Ouro Fino Saúde Animal apresenta técnicas de administração de produtos veterinários para controle sanitário de rebanho
A Ouro Fino Saúde Animal, unidade de negócio do Grupo Ouro Fino, demonstrará durante todos os dias de realização da Agrishow técnicas de aplicação de medicamentos em bovinos e eqüinos. É a primeira vez que a feira apresenta este tipo de dinâmica pecuária. As demonstrações acontecem na área de pecuária, em cinco horários diferentes, às 9, 11, 13, 15 e 17 horas, diariamente.
A apresentação ocorrerá em parceria com outras empresas participantes do evento, como a Lagoa da Serra, que mostrará ao público técnicas de inseminação artificial em bovinos. De acordo com o diretor técnico da Ouro Fino Saúde Animal, Luiz Fernando Hernandes Sampaio, as demonstrações da empresa terão duração de 20 minutos e serão feitas em animais contidos.
A empresa mostrará a forma correta de aplicar dois importantes produtos de sua linha, o Colosso Pour On, que atua no controle de carrapatos, bernes, moscas e sarnas em bovinos, e a Ivermectina Gel Composto, que combate parasitas internos e externos em eqüinos.
Luiz Fernando Hernandes Sampaio destaca que o público terá contato com técnicas seguras e práticas de aplicação de medicamentos. “Vamos mostrar e explicar, entre outros fatores, os cuidados com a dosagem do produto, manejo e aplicação”, informa o diretor técnico.
Sampaio explica que os dois medicamentos que serão utilizados na demonstração apresentam vantagens como ausência de trauma para o animal e praticidade para quem aplica. Em bovino de 50 kg, 50ml do Colosso Pour On aplicados no dorso do animal são suficientes para controlar os parasitas externos. Já a Ivermectina Gel Composto tem eficácia garantia, pois elimina os parasitas internos dos eqüinos, sendo aplicada por via oral. Devido à sua formulação especial, o medicamento adere à língua do animal, evitando desperdício.
Estande na Agrishow - O Grupo Ouro Fino apresenta em seu estande na Agrishow (nº 726-729) sua nova estrutura, que agora conta com cinco unidades de negócios, e novos produtos. Os visitantes também vão conhecer o projeto da nova fábrica da empresa e poderão visitá-la. O complexo industrial, que é um dos maiores e mais modernos da América Latina, está sendo construído às margens da rodovia Anhanguera, entre os municípios de Ribeirão Preto e Cravinhos.
São 125 mil metros quadrados que permitirão à empresa aumentar sua capacidade produtiva de forma programada para os próximos anos, além de gerar melhoria de qualidade de vida para os seus colaboradores. Estão sendo investidos US$ 15 milhões na construção da nova unidade, que deve ser concluída no segundo semestre de 2004. A expectativa da Ouro Fino é transferir toda sua produção para o local até 2005. O complexo industrial tem 25 mil metros quadrados de área construída.
Sobre o Grupo Ouro Fino - O Grupo Ouro Fino, 100% brasileiro, atua desde 1987, quando iniciou suas atividades na produção e comercialização de produtos farmacêuticos para saúde animal. Com instalações administrativas e produtivas em Ribeirão Preto (SP), Cravinhos (SP) e uma filial no México, o grupo é um dos principais exportadores do setor, atendendo a 24 países.
Em 2003, a empresa Ouro Fino cresceu 30% em relação ao ano anterior. O sucesso é resultado de um alto investimento no bom relacionamento com seus clientes, além da pesquisa e desenvolvimento de produtos, política de qualidade, valorização e qualificação de seus colaboradores. No total, a empresa conta com 320 funcionários internos e 120 externos.
A partir de 2004, a Ouro Fino foi reestruturada em cinco unidades de negócios, com a criação do Grupo Ouro Fino. A nova estrutura é resultado da política de dinamismo e agilidade adotada pela empresa. Com as novas unidades, a Ouro Fino amplia seu foco de atuação e passa a investir em mercados promissores, como o de sementes forrageiras e o de produtos para cuidados domésticos. www.ourofino.com
Com Texto – Comunicação e Marketing
Contato: Rodrigo de Souza Pinto e Kelly Figueiras
Telefone: (16) 97860136 / (16) 3911-5501
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sexta-feira, abril 23, 2004
BUNGE FERTILIZANTES APRESENTA SERVIÇOS E PRODUTOS DIFERENCIADOS DE SUAS MARCAS NA AGRISHOW RIBEIRÃO
A Bunge Fertilizantes, detentora das marcas Serrana, Manah, Ouro Verde, Iap e Serrana Nutrição Animal, estará presente na Agrishow 2004, que vai de 26/04 a 01/05, em Ribeirão Preto (SP). O Agrishow é o maior evento do setor de agribusiness da América Latina e um dos três mais importantes em todo o mundo.
No evento, a Bunge Fertilizantes estará apresentando em seu estande que terá formato original, as operações de extração, processamento e venda de fertilizantes. Será apresentado também um vídeo em três dimensões que permitirá uma visita virtual às unidades produtoras de fertilizantes, levando o visitante a uma experiência diferente, divertida e instrutiva sobre as atividades da empresa e sua interação com o agronegócio.
“Serrana, ao lado de quem produz”
Para que o produtor rural obtenha um aproveitamento mais racional e produtivo do solo, a Serrana fará demonstrações da agricultura de precisão, um moderno e eficiente sistema de aplicação de fertilizantes em solos com tecnologia GPS disponível no Brasil. Durante a demonstração será possível conhecer o Quadriciclo, equipamento que utiliza o GPS para fazer o mapeamento do solo, retirando amostras precisas para avaliação e indicação de aplicações específicas e uma máquina agrícola de última geração que possibilita a aplicação do fertilizante na quantidade certa e no local preciso, em taxas variáveis do adubo a uma velocidade muito maior que os equipamentos tradicionais. No estande estático, o visitante poderá interagir com a equipe Serrana e assistir a palestras sobre as soluções da marca para a melhor gestão do agronegócio.
“Com Manah adubando dá”
A Manah traz para a feira sua linha completa de adubos granulados complexos, em várias formulações para os diversos tipos de culturas e solos. A linha mais diferenciada é o Fosmag, produto exclusivo no mercado, com formulações de alta tecnologia que permitem trabalhar diferentes culturas (soja, milho, arroz, trigo, feijão, algodão, batatas, citros, hortaliças e pastagens) com fórmulas específicas, de acordo com as necessidades nutricionais de cada uma. Para o produtor, isto gera grãos mais pesados, raízes mais profundas e plantas mais resistentes, resultando em maior lucratividade e economia de tempo, segundo depoimentos de usuários e pesquisas especializadas. No estande, o visitante assistirá palestras sobre as técnicas mais inovadoras para a fertilidade do solo e também terá contato com a equipe Manah conhecida por colocar a agronomia em ação.
“Ouro Verde, mais vida à sua terra”
A marca Ouro Verde estará apresentando o Fosfato Reativo de ARAD, um dos três fosfatos naturais mais reativos comercializados no mundo atualmente. Estudos realizados no Brasil comprovam sua alta eficiência agronômica, uma vez que pode ser aplicado diretamente no solo, sem a necessidade de ataque ácido (processo químico). Os produtos da Ouro Verde são especialmente desenvolvidos para o avanço de técnicas de fertilidade do solo e são adequados, também, para a agricultura orgânica. Serão destaque também o Ourofós, uma linha diferenciada e exclusiva de NPK, que tem no fosfato reativo sua fonte principal de fósforo e oferece os nutrientes recomendados para cada cultura, e o Ouropasto, fertilizante desenvolvido especificamente para o pecuarista e que apresenta excelente resposta para a aplicação no plantio de pastagem.
“Iap, O Fertilizante do Pai”
A Iap apresentará toda a sua linha de produtos específicos desenvolvidos para as culturas de batata, feijão, pastagem, café, algodão e soja. Os fertilizantes da Linha Fertiap são formulados com base no tipo de solo e no clima da região em que o agricultor irá realizar seu plantio. O balanço equilibrado, entre os micro e macro nutrientes, a linha Fertiap oferece granulometria uniforme, o que facilita a regulagem da semeadora. O cálcio e o enxofre estão incluídos em todas a linha. Os produtos IAP oferecem atendimento diferenciado para o agricultor, com companheirismo e amizade característicos da marca. No estande, o visitante poderá assistir palestras sobre as bases da fertilização do solo.
Serrana Nutrição Animal
Um vídeo detalhando todo o processo de produção do Foscálcio, desde a extração da rocha fosfática - proveniente das jazidas de Cajati (SP), classificadas entre as mais puras do mundo - até a venda do suplemento aos produtores de sais minerais, rações e empresas integradas do setor de aves e suínos será uma das atrações da marca na feira.
A Serrana Nutrição Animal apresentará ainda o Fosfato Bicálcico - o Foscálcio, fonte de cálcio e fósforo indispensável para a nutrição animal. O Foscálcio é apresentado em duas concentrações de fósforo, com 18% nas formas físicas pó e microgranulada e com 20% de fósforo na forma microgranulada.
A linha Foscálcio, é composta por suplementos alimentares minerais para a pecuária (aves, bovinos e suínos), e é produzida nas unidades industriais da Bunge Fertilizantes em Cajati (ao lado da mina) e Boituva (SP). A marca é líder do mercado do complemento mineral na América Latina.
A Bunge Fertilizantes é a maior produtora de fertilizantes da América Latina. Junto com a Bunge Alimentos, maior empresa brasileira de agronegócio, integram a Bunge Brasil, holding brasileira da Bunge Limited, organização que nasceu em 1818 e está presente no País desde 1905.
CL-A Comunicações
(11) 3082-3977 - fax (11) 3082-4066
Paulo Damião (ramal 27) paulo@cl-a.com
Fernanda Zanichelli (ramal 31) fernanda@cl-a.com
No evento, a Bunge Fertilizantes estará apresentando em seu estande que terá formato original, as operações de extração, processamento e venda de fertilizantes. Será apresentado também um vídeo em três dimensões que permitirá uma visita virtual às unidades produtoras de fertilizantes, levando o visitante a uma experiência diferente, divertida e instrutiva sobre as atividades da empresa e sua interação com o agronegócio.
“Serrana, ao lado de quem produz”
Para que o produtor rural obtenha um aproveitamento mais racional e produtivo do solo, a Serrana fará demonstrações da agricultura de precisão, um moderno e eficiente sistema de aplicação de fertilizantes em solos com tecnologia GPS disponível no Brasil. Durante a demonstração será possível conhecer o Quadriciclo, equipamento que utiliza o GPS para fazer o mapeamento do solo, retirando amostras precisas para avaliação e indicação de aplicações específicas e uma máquina agrícola de última geração que possibilita a aplicação do fertilizante na quantidade certa e no local preciso, em taxas variáveis do adubo a uma velocidade muito maior que os equipamentos tradicionais. No estande estático, o visitante poderá interagir com a equipe Serrana e assistir a palestras sobre as soluções da marca para a melhor gestão do agronegócio.
“Com Manah adubando dá”
A Manah traz para a feira sua linha completa de adubos granulados complexos, em várias formulações para os diversos tipos de culturas e solos. A linha mais diferenciada é o Fosmag, produto exclusivo no mercado, com formulações de alta tecnologia que permitem trabalhar diferentes culturas (soja, milho, arroz, trigo, feijão, algodão, batatas, citros, hortaliças e pastagens) com fórmulas específicas, de acordo com as necessidades nutricionais de cada uma. Para o produtor, isto gera grãos mais pesados, raízes mais profundas e plantas mais resistentes, resultando em maior lucratividade e economia de tempo, segundo depoimentos de usuários e pesquisas especializadas. No estande, o visitante assistirá palestras sobre as técnicas mais inovadoras para a fertilidade do solo e também terá contato com a equipe Manah conhecida por colocar a agronomia em ação.
“Ouro Verde, mais vida à sua terra”
A marca Ouro Verde estará apresentando o Fosfato Reativo de ARAD, um dos três fosfatos naturais mais reativos comercializados no mundo atualmente. Estudos realizados no Brasil comprovam sua alta eficiência agronômica, uma vez que pode ser aplicado diretamente no solo, sem a necessidade de ataque ácido (processo químico). Os produtos da Ouro Verde são especialmente desenvolvidos para o avanço de técnicas de fertilidade do solo e são adequados, também, para a agricultura orgânica. Serão destaque também o Ourofós, uma linha diferenciada e exclusiva de NPK, que tem no fosfato reativo sua fonte principal de fósforo e oferece os nutrientes recomendados para cada cultura, e o Ouropasto, fertilizante desenvolvido especificamente para o pecuarista e que apresenta excelente resposta para a aplicação no plantio de pastagem.
“Iap, O Fertilizante do Pai”
A Iap apresentará toda a sua linha de produtos específicos desenvolvidos para as culturas de batata, feijão, pastagem, café, algodão e soja. Os fertilizantes da Linha Fertiap são formulados com base no tipo de solo e no clima da região em que o agricultor irá realizar seu plantio. O balanço equilibrado, entre os micro e macro nutrientes, a linha Fertiap oferece granulometria uniforme, o que facilita a regulagem da semeadora. O cálcio e o enxofre estão incluídos em todas a linha. Os produtos IAP oferecem atendimento diferenciado para o agricultor, com companheirismo e amizade característicos da marca. No estande, o visitante poderá assistir palestras sobre as bases da fertilização do solo.
Serrana Nutrição Animal
Um vídeo detalhando todo o processo de produção do Foscálcio, desde a extração da rocha fosfática - proveniente das jazidas de Cajati (SP), classificadas entre as mais puras do mundo - até a venda do suplemento aos produtores de sais minerais, rações e empresas integradas do setor de aves e suínos será uma das atrações da marca na feira.
A Serrana Nutrição Animal apresentará ainda o Fosfato Bicálcico - o Foscálcio, fonte de cálcio e fósforo indispensável para a nutrição animal. O Foscálcio é apresentado em duas concentrações de fósforo, com 18% nas formas físicas pó e microgranulada e com 20% de fósforo na forma microgranulada.
A linha Foscálcio, é composta por suplementos alimentares minerais para a pecuária (aves, bovinos e suínos), e é produzida nas unidades industriais da Bunge Fertilizantes em Cajati (ao lado da mina) e Boituva (SP). A marca é líder do mercado do complemento mineral na América Latina.
A Bunge Fertilizantes é a maior produtora de fertilizantes da América Latina. Junto com a Bunge Alimentos, maior empresa brasileira de agronegócio, integram a Bunge Brasil, holding brasileira da Bunge Limited, organização que nasceu em 1818 e está presente no País desde 1905.
CL-A Comunicações
(11) 3082-3977 - fax (11) 3082-4066
Paulo Damião (ramal 27) paulo@cl-a.com
Fernanda Zanichelli (ramal 31) fernanda@cl-a.com
quinta-feira, abril 22, 2004
BARDAHL MOSTRA PRODUTOS DA LINHA AGRÍCOLA NA AGRISHOW RIBEIRÃO PRETO
Evento, que é um dos três maiores do segmento no mundo, acontece entre 26 de abril e 1o de maio reunindo 600 expositores
A Bardahl, líder do mercado brasileiro de aditivos automotivos e que comemora 50 anos de Brasil em 2004, participará pela segunda vez da Agrishow Ribeirão Preto, um dos três maiores do segmento no mundo, que acontece entre os dias 26 de abril e 1o de maio no Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro Leste, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Esta é a 11a edição da feira, que reunirá 600 expositores e é considerada o termômetro do agronegócio brasileiro.
No evento, a empresa fará demonstrações dos produtos de sua linha agrícola, lançada recentemente no mercado brasileiro, para proteger tratores, colheitadeiras e implementos agrícolas da corrosão. Esta linha, juntamente com a náutica (outra novidade da Bardahl), deverá ser responsável por cerca de 15% do crescimento da companhia este ano. Em 2003, a Bardahl faturou R$ 60 milhões e espera que este número chegue à casa dos R$ 72 milhões até dezembro.
De acordo com Nelson Schenini Moreira, diretor executivo da Bardahl, a entrada da empresa nestes mercados ratifica o pioneirismo que sempre foi a marca da Bardahl no segmento automotivo nestas cinco décadas de atuação no Brasil. “No segundo semestre de 2003, implantamos um plano de testes dos novos produtos, finalizado em dezembro. Os estados de São Paulo e Mato Grosso foram palco destes testes e os resultados foram bastante positivos”, explica.
Ainda segundo Nelson, este novo mercado passou a ter uma importância estratégica para a Bardahl, pois há uma carência de produtos específicos para este nicho. “O Brasil é um país de indiscutível potencial agrícola. Basta ver os sucessivos recordes de produção de grãos nos últimos anos”, lembra. “Vale ressaltar também que não estamos apenas colocando bons produtos para o homem do campo, mas fazendo um trabalho de conscientização da importância do uso de protetivos, aditivos, lubrificantes e graxas para manter os equipamentos funcionando bem e por mais tempo. Tratores e colheitadeiras têm um alto custo e, se bem conservados, duram mais e diminuem os custos de manutenção do produtor rural”.
Na Agrishow Ribeirão Preto, a Bardahl terá um estande de 150 metros quadrados. Em seu espaço, a empresa fará demonstrações dos produtos Agrolub (lubrificante especial para correntes de implementos), Agroprotetivo 200 (protetivo especial), B-12 Turbo (aditivo para motores diesel e turbinados) e Max Diesel (aditivo de combustível para motores a diesel). Os dois últimos são da linha automotiva da Bardahl, mas podem ser usados em quaisquer motores diesel.
Em 2004, a Bardahl planeja várias ações de marketing para consolidar sua atuação na área agrícola, que incluem a participação em dias de campo e grandes eventos do setor. A empresa esteve na Agrishow Comigo, de 30 de março a 3 de abril em Rio Verde/GO, e na Agrishow Cerrado, entre 13 e 17 deste mês em Rondonópolis/MT.
“Espírito jovem”
A Bardahl comemora 50 anos de Brasil em 2004 com “espírito jovem”. A empresa vem se destacando pela alta qualidade de seus produtos e pela filosofia de inovar sempre em todas as áreas em que fabrica aditivos, óleos, graxas e outros produtos. Além das áreas automotiva, náutica e agrícola, há a linha industrial, que abrange os segmentos têxtil, metalúrgico, gráfico, alimentício e de uso doméstico.
Com uma linha formada por 130 itens, a Bardahl possui 18 distribuidores espalhados por todo o Brasil e um total de 500 funcionários; destes, 350 ficam na fábrica da empresa em Cajamar, na Grande São Paulo, que tem 40 mil metros quadrados de área total. Por ocasião de seus 50 anos no país, a Bardahl investirá em marketing de 4 a 5% de seu faturamento. Entre as ações definidas pela empresa, estão o patrocínio de pilotos (Giuliano Losacco, da Stock Car, e Daniel Serra, da F-Renault), eventos esportivos (entre eles, os raids e passeios organizados pelo Jeep Clube do Brasil), a participação em feiras como a Adventure Fair, Salão do Automóvel e São Paulo Boat Show e anúncios em veículos especializados dos quatro segmentos em que a Bardahl atua.
Mais informações sobre a Bardahl e seus produtos podem ser obtidas no site: www.promax.bardahl.com.br
Paulo Ferro (Mtb. 23.190) / Doro Jr. (Mtb. 13.209)
E-mail: paulo@zdl.com.br
A Bardahl, líder do mercado brasileiro de aditivos automotivos e que comemora 50 anos de Brasil em 2004, participará pela segunda vez da Agrishow Ribeirão Preto, um dos três maiores do segmento no mundo, que acontece entre os dias 26 de abril e 1o de maio no Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro Leste, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Esta é a 11a edição da feira, que reunirá 600 expositores e é considerada o termômetro do agronegócio brasileiro.
No evento, a empresa fará demonstrações dos produtos de sua linha agrícola, lançada recentemente no mercado brasileiro, para proteger tratores, colheitadeiras e implementos agrícolas da corrosão. Esta linha, juntamente com a náutica (outra novidade da Bardahl), deverá ser responsável por cerca de 15% do crescimento da companhia este ano. Em 2003, a Bardahl faturou R$ 60 milhões e espera que este número chegue à casa dos R$ 72 milhões até dezembro.
De acordo com Nelson Schenini Moreira, diretor executivo da Bardahl, a entrada da empresa nestes mercados ratifica o pioneirismo que sempre foi a marca da Bardahl no segmento automotivo nestas cinco décadas de atuação no Brasil. “No segundo semestre de 2003, implantamos um plano de testes dos novos produtos, finalizado em dezembro. Os estados de São Paulo e Mato Grosso foram palco destes testes e os resultados foram bastante positivos”, explica.
Ainda segundo Nelson, este novo mercado passou a ter uma importância estratégica para a Bardahl, pois há uma carência de produtos específicos para este nicho. “O Brasil é um país de indiscutível potencial agrícola. Basta ver os sucessivos recordes de produção de grãos nos últimos anos”, lembra. “Vale ressaltar também que não estamos apenas colocando bons produtos para o homem do campo, mas fazendo um trabalho de conscientização da importância do uso de protetivos, aditivos, lubrificantes e graxas para manter os equipamentos funcionando bem e por mais tempo. Tratores e colheitadeiras têm um alto custo e, se bem conservados, duram mais e diminuem os custos de manutenção do produtor rural”.
Na Agrishow Ribeirão Preto, a Bardahl terá um estande de 150 metros quadrados. Em seu espaço, a empresa fará demonstrações dos produtos Agrolub (lubrificante especial para correntes de implementos), Agroprotetivo 200 (protetivo especial), B-12 Turbo (aditivo para motores diesel e turbinados) e Max Diesel (aditivo de combustível para motores a diesel). Os dois últimos são da linha automotiva da Bardahl, mas podem ser usados em quaisquer motores diesel.
Em 2004, a Bardahl planeja várias ações de marketing para consolidar sua atuação na área agrícola, que incluem a participação em dias de campo e grandes eventos do setor. A empresa esteve na Agrishow Comigo, de 30 de março a 3 de abril em Rio Verde/GO, e na Agrishow Cerrado, entre 13 e 17 deste mês em Rondonópolis/MT.
“Espírito jovem”
A Bardahl comemora 50 anos de Brasil em 2004 com “espírito jovem”. A empresa vem se destacando pela alta qualidade de seus produtos e pela filosofia de inovar sempre em todas as áreas em que fabrica aditivos, óleos, graxas e outros produtos. Além das áreas automotiva, náutica e agrícola, há a linha industrial, que abrange os segmentos têxtil, metalúrgico, gráfico, alimentício e de uso doméstico.
Com uma linha formada por 130 itens, a Bardahl possui 18 distribuidores espalhados por todo o Brasil e um total de 500 funcionários; destes, 350 ficam na fábrica da empresa em Cajamar, na Grande São Paulo, que tem 40 mil metros quadrados de área total. Por ocasião de seus 50 anos no país, a Bardahl investirá em marketing de 4 a 5% de seu faturamento. Entre as ações definidas pela empresa, estão o patrocínio de pilotos (Giuliano Losacco, da Stock Car, e Daniel Serra, da F-Renault), eventos esportivos (entre eles, os raids e passeios organizados pelo Jeep Clube do Brasil), a participação em feiras como a Adventure Fair, Salão do Automóvel e São Paulo Boat Show e anúncios em veículos especializados dos quatro segmentos em que a Bardahl atua.
Mais informações sobre a Bardahl e seus produtos podem ser obtidas no site: www.promax.bardahl.com.br
Paulo Ferro (Mtb. 23.190) / Doro Jr. (Mtb. 13.209)
E-mail: paulo@zdl.com.br
Termina seqüenciamento do Genoma Café
Em mais uma grande conquista da ciência brasileira, a primeira fase do projeto de seqüenciamento do genoma do café arábica foi completada pelos cientistas que participam da pesquisa.
“Chegou-se à conclusão de que as 155 mil seqüências de genes obtidas reúnem informações científicas suficientes para um eventual melhoramento da planta. Por isso, o seqüenciamento foi encerrado”, disse o cientista Carlos Colombo, coordenador do Genoma Café em São Paulo, à Agência FAPESP
O Projeto Genoma EST-Café é resultado de uma parceria entre a FAPESP e um consórcio formado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e outras instituições de pesquisa.
O seqüenciamento foi conduzido por cientistas ligados ao Genomas Agronômicos e Ambientais (AEG), da FAPESP, e ao Centro Nacional de Recursos Genéticos (Cenargen), da Embrapa.
A partir de uma análise inicial dos dados gerados ao longo de 2003, Colombo, também pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas, afirmou que a riqueza do material é muito grande. “São praticamente 25 mil genes com grande potencial. Muitas teses certamente serão geradas a partir desse processo”, disse.
Por enquanto, as 100 mil seqüências geradas em São Paulo e as 55 mil feitas pelos pesquisadores da Embrapa, estão em bancos de dados separados. O próximo passo do projeto, que deverá ocorrer nas próximas semanas, será unir todas as informações num único lugar. “Todos os dados serão intercambiados”, explica Colombo.
“Agora, iremos convocar os interessados em participar da fase de análise funcional das seqüências geradas”, disse o coordenador do Genoma Café em São Paulo. Nessa fase serão identificadas as funções dos genes mapeados.
Os cientistas paulistas devem se reunir entre o final de abril e o início de maio para discutir os resultados do seqüenciamento e preparar as próximas pesquisas sobre o melhoramento genético do café, que devem ser desencadeadas nas fases seguintes.
Depois das análises funcionais, a expectativa dos cientistas é que sejam desenvolvidas plantas de café mais resistentes a doenças e também grãos com uma qualidade melhor ao consumidor. O café é um dos principais produtos da agricultura paulista, ao lado da laranja e da cana-de-açúcar. É o quinto produto mais exportado pelo país. A área cultivada no país é de cerca de 2,7 milhões de hectares.
“O Projeto Genoma EST-Café é um orgulho para a ciência brasileira. Isso prova mais uma vez que temos o domínio da tecnologia de seqüenciamento de genomas”, disse Antônio de Pádua Nacif, gerente geral da Embrapa Café.
Fonte: Agência FAPESP
“Chegou-se à conclusão de que as 155 mil seqüências de genes obtidas reúnem informações científicas suficientes para um eventual melhoramento da planta. Por isso, o seqüenciamento foi encerrado”, disse o cientista Carlos Colombo, coordenador do Genoma Café em São Paulo, à Agência FAPESP
O Projeto Genoma EST-Café é resultado de uma parceria entre a FAPESP e um consórcio formado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e outras instituições de pesquisa.
O seqüenciamento foi conduzido por cientistas ligados ao Genomas Agronômicos e Ambientais (AEG), da FAPESP, e ao Centro Nacional de Recursos Genéticos (Cenargen), da Embrapa.
A partir de uma análise inicial dos dados gerados ao longo de 2003, Colombo, também pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas, afirmou que a riqueza do material é muito grande. “São praticamente 25 mil genes com grande potencial. Muitas teses certamente serão geradas a partir desse processo”, disse.
Por enquanto, as 100 mil seqüências geradas em São Paulo e as 55 mil feitas pelos pesquisadores da Embrapa, estão em bancos de dados separados. O próximo passo do projeto, que deverá ocorrer nas próximas semanas, será unir todas as informações num único lugar. “Todos os dados serão intercambiados”, explica Colombo.
“Agora, iremos convocar os interessados em participar da fase de análise funcional das seqüências geradas”, disse o coordenador do Genoma Café em São Paulo. Nessa fase serão identificadas as funções dos genes mapeados.
Os cientistas paulistas devem se reunir entre o final de abril e o início de maio para discutir os resultados do seqüenciamento e preparar as próximas pesquisas sobre o melhoramento genético do café, que devem ser desencadeadas nas fases seguintes.
Depois das análises funcionais, a expectativa dos cientistas é que sejam desenvolvidas plantas de café mais resistentes a doenças e também grãos com uma qualidade melhor ao consumidor. O café é um dos principais produtos da agricultura paulista, ao lado da laranja e da cana-de-açúcar. É o quinto produto mais exportado pelo país. A área cultivada no país é de cerca de 2,7 milhões de hectares.
“O Projeto Genoma EST-Café é um orgulho para a ciência brasileira. Isso prova mais uma vez que temos o domínio da tecnologia de seqüenciamento de genomas”, disse Antônio de Pádua Nacif, gerente geral da Embrapa Café.
Fonte: Agência FAPESP
Projeto inova ao criar plantas em antigo lixão no Paraná
O local que serviu para receber todo o lixo proveniente da população de Campo Mourão (PR), durante cerca de 30 anos, começa a ser recuperado graças a um projeto científico desenvolvido por dois formandos do curso de Tecnologia Ambiental do Cefet - Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná. Considerado ecologicamente “morto” devido aos resíduos inorgânicos, parte do lixão poderá se transformar em um bosque, se o projeto vingar.
Além de serem plantadas em um local inusitado, as 1,2 mil mudas receberam adubação com lodo de esgoto doméstico proveniente das duas estações de tratamento da Sanepar. A conjugação dos dois fatores – uso do lixão com adubo de esgoto – valeu ao trabalho um lugar entre os finalistas do prêmio Superecologia, concurso promovido pela revista Superinteressante, da Editora Abril. Além dele, outro trabalho paranaense, de Cascavel, concorre ao prêmio em outra categoria.
O lodo de esgoto está garantindo o desenvolvimento das plantas. “Pouco a pouco, a vida está voltando ao local”, diz Marcelo Galeazzi Caxambu, professor orientador do estudo.
Os acadêmicos Nílson André Toneti e Roberto Ragazzi, ambos de 36 anos, desenvolveram a idéia a partir de sua experiência profissional. Toneti trabalha há seis anos como fiscal ambiental da prefeitura de Campo Mourão e Ragazzi atua há 13 anos na área comercial da Sanepar.
O primeiro se preocupava com a degradação da área que abrigava o antigo lixão da cidade. O segundo pensava em alternativas para lidar com o lodo de esgoto da empresa em que trabalha. Os dois decidiram associar as idéias e arquitetaram o projeto.
Mesmo com poucos recursos – eles receberam R$ 1 mil – , os formandos estão conseguindo bons resultados. “Trata-se de uma nova idéia. Talvez seja por essa razão a repercussão de nosso trabalho”, diz Toneti. A inovação decorre do emprego do lodo de esgoto (que normalmente é um problema para as estações de tratamento da Sanepar) nas covas onde são plantadas as mudas.
As plantas começaram a ser plantadas em 2003. Hoje já se observa um bom desenvolvimento da maioria delas. A quebra de 19,74% é considerada normal. “Quanto mais lodo de esgoto, melhor está sendo o crescimento das espécies”, diz Ragazzi. Os pesquisadores estão analisando o desenvolvimento das plantas. Após seu crescimento, eles vão verificar a fixação ao solo. Dependendo dos resultados, o bosque poderá ser ampliado. “Em alguns locais, temos até três metros de profundidade repleto de lixo doméstico. Ainda não sabemos como as mudas vão se comportar.”
Mesmo em meio a pneus, sapatos velhos, restos de tijolos e, até embalagens de produtos agrotóxicos, o atual estágio de desenvolvimento das plantas começam a dar uma nova vida ao local.
De acordo com o orientador do projeto, caso as árvores se desenvolvam e, conseqüentemente, formem um bosque, a idéia poderá ser uma alternativa para 60% dos municípios brasileiros, que ainda continuam com lixões a céu aberto. “Quem sabe não está aqui a solução para a recuperação de áreas degradadas em todo o país”, disse.
Fonte: Gazeta do Povo
Além de serem plantadas em um local inusitado, as 1,2 mil mudas receberam adubação com lodo de esgoto doméstico proveniente das duas estações de tratamento da Sanepar. A conjugação dos dois fatores – uso do lixão com adubo de esgoto – valeu ao trabalho um lugar entre os finalistas do prêmio Superecologia, concurso promovido pela revista Superinteressante, da Editora Abril. Além dele, outro trabalho paranaense, de Cascavel, concorre ao prêmio em outra categoria.
O lodo de esgoto está garantindo o desenvolvimento das plantas. “Pouco a pouco, a vida está voltando ao local”, diz Marcelo Galeazzi Caxambu, professor orientador do estudo.
Os acadêmicos Nílson André Toneti e Roberto Ragazzi, ambos de 36 anos, desenvolveram a idéia a partir de sua experiência profissional. Toneti trabalha há seis anos como fiscal ambiental da prefeitura de Campo Mourão e Ragazzi atua há 13 anos na área comercial da Sanepar.
O primeiro se preocupava com a degradação da área que abrigava o antigo lixão da cidade. O segundo pensava em alternativas para lidar com o lodo de esgoto da empresa em que trabalha. Os dois decidiram associar as idéias e arquitetaram o projeto.
Mesmo com poucos recursos – eles receberam R$ 1 mil – , os formandos estão conseguindo bons resultados. “Trata-se de uma nova idéia. Talvez seja por essa razão a repercussão de nosso trabalho”, diz Toneti. A inovação decorre do emprego do lodo de esgoto (que normalmente é um problema para as estações de tratamento da Sanepar) nas covas onde são plantadas as mudas.
As plantas começaram a ser plantadas em 2003. Hoje já se observa um bom desenvolvimento da maioria delas. A quebra de 19,74% é considerada normal. “Quanto mais lodo de esgoto, melhor está sendo o crescimento das espécies”, diz Ragazzi. Os pesquisadores estão analisando o desenvolvimento das plantas. Após seu crescimento, eles vão verificar a fixação ao solo. Dependendo dos resultados, o bosque poderá ser ampliado. “Em alguns locais, temos até três metros de profundidade repleto de lixo doméstico. Ainda não sabemos como as mudas vão se comportar.”
Mesmo em meio a pneus, sapatos velhos, restos de tijolos e, até embalagens de produtos agrotóxicos, o atual estágio de desenvolvimento das plantas começam a dar uma nova vida ao local.
De acordo com o orientador do projeto, caso as árvores se desenvolvam e, conseqüentemente, formem um bosque, a idéia poderá ser uma alternativa para 60% dos municípios brasileiros, que ainda continuam com lixões a céu aberto. “Quem sabe não está aqui a solução para a recuperação de áreas degradadas em todo o país”, disse.
Fonte: Gazeta do Povo
Greenpeace faz inspeção em navio suspeito de carregar soja transgênica no RS
Ativistas do Greenpeace realizaram na terça-feira (20) uma inspeção de biossegurança no navio Saturn V, no porto de Rio Grande (RS). O barco está sendo carregado no terminal da empresa Bianchini com soja suspeita de ser geneticamente modificada, que está sendo exportada para Coréia de Sul. A organização ambientalista pretende solicitar a documentação sobre a origem da carga, que pela legislação nacional e internacional deve ser identificada como transgênica ou não transgênica. A atividade é o marco inicial da expedição do navio Arctic Sunrise no Brasil, intitulada “Brasil melhor sem transgênicos”.
“A falta de identificação desrespeita o direito do consumidor brasileiro e de todo o mundo de saber o que está consumindo”, disse a coordenadora da Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace, Mariana Paoli.
A grande maioria da soja geneticamente modificada plantada no Brasil está concentrada no Rio Grande do Sul. Embora as legislações brasileira e internacional sejam bem claras quanto à exigência de rotulagem, muitas vezes essa determinação não é respeitada pelas empresas ou fiscalizada pelos governos. Segundo as leis, a rotulagem deve ser garantida em todas as etapas da cadeia produtiva, desde a plantação até o produto final. A falta de identificação desrespeita igualmente o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, acordo internacional já ratificado pelo Brasil e por mais 90 países, que exige identificação sobre transporte de transgênicos entre os países.
Fonte: Greenpeace
“A falta de identificação desrespeita o direito do consumidor brasileiro e de todo o mundo de saber o que está consumindo”, disse a coordenadora da Campanha de Engenharia Genética do Greenpeace, Mariana Paoli.
A grande maioria da soja geneticamente modificada plantada no Brasil está concentrada no Rio Grande do Sul. Embora as legislações brasileira e internacional sejam bem claras quanto à exigência de rotulagem, muitas vezes essa determinação não é respeitada pelas empresas ou fiscalizada pelos governos. Segundo as leis, a rotulagem deve ser garantida em todas as etapas da cadeia produtiva, desde a plantação até o produto final. A falta de identificação desrespeita igualmente o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança, acordo internacional já ratificado pelo Brasil e por mais 90 países, que exige identificação sobre transporte de transgênicos entre os países.
Fonte: Greenpeace
terça-feira, abril 20, 2004
SOJA TRANSGÊNICA NO RS
A Delegacia Federal da Agricultura coletou 108 amostras de soja na primeira semana de fiscalização sobre o registro e rotulagem de produtos geneticamente modificados comercializados no Rio Grande do Sul, entre os dias 12 e 16 deste mês. Nas 36 empresas processadoras, armazenadoras, cooperativas e indústrias de rações animais e alimentos visitadas foram detectados pelo menos dez casos suspeitos de irregularidades, informou ontem o delegado Francisco Signor.
Também foram fiscalizados 84 produtores, e entre eles, segundo o delegado, a ocorrência de problemas pode ser bem maior. Os fiscais da delegacia recolheram para análise a soja que não estava identificada como transgênica e mesmo produto com identificação, mas que eles julgaram necessário verificar se o produtor havia assinado o Termo de Ajustamento e Conduta (TAC) exigido pelo Ministério da Agricultura nesta safra 2003/04.
De acordo com Signor, em alguns casos os fiscais verificaram que a soja entrava na indústria registrada na nota fiscal como transgênica e depois saía processada sem a identificação. Noutras vezes, a situação era inversa: entrava como convencional e saía como transgênica. "Aí quebram-se os elos da cadeia de produção", afirmou o delegado.
Até agora ninguém foi multado no Estado. "Ainda não temos os laudos na mão e não queremos cometer injustiças", explicou. Em caso de irregularidade comprovada, a multa pode chegar a R$ 16,1 mil por ocorrência mais 15% por tonelada comercializada. As amostras estão sendo analisadas nos laboratórios do próprio ministério, em Porto Alegre, e da Embrapa, em Passo Fundo. Os primeiros resultados devem sair em duas semanas.
De acordo com informações de Francisco Signor, a soja transgênica que chega nas indústrias deve claramente ser identificada na nota fiscal. O mesmo ocorre quando o farelo é comercializado a granel para as fábricas de rações e depois, na venda ao consumidor, é necessária a rotulagem nas embalagens, explicou.
Segundo o delegado, dez equipes estão percorrendo as indústrias, as armazenadoras e as lavouras de soja. Nas fábricas de embutidos que utilizam proteína vegetal, os fiscais acompanham a produção. A intenção, afirmou Signor, é garantir que os consumidores possam comprar os produtos seguros de que a regulamentação da rotulagem está sendo comprida. A fiscalização prosseguirá até o fim da colheita.
Também foram fiscalizados 84 produtores, e entre eles, segundo o delegado, a ocorrência de problemas pode ser bem maior. Os fiscais da delegacia recolheram para análise a soja que não estava identificada como transgênica e mesmo produto com identificação, mas que eles julgaram necessário verificar se o produtor havia assinado o Termo de Ajustamento e Conduta (TAC) exigido pelo Ministério da Agricultura nesta safra 2003/04.
De acordo com Signor, em alguns casos os fiscais verificaram que a soja entrava na indústria registrada na nota fiscal como transgênica e depois saía processada sem a identificação. Noutras vezes, a situação era inversa: entrava como convencional e saía como transgênica. "Aí quebram-se os elos da cadeia de produção", afirmou o delegado.
Até agora ninguém foi multado no Estado. "Ainda não temos os laudos na mão e não queremos cometer injustiças", explicou. Em caso de irregularidade comprovada, a multa pode chegar a R$ 16,1 mil por ocorrência mais 15% por tonelada comercializada. As amostras estão sendo analisadas nos laboratórios do próprio ministério, em Porto Alegre, e da Embrapa, em Passo Fundo. Os primeiros resultados devem sair em duas semanas.
De acordo com informações de Francisco Signor, a soja transgênica que chega nas indústrias deve claramente ser identificada na nota fiscal. O mesmo ocorre quando o farelo é comercializado a granel para as fábricas de rações e depois, na venda ao consumidor, é necessária a rotulagem nas embalagens, explicou.
Segundo o delegado, dez equipes estão percorrendo as indústrias, as armazenadoras e as lavouras de soja. Nas fábricas de embutidos que utilizam proteína vegetal, os fiscais acompanham a produção. A intenção, afirmou Signor, é garantir que os consumidores possam comprar os produtos seguros de que a regulamentação da rotulagem está sendo comprida. A fiscalização prosseguirá até o fim da colheita.
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