A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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sexta-feira, maio 19, 2017

EMBRAPA: Dia de campo apresentará dados sobre sistemas silvipastoris em MS



A Embrapa Gado de Corte, em parceria com o Grupo Mutum, realiza no dia 26 de maio, o Dia de Campo Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, na Fazenda Boa Aguada, em Ribas do Rio Pardo (cerca de 150 km de Campo Grande, MS). Na ocasião, serão apresentados dados técnicos sobre implantação e condução de sistemas silvipastoris em Mato Grosso do Sul. Além disso, será inaugurada a Unidade de Referência Tecnológica (URT) em sistemas silvipastoris, que teve a implantação iniciada em dezembro de 2015.  

De acordo com a pesquisadora da Embrapa Gado de Corte e coordenadora do dia de campo, Fabiana Villa Alves, a URT conta com uma área de 48 hectares onde serão realizadas demonstrações de sistemas mais adequados para a região e também servirá de base para pesquisa com dados relativos aos sistemas.

“No local, temos cinco arranjos espaciais com diferentes espécies e clones de eucalipto que são Corymbia citriodora, toreliodora, urocam VM01 e urograndis I144. Existe ainda um tratamento com pastagem solteira. Cada tratamento possui duas repetições, totalizando 12 piquetes”, acrescenta o pesquisador da área de sistemas integrados de produção André Dominghetti Ferreira.

Parceria

O Grupo Mutum é parceiro da Embrapa Gado de Corte há alguns anos e na Fazenda Boa Aguada já é conduzida uma URT Carne Carbono Neutro (CCN), cujo tema foi apresentado durante um dia de campo em 2016, na própria fazenda, no qual os participantes conheceram o conceito CCN que tem como finalidade atestar a carne bovina produzida com alto grau de bem-estar animal, na presença do componente arbóreo, em sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF) e que, nessas condições, as árvores neutralizam o metano entérico exalado pelos animais, um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa que provoca o aquecimento global.

De acordo com um dos proprietários do Grupo Mutum, Moacir Reis, o sistema silvipastoril foi implantado na fazenda em 2006, sendo pioneiro em Mato Grosso do Sul e a propriedade serviu de exemplo para outros produtores rurais, tendo hoje mais de dois mil hectares de floresta plantada.

Informações

Para participação no dia de campo, estão disponíveis 300 vagas voltadas para comunidade científica, alunos de graduação e pós-graduação, técnicos e extensionistas, proprietários rurais, empresários e microempresários da cadeia produtiva da carne e do setor florestal. Informações podem ser obtidas junto ao Setor de Transferência de Tecnologia da Embrapa Gado de Corte, pelo telefone (67) 3368-2000.



O dia de campo conta com patrocínio e apoio de Tortuga – DSM, Rede de Fomento ILPF (Cooperativa Agroindustrial Cocamar, Dow AgroSciences, John Deere, Parker e Syngenta) e Sindicatos Rurais de Ribas do Rio Pardo e Águas Claras.

Programação
7h30 - 8h30 inscrições e distribuição de grupos
8h30 - 9h30 abertura
9h30 - 10h estação Central - URT ILPF Fazenda Boa Aguada – pesquisadora Fabiana Villa Alves
11h - 13h:
Estação 1 - componente florestal pesquisadores Valdemir Laura e André Dominghetti
Estação 2 - componente forrageiro e solo – pesquisadores Roberto Giolo  e Ademir Zimmer
Estação 3 - componente animal – pesquisador Rodrigo Gomes
Estação 4 - componente financeiro – pesquisadora Mariana Pereira
13h30 Almoço
16h Encerramento

Texto: Kadijah Suleiman, jornalista da Embrapa Gado de Corte (MTb 22.729/RJ)

CNC - Balanço Semanal de 15 a 19/05/2017



BALANÇO SEMANAL — 15 a 19/05/2017

Com safra de 45,6 milhões de sacas apontada pela Conab, CNC acredita que o Brasil permanece reduzindo estoques para honrar exportação e consumo

SAFRA 2017 — Na quinta-feira, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou o resultado de seu segundo levantamento para a safra 2017 de café no Brasil, apontando que serão colhidas 45,563 milhões de sacas de 60 kg. Do volume total, que implica queda de 11,3% ante 2016, 35,427 milhões de sacas se referem à variedade arábica e 10,136 milhões à conilon.

O CNC entende que a estimativa de uma safra menor reflete a bienalidade negativa das lavouras de arábica neste ano e vem ao encontro do cenário que temos apresentado de que os estoques de passagem do País caminham para seus menores níveis históricos, com a mínima podendo ser registrada em 2018.

Faz-se necessário, entretanto, afirmar que os volumes de oferta (produção + estoques) são suficientes para atenderem à demanda de consumo e exportação, com o Brasil mantendo sua fidelidade de principal fornecedor mundial de café.

Em meio a esse cenário, reiteramos a necessidade do produtor estar atento aos movimentos do mercado, fazendo a tomada de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para, ao longo dos 12 meses da safra, aproveitar as melhores oportunidades de preço e realizar vendas quando as cotações forem satisfatórias para cobrir seus custos e gerar rentabilidade.

CRIANÇA DO CAFÉ NA ESCOLA — Ciente de que o Brasil é o país mais sustentável na produção de café mundial, sendo exemplar na preservação do meio ambiente e na geração de milhões de empregos, fiscalizando e combatendo práticas intoleráveis de trabalho, vimos com muita surpresa e aversão a iniciativa do Museu do Café em realizar uma exposição sobre a perspectiva histórica do trabalho infantil nos séculos XX e XXI.

Diante das discussões sobre a Reforma Trabalhista no Brasil, com o intuito de alcançarmos um cenário de segurança jurídica para empregados e empregadores, sem extrair os benefícios da classe trabalhista, sem onerar de forma desequilibrada os contratantes e, principalmente, sem permitir atividade laboral de crianças, causa repulsa o fato de o anúncio da mostra propagar que a "mão de obra infantil (...) ainda é uma prática muito comum".

A cadeia café, por meio da sinergia entre seus segmentos, combate com veemência a prática de trabalho exploratório de crianças e adolescentes, fato que possibilita que esse cenário praticamente inexista no País atualmente. O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), por exemplo, realiza o programa "Criança do Café na Escola", que contribui com a melhora da qualidade de ensino, colaborando, consequentemente, com a diminuição do êxodo rural e a fixação do homem no campo.

O CNC enaltece o trabalho do Cecafé nesse projeto e entende que o objetivo de inserir escolas de comunidades cafeeiras no mundo digital é essencial por permitir que um grande número de crianças da zona rural tenha as mesmas oportunidades de acesso ao conhecimento das crianças dos grandes centros urbanos.

Nesse projeto, o público atendido envolve jovens e crianças de escolas públicas dos ensinos infantil, fundamental e médio de comunidades cafeeiras e, em alguns casos, os próprios professores. Além disso, algumas dessas escolas também disponibilizam a sala digital para a comunidade do entorno.

MERCADO — Os contratos futuros do café tramitavam dentro de intervalo recente até a quinta-feira no mercado internacional, sem novidades no lado dos fundamentos e com os players atentos ao desenvolvimento da colheita e à aproximação do inverno no Brasil, o maior produtor mundial.

Entretanto, após a divulgação, na noite de quarta-feira, do conteúdo da delação do empresário Joesley Batista, que preside a holding J&F, controladora da JBS, que gerou forte crise política no Brasil, o dólar passou a se fortalecer intensamente sobre o real, estimulando as exportações e pressionando as cotações. Somente ontem, a divisa norte-americana disparou mais de 8% em relação ao real, encerrando o pregão a R$ 3,389. No acumulado da semana, a valorização foi de 8,5%.

Na Bolsa de Nova York, o vencimento julho do Contrato C foi cotado, na quinta-feira, a US$ 1,2965 por libra-peso, com queda de 530 pontos frente ao fechamento da semana passada. O vencimento julho do contrato futuro do robusta, negociado na ICE Futures Europe, foi cotado a US$ 1.984 por tonelada, acumulando perdas semanais de US$ 10.

Conforme a Somar Meteorologia, a colheita de café arábica, no Brasil, ainda está em seu início, com lentidão devido às chuvas que atrapalharam a entrada de máquinas nos cafezais nas principais regiões do cinturão produtor nos últimos dias, além do fato de a maioria das áreas ainda estar em fase de maturação ou com grãos verdes. Já a cata de conilon vem em ritmo normal, puxada pelos trabalhos em Rondônia.

No mercado interno, em meio às incertezas políticas, há falta generalizada de negócios. Assim, houve pouca oscilação nos preços, com os indicadores calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para as variedades arábica e conilon sendo cotados, ontem, a R$ 458,21/saca e a R$ 409,14/saca, respectivamente, ambos com variações positivas de 0,5% em relação ao fechamento da sexta-feira anterior.

Atenciosamente,
Deputado Silas Brasileiro
Presidente Executivo


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