A partir de agora, a unidade nacional da Sersia France passa a representar a organização francesa em todos os países da América Latina
O diretor superintendente da Sersia Brasil, Adriano Rubio, comandará todas as negociações de sua matriz francesa, a Sersia France, com os países da América Latina. A decisão foi tomada agora em outubro, durante reunião realizada na França, e é conseqüência dos resultados apresentados pela central brasileira, que já tem apresentado aumento de vendas em torno de 20%, em 2004, em comparação ao desempenho de 2003.
O trabalho de Adriano Rubio na América Latina já começa acelerado. Amanhã, dia 30 de outubro, o diretor viaja ao Peru, onde participará de um seminário sobre pecuária, realizado pelo Ministério de Agricultura daquele País. "No dia 2 de novembro, farei uma palestra sobre a pecuária francesa, com enfoque em seleção genética", acrescenta. Em fevereiro de 2005, está prevista uma missão na Colômbia e, até abril, também serão realizadas visitas a Argentina e Uruguai. "A Sersia France já tem negócios com estes três países, e queremos ampliar as oportunidades", comenta Rubio.
A atuação mais abrangente intensifica as alterações pelas quais a empresa vem passando. A Sersia Brasil tem se reestruturado para aumentar produtividade e lucratividade. Segundo Rubio, estão sendo revistas todas as ações e os investimentos da central, com o intuito de direcionar os esforços em busca de melhores resultados. "Estamos otimizando nossa coordenação para ampliar a eficiência", determina Rubio.
Informações:
Adriano Rubio / Sersia Brasil
(11) 4481-8820
Romualdo Venâncio
(11) 3672-7177 / 9261-2334
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

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quinta-feira, novembro 04, 2004
BELGO BEKAERT RECEBE PRÊMIO POP LIST RURAL 2004
0 A Belgo Bekaert Arames, líder no mercado de arames no Brasil e América Latina, foi premiada com o troféu Pop List Rural 2004 na categoria arames para a agropecuária, no último dia 27, em Goiânia, Goiás. A solenidade, promovida pelo jornal O Popular, foi realizada no Oliveira’s Place e contou com a presença de autoridades, empresários, publicitários e políticos. O Pop List Rural, que chegou a sua 7ª edição, foi entregue ao Gerente Geral da Belgo Bekaert, Ricardo Castilho.
A pesquisa Pop List, feita pelo Instituto Verus, é um indicador da preferência do consumidor de Goiânia. O prêmio é o reconhecimento do trabalho de empresas que investem na elaboração e consolidação de suas marcas e de profissionais de publicidade responsáveis pela criação de uma boa imagem para seus clientes.
Segundo Rodrigo Carrara, da Gerência de Marketing da Belgo Bekaert, o prêmio é resultado do trabalho de fortalecimento da marca Belgo Bekaert no Brasil, paralelo ao constante desenvolvimento de produtos para atender às necessidades do produtor rural.
Regina Perillo Comunicação – 31-3481-4888/Jornalistas Débora Farid – 031-9647-0839 e Regina Perillo – 031-9128-5616
A pesquisa Pop List, feita pelo Instituto Verus, é um indicador da preferência do consumidor de Goiânia. O prêmio é o reconhecimento do trabalho de empresas que investem na elaboração e consolidação de suas marcas e de profissionais de publicidade responsáveis pela criação de uma boa imagem para seus clientes.
Segundo Rodrigo Carrara, da Gerência de Marketing da Belgo Bekaert, o prêmio é resultado do trabalho de fortalecimento da marca Belgo Bekaert no Brasil, paralelo ao constante desenvolvimento de produtos para atender às necessidades do produtor rural.
Regina Perillo Comunicação – 31-3481-4888/Jornalistas Débora Farid – 031-9647-0839 e Regina Perillo – 031-9128-5616
Acácia Mangium: Estudo entomológico pode fornecer subsídios para o monitoramento ambiental savana
Roraima apresenta tipos de cobertura vegetal bastante diversificados, com uma grande área disponível para cultivo onde podem ser usadas tecnologias agrícolas ou florestais, considerando a alta fragilidade do solo presente na região. Apesar da grande área tecnicamente viável, uma pequena porção está sendo explorada com o plantio de Acacia mangium para produção de madeira e celulose.
A Acacia mangium é adaptável a solos ácidos e de baixa fertilidade, além de ter considerável importância social e industrial no reflorestamento tropical. Apesar destes pontos favoráveis alguns aspectos ainda devem ser mais estudados para que esta cultura apresente o rendimento esperado. Dentre eles podemos citar o aumento de conhecimento sobre o comportamento da cultura nas condições de Roraima, adequação de práticas de manejo e a ocorrência de pragas, como as doenças fúngicas ou o ataque de lagartas desfolhadoras.
Pensando nisso a Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Roraima vem desenvolvendo pesquisa com o objetivo de determinar os efeitos da cultura sobre a entomofauna local e quais os insetos associados à mesma com maior potencial para se tornar pragas-chave.
Segundo o pesquisador da Embrapa Roraima, Paulo Roberto Pereira, o estudo é feito a partir do inventário e monitoramento de pragas com o objetivo de caracterizar, por meio de amostragens, quais os insetos de maior importância nos cultivos da acácia no Estado. Com o levantamento entomológico, pelo uso de armadilhas do tipo malaise, é possível acompanhar a abundância e diversidade de insetos dentro e fora dos plantios de acácia. Iniciada em fevereiro deste ano, esta atividade visa desenvolver técnicas agroecológicas que contribuam para a manutenção da diversidade, bem como fornecer subsídios para o monitoramento ambiental da savana, usando os insetos como bioindicadores.
A Cultura
A Acacia mangium Willd. é uma fabácea nativa da região que abrange o norte da Austrália, Papua Nova Guiné e as províncias indonésias de Irian Jaya e Maluku. Esta árvore apresenta crescimento rápido com vida média de 40 anos e adaptação para uma ampla gama de solos ácidos, inclusive tolerando solos de baixa fertilidade ou com baixa drenagem. As espécies de maior utilização são as Acacia mangium e auriculiformis sendo a produção direcionada principalmente para polpa de celulose. Estas também são aproveitadas como madeira para movelaria e construção, matéria-prima para compensados, combustível, controle de erosão, quebra-vento e sombreamento.
Em Roraima a Acacia mangium foi introduzida no final dos anos 90, em uma área de aproximadamente 1.000 ha, a título de observação, com o objetivo de avaliar seu crescimento nas condições de savana. Em função dos resultados animadores e com o auxílio de investimentos estrangeiros, a área plantada cresceu significativamente, estando próxima dos 15.000 ha.
Daniela Collares (Mtb 114/01-RR)
Jornalista
Embrapa Roraima
(95) 9112-0226 - 6267125
Estagiaria de jornalismo
Twilla Barbosa
A Acacia mangium é adaptável a solos ácidos e de baixa fertilidade, além de ter considerável importância social e industrial no reflorestamento tropical. Apesar destes pontos favoráveis alguns aspectos ainda devem ser mais estudados para que esta cultura apresente o rendimento esperado. Dentre eles podemos citar o aumento de conhecimento sobre o comportamento da cultura nas condições de Roraima, adequação de práticas de manejo e a ocorrência de pragas, como as doenças fúngicas ou o ataque de lagartas desfolhadoras.
Pensando nisso a Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Roraima vem desenvolvendo pesquisa com o objetivo de determinar os efeitos da cultura sobre a entomofauna local e quais os insetos associados à mesma com maior potencial para se tornar pragas-chave.
Segundo o pesquisador da Embrapa Roraima, Paulo Roberto Pereira, o estudo é feito a partir do inventário e monitoramento de pragas com o objetivo de caracterizar, por meio de amostragens, quais os insetos de maior importância nos cultivos da acácia no Estado. Com o levantamento entomológico, pelo uso de armadilhas do tipo malaise, é possível acompanhar a abundância e diversidade de insetos dentro e fora dos plantios de acácia. Iniciada em fevereiro deste ano, esta atividade visa desenvolver técnicas agroecológicas que contribuam para a manutenção da diversidade, bem como fornecer subsídios para o monitoramento ambiental da savana, usando os insetos como bioindicadores.
A Cultura
A Acacia mangium Willd. é uma fabácea nativa da região que abrange o norte da Austrália, Papua Nova Guiné e as províncias indonésias de Irian Jaya e Maluku. Esta árvore apresenta crescimento rápido com vida média de 40 anos e adaptação para uma ampla gama de solos ácidos, inclusive tolerando solos de baixa fertilidade ou com baixa drenagem. As espécies de maior utilização são as Acacia mangium e auriculiformis sendo a produção direcionada principalmente para polpa de celulose. Estas também são aproveitadas como madeira para movelaria e construção, matéria-prima para compensados, combustível, controle de erosão, quebra-vento e sombreamento.
Em Roraima a Acacia mangium foi introduzida no final dos anos 90, em uma área de aproximadamente 1.000 ha, a título de observação, com o objetivo de avaliar seu crescimento nas condições de savana. Em função dos resultados animadores e com o auxílio de investimentos estrangeiros, a área plantada cresceu significativamente, estando próxima dos 15.000 ha.
Daniela Collares (Mtb 114/01-RR)
Jornalista
Embrapa Roraima
(95) 9112-0226 - 6267125
Estagiaria de jornalismo
Twilla Barbosa
Racionalização de insumos determinará retorno econômico com soja
Os produtores brasileiros devem enfrentar três grandes desafios na safra 2004/2005, que começou a ser semeada em outubro: a ocorrência de ferrugem asiática da soja, o aumento nos custos de produção e a queda nos preços internacionais desta oleaginosa, devido à superprodução americana. Por isso, os pesquisadores da Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária alertam os produtores a dar atenção especial ao uso racional de insumos em todas as operações – do plantio à colheita – para obter lucro ou evitar prejuízo na exploração da soja.
O pesquisador Antonio Garcia, da Embrapa Soja, orienta os produtores a deixar as máquinas reguladas para iniciar a semeadura da soja, na primeira chuva. As primeiras semeaduras devem ser menos prejudicadas pela ferrugem, já que a presença do fungo (Phakopsora pachyrhizi), causador da ferrugem, será menor no início da safra. "Ao semear a soja mais cedo, os produtores também podem controlar melhor os percevejos, que têm sua população aumentada, no período de formação e no enchimento de grão", diz ele.
Em relação à ferrugem asiática, a principal recomendação dos pesquisadores é pelo monitoramento constante da lavoura. Com a expectativa de preços para a comercialização abaixo de R$30,00/saca, o cuidado com pulverizações contra a ferrugem deve ser redobrado. Além disso, os custos de produção aumentaram, em média, 20% em relação à safra anterior.
Fonte: Embrapa
O pesquisador Antonio Garcia, da Embrapa Soja, orienta os produtores a deixar as máquinas reguladas para iniciar a semeadura da soja, na primeira chuva. As primeiras semeaduras devem ser menos prejudicadas pela ferrugem, já que a presença do fungo (Phakopsora pachyrhizi), causador da ferrugem, será menor no início da safra. "Ao semear a soja mais cedo, os produtores também podem controlar melhor os percevejos, que têm sua população aumentada, no período de formação e no enchimento de grão", diz ele.
Em relação à ferrugem asiática, a principal recomendação dos pesquisadores é pelo monitoramento constante da lavoura. Com a expectativa de preços para a comercialização abaixo de R$30,00/saca, o cuidado com pulverizações contra a ferrugem deve ser redobrado. Além disso, os custos de produção aumentaram, em média, 20% em relação à safra anterior.
Fonte: Embrapa
quarta-feira, novembro 03, 2004
CURSO SOBRE VANTAGENS DO CAFÉ DE QUALIDADE NO SUL DE MINAS
Unilly promove jornada para professores, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação em Machado (MG)
A Universidade illy do café promoverá, em parceria com a Fundação Educacional de Machado, jornada científica sobre o agronegócio café, no dia 7 de dezembro, em Machado (MG). O evento terá como palestrantes o professor Samuel Giordano, vice-coordenador da unilly, a professora Sylvia Saes, doutora em Economia, e Aldir Alves Teixeira, consultor científico da illycaffè no Brasil.
Sob o tema "Jornada de Atualização Sobre Qualidade do Café e suas Vantagens Econômicas", o curso é destinado a professores, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação da área de cafeicultura, porém, cafeicultores que tiverem interesse podem participar. "O objetivo é apresentar as vantagens econômicos oriundas da produção do café de qualidade", salienta Samuel Giordano.
A Unilly é a primeira universidade corporativa direcionada ao agronegócio cafeeiro no Brasil e desde 2000 vem capacitando produtores da área. A taxa de inscrição é gratuita para os cafeicultores sócios do clube illy do café - que reúne os produtores que tenham fornecido café à illy na última safra -, professores, pesquisadores e alunos e aos demais cafeicultores serão cobrados R$ 20,00. As inscrições devem ser feitas pelo telefone (11) 3731-5311 ou pelo e-mail: unilly@unilly.com.br.
AGENDA
"Jornada de Atualização Sobre Qualidade do Café e suas Vantagens Econômicas"
Datas: 07 de dezembro de 2004
Horário: Das 9h30 às 16h
Local: Salão de eventos do campus da Fundação Educacional de Machado
Av. Dr. Athayde pereira de Souza, s/nº, Machado / MG
Inscrições: pelo telefone (11) 3731-5311 ou para o e-mail: unilly@unilly.com.br
ADS Assessoria de Comunicações
Contatos com Rosana De Salvo, Marcio De Meo e Mariana Geraldine
Tel.: 11. 5090-3032/ 5090-3000 Fax.: 11. 5090.3010
Homepage: www.adsbrasil.com.br
A Universidade illy do café promoverá, em parceria com a Fundação Educacional de Machado, jornada científica sobre o agronegócio café, no dia 7 de dezembro, em Machado (MG). O evento terá como palestrantes o professor Samuel Giordano, vice-coordenador da unilly, a professora Sylvia Saes, doutora em Economia, e Aldir Alves Teixeira, consultor científico da illycaffè no Brasil.
Sob o tema "Jornada de Atualização Sobre Qualidade do Café e suas Vantagens Econômicas", o curso é destinado a professores, pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação da área de cafeicultura, porém, cafeicultores que tiverem interesse podem participar. "O objetivo é apresentar as vantagens econômicos oriundas da produção do café de qualidade", salienta Samuel Giordano.
A Unilly é a primeira universidade corporativa direcionada ao agronegócio cafeeiro no Brasil e desde 2000 vem capacitando produtores da área. A taxa de inscrição é gratuita para os cafeicultores sócios do clube illy do café - que reúne os produtores que tenham fornecido café à illy na última safra -, professores, pesquisadores e alunos e aos demais cafeicultores serão cobrados R$ 20,00. As inscrições devem ser feitas pelo telefone (11) 3731-5311 ou pelo e-mail: unilly@unilly.com.br.
AGENDA
"Jornada de Atualização Sobre Qualidade do Café e suas Vantagens Econômicas"
Datas: 07 de dezembro de 2004
Horário: Das 9h30 às 16h
Local: Salão de eventos do campus da Fundação Educacional de Machado
Av. Dr. Athayde pereira de Souza, s/nº, Machado / MG
Inscrições: pelo telefone (11) 3731-5311 ou para o e-mail: unilly@unilly.com.br
ADS Assessoria de Comunicações
Contatos com Rosana De Salvo, Marcio De Meo e Mariana Geraldine
Tel.: 11. 5090-3032/ 5090-3000 Fax.: 11. 5090.3010
Homepage: www.adsbrasil.com.br
Combate à ferrugem da soja no Brasil será padronizado
A ferrugem asiática da soja, introduzida no Brasil há apenas três safras, ainda gera muitas dúvidas quanto à identificação, o manejo e principalmente o controle da doença. Por isso, a primeira ação do Consórcio Anti-Ferrugem, em reunião realizada em Londrina (PR), foi um esforço para uniformizar o discurso sobre a ferrugem entre os participantes do evento.
Consórcio Anti-Ferrugem, coordenado pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, reúne 60 pesquisadores e profissionais da assistência técnica do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, entre outros. A partir do primeiro encontro do grupo, foi possível definir o conteúdo da palestra-padrão que será ministrada em todas as regiões do Brasil e também estabelecer as informações que vão compor o folder e o manual, que serão distribuídos aos produtores brasileiros durante a safra de soja.
Para o João Flávio Veloso chefe de pesquisa da Embrapa Soja - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, de Londrina (PR), a reunião atingiu os objetivos de harmonizar o discurso sobre a doença entre os agentes de transferência de tecnologias. "Este grupo irá multiplicar ao maior número de técnicos de campo e produtores brasileiros os conhecimentos sobre as ações preventivas de sanidade vegetal, identificação da doença, manejo e controle da ferrugem da soja", diz.
Além disso, o grupo vai formar uma rede para troca de informações sobre a ocorrência da ferrugem em todo o Brasil, durante toda a safra. As informações serão compartilhadas pela Internet no Sistema de Alerta, que será administrado pela Embrapa Soja. No entanto, o Sistema de Alerta pode ser acessado nas páginas do Ministério da Agricultura, de cooperativas e outras instituições participantes do Consórcio.
Fonte: Embrapa
Consórcio Anti-Ferrugem, coordenado pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, reúne 60 pesquisadores e profissionais da assistência técnica do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais, entre outros. A partir do primeiro encontro do grupo, foi possível definir o conteúdo da palestra-padrão que será ministrada em todas as regiões do Brasil e também estabelecer as informações que vão compor o folder e o manual, que serão distribuídos aos produtores brasileiros durante a safra de soja.
Para o João Flávio Veloso chefe de pesquisa da Embrapa Soja - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, de Londrina (PR), a reunião atingiu os objetivos de harmonizar o discurso sobre a doença entre os agentes de transferência de tecnologias. "Este grupo irá multiplicar ao maior número de técnicos de campo e produtores brasileiros os conhecimentos sobre as ações preventivas de sanidade vegetal, identificação da doença, manejo e controle da ferrugem da soja", diz.
Além disso, o grupo vai formar uma rede para troca de informações sobre a ocorrência da ferrugem em todo o Brasil, durante toda a safra. As informações serão compartilhadas pela Internet no Sistema de Alerta, que será administrado pela Embrapa Soja. No entanto, o Sistema de Alerta pode ser acessado nas páginas do Ministério da Agricultura, de cooperativas e outras instituições participantes do Consórcio.
Fonte: Embrapa
Safra de soja recorde terá 20% de transgenia, prevê o governo
A safra 2004/2005 poderá ser recorde mesmo com o crescimento menor do que o esperado da área plantada. A primeira estimativa de intenção de plantio para a próxima safra foi divulgada ontem pelo ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues. A previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica uma colheita entre 128,883 e 130,895 milhões de toneladas, o que significa um crescimento de 8,1% a 9,76% em relação aos 119,3 milhões de toneladas colhidas na safra 2003/04.
A área plantada, porém, deve ficar entre 47,925 milhões e 48,608 milhões de hectares, crescimento, em termos absolutos, de 378,9 mil a 1,062 milhão de hectares na comparação com a safra anterior. O plantio ficou abaixo das expectativas do governo, que previa inicialmente aumento de 3 milhões de hectares. Nas últimas semanas, a aposta era de aumento de 2 milhões de hectares, mas a estimativa da Conab ficou bem abaixo dessa previsão. “A estimativa mostra que os produtores têm clareza de que haverá redução de renda em 2005”, avaliou Rodrigues, ao comentar a previsão.
Ele enumerou o aumento dos custos de produção - principalmente alavancados pelas cotações do petróleo e do aço - e a queda nos preços internacionais das principais commodities como fatores que reduziram a intenção de plantio. Para a safra, ele também admitiu que haverá queda no padrão de tecnologia das lavouras. “Só em fertilizantes, haverá queda de um milhão de toneladas no consumo”, estimou. Para o ministro, a redução da renda agrícola em 2005 estará localizada no segmento de grãos, que respondempor 40% do PIB agrícola. Outros setores, como café, suco de laranja, açúcar e carnes, não terão a mesma redução, avaliou.
Apesar desse cenário, o ministro comentou que, se o clima ajudar, a produção agrícola será recorde em 2004/05. O clima é fundamental para que a estimativa se confirme. Em outubro de 2003, quando divulgou o primeiro número para a safra 2003/04, o governo estimou colheita de até 127,741 milhões de toneladas de grãos, previsão que foi reduzida por conta da ferrugem asiática que atacou as lavouras de soja e do clima adverso.
A maior parte da área plantada na safra 2004/05 será de soja. Os agricultores cultivarão entre 22,003 milhões e 22,483 milhões de hectares. A Conab indica colheita entre 59,518 milhões e 60,808 milhões de toneladas, contra 49,770 milhões de toneladas na safra anterior. Se confirmados, os números ficarão dentro da expectativa que o governo tinha, inicialmente, para a soja no ano-safra anterior. A previsão inicial do governo era de colheita de até 58,021 milhões de toneladas de soja, mas a ferrugem e o clima provocaram a perda de quase 10 milhões de toneladas na safra passada, lembrou Rodrigues.
A safra 2004/05 terá um aumento na participação de sementes geneticamente modificadas. Segundo estimativas do Ministério da Agricultura, 20% da soja brasileira será transgênica - aproximadamente 12 milhões de toneladas - ante 18% na safra 2003/2004. A maior parte da plantação estará concentrada no Rio Grande do Sul, mais de 7 milhões de toneladas.
Fonte: Agência Estado
A área plantada, porém, deve ficar entre 47,925 milhões e 48,608 milhões de hectares, crescimento, em termos absolutos, de 378,9 mil a 1,062 milhão de hectares na comparação com a safra anterior. O plantio ficou abaixo das expectativas do governo, que previa inicialmente aumento de 3 milhões de hectares. Nas últimas semanas, a aposta era de aumento de 2 milhões de hectares, mas a estimativa da Conab ficou bem abaixo dessa previsão. “A estimativa mostra que os produtores têm clareza de que haverá redução de renda em 2005”, avaliou Rodrigues, ao comentar a previsão.
Ele enumerou o aumento dos custos de produção - principalmente alavancados pelas cotações do petróleo e do aço - e a queda nos preços internacionais das principais commodities como fatores que reduziram a intenção de plantio. Para a safra, ele também admitiu que haverá queda no padrão de tecnologia das lavouras. “Só em fertilizantes, haverá queda de um milhão de toneladas no consumo”, estimou. Para o ministro, a redução da renda agrícola em 2005 estará localizada no segmento de grãos, que respondempor 40% do PIB agrícola. Outros setores, como café, suco de laranja, açúcar e carnes, não terão a mesma redução, avaliou.
Apesar desse cenário, o ministro comentou que, se o clima ajudar, a produção agrícola será recorde em 2004/05. O clima é fundamental para que a estimativa se confirme. Em outubro de 2003, quando divulgou o primeiro número para a safra 2003/04, o governo estimou colheita de até 127,741 milhões de toneladas de grãos, previsão que foi reduzida por conta da ferrugem asiática que atacou as lavouras de soja e do clima adverso.
A maior parte da área plantada na safra 2004/05 será de soja. Os agricultores cultivarão entre 22,003 milhões e 22,483 milhões de hectares. A Conab indica colheita entre 59,518 milhões e 60,808 milhões de toneladas, contra 49,770 milhões de toneladas na safra anterior. Se confirmados, os números ficarão dentro da expectativa que o governo tinha, inicialmente, para a soja no ano-safra anterior. A previsão inicial do governo era de colheita de até 58,021 milhões de toneladas de soja, mas a ferrugem e o clima provocaram a perda de quase 10 milhões de toneladas na safra passada, lembrou Rodrigues.
A safra 2004/05 terá um aumento na participação de sementes geneticamente modificadas. Segundo estimativas do Ministério da Agricultura, 20% da soja brasileira será transgênica - aproximadamente 12 milhões de toneladas - ante 18% na safra 2003/2004. A maior parte da plantação estará concentrada no Rio Grande do Sul, mais de 7 milhões de toneladas.
Fonte: Agência Estado
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