A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

sexta-feira, outubro 01, 2004

Carta de São Paulo: 1º FEIRATUR – Feira Nacional de Turismo Rural

No período compreendido entre os dias 16 e 19 do mês de setembro de 2004, realizou-se a Primeira Feira Nacional do Turismo Rural - 1º FEIRATUR, em São Paulo, capital. Este encontro teve como objetivo ser uma estratégia de fomento e desenvolvimento do turismo rural brasileiro.
A partir dos diversos debates realizados na 1ª FEIRATUR, identificaram-se alguns aspectos importantes para o desenvolvimento do segmento e foram tecidas algumas considerações sobre os mesmos:
. Como marco das atividades de valorização e desenvolvimento das atividades turísticas rurais destacam-se: A carta de Santa Maria, de 1998, que teve como resultado as diretrizes do Turismo Rural que foram publicadas em dezembro de 2003, pelo Ministério do Turismo. A carta de Araxá, que resultou nesse grande movimento nacional associativo da Feira Nacional do Turismo Rural e a Carta de Joinville, que consolidou as atividades turísticas rurais com valores voltados para a inclusão social, da inserção comunitária e valorização dos recursos locais.
. Identifica-se que os novos rumos do Turismo Rural serão alavancados pelos programas de parceria, regionalização, profissionalização gerencial, qualificação profissional, divulgação e comercialização dos produtos turísticos rurais ofertados no mercado nacional e internacional;
. A parceria é um aspecto importante para o Turismo Rural, devendo ocorrer entre o setor rural, o setor público, o setor privado (comércio local e empresários do setor) e a própria comunidade.
· Para o sucesso da parceria, há a necessidade de que as partes representantes de cada setor tenham habilidade de negociação, persistência e talento. Há a necessidade de capacitação gerencial do prestador de serviço turístico rural em relação ao seu empreendimento e em relação às suas parcerias;
. As diretrizes para o desenvolvimento do Turismo Rural, lançadas pelo Ministério do Turismo, devem ser consideradas como o marco político norteador do ordenamento da atividade;
. Considera-se urgente e necessária a elaboração de leis específicas para consolidação da atividade. Estas deverão ser simples e funcionais por excelência.
. Reconhece-se a existência de vários programas de desenvolvimento do Turismo Rural referentes a apoio à infra–estrutura e à qualificação turística, entretanto, é necessário que os projetos sejam encaminhados de forma associativa e que as informações dos mesmos sejam centralizadas.
. Identifica-se a necessidade de que a ABRATURR e suas regionais promovam a discussão e a apresentação de propostas sobre as legislações pertinentes, principalmente a trabalhista, para serem levadas à câmara de legislação.
. A gestão ambiental e a responsabilidade sócio-ambiental foram reconhecidas como premissas básicas e estratégicas para o desenvolvimento das atividades do Turismo Rural;
. A inserção e reconhecimento de uma demanda que alcança 24,5 milhões de PNEs – Portadoras de necessidades especiais no mercado turístico, são de fundamental importância. Identifica-se a necessidade de empreendedores e demais profissionais do segmento de turismo rural se adaptem e se capacitem para atender com qualidade esse público
. A inserção das primícias de uma produção agropecuária orgânica nos empreendimentos voltados para atividades turísticas rurais é de fundamental importância e identificará uma nova postura de consciência, empreendedorismo e solidariedade para o segmento, consolidando-se como um diferencial na promoção e comercialização,
. A atividade de Caminhada Popular foi identificada como um agregador ao Turismo Rural, por meio de exemplos em países como Alemanha, Itália e França. Esta modalidade já ocorre no Rio de Janeiro, no entanto, existe a necessidade de criação de uma federação no Brasil, que amplifique a prática deste tipo de atividade física para o Turismo Rural.
. A atividade de Cavalgadas - Turismo Eqüestre foi identificada como uma ação agregadora às atividades turísticas rurais. O grupo, reunido pela primeira vez no país, identificou insuficiências para esse desenvolvimento comum, tais como a falta de informações adequadas, a carência de mão-de-obra qualificada, a falta de organização do segmento e a necessidade de elaboração de propostas para o fortalecimento da atividade. Identificou-se a necessidade da criação da comissão de fomento ao Turismo Eqüestre;
· Os eventos esportivos no meio rural foram identificados como fator agregador ao universo do Turismo Rural. Esta parceria entre atividades turísticas rurais e eventos esportivos de montain bike, corrida de aventura, enduro eqüestre, xadrez, enduro de regularidade, entre outros, já ocorre no estado de Minas Gerais e vem contribuindo para a abertura de novos nichos de mercado como o ciclo turismo, para a geração de emprego e renda e para a divulgação do segmento a um público direcionado amante da natureza e do esporte.
. A ruralidade brasileira, em função da imensa diversidade do país, gera a necessidade da criação de territórios, blocos e regiões, classificadas em suas particularidades, por meio do selo de identificação de origem, tais como gestão ambiental, legislação específica para vigilância sanitária, e técnicas e processos de industrialização, entre outras;
. Foi identificada a necessidade de mensurar a “experiência” do turista rural para aprimorar todos os aspectos dessa atividade e, principalmente, a comunicação com o público.
. Há necessidade de um inventário nacional de oferta e demanda do Turismo Rural Brasileiro
. Com exceção da linha de crédito do PRONAF – TR destinado à agricultura familiar, não existe uma linha de crédito específica de financiamento da atividade de Turismo Rural. A criação desta se faz urgente graças ao vulto de ação e de agentes envolvidos neste segmento.
. Existe o gargalo da comercialização do produto turístico rural graças ao desconhecimento entre as partes; fornecedor de serviços turísticos no meio rural e distribuidores ao consumidor final (agências de viagem e turismo, agências de viagens, entre outros canais de distribuição). É necessária uma capacitação das partes, com o objetivo de estabelecer uma lógica comercial que motive o profissionalismo e o desenvolvimento dos negócios de turismo no meio rural além da ampla divulgação desse produto;
. Existe o gargalo de segurança e seguros nas atividades turísticas rurais. É necessária a conscientização dos empresários sobre a responsabilidade civil nos empreendimentos de Turismo Rural, e também há a necessidade do reconhecimento das características peculiares das atividades turísticas desenvolvidas no meio rural, por parte das empresas de seguros;

O Turismo Rural Brasileiro vem se estruturando a partir das suas bases como uma estratégia de fortalecimento e reconhecimento do setor. No entanto, existe um aspecto fundamental que precisa ser adequado. Trata-se da criação de meios e de instrumentos de capacitação que viabilizem a aproximação, a comunicação e a inter-relação dos agentes distribuídos nos setores envolvidos com a atividade de Turismo Rural. Dessa forma, os aspectos acima ressaltados poderão ser, de forma mais ágil, adequados às necessidades do setor de turismo rural, permitindo que novos processos associativos surjam e que seu desenvolvimento tenha uma evolução contínua e sustentável.

PARTICIPANTES DOS DEBATES DA FEIRA NACIONAL DE TURISMO RURAL
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TURISMO RURAL
16 – 19 de Setembro de 2004

Débora Didonê
ProCultura - Turismo
Fone: 11 - 3082-7300
Cel: 11 - 9747-7186
Site: http://www.procultura.com.br

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