A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

+ LIDAS NA SEMANA

segunda-feira, outubro 13, 2014

DELEGADO DE POLÍCIA DO ESTADO DE SÃO PAULO EXPLICA PORQUE VOTA EM AÉCIO



Por João B. P. B. em comentário no Blog do Rodrigo Constantino

13/10/2014 às 18:23


Sou delegado de polícia. Na qualidade de funcionário público, da polícia civil do estado de São Paulo, muitos supõem que eu jamais sufragaria meu voto numa legenda tal qual o PSDB.

Trata-se de um rematado e rombudo engano. Fruto, claro, de um reducionismo muito comum e próprio de pessoas atrasadas.
Notem bem: o que rege meu voto não é um qualquer interesse periférico, subalterno e particularista.

O maior prócer do partido do trabalhadores, muito provavelmente o Lula em pessoa, poderia interpelar-me pessoalmente, a dizer: – “Vote no Padilha, companheiro. Vote na Dilma, meu filho. Vote em qualquer dos quadros do PT, e eu lhe prometo que ao cargo de delegado serão atribuídas todas as garantias asseguradas aos juízes de direito bem como estendível os mesmos vencimentos.”

Decerto, muitos não crêem, e me considerem demagogo, porém eu responderia com um sonoro NÃO.

Lógico que minha interdição não se circunscreve ao PT. Rigorosamente, ela alcança todo e qualquer partido de esquerda.

Alguém então, mais versado em política e na salada geral de nossas legendas, poderia redarguir: – ora, o PSDB e o PT têm a mesma pia batismal.

Verdade. Ocorre que o PSDB, de uns tempos a esta parte, malgrado ainda parcialmente, vem abdicando dos anacronismos muito típicos da esquerda.

O candidato Aécio fala abertamente em reduzir o tamanho do estado, algo em que eu acredito de modo pio.

Um estado agigantado, a se imiscuir nos mais diversos segmentos, não serve para nada. Apenas onera o cidadão.

Para mim, o estado tem de ser diminuto, enfeixando incumbências mínimas, e delas de desincumbindo com excelência. Serviços de truz, circunscritos às atribuições prementes.

Esse negócio de estado empresário é uma enormidade.

Juro, eu tenho preguiça de discutir com quem acredita nessas bobagens. Os exemplos são tantos e tão elucidativos. Alguém acredita genuinamente que se a Petrobras fosse privada, ela teria sido pilhada da forma que foi e se transmudado na sinecura dos companheiros. A exemplo dela, todas as demais estatais.

Claro, isso é só um aspecto mais, como dizer?, perfunctório da coisa.

As razões de fundo, penso, tê-las esmiuçado, senão todas, algumas. Mas não me custa e volto à carga.

Um indivíduo de esquerda acredita que somos todos iguais. Nossas capacitações, aptidões, anseios, vocações etc seriam, com efeito, niveláveis. Tem-se, para o empedernido esquerdista, um lógico consectário: faríamos jus a mesma renda, mereceríamos todos a mesma e indistinguível recompensa.

Então, eu já penso de modo absolutamente diverso. Acredito piamente que uns são muito mais capacitados que outros. Que somos essencialmente diferentes. Uns mais belos. Uns mais feios. Uns mais inteligentes. Outros mais burraldos. E assim indefinidamente. Claro, uns têm maior elã. Claro, outros maior pendor para o trabalho, seja intelectivo seja braçal. Uns empreendem.

O meu consectário lógico: a recompensa de alguns, justamente, tem de ser maior que a de outros, às vezes, infinitamente maior.

E, a rigor, não me faz tanta diferença assim. Porque, para mim, a riqueza de outrem é virtuosa. Eu não a invejo, como um bom esquerdista. Ao contrário, eu a admiro. Para mim, a riqueza de outrem se espraia. A do empreendedor, ela cria empregos, numa espiral auspiciosa. Para o esquerdista, trata-se de algo inconcebível. E ele vocifera: – absurdo, absurdo, vamos dividir o que ele conquistou.

Claro, o esquerdista sempre presumem que os ricos são essencialmente maus. Já o pobres, imaculados. Afinal,que esquerdista não bebe em Rousseau.

Digo: não sou teísta. Sem embargo, defendo ardorosamente os valores que conformaram nossa civilização judaico-cristã. Já um esquerdista, não. Para ele, tudo o que nossa civilização concebeu é algo a ser superado. Tudo: nossas tradições, nossa alta cultura, nossas religiões, sumamente tudo. Afinal, é ele um revolucionário. Ele acredita que, destruindo tudo, um novo ser humano exsurgirá puro e aperfeiçoado.

E tem mais, muito mais. Embora na retórica, um bom esquerdista diga que todos devam ser padronizados, no mundo fenomênico, onde as abstrações soçobram, eles são pródigos em estabelecer distinções. Eis que surgem as muitas minorias: negros, gays, mulheres, índios, funcionários públicos etc. Todas a reclamar direitos especiais, todas a reclamar uma justiça reparativa, como se elas fossem, desde sempre, apenas oprimidas pelos malvados homens brancos e heterossexuais.

Como se negros não houvessem seviciado…negros na história. Como se gays fossem só candura com outros…gays, segue-se um infindável etc.

Outra: um bom esquerdista já viceja com um inimigo figadal elegido: a igreja católica, ou num sentido mais lato, o cristianismo.

Isso mesmo. O mesmo cristianismo que concebeu o ser humano intransitivo, outorgando-lhe dignidade cristã desde a concepção. Não, a igreja católica, para um bom esquerdista é um monstro terrível. A inquisição, um período dos mais dantescos da humanidade. Claro que ele prefere ignorar que comparativamente, e num período risivelmente menor, o comunismo ceifou muito, mas muito mesmo, mais vidas. Ele prefere ignorar que, há muito, a igreja católica passou por seu iluminismo, e desde sempre fora um pilar inquebrantável das nossas mais significativas conquistas.

Mas tudo bem, um esquerdista não se dignará mesmo a estudar. Afinal, ele acredita que tudo o mais é uma bosta, apostando suas fichas num futuro redentor que ele moldará de acordo com a “perfeita dogmática esquerdista”.

Ele ainda acredita que o Partido, como o bom e insuperável “imperativo categórico”, deve mesmo ser gigante e de tal sorte capilarizado que a consciência de todo o mundo seja por ele regida.

Eu poderia me estender por longa linhas, a explicar o que distingue um conservador de boa cepa de um esquerdista estupidificado. Mas não o farei.

Quem se interessar pelo assunto, terá uma vasta gama de livros sobre ele versando. Na lista dos escritores contemporâneos, não poderá faltar: Olavo de Carvalho, Reinado Azevedo, João Pereira Coutinho, Pondé, Rodrigo Constantino, Felipe Moura Brasil, Guilherme Fiuza, Lobão, Leandro Narloch e outros.
Gustavo Corção e Nelson Rodrigues são insuperáveis.


Finalizo, então, como comecei: SOU DELEGADO DE POLÍCIA do estado de São Paulo, um partido que historicamente remunera mal a categoria, nada obstante, meu voto foi em Geraldo Alckmin, foi em Aécio e será desse último de novo.

RODRIGO CONSTANTINO: É preciso punir o PT nas urnas



Vídeo em que argumento que o discurso relativista de que todos os partidos são iguais só interessa aos que defendem a escória na política. O PT é muito pior, rouba muito mais, e ainda defende a corrupção como método aceitável. Quem votar em Dilma será cúmplice.

Viúva de Eduardo Campos escreve carta de apoio a Aécio



Texto de Renata Campos é lido pelo filho João, considerado herdeiro político do ex-governador



Na carta, Renata Campos agradeceu pelo apoio do povo pernambucano e pelo resultado do PSB nas urnas

Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos escreveu uma carta de apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB) no segundo turno das eleições presidenciais. O texto foi lido pelo filho mais velho de Renata e Eduardo, João, considerado herdeiro político do ex-governador, morto em acidente aéreo em 13 de agosto.

Na carta, Renata agradece ao povo pernambucano pelo apoio ao PSB nas eleições. O candidato da sigla ao governo do Estado, Paulo Câmara, foi o governador mais bem votado do país, em termos proporcionais, com 68% dos votos. Além disso, a chapa liderada pelo PSB elegeu Fernando Bezerra Coelho para o Senado e 20 deputados federais, oito deles do PSB, formando a maior bancada do partido na Câmara dos Deputados. Marina Silva também saiu vitoriosa em Pernambuco, onde a ex-senadora teve 48% dos votos, quadro que se repetiu apenas no Acre, seu Estado natal.

A viúva de Campos lembrou que este foi um ano muito difícil, mas afirmou que "continua com os mesmo sonhos" do marido. "Aécio, acredito na sua capacidade de diálogo e gestão", disse, acrescentando que os caminhos de Campos e Aécio se cruzaram várias vezes durante suas carreiras políticas. "Sei que vocês eram diferentes, mas vocês souberam se unir pelo Brasil."

Ela encerrou a mensagem desejando sorte ao candidato tucano e dizendo que ele levará de Pernambuco "a garra e a energia que serão fundamentais para construir um novo Brasil", escreveu.

Aécio participa neste sábado de eventos de campanha em duas cidades pernambucanas, a capital Recife e Sirinhaém, no Sul do Estado, cidade onde Marina teve o maior percentual de votos no Brasil. O candidato tucano participará de um almoço na casa da família Campos.

Confira a íntegra da carta a seguir:

"Bom dia a todas e a todos,

Nossas primeiras palavras são de gratidão ao povo pernambucano, pela confiança, pela bela vitória no dia 5 de outubro. Expressamos nossos sentimentos nas urnas e reconhecemos um caminho. Não desistimos do Brasil. Nosso muito obrigado ao povo Pernambucano!

Para nós, esse foi um ano muito duro. Perdemos nosso Eduardo, nosso Dudu, nosso pai, nosso líder, nosso guia. Ele tinha um grande sonho: tornar o Brasil um pais mais justo, mais humano, mais equilibrado, onde as pessoas estivessem em primeiro lugar. Dedicou sua vida à construção desse sonho. Ele sabia que, para chegar nesse novo Brasil, era preciso um novo caminho. 

Infelizmente, quis o destino que o caminho que sonhávamos não se tornasse possível. 

Hoje, temos duas possibilidades: continuar como estamos ou trilhar um caminho de mudança. O Brasil pede mudanças. O governo que ai está tornou-se incapaz de realizá-las. Continuamos acreditando nos mesmos valores, continuamos com os mesmos sonhos. Só será possível mudar o Brasil se tivermos capacidade de unir e dialogar, respeitando as diferenças. É preciso reconhecer os avanços que tivemos, as contribuições de todos, mas é fundamental organizar a casa, arejar.

Aécio, acredito na sua capacidade de dialogo e gestão. Sei que não é a primeira vez que seu caminho cruza com o de Eduardo. Lembro que, lá trás, em momentos importantes da história, o caminho do seu avô Tancredo cruzou com o de Dr. Arraes. Sei que também eram diferentes, mas souberam se unir pelo bem do Brasil. Em vários momentos, quando era necessário, você e Eduardo sabiam sentar e dialogar, encontrar caminhos.

Eduardo tinha bandeiras muito claras, e se quisermos mudar o Brasil é preciso levar adiante seus ideais: as reformas pelas quais ele tanto lutou, o pacto federativo, saúde mais 10, o Pacto pela Vida, uma educação de qualidade com escolas em tempo integral, passe livre, um desenvolvimento com sustentabilidade, entre outras.

Penso, Aécio, que hoje é um dia muito importante na sua caminhada, aqui no Nordeste, em Pernambuco, estado que sempre foi palco de lutas libertárias, que tem um povo generoso, com força e coragem. Estado que tem a cara de Eduardo e Arraes. Daqui você vai levar a garra e a energia desse povo, que serão fundamentais e essenciais para construção de um novo Brasil. Um Brasil que se respeite, reconheça suas diferenças, que saiba combater as desigualdades, criando oportunidades para todos. Só assim seremos capazes de construir uma nação justa, soberana, livre, fraterna e equilibrada, como Eduardo tanto sonhou.

Somos nordestinos, pernambucanos, e queremos juntos, construir a nação brasileira!

Siga em frente, Aécio! Boa sorte! Que Deus nos proteja! Obrigada."

SOCIEDADE MILITAR: Aécio Neves já é o vencedor? Se depender das redes sociais SIM. Dilma insiste em posar de heroína dizendo "eu fiz", "eu livrei"...



Se a tendência continuar em apenas 13 dias veremos a capa ao lado em todas as bancas.

"uma posição de heroína, de salvadora da pátria, de manter um discurso repleto de “eu fiz”, com frases como “eu tirei milhões da pobreza” ou “os brasileiros foram resgatados da miséria por LULA e Dilma”, parece não surtir mais efeito. "

Os números antevêem um resultado sombrio para o Partido dos Trabalhadores. Aécio Neves dominou completamente as redes sociais e mantém um discurso sereno, apelando pouquíssimo para críticas ao governo atual. Dilma Roussef, que preferiu uma campanha mais agressiva, deixando propostas de lado e gastando quase todo o tempo disponível na TV para atacar o candidato adversário e seu partido.

A estratégia de Dilma de assumir uma posição de heroína, de salvadora da pátria, de manter um discurso repleto de “eu fiz”, com frases como “eu tirei milhões da pobreza” ou “os brasileiros foram resgatados da miséria por LULA e Dilma”, parece não surtir mais efeito. Em uma de suas frases de praxe a candidata Dilma, usando números manipulados, chega a dizer que havia 50 milhões de indigentes quando o PT assumiu o governo. Ora, ninguém gosta de ser chamado de indigente.

Um dos cartazes de DILMA diz que foi ela quem criou as condições para o Brasil combater a corrupção. Esse chega a soar como PIADA na medida em que o PT tentou inúmeras vezes impedir a CPI da Petrobrás e atrapalhar outras investigações em andamento.



Para explicar esse número rapidamente basta dizer que para ser definido como miserável na época de FHC era necessário ter renda menor que R$ 80. No governo do PT os números foram mudados, miserável passou a ser aquele que tem renda menor que R$ 70 (em 2014 esse número aumentou para R$ 77). A equipe de Dilma manipula dados. O que mudou na verdade foi apenas a definição de indigente, ou miserável.


Ao contrário do que tem ocorrido em relação à campanha de Dilma, a estratégia de Aécio Neves parece surtir melhor efeito. Aécio usa frases curtas, acusa pouco e mostra mais tranquilidade e preparo. 

A maioria dos brasileiros sabe muito bem que FHC deixou um país pronto para crescer nas mãos de LULA. Portanto, essa estratégia do PT de atacar FHC tem soado muito mal aos ouvidos do eleitor.

Nos últimos anos a maioria das grandes questões políticas tem sido significativamente influenciadas pelas redes sociais, e nesse quesito o candidato tucano parece ter maior êxito. Enquanto Dilma Roussef tem 1.4 milhões de seguidores no facebook, Aécio Neves tem quase o dobro, 2,5 milhões. Os seguidores de Aécio parecem também vencer no quesito participação, enquanto Aécio tem 4,5 milhões de pessoas alcançadas pelas postagens, Dilma tem menos da metade disso, cerca de 2,1 milhões de pessoas.

Esses resultados são inesperados para quem acompanhou a movimentação do Partido dos Trabalhadores há alguns meses, promovendo um grande encontro de blogueiros e web designers, justamente para realizar um grande adestramento sobre engajamento virtual e estabelecimento de estratégias conjuntas. A militância de Aécio Neves não foi organizada em nenhum congresso, as pessoas aparentemente se engajaram voluntariamente em sua campanha, sem nenhum tipo de remuneração.

Aécio Neves está atualmente em vantagem, mas não pode descansar. Seu desafio maior no momento é conquistar os eleitores mais afastados da grande rede.

UCHO HADDAD: Dilma fala em combate à corrupção, mas conta com o apoio de Collor, Calheiros, Maluf, Barbalho e outros






Lixa grossa – No afã de não ser derrotada de forma fragorosa no segundo turno da eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff está se valendo de todos meios, inclusive afirmando em suas declarações e entrevistas que em um eventual segundo governo será ainda mais implacável com a corrupção. Uma declaração mentirosa, pois é sabido que o PT entrou para a história como responsável pelo período mais corrupto do Brasil, desde 1500.

Enquanto fala em combate mais acirrado à corrupção, Dilma conta com o apoio de figuras políticas que se envolveram em escândalos notórios, como Lula, Renan Calheiros, Fernando Collor de Mello, Jader Barbalho, Paulo Salim Maluf, Fernando Pimentel, Michel Temer, Gilberto Carvalho, Aloizio Mercadante, Marcelo Miranda, entre outros, todos citados em recente matéria do ucho.info.

Dilma tem o direito de dizer o que quiser, inclusive o de mentir, pois é clara a Constituição Federal ao garantir que “é livre a manifestação do pensamento, desde que vedado o anonimato”, mas a presidente-candidata não pode querer que todos acreditem em suas palavras, pois a verdade apresenta-se cada vez mais cristalina ao povo brasileiro, cansado de tanta bandalheira política.

Fonte: Ucho.Info

RUBENS RICUPERO: Destruição sem retorno




Por Rubens Ricupero na FOLHA DE SP - 13/10

É terra arrasada: degradação atinge Petrobras, Correios, Ipea, IBGE, Embrapa... Fora o Itamaraty, que definha

A degradação da Petrobras, da Eletrobras e do BNDES nada tem em comum com a "destruição criativa" de Schumpeter. É pura terra arrasada, demolição sem criação. Custa a crer que um governo com pretensão de herdeiro de Getúlio se encarregue de dilapidar os três mais importantes legados institucionais do segundo governo Vargas.

A sanha exterminadora está longe de se deter nos três. Sofrem do mesmo efeito desagregador instituições como o Ipea, o Tesouro, até o IBGE, fundado no primeiro governo Vargas, afetado por escassez de recursos e divisões internas. Problemas similares comprometem a Embrapa e a vigilância sanitária do Ministério da Agricultura, setores vitais para manter a vantagem comparativa brasileira na exportação.

A lista poderia ser ampliada com os Correios, entre outros, mas esses exemplos bastam para mostrar que o fenômeno é generalizado. As causas é que não são as mesmas. Onde existe muito dinheiro, na Petrobras ou no Ministério do Transporte, a fartura de queijo é que atrai os ratos.

Às vezes, o problema se origina no aparelhamento partidário, na incompetência de indicados políticos e na intromissão excessiva como nas agências reguladoras, que nem chegaram a se consolidar.

O Itamaraty é caso à parte. Sem projetos e obras tentadoras, sem verba para pagar luz e água de embaixadas prematuramente criadas, o velho ministério definha na austera, apagada e vil tristeza da desmoralização programada pelo governo.

Três flagelos o devastaram ao mesmo tempo. O primeiro foi a expansão megalomaníaca de embaixadas sem meios de utilizá-las de modo produtivo. Criamos anos seguidos cem vagas de diplomata como se as vacas gordas fossem durar para sempre. Não surpreende agora que mais de trezentos jovens diplomatas se revoltem frustrados ao descobrir a falta de perspectivas que os aguarda.

O segundo golpe desmoralizador provém de presidente sem apreço pela diplomacia e pelos diplomatas, aos quais não perde ocasião de demonstrar seu desdém. Nem na fase caótica da proclamação da República tivemos chefe de Estado que deixasse mais de 20 embaixadores estrangeiros esperando para apresentar credenciais como se fossem rebanho de gado.

Cerca de 230 acordos internacionais dormem na Casa Civil aguardando a providência burocrática de decreto de promulgação ou mensagem de envio ao Congresso. Foi preciso a grita dos empresários para promulgar os acordos comerciais com o Chile e a Bolívia.

O erro original coube aos diplomatas da cúpula que decidiram pôr de lado o conselho de Rio Branco e promoveram a subordinação ao partido no poder de política externa que deveria estar a serviço da sociedade brasileira como um todo.

O Barão se recusou envolver nas paixões partidárias por saber que "seria discutido, atacado, diminuído [...] e não teria a força [...] que hoje tenho como ministro para dirigir as relações exteriores".

Ao desprezar a lição, os dirigentes do Itamaraty perderam "o concurso das animações de todos meus concidadãos". Perderam mais: a proteção e o respeito da sociedade, que os abandonou à sanha do partido que pretenderam servir.

BLOG DO ORLANDO TAMBOSI: Até os eleitores de Dilma já abandonam o barco furado do petismo

Nada como a realidade para desfazer as toscas ilusões do totalitarismo petista - muito bem designado, pelo historiador Marco Villa, de nazipetismo -, que se pretende senhor da História. O fato é que até quem votou na candidata lulista Dilma Ruimself no primeiro turno já está fugindo do nefasto continuísmo. O Brasil acorda para enterrar o corrupto petismo. Que não falte cal no próximo dia 26, dia do renascimento do país:






DA presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu para o rival Aécio Neves (PSDB) parte dos eleitores que votaram nela no primeiro turno, mostra pesquisa Datafolha. O mesmo ocorre com o tucano, mas em percentual inferior ao dos votos perdidos pela petista. Segundo levantamento Datafolha concluído na quinta-feira (9), se a eleição fosse nesse dia, 6% dos eleitores que afirmaram ter votado em Dilma Rousseff no primeiro turno escolheriam o tucano no segundo turno. No caso de Aécio Neves, a migração de votos para a petista seria de 2%. Considerando apenas os votos válidos, Dilma perderia 6% dos votos, e Aécio, 3%.


Dilma Rousseff terminou o primeiro turno à frente, com 43,268 milhões de votos, ou 41,59% do total dos válidos. Aécio Neves teve 34,897 milhões de votos, 33,55% dos válidos. Na última pesquisa do Datafolha, ambos aparecem em empate técnico nas intenções de voto para o segundo turno. O tucano, porém, está numericamente à frente, com 51% das intenções, contra 49% de Dilma. É a primeira vez que ele lidera nas pesquisas do instituto. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.


Dos que disseram ter votado em Dilma, 88% afirmaram que "com certeza" repetiriam o voto no dia 26 de outubro. Daqueles que optaram por Aécio, 91% permaneceriam fiéis. Entre os dilmistas, 3% não sabiam em quem votar no pleito final das eleições presidenciais. No caso tucano, esse percentual era de 2%.


MIGRANTES


Os votos "migrantes" surgem com mais força agora. Antes do primeiro turno, os percentuais eram bem menores. Pesquisa Datafolha finalizada em 30 de setembro mostrava que, num cenário em que os dois candidatos fossem para o segundo turno, 2% dos votos da petista iriam para o tucano, enquanto 1% dos eleitores dele migrariam para a candidatura do PT. 


O Datafolha dá outra informação que mostra um grande contingente que pode estar disposto a mudar de voto. Entre os aecistas de primeiro turno, 14% dizem que talvez votassem em Dilma no segundo. O percentual de dilmistas que poderiam virar aecistas é o dobro: 28%. Há empate entre aqueles que talvez mantivessem o voto no mesmo candidato: 8% para cada lado. O crescimento dos eleitores de Dilma perdidos para Aécio no segundo coincidem com o aparecimento de novas denúncias envolvendo a Petrobras. 


O ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef apontaram em interrogatório à Justiça que desvios de recursos da empresa abasteciam o caixa do PT e dos PP e PMDB. O PT nega. Porém, não há como afirmar que a razão desse comportamento é o escândalo da Petrobras -ou apenas ele. 


É comum haver eleitores que mudam de escolha de um turno para outro. Em 2006, por exemplo, o então candidato à Presidência Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu menos votos no segundo turno do que havia tido no primeiro. Naquele ano, ele perdeu 2,4 milhões de eleitores, e Lula (PT) foi reeleito presidente. 


Também há eleitores que rechaçam uma das candidaturas e que votam em quem não é de sua preferência para que outro candidato não tenha chance de vencer. Seria o caso, por exemplo, de eleitores que optariam por Aécio para evitar que Marina fosse à disputa final, temendo que ela saísse vitoriosa, e que no segundo turno escolhessem o PT. 


REJEIÇÃO


No último Datafolha, o percentual de eleitores que disseram ter votado em Dilma, mas que não votariam de novo nela de jeito nenhum é de 3%. No caso de Aécio, essa rejeição é de 1%. Também pesa negativamente sob Dilma parte considerável daqueles que optaram por Marina Silva (PSB) na primeira fase da disputa, e que afirmam não votar na petista de jeito nenhum agora: 65%. Entre os marineiros, a rejeição a Aécio é de 18%. 


Dos eleitores de Marina, 66% devem optar por Aécio, e 18%, por Dilma. Na pesquisa de 30 de setembro, 25% dos marineiros optariam pela petista caso a ex-senadora ficasse de fora do segundo turno. Como Marina recebeu 22,177 milhões de votos, terminando com 21,32% dos válidos, seus eleitores são fundamentais para decidir quem irá governar o país nos próximos quatro anos. A rejeição também é alta entre aqueles que votaram em branco ou nulo -e que somaram mais de 11 milhões de votos, a quarta maior força eleitoral no primeiro turno. Entre eles, 63% afirmaram não votar de jeito nenhum em Dilma no segundo turno. A rejeição ao tucano, nessa faixa, é de 43%. (Folha Poder).

OSSAMI SAKAMORI: Aécio 45 virou tsunami na vida da Dilma 13



O tsunami Aécio vai demolindo a candidatura Dilma. A fragilidade política da Dilma, sem a presença constante do Lula nos palanques, está esvaindo a força da campanha. O desempenho da Dilma no início da campanha no mês de julho, parecia que ela seria imbatível. Aécio Neves era o patinho feio com 14% de votos.


No primeiro momento da campanha, sobretudo após a morte do Eduardo Campos e ascensão da Marina Silva como candidato no lugar dele, subiu como um balão de São João. O povo acreditou que a mudança do rumo da política seria com a Marina Silva. 


A Marina foi perdendo apoio após ataque demolidora da Dilma em torno do nome dela. A Marina tinha telhado de vidro, pois pertenceu ao PT durante 24 anos, fazendo toda sua carreira política dentro do PT. Marina foi ministra do Meio Ambiente do Lula, também. Era visto pela população como o "poste número 2" do Lula. 


Aécio Neves foi costurando o apoio, começando com a adesão da Renata Campos, viúva do Eduardo Campos. Antes mesmo da definição da campanha presidencial, os dois, Aécio e Eduardo tinha firmado compromisso de um apoiar o outro independente de quem fosse o candidato a disputar o segundo turno com a Dilma. Renata Campos honrou com a palavra do marido falecido Eduardo Campos.




Aécio Neves não procurou a Marina Silva como os analistas políticos esperavam. Aécio Neves, pacientemente, esperou que o apoio da Marina Silva viesse espontaneamente da parte dela. Fez um documento lido em público, em linhas gerais, citando a concordância em vários pontos nos programas de ambos partidos, o PSDB e PSB, sem ceder em pontos importantes e essenciais do seu programa. 


À Marina Silva, não restou opção senão apoiar o Aécio Neves, sob pena de ter seu nome anulado da cena política brasileira. Apoiar Dilma seria admitir tudo que a imprensa dizia sobre a Marina. A imprensa dizia que a Marina Silva era o "poste número 2" do Lula. Não restou outra saída para Marina Silva, senão apoiar o Aécio Neves. Para o Aécio, o apoio da Marina é importante. Que ela carregue 2% de votos que iria para Dilma para o lado do Aécio, isto representa a diferença de 4% no resultado final. 




Aécio Neves está em ascensão identificando-se com o desejo de mudança da população. A Dilma desce ladeira baixo com a divulgação do depoimento do Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff sobre o "petrolão". Parece que a defesa da "tolerância zero" no programa do TSE contra corrupção produziu o efeito contrário diante dos depoimentos contundentes de ambos na Justiça Federal contra o seu partido, o PT. Enfim, a Dilma deu o tiro no pé.


À essa altura, acusações de fatos conhecidos sobre a vida do Aécio Neves e comparação entre de desempenho entre o governo PT e governo PSDB, resultam em efeito contrário. Tudo que a Dilma tenta fazer contra o Aécio vira tiro no pé. Dilma se enganha, o Aécio Neves não tem a fragilidade da Marina Silva. Aécio tem passado político de mais de 30 anos ao contrário da Dilma que eleitoreiramente só tem 4 anos. 




Aécio virou "tsunami" na vida da Dilma!




NOTA DO AGROBRASIL: É OU NÃO É A IMAGEM DO CÃO CHUPANDO MANGA QUE ESTAMOS VENDO?

REVISTA ISTO É: Delator da Petrobras diz que a campanha de Dilma em 2010 foi beneficiada por dinheiro desviado


O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef afirmam que o PT foi o partido mais contemplado pela propina. As revelações estarrecedoras escancaram a falência moral do Estado nos últimos anos

Josie Jerônimo (josie@istoe.com.br)




Na quarta-feira 8, vieram à tona áudios de depoimentos feitos em regime de delação premiada na Justiça Federal em Curitiba por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, e pelo doleiro Alberto Youssef – considerados hoje dois dos maiores arquivos vivos da República e detentores dos segredos mais explosivos da maior estatal do País. As declarações dos delatores descrevem uma gigantesca rede de corrupção formada por dirigentes da Petrobras, empreiteiras e partidos políticos integrantes da base de sustentação do governo Dilma Rousseff. As revelações são estarrecedoras. A corrupção estatal poucas vezes foi exposta de maneira tão crua e direta narrada abertamente por seus executores a serviço do Estado. Nos áudios, os depoentes apontam PT, PMDB e PP como as legendas beneficiadas pelo propinoduto e colocam sob suspeição a campanha de 2010 da presidenta Dilma Rousseff. “Dos 3% da Diretoria de Abastecimento, 1% seria repassado para o PP e os 2% restantes ficariam para o PT. Isso me foi dito com toda a clareza”, afirmou o ex-diretor da Petrobras. “Outras diretorias também eram PT. O comentário que pautava dentro da companhia era que em alguns casos os 3% ficavam para o PT”, acrescentou. Um dos operadores dos desvios na Petrobras, de acordo com os depoimentos, era João Vaccari Neto, tesoureiro do PT. Indicado para o cargo pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-diretor de Serviços Renato Duque e Nestor Cerveró, ex-dirigente da Área Internacional da Petrobras da cota do PMDB, também recebiam propina. “Bom, era conversado dentro da companhia e isso era claro que sim. Sim. A resposta é sim”, afirmou Paulo Roberto Costa, questionado sobre o pagamento de suborno aos dois. As movimentações irregulares, segundo disseram, continuaram até 2012, quando Costa deixou a estatal, e pode ter contaminado a atual campanha de Dilma à reeleição.



É fato que se a sociedade brasileira encarar como natural esse assalto à coisa pública terá de estar preparada para aceitar todo e qualquer tipo de desmando de seus governantes. Os limites estarão rompidos indissoluvelmente. Mas, sabe-se, não é da índole do brasileiro compactuar com malfeitos. Neste caso, malfeitos perpetrados no coração da maior estatal do País, motor do desenvolvimento e outrora símbolo da soberania nacional. O dinheiro desviado tinha origem no superfaturamento dos contratos da Petrobras. A taxa média do sobrepreço, além da boa margem de lucro, girava em torno de 3%. Paulo Roberto Costa explicou como funcionava a fábrica de dinheiro para as campanhas políticas e o bolso dos corruptos. Costa confessou que atuava como guardião dos numerários da corrupção. Ele intermediava contatos políticos, gerenciava o pagamento de propina das empreiteiras e cuidava dos critérios da distribuição dos lucros aos partidos envolvidos. O ex-diretor foi assertivo ao apontar o PT como o maior beneficiário dos desvios. Cada partido tinha seus próprios operadores. De acordo com os depoimentos, o ex-deputado José Janene (PR), que faleceu em 2010, e Youssef eram os responsáveis por distribuir o dinheiro da propina no PP. Eles também entregavam a parte que cabia ao ex-diretor da Petrobras por sua atuação nas irregularidades. Costa não detalhou como era feita a divisão dos recursos no PT, tarefa do tesoureiro João Vaccari. No organograma do crime, o delator aponta o ex-diretor de Serviços Renato Duque, apadrinhado de José Dirceu, como o contato do tesoureiro do PT na estatal. 



O MAGISTRADO
Os depoimentos, colhidos pelo juiz Sérgio Moro,
impressionaram pela riqueza de detalhes e pela
sofisticação do esquema corrupto narrado

A farra da base aliada na estatal se iniciou, de fato, em 2007, quando a Petrobras direcionou o orçamento para grandes projetos, como a construção de refinarias. Mas a idealização e a montagem da rede de corrupção remetem a 2004, com a nomeação de Paulo Roberto Costa para a Diretoria de Abastecimento. Na cúpula da estatal, ele teve grande importância na ampliação do poder do cartel das empreiteiras e na geração de mais divisas para a ala de políticos da quadrilha. Por isso, contou com o lobby de fortes lideranças do cenário nacional para chegar ao posto, com o aval do Palácio do Planalto. Nesse ponto, o doleiro Youssef fez uma das revelações mais importantes de seu depoimento. “Para que Paulo Roberto Costa assumisse a cadeira de diretor da Diretoria de Abastecimento, esses agentes políticos trancaram a pauta no Congresso durante 90 dias. Na época o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou louco, teve que ceder e realmente empossar o Paulo Roberto Costa”, contou Youssef no interrogatório.



Ao afirmar que Lula se curvou aos interesses de um bando especializado em drenar dinheiro dos cofres da Petrobras, o doleiro pode ter fornecido um dos fios da meada para se entender como os governos petistas contemplaram as práticas ilícitas. Registros do Congresso trazem indícios de que o doleiro, realmente, tinha razão. Na primeira quinzena de abril de 2004, um mês antes de Costa ser nomeado diretor da Petrobras, o governo Lula sofreu com uma rebelião da base, capitaneada pelo PMDB. À época, o presidente mandou ao Congresso uma medida provisória que reajustava o salário mínimo para R$ 260. Para retaliar o governo, a base passou a exigir o cumprimento de uma promessa de campanha de Lula, que previa o salário mínimo a US$ 100, o equivalente a R$ 289. O PT trabalhava, ainda, para aprovar um projeto que criava 2.800 cargos de confiança no governo. O PP de José Janene passou algumas semanas sem sequer registrar presença no plenário, com o único objetivo de prejudicar o governo do Planalto. Renan Calheiros (PMDB-AL), hoje presidente do Congresso e também citado nas investigações da Lava Jato, comandou a rebelião no Senado.

Presos no início do ano durante a Operação Lava Jato da Polícia Federal, Costa e Youssef aceitaram contribuir com as investigações em troca do abrandamento de suas penas. Nos depoimentos em Curitiba, eles não tinham autorização para explicitar os nomes das autoridades com direito a foro especial, caso de parlamentares, por se tratar de Justiça de primeira instância. Esses casos são apurados somente no Supremo Tribunal Federal (STF).



OS SEGREDOS DO DOLEIRO
Preso em Curitiba, Alberto Youssef disse que o Congresso ameaçou
paralisar a pauta e Lula capitulou às pressões para
que Paulo Roberto Costa fosse nomeado



Mesmo sem poder citar nomes, o ex-diretor forneceu informações que, de forma indireta, tiram o sono de muitas autoridades. O delator descreveu, por exemplo, uma consultoria prestada a um político fluminense candidato a cargo majoritário, que queria fazer um plano de governo direcionado ao setor de energia para captar recursos de financiamento de campanha das empresas da área. Costa também envolveu o PMDB ao citar a Diretoria Internacional da Petrobras como feudo da sigla. Segundo o ex-diretor, o responsável por fazer o serviço sujo do recolhimento da propina junto às empreiteiras seria Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano. “Na Diretoria Internacional, o Nestor Cerveró foi indicado por um político e tinha ligação forte com o PMDB”, disse o delator. Nos bastidores do Congresso, atribui-se a indicação de Cerveró a Renan Calheiros.

A COPA DO PT E A VERGONHA DO POVO BRASILEIRO: Diga NÂO para a #incomPTência !!!

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