A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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sexta-feira, agosto 01, 2014

A Marcha dos Infames - Lobão


Lobão responde aos ataques do PT com uma música que pode ser considerada como um marco do rock brasileiro nos dias atuais, a MARCHA DOS INFAMES, uma ÓPERA ROCK, no melhor estilo possível para refletir o terrorismo imposto pelo PARTIDO TOTALITÁRIO.


A MARCHA DOS INFAMES


Aqueles que não são
E que jamais serão
Abusam do Poder,
Demência e obsessão. 

Insistem em atacar
Com as chagas abertas do rancor,
E aos incautos fazer crer
Que seu ódio no peito é amor 

Tanto martírio em vão,
Estupro da nação,
Até quando esse sonho ruim,
esse pesadelo sem fim? 

Apedrejando irmãos
E os que não são iguais,
A destruição é a fé,
E a morte e a vida, banais. 

E um céu sem esperança,
A Infâmia cobriu,
Com o manto da ignorância,
O desastre que nos pariu. 

E o sangue dos ladrões
De outros carnavais
Na veia de vilões,
tratados como heróis. 

E até quando ouvir
Cretinos e boçais
Mentir, mentir, mentir,
Eternamente mentir? 

Mas o dia chegará
Em que o chão da Pátria irá tremer,
E o que não é não mais será
Em nome do povo, o Poder.

1 minuto com Augusto Nunes: “O que é (sic) R$ 10 mil?”, desdenha Dilma. Haja cinismo


Há quase dois anos, ao festejar na TV o fim da pobreza extrema em território brasileiro, Dilma Rousseff explicou que só pode ser enquadrada nessa categoria gente cuja renda mensal é inferior a 70 reais. Qualquer quantia acima disso, portanto, é suficiente para que se atravesse 30 dias sem maiores aflições. Na sabatina da Folha, como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, uma curtíssima resposta-pergunta da presidente bastou para reduzir a farrapos a fantasia de Princesa Isabel dos Miseráveis.

Quase no fim da sabatina, um dos entrevistadores perguntou-lhe por que guarda em casa 152 mil reais em espécie. Dilma enrolou-se em explicações tão consistentes quanto os prognósticos econômicos de Guido Mantega. Outro jornalista ponderou que, se depositasse a bolada numa caderneta de poupança, lucraria perto de 10 mil reais em um ano. “O que é 10 mil?”, deixou escapar a presidente, desferindo simultaneamente um pontapé na concordância verbal e uma rasteira na coerência.

Com a quantia que desdenhou, Dilma poderia, por exemplo, comprar 3.333 bilhetes do metrô paulista. Ou manter 12 brasileiros acima da linha da miséria durante um ano. Ou, ainda, bancar pelo mesmo período 11 beneficiários do Bolsa Família. Com R$ 10 mil, a presidente também poderia pagar 37 jantares no restaurante Eleven, onde costuma baixar durante “escalas técnicas” em Lisboa. Ou 10 noites na suíte menos cara do hotel Four Seasons Ritz, também em Lisboa. Se preferisse a suíte presidencial, como em janeiro, teria de reduzir em alguns maços a pilha de cédulas escondida no Palácio da Alvorada para completar a diária de R$ 26,2 mil.

Os R$ 152 mil que mantém ao alcance da mão (e que lhe permitiriam comprar à vista um Mercedes CLA 200 zero quilômetro) incorporam a dona da bolada a um reduzidíssimo grupo de brasileiros. Só guardam em casa tanto dinheiro vivo os agiotas ultraconservadores, os sonegadores do Fisco, os bicheiros da velha guarda, os sovinas patológicos e, sabe-se agora, uma presidente da República. É a única em toda a comunidade formada em economia, o que faz de Dilma Rousseff também a única economista do mundo que acha um bom negócio investir debaixo do colchão.

Fonte: Veja.com

PETRALHAS: PT chantageia a IGREJA CATÓLICA ameaçando tomar posse do CRISTO REDENTOR


Cúria quase perde Cristo


Artigo de Merval Pereira no O Globo


Chega de Brasília uma informação que pode ser considerada bizarra, mas que também pode ter implicações mais graves.

No impasse acerca do filme de José Padilha sobre o Rio, que a Cúria Metropolitana vetou inicialmente por considerar que a figura do Cristo Redentor havia sido desrespeitada, mas depois liberou, a ministra da Cultura Marta Suplicy fez chegar ao cardeal Dom Orani Tempesta uma ameaça de, através de um decreto presidencial que já estaria pronto, retirar da Igreja Católica a tutela sobre a imagem que está implantada no Parque Nacional da Tijuca, sob o controle da União.


O monumento foi erigido em área cedida pela União à Arquidiocese do Rio na década de 1930, mas o acesso à estátua é realizado pelo Parque Nacional da Tijuca, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Recentemente, a imagem do Cristo Redentor foi eleita, em votação pela internet no mundo todo, uma das modernas Sete Maravilhas do Mundo.

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, que também atuou para liberar o filme, disse que chegou a conversar com Dom Orani tentando mostrar que a imagem do Cristo Redentor é um ícone da cidade do Rio, e que como tal também deveria ser tratada e não apenas como um santuário religioso. Mas garante que em nenhum momento soube de qualquer tentativa de retirar da Igreja Católica os direitos sobre a imagem.

Os direitos de uso comercial do Cristo no Corcovado pertencem desde 1980 à Mitra Arquiepiscopal do Rio de Janeiro, e em outubro de 2006, para comemorar seus 75 anos, a estátua foi transformada num santuário católico. Há também, na base do monumento, uma capela católica devotada a Nossa Senhora Aparecida.

A Arquidiocese do Rio de Janeiro não autorizou o uso da imagem do Cristo no filme “Inútil paisagem”, dirigido por José Padilha, por considerá-lo inicialmente desrespeitoso. Ele é um dos dez curtas que compõem o longa-metragem “Rio, eu te amo”, da franquia “Cities of love”.

Em uma sequência do curta, o personagem interpretado por Wagner Moura, durante um voo de asa-delta, conversa com a estátua do Cristo reclamando da vida, dos seus dissabores e da violência da cidade que ele deveria proteger.

O filme foi enviado para a apreciação da arquidiocese em março, tendo sido vetado. Segundo a assessoria de imprensa da Arquidiocese do Rio na ocasião, “há cenas no filme em questão que foram consideradas ofensivas à imagem do Cristo e, consequentemente, à casa dos católicos. É uma prática absolutamente normal da Arquidiocese a não autorização de qualquer produto audiovisual que avance nesse caminho”.

Dias depois, diante da reação negativa à decisão, considerada uma censura artística, o Vicariato para a Comunicação Social e a Assessoria de Imprensa da Arquidiocese anunciaram em nota a reversão da medida, pois haviam chegado à conclusão de que o episódio não visou interesse religioso no trato à imagem do Cristo Redentor, “e portanto não houve desrespeito ao Cristo ou à religião católica”.

Não há nenhuma informação que ligue diretamente a mudança de opinião da Cúria Metropolitana à pressão do Ministério da Cultura. Mas, muito além da discussão sobre o mérito das decisões da Cúria, é impressionante constatar que o intervencionismo do governo federal pode chegar a esse ponto.

ELIANE CANTANHÊDE: E o Lula, hein?


Artigo de Eliane Cantanhêde na Folha


Dúvida atroz: será que Lula escapa incólume, sem um arranhão, da onda de rejeição a Dilma Rousseff e ao PT?

Se Dilma acumula 35% de rejeição nacional, 47% no Estado de São Paulo e estonteantes quase 50% na capital paulista...

Se o prefeito Fernando Haddad tem baixa aprovação e o candidato Alexandre Padilha patina em constrangedores 4 ou 5% nas pesquisas no maior colégio eleitoral do país...

Se o pemedebista Paulo Skaf não quer ouvir falar de Dilma em seu palanque paulista e o petista Fernando Pimentel a esconde em Minas...

Se, além de São Paulo, os candidatos petistas estão emperrados no Rio e demais Estados onde concorrem...

... conclui-se o óbvio: a coisa está feia não só para Dilma, que o PT tanto critica, mas para o próprio partido. Até porque, bem ou mal, ela continua favorita nas pesquisas.

E onde se encaixa Lula nisso? Uma dedução natural é que essa convergência de rejeições (à candidata e ao PT) deve atingir, mais cedo ou mais tarde, em maior ou menor grau, a popularidade do próprio Lula. Será?

Afinal, ele foi o inventor de Dilma, Haddad e agora Padilha, além de ser o grande líder do PT. Difícil imaginar que todos paguem o pato e ele continue mantendo a mítica intocável.

Vale o registro de que Lula adora futebol, mas a Copa começou, encantou e acabou, e não se viu nem ouviu falar de Lula em estádios ou em eventos da seleção brasileira.

O Lula de hoje é o das entrevistas a blogs camaradas, reuniões a portas fechadas com Dilma, articulações com a cúpula da campanha, assembleias da CUT. E, claro, dos auditórios protegidos e do aconchego dos ambientes do PT. Na campanha para valer, só deve ir ao Nordeste e a palanques pré-selecionados. Vai na boa, nada de bola dividida.

Ou está se descolando da rejeição (de Dilma e do PT) e se prevenindo de eventuais derrotas alheias, ou tem pesquisa mostrando que a coisa não anda boa também para o lado dele.

EMBRAPA: Associativismo é tema de debate durante Expocorte em Campo Grande





A programação do Circuito Expocorte etapa Campo Grande, realizado pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), nos dias 30 e 31 de julho, no Centro de Convenções Albano Franco, incluiu um debate sobre o tema “Associativismo”, conduzido pelo chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, Cleber Oliveira Soares.

Participaram do debate, na quarta-feira à noite, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Seneri Paludo, o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul (Senar/MS), Rogério Beretta e um dos palestrantes do Circuito, o presidente da Sociedade Rural Brasileira, Gustavo Junqueira.

Ao abrir o debate, Cleber Soares fez uma perspectiva sobre a produção mundial de alimentos para os próximos anos, enfatizando que para o horizonte de 2050, estima-se que 72% do consumo de carne e outras proteínas de origem animal, ocorra em países em desenvolvimento, em comparação com os 58% atuais.

Ele destacou, ainda, que em Mato Grosso do Sul há um alinhamento harmônico entre instituições componentes dos governos federal e estadual, Embrapa, e Famasul, por exemplo, que estão à disposição da classe produtora no que se refere a informações e outros tipos de suporte. “A necessidade de união é fundamental para que todos os elos da cadeia produtiva sejam fechados e promissores para conseguirmos aumentar nossos indicadores de produtividade e, principalmente, de sustentabilidade econômica, essencial para a sobrevivência do produtor”, disse.

Ao destacar a importância do associativismo, Seneri Paludo lembrou a importância dada pelo Mapa em relação ao associativismo e o cooperativismo. “O tema é tão importante que temos no Ministério uma Secretaria para tratar do assunto”, afirmou referindo-se à Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC).

Para o superintendente do Senar/MS, Rogério Beretta, a atuação em conjunto é fundamental. “Tenho plena convicção da necessidade de atuarmos em associação, em sindicatos e cooperativas para que possamos nos desenvolver de maneira séria, com capacidade e profissionalismo. Estamos trabalhando cada vez mais para capacitar os dirigentes sindicais visando, assim, alcançar ao máximo, os nossos associados”, destacou.

“Não existe outra maneira de colocar uma opinião e reivindicar ser ouvido a não ser através do associativismo. Sozinho você não será ouvido. Essa é uma contribuição que o associativismo vai dar para qualquer tipo de negociação que haja pela frente”, acrescentou o presidente da Sociedade Rural Brasileira, Gustavo Junqueira.


Texto: Kadijah Suleiman, jornalista, MTb RJ 22729JP
Embrapa Gado de Corte
Campo Grande/MS
Fotos: Sistema Famasul

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