A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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segunda-feira, dezembro 01, 2014

Alerta Total: Perspectivas de Mudança na Área Militar




Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Paulo Ricardo da Rocha Paiva


Dizem que "em time que está ganhando a gente não mexe". Eu particularmente, se fosse a "comandanta" em chefe, para não ter problemas na área militar, manteria os atuais comandantes singulares. Há que se considerar, todavia, dado o andar da carruagem e o grau de cooptação, não seria tão difícil encontrar, para este setor, vieses dos tipos "Brancaleone sem rumo", "Kamikase robô desfocado" e "dragão do mar a pique", tão ao gosto da atual governança.


No que se refere à minha caserna VO, algumas fontes têm se referido a possibilidades da qual, em absoluto não me surpreendo, devem estar sendo ventiladas pela politicalha comunopetista, de forma a prover a presidenta do "homem certo no lugar certo", para manter "tudo como dantes no quartel de Abrantes".


Em assim sendo, as elucubrações para o Exército, entre outras, passam pela grande ausência no episódio do dia 29 de março de 2012, na área do CML, quando os "velhos soldados", nossos antigos instrutores e comandantes, alguns veteranos da FEB, foram covardemente "escrachados" pela maré vermelha infame, à frente do Clube Militar, no Rio de Janeiro.


Passeiam também pela onisciência que, quando em Marabá, no mesmo ano de 2012, por ocasião da passagem de comando da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, não escapou às perguntas de um repórter sobre a precariedade da estrutura da Força Terrestre, denunciada nacionalmente pela imprensa, tendo respondido que as reportagens eram verdadeiras, mas que as fontes, generais da reserva, estavam desatualizadas quanto à realidade (fato comentado no artigo O PONTO E O CONTRAPONTO, de minha autoria).


Eu fico a imaginar sobre esta tal realidade. Qual é a realidade atual deste nosso Exército que, um dia, já foi liderado por oficiais-generais como o Duque de Caxias, o Marechal Floriano Vieira Peixoto, o Marechal Humberto de Alencar Castelo, ou mesmo o General Walter Pires Carvalho de Albuquerque? Qual é o grau de determinação de um alto comando que não consegue lograr as condições necessárias para que sua força, de 6ª potência econômica mundial, possa dissuadir a ameaça constante dos grandes predadores militares que nos espreitam, enfim de cumprir a sua missão precípua de defesa da Pátria?


Qual o seu grau de fidelidade/companheirismo, quando se omite na garantia da integridade de seus antigos combatentes, veteranos da luta contra as guerrilhas comunistas dos chamados “anos de chumbo”? Qual o seu grau de autoridade e auto respeito, quando permite que as “alcateias vermelhas” invadam quartéis, construam bustos de notórios subversivos defrontando nossas unidades, impeçam o uso das denominações de honra e glória de nossas brigadas?


Que perspectivas aziagas companheiros! Quanta tristeza chegará à conclusão de que o nosso EB, por responsabilidade maior de seu alto comando, não é mais aquela força altiva que se dava ao respeito. Procurar identificar uma única liderança que seja capaz de defender a dignidade do Exército e não encontrar ninguém, nem do “outro lado da colina”!


Cidadão! É simplesmente desesperador a que ponto chegou o binômio espírito de corpo/espírito militar de nossos comandantes mais graduados. Que se diga, estou falando dos que ainda não foram cooptados e isto porque, com aqueles que já se entregaram, não se pode mais contar.


Alerta! Quando brasileiros perguntam pelo Exército, os soldados da ativa e da reserva devem se orgulhar, e a nação tem todo o direito de fazê-lo porque o EB a ela pertence, sendo seus oficiais-generais promovidos, principalmente, para salvá-la quando preciso.


Resta saber quantos deste “colegiado de quatro estrelas”, nas três FFAA, ainda não entregaram o ouro ao bandido, posto que, até agora, estão sendo os fiadores da submissão do País ao nosso maior inimigo!



Paulo Ricardo da Rocha Paiva é Coronel de Infantaria e Estado-Maior, na reserva. Originalmente publicado no Portal Militar em 25 de novembro de 2014.

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