A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

quinta-feira, novembro 20, 2014

OPERAÇÃO CURINGA - O PT E A COMPRA DE VOTOS NO NORTE DE MINAS GERAIS: Deputados Reginaldo Lopes e Paulo Guedes são citados no relatório parcial da ação policial como possíveis beneficiados pelo esquema

Deputado federal Reginaldo Lopes e deputado estadual Paulo Guedes, do PT


Deputados Reginaldo Lopes e Paulo Guedes são citados em documentos da Operação Curinga


A operação foi deflagrada nesta terça-feira (18) pela Polícia Federal


Deflagrada na manhã desta terça-feira (18) pela Polícia Federal (PF) em Minas para coibir fraude na Previdência Social no Norte de Minas, a operação “Curinga” será desmembrada para investigar se candidatos da coligação do PT foram beneficiados na eleição de outubro.

Os nomes dos deputados Reginaldo Lopes, reeleito para Câmara Federal e cotado para ministro da Educação, e o deputado estadual Paulo Guedes, são citados no relatório parcial da ação policial como possíveis beneficiados pelo esquema montado dentro da prefeitura e da Câmara Municipal de Monte Azul.

De acordo com as investigações, benefícios previdenciários, materiais de construção, combustível e até dentaduras foram fornecidos para eleitores da região em troca de voto e suposto apoio político para deputados e candidatos da coligação do PT.

Além da Zona da Mata, o Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha, foram as regiões que a presidente reeleita, Dilma Rousseff obteve maior vantagem perante o tucano Aécio Neves, seu principal oponente.

Somente em Monte Azul Dilma obteve 76% dos votos da cidade, enquanto Aécio teve 14%.

O vice-prefeito de Monte Azul, Antônio Idalino Teixeira (PT), é um dos alvos da operação. Contra Idalino, foi expedido mandado de condução coercitiva, além de busca e apreensão em sua residência e na prefeitura.

Já o servidor do INSS da cidade de Espinosa, localizada a 40 Km de Monte Azul, e os vereadores Geraldo Moreira dos Anjos e Marineide Freitas Ferreira Silva foram presos temporariamente.

O vereador Francisco de Assis Gonçalves Dias foi conduzido para prestar depoimento e teve a casa vasculhada pelos federais.

Três secretários de Monte Azul também estão entre os investigados. São eles: Aurélia de Paula Santos (Educação), Vanessa dos Anjos Dias (Saúde) e Cássia Michele Gomes (Finanças). Para os três secretários, foi expedido mandado de condução coercitiva, além de busca e apreensão.

O presidente do sindicato dos trabalhadores rurais de Monte Azul, Antônio Tolintino, e seu secretário, Nilton Rodrigues Nunes, tiveram prisão temporária decretada.

Conforme as investigações, os investigados fraudavam processos de aposentadorias rurais por tempo de serviço e os benefícios eram concedidos a pessoas que não preenchiam os requisitos legais. Em troca, os suspeitos exigiam e recebiam vantagens indevidas e até mesmo apoio político na região, o que será apurado na segunda fase da operação Curinga.

Ao jornal Hoje em Dia, o deputado Paulo Guedes classificou a operação de factóide eleitoral, mas compromete-se a averiguar o assunto. “Se houve alguma irregularidade não tenho nada a ver com isso. Obtive 165 mil votos em todo estado. É impossível policiar todos os aliados no estado”, declarou. Procurado, o deputado Reginaldo Lopes não foi encontrado.

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