A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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terça-feira, março 31, 2015

Ossami Sakamori: Lula e Dilma são simples arrombadores de cofres públicos.



Não aguento mais ouvir falar do Foro de São Paulo respaldando os atos da facção criminosa comandada pela dupla Lula e Dilma. Nada disso é verdadeiro. 

O Foro de São Paulo surgiu em julho de 1990, durante uma visita feita por Fidel Castro a Lula em São Bernardo do Campo à convite do Partido dos Trabalhadores. O Foro de São Paulo foi formalizada quando 48 organizações de esquerda da América Latina e do Caribe. O terrorismo baseado em Foro de São Paulo é vendido pelo sociólogo brasilianista Olavo Carvalho, voluntariamente refugiado nos EEUU, como se fosse seu produto exclusivo. 


O objetivo inicial do Foro de São Paulo, segundo wikipédia, visava debater a conjuntura internacional pós queda do Muro de Berlin em 1989 e elaborar estratégias para fazer face ao "embargo" dos Estados Unidos a Cuba. Também, o objetivo do Foro de São Paulo era aprofundar o debate das propostas de unidade de ação na luta contra "anti-imperialista" e debater os problemas econômicos, políticos, sociais e culturais que a esquerda enfrenta no continente americano. 


O Foro de São Paulo foi criado em 1990, portanto 13 anos antes da posse do Lula na presidência da República Federativa do Brasil. O ideal foi se esvaindo com o tempo. De lá para cá, muitos países que faziam parte do Foro de São Paulo foram abandonando o "anti-imperialismo" e aderindo aos pactos econômicos e militares com os EEUU, como aconteceu com o Chile Peru e Colômbia. Do México, nem se comenta porque faz parte do NAFTA, um tratado comercial que envolve Canadá, EEUU e México.


Neste ano, o Foro de São Paulo vai perder o seu idealizador, o Fidel Castro, que sucumbiu aos encantos do Barack Obama e vai estreitar relações diplomáticas e comerciais com os EEUU. Um dos objetivos principais do Foro era resolver o problema de embargo dos EEUU a Cuba, que na prática, vai terminar no próximo mês, com o reatamento diplomático de ambos países já anunciado.


O sociólogo Olavo de Carvalho com muitos seguidores nas redes sociais no Brasil, com residência permanente nos EEUU, aproveitando-se do clima de instabilidade política no Brasil, vem promovendo suas palestras pelo EEUU a fora, ganhando dinheiro como nunca. No entanto, ele é covarde suficiente para não combater o governo do PT de dentro do território brasileiro. Prefere ele ser brasilianista, na zona de conforto, ao contrário dos que aqui permanecem enfrentando a facção criminosa com a cara e coragem, correndo risco de vida.


Dizer que Lua e Dilma defendem o ideário do Foro de São Paulo é como dizer que Fernandinho Beira Mar ou Marcola do PCC pratica "socialismo" nos enclaves (favelas) que eles dominam. O ideário do Foro de São Paulo é defendido pelo José Mujica, ex-presidente do Uruguai. Comparar a vida espartana e reta do José Mujica com os nossos chefes da facção criminosa do Brasil Lula e Dilma é uma afronta.


Dilma e Lula não defendem ideologia nenhuma. Eles não são nem socialistas e nem comunistas, muito menos defende o ideário do Foro de São Paulo. Até porque o ideário principal do Foro de São Paulo já caiu por terra com o estreitamento de relações diplomáticas e comerciais entre EEUU e Cuba. Dilma e Lula não passam de assaltantes comuns travestidos de políticos. Eles se igualam aos arrombadores de caixa eletrônicas de bancos. 


Dilma e Lula são chefes de uma facção criminosa que assaltam os cofres públicos, não mais em R$ milhões, mas sim em R$ bilhões. Só não quer enxergar o fato quem não quer. Eles são assaltantes de cofres públicos ao estilo Bonnie & Clayde. A Operação Lava Jato que investiga esquema de ladroagem na Petrobras mostra claramente isto. Classificar as ladroagens de cofres públicos da dupla, como parte do ideário do Foro de São Paulo é legitimar o esquema de ladroagem que ambos vem praticando nos últimos 12 anos. Pelo menos Bonnie & Clyde do filme americano tinha charme e encanto.


Quem diz que Lula e Dilma comandam as ladroagens por algum ideário político é uma afronta à inteligência de qualquer ser humano. Não somos antas. As antas são eles. Ou melhor eles são larápios! Lula e Dilma são meros ladrões, bandidos e canalhas que achacam o bolso do contribuinte brasileiro, dia e noite. Não vamos mais aceitar encobrir a ladroagem dos cofres públicos com rótulo de Foro de São Paulo! 


Até quando vamos nos submeter aos assaltos aos nossos bolsos? Até quando Lula e Dilma vão nos fazer passar vergonha perante o mundo, tendo como chefe da nação praticante de crime de ladroagem? Ao invés de tentar achar justificativas para os atos criminosos não devemos dizer basta? As manifestações públicas foram feitos para demonstrar a nossa indignação. Vem pra rua no dia 12 de Abril !






Rodrigo Constantino: Contra a ralé vermelha



O Ipea, que gozava de boa reputação, vem perdendo cada dia mais credibilidade justamente pela infiltração partidária e ideológica do PT


Abrir uma empresa e investir em produtividade para competir no livre mercado não é das coisas mais sensatas em um país como o Brasil. Além de toda barreira criada pelo governo, da absurda burocracia, dos impostos escorchantes, da mão de obra pouco qualificada e das leis trabalhistas obsoletas, o empresário ainda terá de enfrentar a competição desleal dos “amigos do rei”, aqueles que conseguem privilégios e subsídios estatais.

Se, ainda assim, obtiver sucesso, enfrentará a hostilidade de uma elite “intelectual” imbuída dos velhos conceitos marxistas. Será acusado de “explorador”, de “ganancioso”, ainda que seja o responsável por parte do progresso nacional e da criação de riqueza e empregos. Será visto como o vilão em um ambiente cuja mentalidade condena o mérito e o sucesso individuais.

Por outro lado, há poucos “investimentos” mais rentáveis do que a bajulação em um sistema desses. O puxa-saquismo costuma render bons frutos por aqui. Pergunte aos artistas que mamam nas tetas estatais. Pergunte aos “jornalistas” da mídia chapa-branca com propagandas estatais polpudas em seus blogs sujos. Pergunte aos “intelectuais” que elogiam o governo e defendem o indefensável, e depois acabam agraciados com cargos públicos.

O leitor sabia que o novo presidente do Ipea é um antropólogo, não um economista? E que, ainda por cima, divide o país em três classes: ralé, batalhadores e ricos? Isso mesmo. Jessé Souza é seu nome, e seus escritos estão repletos de ataques ao liberalismo e de enaltecimento do Estado. Ele acha que no Brasil há um culto do mercado. Em que país o antropólogo vive?

Para piorar, Jessé acredita que não há elo algum entre excesso de Estado e corrupção. Ao contrário: para ele, foi a desregulamentação que produziu mais corrupção. Vai ver por isso é a Vale privatizada, não a Petrobras estatal, que está no centro dos escândalos de roubalheira no Brasil, não é mesmo?

O Ipea, outrora uma entidade que gozava de boa reputação, vem perdendo cada dia mais credibilidade justamente pela infiltração partidária e ideológica do PT. O ex-presidente Marcio Pochmann, não custa lembrar, saiu do Ipea direto para ser candidato pelo partido. A escolha é sempre ideológica, nunca técnica.

Aqui o leitor poderá oferecer como contraponto a escolha de Renato Janine para o Ministério da Educação, no lugar de Cid Gomes, uma indicação claramente política. Recomendo cautela. Sim, é verdade que Janine tem perfil aparentemente mais técnico, sendo professor de Filosofia da USP. Mas sua trajetória não deixa dúvidas: elogiar o governo era seu passatempo preferido.

Janine sempre dava um jeito de relativizar os escândalos do governo petista. No último artigo escrito antes de virar ministro, o especialista em ética trata o PT como simplesmente a “bola da vez”, o Outro, o inimigo da hora que precisa ser destruído para que tudo fique bem. Janine tenta misturar o PT numa geleia geral para que todos sejam igualmente culpados.

Esse tipo de verborragia desperta suspiros em psicanalistas, sociólogas e antropólogas de esquerda. Tudo que querem, no fundo, é uma boa desculpa para suavizar a culpa do PT, e assim preservar de alguma forma a “pureza” da esquerda, ainda que seja nivelando todos por baixo, na sujeira. “Isso mesmo, Janine!”, brada uma petista desesperada para condenar toda a “corrupção”, em abstrato, e com isso proteger seu voto miserável na eleição passada.

Quem é cúmplice desse governo, quem digitou 13 na urna, anseia por um alívio da culpa, por uma mensagem que diga que todos são iguais. É a nova grande arma do PT: do “nunca antes na história deste país” para o “sempre antes na história deste país”. O melhor elogio para um petista hoje é repetir que todos são podres, que a corrupção é uma “velha senhora”, que não devemos olhar apenas para um lado. Um traficante não faria uma defesa melhor de sua conduta

Um professor de Ética que defende o governo do PT: eis algo tão esdrúxulo que só vemos no Brasil. E acaba recebendo como recompensa o Ministério da Educação, justo no momento de impor um projeto de centralização dos currículos. Como se um dos principais males do nosso país não fosse justamente a doutrinação ideológica do nosso sistema de ensino, cujo “patrono” é o marxista Paulo Freire.

O termo ralé, usado por Jessé, parece bastante ofensivo. Mas o que o Brasil que produz não aguenta mais é a ralé vermelha, esse bando de “intelectuais” que, em simbiose com o governo populista de esquerda, fala em nome dos pobres enquanto só aumenta a pobreza, seu ganha-pão.

Rodrigo Constantino é economista e presidente do Instituto Liberal


CRISE SE AGRAVA E BRASIL JÁ COMEÇA A VIVER O CONFRONTO FINAL CONTRA O GOLPISMO COMUNISTA DO PT E SEUS SEQUAZES



O deputado Onix Lorenzoni, do DEM, acaba de postar um vídeo que resume tudo sobre o Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, num congresso na capital paulista.

Tenho postado diversos artigos e matérias aqui no blog sobre o Foro de São Paulo embora a grande mídia continue escondendo, escamoteando esta informação do grande público brasileiro. Poucos tocam nesse assunto, que foi transformado em tabu por conta da patrulha ideológica a serviço do próprio Foro de São Paulo que opera dentro das redações da grande mídia. Tanto é que as exceções são dignas de nota, como a citação do Foro pelo embaixador Luiz Felipe Lampreia, nesse programa da Globo News apresentado pelo jornalista William Waak, que é uma exceção de qualidade dentro da grande imprensa, sobretudo da televisão.

A solução para por fim à tragédia que castiga o povo brasileiro depende apenas uma providência: a cassação do registro do PT, varrendo-o para sempre do cenário político brasileiro e com ele o maldito Foro de São Paulo que faz a coordenação do projeto golpista do comunismo do século XXI, que a grande mídia nomeia de "bolivarianismo", eufemismo para esconder o planto totalitário comunista do esquerdismo latino-americano.

Vale apena ver este vídeo. E é o próprio e nefasto Lula que aparece neste vídeo deitando falação em defesa do Foro de São Paulo.

A solução para a crise em que foi mergulhado o Brasil não depende apenas o impeachment da Dilma. Depende fundamentalmente da proibição da existência de qualquer partido político de viés comunista revolucionário.

Se alguém tentasse hoje criar um partido nazista todos se levantariam contra, certo? Fica então a pergunta: por que se concede licença legal para a existência de partidos de viés comunista revolucionário como o PT, PSOL, PCdoB, PSTU e assemelhados? Não se tolera a bandeira com a suástica? Isto é correto. Entretanto, como tolerar as bandeiras vermelhas com as foices e martelos tremulando nas ruas?

O Brasil chegou à hora do tudo ou nada. É uma questão de vida ou morte da democracia. E também de vida ou morte para a nossa liberdade.

Estamos vivendo neste momento um confronto final contra os comunistas. E somos obrigados a vencê-los; e vencê-los para sempre!

Caiado chama Demóstenes de “psicopata” e “bandido”





O senador Ronaldo Caiado (DEM) emitiu hoje nota com pesadas críticas ao ex-senador Demóstenes Torres, que assinou artigo no jornal Diário da Manhã - intitulado “Caiado: uma voz à procura de um cérebro” - criticando a postura política do ex-colega de sigla e o acusando de manter ligações com o contraventor Carlos Cachoeira. Com o título “Apenas mais um bandido que enfrento”, Caiado no texto chama Demóstenes de “psicopata” e desafia o ex-senador para o enfrentamento, dizendo que “nessa moita que Demóstenes está escondido, não tem nenhum leão, apenas ratos”. Também citados por Demóstenes, o governador Marconi Perillo (PSDB) e o ex-governador Iris Rezende (PMDB) não devem se pronunciar, segundo suas assessorias.




Veja a íntegra da nota de Ronaldo Caiado: 


Apenas mais um bandido que enfrento*
O comportamento do ex-senador Demóstenes Torres é típico de um psicopata. Cassado pelos seus pares, em seus momentos de alucinação, por não suportar a sua derrocada política e moral, ele tenta lançar mentiras contra mim. Pela fama que tem de montar dossiês, de perseguir e ameaçar as pessoas, até como fonte de manutenção de seus gastos faraônicos, acha que esse expediente vai funcionar comigo. Nessa moita que Demóstenes está escondido, não tem nenhum leão, apenas ratos.


Todos me aconselharam a não polemizar com um corrupto, mau-caráter, sem credibilidade, cheio de mágoas por ter sido flagrado num esquema que envergonhou Goiás e o Brasil. Mas minha formação é diferente. Sou preparado e acostumado a enfrentar bandidos. Até com mais determinação que o debate das teses políticas. Enfrentar o canalha Demóstenes será mais um capítulo de minha vida. 


Nunca fui sustentado por Carlinhos Cachoeira nem fui de seu círculo de amizades. Sou um homem desencabrestado. Como médico, atendi um filho dele a pedido de Demóstenes. A criança, que possuía uma displasia, foi a meu encontro acompanhada apenas de sua mãe, ex-mulher de Cachoeira. Encaminhei o paciente para o professor Carlos Giesta, especialista nesse assunto.


Se tem um papel a que nunca me prestei foi de intermediário. Essas mentiras de que intermediei contatos para o senador José Agripino são descabidas e sem sentido. Até porque de Detran quem entende é Demóstenes e sua turma. Sobre não dar direito à dúvida no caso de Demóstenes, vou relembrar alguns fatos ao senador cassado. Quando estourou o seu escândalo, fiz todos os contatos com Demóstenes buscando explicações. Me lembro bem de uma passagem, ocorrida numa quarta-feira à tarde, quando foi dado conhecimento que as gravações viriam à tona. Na quinta-feira pela manhã, na reunião da Executiva do partido, chamei Demóstenes para conversar. E ele me pediu para irmos ao seu gabinete. Lá, com as lágrimas escorrendo, falou que, por ter brigado com o ex-procurador-geral da República Roberto Gurgel, ele estava sendo colocado nesse escândalo. Ao enxugar o rosto, Demóstenes disse para me afastar, para não defendê-lo, "para não me meter nisso", porque, com as gravações, ele e Marconi Perillo não poderiam ser salvos. Depois disso, estive em seu apartamento funcional e em sua casa em Goiânia. Foi quando veio à tona a publicação pela imprensa das gravações, não dando a ele a menor condição de permanecer no partido, sendo obrigado a se desfiliar.


Em relação às minhas campanhas, que Demóstenes torne público onde Carlos Cachoeira teria participação. Os dados estão divulgados para quem quiser conferir. Ameaça, Demóstenes, é coisa de bandido. Torne público o que você diz ter contra mim. O relator da CPI do Cachoeira, Odair Cunha (PT-MG), fez questão de, publicamente, no Restaurante da Câmara, na presença de vários colegas, dizer que ele e sua equipe ouviram atentamente 250 mil horas de gravação e que não tinha nada que me desabonasse. E completou dizendo que, dada a minha ligação com o Demóstenes, achava que eu estaria envolvido.


Eurípedes Barsanulfo, amigo de meu pai, tem o hábito de jogar, mas eu jamais soube da participação dele em esquema de caça-níqueis. Não acredito que ele tenha envolvimento com isso. Demóstenes mente porque sabe que eu jamais poderia ter interferido num assunto que eu sempre enfrentei com coragem. Já que ele toca no assunto, Barsanulfo me disse recentemente duas histórias que eu até então não sabia. Uma que o delegado Marcos Martins, armado, entrou na sala de Demóstenes, então secretário de Segurança Pública, para surrá-lo. Foi Barsanulfo que o tirou da sala impedindo uma tragédia. Assim como o seu suplente, José Eduardo Fleury, ameaçava denunciar Demóstenes, foi Eurípedes, a pedido do então senador, que contornou os problemas e não deixou que levasse a denúncia adiante. 


Há vários anos passo o Réveillon na companhia de Carlos Suarez, meu amigo e padrinho de minha filha caçula, que há anos não faz mais parte da OAS. Nossas esposas são amigas fraternas, desde a infância na Bahia. Sempre vivi com meu trabalho de médico e produtor rural. Na minha casa, meus gastos são pagos por mim. Os vinhos que sirvo estão de acordo com o poder aquisitivo que tenho para comprá-los. Não sou financiado e nem sustentado por terceiros. Não mudei meu estilo de vida porque me elegi deputado e depois senador da República. 
No corredor do Jerivá, não existiu qualquer encontro. Simplesmente nos cruzamos casualmente naquele restaurante.


Além de psicopata, Demóstenes é mal-agradecido. Estive em toda a sua campanha de 2006, até quando ele abandonou uma carreata em Cristalina, porque as pesquisas indicavam que não teria mais chances vencer. Demóstenes me disse para continuar a campanha porque ele já estava derrotado. Bateu em retirada. Em 2010, Demóstenes fez chantagem emocional para se aliar a Marconi e avalizou o nome de José Eliton para a vice. Um grande negócio para eles, conforme a operação Monte Carlo revelou.


Tenho 65 anos de idade e posso andar de cabeça erguida em todos os lugares do País, com coragem de enfrentar meus opositores. Nas manifestações do dia 15 de março, estava em São Paulo me recuperando de uma cirurgia. No dia 12 de abril, estarei em Goiânia, em praça pública. E você, Demóstenes? Estará trancafiado.


Em relação ao dossiê da Carta Capital, Demóstenes não precisa criar essas ilações. Não sou homem de fazer esse jogo, sempre joguei limpo. Tenho essa característica. Na minha vida, as cicatrizes são no peito por enfrentar os adversários de frente. Não sou como Demóstenes, fugitivo e subserviente a seus patrões. Quanto ao final do artigo de Demóstenes, dizendo que eu me calasse e que ele não se furtará a continuar essa briga, me alegra em saber que nesse momento ele está tomado dessa "coragem". Uma pena que não tenha durado uma manhã. Hoje já disparou ligações a políticos, entre eles, o deputado José Nelto, pedindo para que eles não entrassem nessa briga. Fique tranquilo, bicheiro. Essa briga é entre nós dois.

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