A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

segunda-feira, dezembro 22, 2014

UCHO HADDAD: Petista Fernando Pimentel pode perder o diploma de governador eleito de Minas Gerais





Pedra no caminho – Companheiro de armas de Dilma Rousseff e ex-ministro do Desenvolvimento,Fernando Pimentel será diplomado como governador eleito de Minais Gerais na tarde de sexta-feira (19), mas o petista chegará ao Tribunal Regional Eleitoral com pelo um problema na bagagem. Nesta quinta-feira (18), a Procuradoria Regional Eleitoral de Minas ingressou com ação em que pede a cassação do diploma de Pimentel (PT) e do seu vice, Antônio Andrade (PMDB), além da inelegibilidade de ambos.

O pedido da Procuradoria Eleitoral está baseado na reprovação das contas do governador eleito pela Justiça Eleitoral. Na última semana, por 4 votos a 2, os juízes rejeitaram as contas e aplicaram multa de R$ 50,8 milhões.

A Justiça Eleitoral entendeu como erro insanável o fato de a campanha do petista ter extrapolado em R$ 10,17 milhões os gastos, enquanto o valor informado era de R$ 41 milhões.

A reprovação das contas de campanha não configura impeditivo para a diplomação e a consequente posse, mas Fernando Pimentel assume o governo de Minas em 1º de janeiro próximo ciente de que poderá ser alvo de ações judiciais de cassação de mandato e inelegibilidade, como determina de forma clara a legislação eleitoral vigente.

Na ação protocolada nesta quinta, o procurador regional eleitoral Patrick Salgado afirma que a campanha de Pimentel praticou “inaceitável abuso de poder econômico” ao avançar sobre o limite de gastos apresentado e adotado “método dúbio de realização de despesas”.

A campanha do petista alega que as despesas ficaram em R$ 41,1 milhões, sendo que o alegado excedente de R$ 10,17 não seria gasto, mas mera transferência para o comitê financeiro único do Partido dos Trabalhadores, por tanto não deveria ser considerado como nova despesa.

A Procuradoria Eleitoral de Minas classificou como “incompreensível método de realização de despesa” o fato de o comitê único do PT também ter transferido recursos para o candidato. O recurso de Pimentel foi apresentado no próprio TRE-MG e em caso de nova derrota o governador eleito poderá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os candidatos precisam deixar de hipocrisia e a Justiça Eleitoral há muito deveria ter aberto os olhos para a realidade dos fatos, pois campanhas políticas ultrapassam em muito os valores declarados. Acreditar que Fernando Pimentel gastou apenas R$ 41 milhões para conquistar o governo de Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do País, é no mínimo abraçar a tolice.

É importante destacar que com os mesmos R$ 41 milhões informados ao TRE-MG, como gastos de campanha, Pimentel não conseguiria se eleger prefeito de Belo Horizonte. Vale destacar que a campanha que deu ao candidato petista o direito de decidir os destinos dos mineiros custou de fato muito mais de R$ 100 milhões. E que ninguém duvide disso, pois a campanha de Dilma Rousseff pela reeleição torrou perto de R$ 1 bilhão, valor que nem mesmo em sonho será informado ao Tribunal Superior Eleitoral.


Fonte: Ucho.info

Ossami Sakamori: Dilma chora como crocodilo!




Segundo pesquisas de opinião divulgadas, o povo brasileiro está otimista com a perspectiva do ano de 2015. Ainda, as pesquisas apontam aprovação do nome da presidente Dilma compatíveis com nível de votação que obteve nas eleições de outubro. O povo aprova o governo Dilma, por enquanto.


O marqueteiro João Santana é especialista em sensibilizar a população conduzindo os passos da Dilma para mostrar ao povo o que realmente ela não é. Como aconteceu durante o esse primeiro mandato, a imprensa impressa e televisiva, apenas retransmite a imagem e o discurso lido no teleprompter, sem tecer comentários.


A Rede Globo, o Estadão e a Folha de São Paulo, seguem rigorosamente a orientação do marqueteiro João Santana. Explica-se. A mídia falada, impressa e televisiva, com dois olhos voltados para a verba publicitária do governo federal e de empresas estatais, não querem correr o risco de ficar alijados. O governo federal e empresas estatais federais gastam cerca de R$ 2 bilhões por ano para fazer propaganda enganosa dos seus feitos.


Diante do escândalo de ladroagem na Petrobras revelado pela Operação Lava Jato envolvendo membros do PT e de seus aliados PMDB e PP, na primeira etapa, o marqueteiro João Santana parece optar em "blindar" a Dilma do escândalo de proporções nunca visto antes. 


Aproveitando a fragilidade da Dilma no momento que os rastros da ladroagem está chegando cada vez mais próximo das portas do Palácio do Planalto, a tática do João Santana parece ser de tornar a figura da Dilma como a "coitadinha" ou a "vítima" da ladroagem que ela própria é a própria chefe da facção criminosa que a pratica.


O PT, também, numa ação coordenada vai "punir" os nomes envolvidos na ladroagem da Petrobras. Foi a fórmula encontrada pelo partido de sustentação do governo federal. Melhor punir os 8 envolvidos na Operação Lava Jato do que "queimar" o nome da presidente Dilma. Assim, a Dilma, vai sair como "vítima" da ladroagem da Petrobras, pensa o marqueteiro João Santana.


O povo, sobretudo os analfabetos funcionais, vão entrar na onda do marqueteiro João Santana, vai achar mesmo que a Dilma é vítima de uma "trama" dos agentes públicos e parlamentares de sustentação do governo. Nos próximos dias, inclusive na posse, verá a Dilma em lágrimas e vozes embargadas combatendo a corrupção como se ela não fizesse parte dela.


Prestem atenção. Vai rolar muitas lágrimas, de crocodilo, da Dilma nos próximos eventos.


SUELY CALDAS: O futuro de Cuba e do pré-sal


POR SUELY CALDAS EM O ESTADO DE S.PAULO 21/12

"O isolamento não funcionou", reconheceu o presidente Barack Obama referindo-se aos 53 anos de rompimento de relações com Cuba e ao embargo econômico imposto pelos Estados Unidos. Do outro lado, lá na ilha, faltou o presidente Raúl Castro também reconhecer que o fechamento político, a ausência de liberdades, a violação de direitos humanos, a recusa à democracia, o partido único e a proibição de eleições livres também não funcionaram. O embargo econômico e o isolamento puniram Cuba e sua população sem produzir o efeito de forçar a elite do Partido Comunista a fazer reformas políticas, permitir a liberdade partidária e convocar eleições livres. Mas o embargo não é o maior responsável pelo enorme e longo atraso econômico que há meio século castiga gerações de cubanos, mesmo agora, 25 anos depois da queda do Muro de Berlim.

Se até hoje Havana é uma cidade parada nos anos 1960, se a industrialização do país continua confinada na produção de açúcar, charutos e rum, se as divisas são escassas para dinamizar o comércio externo e Cuba depende da boa vontade de países amigos - do Brasil para construir um porto e da Venezuela para importar combustíveis -, a responsabilidade maior é de um regime econômico fechado, que proíbe ao capital privado investir na expansão da produção e restringe o ingresso de empresas estrangeiras no país. Até bem pouco tempo atrás, tudo em Cuba pertencia ao Estado e a recente abertura prometida pelos irmãos Castro ao capital privado é lentíssima e restrita a poucos e desimportantes micronegócios. O resultado é um país atrofiado, uma economia represada, encolhida e desnutrida e trabalhadores sem nenhum direito trabalhista garantido em lei.

Ao negociar o reatamento de relações diplomáticas, Barack Obama evitou fazer exigências que possam ser interpretadas como interferência em assuntos internos de Cuba, como aconteceu no mundo árabe, com enorme desgaste político para os Estados Unidos. Por isso o acordo não contemplou cobrar do governo cubano contrapartidas para restabelecer a democracia, as liberdades políticas e econômicas e o respeito aos direitos humanos. Mas Obama disse esperar que a venda de equipamentos americanos de telecomunicações para o governo cubano permita expandir a internet em Cuba, hoje um privilégio de minguados 5% de órgãos do governo e funcionários graduados.

Com maior acesso à internet, a população rompe o isolamento e passará a conhecer o que acontece no mundo fora da ilha. A internet foi o principal ingrediente que levou às revoltas populares em diversos países árabes no episódio que ficou conhecido como "Primavera Árabe". Será assim também com Cuba?

Com uma economia velha, ultrapassada, atrofiada e com raros investimentos, a suspensão do bloqueio econômico dos Estados Unidos é a grande esperança do governo cubano para dinamizar e desenvolver o país. Porém Obama já avisou que não depende dele, mas de um Congresso de maioria do Partido Republicano, hostil ao regime castrista e que já se manifestou pela manutenção das sanções a Cuba. A discussão se dará em 2015 e, para aprovar a suspensão, os republicanos vão impor demandas dos refugiados cubanos que habitam Miami, inclusive o direito de participarem e de influenciarem nos rumos políticos do país.

Dentro de Cuba os dissidentes se multiplicaram e, hoje, mesmo enfrentando repressão do governo, conseguem levar sua luta de oposição para parcelas crescentes da população. O debate político promete esquentar, pela primeira vez em meio século pode fugir ao controle dos irmãos Castro e o gesto de Obama de reatar relações pode dar um significado novo e promissor ao futuro da ilha.

O futuro do pré-sal. Em seu primeiro mandato, a presidente Dilma Rousseff errou muito na economia e, com uma nova equipe econômica, tenta agora corrigir os erros - se não todos, pelo menos os mais graves. Entre estes, porém, há um que ela não parece nem um pouco disposta a reconhecer e corrigir e que multiplicou de tamanho com a queda livre do preço do petróleo no mercado internacional. Trata-se das regras do sistema de partilha para explorar o petróleo do pré-sal, que fizeram desabar no colo da maltratada e cada vez mais pobre Petrobrás a responsabilidade de desembolsar, no mínimo, 30% de todo o dinheiro investido nos poços que vierem a ser explorados.

Definidas na gestão Lula, as regras foram arquitetadas por Dilma contra a posição do ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli, que argumentava ser insuportável tanta carga financeira sobre a Petrobrás. Além de investimentos bilionários, a Petrobrás é obrigada a arcar com outra responsabilidade igualmente insuportável: ser a única empresa a operar todos os poços. "Você pensa mais na Petrobrás do que no País?", questionou Dilma a Gabrielli na época, segundo relato do ex-diretor geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) Haroldo Lima.

Equívoco da presidente. As regras foram ruins para a Petrobrás e para o País. Para a estatal, porque ela é obrigada a entrar com dinheiro e capital humano que não possui. Para o País, porque confinar numa única empresa é passaporte certo para atrasar a extração do óleo, como já está ocorrendo. Ao contrário, se investimento e operação fossem divididos com outras empresas, a produção do pré-sal teria a vantagem de acelerar, dobrar, triplicar, gerando empregos e riqueza para o País.

O erro da presidente ficou agora ainda mais grave, diante da inédita crise da Petrobrás, que mistura corrupção, degeneração de imagem, perda de valor de mercado, rebaixamento de nota pelas agências de risco, endividamento explosivo e, evidentemente, falta de dinheiro para tocar investimentos.

Há mais: a queda do preço do barril de petróleo no mercado internacional, de um patamar de US$ 110,00 para US$ 60,00 em poucos meses, torna inviável hoje novos investimentos no pré-sal, onde o custo de produção é bem mais elevado, porque o óleo está situado em camadas ultraprofundas do mar.

Mesmo sem o sistema de partilha, um leilão de áreas do pré-sal atualmente correria o risco de fracassar (segundo o jornal Financial Times, no mundo há US$ 1 trilhão de novos projetos ameaçados). Seria diferente, se as regras fossem outras desde o início.

LOBÃO: “Artistas de peso irão pra rua”. A política deve iniciar o ano em alta temperatura e em janeiro a mobilização tende a aumentar.





Tudo indica que após o curto recesso de final de ano, a política brasileira deve iniciar o ano em ebulição. Dilma terá que anunciar seu novo ministério e um dos seus maiores temores é indicar nomes que venham a ser vinculados à questão petrolão, BNDS ou outras que certamente surgirão no desenrolar da vastidão de irregularidades apuradas pela polícia federal e ministério público federal.

O alta da temperatura da política deve favorecer a concentração em torno das manifestações anti-pt, que parece que reiniciarão com volume total no início do ano. A convocação para a última manifestação contou com a participação de vários membros da classe artística. Entre eles estavam Paulo Ricardo, Lobão, Danilo Gentili e o apresentador Otávio Mesquita. Parece que a organização aos poucos percebe que a presença de formadores de opinião faz mesmo diferença. No dia 16 de dezembro Lobão contou que saiu bastante animado de uma reunião com Roberto Melo, presidente da Associação Brasileira de Musica e Artes. O cantor acredita que a classe artística vai se deslocar em peso para engrossar o movimento anti-PT. “agora vamos levar os artistas… Artistas de peso irão pra rua, eu garanto isso…”, diz.

Membros do movimento, como Olavo de Carvalho, dizem que o governo está apavorado com o movimento, que já superou todas as expectativas. Se tivesse que acabar já teria acabado, dizem alguns. Agora não tem mais como não crescer, até que o PT seja extirpado do governo.

Olavo diz que a mobilização, encabeçada por Marcello Reis, Lobão e outros, é a primeira oposição realmente séria contra o PT. Que ocorre sem o financiamento de partidos empresários ou qualquer instituição poderosa.

“estão condenados, seja através de uma intervenção popular, seja através de uma crise geral, seja pela falta de dinheiro, eles vão cair… tem que bani-los da vida pública para sempre.”

Marcello Reis diz que procuradores e políticos alegam que precisam muito da mobilização popular para sustentar sua oposição, e que os manifestos são sempre sem violência e vandalismo. Reis também diz que o PT está com medo e que cada membro do movimento é uma parte importante, cada contribuição é uma “semente plantada”.

Em HangOut recente, Marcello Reis, revelou que já colhem assinaturas em um site hospedado fora do país para que, se necessário, recorram à cortes internacionais contra a corrupção generalizada que ocorre no país. Complementando a fala de Reis, Olavo de Carvalho disse que a maior prova da fraude é o fato de existir apuração secreta.

Na mesma reunião online Lobão se dirige aos militares e, diz que o fato de não pedir intervenção militar é uma forma de demonstrar respeito, porque acredita que quem deve realizar a mudança é o povo. Eles convida todo o povo brasileiro a sair para as ruas nesse ano de 2015.

Lobão reclama de que a imprensa não comenta nada sobre a total ausência de ilegalidade, violência e vandalismo nas manifestações da atual oposição.

Na folha ONLINE de hoje mais um artigo que comenta sobre a mobilização. Os articulistas do jornal dizem que há quatro grandes vertentes anti DILMA. Em linha contrária ao que diz o jornal, Marcello Reis diz que está aumentando a coesão entre os grupos.

Marcello avisa também que o grupo não pretende realizar manifestos em dias de semana, sobretudo para não atrapalhar o ir e vir dos cidadãos que precisam trabalhar e resolver seus problemas.

Muitos dizem que se Aécio resolver aderir ao movimento, assumindo uma posição de liderança, a mobilização pode crescer mais rápido ainda. Há gente de dentro do PSDB que defende o envolvimento direto da sigla nos atos. Mas dentro do próprio movimento ainda não há consenso sobre isso.

Naturalmente a política deve dar uma reduzida na velocidade nessas duas próximas semanas, Mas, estaremos vigilantes por aqui.

Robson A.D.Silva — http://observatoriodarede.com.br

DILMA SERA CASSADA POR USO DE PROPINAS NA CAMPANHA


Aécio mira Planalto: "financiamento espúrio" beneficiou PT

Ao pedir a cassação do mandato da presidenta Dilma Rousseff, alegando abuso de poder político e econômico, o PSDB vai alegar que a campanha presidencial petista recebeu dinheiro desviado de contratos da Petrobras, na forma de propina. 

Na peça acusatória, os oposicionistas devem se amparar em trechos de depoimentos, no âmbito da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, já tornados públicos – a que o ex-presidente Lula, em discurso feito hoje (quinta, 18), chamou de “vazamento seletivo de inquéritos” com interesses políticos. 

Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, os tucanos vão formalizar uma série de ações na Justiça Eleitoral e devem utilizar trechos dos depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, que cumpre prisão domiciliar depois de acordo de delação premiada, que pode reduzir sua condenação final. Ao lado do doleiro Alberto Youssef, preso desde 17 de março sob acusação de ser o operador financeiro da corrupção na estatal, Costa é um dos principais artífices dos desvios que abastecia, segundo as investigações, políticos, partidos, funcionários públicos e grandes empreiteiras.

Em um de seus depoimentos, Costa disse que até 3% dos valores superfaturados em contratos formalizados em seu setor eram repartidos entre PT, PMDB e PP. Segundo o ex-diretor, grandes empreiteiras, em sistema de cartel, dividiam licitações e, com o dinheiro recebido da Petrobras, pagavam propinas a políticos e demais agentes públicos e privados.

Na acusação que farão à Justiça Eleitoral, ainda segundo a Folha, os tucanos vão mencionar valores que teriam sido desviados para as campanhas de PT e PMDB, legenda cujo presidente nacional licenciado é o vice de Dilma, Michel Temer. “Como é cediço, os recursos arrecadados por partidos políticos são também destinados ao financiamento das campanhas eleitorais de que participam. Assim, o privilégio do financiamento espúrio não é só aquele oriundo da melhor inserção social dos partidos no tempo, mas também na própria campanha eleitoral”, argumentam os oposicionistas.

A ação do PSDB pretende tirar do posto não só Dilma, mas também Temer, para que então seja empossado o senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado em segundo turno. O partido alega também que houve uso abusivo de cadeia de rádio e TV, além do uso irregular de ONGs e sindicatos, para prejudicar Aécio e beneficiar a presidenta Dilma, que recebeu diplomação para o segundo mandato nesta quinta-feira (18), no Tribunal Superior Eleitoral.

O depoimento da ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca ao Ministério Público Federal produzirá consequências: Graça Foster deve ser chamada a depor no MP



Por Josias de Souza



Na noite da chegada do verão carioca, aberto oficialmente às 21h03 de um domingo abafadiço, com picos de 39,1 graus no Rio, Venina Velosa da Fonseca esquentou a pauta do Fantástico. Com os lábios no trombone há dez dias, a ex-gerente da Petrobras falou à repórter Glória Maria. Contou uma novidade: além dos alertas enviados por e-mail, conversou pessoalmente com Graça Foster, em 2008, sobre irregularidades que grassavam na estatal.

No mais, Venina repetiu o que o repórter Juliano Basile já havia noticiado no diárioValor Econômico. Com uma diferença: a letra fria do jornal foi substituída pela cara compungida da denunciante na tevê. Voz tranquila, pausas adequadas, português correto, raciocínio lógico, tudo em Venina parecia afastá-la do perfil de doidivanas contrariada que a Petrobras tenta traçar nas linhas e, sobretudo, nas entrelinhas de seus comunicados oficiais.

Num dos trechos mais inquietantes da entrevista, Venina repetiu de viva voz uma passagem que saíra no jornal. Ela foi à sala do seu superior hierárquico, o então diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, para reportar irregularidades que farejara em contratos da área de comunicação. Sugeriu a apuração dos desvios. Paulo Roberto, hoje delator e corrupto confesso, teve uma reação inusitada.

“… Ele ficou muito irritado comigo. A gente estava sentado na mesa da sala dele, ele apontou para o retrato do presidente Lula, apontou para a direção da sala do Gabrielli [então presidente da Petrobras] e perguntou: você quer derrubar todo mundo? Aí eu fiquei assustada e disse: olha, eu tenho duas filhas, eu tenho que colocar a cabeça na cama e dormir. No outro dia, eu tenho que olhar nos olhos delas e não sentir vergonha.”

Procurado, Lula não quis comentar as declarações de Venina. Natural. Paulo Roberto tornara-se diretor da Petrobras em 2004, sob Lula. Era da cota do PP, um dos partidos do conglomerado governista. Mas Lula, como sabem todos, não sabia de nada. A propósito, Lula veiculara mais cedo, também no domingo, um vídeo no qual declara que “o povo quer mais ética”. E aconselha Dilma Rousseff a “continuar a política de forte combate à corrupção.”

Lula nem precisava dizer. Também neste domingo, 11 jornais latino-americanos veicularam uma entrevista da presidente da República. Nela, Dilma declara que não há uma crise de corrupção no Brasil, informa quer não existem pessoas intocáveis no país e sustenta que a petroladroagem só toma de assalto as manchetes porque a Polícia Federal do seu governo é extraordinariamente implacável.

Considerando-se que Lula não sabia e que Dilma nada enxergara nem no tempo em que presidira o Conselho de Administração da Petrobras, resta concluir o seguinte: a exemplo do que sucedera na época do mensalão, a excentricidade da não-crise atual é a corrupção acéfala, a máfia sem capo.

Onde estão os chefes? Eis a pergunta que parte da plateia volta a se fazer, sem obter resposta. Enquanto Lula e Dilma reivindicam o papel de cegos atoleimados, Graça Foster, que também não viu coisa nenhuma, pede para ser vista como a mulher menos curiosa do planeta.

Graça alega que os e-mails que Venina lhe enviou eram confusos. A denunciante lamenta não ter sido procurada para desfazer a confusão. “Nós sempre tivemos muito acesso”, contou Venina. “Eu conhecia a Graça na época que ela era gerente de tecnologia, na área de gás, e eu era gerente do setor, na área de contratos. Éramos próximas. Então, ela teria toda a liberdade de falar: ‘Venina, o que está acontecendo’?”

Na Petrobras e no Planalto, insinua-se que Venina não é santa. Ainda que seja pecadora, interessa saber se o que ela diz procede. Por sorte, a denunciante já prestou depoimento de cinco horas ao Ministério Público Federal. Repassou documentos aos procuradores. Tudo de modo a reforçar a sensação de que a maior estatal do país tornou-se uma Chicago sem Al Capone.







O depoimento da ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca ao Ministério Público Federal produzirá consequências. Novos inquéritos serão abertos para apurar desvios na estatal. E a presidente da companhia, Graça Foster, deve ser convocada a prestar depoimento. Os procuradores que cuidam da Operação Lava Jato querem ouvir também José Carlos Cosenza, que sucedeu o delator Paulo Roberto Costa no comando da diretoria de Abastecimento.

Deve-se a informação aos repórteres Juliano Basile e André Guilherme Vieira. Sob proteção policial, Venina foi interrogada por quase cinco horas, em Curitiba, na última sexta-feira. Falou sobre as irregularidades que reportou aos seus superiores durante cinco anos. Inclusive a Graça e a Cosenza. Repassou aos procuradores seu computador e documentos que atestariam a veracidade de suas afirmações.

Parte do papelório refere-se à refinaria de Abreu e Lima, assentada em Pernambuco. Trata-se daquela obra que, superfaturada, saltou de US$ 4 bilhões para US$ 18 bilhões. Um dos documentos repassados à Procuradoria revelam que Venina elaborou, a pedido de Paulo Roberto Costa, um plano para acelerar a execução das obras. Coisa de 8 de março de 2007.

Venina argumentou que o pedido de Paulo Roberto resultaria numa elevação de US$ 328,7 milhões nos custos do empreendimento. Ela diz que o plano foi submetido à diretoria da Petrobras e, depois, ao Conselho de Administração da estatal, presidido à época pela então ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).

Ipojuca Pontes: Fidel Castro e o Petrolão







Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Ipojuca Pontes


O velho comunista Fidel Castro – reconhecido urbi et orbi como o Tirano do Caribe – está em todas e em tudo o que não presta. Por exemplo: no escandaloso processo da Operação Lava-Jato, que põe o País de quatro, descobriu-se nos papéis do doleiro Alberto Youssef uma planilha de custos na qual figuram cifras bilionárias alusivas à construção do Porto de Mariel e recursos para ampliação e reforma de aeroportos de Cuba. Ao lado das cifras bilionárias, em dólares e reais, a planilha do operador do Petrolão destaca o valor de uma presumível parcela destinada a propina: R$ 3,6 milhões.


Fidel Castro é um câncer maligno que contamina a América do Sul há mais de meio século. Sua obsessão permanente, segundo quadrilheiros mais íntimos, é ver o Brasil transformado numa Cuba gigantesca, a expandir pela América Latina o comunismo de feição marxista-leninista para afrontar, pela ação integrada da Unasul (conglomerado ultravermelho disposto a qualquer manobra totalitária), o que o velho tirano ainda hoje chama de “imperialismo ianque”.


Embora a mídia amestrada tomada pelas esquerdas tenha silenciado quanto às resoluções tramadas por Fidel para consolidar a curto prazo uma República Popular Soviética na AL, vejamos os fatos. Segundo o noticiário gotejante de sangue do Granma Internacional (“órgano oficial del Comitê Central del Partido Comunista de Cuba”), a vossa presidenta Dilma Rousseff, em recente reunião da Unasul realizada em Quito, Equador, na qualidade de servil porta-voz de Castro, enumerou e aprovou em assembléia cinco propostas prioritárias para imediata execução da cúpula comunistas, a saber:


1) Fim das fronteiras entre os países que compõem a Unasul;

2) Fim dos limites do espaço aéreo brasileiro para aviões (de guerra) dos países “aliados”;

3) Criação da Escola Sul-Americana de Defesa subordinada ao Serviço de inteligência cubano, a famigerada DGI;

4) Criação da Unidade Técnica de Coordenação (para programação das urnas eletrônicas, a exemplo do que foi feito no Brasil nas últimas eleições por empresas administradas por Cuba e Venezuela);

5) Criação de bolsas de estudos versadas em marxismo-leninismo para a catequização de jovens dos países da Unasul.


No plano interno, que circunscreve o espaço do território tupiniquim, o programa proposto por Castro e o seu Foro de São Paulo foi tornado público em meados de outubro em reunião da cúpula do corrupto PT, cujas principais resoluções, já em marcha, são as seguintes:


a) “Democratização da comunicação” com a articulação de uma Lei da Mídia Democrática (objetivando, na prática, impor a Lei da Mordaça e o maior controle da imprensa burguesa);

b) Rearticulação da Política Nacional de Participação Social para implantação da democracia direta e participativa (a partir da ação financiada da militância partidária, movimentos e redes sociais, sindicatos, intelectuais engajados, artistas, ongs e “forças progressistas” em geral para se estabelecer em definitivo a hegemonia do PT sobre o governo e a sociedade – ou seja, a ditadura vermelha);

c) Desmilitarização das polícias militares, com o objetivo de tornar inoperantes as forças de seguranças capazes de enfrentar o “punch” comunista;

d) Controle absoluto das estatais e instituições financeiras que administram a economia brasileira, entre os quais o Banco Central, o BNDES o Banco do Brasil;

e) Promoção da revolução cultural e o consequente fomento da luta de classes (com a ampliação ilimitada de recursos destinados às áreas controladas da educação, da cultura e do esporte para formação e manutenção de “quadros qualitativos” e o aprofundamento da propaganda ideológica vermelha).


Enquanto aperta o cerco no Brasil e América do Sul, em Cuba, Castro, além de prender e espancar adoidado, cultiva uma nova forma de repressão: ele (seus esbirros) sequestra as dissidentes Damas de Branco nas portas das igrejas, tomando suas roupas, bolsas e dinheiro. Em seguida, as leva para áreas desertas a centenas de quilômetros, tornando dolorosa e demorada a volta de cada uma delas aos tugúrios em que vegetam.


Pergunta-se: e os direitos humanos?



Ipojuca Pontes, ex-secretário nacional da Cultura, é cineasta, destacado documentarista do cinema nacional, jornalista, escritor, cronista e um dos grandes pensadores brasileiros de todos os tempos.

PT vai aumentar o aparelhamento do Estado e acabar com o pouco que resta de eficiência no Serviço Público



Para completar o aparelhamento do Estado, o stalinista Rui Falcão, presidente do Partido Totalitário, está fazendo um mapa dos cargos federais nos Estados. O objetivo é aboletar militantes nessas "boquinhas". Como os petistas, em geral, não conseguem ser aprovados em concursos públicos rigorosos (universidades à parte), o jeito é entrar pela janela. É o que eles têm feito nos últimos 12 anos - para desgraça do país, vítima dos incompetentes:


Conformado com a perda de espaço no ministério do segundo governo Dilma Rousseff, o PT prepara um avanço sobre os cargos de confiança do governo federal nos Estados e em grandes municípios como forma de reverter pelo menos em parte o prejuízo. A ideia é fazer uma espécie de “recall” dos cerca de 15 mil postos federais fora de Brasília identificando indicações "politicamente obsoletas" e ocupando os espaços. 


“Estamos fazendo um mapa dos cargos federais nos Estados para saber quem é quem, quem indicou, qual a avaliação que a gente tem disso, e fazer uma proposta (de nomes à presidente)”, disse o presidente nacional do PT, Rui Falcão.

A última vez que o partido mapeou os cargos federais espalhados pelo Brasil foi em 2003, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o Planalto. Na época, o encarregado do inventário foi o então secretário nacional de Organização do PT, Sílvio Pereira, que chegou a ter uma sala para trabalhar no Palácio do Planalto.

Dois anos depois, no auge do escândalo do mensalão, Silvinho, como é conhecido, pediu desfiliação do PT sob acusação de ter ganho um Land Rover de presente de uma empreiteira que tinha negócios com o governo federal. O ex-dirigente petista agia sob o comando do então ministro da Casa Civil José Dirceu, que cumpre prisão domiciliar pela condenação no mensalão. 

Desta vez, o PT optou por um caminho diferente. Em vez de fazer o levantamento a partir de Brasília, a Secretaria Nacional de Organização do partido foi incumbida de elaborar um mapeamento minucioso, Estado por Estado, com base em informações repassadas pelos diretórios regionais da sigla. 

Indicações ‘caducas’. O objetivo é identificar as vagas cujas indicações “caducaram” politicamente, seja porque os padrinhos perderam prestígio, seja em função do realinhamento de partidos que apoiaram o governo Lula e hoje fazem oposição à gestão Dilma Rousseff. 

“A ideia é melhorar a representatividade. Às vezes, tem gente lá que não representa mais as forças que compõem a base do governo”, disse o atual secretário nacional de Organização do PT, Florisvaldo Souza.

Segundo ele, existe ainda uma terceira categoria de ocupantes destes postos federais que são os técnicos de carreira alçados a postos de confiança automaticamente depois que os indicados políticos deixaram as vagas. Eles também estão na mira do PT.

“Tem lugares em que a pessoa indicada saiu e acabou ficando algum técnico de carreira, sem qualquer compromisso político”, disse o dirigente petista. 

Baixo clero. Segundo fontes do partido, os principais objetivos do levantamento são acomodar o chamado baixo clero petista e manter uma margem de manobra para negociar a composição da base de apoio ao segundo mandato de Dilma na Câmara.

Entre os alvos estão indicações feitas pelo PSB, hoje na oposição, que sobreviveram ao desembarque do partido do governo, em 2013, apadrinhados por ex-senadores e ex-governadores hoje aposentados - a exemplo de José Sarney (PMDB) - e até petistas que perderam o poder ou se envolveram em escândalos. 

Novo Congresso. Embora Dilma tente contemplar todos os partidos aliados na montagem do governo com cargos no primeiro e segundo escalões, o PT não tem segurança sobre como será o comportamento do Congresso com a pulverização de parlamentares nos 28 partidos, seis deles representados na Câmara pela primeira vez. Segundo petistas, o fenômeno só poderá ser compreendido depois do início da nova legislatura e os cargos de confiança nos Estados podem ser usados para negociações com parlamentares no varejo. 

De acordo com o Boletim Estatístico de Pessoal do Ministério do Planejamento, existem quase 23 mil cargos de confiança em todo o governo federal. Os salários vão de R$ 2,1 mil a R$ 12,9 mil. O ministério não soube informar quantos destes cargos estão fora da capital federal, mas o PT estima em dois terços desse contingente.

Cerca de 75% das vagas, no entanto, são reservadas a funcionários de carreira, sobrando pouco menos de 6 mil postos em todo o País para livre nomeação (mais informações no texto abaixo). Os números não levam em conta cargos em estatais e autarquias, que também estão na mira do PT. De acordo com o secretário de Organização, o partido ainda não tem um número fechado.

Apesar de reivindicar a prioridade para preencher estes postos, o PT toma cuidados para não pisar nos calos de aliados no Congresso e, principalmente, dos governadores - parte importante do modelo de governabilidade do segundo mandato. (Estadão).

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