A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online
Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

terça-feira, maio 22, 2018

Fwd: BSCA realiza curso de Processamento de Café CQI no Brasil


BSCA realiza curso de Processamento de Café CQI no Brasil

Certificado confere a profissionais formados reconhecimento mundial sobre as noções dos métodos e tecnologias de processamento pós-colheita


Aprofundar conhecimentos sobre os principais métodos e tecnologias de processamento pós-colheita, agregando boas práticas dentro da cadeia de ações que envolvem a busca da qualidade do café ao final dos processos. Esse é o objetivo da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e do Coffee Quality Institute (CQI) ao firmarem parceria para a realização, no País, dos cursos de Processamento de Café "Q-Processing" em 2018.

São três cursos confirmados para este ano, havendo a possibilidade da realização de outras turmas, conforme o interesse dos participantes. O treinamento tem duração de seis dias e será ministrado por Joel Shuler, da Casa Brasil, nas origens produtoras da Denominação de Origem do Cerrado Mineiro, na região Sul de Minas e na Indicação de Procedência da Alta Mogiana de São Paulo.

Os cursos serão realizados em propriedades cafeeiras e abrangem os benefícios da produção pelas vias úmida (cereja descascado, lavado e/ou despolpado) e seca (natural), com aulas teóricas e práticas em campo e posteriores degustações sensoriais em laboratórios de qualidade e aplicação de testes para a obtenção do certificado de Processamento de Café CQI, reconhecida internacionalmente.

Também serão debatidos tópicos considerados essenciais no processo de pós-colheita, como anatomia do fruto do café e suas formas de classificação; impacto da forma de processamento na xícara; cupping comparativo dos principais métodos e dos protocolos de fermentação; fermentação dos cafés lavados, desmucilados e naturais; processo de secagem; comparativo de secagem natural e secagem mecânica; questões de sustentabilidade, como aquecimento global e poluição da água, entre outros.

De acordo com a BSCA, o curso de "Q-Processing" integra um programa educacional mundial do CQI e os profissionais aprovados na avaliação final receberão o certificado que, brevemente, acredita-se que tenha a mesma visibilidade e a importância que atualmente caracteriza o Certificado Q e os próprios Q-Graders.

SERVIÇO
Cursos de Processamento de Café "Q-Processing" CQI
Data: 13 a 18 de junho, na Fazenda São José, em Patrocínio (Cerrado Mineiro)
Data: 26 de junho a 1º de julho, na Fazenda Santa Cruz, em Paraguaçu (Sul de Minas)
Data: 02 a 07 de julho, na Fazenda O'Coffee, em Pedregulho (Alta Mogiana)
Mais informações e inscrições: http://.bsca.com.br/qprocessing

Mais informações para a imprensa
BSCA – Assessoria de Comunicação
Paulo André C. Kawasaki
(61) 98114-6632 / ascom@bsca.com.br
BSCA - Brazil Specialty Coffee Association
Telefones: (35) 3212-4705 / 3212-6302
E-mail: ascom@bsca.com.br


CNC - Balanço Semanal de 14 a 18/05/2018


BALANÇO SEMANAL — 14 a 18/05/2018

CNC coordena seminário para aprimoramento interno e alinhamento internacional das estatísticas do café

 
ESTATÍSTICAS — Na sexta-feira passada, 11 de maio, o CNC realizou o Seminário "Estatísticas Brasileiras de Café – Aprimoramento Doméstico e Alinhamento Internacional", no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em Brasília (DF). O evento contou com a participação de todos os representantes da cadeia produtiva, do Governo Federal, de renomadas instituições de ensino e pesquisa, representantes do agro com passagem relevante pela cafeicultura e do diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC), José Sette.

O presidente executivo do CNC, deputado Silas Brasileiro, anota que a realização do Seminário é consequência do trabalho de longa data do Conselho Nacional do Café de acompanhamento e participação nas ações de política cafeeira mundial, no âmbito da Organização Internacional do Café (OIC), principalmente em relação ao aumento da credibilidade das estatísticas do setor cafeeiro.

Desde setembro de 2016, em decorrência das discussões ocorridas na 117ª Sessão do Conselho Internacional do Café, a OIC está realizando um profundo exame nos dados estatísticos que publica. No boletim trimestral estatístico de janeiro de 2017, os volumes produzidos pelos países exportadores foram revisados, inclusive retroativamente. Desde essa data, a Organização deixou de publicar os números oficiais de safra fornecidos pelo governo do Brasil, estimados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), mas também não divulgou claramente a metodologia empregada para chegar aos novos números de safra e estoques brasileiros e dos outros países produtores.

Frente a esse cenário, o objetivo do CNC ao organizar o Seminário foi de promover um debate sobre as metodologias adotadas no Brasil para estimar dados de produção, estoques e consumo de café, que entendemos ser o primeiro passo no sentido de alcançar alinhamento entre as estatísticas domésticas e internacionais.

Após as explanações, avaliamos que um dos principais encaminhamentos do evento foi o engajamento do setor privado no sentido de apoiar o Governo Federal a aprimorar as estatísticas geradas, sendo evidenciado o interesse de criação de um fórum permanente, no âmbito do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC), para promover o ajuste no quadro de oferta e demanda do Brasil, com foco inicial na melhoria, principalmente, dos dados de estoques.

No que se refere ao volume armazenado, o CNC sugeriu a apresentação de um Projeto de Lei para tornar obrigatória a informação ao Governo dos estoques carregados por todos os segmentos da cadeia do agronegócio café.

Também houve comprometimento dos representantes dos diferentes segmentos da cadeia produtiva em apoiar a divulgação, junto às suas respectivas bases, da metodologia adotada pela Conab para estimar as safras cafeeiras, cuja acurácia surpreendeu os presentes nos quesitos uso de sensoriamento remoto e tecnologias de geoprocessamento e tratamentos estatísticos.

Como presidente executivo do CNC, entendemos e manifestamos que a parceria público-privada é fundamental para garantir a atualização permanente das tecnologias e o mapeamento que embasam as previsões de safra de café realizadas pela Conab.

Após as apresentações e debates realizados, as principais conclusões tomadas foram:
  1. Promover internalização da metodologia aplicada pela Conab nos levantamentos de safra nas regiões produtoras e entre os associados das entidades de representação nacional dos diferentes segmentos da cadeia produtiva e divulgar essa metodologia internacionalmente, pois o Brasil está muito avançado em relação a outros países produtores de café. Essa é uma forma de ampliar a credibilidade dos números gerados pela estatal, visto que há amplo desconhecimento sobre a forma como são executados os levantamentos de safra de café;
  2. Estimular a parceria entre o setor privado e a Conab para que haja agilidade na atualização e na incorporação de novas tecnologias nos levantamentos de safra. Em relação ao aprimoramento do volume armazenado pelo setor privado, representantes da cadeia se comprometeram a efetivar esforço conjunto para o levantamento dos estoques e vendas de associados no mercado interno, propondo, futuramente, a assinatura de um termo de cooperação com a Conab;
  3. Avaliar a possibilidade de contratação de auditoria independente para validar os resultados dos levantamentos da safra e do consumo brasileiros de café;
  4. Estimular parcerias com universidades para o desenvolvimento de um modelo estatístico padrão de amostragem das propriedades dentro dos municípios e de modelo 'agrometeorológico spectral' para estimativa de produtividade;
  5. Fortalecimento do papel da Conab como entidade responsável por efetuar o fechamento/balanço, por ano safra ou ano civil, do fluxo de oferta e demanda dos cafés brasileiros, para validação nacional e internacional dessa importante informação estratégica;
  6. Criação de um ambiente permanente de diálogo entre os setores público e privado, no âmbito do CDPC, visando ao aprimoramento das estatísticas brasileiras de café.
  7.  Proposta de auditoria internacional nas estatísticas de safra, estoques e consumo do Brasil, com o objetivo de "marketing mundial", a qual, diante do cenário de inconsistências dos quadros de oferta e demanda, pode ser um dos mecanismos de recuperação de credibilidade.
Por fim, esperamos que este seja um primeiro passo em direção a um trabalho coordenado entre a cadeia produtiva e o Governo Federal para, juntos, alcançarmos a tão sonhada credibilidade de nosso sistema de estatísticas cafeeiras.

MERCADO — Os contratos futuros do café registraram perdas moderadas nesta semana no mercado internacional, à medida que as cotações registraram recuperação, na quarta e na quinta-feira, em função de ajustes técnicos.

Na ICE Futures US, o vencimento julho do contrato "C" recuou 150 pontos, encerrando a sessão de ontem a US$ 1,1790 por libra-peso. Já o vencimento julho do café robusta, negociado na ICE Futures Europe, fechou a quinta-feira a US$ 1.750 por tonelada, apresentando declínio de US$ 8 ante a semana anterior.

O dólar comercial teve mais uma semana de avanço frente ao real, sendo impulsionado, em parte, pela saída de investidores estrangeiros da bolsa brasileira. Os ganhos da moeda norte-americana permaneceram também após o mercado "digerir" a surpresa da manutenção da Selic em 6,5%. A divisa fechou ontem a R$ 3,7012, avançando 2,8% na semana.

De acordo com a Somar Meteorologia, o clima nas regiões produtoras de café do Brasil muda neste fim de semana, com a passagem de uma frente fria trazendo chuva ao cinturão, que variará entre 15 milímetros e 30 milímetros. Há, ainda, previsão de ventos fortes e possibilidade de queda de granizo em municípios situados acima de 1.000 metros.

Posteriormente, uma massa de ar frio, cujo centro sobre o oeste de Santa Catarina terá intensidade de 1.021 milibares, provocará queda da temperatura. "Não há potencial para geadas, já que a mínima alcançará valores em torno de 5 graus no sul de Minas Gerais na segunda-feira", prevê a Somar.

Na quinta-feira, 17 de maio, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou seu segundo levantamento para a safra 2018 de café no Brasil, estimando a colheita em 58 milhões de sacas de 60 kg. Esse volume ficou superior à projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que, em 10 de maio, previu a safra nacional em 55,3 milhões de sacas.

As cotações do arábica e do robusta subiram no mercado físico, impulsionadas pela elevação do dólar e acompanhando a recuperação de quarta e quinta-feira nos mercados futuros internacionais. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), vendedores estiveram mais ativos e alguns negócios foram fechados com o conilon. Os indicadores calculados pela instituição para as duas variedades ficaram em R$ 444,31/saca (arábica) e a R$ 326,88/saca (robusta), com ganhos de 0,8% e 1,8%, respectivamente.



Atenciosamente,
Deputado Silas Brasileiro
Presidente Executivo
CNC - Sede Brasília (DF)
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sexta-feira, maio 11, 2018

CNC - Balanço Semanal de 07 a 11/05/2018


BALANÇO SEMANAL — 07 a 11/05/2018

CNC solicita celeridade na liberação de recursos do Funcafé em 2018 e prorrogação para contratação de Custeio do orçamento de 2017

FUNCAFÉ 2018 — Diante do início da colheita de café no Brasil em algumas origens produtoras, o CNC encaminhou ofício ao ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, solicitando agilidade na liberação dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para a safra 2018.

Apontamos ao ministro que, para evitar qualquer atraso na liberação dos recursos do Fundo, é vital que as minutas de resoluções que tratam dos juros e dos prazos de contratação das linhas de financiamento estejam aptas para serem deliberadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em sua reunião de 24 de maio.

Lembramos, ainda, que o início do trâmite para a assinatura dos contratos para operação dos recursos do Funcafé pelos agentes financeiros depende desses votos do CMN e que sua aprovação até o final de maio é pré-requisito para que os recursos do Fundo estejam disponíveis aos produtores e suas cooperativas a partir do início de julho.

Além disso, o CNC também solicitou a prorrogação do prazo de contratação da linha de Custeio do Funcafé, com recursos remanescentes do orçamento de 2017, para 31 de julho deste ano. O prazo oficial se encerrou em 28 de fevereiro.

A ação se justifica porque essa medida é imprescindível para garantir fluxo contínuo de oferta de crédito para o financiamento da colheita até que os recursos do orçamento 2018 estejam oficialmente contratados pelos agentes financeiros.

Por ter ciência que a safra brasileira 2018 é de bienalidade positiva, o CNC entende que a disponibilização tempestiva dos recursos do Funcafé para o ordenamento da oferta é fundamental para evitar maiores aviltamentos de preços aos cafeicultores.

FUNCAFÉ 2017 — Segundo informações disponibilizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) até a manhã desta sexta-feira, o volume de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira liberado aos agentes financeiros, com data de referência de 9 de maio, chegou a R$ 3,413 bilhões (clique na tabela abaixo), representando 74,24% do total de R$ 4,598 bilhões solicitados na temporada 2017.

Do montante recebido pelas instituições, R$ 1,423 bilhão foi destinado para a linha de Estocagem; R$ 807,5 milhões para Custeio; R$ 683,9 milhões ao Financiamento para Aquisição de Café (FAC); e R$ 498,8 milhões para as linhas de Capital de Giro, sendo R$ 267,2 milhões para Cooperativas de Produção, R$ 156,6 milhões para Indústrias de Torrefação e R$ 75 milhões para o setor de Solúvel.

MERCADO — Os contratos futuros do café tiveram desempenho negativo no acumulado da semana, sendo influenciados pelo início dos trabalhos de colheita no Brasil e também pela força do dólar.

A moeda norte-americana subiu diante da cautela de investidores antes da definição dos Estados Unidos em relação ao acordo nuclear do Irã, o que elevou a demanda em nível mundial. Investidores também acreditam que o Federal Reserve (Banco Central dos EUA) deverá aumentar os juros quatro vezes até fechar 2018. Seguindo o ritmo externo, o dólar também se fortaleceu ante o real, encerrando a sessão de ontem a R$ 3,5467, alta de 0,6% na semana.

Na Bolsa de Nova York, o contrato "C" com vencimento em julho/2018 recuou 305 pontos na comparação com a sexta-feira passada, negociado a US$ 1,1955 por libra-peso. Na ICE Futures Europe, o vencimento julho do café robusta ficou cotado a US$ 1.743 por tonelada, declinando US$ 70 na semana.

Em relação ao clima, a Somar Meteorologia informa que o tempo será instável nesta sexta-feira em parte do Estado de São Paulo e se generaliza no fim de semana, em função da passagem de uma frente fria que está no oceano.

O Serviço Meteorológico alerta, ainda, que pancadas de chuva mais intensas ocorrem nas faixas oeste e sul, mas todas as áreas continuam com condições para ventos de intensidade moderada a forte. Devido ao aumento da nebulosidade, as temperaturas devem diminuir.

No Brasil, apesar do início dos trabalhos de colheita em algumas áreas, o mercado segue praticamente parado, à medida que os preços não agradam os vendedores e também por causa da alta incidência de verde nos primeiros frutos colhidos. Os indicadores calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para os cafés arábica e robusta ficaram em R$ 444,31/saca e a R$ 326,88/saca, respectivamente, com perdas de 1,5% e 1,1%.


Atenciosamente,
 
Deputado Silas Brasileiro
Presidente Executivo
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sexta-feira, maio 04, 2018

CNC - Balanço Semanal de 30/04 a 04/05/2018


BALANÇO SEMANAL — 30/04 a 04/05/2018

CNC coordena reunião de entidades do Conselho do Agro que elaborarão posicionamento do setor e entregarão aos candidatos à Presidência


CONSELHO DO AGRO — O presidente do CNC, deputado Silas Brasileiro, coordenou a reunião do Conselho do Agro no dia 26 de abril, na Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). As entidades que integram o fórum debateram o projeto de um documento, elaborado a partir de propostas e sugestões dos membros do Conselho, com base em levantamentos técnicos da Embrapa e da proposta de política agrícola do Ministério da Agricultura, para ser oportunamente encaminhado aos candidatos à Presidência da República como propostas do setor agro até 2030.

Entendemos que o documento que será apresentado se trata de um projeto pontual e importante para a formulação das políticas dos futuros candidatos, permitindo que as necessidades do agro brasileiro possam ser atendidas e contribuam para o seu crescimento de forma sustentável.

A CNA coordena com as demais entidades do agro a elaboração desse documento com embasamento técnico e científico para convencimento da importância do agro na política nacional, seja na geração de empregos ou no superávit da balança comercial, focando no que vamos produzir até 2030, diante dos desafios de como vamos escoar essa produção com a precariedade das estradas e a deficiência portuária, diante da burocracia existente, a conquista de novos mercados e a legislação trabalhista, ambiental e fiscal, sem uma revisão responsável que não penalize o setor.

Depois do debate sobre a minuta do documento, as instituições apresentaram suas considerações, as quais serão incluídas na versão final da proposta a ser entregue aos presidenciáveis. A previsão é que o conteúdo seja finalizado até junho.

Participando do encontro, o coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, sustentou que será criada uma visão conjuntural da atualidade e traçado um diagnóstico, com horizonte e metas, de forma que os temas inseridos serão as estratégias para alcançar os objetivos de longo prazo e de forma sustentável.

O presidente da CNA, João Martins, reafirmou que são necessárias garantias de financiamento e seguro agrícola para que o Brasil aumente sua produção de maneira sustentável e possua melhorias para o seu escoamento, contando com estrutura de defesa sanitária.

Por fim, recordamos que nossa intenção é apresentar a realidade do campo para que o Governo e a sociedade urbana compreendam a importância do agronegócio do Brasil e, para isso, essa proposta de projeto amplo será vital para fazer do País o campeão mundial da segurança alimentar até 2030.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO – OFICINA EM FRANCA (SP)

Com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), através do *Movimento SomosCoop, o CNC realizou, na sexta-feira passada, 27 de abril, a última oficina regional do planejamento estratégico para a cafeicultura brasileira, em Franca, na Alta Mogiana de São Paulo, tendo como anfitriã a associada Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec).

Assim como nas etapas anteriores, a iniciativa teve o objetivo de aproximar os produtores cooperados da atuação da entidade e alcançar uma participação mais efetiva do setor cooperativo cafeeiro na formulação, execução e acompanhamento da política nacional e internacional.

Com as informações e demandas obtidas, as quais serão agregadas às apuradas nas demais regiões produtoras, a intenção é transformar o CNC em um centro estratégico de inteligência para a cafeicultura nacional, a partir do qual possamos desenvolver e executar políticas público-privadas para otimizar a sustentabilidade de nosso setor.

Hoje, 4 de maio, é realizada, na sede da Organização das Cooperativas de Minas Gerais (Sistema OCEMG), em Belo Horizonte (MG), a primeira – serão quatro no total – Oficina de Trabalho do Planejamento Estratégico do CNC, com a participação de lideranças cooperativistas e das demais entidades que compõem o Conselho.

Nesse primeiro encontro nacional, serão tratados o processo do planejamento estratégico, a avaliação do contexto das informações compiladas nas oficinas regionais, voltadas a um diagnóstico do que é atualmente e aonde se pretende chegar com o CNC, além de dinâmicas mirando a visão de futuro, a identidade do Conselho e os desafios e prioridades dentro do procedimento. As próximas três reuniões serão realizadas em 25 de maio e nos dias 8 e 15 de junho.

* SomosCoop: o movimento levanta a bandeira do cooperativismo no Brasil, despertando a consciência das pessoas para a sua importância e gerando orgulho naqueles que abraçam a causa cooperativista. Mais informações: http://somos.coop.br/.

CONSELHO DIRETOR — Após deliberação unânime do Conselho de Administração do Sistema OCB/ES, conforme comunicado encaminhado ao Conselho Nacional do Café na última sexta-feira, 27 de abril, o presidente do SICOOB CENTRAL ES, Bento Venturim, assume a titularidade do Conselho Diretor do CNC representando o Estado do Espírito Santo, tendo como suplente imediato o vice-presidente da Coopeavi, Denilson Potratz.

MERCADO — Os contratos futuros do café registraram recuperação no mercado internacional na semana, com a atenção voltada ao câmbio, ao andamento do clima no Brasil e ao posicionamento dos fundos de investimento, que devem estar reduzindo sua posição vendida.

Apesar do avanço de 2%, o dólar comercial perdeu força nos dias recentes, em meio à volatilidade após o Federal Reserve (Banco Central dos EUA) pouco ter agido para mudar as expectativas para novos aumentos nas taxas de juros do país em 2018.

No Brasil, a divisa acompanhou o movimento externo e também perdeu força na comparação com as máximas, na quinta-feira, devido à intervenção do Banco Central frente à valorização recente. Ontem, a moeda norte-americana foi cotada a R$ 3,5305.

Em relação ao clima no cinturão produtor brasileiro, a Somar Meteorologia informa que haverá alterações nos próximos dias na Região Sudeste. O serviço alerta que existe uma maior quantidade de nuvens no litoral, gerando condições para uma eventual ocorrência de chuva isolada. Entretanto, as temperaturas devem permanecer elevadas na maior parte das áreas.

No mercado físico, os preços acompanharam o ritmo internacional e também subiram com a maior demanda pela variedade arábica, fato que deixou os agentes mais ativos no spot, aumentando um pouco a liquidez.

Os indicadores para as variedades arábica e robusta calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) foram cotados a R$ 453,95/saca e a R$ 331,88/saca, respectivamente com altas de 3,4% e 1,4%.



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quinta-feira, maio 03, 2018

Café especial: Brasil se consolida como fornecedor de qualidade no mercado dos EUA


Café especial: Brasil se consolida como fornecedor de qualidade no mercado dos EUA

Ação coordenada pela BSCA na principal feira de cafés especiais do mundo deve gerar mais de US$ 303 milhões em negócios ao País


Cada vez mais aceito e conhecido pela população mundial, o segmento de cafés especiais experimenta crescimentos constantes e significativos ao longo dos anos. O Brasil desempenha seu papel como um dos principais players desse nicho, sendo impulsionado pelos trabalhos do projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation", desenvolvido em parceria pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O resultado mais recente do desempenho nacional ocorreu na principal feira de cafés especiais do mundo, a Global Specialty Coffee Expo, realizada de 20 a 24 de abril pela Specialty Coffee Association (SCA), em Seattle, nos Estados Unidos. A delegação brasileira contou com a participação de 35 empresas e concretizou US$ 32,405 milhões em negócios durante o evento. Nos próximos 12 meses, os empresários estimam fechar US$ 270,835 milhões após os mais de 800 contatos realizados, elevando o total gerado para US$ 303,240 milhões.

Como comparação, a participação de também 35 empresas brasileiras na Global Specailty Coffee Expo em 2017 rendeu um total de US$ 77,356 milhões (US$ 10,576 milhões presenciais e US$ 66,780 milhões nos 12 meses seguintes), o que implica significativo crescimento de 392% na projeção para os negócios a serem concretizados em função da presença do Brasil na feira em 2018.

Os Estados Unidos são os maiores importadores e consumidores de café no mundo, além de principal destino das exportações brasileiras do produto. Em linha com a dimensão desse mercado, a Global Specialty Coffee Expo se consolida, há anos, como o principal evento internacional de cafés especiais e reúne todos os segmentos ligados a esse setor, desde origens produtoras aos baristas, que são responsáveis pela conexão direta com o cliente final.

"Pela importância dos Estados Unidos no universo cafeeiro e pela quantidade de profissionais e clientes que a feira envolve, nossa participação é fundamental e estratégica para reafirmar o Brasil como fornecedor de qualidade e para monitorarmos a evolução do segmento e dos diferentes temas relacionados ao mercado do café", destaca a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira.

BRAZIL. THE COFFEE NATION
O projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation" é desenvolvido em parceria por BSCA e Apex-Brasil e tem como foco a promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no País. O projeto visa, ainda, a expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros.

Iniciado em 2008, a vigência do atual projeto se dá entre maio de 2016 a este mês de 2018, tendo como mercados-alvo: (i) EUA, Canadá, Japão, Coreia do Sul, China/Taiwan, Reino Unido, Alemanha e Austrália para os cafés crus especiais; e (ii) EUA, China, Alemanha e Emirados Árabes Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem. As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através dos telefones (35) 3212-4705 / (35) 3212-6302 ou do e-mail exec@bsca.com.br.

Mais informações para a imprensa
BSCA – Assessoria de Comunicação
Paulo André C. Kawasaki
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BSCA - Brazil Specialty Coffee Association
Telefones: (35) 3212-4705 / 3212-6302
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