A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quarta-feira, novembro 26, 2014

ORLANDO TAMBOSI: Engodo bolivariano na universidade. Saquinho, por favor.




Lamentável: ajudei a fundar esse curso de pós-graduação na UFSC anos atrás. Vejam o tipo de conversa mole ideológica que é apresentada aos pobres alunos. O curso abre espaço para a arenga sobre a morte do sanguinário tirano Hugo Chávez, num linguajar que só a seita entende. Aposto que os doutos professores louvarão a Carta Capital como exemplo de jornalismo. Que merda!


Pós em Jornalismo debate a cobertura jornalística da morte de Hugo Chávez

O Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina convida para a palestra “O acontecimento visto por seu fazer jornalístico: a morte de Chávez no compósito das newsmagazines brasileiras”, a ser proferida pelos professores doutores Frederico de Mello Brandão Tavares (Universidade Federal de Ouro preto) e Paulo Bernardo Vaz (POSJOR/UFSC), no dia primeiro de dezembro (segunda), às 18h30, no auditório Henrique da Silva Fontes (térreo do prédio B do CCE). O evento é aberto ao público, com direito a certificado 


A exposição refletirá sobre a cobertura da morte do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez nas quatro revistas de informação semanal brasileiras (CartaCapital, Época, IstoÉ e Veja). Menos que problematizar a cobertura realizada sobre o acontecimento, pretende fazer, conforme os autores, uma reflexão sobre a natureza de tais revistas e suas marcas num contexto midiático mais amplo. Buscam-se traços de processos editoriais e jornalísticos específicos, do ponto de vista dos conteúdos e formas, compreendendo os sentidos “encerrados” em cada revista e em seu conjunto. Será analisado o compósito construído pelas newsmagazines sobre um grande acontecimento e, ao mesmo tempo, discutirá como, pelo seu fazer, tais revistas se encontram em constante acontecer. 



*Fred Tavares é professor Adjunto da Universidade Federal de Ouro Preto, onde também atua como Diretor Executivo da Editora UFOP. Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), com estágio de doutorado no exterior junto à Universidad Rey Juan Carlos (URJC, Madrid), Espanha. 






*Paulo Bernardo Vaz é professor visitante junto ao Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC e colaborador na Universidade Federal de Minas Gerais. Doutor em Comunicação e Educação pela Université de Paris-XIII (Paris-Nord), França, e pós-doutor pela Universidade do Minho, Portugal.





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