A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quarta-feira, março 12, 2014

SOCIEDADE MILITAR: Esclarecimentos Sobre “MILITARES REAGEM À PUNIÇÃO DE DILMA E CLIMA PIORA”

Esclarecimentos Sobre “MILITARES REAGEM À PUNIÇÃO DE DILMA E CLIMA PIORA”
 
Depois de responder dezenas de e-mails, uns questionando e outros nos informando sobre uma suposta punição contra oficiais generais que assinaram o “MANIFESTO À NAÇÃO”, a editoria da Revista Sociedade Militar, decidiu, em nome da verdade, postar abaixo uma nota de esclarecimento sobre o assunto.
 
No google encontra-se mais de 19.000 resultados em resposta à busca "militares reagem à punição de Dilma e clima piora", a notícia viralizou essa semana. Ocorre que essa informação foi originalmente publicada no Estadão em 3 de março de 2012. A nota do jornal informava sobre punição imposta a oficiais generais que manifestaram sua opinião em relação à recusa da Presidente em advertir ministras sobre declarações provocativas contra as forças armadas e contra a “despublicação” do manifesto interclubes, que versava sobre essa questão.
 
Na época Dilma tomou a decisão de puni-los depois de entender que os militares a criticaram publicamente por não censurar as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Secretaria de Políticas para as Mulheres). Inicialmente, o manifesto tinha 98 assinaturas. Logo em seguida, na manhã do dia da divulgação da decisão de punir os militares, o número subiu para 235, a tarde o número chegou a 386 adesões, entre eles 42 oficiais-generais, sendo dois deles ex-ministros do Superior Tribunal Militar.

O manifesto, a partir daí, engrossou rapidamente, pois todos os militares que desejavam aderir eram aceitos como signatários. Algumas semanas depois, a administração do site www.averdadesufocada.com, ligado ao coronel Brilhante Ustra, resolveu vetar a assinatura de suboficiais, sargentos e soldados. Segundo informações prestadas à Revista Sociedade Militar, estes não faziam parte do clube militar, por isso não tinham legitimidade para endossar uma crítica baseada no Manifesto Interclubes, pivot inicial da polêmica.
 
Depois da nota do Estadão o documento continuou engordando, mesmo sem as praças, hoje está novamente aberto para assinaturas e conta com mais de 120 nomes de oficiais generais da reserva e milhares de outras assinaturas, de oficiais de patentes inferiores, desembargadores, deputados etc.
 
Portanto, essa questão já tem dois anos e não tem mais cabimento ressuscitá-la à título de engrossar a quantidade de insatisfeitos com o governo atual. Não ha necessidade disso, corrupção generalizada, investimentos descabidos em outros países e assistencialismo eleitoreiro são motivos mais do que suficientes para gerar indignação na sociedade esclarecida desse país.
 

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