A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

quinta-feira, abril 23, 2020

Fundação Agrisus completa 19 anos de apoio à pesquisa agronômica no país

Fundada pela família do engenheiro agrônomo Fernando Penteado Cardoso, hoje com 105 anos de idade, a Agrisus (www.agrisus.org.br) chega aos 19 anos em 24/04. Desde seu início, seu foco foi sempre educativo, sendo a única entidade privada de financiamento da pesquisa agronômica no país. Apoia ainda a realização de congressos, simpósios e dias de campo, bem como viagens de estudos e formação de bibliotecas.

A Agrisus foi constituída após Cardoso, fundador do Grupo Manah (fertilizantes e gado de corte) e seu diretor e presidente de 1947 a 2000, vender a empresa e destinar parte dos recursos para essa finalidade. Asim ela permanece até agora, privada e sem fins lucrativos. Hoje tem como presidnte Antonio Roque Dechen, sendo Ondino Cleante Batglia seu secretário executivo. Nesse período, foram submetidos para avaliação 2970 projetos, com aprovação de 1108. O investimento direto nos projetos mais os valores necessários para gestão dos recursos chegam a uma estimativa de 23 milhões de reais no período. A Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq), desxde o início, é responsável pela gestão administrativa e financeira dos projetos, sendo uma parceira estrutural da Agrisus, uma vez que o próprio Conselho Curador é responsável pelas duas fundações.

Até agora, já foram concluídos 321 projetos de pesquisa agronômica, incluindo bolsas de estudos para estudantes nas diversas universidades e instituições. Essas pesquisas tiveram grande impacto no aperfeiçoamento do sistema de plantio direto no país. Resultados expressivos foram obtidos com projetos de integração lavoura/pecuária, destacando-se projetos de longa duração no Rio Grande do Sul, onde se firmou a integração de soja e pastagens de avezém no inverno, especialmente na criação de ovelhas. Nos solos arenosos do Paraná, os progressos foram marcantes quando se integrou soja e braquiárias, permitindo o cultivo da soja e produção de 2000 litros de leite ou 300 kg de carne bovina no mesmo hectare durante o ano.

Nos últimos 14 anos já foram apoiados 393 eventos, envolvendo manejos para melhoria e conservação da fertilidade dos solos brasileiros. O treinamento coletivo de agricultores e de pessoal técnico envolvido no desenvolvimen to da agricultura conservacionista tem sido uma atividade muito valorizada desde o início dos trabalhos. Alguns eventos de destaque são os congressos e reuniões promovidos pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, os Encontros Nacionais de Plantio Direto promovidos pela Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação (FEBRAPDP) e uma grande quantidade de outros encontros de abrangência nacional ou regional, sempre envolvendo manejos conservacionistas para melhoria e conservação da fertilidade dos solos brasileiros.

Embrapa promove lives com pesquisadores



A Embrapa Agroindústria Tropical (Fortaleza-CE) está promovendo desde o início deste mês lives semanais em seu perfil no Instagram (http://www.instagram.com/embrapaagroindustriatropical) sobre temas relacionados à pesquisa agropecuária. As conversas virtuais com os pesquisadores ocorrem sempre às quintas. O tema desta semana são as tecnologias de processamento da água de coco. Vamos conhecer mais sobre o tema com o engenheiro de alimentos Fernando Abreu nesta quinta-feira, dia 23 de abril, a partir das 15 horas.  
Saborosa e nutritiva, a água de coco deixou de ser uma bebida consumida apenas in natura e passou a se fazer presente em gôndolas de supermercado de todo o país sob as mais diversas formas. Para que isso fosse possível, as tecnologias da Embrapa tiveram um papel muito relevante. A live abordará os principais problemas e possíveis soluções enfrentados principalmente por pequenos e médios processadores, bem como os grandes empreendimentos industriais que lidam com a transformação em escala comercial desse produto.

Serviço - Lives Embrapa Agroindústria Tropical

23/04, às 15h - Tecnologias de Processamento da Água de Coco
30/04, às 15h - Hambúrguer Vegetal de Fibra de Caju
07/05, às 15h - Inovação na Agroindústria Tropical

--
Ricardo Moura, Assessor de Comunicação
Núcleo de Comunicação Organizacional – NCO
Embrapa Agroindústria Tropical
Fortaleza/CE

ricardo.moura@embrapa.br
Telefone: (85) 3391.7117 I Skype: ricardoxmoura I Twitter: @ricardoxmoura
www.embrapa.br/agroindustria-tropical Twitter: @embrapacnpat
Confira também: www.facebook.com/embrapaagroindustriatropical


quarta-feira, março 11, 2020

Embrapa: Tecnofam 2020 Tecnologias e Conhecimentos para Agricultura Familiar_Programação







O Censo Agropecuário do IBGE, demonstrou que 61% das propriedades rurais economicamente ativas no Mato Grosso do Sul, ou seja, 43.223 propriedades rurais pertencem a agricultura familiar. O estado conta com um total de 71.164 mil propriedades entre grandes e pequenos produtores.
Diante da relevância da agricultura familiar para o cenário agropecuário estadual, a Embrapa, em parceria com o governo de Mato Grosso do Sul, através da Semagro e Agraer, realiza a 4ª edição da Tecnofam – Tecnologias e Conhecimento para a Agricultura Familiar. O evento acontece de 7 a 9 de abril, na Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados.
O secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) de Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, destaca que essa parceria com a Embrapa Agropecuária Oeste, em favor da realização da Tecnofam já acontece há alguns anos. 
“O que é o Showtec para a soja e o milho, é a Tecnofam, para os agricultores familiares. Esse evento possibilita acesso à tecnologia, ao crédito e ao conhecimento, em favor de aumento de produtividade e aumento de renda do agricultor familiar”, acrescentou o secretário.
O chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Unidade, Auro Akio Otsubo, participou de reunião em Campo Grande, na sexta-feira, 31 de janeiro, com a equipe do governo do estado para conversar sobre a organização do evento e definir as estratégias finais que vão garantir o sucesso do mesmo.
“Foi uma reunião importante e ficamos satisfeitos com a parceria do governo do estado em mais uma edição do evento. Além disso, em breve teremos o lançamento do evento em Campo Grande, com a presença de autoridades e liderança do setor”, destaca Otsubo.
Ele explica ainda que “a Tecnofam oportuniza aos participantes o contato com soluções tecnológicas, com enfoque na sustentabilidade da produção agropecuária, possibilitando aumento da eficiência produtiva, gerencial e financeira de sua propriedade”.
Expositores – Ainda estão disponíveis alguns estandes para empresas privadas, que oferecem produtos, serviços, tecnologias e/ou sistemas voltados para a agricultura familiar. Os interessados podem entrar em contato, enviando e-mail para: cpao.chtt@embrapa.br
Serviço:
Tecnofam – Data: 7 a 9 de abril de 2020 – Das 7h30 às 16h30
Local: Embrapa Agropecuária Oeste – Rodovia BR 163, Km 253,6/ Dourados (MS)
Christiane Congro Comas (Mtb-SC 00825/9 JP)
Embrapa Agropecuária Oeste

Contatos para a imprensa
Telefone: (67) 3416-6884
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)






Abics: coronavírus ainda não impacta exportações de café solúvel


Abics: coronavírus ainda não impacta exportações de café solúvel

Embarques atuais se referem a vendas realizadas há pelo menos seis meses, não implicando surpresas negativas no curto prazo

As exportações de café solúvel do Brasil atingiram 606.061 sacas de 60 kg no primeiro bimestre de 2020, apresentando crescimento de 9,17% na comparação com as 555.149 sacas remetidas ao exterior em mesmo intervalo do ano passado. Os dados fazem parte do levantamento mensal da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics).

No acumulado de janeiro e fevereiro, a receita cambial com os embarques avançou 4,90% em relação ao primeiro bimestre de 2019, saltando de US$ 82,542 milhões para os atuais US$ 86,589 milhões.



"A evolução das exportações de café solúvel segue firme em 2020, com os crescimentos em volume e receita ainda não sinalizando qualquer impacto das implicações econômicas mundiais provocadas pelo coronavírus", destaca o diretor de Relações Institucionais da Abics, Aguinaldo Lima.

De acordo com ele, os embarques atuais se referem a vendas realizadas há pelo menos seis meses, "não implicando, portanto, surpresas negativas nas exportações de curto prazo".

DESTINOS
Os principais clientes do café solúvel brasileiro no primeiro bimestre de 2020 foram os Estados Unidos, com a importação de 119.760 sacas (+29,1%) e investimentos de US$ 16,4 milhões. Fechando o 'top 5' vêm: Rússia, com 69.031 sacas e US$ 10,5 mi; Japão, com 45.961 sacas e US$ 8,2 mi; Indonésia, com 34.001 sacas e US$ 3,987 mi; e Ucrânia, com 27.459 sacas e US$ 4,226 milhões.

O diretor de Relações Institucionais da Abics chama a atenção para o fato de grandes países produtores de café em grão e industrializado figurarem entre os principais destinos do produto nacional. "A Indonésia e o México, 12º no ranking do primeiro bimestre, destacam-se como grandes clientes do café solúvel brasileiro", aponta.

TIPO DE PRODUTO
Do volume total de café solúvel exportado pelo Brasil em janeiro e fevereiro, 72,6% (439.969 sacas) se referem a 'spray dried', 21,7% (131.527 sacas) a 'freeze dried', 3% (18.398 sacas) a 'coffee preparation' e 2,7% a extratos (16.167 sacas). Confira o desempenho das exportações de café solúvel e dos demais segmentos da cadeia no site da Abics: http://bit.ly/2wJPUgX.

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quinta-feira, fevereiro 20, 2020

BSCA mobiliza membros e parceiros para reerguer cidades afetadas por enchentes


BSCA mobiliza membros e parceiros para reerguer cidades afetadas por enchentes

Parceria com a Fundação Banco do Brasil arrecadará recursos no país e no exterior para municípios de MG e ES em estado de emergência e calamidade pública


A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) adota uma iniciativa solidária e apoiará a Fundação Banco do Brasil a auxiliar quem sempre contribuiu para a imagem dos cafés sustentáveis e especiais do país. Por meio dessa parceria, a entidade lançará uma campanha de arrecadação de recursos no Brasil e no exterior para os moradores de cidades cafeeiras, de Minas Gerais e Espírito Santo, que se encontram em estado de emergência ou calamidade pública devido às recentes enchentes.

"Vamos conduzir essa pioneira e grandiosa ação, em parceria com uma instituição de credibilidade, como a Fundação Banco do Brasil, para contribuir com moradores das regiões produtoras de Minas e Espírito Santo, que muito têm valorizado o cultivo de grãos de excelência, ajudando a fazer a imagem do Brasil como o principal produtor de café sustentável do mundo", destaca a diretora da Associação, Vanusia Nogueira.

O segmento de cafés especiais, segundo ela, é diferenciado por focar no suporte e apoio de todos os seus envolvidos. "É um nicho competitivo, claro, mas que foca sua competitividade no mais alto nível, sempre buscando os melhores cenários a seus atores, sejam produtores, industriais, exportadores, importadores, baristas ou consumidores. E é nesse contexto cooperativo que a BSCA encabeça essa ação solidária para que possamos retribuir o que produtores, moradores e municípios dessas regiões sempre nos propiciam", completa.

Por meio de seu apoio à Fundação Banco do Brasil, a entidade captará recursos interna e externamente para reerguer regiões altamente produtoras de café. "Fizemos contato e recebemos feedback positivo de diversos membros internacionais, clientes desses associados, parceiros e contatos de fora e do Brasil, que se prontificaram a ajudar. Faremos uma ação humanitária, conjunta e memorável para que nossos produtores e suas cidades se reestabeleçam o quanto antes", conclui Vanusia.

COMO DOAR?
A Fundação Banco do Brasil e a BSCA unem forças para arrecadar doações aos municípios atingidos pelas enchentes. As doações serão realizadas por parceiros, membros, clientes de associados, contatos da BSCA no Brasil e no exterior. A contribuição também poderá ser feita por atores que não estejam envolvidos diretamente com os cafés especiais.

Você pode doar qualquer quantia por meio do site https://enchentes.fbb.org.br/ (cartão de débito e crédito) ou transferência para as contas:

MINAS GERAIS
Ag. 1607-1
Conta: 80.000-7
IBAN : BR9800000000016070000800007C1
CNPJ FBB: 01.641.000/0001-33
..................................
ESPÍRITO SANTO
Ag. 1607-1
Conta: 70.000-2
IBAN : BR3000000000016070000700002C1
CNPJ FBB: 01.641.000/0001-33

COMO SÃO UTILIZADOS OS RECURSOS?
Os recursos das doações voluntárias são destinados às entidades sem fins lucrativos, dos municípios em estado de emergência ou calamidade pública, para atendimento de necessidades urgentes das comunidades atingidas.

Todo recurso doado pela Fundação Banco do Brasil tem acompanhamento das agências do Banco do Brasil e participação dos funcionários voluntários.

Para a efetivação de cada doação, é necessária apresentação do plano de trabalho pela entidade recebedora, contemplando ações, valores previstos e expectativa de pessoas atendidas.

Após o recebimento da doação e da implementação do plano de trabalho, a entidade realiza a prestação de contas por meio de notas fiscais e comprovantes da efetiva aplicação dos recursos.

Os valores doados serão integralmente aplicados. Adicionalmente, a Fundação Banco do Brasil realizará investimento social, com recursos próprios, em ações ou projetos nas comunidades atingidas.

Os recursos serão depositados nas contas da Fundação Banco do Brasil, que ficará responsável pelo repasse a cada cidade que tenha decretado estado de emergência e/ou calamidade pública.

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sexta-feira, fevereiro 07, 2020

BSCA promove nanolotes de cafés especiais a compradores internacionais


BSCA promove nanolotes de cafés especiais a compradores internacionais

"Micro-Region Showcase – Ilicínea" trouxe 19 jovens e expoentes torrefadores internacionais para conhecer o sistema produtivo e estreitar laços com os produtores


O cenário dos cafés especiais segue em constante evolução no Brasil, com novas fronteiras sendo abertas e grãos com excelência surgindo nas mais diversas origens produtoras. Para potencializar o nicho de mercado e promover esses produtos, a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), realizou, entre 20 e 24 de janeiro, o "BSCA Micro-Region Showcase – Ilicínea", programa que tem o objetivo de valorizar nanolotes de cafés especiais de colheita tardia e agregar valor para a cadeia produtiva ao aproximar produtores de compradores internacionais.

Com suporte da associada Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas (Cocatrel), entidade que foi anfitriã do evento, 19 jovens e expoentes torrefadores internacionais, vindos de Estados Unidos, França, China, Suécia, Taiwan, Sérvia, Canadá, Rússia, Japão e Austrália, muitos dos quais não conheciam a realidade cafeeira e não compravam do Brasil, visitaram propriedades no Sul de Minas Gerais e estiveram em contato direto com 20 produtores, que tiveram suas amostras selecionadas nas etapas anteriores do programa e foram compradas em leilão presencial.

Segundo Elliot John Reinecke, da torrefadora Steady Staet dos EUA, foi "maravilhoso" provar e poder comprar tantos bons cafés brasileiros. "Conhecer o produtor fez o evento muito especial. Agora estamos estabelecendo vários relacionamentos com cafeicultores do Brasil e continuaremos comprando nos próximos anos", revela.

Essa opinião também é compartilhada por Braydon Douglas Booher, da empresa norte-americana Deeper Roots. "Foi legal ver como as fazendas chamaram a atenção de todos os torrefadores. O leilão foi muito tranquilo e foi excelente conhecer os produtores. Descobrimos muitos personagens", conta.

O empresário sueco Cenk Öner Kulbay, da Stockholm Roast, celebrou sua vinda e o fato de conhecer o cultivo de cafés em altitude elevada no Brasil. "Foi interessante ver fazendas de grande altitude, conhecer pequenas e grandes propriedades nesta minha primeira vez na região. Os processos técnicos e os cafés são muito interessantes e gostei do sistema de leilão", declara.

Conforme a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, trazer jovens e notáveis torrefadores para conhecer o sistema produtivo cafeeiro no Brasil contribui para o crescimento dos cafés especiais nacionais, alavancando o mercado através de novos players e auxiliando a própria evolução desses jovens empreendedores em suas localidades.

Os compradores conheceram, em campo, a realidade da produção na região de Ilicínea, no Sul de Minas Gerais, e ficaram encantados com a excelência no processo produtivo. Ao provarem cafés especiais de diversas origens do Brasil, adquiriram 20 nanolotes de "cafés butique", de colheita tardia, por valores que chegaram a US$ 30 por libra-peso, o que equivale a mais de R$ 16.500 por uma saca de 60 kg.

"Atingimos nossa meta de vender uma história, uma região, um produto e os produtores. Nossos cafeicultores entregaram cafés excepcionais e foram estimulados pelos compradores a continuarem nesse caminho de excelência. O projeto abriu novas portas, estreitou relacionamentos e possibilitou a venda desses 'cafés butique' para que esses torrefadores testem seus mercados com grãos brasileiros de finíssima qualidade", destaca.

Entre as atividades do programa também constou o simpósio "Micro-Region Showcase", que contou com palestras de Bruno Ribeiro, sobre "Práticas de pós-colheita"; Lucas Lousada, ministrando sobre "Estudos de fermentação na pós-colheita"; e Guy Carvalho, que falou a respeito de "Competitividade e sustentabilidade na produção de cafés especiais".

BRAZIL. THE COFFEE NATION
O "BSCA Micro-Region Showcase – Ilicínea" integra as ações do projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation", desenvolvido pela BSCA e pela Apex-Brasil com foco na promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no país. O projeto visa, ainda, a expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros.

Iniciado em 2008, a vigência do atual projeto se dá até maio de 2020, tendo como mercados-alvo: (i) Alemanha, Austrália, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido, Rússia, Taiwan (Formosa) e Turquia para os cafés crus especiais; e (ii) Argentina, China e Estados Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem. As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através dos telefones (35) 3212-4705 / (35) 3212-6302 ou do e-mail exec@bsca.com.br.

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quarta-feira, novembro 27, 2019

Leilão dos melhores cafés especiais do Brasil movimenta mais de R$ 1 milhão


Leilão dos melhores cafés especiais do Brasil movimenta mais de R$ 1 milhão

Preço médio de R$ 6.618 por saca do Cup of Excellence é recorde. Maior lance foi de R$ 33,7 mil por saca e o arremate total do leilão foi de R$ 1,1 mi


Celebrar, esta é a palavra que melhor define a edição de 20 anos do Cup of Excellence (CoE), realizada em 2019 no Brasil. Em uma safra impactada por adversidades climáticas e baixos preços ao longo dos últimos anos, o país manteve sua tradição e revelou cafés especiais que receberam notas elevadíssimas dos principais compradores mundiais e que foram arrematados por mais de R$ 1 milhão em leilão.

Realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE), o principal concurso de qualidade para café do mundo, o CoE - Brazil 2019, registrou seu novo recorde em reais para o preço médio do leilão dos vencedores. O valor de *R$ 6.617,92 (US$ 11,8 por libra-peso) por saca de 60 kg é o maior da história em moeda brasileira. O pregão teve seus lotes vencedores leiloados na terça-feira, 26 de novembro, e os 27 lotes foram arrematados por *R$ 1.101.799,67 (US$ 259.870,67).

O maior lance foi de *R$ 33.706,53 (US$ 60,1 por libra-peso) por saca, pago pela empresa japonesa Maruyama Coffee Co. à primeira parte do lote campeão, produzido por André Luis Águila Ribeiro, na Fazenda Pai e Filho, em Ibiraci (MG). A segunda parte desse lote foi arrematada por *R$ 28.490,71 (US$ 6.719,82) por saca, pela também japonesa Takamura Coffee Roasters. Na soma, o campeão do concurso foi arrematado por um total de R$ 186,6 mil.

"Não havia como ter uma expectativa maior sobre a produção de um lote. Avaliei com 100 pontos, é um supercampeão (...) Esse café, especificamente, foi algo tão multidimensional que, cada vez que nós o provávamos, ele revelava novos sabores, além de limpeza, doçura, raridade e complexidade. Na minha vida, pontuei apenas três cafés com 100 pontos e esse foi um deles", comentou a respeito do vencedor, na cerimônia de premiação do CoE - Brazil 2019, o jurado internacional Silvio Leite.

O terceiro e o quarto maiores lances foram registrados para o café produzido por Leonardo Montesanto Tavares, na Fazenda Primavera, em Angelândia (MG). A primeira fração desse lote teve cada uma das sacas arrematada por *R$ 17.105,64 (US$ 4.034,54) pela empresa Saza Coffee, e a segunda a *R$ 14.077,10 (US$ 3.320,23) por saca pela empresa Times Club, ambas também do Japão. A apuração completa do leilão pode ser acessada clicando aqui.

Para a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, a qualidade dos grãos vencedores e o resultado do leilão evidenciam que, mesmo diante de dificuldades, os produtores brasileiros permanecem investindo nos cafés especiais. "Em um ano complicado como este, encontramos frutos bem complexos e com qualidade elevadíssima. É um orgulho observarmos que nossos cafeicultores entenderam que o nicho de especiais é um caminho importantíssimo para a produção sustentável e à agregação de valor. É através dessa gente que o café brasileiro acompanha as tendências mundiais do consumo e por causa delas que o Brasil é o principal fornecedor global de café em quantidade e qualidade", destaca.

Ela comenta que, além de descobrir os melhores cafés especiais brasileiros, o CoE tem o papel de unir os produtores do país com todo o mundo do café. "Essa conexão dos principais compradores internacionais com nossos cafeicultores estimula o avanço deles, que otimizam seus sistemas de produção para entregar os melhores cafés. O bacana é que esse processo não diferencia ninguém, como o exemplo do nosso campeão André, que vem da agricultura familiar, trabalha com a família e a esposa em dois sítios, cuidam dos sítios, é corretor de café e também foi campeão brasileiro de Cup Tasters", conclui.

COMPARATIVO
A título de comparação, os desempenhos alcançados no leilão dos vencedores do CoE -Brazil 2019 são substancialmente superiores aos preços praticados na Bolsa de Nova York, principal referência para comércio de café no mundo. O lance pago pelo campeão (US$ 60,1 por libra-peso), por exemplo, é 5.143% superior ao valor de US$ 1,1685 por libra-peso do vencimento março/20 do contrato "C" (fechamento de 26 de novembro), o mais negociado na plataforma nova-iorquina. Já o preço médio do leilão, que ficou em US$ 11,8 por libra-peso, é 1.010% maior que a referência da bolsa norte-americana.

* Dólar a R$ 4,2398, conforme fechamento de 26/11/2019.

BRAZIL. THE COFFEE NATION
O Cup of Excellence – Brazil 2019 é uma das ações do projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation", desenvolvido pela BSCA e pela Apex-Brasil com foco na promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no país. O projeto visa, ainda, a expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros.

Iniciado em 2008, a vigência do atual projeto se dá até maio de 2020, tendo como mercados-alvo: (i) Alemanha, Austrália, Canadá, China, Coréia do Sul, Estados Unidos, Itália, Japão, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido, Rússia, Taiwan (Formosa) e Turquia para os cafés crus especiais; e (ii) Argentina, China e Estados Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem. As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através dos telefones (35) 3212-4705 / (35) 3212-6302 ou do e-mail exec@bsca.com.br.

SOBRE A APEX-BRASIL
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos atua para promover os produtos e serviços nacionais no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira.

Para alcançar os objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.

A Agência atua, ainda, de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) ao país com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas nacionais e do Brasil.

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