Parceria entre a Apex Brasil, IBRAF e Grupo Carrefour vai vender e divulgar frutas nacionais no exterior, envolvendo inicialmente cerca de 60 produtores do País
Brasília - A Agência de Promoção de Exportações do Brasil (APEX Brasil), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o Instituto Brasileiro de Frutas (IBRAF) e o Grupo Carrefour, iniciam, neste mês de julho, ação de promoção comercial em 18 países da Europa, Oriente Médio, Ásia e Américas com o objetivo de ampliar as exportações de frutas do Brasil e diversificar a pauta de comércio exterior, inserindo novos produtos e empresas, bem como novos países de destino.
É o ‘Brazilian Fruit Festival’ que divulgará frutas in natura, além de polpas congeladas e sucos processados. A campanha acontece inicialmente na Bélgica, Polônia e Espanha e, em 2005, será levada a outros 16 países onde o Carrefour atua. Estão previstas ações de marketing, exposição e venda de produtos que estarão dispostos em locais nobres das lojas e destacados nos tablóides dos hipermercados e em outdoors.
A partir de agosto, frutas e sucos poderão ser degustados nas unidades do Carrefour e demonstrados por vendedores brasileiros, recrutados localmente. Atividades de relações públicas estão previstas com a intenção de que o projeto seja também conhecido pelos formadores de opinião.
O Grupo Carrefour atende, hoje, cerca de dois bilhões de clientes. Sua bandeira está em mais de 9 mil lojas, espalhadas em 26 países – é a maior rede de varejo do mundo. "Vamos aproveitar nossa condição de rede mundial para dar oportunidade para bons produtores brasileiros mostrarem lá fora o sabor especial das frutas e sucos produzidos por aqui", afirma o diretor de agronegócios do Carrefour, Arnaldo Eijsink,
"Antes, o apoio dividia-se entre participação em feiras internacionais, cursos e produção de material promocional. Agora, as frutas chegarão nas gôndolas do varejo, direto para os consumidores. Será uma grande oportunidade de evidenciar a nossa qualidade", observa o presidente do IBRAF, Moacyr Saraiva.
O ‘Brazilian Fruit Festival’ terá a participação de cerca de 60 produtores de frutas como manga, mamão papaia, melão, uva de mesa, maçã, limão taiti, banana prata e abacaxi branco. A expectativa do presidente da APEX-Brasil, Juan Quirós, é que este número aumente significativamente ao longo da execução do programa, podendo chegar a mais de 100 empresas e várias centenas de fornecedores de frutas envolvidos. A seleção dos participantes está sendo feita pelo Carrefour, que chamou fornecedores de frutas – especialmente do Programa Garantia de Origem, e pelo IBRAF, por meio do Projeto Setorial Integrado que desenvolve com a APEX-Brasil.
Eijsink estima que os produtores credenciados no programa exportarão nos próximos dois anos o equivalente a US$ 10 milhões para as lojas do grupo. O volume é superior à exportação de frutas do Carrefour feitas em 2003, de US$ 9 milhões.
As ações do ‘Brazilian Fruit Festival’ dão continuidade ao apoio da APEX-Brasil ao setor que envolve, sobretudo, ações de mobilização e capacitação dos produtores de frutas para exportação, o desenvolvimento da Marca Setorial do Projeto – “Brazilian Fruit” – e a participação em eventos no exterior.
Ações estratégicas
Ações diretas ao consumidor têm sido importantes e efetivas na promoção comercial. Assim como o projeto 'Brazil 40 Graus' na Inglaterra, e o ‘Brésil Festival’ na França, a APEX-Brasil apóia mais uma atividade comercial voltada diretamente ao consumidor, divulgando a Marca Brazil. "Pretendemos cada vez mais trabalhar na divulgação da qualidade dos nossos produtos, estabelecendo estratégias de promoção comercial que ajudem setores como o de frutas a se manterem superavitários", explica Juan Quirós, presidente da APEX-Brasil.
A balança comercial de frutas frescas fechou 2003 com um saldo de US$ 267 milhões (US$ 335 milhões de exportações e US$ 68 milhões de importações), 39% a mais que em 2002. O incremento aconteceu, basicamente, devido a significativos aumentos nas exportações de uva (77%), limão (71%), abacaxi (59%), melão (54%), manga (44%) e mamão (35%).
De janeiro a junho de 2004, o aumento das vendas externas bateu em 23% o mesmo período de 2003. Até o final de 2004, a meta de exportação do projeto é de US$ 357,2 milhões.
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quarta-feira, julho 14, 2004
SISBOV TEM NOVO PRAZO PARA ANIMAIS DE EXPOSIÇÕES
O Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem Bovina e Bubalina (Sisbov) tem, a partir de hoje (13/07), novo prazo para registro de animais destinados a exposições e feiras interestaduais, nacionais e internacionais. De acordo com a Instrução Normativa nº 52, publicada hoje no diário oficial, o prazo para ingresso de bovinos e bubalinos no banco de dados do sistema passa de 1º de agosto deste ano para 1º de fevereiro de 2005. O novo prazo pretende facilitar a operacionalização do sistema.
Hoje, existem quase 15 milhões de animais no Sisbov. O rastreamento é uma exigência do mercado internacional para o comércio de carnes. A coordenadora nacional do Sisbov, Denise Euclydes Mariano, afirma que o sistema de rastreabilidade garante a segurança alimentar dos consumidores. “A rastreabilidade é importante, já que nos possibilita ter todas as informações de origem e situação dos animais, que vai desde seu nascimento até o bife na mesa do consumidor”, diz.
A Instrução Normativa que define a nova data se encontra, na íntegra, no “Diário Oficial da União”, disponível no sítio do MAPA (www.agricultura.gov.br) na seção “Legislação”.
Fonte: MAPA
Hoje, existem quase 15 milhões de animais no Sisbov. O rastreamento é uma exigência do mercado internacional para o comércio de carnes. A coordenadora nacional do Sisbov, Denise Euclydes Mariano, afirma que o sistema de rastreabilidade garante a segurança alimentar dos consumidores. “A rastreabilidade é importante, já que nos possibilita ter todas as informações de origem e situação dos animais, que vai desde seu nascimento até o bife na mesa do consumidor”, diz.
A Instrução Normativa que define a nova data se encontra, na íntegra, no “Diário Oficial da União”, disponível no sítio do MAPA (www.agricultura.gov.br) na seção “Legislação”.
Fonte: MAPA
BRASIL VAI VOLTAR A EXPORTAR ARROZ
Depois de ficar 27 anos fora do mercado internacional, o arroz em casca deve voltar à pauta de exportações brasileiras neste ano. Há pouco mais de um mês, os arrozeiros do Rio Grande do Sul – maior produtor da cultura no país – começaram a se organizar para tentar retornar ao mercado externo. Com uma safra de 12,7 milhões de toneladas e um consumo estimado em 12,6 milhões de toneladas, o Brasil tem um excedente exportável de 100 mil toneladas. É exatamente esse volume que os gaúchos esperam vender para o exterior, o que representará um faturamento de US$ 20 milhões.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apóia a ampliação das culturas de grãos na pauta de exportações. “Esse é um bom caminho para melhorar a renda do produtor e gerar novos empregos”, afirma o coordenador de Abastecimento Agropecuário do Mapa, Sílvio Farnese. Segundo ele, a estratégia do agronegócio brasileiro de incluir novos produtos no mercado internacional começou com o milho, em 2001. No ano passado, foi a vez do trigo e agora é a do arroz irrigado do Rio Grande do Sul, responsável por 49,6% (6,3 milhões de toneladas) da produção nacional neste ano.
O cenário mundial é favorável à estratégia dos arrozeiros de conquistar novos mercados. “Enquanto aumenta a demanda por arroz, a oferta vem caindo”, disse hoje (13/07) o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do RS (Federarroz), Valter Pötter. Há 10 anos, lembra, o estoque mundial era de 150 milhões de toneladas. ‘Hoje, é de 80 milhões, ou seja, houve uma redução de 35%.” A cotação do produto também encorajou os gaúchos: “Há quatro anos, o preço internacional da tonelada de arroz variava entre 100 e 200 dólares. Agora, está em 200 dólares, tendo paridade com o mercado interno.”
Outro fator também motivou a investida dos gaúchos. A safra de arroz no Mercosul, hoje de 14,6 milhões de toneladas, deve crescer cada vez mais. “Com a incorporação de novas tecnologias pela cadeia produtiva, é inevitável o aumento da produção. Isso faz com que o Mercosul, ao contrário do restante do mundo, tenha um volume significativo de excedentes exportáveis”, ressaltou Pötter. Segundo ele, o Brasil não tem como frear as importações do produto argentino e uruguaio. “Sempre iremos importar um pouco desses dois países.” Só há, portanto, uma alternativa: expandir as fronteiras para o arroz brasileiro.
LOGÍSTICA - “A saída para regular a oferta e a demanda no Mercosul é retirar o arroz gaúcho do mercado interno e negociá-lo para outros países”, revelou o presidente da Federarroz. Para escoá-lo, acrescentou Pötter, os arrozeiros contam com uma infra-estrutura de logística adequada. “A área de produção, nas regiões da Campanha e da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, fica a 300 quilômetros do porto de Rio Grande, onde já dispomos de dois terminais para estocar o produto.” Além do transporte rodoviário, os carregamentos podem ser levados ao porto por ferrovias.
Até agora, 185 produtores já manifestaram a intenção de destinar parte da safra para o mercado externo. Algumas cooperativas, como a Cooperativa Agroindustrial Alegrete Ltda (Caal), também vão exportar. A Caal ganhou uma cota de 20 mil sacas para vender ao mercado externo e está promovendo uma campanha entre seus associados para alcançar o volume estabelecido.
A Federarroz está conduzindo com cautela o processo de articulação da cadeia produtiva para atender o mercado internacional. “Uma das nossas maiores preocupações é com a sanidade do produto”, enfatizou Pötter. De acordo com ele, as cargas destinadas à exportação vão passar por quatro análises antes do embarque – duas na fazenda e outras duas no porto de Rio Grande.
“Também contratamos uma certificadora internacional para atestar a sanidade dos carregamentos”, informou Pötter. A Federarroz já estabeleceu ainda parceria com uma trading que se encarregará de colocar o produto no mercado internacional. Entre os mercados alvos para o arroz brasileiro estão os países da América do Sul e Central , do Leste Europeu, da África e do Oriente Médio.
Ex-presidente do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga), o delegado federal de Agricultura no Rio Grande do Sul, Francisco Signor, considera essencial a participação no mercado internacional para o fortalecimento da cadeia produtiva. “Precisamos, porém, criar uma sólida cultura exportadora. Um dos fundamentos básicos a ser seguido é o da formação de estoques. Com isso, teremos regularidade no fornecimento e ganharemos a confiança dos importadores.”
A inclusão de novas culturas na pauta de exportações tem alcançado resultados positivos. Em 2001, por exemplo, o país exportou 5,6 milhões de toneladas de milho. Os embarques caíram para 2,7 milhões de toneladas em 2002, subiram para 3,5 milhões de toneladas em 2003 e vão ficar entre 4,5 e 5 milhões de toneladas neste ano. Já as vendas externas de trigo começaram com 58 toneladas em 2003 e devem saltar para 1,3 milhão de toneladas neste ano.
Fonte: MAPA
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apóia a ampliação das culturas de grãos na pauta de exportações. “Esse é um bom caminho para melhorar a renda do produtor e gerar novos empregos”, afirma o coordenador de Abastecimento Agropecuário do Mapa, Sílvio Farnese. Segundo ele, a estratégia do agronegócio brasileiro de incluir novos produtos no mercado internacional começou com o milho, em 2001. No ano passado, foi a vez do trigo e agora é a do arroz irrigado do Rio Grande do Sul, responsável por 49,6% (6,3 milhões de toneladas) da produção nacional neste ano.
O cenário mundial é favorável à estratégia dos arrozeiros de conquistar novos mercados. “Enquanto aumenta a demanda por arroz, a oferta vem caindo”, disse hoje (13/07) o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do RS (Federarroz), Valter Pötter. Há 10 anos, lembra, o estoque mundial era de 150 milhões de toneladas. ‘Hoje, é de 80 milhões, ou seja, houve uma redução de 35%.” A cotação do produto também encorajou os gaúchos: “Há quatro anos, o preço internacional da tonelada de arroz variava entre 100 e 200 dólares. Agora, está em 200 dólares, tendo paridade com o mercado interno.”
Outro fator também motivou a investida dos gaúchos. A safra de arroz no Mercosul, hoje de 14,6 milhões de toneladas, deve crescer cada vez mais. “Com a incorporação de novas tecnologias pela cadeia produtiva, é inevitável o aumento da produção. Isso faz com que o Mercosul, ao contrário do restante do mundo, tenha um volume significativo de excedentes exportáveis”, ressaltou Pötter. Segundo ele, o Brasil não tem como frear as importações do produto argentino e uruguaio. “Sempre iremos importar um pouco desses dois países.” Só há, portanto, uma alternativa: expandir as fronteiras para o arroz brasileiro.
LOGÍSTICA - “A saída para regular a oferta e a demanda no Mercosul é retirar o arroz gaúcho do mercado interno e negociá-lo para outros países”, revelou o presidente da Federarroz. Para escoá-lo, acrescentou Pötter, os arrozeiros contam com uma infra-estrutura de logística adequada. “A área de produção, nas regiões da Campanha e da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, fica a 300 quilômetros do porto de Rio Grande, onde já dispomos de dois terminais para estocar o produto.” Além do transporte rodoviário, os carregamentos podem ser levados ao porto por ferrovias.
Até agora, 185 produtores já manifestaram a intenção de destinar parte da safra para o mercado externo. Algumas cooperativas, como a Cooperativa Agroindustrial Alegrete Ltda (Caal), também vão exportar. A Caal ganhou uma cota de 20 mil sacas para vender ao mercado externo e está promovendo uma campanha entre seus associados para alcançar o volume estabelecido.
A Federarroz está conduzindo com cautela o processo de articulação da cadeia produtiva para atender o mercado internacional. “Uma das nossas maiores preocupações é com a sanidade do produto”, enfatizou Pötter. De acordo com ele, as cargas destinadas à exportação vão passar por quatro análises antes do embarque – duas na fazenda e outras duas no porto de Rio Grande.
“Também contratamos uma certificadora internacional para atestar a sanidade dos carregamentos”, informou Pötter. A Federarroz já estabeleceu ainda parceria com uma trading que se encarregará de colocar o produto no mercado internacional. Entre os mercados alvos para o arroz brasileiro estão os países da América do Sul e Central , do Leste Europeu, da África e do Oriente Médio.
Ex-presidente do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga), o delegado federal de Agricultura no Rio Grande do Sul, Francisco Signor, considera essencial a participação no mercado internacional para o fortalecimento da cadeia produtiva. “Precisamos, porém, criar uma sólida cultura exportadora. Um dos fundamentos básicos a ser seguido é o da formação de estoques. Com isso, teremos regularidade no fornecimento e ganharemos a confiança dos importadores.”
A inclusão de novas culturas na pauta de exportações tem alcançado resultados positivos. Em 2001, por exemplo, o país exportou 5,6 milhões de toneladas de milho. Os embarques caíram para 2,7 milhões de toneladas em 2002, subiram para 3,5 milhões de toneladas em 2003 e vão ficar entre 4,5 e 5 milhões de toneladas neste ano. Já as vendas externas de trigo começaram com 58 toneladas em 2003 e devem saltar para 1,3 milhão de toneladas neste ano.
Fonte: MAPA
Novo módulo do Propec da Schering-Plough Coopers destaca importância das vacinas
A Schering-Plough Coopers apresenta mais uma novidade que irá contribuir muito com o trabalho dos pecuaristas. Trata-se do segundo módulo (Práticas de Vacinação) do sistema Propec – Procedimentos Técnicos para a Pecuária que ressalta a importância do correto manejo na vacinação do rebanho.
O Propec fornece materiais para o veterinário treinar e capacitar os colaboradores que trabalham com ele em assuntos de práticas técnicas, melhorando seus procedimentos, sem entrar em detalhes de diagnóstico ou áreas onde o veterinário é o diferencial. O primeiro módulo aborda o manejo de feridas e agora traz informações importantes sobre o controle sanitário por meio da vacinação.
“O objetivo, com esse novo módulo, é oferecer informação adequada aos capatazes, administradores e peões das propriedades rurais em como conduzir uma vacinação de maneira correta. Muitas vezes, observam-se falhas nos esquemas de vacinação, devido a não manutenção regular do programa, acreditando-se erroneamente, que as doenças estão controladas, não havendo mais necessidade de continuação do processo. Outras vezes, as falhas vacinais ocorrem em função de má utilização e conservação das vacinas e equipamentos”, comenta a Veterinária e Gerente de Produtos para Pecuária da Schering-Plough Coopers, Karine Moraes.
No site, o médico veterinário que se cadastrar terá acesso a um manual explicativo sobre vacinação, destacando o manejo adequado, os tipos de vacina, os fatores de risco para as falhas vacinas, as razões das principais reações após a aplicação e a conservação e esterilização de seringas e agulhas.
Já os pecuaristas poderão encontrar no www.propec.com.br informações sobre os demais temas, como o manejo de feridas, cotações agropecuárias, notícias do agronegócio, entre outras. Além disso, há cursos para o pessoal de campo com manuais e folhetos explicativos de procedimentos, testes e certificados.
Confira dicas para a prática de vacinação:
Alfapress Comunicações
Kátia Camargo – (19) 9606.1513
Cid Luís de Oliveira Pinto – (19) 9606.1510
Central de Atendimento aos Jornalistas
Fone: (19) 3232.0050
Fax: (19) 3231.3314
O Propec fornece materiais para o veterinário treinar e capacitar os colaboradores que trabalham com ele em assuntos de práticas técnicas, melhorando seus procedimentos, sem entrar em detalhes de diagnóstico ou áreas onde o veterinário é o diferencial. O primeiro módulo aborda o manejo de feridas e agora traz informações importantes sobre o controle sanitário por meio da vacinação.
“O objetivo, com esse novo módulo, é oferecer informação adequada aos capatazes, administradores e peões das propriedades rurais em como conduzir uma vacinação de maneira correta. Muitas vezes, observam-se falhas nos esquemas de vacinação, devido a não manutenção regular do programa, acreditando-se erroneamente, que as doenças estão controladas, não havendo mais necessidade de continuação do processo. Outras vezes, as falhas vacinais ocorrem em função de má utilização e conservação das vacinas e equipamentos”, comenta a Veterinária e Gerente de Produtos para Pecuária da Schering-Plough Coopers, Karine Moraes.
No site, o médico veterinário que se cadastrar terá acesso a um manual explicativo sobre vacinação, destacando o manejo adequado, os tipos de vacina, os fatores de risco para as falhas vacinas, as razões das principais reações após a aplicação e a conservação e esterilização de seringas e agulhas.
Já os pecuaristas poderão encontrar no www.propec.com.br informações sobre os demais temas, como o manejo de feridas, cotações agropecuárias, notícias do agronegócio, entre outras. Além disso, há cursos para o pessoal de campo com manuais e folhetos explicativos de procedimentos, testes e certificados.
Confira dicas para a prática de vacinação:
Evitar grandes movimentações no curral que provocam estresse e perda de peso;ambiental.
encaminhar número de animais para seringa/brete de forma a preencher todo o espaço e evitar assim a movimentação desses animais no momento da aplicação do produto (evitar excesso);
não vacinar animais debilitados, com sintomas de doenças e em horas muito quentes do dia;
separar agulhas próprias para uso de acordo com a vacina (intramuscular ou subcutânea);
antes do uso, esterilizar as agulhas em água fervendo;
manter a refrigeração no interior da caixa de isopor;
manter o isopor limpo em seu interior;
aspirar a vacina para seringa automática com o número de doses a serem utilizadas;
tirar o ar das pistolas automáticas para evitar dosagem errada.
Aplicar a dose recomendada no terço final da tábua do pescoço.
Trocar a agulha a cada grupo de dez animais vacinados.
Após abastecer a seringa, recoloque o frasco aberto no frio.
Após o uso, manter as agulhas em solução de Agrisept®.
Desmontar a seringa automática e lavar todos os seus componentes em solução de Agrisept®.
Manter os frascos não utilizados sob refrigeração
Descartar os frascos utilizados em lixo apropriado visando preservação
Alfapress Comunicações
Kátia Camargo – (19) 9606.1513
Cid Luís de Oliveira Pinto – (19) 9606.1510
Central de Atendimento aos Jornalistas
Fone: (19) 3232.0050
Fax: (19) 3231.3314
Qualidade e sanidade dos alimentos
Qualidade e sanidade dos alimentos estão na pauta da economia brasileira, especialmente quando relacionadas à exportação de produtos agroindustriais. O Ministério da Saúde e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento vêm, desde 1993, desenvolvendo ações visando à adoção pelas empresas localizadas em território nacional de sistema de identificação e controle dos pontos mais vulneráveis à contaminação dos alimentos, em toda a cadeia alimentar. A partir de 1998, várias instituições uniram-se para levar adiante os esforços iniciados pelo Governo.
No setor campo, as ações ligadas ao chamado Programa Alimentos Seguros – PAS - são coordenadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, em convênio com o Senai e o Sebrae. Pesquisadores da empresa, cujos trabalhos estão diretamente ligados à implantação do PAS setor Campo, estão reunidos, até às 12 horas de amanhã, quinta-feira, 15 de julho, no 13º andar do Hotel Torre, em Brasília (DF). O objetivo é traçar um plano de transferência de conhecimentos e de tecnologias a agrônomos, técnicos agrícolas e a agentes da extensão rural pública e privada que, por sua vez, vão repassá-los a produtores. O beneficiado, no final da cadeia, é o consumidor e o setor exportador de alimentos, que terão reduzidos os riscos de seus produtos serem embargados no mercado externo.
Assessoria de Comunicação Social da Embrapa – ACS
Jornalistas Marita Cardillo e Robinson Cipriano
Telefones: (61) 448.4039 e 448.413
No setor campo, as ações ligadas ao chamado Programa Alimentos Seguros – PAS - são coordenadas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, em convênio com o Senai e o Sebrae. Pesquisadores da empresa, cujos trabalhos estão diretamente ligados à implantação do PAS setor Campo, estão reunidos, até às 12 horas de amanhã, quinta-feira, 15 de julho, no 13º andar do Hotel Torre, em Brasília (DF). O objetivo é traçar um plano de transferência de conhecimentos e de tecnologias a agrônomos, técnicos agrícolas e a agentes da extensão rural pública e privada que, por sua vez, vão repassá-los a produtores. O beneficiado, no final da cadeia, é o consumidor e o setor exportador de alimentos, que terão reduzidos os riscos de seus produtos serem embargados no mercado externo.
Assessoria de Comunicação Social da Embrapa – ACS
Jornalistas Marita Cardillo e Robinson Cipriano
Telefones: (61) 448.4039 e 448.413
II Seminário Nacional de “Produção de Carne Bovina de Qualidade” reúne 200 pecuaristas de Dourados (MS) e região
O auditório do Sindicato Rural de Dourados, em Mato Grosso do Sul, recebeu cerca de 200 pecuaristas na última sexta-feira, dia 09 de julho, durante a realização do II Seminário Nacional de “Produção de Carne Bovina de Qualidade”, promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e realizado pela Associação Brasileira do Novilho Precoce (ABNP).
Durante o seminário, os pecuaristas acompanharam apresentações de quatro palestrantes do mais alto nível, que abordaram de maneira simples e de fácil entendimento os seguintes temas: biossegurança, sanidade, rastreabilidade, classificação de carcaça, integração lavoura/pecuária, manejo de pastagem, genética e alimentação.
Segundo a participante Katia Aline Ueno, proprietária da Fazenda Pequi, localizada em Bela Vista (MS), o seminário vai possibilitar o aumento de receita da propriedade. “Nunca havia participado de nenhum evento que abordasse temas relacionados à pecuária de corte. Os aspectos apresentados pelos especialistas servirão de base para que nossa fazenda minimize os gastos e maximize a produção com qualidade. Conseguiremos ser mais competitivos daqui para frente”, ressalta Katia.
Segundo Gino José Ferreira, presidente do Sindicato Rural de Dourados, o evento foi fundamental para apresentar as novas tecnologias disponíveis, que contribuem para o aumento da produção de carne de qualidade.
“Temos percebido uma conscientização e preocupação maior dos pecuaristas com a qualidade e em oferecer o produto que o mundo quer. É possível perceber essa preocupação em eventos como esse, que deixam a sala cheia de produtores interessados em ter uma pecuária profissional”, afirmou Constantino Ajimasto Júnior, presidente da ABNP.
No ano passado, o seminário percorreu 14 cidades em 10 estados e reunindo mais de 3.500 pecuaristas. A segunda edição do Seminário Nacional de “Produção de Carne Bovina de Qualidade” será realizada em 20 cidades diferentes, espalhadas por 11 estados. “Como o estado de Mato Grosso do Sul é um importante pólo pecuário, também realizaremos o evento em Coxim (23/7) e Três Lagoas (30/7). Dessa maneira, poderemos alcançar o maior número possível de produtores do estado e melhorar ainda mais a pecuária local”, finaliza Constantino.
Informações adicionais sobre o II Seminário Nacional de “Produção de Carne Bovina de Qualidade” podem ser obtidas através do site www.novilhoprecocebrasil.com.br ou pelo telefone (16) 3966-2327
Texto Assessoria de Comunicações: telefone (11) 3675-1818
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
Durante o seminário, os pecuaristas acompanharam apresentações de quatro palestrantes do mais alto nível, que abordaram de maneira simples e de fácil entendimento os seguintes temas: biossegurança, sanidade, rastreabilidade, classificação de carcaça, integração lavoura/pecuária, manejo de pastagem, genética e alimentação.
Segundo a participante Katia Aline Ueno, proprietária da Fazenda Pequi, localizada em Bela Vista (MS), o seminário vai possibilitar o aumento de receita da propriedade. “Nunca havia participado de nenhum evento que abordasse temas relacionados à pecuária de corte. Os aspectos apresentados pelos especialistas servirão de base para que nossa fazenda minimize os gastos e maximize a produção com qualidade. Conseguiremos ser mais competitivos daqui para frente”, ressalta Katia.
Segundo Gino José Ferreira, presidente do Sindicato Rural de Dourados, o evento foi fundamental para apresentar as novas tecnologias disponíveis, que contribuem para o aumento da produção de carne de qualidade.
“Temos percebido uma conscientização e preocupação maior dos pecuaristas com a qualidade e em oferecer o produto que o mundo quer. É possível perceber essa preocupação em eventos como esse, que deixam a sala cheia de produtores interessados em ter uma pecuária profissional”, afirmou Constantino Ajimasto Júnior, presidente da ABNP.
No ano passado, o seminário percorreu 14 cidades em 10 estados e reunindo mais de 3.500 pecuaristas. A segunda edição do Seminário Nacional de “Produção de Carne Bovina de Qualidade” será realizada em 20 cidades diferentes, espalhadas por 11 estados. “Como o estado de Mato Grosso do Sul é um importante pólo pecuário, também realizaremos o evento em Coxim (23/7) e Três Lagoas (30/7). Dessa maneira, poderemos alcançar o maior número possível de produtores do estado e melhorar ainda mais a pecuária local”, finaliza Constantino.
Informações adicionais sobre o II Seminário Nacional de “Produção de Carne Bovina de Qualidade” podem ser obtidas através do site www.novilhoprecocebrasil.com.br
Texto Assessoria de Comunicações: telefone (11) 3675-1818
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
quarta-feira, julho 07, 2004
XIII EXPOSIÇÃO AGROPECUÁRIA DE QUISSAMÃ RESGATA PROGRAMAÇÃO TÉCNICA
Município do Norte fluminense alia alta tecnologia e atrações festivas durante quatro dias de evento
As informações técnicas são valiosas para os produtores rurais, assim como o conhecimento sobre o mercado para melhor comercialização de suas safras. Com objetivo de atender esta demanda, a Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico de Quissamã (Semag) vai promover dois dias de encontros técnicos durante a XIII Exposição Agropecuária, Turística e Industrial de Quissamã, que acontecerá entre 15 e 18 de julho, no Parque de Exposições Renato Queirós Carneiro da Silva.
Na quinta-feira, dia 15, o I Encontro de Produtores de Coco de Quissamã reunirá palestras sobre tecnologia e comercialização no Anfiteatro da Prefeitura Municipal de Quissamã. Além de painéis sobre o desenvolvimento do município a partir da comercialização do coco in natura e da água de coco, os participantes terão acesso a experiências de outras regiões, com apresentação dos especialistas em fruticultura, Fernando Abreu, pesquisador da Embrapa no Ceará, e Aluísio Gomes, presidente do GCV, de Petrolina.
Na sexta-feira, a programação será aberta pela inauguração da I Etapa do Projeto de Irrigação do Canto de Santo Antônio, com apresentação do projeto e visita ao longo do canal de irrigação. Às 11h30, começa o Quissamã Show Agrícola, que reunirá empresas de implementos agrícolas de todo o país para demonstrações de como funcionam as mais modernas e máquinas e equipamentos disponíveis no mercado. Os fabricantes darão ênfase às culturas do coco, abacaxi, cana-de-açúcar e mandioca, principais atividades do município.
“Nos inspiramos no Agrishow, um dos maiores eventos do gênero no mundo, realizado em Ribeirão Preto (SP). A idéia é resgatar a proposta técnica dos eventos agropecuários, apresentando aos produtores locais a mais alta tecnologia existente hoje. No encontro do coco daremos ênfase aos projetos de comercialização, uma vez que a produção já está consolidada no município, maior produtor de coco anão verde do estado do Rio de Janeiro”, destaca o secretário de Agricultura e Desenvolvimento Econômico, Haroldo Carneiro.
A XIII Exposição Agropecuária, Turística e Industrial de Quissamã reunirá exposição de animais, feira de indústria e comércio, rodeios e shows. A abertura oficial da exposição agropecuária acontece no dia 15, às 18 horas, após o encontro dos produtores de coco. Veja programação abaixo.
Projeto de irrigação
A Secretaria Municipal de Agricultura de Quissamã (Semag) lançará durante a XIII Exposição Agropecuária, Turística e Industrial de Quissamã a primeira fase do projeto de Irrigação do Canto de Santo Antônio. Trata-se de um antigo Projeto de irrigação do Norte Fluminense (Projir) desenvolvido na década de 80 pelo extinto Instituto de Açúcar e do Ácool (IAA) para irrigar 200 mil hectares de terra no Norte fluminense.
Os planos não foram concretizados, mas o problema de falta de chuvas persiste na região. Certa de que a irrigação é o componente que falta para que haja desenvolvimento sustentável em Quissamã, a Secretaria de Agricultura decidiu atualizar o projeto e adaptá-lo para o município. A primeira etapa já começou e vai irrigar 1,5 mil hectares e beneficiar 40 famílias de agricultores. O projeto total vai irrigar 12,5 mil hectares e atender a 180 pequenos produtores. Os investimentos iniciais são da ordem de R$ 4,5 milhões.
A água será captada do Canal Campos-Macaé, segundo maior canal escavado do mundo, construído pelos escravos para escoamento de açúcar na época dos Engenhos de Cana-de-Açúcar. O canal foi revitalizado e, através de bombas, a água está sendo captada para irrigar uma área que está 10 metros acima do nível do mar. No futuro essa água será levada a 20 metros acima do nível do mar.
“A idéia é estimular a criação de um condomínio de produtores que sustente o abastecimento de água e o fornecimento de energia elétrica. Assim, a produtividade e a independência da região estarão garantidas”, acrescenta Haroldo Carneiro.
O Canto de Santo Antônio é um projeto piloto para garantir a completa irrigação dos Tabuleiros de Quissamã, que abrange um total de 12 mil hectares. O projeto completo, maior da região Sudeste, deverá ser concluído em quatro anos e absorverá cerca de R$ 25 milhões.
Programação da Exposição
14 de Julho
Recepção de Animais
Shows: Kleber Lucas - 18h – Palco Oficial
Alma Gêmea – Palco – 21h
Jeito Moleke – Palco - 23h
Ninil e Banda - Tattersal - 24:00
15 de julho
1º Encontro de Produtores de Coco de Quissamã – 15h
Auditório Municipal da Prefeitura de Quissamã
Shows: Amado Batista, 23h – Palco Oficial
Lenildo e Banda – Tattersal – 24h
16 de julho
Quissamã Show Agrícola - 9h
Inauguração do Projeto Piloto de Irrigação de Canto de Santo Antônio
Local: Horto Municipal de Quissamã
Shows: Babado Novo – 23h – Palco Oficial
Zazal – Tattersal – 24h
17 de julho
Quissamã Show Agrícola - Horto Municipal - 9h
Local: Horto Municipal de Quissamã
Copa Nova Era de Motocross (treino) – 12 h - Parque de Exposições
Show : Simone – 23h – Palco Oficial
Forró Pai D`Égua – Tattersal – 24h
18 de julho
Copa Nova Era de Motocross – 13 h
Final do I Campeonato Quissamaense de Laço regional em Equipe – 13h
Local: Parque de Exposições
Shows: Chitãozinho e Xororó – 23h – Palco Oficial
Beto e Cia – Tattersal – 24h
15 a 18 de julho
Shows com Geraldão da Sanfona e Dedé e Cia no Quiosque de Alimentação – a partir das 22h
XIV Concurso Leiteiro - às 8h e às 20h
5ª Etapa da Copa Atlântico Nelore – a partir das 9h
Provas Hípicas com o Clube do Cavalo de Quissamã – 9h
Cia. de Rodeio Tony Nascimento – às 21 h
Local: Parque de Exposições Renato de Queirós Carneiro da Silva
Mais informações:
Maria José de Queirós
(22) 2768-9300
ascom@quissama.rj.gov.br
Tatiana Siqueira
(21) 9888-6973
Tatiana.siqueira@globo.com
As informações técnicas são valiosas para os produtores rurais, assim como o conhecimento sobre o mercado para melhor comercialização de suas safras. Com objetivo de atender esta demanda, a Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico de Quissamã (Semag) vai promover dois dias de encontros técnicos durante a XIII Exposição Agropecuária, Turística e Industrial de Quissamã, que acontecerá entre 15 e 18 de julho, no Parque de Exposições Renato Queirós Carneiro da Silva.
Na quinta-feira, dia 15, o I Encontro de Produtores de Coco de Quissamã reunirá palestras sobre tecnologia e comercialização no Anfiteatro da Prefeitura Municipal de Quissamã. Além de painéis sobre o desenvolvimento do município a partir da comercialização do coco in natura e da água de coco, os participantes terão acesso a experiências de outras regiões, com apresentação dos especialistas em fruticultura, Fernando Abreu, pesquisador da Embrapa no Ceará, e Aluísio Gomes, presidente do GCV, de Petrolina.
Na sexta-feira, a programação será aberta pela inauguração da I Etapa do Projeto de Irrigação do Canto de Santo Antônio, com apresentação do projeto e visita ao longo do canal de irrigação. Às 11h30, começa o Quissamã Show Agrícola, que reunirá empresas de implementos agrícolas de todo o país para demonstrações de como funcionam as mais modernas e máquinas e equipamentos disponíveis no mercado. Os fabricantes darão ênfase às culturas do coco, abacaxi, cana-de-açúcar e mandioca, principais atividades do município.
“Nos inspiramos no Agrishow, um dos maiores eventos do gênero no mundo, realizado em Ribeirão Preto (SP). A idéia é resgatar a proposta técnica dos eventos agropecuários, apresentando aos produtores locais a mais alta tecnologia existente hoje. No encontro do coco daremos ênfase aos projetos de comercialização, uma vez que a produção já está consolidada no município, maior produtor de coco anão verde do estado do Rio de Janeiro”, destaca o secretário de Agricultura e Desenvolvimento Econômico, Haroldo Carneiro.
A XIII Exposição Agropecuária, Turística e Industrial de Quissamã reunirá exposição de animais, feira de indústria e comércio, rodeios e shows. A abertura oficial da exposição agropecuária acontece no dia 15, às 18 horas, após o encontro dos produtores de coco. Veja programação abaixo.
Projeto de irrigação
A Secretaria Municipal de Agricultura de Quissamã (Semag) lançará durante a XIII Exposição Agropecuária, Turística e Industrial de Quissamã a primeira fase do projeto de Irrigação do Canto de Santo Antônio. Trata-se de um antigo Projeto de irrigação do Norte Fluminense (Projir) desenvolvido na década de 80 pelo extinto Instituto de Açúcar e do Ácool (IAA) para irrigar 200 mil hectares de terra no Norte fluminense.
Os planos não foram concretizados, mas o problema de falta de chuvas persiste na região. Certa de que a irrigação é o componente que falta para que haja desenvolvimento sustentável em Quissamã, a Secretaria de Agricultura decidiu atualizar o projeto e adaptá-lo para o município. A primeira etapa já começou e vai irrigar 1,5 mil hectares e beneficiar 40 famílias de agricultores. O projeto total vai irrigar 12,5 mil hectares e atender a 180 pequenos produtores. Os investimentos iniciais são da ordem de R$ 4,5 milhões.
A água será captada do Canal Campos-Macaé, segundo maior canal escavado do mundo, construído pelos escravos para escoamento de açúcar na época dos Engenhos de Cana-de-Açúcar. O canal foi revitalizado e, através de bombas, a água está sendo captada para irrigar uma área que está 10 metros acima do nível do mar. No futuro essa água será levada a 20 metros acima do nível do mar.
“A idéia é estimular a criação de um condomínio de produtores que sustente o abastecimento de água e o fornecimento de energia elétrica. Assim, a produtividade e a independência da região estarão garantidas”, acrescenta Haroldo Carneiro.
O Canto de Santo Antônio é um projeto piloto para garantir a completa irrigação dos Tabuleiros de Quissamã, que abrange um total de 12 mil hectares. O projeto completo, maior da região Sudeste, deverá ser concluído em quatro anos e absorverá cerca de R$ 25 milhões.
Programação da Exposição
14 de Julho
Recepção de Animais
Shows: Kleber Lucas - 18h – Palco Oficial
Alma Gêmea – Palco – 21h
Jeito Moleke – Palco - 23h
Ninil e Banda - Tattersal - 24:00
15 de julho
1º Encontro de Produtores de Coco de Quissamã – 15h
Auditório Municipal da Prefeitura de Quissamã
Shows: Amado Batista, 23h – Palco Oficial
Lenildo e Banda – Tattersal – 24h
16 de julho
Quissamã Show Agrícola - 9h
Inauguração do Projeto Piloto de Irrigação de Canto de Santo Antônio
Local: Horto Municipal de Quissamã
Shows: Babado Novo – 23h – Palco Oficial
Zazal – Tattersal – 24h
17 de julho
Quissamã Show Agrícola - Horto Municipal - 9h
Local: Horto Municipal de Quissamã
Copa Nova Era de Motocross (treino) – 12 h - Parque de Exposições
Show : Simone – 23h – Palco Oficial
Forró Pai D`Égua – Tattersal – 24h
18 de julho
Copa Nova Era de Motocross – 13 h
Final do I Campeonato Quissamaense de Laço regional em Equipe – 13h
Local: Parque de Exposições
Shows: Chitãozinho e Xororó – 23h – Palco Oficial
Beto e Cia – Tattersal – 24h
15 a 18 de julho
Shows com Geraldão da Sanfona e Dedé e Cia no Quiosque de Alimentação – a partir das 22h
XIV Concurso Leiteiro - às 8h e às 20h
5ª Etapa da Copa Atlântico Nelore – a partir das 9h
Provas Hípicas com o Clube do Cavalo de Quissamã – 9h
Cia. de Rodeio Tony Nascimento – às 21 h
Local: Parque de Exposições Renato de Queirós Carneiro da Silva
Mais informações:
Maria José de Queirós
(22) 2768-9300
ascom@quissama.rj.gov.br
Tatiana Siqueira
(21) 9888-6973
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