A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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segunda-feira, outubro 27, 2014

IMPLICANTE: Pipocam no país relatos de eleitores que não votaram pois já tinham votado por eles


Mesmo a biometria não foi capaz de impedir que os supostos erros dos mesários fossem cometidos.


Neste último domingo, quando a presidente Dilma Rousseff foi reeleita para o cargo que ocupa na disputa mais apertada da história, chamou a atenção o número de pessoas relatando que, ao chegarem às seções, descobriam que alguém já havia votado em seu lugar.
Um dos casos foi o de Claudia Souza, jornalista de São Paulo que fez um vídeo para denunciar a situação. Segundo ela, ao inserirem o número de seu título de eleitor, o sistema acusou que a votação já havia sido realizada, mas o papel de confirmação ainda estava no caderno sem sua assinatura ao lado. No vídeo, há todo o processo, desde o momento da votação até a tentativa de resolver o problema.
“Eu vou no cartório eleitoral pra resolver isso, só que já tem um candidato que foi eleito com um voto que não foi meu, assim como deve ter acontecido no Brasil, em vários lugares, erros de urna e que muitas vezes a pessoa desavisada assinou esse rebicinhoaqui que tá esse protocolo que comprova que você votou. Então é isso que eu quero saber: essa eleição é válida ou não?”
O advogado Felipe Delmanto, também de São Paulo e eleitor de Aécio Neves, passou pelo mesmo problema. O comprovante havia sido destacado, mas a sua assinatura não constava no caderno. Delmanto recorreu à Polícia Militar para saber o que havia acontecido.
“Quero saber quem votou no meu lugar e para quem foi meu voto”, reclamou o advogado, que estava acompanhado da esposa, Marcela. “Nem o TRE sabe dizer o que aconteceu.”
Em Santos, ocorreu a mesma coisa com o autônomo André Luiz Cabral, que fez um boletim de ocorrência sobre o caso. Ele afirmou que, para resolver a questão, a mesária acabou registrando a sua votação com o número de outra pessoa.
“Ela tentou por meio de um novo número, que ela não quis me dizer, mas eu vi que foi o número de uma outra pessoa. Ela falou que ia dar no mesmo no final. Isso está errado. Que país é esse que você chega para votar e alguém já votou e a pessoa alguém diz que no final vai dar a mesma coisa? Eu estou indignado”, falou Cabral.
Até mesmo o ator David Brazil enfrentou o problema. Após tentar votar — sem sucesso –, ele fez uma postagem no Instagram dizendo-se chateado.
“Então é isso!!! Por ERRO DE ALGUÉM não consegui EXERCER MEU DIREITO DE CIDADÃO!!! Alguém votou no meu lugar, #xateado”.
Em São Bernardo do Campo, José Roberto dos Santos afirmou que, além de votarem em seu lugar, assinaram o livro com uma firma totalmente diferente da sua. Segundo o TRE, esse problema pode ocorrer quando há pessoas homônimas na mesma seção ou por equívoco do mesário.
Em Paulínia/SP, a vítima do suposto erro se chama Adriano Farrah Ferraz Aranha. Maria José da Silva, Isabel Cristina Conceição dos Santos, Catia Lima EIbson Freire, todos no Rio de Janeiro, passaram pelo mesmo problema.
Os erros não se restringiram somente à região sudeste. Em João Pessoa, o estudante Alberto Segundo, de 20 anos, deparou-se com a mesma situação. Para resolver a questão, Segundo foi encaminhado a um juiz do Fórum Eleitoral.
“Quando cheguei, ele já estava a par da situação e disse que infelizmente eu não poderia votar, porque alguém havia feito isso em meu nome. Depois pediu que eu voltasse na terça-feira para prestar um depoimento e abrir um processo”, relatou, acrescentando que se sentiu prejudicado por não poder exercer seu dever de cidadão.
Em Arapiraca (AL), ocorreu o caso mais grave, visto que nem mesmo o uso da biometria impediu a ocorrência do suposto erro. O candidato ao senado Elias Barros, do PTC não conseguiu exercer seu direito após descobrirem que seu voto também já havia sido registrado.
“Não consegui votar. Eu enquanto candidato e como cidadão me senti invadido. Esse com certeza é um registro incontestável de fraude. Na hora de votar descobri que votaram em meu lugar”, afirmou indignado o candidato.

Com o relato de tantos casos semelhantes, o mínimo seria esperar do TSE algum pronunciamento a respeito do problema o mais rapidamente possível. Mas, como o Tribuno Superior Eleitoral vem sendo tomado por ex-advogados das campanhas do PT, o mais sensato é cobrar dos opositores derrotados que não deixem tantas denúncias passarem em branco.

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