Lançado em 2001 pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o tomate Duradoro, um híbrido do tipo longa vida, esta surpreendendo produtores de Santa Catarina. Segundo o agricultor Jair Boaventura, que instalou uma unidade de observação de Duradoro em sua propriedade, em Caçador, não houve nenhuma ocorrência de doença na planta e os frutos são de excelente porte com, em média, 240 gramas. “Os agricultores vizinhos ao local de plantio estão surpresos com a qualidade, sendo que as primeiras caixas colhidas pesaram em média 33 Kg", explicou ele.
Testado anteriormente em Goiás, no Distrito Federal, em São Paulo, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, em Mato Grosso e no Ceará, o Duradoro apresenta resistência a inúmeras doenças, como o vira-cabeça (Tospovírus), a mancha-de-estenfílio (Stemphylium solani), a murcha-de-fusário (Fusarium oxysporum f. sp. lycopersici raça 1) e a murcha-de-verticílio (Verticillium dahliae raça 1). Graças à isso ele tem uma produtividade de cerca de 250 a 300 caixas a cada 1000 plantas com frutos de ótima aceitação no mercado e de sabor superior aos outros híbridos do tipo longa vida.
Além de bons resultado no campo, o Duradoro apresenta também boa conservação após a colheita e rendimento superior ao Santa Clara na fabricação de tomate seco. O híbrido da Embrapa Hortaliças também apresenta vantagens para o consumidor. Em testes de laboratório, o índice de vitamina C, que traz benefícios aos olhos e à pele, encontrada no fruto foi aproximadamente 50% maior que o do tomate líder de mercado.
Os interessados podem solicitar sementes de Duradoro por meio do Serviço de Atendimento do Cidadão da Embrapa Hortaliças pelo telefone (61) 385-9110; pelo e-mail sac.hortalicas@embrapa.br, ou pela internet, no site www.cnph.embrapa.br.
Informações à imprensa
Marcos Esteves
Embrapa Hortaliças
Tel.: (61) 385-9109
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sexta-feira, fevereiro 27, 2004
Campo Grande é sede do leilão Conexão Delta G
A 11ª edição do leilão Conexão Delta G já tem data marcada. No dia 02 de abril, às 19h, os pecuaristas brasileiros estarão voltados para este pregão, no município de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Entrarão em pista 255 animais entre touros, novilhos e bezerros das raças Braford e Nelore. Essa edição demonstrará a qualidade dos animais das fazendas Guatambu, de Rio Brilhante, Fazenda Alvorada, de Sidrolândia, Paquetá, de Dourados e Santa Inês, de Naviraí. Todas elas estão localizadas no Estado do Mato Grosso do Sul (MS). O leilão será realizado durante a Expogande.
A qualidade dos animais poderão ser conferidas no momento da entrada em pista dos 60 touros Braford com Diferenças Esperadas na Progênie (DEP), 25 touros Nelore e 20 novilhos Nelore, com Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP) e 150 bezerros desmamados Braford.
De acordo com um dos organizadores do leilão, Rogério Zart, da Fazenda Alvorada, os animais a serem leiloados se destacam por serem adaptados ao ambiente do Brasil central e são selecionados para características de produção. Ele explica que para o pregão deste ano foi incluída a raça Nelore, sendo que nas edições anteriores era ofertada somente a raça Braford.
Conexão delta G - Uma filosofia de trabalho
A Conexão Delta G é uma associação que reúne um seleto grupo de agro-empresas unidas com a proposta de gerar e utilizar tecnologia de ponta na pecuária de corte. O trabalho genético é o forte elo de ligação entre as empresas envolvidas. A conexão conta hoje com 23 propriedades rurais distribuídas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, com produção concentrada na criação de animais das raças Nelore, Braford e Hereford. A base de dados utilizada após análise completa de conectabilidade, conta com aproximadamente 400 mil produtos avaliados, o que caracteriza a Conexão Delta G como um dos maiores Programas de Melhoramento Genético do mundo.
O sistema desenvolvido pelas fazenda integrantes da Conexão delta G é baseado num ciclo curto de produção, quando os animais entram em reprodução e são abatidos com uma idade bem jovem. Desta maneira o melhoramento genético é um componente de destaque no sistema de produção , onde as exigências de produtividade e eficiência pecuária são realçadas.
Márcia Marinho - Assessora de Imprensa - (53) 99599914
A qualidade dos animais poderão ser conferidas no momento da entrada em pista dos 60 touros Braford com Diferenças Esperadas na Progênie (DEP), 25 touros Nelore e 20 novilhos Nelore, com Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP) e 150 bezerros desmamados Braford.
De acordo com um dos organizadores do leilão, Rogério Zart, da Fazenda Alvorada, os animais a serem leiloados se destacam por serem adaptados ao ambiente do Brasil central e são selecionados para características de produção. Ele explica que para o pregão deste ano foi incluída a raça Nelore, sendo que nas edições anteriores era ofertada somente a raça Braford.
Conexão delta G - Uma filosofia de trabalho
A Conexão Delta G é uma associação que reúne um seleto grupo de agro-empresas unidas com a proposta de gerar e utilizar tecnologia de ponta na pecuária de corte. O trabalho genético é o forte elo de ligação entre as empresas envolvidas. A conexão conta hoje com 23 propriedades rurais distribuídas nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, com produção concentrada na criação de animais das raças Nelore, Braford e Hereford. A base de dados utilizada após análise completa de conectabilidade, conta com aproximadamente 400 mil produtos avaliados, o que caracteriza a Conexão Delta G como um dos maiores Programas de Melhoramento Genético do mundo.
O sistema desenvolvido pelas fazenda integrantes da Conexão delta G é baseado num ciclo curto de produção, quando os animais entram em reprodução e são abatidos com uma idade bem jovem. Desta maneira o melhoramento genético é um componente de destaque no sistema de produção , onde as exigências de produtividade e eficiência pecuária são realçadas.
Márcia Marinho - Assessora de Imprensa - (53) 99599914
COMEÇA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AFTOSA EM CINCO ESTADOS
Cincos estados brasileiros promovem em março mais uma etapa do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). É a primeira fase da Campanha de Vacinação contra Febre Aftosa, que será realizada de 1º a 31 no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Ceará e leste de Minas Gerais. Nessas áreas há 21,3 milhões de cabeça de gado, o equivalente a cerca de 11% do rebanho brasileiro de 187 milhões de bovinos. A meta do Mapa é vacinar 100% do rebanho nessas unidades da Federação.
De acordo com o diretor substituto do Departamento de Defesa Animal (DDA), Jamil Souza, o Rio de Janeiro tem cerca de 2 milhões de cabeças; a Bahia, 8 milhões; o leste de Minas Gerais, 8 milhões; o Espírito Santo, 1,8 milhão; e o Ceará, 1,5 milhão. A segunda fase da Campanha de Vacinação contra Febre Aftosa nessas áreas será realizada em setembro deste ano. Nos demais estados, a primeira e a segunda etapas da campanha ocorrem principalmente em maio e novembro.
A vacinação é obrigatória, enfatiza Jamil Souza. “Essa é uma das mais importantes ações de defesa sanitária da pecuária brasileira”, destaca o diretor substituto do DDA. Hoje, 91% do rebanho bovino nacional estão livres de aftosa com vacinação. Graças a essa condição, o país tem conseguido ampliar mercados para as exportações do setor. No ano passado, as vendas externas de carne bovina somaram cerca de US$ 1,5 bilhão.
De acordo com o diretor substituto do Departamento de Defesa Animal (DDA), Jamil Souza, o Rio de Janeiro tem cerca de 2 milhões de cabeças; a Bahia, 8 milhões; o leste de Minas Gerais, 8 milhões; o Espírito Santo, 1,8 milhão; e o Ceará, 1,5 milhão. A segunda fase da Campanha de Vacinação contra Febre Aftosa nessas áreas será realizada em setembro deste ano. Nos demais estados, a primeira e a segunda etapas da campanha ocorrem principalmente em maio e novembro.
A vacinação é obrigatória, enfatiza Jamil Souza. “Essa é uma das mais importantes ações de defesa sanitária da pecuária brasileira”, destaca o diretor substituto do DDA. Hoje, 91% do rebanho bovino nacional estão livres de aftosa com vacinação. Graças a essa condição, o país tem conseguido ampliar mercados para as exportações do setor. No ano passado, as vendas externas de carne bovina somaram cerca de US$ 1,5 bilhão.
Embrapa de Pelotas e Associação dos Agricultores de Dom Pedrito promovem dia de campo
Nesta sexta-feira, dia 27, todas as atenções do setor orizícola estarão voltadas ao município de Dom Pedrito. Nesta data, a partir das 13h, haverá Dia de Campo na Fazenda Tulipa, localizada na cidade pedritense. A atividade está sendo organizada pela Embrapa Clima Temperado de Pelotas, Associação dos Agricultores de Dom Pedrito e FMC. Também conta com apoio da Sanchotene Agropecuária e Rigo Agropecuária.
A tarde de campo está marcada para iniciar às 13 horas, na sede da Fazenda Tulipa, na estrada do Ponche Verde, a 22 quilômetros de Dom Pedrito. A abertura será marcada às 13h30min, com explanação dos pesquisadores da Embrapa e dos irmãos Forsin, proprietários da Fazenda Tulipa. O evento tem continuidade com a visitação nas lavouras, onde os participantes poderão conhecer as cultivares de arroz irrigado. A estação será apresentada pelos pesquisadores Ariano de Magalhães Júnior e Paulo Fagundes. Na oportunidade, Victor Hugo Fonseca Porto irá explanar sobre licenciamento de sementes da Embrapa.
As atividades seguem na estação dois, onde será apresentado a otimização do uso de herbicidas na lavoura de arroz irrigado, pelo técnico André Andes. A otimização do uso de adubação nitrogenada em arroz irrigado será relatada pela pesquisadora Walkyria Scivittaro e a otimização do uso da água e fosfatos naturais na lavoura de arroz irrigado terá como palestrante Algenor Gomes. A tarde de campo encerrará na estação três, quando o proprietário Luís Forsin apresentará a cultivar BRS 7 Taim.
Resultados
Os experimentos de variedade de arroz no município de Dom Pedrito tem como proposta contribuir com a orizicultura irrigada, tornando-á mais eficiente, rentável e competitiva. O trabalho desenvolvido pela empresa de pesquisas de Pelotas objetiva promover a integração entre a pesquisa e o setor produtivo por intermédio do desenvolvimento e transferência de tecnologia.
A Embrapa também tem como propósito promover a utilização racional de técnicas de manejo, promoção de gerenciamento técnico-operacional e diversificação do sistema de produção. Esse experimento busca a melhoria da qualidade ambiental por meio da otimização do uso de insumos e processos que visem acalmar os possíveis impactos negativos sobre o ecossistema de várzeas.
Palestra
Ainda para o dia 27 de fevereiro, está programada a 2ª Jornada Técnica de 2004. A palestra está marcada para à noite, no CTG Rodeio da Fronteira. Na ocasião, será debatida a "Situação atual e perspectivas para o mercado do arroz em 2004". O assunto em pauta será explanado pelo profissional Marco Aurélio Tavares, de Porto Alegre.
Contatos e Informações:
(53) 99599914 - Assessora de Imprensa - Márcia Marinho
(53) 243 3256 - Associação dos Agricultores de Dom Pedrito;
(53) 99721468 - Fazenda Tulipa;
(53) 275 8113 - Embrapa Clima Temperado Pelotas.
Márcia Marinho - Assessora de Imprensa - (53) 99599914
A tarde de campo está marcada para iniciar às 13 horas, na sede da Fazenda Tulipa, na estrada do Ponche Verde, a 22 quilômetros de Dom Pedrito. A abertura será marcada às 13h30min, com explanação dos pesquisadores da Embrapa e dos irmãos Forsin, proprietários da Fazenda Tulipa. O evento tem continuidade com a visitação nas lavouras, onde os participantes poderão conhecer as cultivares de arroz irrigado. A estação será apresentada pelos pesquisadores Ariano de Magalhães Júnior e Paulo Fagundes. Na oportunidade, Victor Hugo Fonseca Porto irá explanar sobre licenciamento de sementes da Embrapa.
As atividades seguem na estação dois, onde será apresentado a otimização do uso de herbicidas na lavoura de arroz irrigado, pelo técnico André Andes. A otimização do uso de adubação nitrogenada em arroz irrigado será relatada pela pesquisadora Walkyria Scivittaro e a otimização do uso da água e fosfatos naturais na lavoura de arroz irrigado terá como palestrante Algenor Gomes. A tarde de campo encerrará na estação três, quando o proprietário Luís Forsin apresentará a cultivar BRS 7 Taim.
Resultados
Os experimentos de variedade de arroz no município de Dom Pedrito tem como proposta contribuir com a orizicultura irrigada, tornando-á mais eficiente, rentável e competitiva. O trabalho desenvolvido pela empresa de pesquisas de Pelotas objetiva promover a integração entre a pesquisa e o setor produtivo por intermédio do desenvolvimento e transferência de tecnologia.
A Embrapa também tem como propósito promover a utilização racional de técnicas de manejo, promoção de gerenciamento técnico-operacional e diversificação do sistema de produção. Esse experimento busca a melhoria da qualidade ambiental por meio da otimização do uso de insumos e processos que visem acalmar os possíveis impactos negativos sobre o ecossistema de várzeas.
Palestra
Ainda para o dia 27 de fevereiro, está programada a 2ª Jornada Técnica de 2004. A palestra está marcada para à noite, no CTG Rodeio da Fronteira. Na ocasião, será debatida a "Situação atual e perspectivas para o mercado do arroz em 2004". O assunto em pauta será explanado pelo profissional Marco Aurélio Tavares, de Porto Alegre.
Contatos e Informações:
(53) 99599914 - Assessora de Imprensa - Márcia Marinho
(53) 243 3256 - Associação dos Agricultores de Dom Pedrito;
(53) 99721468 - Fazenda Tulipa;
(53) 275 8113 - Embrapa Clima Temperado Pelotas.
Márcia Marinho - Assessora de Imprensa - (53) 99599914
BRASIL SUSPENDE IMPORTAÇÃO DE AVES DO CANADÁ
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento suspendeu em 20/02, por tempo indeterminado, a importação de aves do Canadá. As autorizações de importação já concedidas também estão suspensas. A compra de produtos e subprodutos de aves canadenses estarão sujeitas a aprovação do Departamento de Defesa Animal (DDA).
A medida foi determinada a todos os portos e aeroportos do país para evitar a contaminação das aves brasileiras pelo vírus da influenza aviária, a chamada “gripe do frango”. O vírus detectado no Canadá, do tipo H7, é menos letal que o tipo H5N, registrado na Ásia, segundo Egon Vieira da Silva, gerente do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). “Ainda assim, as normas da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) recomendam o fechamento dos mercados em função desse vírus”, explica.
O governo do Canadá informou oficialmente o registro de um caso da gripe do frango num estabelecimento aviário na província da Columbia Britânica, no sudoeste do país. O Brasil já suspendeu a importação produtos e subprodutos de aves e de arroz em casca de 11 países da Ásia. O país também proibiu a entrada de aves dos Estados Unidos.
Para impedir a entrada da gripe do frango no país, o PNSA, em vigor desde 1994, tem desenvolvido estudos de atividade viral e vigilância para a “Newcastle”, que também é uma doença da “Lista A” da OIE, de notificação obrigatória ao serviço veterinário oficial. As principais via de transmissão do vírus da influenza aviária são excreções e secreções de aves migratórias. Os proprietários, trabalhadores, técnicos e visitantes eventuais das granjas podem transferir fezes de lotes contaminados, através dos calçados ou de outro material (veículos de transporte, ração, cama, comedouros, bebedouros, gaiolas), para lotes suscetíveis ao vírus.
O primeiro caso de transmissão de influenza aviária para humanos ocorreu em 1997, em Hong Kong, e provocou 18 casos e 6 mortes. Estudos genéticos subseqüentes associaram este surto em humanos à epidemia de influenza aviária. Foram sacrificadas em torno de 1,5 milhão de aves domésticas naquele país. Outros surtos de influenza aviária em humanos foram identificados recentemente: um em Hong Kong em fevereiro de 2003, com dois casos e uma morte; e outro na Bélgica e Holanda, em abril de 2003, com 83 casos e o óbito de um veterinário
A medida foi determinada a todos os portos e aeroportos do país para evitar a contaminação das aves brasileiras pelo vírus da influenza aviária, a chamada “gripe do frango”. O vírus detectado no Canadá, do tipo H7, é menos letal que o tipo H5N, registrado na Ásia, segundo Egon Vieira da Silva, gerente do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). “Ainda assim, as normas da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) recomendam o fechamento dos mercados em função desse vírus”, explica.
O governo do Canadá informou oficialmente o registro de um caso da gripe do frango num estabelecimento aviário na província da Columbia Britânica, no sudoeste do país. O Brasil já suspendeu a importação produtos e subprodutos de aves e de arroz em casca de 11 países da Ásia. O país também proibiu a entrada de aves dos Estados Unidos.
Para impedir a entrada da gripe do frango no país, o PNSA, em vigor desde 1994, tem desenvolvido estudos de atividade viral e vigilância para a “Newcastle”, que também é uma doença da “Lista A” da OIE, de notificação obrigatória ao serviço veterinário oficial. As principais via de transmissão do vírus da influenza aviária são excreções e secreções de aves migratórias. Os proprietários, trabalhadores, técnicos e visitantes eventuais das granjas podem transferir fezes de lotes contaminados, através dos calçados ou de outro material (veículos de transporte, ração, cama, comedouros, bebedouros, gaiolas), para lotes suscetíveis ao vírus.
O primeiro caso de transmissão de influenza aviária para humanos ocorreu em 1997, em Hong Kong, e provocou 18 casos e 6 mortes. Estudos genéticos subseqüentes associaram este surto em humanos à epidemia de influenza aviária. Foram sacrificadas em torno de 1,5 milhão de aves domésticas naquele país. Outros surtos de influenza aviária em humanos foram identificados recentemente: um em Hong Kong em fevereiro de 2003, com dois casos e uma morte; e outro na Bélgica e Holanda, em abril de 2003, com 83 casos e o óbito de um veterinário
PRODUÇÃO ANIMAL : Agropecuária Jacarezinho lança certificado de qualidade e excelência para produção animal
A Agropecuária Jacarezinho (Valparaíso, SP), empresa rural do grupo Grendene, que investe no melhoramento genético das raças Nelore e Braford, está lançando o selo Qualex: Qualidade e Excelência na Produção Animal. “Partindo da nossa experiência, tornamos o Qualex um selo que atesta a qualidade e a excelência da produção animal. É uma espécie de ISO 9002 voltado à pecuária”, explica o gerente-geral da Jacarezinho, Ian David Hill.
O programa Qualex criado pela Jacarezinho tem como base a utilização de um sistema tecnificado de produção, com práticas de manejo adequadas, respeito ao bem-estar animal e ao meio ambiente, compromissos com a mão-de-obra e um elaborado programa de melhoramento genético. “Na Jacarezinho sempre investimos na qualidade e na excelência em genética, rastreabilidade, nutrição, manejo, sanidade, boas práticas agrícolas, respeito ao meio ambiente e no bem-estar animal. Atendemos com segurança os padrões mais rígidos do mercado interno e externo, oferecendo produtos e serviços realmente diferenciados com padrão de qualidade, num processo de contínua melhoria”, explica Lillian Pascoa, zootecnista da Agropecuária Jacarezinho.
“A concessão do selo Qualex é sinônimo do cumprimento de uma série de normas do Europegap, manual de manejo e bem-estar animal editado pela União Européia. Nesse manual, há vários níveis de qualidade e as empresas brasileiras devem atingir os níveis 1 e 2, os mais adequados à realidade nacional, que permite a exportação de carne bovina para a UE”, explica a consultora Kátia Leal Nogueira, da SGS Brasil, certificadora que fiscalizará o cumprimento dessas normas para a emissão do selo.
Para conseguir o selo Qualex, a empresa terá de cumprir todos os itens do manual Europegap, que vão desde o controle do estoque, manejo alimentar e do pasto, passando pela qualificação da equipe, sistema de gestão, melhoramento genético até a responsabilidade social da empresa, envolvendo não utilização de trabalho infantil, saúde e segurança do trabalho, remuneração, relação com a comunidade, governo e alianças acadêmicas.
Para se manter na liderança
“Com o Qualex, a Agropecuária Jacarezinho e seus colaboradores assumem o compromisso de oferecer produtos e serviços com o máximo de qualidade para atender plenamente às expectativas dos nossos clientes, dos pecuaristas e dos frigoríficos. Queremos que a nossa bem-sucedida experiência possa se repetir em outras empresas para que a pecuária brasileira ganhe qualidade e excelência, características fundamentais para conseguirmos nos manter como os primeiros do mundo em exportações de carne bovina e avançar em qualidade”, explica Ian Hill.
Para obter mais informações sobre o selo Qualex, consulte o site: www.agrojacarezinho.com.br ou pelo telefone: (18) 3401-9300
Texto Assessoria de Comunicações – Tel.: (11) 3675-1818
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
O programa Qualex criado pela Jacarezinho tem como base a utilização de um sistema tecnificado de produção, com práticas de manejo adequadas, respeito ao bem-estar animal e ao meio ambiente, compromissos com a mão-de-obra e um elaborado programa de melhoramento genético. “Na Jacarezinho sempre investimos na qualidade e na excelência em genética, rastreabilidade, nutrição, manejo, sanidade, boas práticas agrícolas, respeito ao meio ambiente e no bem-estar animal. Atendemos com segurança os padrões mais rígidos do mercado interno e externo, oferecendo produtos e serviços realmente diferenciados com padrão de qualidade, num processo de contínua melhoria”, explica Lillian Pascoa, zootecnista da Agropecuária Jacarezinho.
“A concessão do selo Qualex é sinônimo do cumprimento de uma série de normas do Europegap, manual de manejo e bem-estar animal editado pela União Européia. Nesse manual, há vários níveis de qualidade e as empresas brasileiras devem atingir os níveis 1 e 2, os mais adequados à realidade nacional, que permite a exportação de carne bovina para a UE”, explica a consultora Kátia Leal Nogueira, da SGS Brasil, certificadora que fiscalizará o cumprimento dessas normas para a emissão do selo.
Para conseguir o selo Qualex, a empresa terá de cumprir todos os itens do manual Europegap, que vão desde o controle do estoque, manejo alimentar e do pasto, passando pela qualificação da equipe, sistema de gestão, melhoramento genético até a responsabilidade social da empresa, envolvendo não utilização de trabalho infantil, saúde e segurança do trabalho, remuneração, relação com a comunidade, governo e alianças acadêmicas.
Para se manter na liderança
“Com o Qualex, a Agropecuária Jacarezinho e seus colaboradores assumem o compromisso de oferecer produtos e serviços com o máximo de qualidade para atender plenamente às expectativas dos nossos clientes, dos pecuaristas e dos frigoríficos. Queremos que a nossa bem-sucedida experiência possa se repetir em outras empresas para que a pecuária brasileira ganhe qualidade e excelência, características fundamentais para conseguirmos nos manter como os primeiros do mundo em exportações de carne bovina e avançar em qualidade”, explica Ian Hill.
Para obter mais informações sobre o selo Qualex, consulte o site: www.agrojacarezinho.com.br ou pelo telefone: (18) 3401-9300
Texto Assessoria de Comunicações – Tel.: (11) 3675-1818
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
sexta-feira, fevereiro 20, 2004
MAPA ANUNCIA PREÇOS MÍNIMOS PARA CEREAIS DE INVERNO E LEC PARA O MILHO E SORGO
Propostas pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou as operações de empréstimo por meio da Linha Especial de Crédito à Comercialização (LEC) para o milho e sorgo. Produtores, avicultores, suinocultores e outros criadores, cooperativas, beneficiadores e agroindústrias poderão contratar o financiamento até 31 de agosto, com 180 dias de prazo para quitar a dívida.
A base de cálculo para os empréstimos são os preços mínimos fixados no Plano Agrícola e Pecuário 2003/2004. Para o milho, os preços são de R$13,50/60kg nas regiões Sul, Sudeste, sul da Bahia, Maranhão e Piauí. Em Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, o preço é de R$ 13,00/60 kg. Para Mato Grosso, Rondônia e Acre o valor é de R$ 11,00/60kg e para o Nordeste, R$ 16,00/saca. No caso do sorgo, o empréstimo da LEC é de R$9,45 para o Sul, Sudeste, Centro-Oeste e sul da Bahia. Para o Norte e Nordeste, o valor é de R$ 11,20/60 kg.
Inverno – Foram aprovados também os preços de garantia para os cereais de inverno, mantendo os mesmos valores que vigoraram na safra passada. Para o trigo, o preço de garantia é de R$ 400,00 por tonelada na Região Sul e de R$ 450,00/t para o Centro-Oeste, Sudeste e Bahia. Para o triticale, cevada, canola e a aveia, os preços mínimos foram mantidos em R$ 215,07/t, R$ 281,25/t, R$ 346,72/t e R$ 202,09/tonelada respectivamente.
Para as sementes de trigo e para os demais produtos da safra de inverno como a aveia, canola, cevada e triticale, cujas operações de financiamento são restritas aos Empréstimos do Governo Federal (EGF) sem opção de venda foram mantidos os mesmos valores da safra anterior.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
FONES (61) 218-2203/2204/2205 - FAX: 322-2880
A base de cálculo para os empréstimos são os preços mínimos fixados no Plano Agrícola e Pecuário 2003/2004. Para o milho, os preços são de R$13,50/60kg nas regiões Sul, Sudeste, sul da Bahia, Maranhão e Piauí. Em Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, o preço é de R$ 13,00/60 kg. Para Mato Grosso, Rondônia e Acre o valor é de R$ 11,00/60kg e para o Nordeste, R$ 16,00/saca. No caso do sorgo, o empréstimo da LEC é de R$9,45 para o Sul, Sudeste, Centro-Oeste e sul da Bahia. Para o Norte e Nordeste, o valor é de R$ 11,20/60 kg.
Inverno – Foram aprovados também os preços de garantia para os cereais de inverno, mantendo os mesmos valores que vigoraram na safra passada. Para o trigo, o preço de garantia é de R$ 400,00 por tonelada na Região Sul e de R$ 450,00/t para o Centro-Oeste, Sudeste e Bahia. Para o triticale, cevada, canola e a aveia, os preços mínimos foram mantidos em R$ 215,07/t, R$ 281,25/t, R$ 346,72/t e R$ 202,09/tonelada respectivamente.
Para as sementes de trigo e para os demais produtos da safra de inverno como a aveia, canola, cevada e triticale, cujas operações de financiamento são restritas aos Empréstimos do Governo Federal (EGF) sem opção de venda foram mantidos os mesmos valores da safra anterior.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
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