A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quinta-feira, outubro 30, 2014

JORGE OLIVEIRA: CONSELHOS À MODA CUBANA CRIARIAM UM EXÉRCITO DE DEDOS DUROS




A Dilma nem bem comemorou a vitória e já levou um chega pra lá na Câmara dos Deputados quando teve rejeitado o decreto presidencial que criaria os conselhos populares, núcleos, a exemplo dos que já existem em Cuba e na Venezuela, para vigiar vizinhos e manter o governo informado sobre prováveis conspirações. Além disso, teve que recuar da proposta de tentar fazer a reforma política por plebiscito quando levou outro chega pra lá do Renan Calheiros, presidente do Senado, que sugeriu fazer um referendo à população depois que as reformas forem discutidas e votadas no Congresso Nacional, local adequado para esse embate.

É assim que o Brasil vai caminhar nesses mais quatro anos sob o comando de uma presidente desinformada, desarticulada e fantoche do Lula que passa a exercer de fato o seu quarto mandato sem precisar ser votado. A Dilma é uma pessoa confusa, não consegue concluir um raciocínio, e quando sai do script é um Deus nos acuda. Veja o que ela disse no discurso que festejou a vitória: “Meu compromisso, como ficou claro (sic) durante toda a campanha, é deflagrar essa reforma. Que deve ser realizada por meio de consulta popular. Como instrumento dessa consulta, o plesbicito”.

Dois dias depois, ela jogou a proposta no lixo depois da reação do parlamento de que isso era atribuição do Congresso Nacional. Sem convicção no que diz, incapaz de sustentar uma proposta política mesmo que polêmica, a presidente recua levianamente do que acabara de propor aos brasileiros. Ao contrário do que Lula apregoou durante a campanha de que a palavra leviana remeteria a “prostituta” para acusar o Aécio de ofensa à mulher brasileira, leviana, segundo Aurélio Buarque de Holanda, “é sem seriedade, inconstante”. E é isso o que a presidente do Brasil é: uma pessoa sem certezas políticas, sem determinação e despreparada para a função que exerce.

Ao propor a criação dos conselhos populares, o que seria mais uma sinecura petista, a exemplo do que já acontece na Venezuela bolivariana e na Cuba dos irmãos Castro com os conselhos da revolução, Dilma, orientada por Lula, pretendia institucionalizar a deduragem no país. Seriam espalhados conselhos petistas no país que trabalhariam como linha auxiliar dos órgãos da administração direta e indireta na criação de estruturas de participação social, um eufemismo para disfarçar a verdadeira função desses núcleos. Como as indicações seriam feitas pelo próprio governo, pressupõem-se que esses cargos seriam ocupados por militantes que formariam um exército de dedos duros no Brasil. Ou seja, além do Bolsa Família, o PT também contaria com essas facções ideológicas para cooptarem votos numa eleição.

Não deu certo, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, traído por Lula na eleição do Rio Grande do Norte, magoado, botou o decreto da presidente em votação simbólica e o derrubou. E por que a Dilma não aceitou a sugestão do próprio Henrique de retirar o decreto e mandar a proposta por meio de projeto de lei? Ora, porque a presidente foi instruída pelos anti-lulistas que povoam o seu gabinete para se ver livre desse fardo “revolucionário” que, no fundo, ela também não aprovaria, mas foi obrigada a atender os desejos do “militante número um”, como ela se refere ao Lula. É assim que a Dilma pretende se livrar desses entulhos autoritários do companheiro Lula, mas com graves consequências à democracia incipiente do Brasil porque se trata de uma presidente sem autonomia e sem a envergadura para o cargo.

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