AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

+ LIDAS NA SEMANA

quinta-feira, maio 11, 2017

MAMÃE FALEI expõe os MORTADELAS, LIXOS HUMANOS, que foram levados para aplaudir LULA em Curitiba

Deputado Afonso Hamm trata da Operação Carne Fraca com ministro da Agricultura




Nesta manhã, a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural recebeu o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, para discutir as consequências econômicas e sociais da Operação Carne Fraca no setor agropecuário.

O deputado Afonso Hamm, que foi o autor do requerimento de convite para reunião, destacou a forma transparente com que o processo foi conduzido pelo governo federal e reforçou que a manifestação do ministro é importante para esclarecer a população brasileira sobre as medidas tomadas. “A seriedade com que o assunto foi tratado transmitiu segurança com relação à qualidade da carne distribuída tanto no mercado interno quanto para a exportação”, afirmou.

Outro assunto sublinhado pelo parlamentar diz respeito aos reflexos da operação na pecuária do país. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a queda no preço da arroba e do quilo do boi gira em torno de 7% em comparação ao valor comercializado antes da deflagração da Carne Fraca. Ele concluiu pedindo o fortalecimento das ações do Ministério para recuperar os preços no mercado interno e retomar as exportações.

Durante a reunião, Hamm ainda comentou sobre os projetos de fomento que estão sendo desenvolvidos pelo setor da ovinocaprinocultura no Estado, em parceria com o Ministério da Agricultura, e reforçou o pedido para a retenção de matriz e as novas faixas de créditos sejam contempladas no Plano Safra 2017.

Maggi ressaltou as providências que foram tomadas pela vigilância sanitária e afirmou que o trabalho de reconquistar a confiança dos mercados é desafiador e deve ser feito com clareza e pró-atividade.

A operação, deflagrada pela Polícia Federal em março, apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura em um esquema criminoso envolvendo licenças e fiscalização de frigoríficos.

www.afonsohamm.com.br - facebook.com/depafonsohamm
Jornalista responsável – Gilkiane Cargnelutti MTB 15.929

quarta-feira, maio 10, 2017

Resposta espetacular ao monstro corruPTo José Dirceu, dada por Adriana Lisboa, médica em Santa Catarina



Muda, Zé!


Resposta espetacular a José Dirceu dada por Adriana Lisboa, médica em Santa Catarina, em texto veiculado no blog Ataque Aberto, do também médico Milton Pires:


Zé Dirceu quer se mudar, porque sua filha Maria Antônia está traumatizada com os gritos de "ladrão" e "volta pra cadeia", que ecoam em frente ao prédio em que reside.


É Zé. Deixe-me dizer uma coisa. Se essa menina tiver sorte, você vai voltar pra cadeia e não será criada por alguém como você. Um dia ela terá consciência crítica. E será muito pior. Terá que conviver com a vergonha eterna de ser apontada como filha de ladrão, filha de um escroque. Filha de um cara que ajudou (e muito) a arruinar o país.


Sabe Zé, tenho muitas crianças aqui, com a idade da Maria Antônia, cujos pais perderam o emprego, por sua causa. Por causa das políticas desastrosas que você ajudou a implementar, por causa da roubalheira que você tanto se beneficiou.


Os cobertores que aquecem a sua Maria Antônia (que devem ser muitos e luxuosos), faltam na outra Maria Antônia daqui. E aqui faz muito frio.


Aliás, falta também a comida decente e honesta, que se foi com o emprego dos pais. Falta uma boa escola, que se foi com o seu enriquecimento ilícito e nababesco.


Por isso Zé, tenho pena da sua Maria Antônia. Mas tenho mais pena da outra Maria Antônia. Espero sinceramente que a justiça faça o seu papel. Para que eu não precise nunca mais sentir pena das Marias, Pedros, Paulos, Andrés, Sílvias e de todas as outras crianças brasileiras, cujo futuro você tentou destruir.

Fonte: Alerta Total

segunda-feira, maio 08, 2017

Editorial do Estadão: A noção petista de democracia





Para os petistas, o Brasil vive hoje em pleno estado de exceção. Não há dúvida, segundo a versão petista dos fatos, de que Dilma Rousseff foi vítima de um “golpe” que a tirou da Presidência da República. Também não há dúvida, para essa turma, de que o grande líder petista, Lula da Silva, é um perseguido político e corre o risco de ser condenado à prisão pelo “crime” de ter governado “para os pobres”. Não faltam nem os que consideram o governo do presidente Michel Temer uma “ditadura”.
Enquanto isso, esses mesmos petistas são capazes de defender a ditadura – sem aspas – de Nicolás Maduro na Venezuela. A embaixada venezuelana no Brasil divulgou recentemente uma série de vídeos em seu canal no YouTube nos quais três deputados do PT manifestam apoio a Maduro no momento em que este reprime violentamente manifestações de oposição ao regime bolivariano – mais de 20 pessoas já foram mortas.
Um dos deputados é Paulo Pimenta (RS), que, em sua página no Facebook, já se referiu ao governo Temer como “ditadura”. No vídeo, o parlamentar diz: “Estamos juntos com o povo da Venezuela. A luta pela sua soberania, pelo direito de escolher e construir o seu futuro… Resistam contra o avanço da direita fascista! Vamos às ruas em defesa do projeto da revolução bolivariana! Contem conosco, estamos juntos nessa luta”.
Outro que aparece para prestar “a mais alta solidariedade ao povo da Venezuela e ao governo popular da Venezuela de Maduro” é o deputado petista João Daniel (SE). Segundo ele, “há um terrorismo na América Latina, financiado pelo imperialismo, para derrubar os governos populares”. Foi o que aconteceu também no Brasil, de acordo com o parlamentar. Por esse motivo, acrescentou, “a luta em defesa do governo da Venezuela pertence a todo o povo latino-americano”.
Por fim, o líder do PT na Câmara, deputado Carlos Zarattini – que no dia do impeachment de Dilma Rousseff, há um ano, pediu a mobilização dos brasileiros contra a tentativa de “implantar uma ditadura civil” no País –, gravou mensagem em que diz que o “governo popular” de Maduro é vítima de “uma estratégia de desestabilização”. Segundo Zarattini, o desabastecimento, a inflação e a profunda crise social que afetam a Venezuela, causando até mesmo fome, são provocados pelas “forças reacionárias”, cujo objetivo seria “instalar o caos para que, a partir disso, o povo clame por uma solução de força”. Por esse motivo, disse o deputado, “o povo venezuelano está certo em lutar fortemente para defender o que é seu e o seu governo”.
Nem se deve perder tempo tentando argumentar contra tão rematados despautérios, inspirados no despudor de Lula da Silva, que um dia declarou que a Venezuela chavista tem “excesso de democracia”. Mas é particularmente grave que detentores de mandato parlamentar no Brasil, que se dizem defensores da democracia, venham a público manifestar solidariedade ao governo de um país vizinho que está claramente violando os mais básicos direitos dos cidadãos.
Depois de ter arruinado economicamente a Venezuela, Nicolás Maduro hoje nada faz a não ser estimular um confronto civil no seu país. Não contente em reprimir protestos e prender centenas de opositores, anunciou que pretende armar milhares de milicianos para “defender a soberania nacional” contra o “imperialismo” – que, como sempre, está por trás de tudo. Aproxima-se rapidamente de um ponto do qual dificilmente se retorna sem um banho de sangue, razão pela qual qualquer apoio a Maduro, hoje, é irresponsável.
Nos tempos da diplomacia lulopetista, ditadores como Maduro eram tratados como queridos companheiros, pela simples razão de que se opunham aos Estados Unidos. Essa atitude típica de grêmio estudantil felizmente foi abandonada no Brasil e na Argentina, deixando Maduro mais isolado do que nunca, salvo apenas pelo apoio dos que, como os solidários deputados petistas, consideram que democracia e direitos humanos são conceitos válidos somente para quem é da patota.

sexta-feira, maio 05, 2017

População revoltada protesta em frente ao prédio onde o CORRUPTO e LADRÃO JOSÉ DIRCEU vai morar em Brasília

José Dirceu é hostilizado em Brasília. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO


Povo de Brasília promete que haverá protestos diários na porta da residência do CORRUPTO e LADRÃO JOSÉ DIRCEU, no sexto andar do Edifício Kopenhagen, no bloco A da quadra 305 do Setor Sudoeste de Brasília.
Vizinhos honestos revoltados gritam que lugar de LADRÃO é na PRISÃO!












O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu chegou na noite desta quinta-feira, 4, ao prédio onde mora, em Brasília, e foi hostilizado por cerca de 50 manifestantes do movimento #NasRuas e por moradores da vizinhança. Alguns deles invadiram a garagem do prédio e deram socos no carro que transportava o petista.

Quinze policiais militares contiveram com spray de pimenta os manifestantes, que gritavam “Fora, Dirceu!”, “Dirceu ladrão, seu lugar é na prisão!” e “Supremo Tribunal, vergonha nacional”.


Eli Moreno

ELI MORENO 
Quem quiser fazer uma "visitinha" ao "ilustre" JD, lá vai o endereço: Quadra 305, bloco A (Ed. Kopenhagen), Setor Sudoeste - Brasília-DF.  Coitados dos moradores, não merecem esse presente.

Cerca de 200 pessoas se manifestavam na quadra 305. Mais da metade, moradores. Eles desceram dos blocos residenciais após ouvir a barulheira de ativistas, a maioria do movimento Na Rua, que participou das manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Roussef (PT), em 2016. Quem não foi para a rua passou de carro buzinando.

Morador do bloco onde Dirceu mora protesta por meio de cartaz na janela:

DIRCEU LADRÃO, SEU LUGAR É NA PRISÃO!

quinta-feira, maio 04, 2017

Embrapa Gado de Corte completa 40 anos e recebe homenagem na Assembleia Legislativa



A Embrapa Gado de Corte foi homenageada nesta quarta-feira, 3, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS), em Campo Grande, pelo 40º aniversário de criação da Empresa. Os proponentes da solenidade foram o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi (PMDB), e o vice-presidente, Onevan de Matos (PSDB).

Na tribuna, o chefe-geral da Embrapa Gado de Corte, Cleber Soares, destacou a contribuição da Empresa para a agropecuária e qualidade de vida da sociedade brasileira, a partir da atuação com foco no desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva da pecuária de corte. “Para alcançar os patamares atuais do Brasil, como maior exportador e segundo maior produtor de carne bovina no mundo, a Unidade tem contribuído de forma decisiva com geração, adaptação e transferência de tecnologias relacionadas a pastagens; genética, nutrição e sanidade animal; sistemas integrados de produção; tecnologia da informação e comunicação, entre outros temas”.

O deputado Junior Mochi enfatizou o reconhecimento aos empregados da Empresa que, ao longo de 40 anos, fazem do conhecimento matéria-prima essencial ao desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. “A Embrapa Gado de Corte faz a diferença não só no Brasil, mas no mundo, com suas tecnologias que fizeram o país alcançar o índice de maior exportador de carne bovina”, completou Onevan de Matos.

Homenagens
Durante a cerimônia, foram homenageados com diplomas de honra ao mérito os ex-chefes-gerais da Embrapa Gado de Corte: José Barcellos, Otávio Braga, Eberth Junior, Ivo Martins Cesar, Ademir Hugo Zimmer, Zenith João de Arruda, Celso Boin, Arae Boock, Antonio Sancevero, Kepler Euclides Filho e Rafael Alves, além do atual chefe-geral Cleber Soares.

O pesquisador Ademir Zimmer falou em nome dos chefes-gerais. “Essa passagem dos primeiros 40 anos foi, para mim e muitos outros, uma grande experiência de vida e profissional”, declarou acrescentando que, para o futuro, existem grandes desafios científicos e tecnológicos que poderão ser encarados pela instituição com sabedoria, dedicação e conhecimento.

Também receberam homenagem, como parceria destaque, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (Fundect), o Sistema Brasileiro do Agronegócio (SBA/Canal do Boi), a Geneplus Consultoria Agropecuária, Associação para o Fomento à Pesquisa do Melhoramento de Forrageiras (Unipasto) e Fundação MS para Pesquisa e Difusão de Tecnologias Agropecuárias.

O diretor-tesoureiro do Sistema Famasul, Luiz Alberto Novaes, fez discurso representando as instituições parceiras e destacando a importância da Embrapa para o agronegócio. “Hoje temos uma enxurrada de tecnologias e são poucas as instituições com as quais podemos contar para fazer uma pesquisa isenta de interesses comerciais e a Embrapa, sem dúvida nenhuma, é a principal delas”. O secretário-adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade), Ricardo Senna, lembrou o compromisso de manter a parceria do Governo do Estado com a Embrapa. “Fazer aniversário de 40 anos deixando esse legado da Embrapa à sociedade sul-mato-grossense é muito especial”, finalizou.



Texto: Kadijah Suleiman, jornalista da Embrapa Gado de Corte (MTb 22.729/RJ)


quarta-feira, abril 26, 2017

Café especial: road show na Austrália pode render mais de US$ 11 milhões ao Brasil



Café especial: road show na Austrália pode render mais de US$ 11 milhões ao Brasil

Ação do "Brazil. The Coffee Nation" levou nove empresas nacionais para promover o produto em Perth, Sydney e Melbourne

A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) organizaram um road show para promoção dos cafés especiais do País nas cidades de Perth, Sydney e Melbourne, na Austrália, entre os dias 24 e 30 de março, como ação do projeto setorial "Brazil. The Coffee Nation", que realizam em parceira. Segundo dados apurados junto às nove empresas participantes, foram realizados US$ 2,7 milhões em negócios durante os sete dias e há expectativa para a concretização de mais US$ 8,5 milhões até março de 2018.

De acordo com a diretora da BSCA, Vanusia Nogueira, o mercado australiano é bastante dinâmico e altamente competitivo. "A Austrália possui um segmento de cafés especiais bem desenvolvido e a participação brasileira está consolidada há algum tempo, com compradores e público locais tendo excelente aceitação por nosso produto", informa.

Em 2016, os australianos investiram US$ 22,856 milhões na aquisição dos cafés das empresas que integram o "Brazil. The Coffee Nation". Esse volume representou alta de 43% em relação à receita de US$ 15,976 milhões obtida em 2015. Desde 2009, quando teve início o projeto setorial desenvolvido por BSCA e Apex-Brasil, a Austrália aplicou US$ 73,202 milhões na compra dos cafés brasileiros.

No road show, foram realizadas apresentações instrucionais sobre a BSCA e o projeto "Brazil. The Coffee Nation", sendo evidenciadas as características de todas as regiões produtoras de cafés especiais. Os associados realizaram exposições sobre seus produtos, reuniões de negócios com atuais e potenciais clientes, além de degustação e sessões de cupping.

Vanusia entende que os prognósticos para o mercado australiano permanecem muito favoráveis e que o Brasil já colhe os frutos do esforço realizado pela Associação em parceria com a Apex-Brasil nos trabalhos de promoção. "Nossas ações têm ampliado a visibilidade dos cafés nacionais na Austrália, o que tem despertado maior interesse dos compradores locais e também de exportadores brasileiros que passam a mirar esse mercado. Como consequência, temos registrado crescimentos constantes na imagem do produto e no volume de negócios realizados ano a ano", conclui.

SOBRE O PROJETO SETORIAL
O "Brazil. The Coffee Nation", desenvolvido em parceria pela BSCA e pela Apex-Brasil, tem como foco a promoção comercial dos cafés especiais brasileiros no mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos produtos nacionais em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de alta qualidade, com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no País. O projeto visa, ainda, a expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção nacional de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros.

Iniciado em 2008, a vigência do atual projeto se dá entre maio de 2016 ao mesmo mês de 2018 e os mercados-alvo são: (i) EUA, Canadá, Japão, Coreia do Sul, China/Taiwan, Reino Unido, Alemanha e Austrália para os cafés crus especiais; e (ii) EUA, China, Alemanha e Emirados Árabes Unidos para os produtos da indústria de torrefação e moagem. As empresas que ainda não fazem parte do projeto podem obter mais informações diretamente com a BSCA, através dos telefones (35) 3212-4705 / (35) 3212-6302 ou do e-mail exec@bsca.com.br.

Mais informações para a imprensa
BSCA – Assessoria de Imprensa
Paulo André Colucci Kawasaki
(61) 98114-6632 / ascom@bsca.com.br

+ LIDAS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS

Arquivo do blog