A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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segunda-feira, dezembro 22, 2014

UCHO HADDAD: Petista Fernando Pimentel pode perder o diploma de governador eleito de Minas Gerais





Pedra no caminho – Companheiro de armas de Dilma Rousseff e ex-ministro do Desenvolvimento,Fernando Pimentel será diplomado como governador eleito de Minais Gerais na tarde de sexta-feira (19), mas o petista chegará ao Tribunal Regional Eleitoral com pelo um problema na bagagem. Nesta quinta-feira (18), a Procuradoria Regional Eleitoral de Minas ingressou com ação em que pede a cassação do diploma de Pimentel (PT) e do seu vice, Antônio Andrade (PMDB), além da inelegibilidade de ambos.

O pedido da Procuradoria Eleitoral está baseado na reprovação das contas do governador eleito pela Justiça Eleitoral. Na última semana, por 4 votos a 2, os juízes rejeitaram as contas e aplicaram multa de R$ 50,8 milhões.

A Justiça Eleitoral entendeu como erro insanável o fato de a campanha do petista ter extrapolado em R$ 10,17 milhões os gastos, enquanto o valor informado era de R$ 41 milhões.

A reprovação das contas de campanha não configura impeditivo para a diplomação e a consequente posse, mas Fernando Pimentel assume o governo de Minas em 1º de janeiro próximo ciente de que poderá ser alvo de ações judiciais de cassação de mandato e inelegibilidade, como determina de forma clara a legislação eleitoral vigente.

Na ação protocolada nesta quinta, o procurador regional eleitoral Patrick Salgado afirma que a campanha de Pimentel praticou “inaceitável abuso de poder econômico” ao avançar sobre o limite de gastos apresentado e adotado “método dúbio de realização de despesas”.

A campanha do petista alega que as despesas ficaram em R$ 41,1 milhões, sendo que o alegado excedente de R$ 10,17 não seria gasto, mas mera transferência para o comitê financeiro único do Partido dos Trabalhadores, por tanto não deveria ser considerado como nova despesa.

A Procuradoria Eleitoral de Minas classificou como “incompreensível método de realização de despesa” o fato de o comitê único do PT também ter transferido recursos para o candidato. O recurso de Pimentel foi apresentado no próprio TRE-MG e em caso de nova derrota o governador eleito poderá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os candidatos precisam deixar de hipocrisia e a Justiça Eleitoral há muito deveria ter aberto os olhos para a realidade dos fatos, pois campanhas políticas ultrapassam em muito os valores declarados. Acreditar que Fernando Pimentel gastou apenas R$ 41 milhões para conquistar o governo de Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do País, é no mínimo abraçar a tolice.

É importante destacar que com os mesmos R$ 41 milhões informados ao TRE-MG, como gastos de campanha, Pimentel não conseguiria se eleger prefeito de Belo Horizonte. Vale destacar que a campanha que deu ao candidato petista o direito de decidir os destinos dos mineiros custou de fato muito mais de R$ 100 milhões. E que ninguém duvide disso, pois a campanha de Dilma Rousseff pela reeleição torrou perto de R$ 1 bilhão, valor que nem mesmo em sonho será informado ao Tribunal Superior Eleitoral.


Fonte: Ucho.info

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