A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

quinta-feira, setembro 16, 2004

CONSULTA DA CNA COMPROVA: CRÉDITO RURAL É ESCASSO E DE DIFÍCIL ACESSO

As linhas de crédito rural com juro equalizado de 8,75% oferecidas pelo Governo são insuficientes para atender a demanda do setor agropecuário, e a falta de financiamento pode levar à redução do plantio na próxima safra. A conclusão foi obtida por meio de consulta do Projeto Conhecer da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizada entre julho e agosto, envolvendo respostas de 3.160 produtores rurais de todo o Brasil. O trabalho apurou que 86% dos produtores precisam recorrer a financiamentos para realizar o plantio e a comercialização da safra, mas são poucos os que têm acesso a crédito equalizado. Dos consultados, 62% conseguem menos da metade do que precisam para financiar a produção e acabam sendo obrigados a recorrer a linhas de financiamento com juros de mercado, mais caros. Essa escassez de crédito oficial desestimula a atividade agropecuária. Conforme apurou a consulta, 29% dos produtores pretendem reduzir a área plantada em relação à safra 2003/2004 caso não consigam financiamento com taxas equalizadas.
A CNA decidiu realizar a consulta aos produtores logo depois de o Governo anunciar o novo Plano Agrícola e Pecuário, em junho, quando foi divulgada a oferta de R$ 17,7 bilhões de crédito rural com juro equalizado para o novo ano agrícola, apenas 7,9% a mais que os R$ 16,4 bilhões do ano anterior. O presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, Macel Caixeta, alertou que o total de recursos era insuficiente para atender o setor, avaliação que foi corroborada com os resultados da consulta do Projeto Conhecer. O trabalho apurou que 62% dos produtores consultados financia menos do que metade do que o necessário a juro de 8,75% ao ano. Somente 10% têm acesso a mais de 90% dos recursos que precisam para custeio com crédito oficial.
“A consulta mostra como são importantes as linhas de financiamento com juros equalizados para a agropecuária. Fazer com que o setor trabalhe com linhas a juros de mercado pode levar a um novo ciclo de endividamento do setor”, diz o presidente da Comissão Nacional de Crédito Rural da CNA, Carlos Sperotto. Ele destaca que no novo Plano Agrícola houve forte elevação do volume de crédito com juros livres, somando R$ 11 bilhões, 121% a mais que os R$ 5 bilhões, no ano passado. Sperotto argumenta que crédito a juros livres já podia ser obtido normalmente no mercado, mas ressalta que as taxas são muitos elevadas, incompatíveis com a atividade agropecuária.
O trabalho do Projeto Conhecer verificou também quais são as linhas oficiais de financiamento mais procuradas pelos produtores. Em primeiro lugar está o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), solicitado por 42% dos consultados. Deste público, parcela de 49,02% teve o pedido de crédito negado pelos bancos. O Programa de Plantio Comercial de Florestas (Propflora), entretanto, teve o mais alto índice de recusa na concessão de crédito. Dos 65 produtores consultados que buscaram crédito do Propflora, 57 tiveram o pedido negado, ou seja, é uma taxa de insucesso de 87,69%. Conforme explicam os dirigentes da CNA, além de escassos os recursos do crédito rural, há ainda o problema do excesso de burocracia e demasiadas exigências dos bancos na liberação de financiamentos, prejudicando ainda mais o produtor.
A pesquisa completa do Projeto Conhecer está no site da CNA: www.cna.org.br.

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