A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

quarta-feira, julho 02, 2014

PETRALHAS: PT prepara a guerrilha para o caso de perder as eleições

HAITIANOS JÁ TEM TÍTULO DE ELEITOR E FORAM INSTRUÍDOS A VOTAR NO PT



O país escancarou suas fronteiras para 50 mil haitianos entre abril e maio desse ano. Pessoas sem qualificação ou estudo vieram buscaroportunidades no Brasil. Tudo muito estranho. Qual o interesse do Brasil em receber essa gente e qual o interesse dessa gente no Brasil?O Repórter da TV Amazônia News, Roberto Oliveira, foi atrás desse mistério e descobriu, após pesquisar no cartório e nos registros do Tribunal Regional Eleitoral do Acre que esses imigrantes possuem dupla cidadania e puderam fazer o título de eleitor, dentro do prazo legal para votarem nas eleições de outubro de 2014, que terminava em 5 de maio.


O PT previu que a disputa eleitoral será muito acirrada, e que qualquer voto a mais poderá fazer a diferença. No caso de uma derrota petista (que é muito provável), sabemos que haverá uma guerra civil, pois o PT irá declarar fraude e não irá entregar o poder. O repórter conversou com um desses imigrantes, que confirmou que veio ao Brasil após ser abordado por “gente do governo” que esteve no Haiti atrás de homens que topassem votar no partido em troca de abrigo, mas dispostos a lutar em caso de guerra.




Ontem, em nossa página, levantamos a seguinte dúvida:



Como 20.000 haitianos em situação de MISÉRIA conseguiram dinheiro para comprar passagens aéreas para o Peru, e de lá para o Acre, e do Acre para São Paulo?

Os Centros de Inteligência Militares, a Polícia Federal e a imprensa não nos informam.

O preço mais barato encontrado para o trecho Port-au-Prince / Lima foi US$ 650.00 e para o trecho Lima/Rio Branco US$ 912.00. Somando os dois = US$ 1.562,00
Com o dólar a 2,30 = R$ 3.592,00 + a passagem Rio Branco / Guarulhos = R$ 500,00.

Total: R$ 4.092,00"

Hoje obtivemos a resposta, mas parece que ainda não está completa.

VERDADE OU MENTIRA, estão bancando as despesas, porque dinheiro sabemos que eles não têm. 

O Haiti está localizado a 500 km de Cuba, e ninguém vai para lá nem tampouco para a Venezuela, mas vêm para Assis, no Acre, que dista, em linha reta, mais de 4 mil quilômetros. 

Quem está bancando a viagem de 50 mil haitianos para o Acre? Quem está bancando a viagem de 20 mil haitianos do Acre para São Paulo?

ONDE HÁ FUMAÇA HÁ FOGO!!!


Fonte: OCC





Estrangeiros já são dois mil em ocupações na capital paulista


No prédio do antigo Cine Marrocos, na região central de São Paulo, 475 famílias pagam R$ 200 mensais ao MSTS (Movimento dos Sem Teto do Sacomã), criado em setembro de 2013 e responsável por sete ocupações. Dos sete andares, três estão reservados só para estrangeiros. Haitianos, o grupo mais numeroso, somam 52 famílias e ficam no segundo pavimento. Camaroneses e dominicanos estão logo acima, no terceiro. No quarto ficam peruanos, bolivianos e venezuelanos. Gays e travestis foram agrupados no quinto andar.

Às vésperas da Copa do Mundo, estrangeiros moradores de ocupações, incluindo imigrantes de Serra Leoa e de Cabo Verde que participaram de conflitos armados em seus países, estão escalados na linha de frente dos protestos de sem-teto marcados para acontecer na cidade a partir de terça-feira (10).

Atualmente, 17 movimentos de luta por moradia — entre eles MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto), LMD (Luta por Moradia Digna), MMPT (Movimento Moradia Para Todos) e FLM (Frente de Luta por Moradia) — pressionam vereadores a incluir no novo Plano Diretor proposta que reserva novos terrenos para a construção de conjuntos populares, até mesmo em áreas nobres e de preservação ambiental. Os atos prometem mais uma vez parar o centro, como vem acontecendo há três meses.

Para conseguir entrar em algum programa habitacional, como o Minha Casa Minha Vida, porém, o estrangeiro precisa ter pelo menos cinco anos de residência fixa e legal no Brasil, além de filho matriculado em escola, entre outras exigências. É essa esperança que move o haitiano Wadson Jean, de 34 anos. No País desde 2011, ele quer arrumar logo uma mulher e ter um filho. Jean mora no prédio do Cine Marrocos desde o fim do ano passado e já viveu em duas favelas.

— Não perco um protesto.

Os principais movimentos estimam que africanos e latinos representem hoje 10% dos moradores dos 50 prédios da região central que viraram ocupações desde outubro de 2012. Segundo a prefeitura, são 20 mil moradores fixos nos edifícios — dois mil são estrangeiros.

Africanos que perambularam nos últimos anos em favelas da zona leste encontraram refúgio nos prédios invadidos do centro, onde as mensalidades cobradas dos movimentos de sem-teto variam de R$ 30 a R$ 220, valores bem mais baixos do que o aluguel na periferia. O mesmo aconteceu com bolivianos e peruanos que moravam em cortiços e pensões na região central.

Os camaroneses também não param de chegar às ocupações. Sylvie Aristide Tchocgnia, de 30 anos, está no País desde 2012. Em seu apartamento de 30 metros quadrados no Cine Marrocos chama a atenção um longo sofá vermelho e dois tapetes aveludados verdes, com estampa de tigre.

— Minha patroa que deu o sofá. Ela veio aqui. Nem acreditou na organização do prédio, na limpeza. Os tapetes eu trouxe de Garoua.

Sylvie mora com a filha de três anos e trabalha na limpeza de uma galeria comercial da rua São Bento. Antes, ela morou por 15 meses em uma favela no Jaçanã, na zona norte.

— O pessoal nos bairros tem preconceito com a gente.

Sonho
Os estrangeiros também ocupam andares inteiros no número 138 da rua Marconi, no 10 da avenida Rio Branco e no 908 da avenida Ipiranga. Eles afirmam se sentir mais "confortáveis" com pessoas da mesma nacionalidade. Muitos dizem ter sofrido preconceito em outras áreas da cidade.

A divisão, segundo um dos líderes, Welita Caetano, de 29 anos, facilita a convivência das famílias e a divisão de tarefas.

— São pessoas sofridas. Chegaram ao País sem condição de trabalhar ou alugar um imóvel. Eles se sentem mais amparados quando estão perto de parentes.

Prestes a completar cinco anos de Brasil no dia 9 de setembro, o casal de peruanos Carmem Paredes, de 32 anos, e seu marido, Richard Torres, de 33, não deseja mais nada na vida além de uma casa própria. Eles moram com o filho, Luis Gustavo, de quatro anos, e nunca faltam em protestos do MSTS.

— Quando não consigo ir, por causa do filho, meu marido vai. A gente não falta em nenhum. O próprio artigo 6º da Constituição assegura moradia a todos os cidadãos do País, não diz que estrangeiro não pode.

Carmem repete um mantra adotado pelos moradores de ocupações do centro.

O texto constitucional é repetido também pelos moradores de andares reservados a homossexuais e idosos. Alessandro Feitosa, de 38 anos, trabalha no aeroporto de Cumbica e decorou seu quarto no Cine Marrocos com capas de gibis. Antes ele morava em um albergue na zona norte.

— Eu fiquei 15 dias acampado na frente da prefeitura no ano passado, quando cortaram nossa luz. Eu vou para todo protesto. Todo mundo tem direito à moradia digna.

Fonte: Estadão

José Aníbal: Dilma contribuiu, com sua permissividade, para corrosão dos costumes políticos que ora observamos


O dever da tolerância
por José Aníbal



Escrevi semanalmente neste blog, sempre às quartas-feiras, desde 12 de março de 2013. Neste período pude experimentar a tal “cachaça” de que falam os jornalistas. Escrever é tão estimulante quanto ler. Principalmente numa democracia como a nossa, vibrante, anárquica, cheia de excessos e lacunas.

Desde então, reservei as noites de quarta para espiar como o artigo se saiu e os comentários que os leitores do Noblat deixaram para mim. Falar sobre o cotidiano do país assim, com assiduidade, posicionamento e exposto ao contraditório (e ao ataque), não é fácil. Habituados a certa inviolabilidade, políticos raramente têm a possibilidade de saber o que dizem e o que pensam de suas ideias. Muitos não querem nem saber.

O mais interessante, no entanto, é observar que há no noticiário um nervo oculto que, por algum motivo, desperta o interesse de todo tipo de gente, interfere nas percepções coletivas e causa nas pessoas a necessidade de falar – o que sai daí tem sentidos dos mais variados. A utopia democrática é juntar essa diversidade com absoluta tolerância de uns para com os outros. Espaços como este blog, onde a praticamos, precisam ser preservados.

Foi justo no aperfeiçoamento democrático e no dever da tolerância onde Dilma, ao meu ver, mais deixou a desejar como presidente da República – mais do que pelo evidente populismo que marca seu governo ou no desleixo com a coisa pública. Dilma deu guarida aos guerrilheiros do achincalhe político, aos sequestradores de reputação, aos que usam o Estado para perseguir, intimidar e difamar adversários. Justo ela.

Como é de conhecimento público, o enredo que imputa a mim desvios que jamais cometi foi forjado dentro do Ministério da Justiça. Arranjado por um deputado petista, o documento apócrifo foi vazado com a chancela do Cade e plantado na Polícia Federal, clandestinamente, pelo ministro José Eduardo Cardozo. O protocolo de entrada do documento na PF não existe. O PT tentou sujar meu nome e usou a estrutura do Estado para espalhar o boato. Semana passada, a oitiva, voluntária, das testemunhas, desmoralizou as calúnias do bandido delator protegido pelos petistas.

Não é de se estranhar que os mesmos que sustentam, acobertam e tiram proveito político dessas desonras defendem ardorosamente o “controle social” da mídia e produzem listas negras de jornalistas. A imprensa comprada, obviamente, os idolatra. Dilma, vértice desta edificação, contribuiu, com sua permissividade, para corrosão dos costumes políticos que ora observamos. Não construiu instituições nem reforçou os anteparos democráticos. Não foi estadista.

Quanto a mim, continuo entusiasta da democracia pois, entre outras vantagens, ela se encarrega da própria depuração. Para isso, é fundamental que, mesmo discordando, todos sejam livres para falar. A verdade e justiça são irreprimíveis. Basta que não nos intimidemos. Agradeço ao Noblat e aos leitores pela generosidade da troca democrática. Tanto os que gostaram como os demais. Que bom que vocês leram. Eu li o que vocês escreveram.



José Aníbal é deputado federal (PSDB-SP).

TA TUDO DOMINADO: Saiba por que Luis Barroso e seus colegas do STF fizeram a festa dos bandidos ao liberar os bandidos mensaleiros do PT


Luís Roberto Barroso, ao lado. Ao beneficiar os bandidos do PT, liberou total para criminosos comuns perigosíssimos. O que se espera é que nenhum deles bata à sua porta. 



Os bandidos agradecem
Por João Eichbaum

Suponhamos o seguinte: um marginal com 18 anos de idade, de tocaia na saída do colégio, rapta uma menina. Leva-a consigo, sem fazer qualquer exigência de resgate e a mantém em seu poder por longo tempo. Tenta seduzi-la, mas ela resiste, não se entrega. Vencido pela obstinação da garota, o raptor resolve se descartar dela. Então a vende para uma rede de prostituição. Da menina, levada para outro estado da federação, a família nunca mais terá notícia. A pena do raptor não chegará a oito anos, e isso lhe dá o direito ao regime semi-aberto. De acordo com a lei, o condenado ao regime semi-aberto cumprirá pena em Colônia Penal Agrícola ou Industrial. Ou melhor, cumpriria. Desde a semana passada, por decisão do STF, afinada pelo diapasão do STJ e de outros juízos e tribunais, o preso condenado ao regime semi-aberto terá o direito humano de levar uma vida muito melhor do que a de suas vítimas. Desde que consiga emprego, nem que seja de faz-de-conta, ele só dormirá na prisão. Ao martírio da menina, que se perdeu para sempre, poderá o destino acrescentar mais um “script” infame: seus pais e familiares nunca mais a verão, mas o raptor dela, que deu causa à sua desgraça, poderá cruzar todos os dias sorridente e impunemente por eles. Essa façanha foi incrustada na axiologia jurídica sob a inspiração do ministro Barroso. Com seu ar evangélico, ele e mais oito acompanhantes estenderam a graça descolada para José Dirceu a todos os malfeitores do país, condenados a menos de oito anos de prisão.

Neste país, não se julga. O ato de julgar implica juízo de valor, a partir de duas premissas, a da norma, que é a premissa maior, e a do fato, que é a premissa menor. Entenda-se por norma a lei, o regulamento, a portaria, em suma, qualquer ato jurídico coercivo. Se o ato coercivo for ignorado, não existe premissa e, não existindo premissa, julgamento não há.

Assim, a jurisprudência que ignora a ordem legal do cumprimento de um sexto da pena para a progressão do regime - e o trabalho externo implica progressão de regime - não merece o nome de julgamento. Não passa de uma concessão gratuita de benefício, contaminada pela política ou sublimada pela caridade. Em nenhuma dessas hipóteses se vislumbra a obra de juiz autêntico, porque o verdadeiro juiz apenas julga, não faz caridade, nem política.

Agora é oficial: à omissão do Executivo se acrescenta a do Judiciário. Barroso juntou-se aos juízes que soltam bandidos por falta de vagas e de condições "padrão Fifa" nos presídios. “Para não sobrecarregar o sistema penitenciário”, ele mandou soltar os malfeitores. Quer dizer, é maior o direito desses do que o dever dos governantes. A sociedade que se lixe.

Nessa hora soam como rojões de advertência as palavras do advogado e escritor gaúcho Ricardo Giuliani: o Judiciário só existe para si próprio e não para a sociedade.

João Eichbaum é advogado e autor do livro Esse Circo Chamado Justiça.

Fonte: Polibio Braga Online

A COPA DO PT: Fernando Haddad transformou a VILA MADALENA na Cracolândia dos descolados

A Vila Madalena se transformou na Cracolândia dos descolados



Na Cracolândia, não valem as leis do Código Penal. Na Vila Madalena, também não.

Na Cracolândia, não vale a Lei Antidrogas. Na Vila Madalena, também não.

Na Cracolândia, o Artigo 5º da Constituição, que assegura direitos fundamentais — entre eles, o de ir e vir — não tem vigência. Na Vila Madalena, também não.

Na Cracolândia, os moradores reais da região não têm como reivindicar seus direitos. Na Vila Madalena, também não.

Na Cracolândia, tudo é permitido, menos cumprir a lei. Na Vila Madalena, também.

Na Cracolândia, os proprietários viram o seu patrimônio virar pó; na Vila Madalena, também.

Na Cracolândia, a via pública serve de banheiro ou de motel. Na Vila Madalena, também.

Então qual é a diferença entre a Cracolândia e a Vila Madalena: o preço que se paga para frequentar uma e outra; o extrato social de seus frequentadores; os produtos que se vendem nas ruas.

Aos leitores que não moram em São Paulo, uma informação: a Vila Madalena é um bairro ainda majoritariamente residencial, com uma forte presença de bares, lojas que fazem a linha despojado-chique e ateliês de artistas. É, sem dúvida, uma das áreas boêmias mais conhecidas da cidade. E não se pode dizer que, por ali, o apreço pelas leis seja o hábito número um.

A Copa do Mundo, no entanto, transformou a região numa sucursal do inferno, ao menos para os milhares de moradores. Desde o dia do jogo inaugural da Copa, ficou evidente que o poder público havia perdido o controle sobre a região. E, daquela data até agora, tudo tem piorado. Nesta madrugada, a polícia teve de recorrer a bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral para dispersar uma, como chamarei?, comemoração de argentinos, que recorreram, entre outras delicadezas, a uma espécie de guerra com fogos de artifício.

Não, os argentinos não são o problema. O problema está numa espécie de sestro muito nosso, segundo o qual a alegria e a comemoração são incompatíveis com os direitos assegurados pela Constituição e pelas leis.

O prefeito Fernando Haddad diz que algo precisa ser feito. É mesmo? À Folha de São Paulo, ele afirmou: “Eu estou pedindo ao secretário municipal de Segurança Urbana, Roberto Porto, que está à frente desse processo, repactuar para que não haja novos incidentes. Nada grave aconteceu ontem, mas podíamos ter passado sem incidentes”.

Quem? Fernando Porto? O mesmo que responde pela, digamos, segurança justamente da… Cracolândia? Aquele mesmo que, na visita do príncipe Harry àquele outro pedaço do inferno, comentou: “Pelo contato que tive, que foi limitado, ele gostou do que viu. Ele quis saber a lógica de se ter um local monitorado, com as pessoas continuando a venda de crack”. Ou por outra: o secretário admitiu que o rapaz se interessara por uma experiência de descumprimento contumaz da lei pelo poder público.

Saibam: não há incompatibilidade nenhuma entre a alegria e o cumprimento das leis democraticamente pactuadas. Até porque, é o cumprimento das regras que assegura a liberdade. Admitir alguma contradição nessa relação seria o mesmo que aceitar que não se pode ser feliz e livre ao mesmo tempo.

Ocorre que, seja na Cracolândia, seja na Vila Madalena, a gestão do sr. Fernando Haddad entende que a liberdade e alegria são sinônimos de desordem, de anarquia, da completa ausência das leis.

O bom do regime democrático é saber que o mesmo povo que elege também deixa de eleger.

Por Reinaldo Azevedo

A COPA DO PT: Em São Paulo festas viram orgia, com sexo nas ruas, leilão de drogas e ataque de gangues

Caos em SP: pós-jogo do Brasil tem sexo na rua, ataque de gangues e até leilão de drogas



A situação está perdendo o controle. Já ficou conhecido o clima de Carnaval que tomou conta da Vila Madalena, em São Paulo, desde o início da Copa do Mundo. Dezenas de milhares de "foliões", brasileiros e gringos, se reúnem diariamente nos arredores da Rua Aspicuelta para assistir aos jogos e por lá permanecem em festa até a madrugada. Mas nas últimas noites, o caos tem tomado conta. O ESPN.com.br apurou que coisas bizarras estão ocorrendo no local, como sexo na rua, ataque de gangues e até leilão de drogas. 


"Estamos com medo, sim. Muita gente fecha o entorno aqui durante a noite, enche a rua de lixo, urina na calçada, bebe demais e a coisa fica preocupante. Fui passear com o cachorro na segunda e vi um cara oferecendo drogas, como ecstasy e LSD, a um grupo de meninas. Na minha frente", disse uma mulher de 53 anos, moradora de um condomínio na Rua Wisard, uma travessa da Rua Fidalga - um dos pontos mais badalados. A reportagem entrou em contato com a Polícia Militar de São Paulo para uma posição sobre os temas relatados a seguir, mas não obteve resposta até a publicação da matéria.

O ESPN.com.br conversou com cinco habitantes da região e todos pediram para não terem seus nomes divulgados. "O problema são os ambulantes. São bandidos", disseram. A reportagem esteve na Vila Madalena na segunda-feira, dia de Brasil 4 x 1 Camarões, e viu ao menos quatro rapazes fazendo leilão de drogas. "Cocaína, cocaína é aqui", dizia um deles para quem pudesse ouvir. "'Farinha' também tenho, só chegar", falava outro. "Bala, bala e doce. Bala, bala e doce", sussurrava um terceiro, se referindo a ecstasy e LSD.

O incidente ocorreu depois da meia-noite, onde dois carros estacionados no meio da rua com caixas de som tocavam funk. Foi quando parte do pessoal que foi à Vila ver o jogo do Brasil começou a deixar o local para trabalhar na terça-feira cedo. Restavam, em maioria, os mais alcoolizados, ou os estudantes de férias da faculdade em busca de paquera. Quase todos estavam lá pelo Carnaval fora de época. Menos os grupos que andavam em gangues e realizavam pequenos furtos.

"Estava perto da Mourato Coelho com a Aspicuelta e fui pegar cerveja. Quando cheguei perto, senti minha carteira sendo puxada do meu bolso de trás. Atrás de mim tinha um grupo de sete homens e por impulso comecei a buscar minha carteira e quem tinha pegado. Um deles ficou bem incomodado com minha atitude e me empurrou para a parede. Em seguida me encurralaram. Não reagi e eles deixaram eu ir embora", disse Leonardo Albuquerque, 20 anos, estudante de jornalismo. No dia seguinte, uma mulher achou sua carteira no chão com todos os documentos, menos o dinheiro.

Na medida em que ia ficando mais tarde, a coisa piorava. Algumas meninas subiam no teto de carros estacionados no meio da rua para dançar funk, para delírio dos gringos. Um holandês, hipnotizado pelo gingado da brasileira, nem reparou na carteira roubada. "Foi muito rápido, comprei uma cerveja ali há cinco minutos, quando vi de novo não estava mais no meu bolso", contou Frank Weijden, no Brasil para acompanhar o Mundial. "Por sorte, só tinha uns 120 reais, uns 10 euros e um ou outro documento. Meu passaporte ficou no hostel e os cartões de crédito também", contou, aliviado.

A poucos metros de onde o funk rolava a um volume ensurdecedor, muitos casais trocavam beijos e carícias. Um homem e uma mulher se afastaram e entraram no jardim de um estabelecimento comercial perto da Rua Girassol. Se esconderam atrás de uma árvore, apoiaram em uma mureta em um canto escuro, abaixaram as calças discretamente e fizeram sexo por alguns minutos, sem se importar com as dezenas de pessoas que passavam a pouquíssimos metros dali. Com a naturalidade de quem está dentro de um quarto de hotel. O ESPN.com.br presenciou a cena.

"Durante a tarde, enquanto rolam os jogos, é tranquilo. A bagunça é saudável. O problema é de noite. Quanto mais tarde, mais preocupante. Vários casais estão muito bêbados e procuram cantos mais afastados para fazer obscenidades escondidos por detrás dos estabelecimentos ou dos carros, achando que ninguém está vendo. Isso sem contar os ambulantes. São criminosos", contou outro homem, 46 anos, que mora entre as Ruas Fradique Coutinho e Purpurina. "E pelo amor de Deus, não escreva meu nome", pediu.

A reportagem presenciou brigas, discussões acaloradas, troca de socos e empurrões. Outra noite, por exemplo, por volta de 3h da manhã um sujeito desceu armado do carro na esquina da Fidalga com a Aspicuelta e partiu para cima de outro que, segundo ele, tinha derramado cerveja em seu veículo. Por sorte, nada de grave aconteceu. Mas o revólver do meliante em punhos gerou correria na Vila Madalena e mandou muita gente para casa mais cedo. Um chileno que conversava com a reportagem naquele exato momento perguntou: "É sempre assim aqui?". Espero que não, meu amigo...


Fonte: ESPN

Arnaldo Jabor: O PT não quer governar, quer mudar o Estado, se conseguir, seremos jogados num bolivarianismo

As brancas elites

ARNALDO JABOR

Eu sou da elite branca. Infelizmente, nasci com olho azul, herança de sangue alemão temperando meu lado sírio libanês, o que talvez me faça ser da elite árabe ou suspeitosamente palestino e portanto antissemita e jihadista ?

Ou serei nazista? De parte de mãe, meu sobrenome é Hess. Serei parente do Rudolph Hess - um dos carrascos do Terceiro Reich? Quer dizer: será que eu sou um daqueles que estimulam setores reacionários a maldizer os pobres e sua presença nos aeroportos, nos shoppings e nos restaurantes , como afirmam petistas graduados? Será que eu desejo mesmo que os pobres morram de fome, como disse Dilma, porque a elite branca não suporta ver mulheres e crianças melhorando de vida ?

Por que sou tão malvado? Preciso fazer um exame de consciência. Mas antes vamos continuar a analisar esse termo vago: elite branca. Evoca doenças antigas, como flores brancas, peste branca .

Um comunista clássico diria classe dominante, mas Lula é um simplificador de categorias.

Lula inventou o termo, obedientemente repetido por Gilberto Carvalho. Esse termo é propositadamente impreciso, de modo que sirva de carapuça para todos os opositores. Lula sabe fazer bem um sarapatel de conceitos marxistas para o povão entender. Discorda? Elite branca.

E elite? Essa palavra sempre foi muito usada por Lula, para engrandecer sua ignorância pessoal, para desovar sua inveja de gente que teve a sorte de estudar (Ex: FHC, sua obsessão).

E branca? Há um claro racismo nisso aí. Brancos não são classe, são raça. Será que existe uma elite afrodescendente? Ou uma elite caucasiana? Não haverá cotas raciais para as elites? Afinal, e as elites pardas, onde ficam? E a elite amarela, elite índia? Não há elite preta, claro, pois Lula decretou que os pretos são pobres e bons. Branco é ruim? E os brancos que ajudam o PT como aliados? Sarney, Renan serão da elite branca e portanto malvados? Não; para Lula, eles são agentes duplos da elite branca e usados pelo PT para combatê-la. E são puros e bons os que roubaram e foram presos pelo Joaquim do STF? Claro, bons revolucionários injustiçados. Ele obviamente deve ser chefe de alguma elite negra secreta e pode ser merecidamente ameaçado de morte. Como seria essa malévola elite negra?

Digamos que o termo elite branca tivesse sido usado pelo ministro Joaquim; ele seria trucidado por racismo, sem dúvida. E se o Gilbertinho ou o Lula fossem pretos, eles usariam o termo? Não. Seria inconveniente politicamente. É muito melhor que eles sejam brancos e assim possam atacar brancos porque, apesar de o serem, estão do lado dos negros que sofrem no país todo. Ou seja, são brancos mas são bons, são brancos que não temem condenar os maus brancos. Por exemplo, não havia pretos pobres nas arenas porque a terrível elite branca é que concordou com os preços da Fifa. Ou foi o Lula, que topou tudo desde 2008?

Lula é um mestre em inventar termos úteis para desfigurar a verdade. Ele não tem o menor pudor disso, porque sabe que os pobres não sabem nada e engolem tudo que ele diz. Pobre pensa que dossiê é doce de batata! - ele falou com desdém no escândalo do dossiê dos aloprados, lembram? Havia negros entre os aloprados? Não, mas eles não eram brancos da elite - talvez fossem aloprados (militantes esforçados, mas, trapalhões... coitados) da ralé branca.

Outro dia, o Lula bradou: A elite brasileira está conseguindo fazer o que nunca conseguimos: despertar o ódio de classes. Este ato falho de Lula é sensacional. Tradução: sempre quisemos despertar o ódio de classes, mas nunca conseguimos. Mas, eis que vem a elite branca e consegue!

Ou seja, a elite branca é capitalista-leninista, quer a luta de classes contra o pobre PT, com seus militantes desvalidos, proletários oprimidos. Lula, que culpou os brancos de olhos azuis pela crise econômica mundial, só pensa em dividir os brasileiros entre nós e eles. É uma paranoia programada: a técnica de vitimização que funciona bem para ditadores que se dizem sempre defensores do povo - suas vítimas.

Todo mundo é responsável pelos anos de governo do PT, menos o PT.

Fascina-me a caradura com que condenam o passado, se eles são o passado. Estão aí há 12 anos e só conseguiram o caos. Mas a culpa não é deles, claro. Nunca. Através de mentiras revolucionárias vão aos poucos fulanizando os escândalos, como, por exemplo, na Petrobras. Segundo Gabrielli e seus colegas, houve erros passageiros, como Pasadena e Abreu e Lima, que ficaram um pouco caras... (só US$ 20 bilhões)... Graças a CPIs fajutas, ninguém jamais saberá como era o esquema entre os políticos de apoio e a Petrobras.

E os milhões desviados desde o mensalão, que foram um troco, comparados com os bilhões ainda lá fora, tirados dos fundos de pensão revolucionários ? E a inflação? Quando haverá correção monetária para o Bolsa Família?

Mas o perigo máximo é o programa ideológico que traçaram para o país. Não querem governar. Querem mudar o Estado. Se conseguirem, seremos jogados num bolivarianismo abrasileirado que acabará desmanchando nossas instituições já abaladas. Isso é o óbvio, mas tem de ser repetido! Pena que o povo não entenda porra nenhuma.

Se não, vejamos:

Em 1985 o PT foi contra a eleição de Tancredo Neves e expulsou deputados que votaram nele. Em 1988, votou contra a Constituição. Em 1994, votou contra o Plano Real, dizendo que era eleitoreiro. Em 1996, votou contra a reeleição, que hoje defende. Depois, em 1998, foi contra a privatização da telefonia, hoje com 200 milhões de linhas. Depois, foi contra a adoção de metas para a inflação. Em 2000, luta ferozmente contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, que obriga os governantes a gastarem apenas o que arrecadam. O Proer, que nos salvou, impedindo a quebradeira dos bancos em 2008, foi demonizado. Quando FHC criou o Bolsa Escola, o Bolsa Alimentação e o Vale Gás, o PT foi contra, dizendo que eram esmolas eleitoreiras. Ou seja, o PT se acha uma elite vermelha, mas não passa de uma reles elite branca.

+ LIDAS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS

Arquivo do blog