A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná e o INPEV - Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias assinaram nesta terça-feira (29), no Palácio Iguaçu, em Curitiba (PR), convênio visando a continuidade da parceria entre os dois órgãos visando o recolhimento de embalagens vazias de agrotóxicos.
O Paraná é o terceiro estado no país em consumo de agrotóxico e o segundo em recolhimento de embalagens. A Secretaria do Meio Ambiente é responsável pelo controle da devolução das embalagens, fiscalização dos agricultores e centrais de recebimento, licenciamento ambiental das centrais e treinamento dos técnicos que recebem as embalagens.
Segundo dados fornecidos pelo INPEV e Ministério da Agricultura, no ano passado foram recolhidas 7 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos em todo país. Em 2003 foram recolhidas 54% das embalagens comercializadas, sendo que a meta para este ano é de 75%.
Somente nos dois primeiros meses de 2004 o Paraná recolheu 23% do total de embalagens vazias que foram comercializadas, aumentando o seu número de recolhimento em 858,9% (passou de 209,8 toneladas recolhidas, em 2002, para 2.012, em 2003.
Fonte: Agência Brasil
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sexta-feira, julho 02, 2004
Brasil e Etiópia pesquisam juntos o café descafeinado
Os pesquisadores brasileiros que descobriram três variedades de café arábica naturalmente descafeinado poderão fechar um acordo de pesquisa com parceiros etíopes. O contato entre a Ethiopian Agricultural Research Organization (Earo), uma entidade de pesquisa na área agrícola daquele país, com a Unicamp e o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), foi iniciado nesta semana. De acordo com Paulo Mazzafera, professor e pesquisador do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (IB/Unicamp), um dos responsáveis pela descoberta, o pesquisador etíope Tsedeke Abate quer conhecer mais detalhes da pesquisa brasileira e iniciar uma cooperação.
A sugestão do grupo de pesquisadores do Brasil é identificar quais as variedades do banco de germoplasma cada país possui, avaliar o teor de cafeína em variedades ainda não investigadas e posteriormente criar uma expedição para fazer novas coletas em áreas de floresta da Etiópia. Segundo Mazzafera, por enquanto, está descartada a transferência de material genético do Brasil à Etiópia. Todo banco pesquisado no Brasil pertence ao Instituto Agronômico de Campinas (IAC).
A descoberta brasileira, publicada na edição da semana passada da revista britânica "Nature", causou polêmica mundial. Um representante da Associação de Exportadores de Café da Etiópia sugere em entrevista à Agência Reuters que o material genético pesquisado teria sido retirado do país sem autorização do governo etíope. O membro da associação diz ainda que o anúncio da descoberta deveria ter sido informada ao governo do país.
"Acho isso um grande absurdo", diz Mazzafera. "O Brasil não foi o único a receber esse material. O banco de germoplasma foi colhido por uma delegação de pesquisadores coordenados numa expedição da FAO, órgão da ONU para alimentação e agricultura, em 1965". Além do Brasil, países como Índia, Tanzânia, Peru, Costa Rica e a Etiópia receberam o material , disse.
O professor apresentou documento que detalha a missão à Etiópia em 1964. Segundo o documento, o governo do país conhecia os objetivos da expedição e participou dela. O projeto teve o objetivo de colher variedades de café silvestres nas florestas daquele país, berço do café. O objetivo foi preservar material genético diante da ameaça de desmatamento. Para Mazzafera, o desmatamento pode ter extinto variedades de café hoje existentes no IAC.
Todo acervo plantado na Estação Experimental do IAC, em Campinas, derivou desta expedição. O material chegou ao Brasil em 1973. Depois de um período de quarentena, em Jundiaí, as plantas foram trazidas para Campinas.
O IAC e o Instituto de Biologia da Unicamp fizeram uma varredura em três mil plantas que formam este banco de germoplasma. A concentração mínima de cafeína foi observada em apenas três variedades que receberam os nomes de AC1, AC2 e AC3, em homenagem a um dos mais importantes pesquisadores de café Alcides Carvalho.
Fonte: Gazeta Mercantil
A sugestão do grupo de pesquisadores do Brasil é identificar quais as variedades do banco de germoplasma cada país possui, avaliar o teor de cafeína em variedades ainda não investigadas e posteriormente criar uma expedição para fazer novas coletas em áreas de floresta da Etiópia. Segundo Mazzafera, por enquanto, está descartada a transferência de material genético do Brasil à Etiópia. Todo banco pesquisado no Brasil pertence ao Instituto Agronômico de Campinas (IAC).
A descoberta brasileira, publicada na edição da semana passada da revista britânica "Nature", causou polêmica mundial. Um representante da Associação de Exportadores de Café da Etiópia sugere em entrevista à Agência Reuters que o material genético pesquisado teria sido retirado do país sem autorização do governo etíope. O membro da associação diz ainda que o anúncio da descoberta deveria ter sido informada ao governo do país.
"Acho isso um grande absurdo", diz Mazzafera. "O Brasil não foi o único a receber esse material. O banco de germoplasma foi colhido por uma delegação de pesquisadores coordenados numa expedição da FAO, órgão da ONU para alimentação e agricultura, em 1965". Além do Brasil, países como Índia, Tanzânia, Peru, Costa Rica e a Etiópia receberam o material , disse.
O professor apresentou documento que detalha a missão à Etiópia em 1964. Segundo o documento, o governo do país conhecia os objetivos da expedição e participou dela. O projeto teve o objetivo de colher variedades de café silvestres nas florestas daquele país, berço do café. O objetivo foi preservar material genético diante da ameaça de desmatamento. Para Mazzafera, o desmatamento pode ter extinto variedades de café hoje existentes no IAC.
Todo acervo plantado na Estação Experimental do IAC, em Campinas, derivou desta expedição. O material chegou ao Brasil em 1973. Depois de um período de quarentena, em Jundiaí, as plantas foram trazidas para Campinas.
O IAC e o Instituto de Biologia da Unicamp fizeram uma varredura em três mil plantas que formam este banco de germoplasma. A concentração mínima de cafeína foi observada em apenas três variedades que receberam os nomes de AC1, AC2 e AC3, em homenagem a um dos mais importantes pesquisadores de café Alcides Carvalho.
Fonte: Gazeta Mercantil
Etiópia acusa brasileiro por estudar café descafeinado
A descoberta de um cientista brasileiro de uma variedade de café naturalmente descafeinado na Etiópia deixou-o em maus lençóis com as autoridades do país africano, que o acusaram ontem de ter retirado do país mudas da planta sem autorização.
A descoberta, que pode virar sucesso entre os amantes do café que apreciam o gosto da bebida mas não do efeito estimulante da cafeína, foi revelada na semana passada por Paulo Mazzafera, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), por meio de artigo publicado na revista científica "Nature".
A variedade descafeinada da planta ainda não foi produzida comercialmente e o cientista não dispõe de dados para afirmar se é ou não produtiva. Mas, segundo informou, se for comercialmente viável, o café naturalmente descafeinado pode chegar aos mercados dentro de cinco ou seis anos.
Atitude arrogante
"Apesar de celebrarmos a descoberta de um café livre de cafeína na Etiópia, não aceitamos a arrogância do cientista, que divulgou esse fato para o mundo sem o conhecimento prévio das autoridades etíopes. Essa é uma atitude antiprofissional e injusta", afirmou Hailue Gebre Hiwot, da Associação de Exportadores de Café da Etiópia (Ecea).
"O domínio da planta é da Etiópia. O cientista deveria ter informado às autoridades etíopes antes de fazer tal anúncio, como se a planta pertencesse ao Brasil", acrescentou o diretor da Ecea.
Hailue também exige que o cientista apresente suas explicações sobre em que condições havia conseguido levar 6 mil mudas da planta para o Brasil, coletadas nas florestas etíopes nos anos 80. "Queremos saber quem autorizou o cientista a levar 6 mil espécimes de uma planta tão rara da Etiópia e sob quais condições isso aconteceu", afirmou Hailu.
"A menos que esses documentos sejam apresentados, poder-se-ia considerar a questão uma fraude e o cientista pode ser acusado por retirar ilegalmente propriedade etíope", ele acrescentou.
O café descafeinado responde por cerca de 10 por cento do consumo mundial do produto, mas parte do sabor da bebida é sacrificada quando ocorre a retirada da cafeína. O café, cultivado em todo o mundo, surgiu das florestas de altitude do sudoeste da Etiópia, em uma região conhecida como Kaffa. O país é o maior produtor de café da África, com uma safra de 250 mil a 300 mil toneladas por ano.
Fonte: Gazeta Mercantil
A descoberta, que pode virar sucesso entre os amantes do café que apreciam o gosto da bebida mas não do efeito estimulante da cafeína, foi revelada na semana passada por Paulo Mazzafera, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), por meio de artigo publicado na revista científica "Nature".
A variedade descafeinada da planta ainda não foi produzida comercialmente e o cientista não dispõe de dados para afirmar se é ou não produtiva. Mas, segundo informou, se for comercialmente viável, o café naturalmente descafeinado pode chegar aos mercados dentro de cinco ou seis anos.
Atitude arrogante
"Apesar de celebrarmos a descoberta de um café livre de cafeína na Etiópia, não aceitamos a arrogância do cientista, que divulgou esse fato para o mundo sem o conhecimento prévio das autoridades etíopes. Essa é uma atitude antiprofissional e injusta", afirmou Hailue Gebre Hiwot, da Associação de Exportadores de Café da Etiópia (Ecea).
"O domínio da planta é da Etiópia. O cientista deveria ter informado às autoridades etíopes antes de fazer tal anúncio, como se a planta pertencesse ao Brasil", acrescentou o diretor da Ecea.
Hailue também exige que o cientista apresente suas explicações sobre em que condições havia conseguido levar 6 mil mudas da planta para o Brasil, coletadas nas florestas etíopes nos anos 80. "Queremos saber quem autorizou o cientista a levar 6 mil espécimes de uma planta tão rara da Etiópia e sob quais condições isso aconteceu", afirmou Hailu.
"A menos que esses documentos sejam apresentados, poder-se-ia considerar a questão uma fraude e o cientista pode ser acusado por retirar ilegalmente propriedade etíope", ele acrescentou.
O café descafeinado responde por cerca de 10 por cento do consumo mundial do produto, mas parte do sabor da bebida é sacrificada quando ocorre a retirada da cafeína. O café, cultivado em todo o mundo, surgiu das florestas de altitude do sudoeste da Etiópia, em uma região conhecida como Kaffa. O país é o maior produtor de café da África, com uma safra de 250 mil a 300 mil toneladas por ano.
Fonte: Gazeta Mercantil
Leilão Indian Baby ofertará 35 bezerras Nelore PO em Araçatuba (SP), no dia 04 de julho
O grupo Pólo Nelorista, formado por importantes selecionadores da raça Nelore, promoverá a 6ª edição do leilão Indian Baby, dia 04 de julho, a partir das 20 horas, na Cervejaria Avenida, em Araçatuba/SP. O evento será transmitido ao vivo pelo Canal Rural e faz parte da programação da Exposição Agropecuária de Araçatuba, uma das maiores do País.
Serão colocadas à venda 35 bezerras Nelore PO escolhidas com o máximo rigor zootécnico e premiadas em pista. Segundo Gilson Katayama (Agropecuária Katayama), parceiro do Pólo, o leilão Indian Baby é reconhecido tradicionalmente pelos selecionadores do País como uma das mais importantes fontes para aquisição de bezerras Nelore, por ofertar animais de excelência genética. “O Indian Baby é um dos leilões mais cobiçados da Exposição Agropecuária de Araçatuba”, comenta Katayama.
No ano passado, o leilão movimentou R$ 1,082 milhão com a venda de 31 bezerras PO selecionadas, alcançando excelente média de R$ 34.909,00.
Para o Indian Baby 2004 o Pólo Nelorista selecionou 19 bezerras de altíssima genética dos plantéis dos parceiros e convidou importantes projetos pecuários que contribuíram com 16 bezerras PO. São eles: Antônio Paulo Abate, Carpa Serrana, Claudia Tosta Junqueira, Cláudio Fernando Garcia de Souza, Edwar Gaetan Bucher, Fazendinha da Estrada, Ipê Amarelo, Jamil Buchala Filho, Jayme Santos Miranda, Milton Luiz Pires, Pedro Grendene, UMIMAR (Universidade de Marília), Vergel Agropecuária e Vicente Rodrigues da Cunha.
Sobre o Pólo Nelorista:
O Pólo Nelorista congrega 13 criadores de Araçatuba e região que trabalham em conjunto para fortalecer a raça Nelore, aliando a experiência de projetos pecuários tradicionais à modernidade das tecnologias utilizadas para o melhoramento genético da raça. Os projetos pecuários participantes do Pólo são: Agropecuária J. Galera, Carlos Eduardo Novaes, Fazenda Guadalupe, Fazenda Guarita, Katayama Pecuária, Agropecuária JJ, José Carlos Prata Cunha, José Luis Urbano Boteon, José Luiz Niemeyer dos Santos, Julika Carolin Wirth Zarb, Oscar Machado Leite de Barros, Jonas Barcellos e Torres Homem Rodrigues da Cunha.
Informações adicionais: telefone (18) 3608-9550, com Mirella, gerente executiva do Pólo Nelorista.
Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 3675-1818
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
Coordenação: Simone Rubim
Atendimento: Robson Rodrigues (robson@textoassessoria.com.br)
Serão colocadas à venda 35 bezerras Nelore PO escolhidas com o máximo rigor zootécnico e premiadas em pista. Segundo Gilson Katayama (Agropecuária Katayama), parceiro do Pólo, o leilão Indian Baby é reconhecido tradicionalmente pelos selecionadores do País como uma das mais importantes fontes para aquisição de bezerras Nelore, por ofertar animais de excelência genética. “O Indian Baby é um dos leilões mais cobiçados da Exposição Agropecuária de Araçatuba”, comenta Katayama.
No ano passado, o leilão movimentou R$ 1,082 milhão com a venda de 31 bezerras PO selecionadas, alcançando excelente média de R$ 34.909,00.
Para o Indian Baby 2004 o Pólo Nelorista selecionou 19 bezerras de altíssima genética dos plantéis dos parceiros e convidou importantes projetos pecuários que contribuíram com 16 bezerras PO. São eles: Antônio Paulo Abate, Carpa Serrana, Claudia Tosta Junqueira, Cláudio Fernando Garcia de Souza, Edwar Gaetan Bucher, Fazendinha da Estrada, Ipê Amarelo, Jamil Buchala Filho, Jayme Santos Miranda, Milton Luiz Pires, Pedro Grendene, UMIMAR (Universidade de Marília), Vergel Agropecuária e Vicente Rodrigues da Cunha.
Sobre o Pólo Nelorista:
O Pólo Nelorista congrega 13 criadores de Araçatuba e região que trabalham em conjunto para fortalecer a raça Nelore, aliando a experiência de projetos pecuários tradicionais à modernidade das tecnologias utilizadas para o melhoramento genético da raça. Os projetos pecuários participantes do Pólo são: Agropecuária J. Galera, Carlos Eduardo Novaes, Fazenda Guadalupe, Fazenda Guarita, Katayama Pecuária, Agropecuária JJ, José Carlos Prata Cunha, José Luis Urbano Boteon, José Luiz Niemeyer dos Santos, Julika Carolin Wirth Zarb, Oscar Machado Leite de Barros, Jonas Barcellos e Torres Homem Rodrigues da Cunha.
Informações adicionais: telefone (18) 3608-9550, com Mirella, gerente executiva do Pólo Nelorista.
Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 3675-1818
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
Coordenação: Simone Rubim
Atendimento: Robson Rodrigues (robson@textoassessoria.com.br)
MAPA NEGOCIA RETOMADA DAS EXPORTAÇÕES DE CARNE PARA ARGENTINA
O chefe da Divisão de Assuntos Sanitários e Fitossanitários da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Adauto Lima Rodrigues, viaja hoje (30/06) para Buenos Aires , onde reúne-se amanhã com o subsecretário de Economia e Agricultura da Argentina, Javier Orquisa, para discutir o levantamento do embargo às importações de carne bovina brasileira.
Rodrigues lembrou que o Departamento de Defesa Animal do MAPA remeteu, na semana passada, às autoridades argentinas, todas as informações sobre controle e procedimentos epidemiológicos tomados após a descoberta e confirmação do foco de febre aftosa no município paraense de Monte Alegre, situado à margem do rio Amazonas.
Os esforços do governo brasileiro para esclarecer o problema e demonstrar que não há risco para os importadores continuaram hoje com uma apresentação do diretor do Departamento de Defesa Animal (DDA), Jorge Caetano Júnior, no Comitê Veterinário Permanente do Cone Sul, em Montevidéu.
Na oportunidade, o diretor do DDA esclareceu as medidas sanitárias implementadas para evitar a disseminação da doença, bem como a localização do foco num estado fora da zona livre de aftosa e que, portanto, não exporta carne bovina.
Desfeitas as confusões, os técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento esperam o restabelecimento imediato do comércio de carne com a Argentina, a exemplo do que ocorreu com a Rússia, que hoje anunciou a retomada das compras de carne brasileira
Fonte: MAPA
Rodrigues lembrou que o Departamento de Defesa Animal do MAPA remeteu, na semana passada, às autoridades argentinas, todas as informações sobre controle e procedimentos epidemiológicos tomados após a descoberta e confirmação do foco de febre aftosa no município paraense de Monte Alegre, situado à margem do rio Amazonas.
Os esforços do governo brasileiro para esclarecer o problema e demonstrar que não há risco para os importadores continuaram hoje com uma apresentação do diretor do Departamento de Defesa Animal (DDA), Jorge Caetano Júnior, no Comitê Veterinário Permanente do Cone Sul, em Montevidéu.
Na oportunidade, o diretor do DDA esclareceu as medidas sanitárias implementadas para evitar a disseminação da doença, bem como a localização do foco num estado fora da zona livre de aftosa e que, portanto, não exporta carne bovina.
Desfeitas as confusões, os técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento esperam o restabelecimento imediato do comércio de carne com a Argentina, a exemplo do que ocorreu com a Rússia, que hoje anunciou a retomada das compras de carne brasileira
Fonte: MAPA
Leilão Seleções do Futuro ofertará 60 fêmeas, em Araçatuba(SP), no dia 06 de julho
A 5ª edição do Leilão Seleções do Futuro, programado para o dia 06 de julho, no recinto Boitel, em Araçatuba (SP), ofertará 60 fêmeas PO prenhes ou paridas com bezerro ao pé, selecionadas com todo o rigor técnico para multiplicar a produção de animais de qualidade. O leilão é coordenado pelo Pólo Nelorista, grupo formado por 13 importantes selecionadores da região de Araçatuba, e será transmitido ao vivo pelo Canal Rural.
Segundo Gilson Katayama, presidente do Pólo Nelorista, todas as fêmeas ofertadas no 5o Leilão Seleções do Futuro, possuem potencial genético superior e pertencem a família altamente produtivas e com elevados índices de produtividade, fertilidade sexual e de acabamento.“A qualidade é tanta que todas as fêmeas estão aptas a se tornar doadoras de embriões”, completa Katayama.
SERVIÇO:
Leilão Seleções do Futuro
Data: 06 de julho
Local: recinto Boitel, Araçatuba (SP), às 20h
Informações: (18) 3608-9550
Sobre o Pólo Nelorista:
O Pólo Nelorista congrega 13 criadores de Araçatuba e região que trabalham em conjunto para fortalecer a raça Nelore, aliando a experiência de projetos pecuários tradicionais à modernidade das tecnologias utilizadas para o melhoramento genético da raça. Os projetos pecuários participantes do Pólo são: Agropecuária J. Galera, Carlos Eduardo Novaes, Fazenda Guadalupe, Fazenda Guarita, Katayama Pecuária, Agropecuária JJ, José Carlos Prata Cunha, José Luis Urbano Boteon, José Luiz Niemeyer dos Santos, Julika Carolin Wirth Zarb, Oscar Machado Leite de Barros, Jonas Barcellos e Torres Homem Rodrigues da Cunha.
Segundo Gilson Katayama, presidente do Pólo Nelorista, todas as fêmeas ofertadas no 5o Leilão Seleções do Futuro, possuem potencial genético superior e pertencem a família altamente produtivas e com elevados índices de produtividade, fertilidade sexual e de acabamento.“A qualidade é tanta que todas as fêmeas estão aptas a se tornar doadoras de embriões”, completa Katayama.
SERVIÇO:
Leilão Seleções do Futuro
Data: 06 de julho
Local: recinto Boitel, Araçatuba (SP), às 20h
Informações: (18) 3608-9550
Sobre o Pólo Nelorista:
O Pólo Nelorista congrega 13 criadores de Araçatuba e região que trabalham em conjunto para fortalecer a raça Nelore, aliando a experiência de projetos pecuários tradicionais à modernidade das tecnologias utilizadas para o melhoramento genético da raça. Os projetos pecuários participantes do Pólo são: Agropecuária J. Galera, Carlos Eduardo Novaes, Fazenda Guadalupe, Fazenda Guarita, Katayama Pecuária, Agropecuária JJ, José Carlos Prata Cunha, José Luis Urbano Boteon, José Luiz Niemeyer dos Santos, Julika Carolin Wirth Zarb, Oscar Machado Leite de Barros, Jonas Barcellos e Torres Homem Rodrigues da Cunha.
Leilão Touros Top 10% ofertará 90 touros Nelore PO, no dia 03 de julho, em Araçatuba (SP)
Cerca de 90 touros Nelore PO de qualidade e produção comprovada serão colocados à venda durante a 45ª Exposição Agropecuária de Araçatuba (SP), no dia 03 de julho, no recinto Boitel. Trata-se do leilão Top 10% coordenado pelo Pólo Nelorista, de Araçatuba (SP).
Neste ano, o Pólo selecionou touros Nelore com Mérito Genético Total diferenciado, prontos para multiplicar a produtividade nos plantéis de todo o País. “O leilão Touros Top 10% é uma grande opção para pecuaristas que procuram qualidade”, afirma Gilson Katayama, gerente do Pólo Nelorista,
Para aumentar o potencial genético que estará à disposição durante o leilão, o Pólo convidou alguns projetos pecuários com perfil semelhante, como Beatriz Salles Zancaner & filhos, que contribuirá com seis touros, Alexandre Augusto Sanson, que ofertará dois animais, e Agropecuária Varanda, que disponibilizará um animal.
SERVIÇO:
Leilão Top 10%
Data: 03 de julho
Local: Estância Boitel, Araçatuba (SP), às 14h
Informações: (18) 3608-9550, com Mirella Guimarães
Sobre o Pólo Nelorista:
O Pólo Nelorista congrega 13 criadores de Araçatuba e região, que trabalham em conjunto para fortalecer a raça Nelore, aliando a experiência de projetos pecuários tradicionais à modernidade das tecnologias utilizadas para o melhoramento genético da raça.
São os seguintes os projetos pecuários participantes do Pólo: Agropecuária J. Galera, Carlos Eduardo Novaes, Fazenda Guadalupe, Fazenda Guarita, Katayama Pecuária, Agropecuária JJ, José Carlos Prata Cunha, José Luis Urbano Boteon, José Luiz Niemeyer dos Santos, Julika Carolin Wirth Zarb, Oscar Machado Leite de Barros, Jonas Barcellos e Torres Homem Rodrigues da Cunha.
ð Informações adicionais: telefone (18) 3608-9550, com Mirella, secretária executiva do Pólo Nelorista.
Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 3675-1818
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
Coordenação: Paulo Tunin
Neste ano, o Pólo selecionou touros Nelore com Mérito Genético Total diferenciado, prontos para multiplicar a produtividade nos plantéis de todo o País. “O leilão Touros Top 10% é uma grande opção para pecuaristas que procuram qualidade”, afirma Gilson Katayama, gerente do Pólo Nelorista,
Para aumentar o potencial genético que estará à disposição durante o leilão, o Pólo convidou alguns projetos pecuários com perfil semelhante, como Beatriz Salles Zancaner & filhos, que contribuirá com seis touros, Alexandre Augusto Sanson, que ofertará dois animais, e Agropecuária Varanda, que disponibilizará um animal.
SERVIÇO:
Leilão Top 10%
Data: 03 de julho
Local: Estância Boitel, Araçatuba (SP), às 14h
Informações: (18) 3608-9550, com Mirella Guimarães
Sobre o Pólo Nelorista:
O Pólo Nelorista congrega 13 criadores de Araçatuba e região, que trabalham em conjunto para fortalecer a raça Nelore, aliando a experiência de projetos pecuários tradicionais à modernidade das tecnologias utilizadas para o melhoramento genético da raça.
São os seguintes os projetos pecuários participantes do Pólo: Agropecuária J. Galera, Carlos Eduardo Novaes, Fazenda Guadalupe, Fazenda Guarita, Katayama Pecuária, Agropecuária JJ, José Carlos Prata Cunha, José Luis Urbano Boteon, José Luiz Niemeyer dos Santos, Julika Carolin Wirth Zarb, Oscar Machado Leite de Barros, Jonas Barcellos e Torres Homem Rodrigues da Cunha.
ð Informações adicionais: telefone (18) 3608-9550, com Mirella, secretária executiva do Pólo Nelorista.
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