A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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sexta-feira, julho 02, 2004

Brasil e Etiópia pesquisam juntos o café descafeinado

Os pesquisadores brasileiros que descobriram três variedades de café arábica naturalmente descafeinado poderão fechar um acordo de pesquisa com parceiros etíopes. O contato entre a Ethiopian Agricultural Research Organization (Earo), uma entidade de pesquisa na área agrícola daquele país, com a Unicamp e o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), foi iniciado nesta semana. De acordo com Paulo Mazzafera, professor e pesquisador do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB/Unicamp), um dos responsáveis pela descoberta, o pesquisador etíope Tsedeke Abate quer conhecer mais detalhes da pesquisa brasileira e iniciar uma cooperação.
A sugestão do grupo de pesquisadores do Brasil é identificar quais as variedades do banco de germoplasma cada país possui, avaliar o teor de cafeína em variedades ainda não investigadas e posteriormente criar uma expedição para fazer novas coletas em áreas de floresta da Etiópia. Segundo Mazzafera, por enquanto, está descartada a transferência de material genético do Brasil à Etiópia. Todo banco pesquisado no Brasil pertence ao Instituto Agronômico de Campinas (IAC).
A descoberta brasileira, publicada na edição da semana passada da revista britânica "Nature", causou polêmica mundial. Um representante da Associação de Exportadores de Café da Etiópia sugere em entrevista à Agência Reuters que o material genético pesquisado teria sido retirado do país sem autorização do governo etíope. O membro da associação diz ainda que o anúncio da descoberta deveria ter sido informada ao governo do país.
"Acho isso um grande absurdo", diz Mazzafera. "O Brasil não foi o único a receber esse material. O banco de germoplasma foi colhido por uma delegação de pesquisadores coordenados numa expedição da FAO, órgão da ONU para alimentação e agricultura, em 1965". Além do Brasil, países como Índia, Tanzânia, Peru, Costa Rica e a Etiópia receberam o material , disse.
O professor apresentou documento que detalha a missão à Etiópia em 1964. Segundo o documento, o governo do país conhecia os objetivos da expedição e participou dela. O projeto teve o objetivo de colher variedades de café silvestres nas florestas daquele país, berço do café. O objetivo foi preservar material genético diante da ameaça de desmatamento. Para Mazzafera, o desmatamento pode ter extinto variedades de café hoje existentes no IAC.
Todo acervo plantado na Estação Experimental do IAC, em Campinas, derivou desta expedição. O material chegou ao Brasil em 1973. Depois de um período de quarentena, em Jundiaí, as plantas foram trazidas para Campinas.
O IAC e o Instituto de Biologia da Unicamp fizeram uma varredura em três mil plantas que formam este banco de germoplasma. A concentração mínima de cafeína foi observada em apenas três variedades que receberam os nomes de AC1, AC2 e AC3, em homenagem a um dos mais importantes pesquisadores de café Alcides Carvalho.

Fonte: Gazeta Mercantil

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