A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quinta-feira, agosto 28, 2014

Dilma retarda envio de diplomatas ao exterior e atrapalha o agronegócio






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Adidos agrícolas, que trabalham em embaixadas na interlocução entre exportadores brasileiros e compradores estrangeiros, esperam há dois meses a assinatura da presidente para iniciar trabalhos em seus respectivos postos

Por Luís Lima, na Veja.com


Os exportadores do agronegócio brasileiro contam, desde 2010, com uma turma de diplomatas para representar seus interesses nos principais mercados importadores: trata-se dos adidos agrícolas. O primeiro grupo, que partiu ainda durante o governo Lula, voltou ao Brasil em junho deste ano. Desde então, a segunda turma está pronta para assumir. O problema é que a presidente Dilma Rousseff, por razão desconhecida, não assinou o decreto autorizando a partida do grupo. E, segundo a Casa Civil, não há previsão de que autorize tão cedo. Isso significa que, no caso do aumento das exportações de carne brasileira para a Rússia, por exemplo, não há um diplomata do setor no posto de Moscou apto a conduzir as negociações.

Os novos adidos foram escolhidos pelo Ministério da Agricultura para ocupar sete representações diplomáticas brasileiras no exterior: em Buenos Aires, Bruxelas, Genebra, Moscou, Pretória, Tóquio e Washington. Segundo a assessoria de imprensa da Casa Civil, o processo de nomeação ainda se encontra em tramitação e "não há previsão para a conclusão". A demora resultará na descontinuidade do trabalho dos primeiros adidos, segundo uma fonte do alto escalão da pasta. 

Um dos trabalhos mais importantes a ser executado por um adido no atual momento é a negociação com a Rússia sobre o aumento da exportação de carne brasileira. No início deste mês, Moscou impôs um embargo à importação de alimentos e produtos agrícolas da União Europeia e dos Estados Unidos, o que, segundo o ministro da Agricultura do país, Nicolai Fyodorov, poderia ser compensado, em partes, com um maior fornecimento de carne do Brasil. “Empresas como JBS e Marfrig estão de olho nesse mercado. E, num momento como este, não há um adido para facilitar a interlocução com o governo russo”, afirmou a fonte.

Para o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, o atraso pode prejudicar a costura de um acordo entre os dois países no âmbito do aumento das exportações. “Esta é uma oportunidade em que um adido deveria estar trabalhando 24 horas por dia na Rússia. O adido tem um papel fundamental na costura e no entendimento das negociações que envolvem o agronegócio. Eles recebem as demandas de empresas, do governo do Brasil e do país em que estão”, disse Rodrigues, que também é coordenador do Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (GV Agro).

De acordo com outra fonte do Ministério da Agricultura, o progresso nas negociações com os Estados Unidos para a venda de carne suína e de abertura de mercado para a carne bovina in natura são outros pontos que já poderiam estar sendo trabalhados. “Além disso, temos a questão do acordo comercial entre o Mercosul e União Europeia. A falta de um adido que esteja na linha de frente na Europa prejudica a velocidade com que as decisões são tomadas”, disse.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou um encontro, em Brasília, para reunir os adidos agrícolas selecionados em 2010 e 2014. Durante o evento, Tatiana Palermo, superintendente de Relações Internacionais da entidade, ressaltou que os adidos são responsáveis, dentre outras atribuições, pelo início das negociações de protocolos fitossanitários. “Sem eles, nós não podemos vender para o exterior, pois esses documentos são como ‘passaportes’ de nossos produtos agropecuários, que atestam a qualidade do serviço sanitário brasileiro”, explicou.

CETICISMO POLÍTICO: Dissimulação sem limites, um vídeo bolivariano em prol da censura de mídia sob medida para enganar os incautos




Será que alguém ainda tem dúvida a respeito do altíssimo grau de dissimulação dos bolivarianos tarados por censura de mídia? O vídeo que veremos ao final deste post, criado pelo Canal Intervozes, serve para tirar a dúvida

O Coletivo Vozes é mais um desses “coletivos” que só pensam em uma coisa dia e noite: obter verba estatal do governo, para em seguida funcionar como aparelho de um estado totalitário.

É o eterno toma lá da cá que sempre resulta na destruição da vida dos habitantes do país, os quais em sua maioria que buscam meios legítimos de ganhar seu sustento. Pena que no final estes últimos (a grande maioria) serão servos de um governo depravado e seus sovietes.

Grupos como este “coletivo” fazem parte dos sovietes do PT. É por isso que algumas perguntas são urgentes. Por exemplo, há partidos tão cínicos e que consigam amealhar tantas pessoas sórdidas como eles? Vocês estão prontos para combater e denunciar este nível de chantagem emocional?

É neste território, em que os jogos psicológico mais sujos que mentes deformadas podem conceber, todas elas interessadas em construir um totalitarismo perverso em nosso país, que a guerra pela liberdade vai ser disputada.

Se a direita se recusar a se preparar para desmascarar mentes psicopáticas, deve também estar ciente de que as regras do jogo dos bolivarianos já estão disponíveis para todos tomarem sua decisão de participar ou não.

Desmascaramento, ridicularização e escracho de quem faz esse tipo de jogo podre (fazendo uso até de crianças, de forma torpe) deveria ser só o começo.


RODRIGO CONSTANTINO: Corrupção não é de esquerda nem direita, mas…



Para o PT, seus corruptos são “heróis injustiçados”
Um artigo de Sergio Fernando Moro publicado hoje na Folha traz uma reflexão interessante. Ele compara o caso brasileiro com o italiano na década de 1990, que deu origem à “Operação Mãos Limpas”. Na Itália, havia uma crença generalizada de que “todos roubavam”, ou seja, nada podia ser feito de concreto para combater a farra.
Pouco tempo depois, mais de 6 mil pessoas estavam sendo investigadas e quase 3 mil mandados de prisão tinham sido expedidos. Claro que a corrupção não foi eliminada da política italiana, nem de perto. Mas foi inegável o avanço frente ao caos que reinava antes. Voltando ao Brasil atual, o autor escreve:

A corrupção não tem cores partidárias. Não é monopólio de agremiações políticas ou de governos específicos. Combatê-la deve ser bandeira da esquerda e da direita. Embora existam políticos corruptos em qualquer agremiação, não há partido que defenda a corrupção.

Isso é parcialmente verdade. Em primeiro lugar, claro que a corrupção em si não tem cor partidária, e pode vir tanto da esquerda como da direita. Mas há duas distinções ao menos: 1) a direita, ao propor menos estado, compreende que o poder corrompe, e que somente a redução do escopo do estado, do prêmio para o corrupto, pode aliviar a situação; 2) ao erguer a bandeira da impunidade como uma das mais importantes, a direita quer atacar o mal da corrupção em sua raiz, reduzindo os incentivos para tanto.
Combater a corrupção, portanto, pode ser uma bandeira da esquerda e da direita, mas acredito que quem apresenta os melhores remédios é, sem dúvida, a direita, por compreender suas verdadeiras causas. Ao demandar mais estado e concentração de poder, a esquerda acaba fomentando a corrupção. Ao tratar criminosos muitas vezes como “vítimas da sociedade”, a esquerda também acaba estimulando a corrupção, pois o clima de impunidade é geral.
Além disso, discordo do autor quando diz que nenhum partido defende a corrupção. É verdade que nenhum o faz abertamente, de forma escancarada. Mas alguns chegam bem perto disso. É o caso do PT, que mesmo após condenação em última instância de membros da alta cúpula do partido, prefere tratá-los como “heróis injustiçados”, em vez de expulsá-los. Isso é, sim, defender a corrupção como método aceitável.
José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares não são execrados pelo PT, vistos como traidores da bandeira ética que o partido dizia defender. Ao contrário: são protegidos, elogiados, defendidos. O que o partido está dizendo é que tolera a corrupção, que endossa o desvio de recursos públicos se for pela “causa”, para beneficiar o próprio partido.
O que sempre foi parte da mentalidade revolucionária da esquerda. Os fins “nobres” justificam quaisquer meios, por mais torpes que sejam. Logo, há uma ala da esquerda que claramente compactua com a corrupção como método aceitável para seu projeto de poder. São coniventes com os desvios, enaltecem seus corruptos e preferem criticar a Justiça que os julgou e condenou. O autor conclui:

Defendo, em concreto, que o rigor se imponha em casos de crimes graves de corrupção. Especificamente, presentes evidências claras de crimes de corrupção, não se deve permitir o apelo em liberdade do condenado, salvo se o produto do crime tiver sido integralmente recuperado. Não é antecipação da pena, mas reflexão razoável de que, se o condenado mantém escondida fortuna amealhada com o malfeito, o risco de fuga ou de nova ocultação do produto do crime é claro e atual.
É fácil apresentar projeto de lei a respeito e igualmente viável defender, mesmo sem lei, posição jurisprudencial nesse sentido. Gostaria de ver isso defendido pelos candidatos à Presidência da República ou, mesmo antes, no Congresso Nacional e nos tribunais.
Enfim, a corrupção não é um dado da natureza ou consequência dos trópicos, mas um produto de fraqueza institucional e cultural. Como Brutus bem sabe, não é dos astros a culpa.

Eis o ponto: tanto a esquerda como a direita pode – e deve – abraçar tais propostas, que intensificam o rigor contra a corrupção e combatem a impunidade. Mas é inegável que uma ala da esquerda, representada pelo PT, não aplaude tais medidas, não deseja mais rigor, não condena a corrupção de verdade. Ao contrário: quer aliviar as penas dos corruptos, pois são os “seus” corruptos!
PS: O ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, parece ter aceitado a delação premiada e deve colocar a boca no trombone. Dizem que tem relação com mais de cem deputados, e que atingiria gente bem próxima da presidente. Ele mesmo teria dito antes que, se abrisse a boca, não haveria eleição. Que fale! Que entregue todos! Mesmo que centenas de políticos tenham de ser investigados. O Brasil precisa, urgentemente, de uma limpeza geral.

PAULO EDUARDO MARTINS: Dilma engana os CRISTÃOS, fazendo-os de OTÁRIOS, já que, juntamente com o PT, objetiva destruí-los!

VERGONHA NACIONAL: Sabatina de Dilma com Professor Girafales

VERGONHA: Dilma finge fazer macarrão em propaganda política










O que não faltava nesta quarta-feira no Palácio do Planalto era comentário sobre o trecho do programa eleitoral da presidente Dilma Rousseff no qual aparece preparando um macarrão. A cena foi pensada com o objetivo de humanizar a presidente na estreia da campanha na TV.

De um lado, havia quem brincasse que só mesmo vendo para acreditar que a presidente vai com frequência para a cozinha no Palácio da Alvorada.

Do outro, disparavam que Dilma talvez devesse aproveitar o amplo tempo de televisão que tem para passar a receita completa do prato.



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