo zeloso trabalho realizado pelos cafeicultores, sempre em busca dos frutos mais maduros e uniformes, que correspondem a uma produção de aproximadamente 1,2 milhão de sacas ao ano.

Em tempos em que os consumidores cada vez mais buscam conhecer a procedência e a história dos produtos e produtores, a Denominação de Origem Mantiqueira de Minas vem para promover e disseminar a cultura, o jeito de ser e o entusiasmo dos cafeicultores locais.

"A D.O. é um verdadeiro passaporte para a beleza natural das montanhas e fazendas centenárias da região, apresentando aos consumidores os detalhes dos processos produtivos desses cafés diferenciados, cultivados sob o respeito ambiental e social. É uma ferramenta que permite que o consumidor tenha uma experiência prazerosa de conexão com a origem, estimula a produção regional e fomenta o turismo ao local", conclui Vanusia.

A Denominação de Origem Mantiqueira de Minas é a evolução da IG de Indicação de Procedência que a região detinha até o dia 9 de junho. Os cafés cultivados no local estão acima de 1.040 metros de altitude e possuem características especiais, como acidez cítrica e elevada, corpo denso e sedoso e finalização longa e prazerosa. Dos 25 municípios que compõem a origem, a BSCA possui associados em 10: Baependi, Cambuquira, Campanha, Carmo de Minas, Dom Viçoso, Heliodora, Pedralva, Santa Rita do Sapucaí, São Lourenço e Soledade de Minas.

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segunda-feira, junho 08, 2020

Lucca: a maioridade de uma vida dedicada aos cafés especiais

A maioridade de uma vida dedicada aos cafés especiais


Em 7 de junho de 2002, nasceu, no bairro Batel, em Curitiba (PR), a marca Lucca Cafés Especiais. Fruto do amor pelo café do casal Georgia Franco e Luiz Otávio Franco Souza, o nome é uma homenagem ao sobrenome do avô materno do marido, João Pedro Lucca, que foi produtor de café no Norte do Paraná.

Desde o primórdio voltada ao nicho de especialidade, a loja abriu com uma máquina de torra dentro do estabelecimento, oferecendo cinco cafés provenientes das regiões mais conhecidas, à época, como produtoras de cafés especiais. A aceitação da ideia foi tão fantástica por parte dos clientes que, atualmente, a Lucca ampliou seu portfólio para 40 rótulos disponíveis na cafeteria e em seu e-commerce.

O começo
Essa história, contudo, teve início mais para trás, na infância de Georgia, quando descobriu sua paixão pelo café nas terras de seu avô. "Já conhecia a rotina de uma fazenda e o cheiro de café", lembra.

Seu primeiro caminho profissional, no entanto, conduziu-a para uma área bem diferente: engenharia e informática. Após anos na frente das telas de computadores, Georgia resolveu mudar de profissão. No ano 2000, entrou em um curso de gastronomia em uma escola de culinária em Nimes, na França.

Ao concluir o curso, retornou ao Brasil, quando foi convidada pelo grupo Ferroni, uma grande fazenda paranaense produtora de café especial, para desenvolver os blends dos grãos para exportação. Aceitou de prontidão.

Frutificava, assim, a primeira semente de café plantada em sua infância. "Essa foi uma chance que vi para levar o meu talento gourmet a uma área que estava se apresentando para mim. É claro que, para chegar até à Lucca, muitas etapas foram superadas, mas a ideia surgiu naquele momento", recorda.

Durante três anos, Georgia se dedicou ao universo cafeeiro, frequentando as principais feiras do setor em todo o mundo. Tornou-se membro da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA) e da Associação Europeia de Cafés Especiais (SCAE) – as entidades fizeram a fusão e, hoje, formam a Specialty Coffee Association (SCA) – e, de lá, trouxe conhecimento e material sobre o que havia de melhor em tecnologia relacionada a café em grãos, torra e preparo.

Outro fator que incentivou a abertura da Lucca foi a participação de Georgia, no início de 2002, no Primeiro Campeonato Brasileiro de Baristas, quando foi finalista em um concurso com mais de 60 participantes. "Isso demonstrou que meu conhecimento, que achava ser apenas teórico, já tinha chegado à prática o suficiente para trabalhar em meu próprio negócio", comenta.

A evolução
Georgia é uma mulher que não abre mão de seus sonhos, foi assim que ela e Luiz Otávio fundaram a Lucca Cafés Especiais. E, também seguindo sua paixão pela gastronomia, em 2006 a loja ganhou uma nova sede, com 350 metros quadrados, que dispõe, além da máquina de torra, de cozinha e confeitaria próprias, onde coloca em prática todas as habilidades com aromas e sabores.

Desde o início, um dos princípios da Lucca e seus criadores é cultivar o relacionamento com os produtores. Para garimpar cafés de excelência, Georgia visita propriedades, experimentando amostras e escolhendo os grãos que serão torrados na loja. Reforçando esse conceito, ela convida os parceiros para fazer degustações de seus cafés com clientes finais, proporcionando um rico intercâmbio.

A empresária também não perde a oportunidade de participar como provadora em concursos nacionais de qualidade, em quase todas as regiões produtoras. Em 2006, foi a melhor provadora do grupo de juízes do “Cup of Excellence – Brasil”, o que lhe rendeu uma vaga na fase internacional. Com sua capacitação, em 2009 e 2010, foi juíza na fase internacional da mesma competição, mas na Guatemala e na Colômbia, respectivamente.

Laboratório Escola
Com todo o desenvolvimento e o conhecimento adquiridos, foi natural Georgia iniciar cursos e treinamentos para baristas, primeiramente aos profissionais da loja e, com o tempo, também para formação de baristas das cafeterias parceiras.

Atualmente, quase 15 anos depois, o laboratório oferece mais de uma dezena de cursos de formação, nas diversas áreas do barismo, degustação e torra de café, tendo formado centenas de profissionais. Além disso, o estabelecimento também disponibiliza degustações e workshops para apreciadores.

Em 2014, Georgia obteve a certificação no primeiro grupo de Authorized SCA Trainers (AST) no Brasil. Como membro da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), a quem se filiou em 2011, a Lucca Cafés Especiais teve a oportunidade de certificar o laboratório dentro das exigências da SCA, além de seus instrutores também possuírem certificados, o que concede o direito de ministrar os cursos da associação internacional. Como resultado, até 2018 já havia formado 6 AST’s em diversas áreas.

A torrefação
Com o reconhecimento do trabalho e da excelência de seus cafés, houve aumento da demanda dos clientes de cafeterias para a torrefação da Lucca, o que, em 2010, fez surgir uma sede própria para essa finalidade, em Pinhais (PR), com a compra de mais um torrador, o Probatone 12.

Café com pão
Recordam-se da mulher antenada às novidades e que não abre mão de seus sonhos? Pois bem, com a chegada da onda do pão artesanal, de fermentação natural, chamado "sourdough" ou "levain", Georgia conduziu uma perfeita aproximação do produto com o café. “Um complementa o outro de forma natural”, diz.

A família Feliz, tradicional moageira de trigo em Curitiba, sempre foi próxima à família de Luiz Otávio, desde o tempo dos avós. Eduardo Feliz, da segunda geração, mantém a atividade familiar em uma indústria de insumos para panificação. Foi nesse contexto que Eduardo Freire Feliz, terceira geração, despertou a paixão pela panificação de fermentação natural, com farinhas de origem.

Assim nasceu a parceria entre café e trigo, que, hoje, na loja no coração do Batel, proporciona uma cena aromática fantástica, pois é comum ver os cafés serem torrados e os pães assados junto aos clientes.

Currículo de gente grande
A Lucca Cafés Especiais possui um leque de profissionais gabaritado. A empresária Georgia foi uma das primeiras juízas brasileiras certificadas no World Barista Championship (WBC). Ao longo de seus 18 anos, a loja realmente atingiu a maioridade, com seus baristas sendo 15 vezes campeões brasileiros, tendo Georgia como coach em diversas categorias.

E a performance vai além-fronteiras. Isso porque os melhores desempenhos alcançados por baristas brasileiros nos campeonatos mundiais foram obtidos por profissionais qualificados pela Lucca.

Foi assim com Graciele Rodrigues, vice-campeã do Mundial de Latte Art, em 2012, na Coreia do Sul; com Carolina Franco de Souza, filha de Georgia e Luiz, quarta colocada no Mundial de Cup Tasters na Holanda, em 2011, e quinto lugar no Mundial de Brewers Cup na Austrália, em 2013; e Eduardo Scorsin, quarto colocado no Mundial de Coffee in Good Spirits na Suécia, em 2015.

O sucesso em todos os segmentos de atuação, desde a infância e o cafezal, até os 18 anos de loja e a continuidade da vivência no cafezal, cravam, nesse dia 7 de junho de 2020, que a Lucca Cafés Especiais alcançou, literalmente, sua maioridade na dedicação e amor aos cafés especiais.

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Consumo de hortaliças é altamente recomendado durante a pandemia da Covid-19



Entidade brasileira alerta sobre a importância da ingestão de folhosas e vegetais pela população para o reforço da imunidade do organismo


 
Assim como o uso da máscara respiratória, do álcool em gel 70% e da lavagem das mãos constantemente, outro hábito fundamental em tempo de pandemia é cuidar diariamente da qualidade da alimentação, para o reforço da imunidade do organismo. Já é de conhecimento público, divulgado pelas principais organizações mundiais e pelos médicos da linha de frente do combate à doença, que a Covid-19 acomete mais e se torna ainda mais severa em pessoas com comorbidades, tais como: cardíacos, diabéticos, hipertensos, asmáticos, obesos, pacientes renais, anêmicos, dentre outros. Problemas diferentes, mas que geralmente são desencadeados ou agravados por um histórico alimentar e estilo de vida pouco saudáveis. De acordo com o Ministério da Saúde, 8 em cada 10 dos pacientes mortos pelo coronavírus apresentavam pelo menos um fator de risco associado, como os citados acima.

Vale destacar ainda que, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), cerca 5,2% das pessoas sofrem de subnutrição no país, 55,7% pessoas estão com sobrepeso e 19,8% estão obesas. Ou seja, mais de 80% da população brasileira não se alimenta adequadamente, em termos nutricionais. “Este é um cenário extremamente alarmante, no qual fica evidente e urgente, a necessidade da população estabelecer uma rotina alimentar mais saudável diariamente, que seja rica em vitaminas, fibras e sais minerais, a fim de manter o corpo imunologicamente fortalecido e preparado para o enfrentamento às doenças, inclusive para a Covid-19”,  alerta o presidente da Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM), Paulo Koch.

A entidade, que representa as indústrias sementeiras de hortaliças no país, está bastante preocupada, já que mesmo com a existência prévia de todo este panorama ruim acerca da alimentação dos brasileiros, tem observado os números do consumo de hortaliças diminuírem ainda mais, devido à queda da demanda no mercado por conta das medidas de isolamento social e das novas regras de funcionamento dos estabelecimentos comerciais de alimentação. “Isto é um reflexo da diminuição das compras no período e de uma mudança de hábito trazida pela pandemia, já que muitos têm priorizado alimentos menos perecíveis, uma vez que folhosas e vegetais são produtos frescos e, por isso, possuem menor durabilidade”, explica Koch.

Ele esclarece ainda que o que muitos consumidores desconhecem é que, “atualmente, grande parte das variedades de hortaliças vendidas no mercado possui um tempo maior de durabilidade pós-colheita, graças às técnicas de melhoramento genético desenvolvidas pela indústria sementeira, além de aceitarem a aplicação de metodologias simples de congelamento caseiro e a possibilidade do uso em receitas, que podem aumentar a durabilidade destes alimentos até o momento do consumo, sem perder os seus nutrientes”.
 
Ação em prol do consumo

Para tentar reverter esta situação de queda no consumo de hortaliças, a ABCSEM tem se organizado junto aos seus associados para manter a normalidade no fornecimento de sementes de hortaliças para todo o território nacional, apoiando os produtores rurais e os distribuidores, respeitando as novas normas e os procedimentos de higiene e segurança frente à pandemia, além de difundir sua ação nacional para o incentivo à alimentação saudável no país – a Campanha “AlimentAção +Salada”. “O nosso objetivo, enquanto representantes da cadeia produtiva de sementes, é nos unirmos à sociedade neste momento difícil, orientando sobre a importância da qualidade da alimentação frente à doença, resguardando também todos os elos da cadeia produtiva de hortaliças, cujos profissionais dependem das vendas destes produtos para a geração de renda e a garantia de milhares de empregos no campo”, enfatiza o presidente.

Com a chegada do coronavírus ao país, a Campanha Nacional “AlimentAção +Salada”  ganhou reforços na divulgação e movimenta o setor (empresas e entidades) para divulgar a necessidade do aumento do consumo de hortaliças no país, já que mais da metade da população brasileira não consome a quantidade mínima de frutas, legumes e vegetais (FLV), indicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de 400 gramas por dia. Apenas 24,1% dos brasileiros ingere a quantidade mínima recomendada. Entre os homens, o percentual verificado pela pesquisa é ainda menor: apenas 19,3% atendem às recomendações. Entre as mulheres, o consumo atinge 28,3% do total. “Esperamos que com mais hortaliças diariamente na mesa dos brasileiros, seguindo todos os cuidados e recomendações dos órgãos nacionais e internacionais, possamos sair o mais rápido possível dessa crise, vencendo juntos o combate ao coronavírus no país”, finaliza Koch.
 
MyPress & Co. 
imprensa@mypress.com.br

Jornalistas Responsáveis: 
Isabella Monteiro

Daniela Mattiaso

quinta-feira, abril 23, 2020

Fundação Agrisus completa 19 anos de apoio à pesquisa agronômica no país

Fundada pela família do engenheiro agrônomo Fernando Penteado Cardoso, hoje com 105 anos de idade, a Agrisus (www.agrisus.org.br) chega aos 19 anos em 24/04. Desde seu início, seu foco foi sempre educativo, sendo a única entidade privada de financiamento da pesquisa agronômica no país. Apoia ainda a realização de congressos, simpósios e dias de campo, bem como viagens de estudos e formação de bibliotecas.

A Agrisus foi constituída após Cardoso, fundador do Grupo Manah (fertilizantes e gado de corte) e seu diretor e presidente de 1947 a 2000, vender a empresa e destinar parte dos recursos para essa finalidade. Asim ela permanece até agora, privada e sem fins lucrativos. Hoje tem como presidnte Antonio Roque Dechen, sendo Ondino Cleante Batglia seu secretário executivo. Nesse período, foram submetidos para avaliação 2970 projetos, com aprovação de 1108. O investimento direto nos projetos mais os valores necessários para gestão dos recursos chegam a uma estimativa de 23 milhões de reais no período. A Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq), desxde o início, é responsável pela gestão administrativa e financeira dos projetos, sendo uma parceira estrutural da Agrisus, uma vez que o próprio Conselho Curador é responsável pelas duas fundações.

Até agora, já foram concluídos 321 projetos de pesquisa agronômica, incluindo bolsas de estudos para estudantes nas diversas universidades e instituições. Essas pesquisas tiveram grande impacto no aperfeiçoamento do sistema de plantio direto no país. Resultados expressivos foram obtidos com projetos de integração lavoura/pecuária, destacando-se projetos de longa duração no Rio Grande do Sul, onde se firmou a integração de soja e pastagens de avezém no inverno, especialmente na criação de ovelhas. Nos solos arenosos do Paraná, os progressos foram marcantes quando se integrou soja e braquiárias, permitindo o cultivo da soja e produção de 2000 litros de leite ou 300 kg de carne bovina no mesmo hectare durante o ano.

Nos últimos 14 anos já foram apoiados 393 eventos, envolvendo manejos para melhoria e conservação da fertilidade dos solos brasileiros. O treinamento coletivo de agricultores e de pessoal técnico envolvido no desenvolvimen to da agricultura conservacionista tem sido uma atividade muito valorizada desde o início dos trabalhos. Alguns eventos de destaque são os congressos e reuniões promovidos pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, os Encontros Nacionais de Plantio Direto promovidos pela Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação (FEBRAPDP) e uma grande quantidade de outros encontros de abrangência nacional ou regional, sempre envolvendo manejos conservacionistas para melhoria e conservação da fertilidade dos solos brasileiros.

Embrapa promove lives com pesquisadores



A Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza-CE) está promovendo desde o início deste mês lives semanais em seu perfil no Instagram (http://www.instagram.com/embrapaagroindustriatropical) sobre temas relacionados à pesquisa agropecuária. As conversas virtuais com os pesquisadores ocorrem sempre às quintas. O tema desta semana são as tecnologias de processamento da água de coco. Vamos conhecer mais sobre o tema com o engenheiro de alimentos Fernando Abreu nesta quinta-feira, dia 23 de abril, a partir das 15 horas.  
Saborosa e nutritiva, a água de coco deixou de ser uma bebida consumida apenas in natura e passou a se fazer presente em gôndolas de supermercado de todo o país sob as mais diversas formas. Para que isso fosse possível, as tecnologias da Embrapa tiveram um papel muito relevante. A live abordará os principais problemas e possíveis soluções enfrentados principalmente por pequenos e médios processadores, bem como os grandes empreendimentos industriais que lidam com a transformação em escala comercial desse produto.

Serviço - Lives Embrapa Agroindústria Tropical

23/04, às 15h - Tecnologias de Processamento da Água de Coco
30/04, às 15h - Hambúrguer Vegetal de Fibra de Caju
07/05, às 15h - Inovação na Agroindústria Tropical

--
Ricardo Moura, Assessor de Comunicação
Núcleo de Comunicação Organizacional – NCO
Embrapa Agroindústria Tropical
Fortaleza/CE

ricardo.moura@embrapa.br
Telefone: (85) 3391.7117 I Skype: ricardoxmoura I Twitter: @ricardoxmoura
www.embrapa.br/agroindustria-tropical Twitter: @embrapacnpat
Confira também: www.facebook.com/embrapaagroindustriatropical


quarta-feira, março 11, 2020

Embrapa: Tecnofam 2020 Tecnologias e Conhecimentos para Agricultura Familiar_Programação







O Censo Agropecuário do IBGE, demonstrou que 61% das propriedades rurais economicamente ativas no Mato Grosso do Sul, ou seja, 43.223 propriedades rurais pertencem a agricultura familiar. O estado conta com um total de 71.164 mil propriedades entre grandes e pequenos produtores.
Diante da relevância da agricultura familiar para o cenário agropecuário estadual, a Embrapa, em parceria com o governo de Mato Grosso do Sul, através da Semagro e Agraer, realiza a 4ª edição da Tecnofam – Tecnologias e Conhecimento para a Agricultura Familiar. O evento acontece de 7 a 9 de abril, na Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados.
O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, destaca que essa parceria com a Embrapa Agropecuária Oeste, em favor da realização da Tecnofam já acontece há alguns anos. 
“O que é o Showtec para a soja e o milho, é a Tecnofam, para os agricultores familiares. Esse evento possibilita acesso à tecnologia, ao crédito e ao conhecimento, em favor de aumento de produtividade e aumento de renda do agricultor familiar”, acrescentou o secretário.
O chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Unidade, Auro Akio Otsubo, participou de reunião em Campo Grande, na sexta-feira, 31 de janeiro, com a equipe do governo do estado para conversar sobre a organização do evento e definir as estratégias finais que vão garantir o sucesso do mesmo.
“Foi uma reunião importante e ficamos satisfeitos com a parceria do governo do estado em mais uma edição do evento. Além disso, em breve teremos o lançamento do evento em Campo Grande, com a presença de autoridades e liderança do setor”, destaca Otsubo.
Ele explica ainda que “a Tecnofam oportuniza aos participantes o contato com soluções tecnológicas, com enfoque na sustentabilidade da produção agropecuária, possibilitando aumento da eficiência produtiva, gerencial e financeira de sua propriedade”.
Expositores – Ainda estão disponíveis alguns estandes para empresas privadas, que oferecem produtos, serviços, tecnologias e/ou sistemas voltados para a agricultura familiar. Os interessados podem entrar em contato, enviando e-mail para: cpao.chtt@embrapa.br
Serviço:
Tecnofam – Data: 7 a 9 de abril de 2020 – Das 7h30 às 16h30
Local: Embrapa Agropecuária Oeste – Rodovia BR 163, Km 253,6/ Dourados (MS)
Christiane Congro Comas (Mtb-SC 00825/9 JP)
Embrapa Agropecuária Oeste

Contatos para a imprensa
Telefone: (67) 3416-6884
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)






Abics: coronavírus ainda não impacta exportações de café solúvel


Abics: coronavírus ainda não impacta exportações de café solúvel

Embarques atuais se referem a vendas realizadas há pelo menos seis meses, não implicando surpresas negativas no curto prazo

As exportações de café solúvel do Brasil atingiram 606.061 sacas de 60 kg no primeiro bimestre de 2020, apresentando crescimento de 9,17% na comparação com as 555.149 sacas remetidas ao exterior em mesmo intervalo do ano passado. Os dados fazem parte do levantamento mensal da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).

No acumulado de janeiro e fevereiro, a receita cambial com os embarques avançou 4,90% em relação ao primeiro bimestre de 2019, saltando de US$ 82,542 milhões para os atuais US$ 86,589 milhões.



"A evolução das exportações de café solúvel segue firme em 2020, com os crescimentos em volume e receita ainda não sinalizando qualquer impacto das implicações econômicas mundiais provocadas pelo coronavírus", destaca o diretor de Relações Institucionais da Abics, Aguinaldo Lima.

De acordo com ele, os embarques atuais se referem a vendas realizadas há pelo menos seis meses, "não implicando, portanto, surpresas negativas nas exportações de curto prazo".

DESTINOS
Os principais clientes do café solúvel brasileiro no primeiro bimestre de 2020 foram os Estados Unidos, com a importação de 119.760 sacas (+29,1%) e investimentos de US$ 16,4 milhões. Fechando o 'top 5' vêm: Rússia, com 69.031 sacas e US$ 10,5 mi; Japão, com 45.961 sacas e US$ 8,2 mi; Indonésia, com 34.001 sacas e US$ 3,987 mi; e Ucrânia, com 27.459 sacas e US$ 4,226 milhões.

O diretor de Relações Institucionais da Abics chama a atenção para o fato de grandes países produtores de café em grão e industrializado figurarem entre os principais destinos do produto nacional. "A Indonésia e o México, 12º no ranking do primeiro bimestre, destacam-se como grandes clientes do café solúvel brasileiro", aponta.

TIPO DE PRODUTO
Do volume total de café solúvel exportado pelo Brasil em janeiro e fevereiro, 72,6% (439.969 sacas) se referem a 'spray dried', 21,7% (131.527 sacas) a 'freeze dried', 3% (18.398 sacas) a 'coffee preparation' e 2,7% a extratos (16.167 sacas). Confira o desempenho das exportações de café solúvel e dos demais segmentos da cadeia no site da Abics: http://bit.ly/2wJPUgX.

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quinta-feira, fevereiro 20, 2020

BSCA mobiliza membros e parceiros para reerguer cidades afetadas por enchentes


BSCA mobiliza membros e parceiros para reerguer cidades afetadas por enchentes

Parceria com a Fundação Banco do Brasil arrecadará recursos no país e no exterior para municípios de MG e ES em estado de emergência e calamidade pública


A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) adota uma iniciativa solidária e apoiará a Fundação Banco do Brasil a auxiliar quem sempre contribuiu para a imagem dos cafés sustentáveis e especiais do país. Por meio dessa parceria, a entidade lançará uma campanha de arrecadação de recursos no Brasil e no exterior para os moradores de cidades cafeeiras, de Minas Gerais e Espírito Santo, que se encontram em estado de emergência ou calamidade pública devido às recentes enchentes.

"Vamos conduzir essa pioneira e grandiosa ação, em parceria com uma instituição de credibilidade, como a Fundação Banco do Brasil, para contribuir com moradores das regiões produtoras de Minas e Espírito Santo, que muito têm valorizado o cultivo de grãos de excelência, ajudando a fazer a imagem do Brasil como o principal produtor de café sustentável do mundo", destaca a diretora da Associação, Vanusia Nogueira.

O segmento de cafés especiais, segundo ela, é diferenciado por focar no suporte e apoio de todos os seus envolvidos. "É um nicho competitivo, claro, mas que foca sua competitividade no mais alto nível, sempre buscando os melhores cenários a seus atores, sejam produtores, industriais, exportadores, importadores, baristas ou consumidores. E é nesse contexto cooperativo que a BSCA encabeça essa ação solidária para que possamos retribuir o que produtores, moradores e municípios dessas regiões sempre nos propiciam", completa.

Por meio de seu apoio à Fundação Banco do Brasil, a entidade captará recursos interna e externamente para reerguer regiões altamente produtoras de café. "Fizemos contato e recebemos feedback positivo de diversos membros internacionais, clientes desses associados, parceiros e contatos de fora e do Brasil, que se prontificaram a ajudar. Faremos uma ação humanitária, conjunta e memorável para que nossos produtores e suas cidades se reestabeleçam o quanto antes", conclui Vanusia.

COMO DOAR?
A Fundação Banco do Brasil e a BSCA unem forças para arrecadar doações aos municípios atingidos pelas enchentes. As doações serão realizadas por parceiros, membros, clientes de associados, contatos da BSCA no Brasil e no exterior. A contribuição também poderá ser feita por atores que não estejam envolvidos diretamente com os cafés especiais.

Você pode doar qualquer quantia por meio do site https://enchentes.fbb.org.br/ (cartão de débito e crédito) ou transferência para as contas:

MINAS GERAIS
Ag. 1607-1
Conta: 80.000-7
IBAN : BR9800000000016070000800007C1
CNPJ FBB: 01.641.000/0001-33
..................................
ESPÍRITO SANTO
Ag. 1607-1
Conta: 70.000-2
IBAN : BR3000000000016070000700002C1
CNPJ FBB: 01.641.000/0001-33

COMO SÃO UTILIZADOS OS RECURSOS?
Os recursos das doações voluntárias são destinados às entidades sem fins lucrativos, dos municípios em estado de emergência ou calamidade pública, para atendimento de necessidades urgentes das comunidades atingidas.

Todo recurso doado pela Fundação Banco do Brasil tem acompanhamento das agências do Banco do Brasil e participação dos funcionários voluntários.

Para a efetivação de cada doação, é necessária apresentação do plano de trabalho pela entidade recebedora, contemplando ações, valores previstos e expectativa de pessoas atendidas.

Após o recebimento da doação e da implementação do plano de trabalho, a entidade realiza a prestação de contas por meio de notas fiscais e comprovantes da efetiva aplicação dos recursos.

Os valores doados serão integralmente aplicados. Adicionalmente, a Fundação Banco do Brasil realizará investimento social, com recursos próprios, em ações ou projetos nas comunidades atingidas.

Os recursos serão depositados nas contas da Fundação Banco do Brasil, que ficará responsável pelo repasse a cada cidade que tenha decretado estado de emergência e/ou calamidade pública.

Mais informações para a imprensa
BSCA – Assessoria de Imprensa
Paulo André C. Kawasaki
(61) 98114-6632 / ascom@bsca.com.br
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Telefones: (35) 3212-4705 / 3212-6302
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