Nesta quinta, 17/05, às 9h30min, o plenário 06, do Anexo II, da Câmara dos Deputados, servirá de palco para Audiência Pública que discutirá a Atualização da Política Nacional de Irrigação. A proposta do debate partiu do deputado federal Afonso Hamm (PP/RS), que é relator do Projeto de Lei nº 6381/05, que dispõe sobre a Política Nacional de Irrigação.
O objetivo da audiência é debater ações que podem ser implementadas no setor e rever as políticas públicas para Irrigação. O projeto visa contribuir para a geração de trabalho e renda; colaborar para o aumento da produtividade dos solos irrigáveis; concorrer para o aumento da competitividade dos produtores agrícolas nacionais; promover a otimização do consumo de água; contribuir para o abastecimento do mercado interno de alimentos; possibilitar a geração de excedentes agrícolas para exportação e colaborar na prevenção da ocorrência de processo de desertificação.
Na opinião do deputado Afonso Hamm, o estabelecimento de políticas nacionais para uso d'água na Irrigação é vital para que o Brasil consolide a liderança global na produção de grãos e bioenergia. "A aprovação em lei regulamentará de forma definitiva o apoio e incentivo à irrigação garantindo a produção de alimentos (grãos) e o incremento produtivo da pecuária via irrigação das pastagens, fruticultura, horticultura e outras alternativas de renda", enfatiza Hamm.
Além de Brasília, também já estão definidos encontros nos municípios de Cristalina (GO), no dia 18 de maio, Porto Alegre (RS), no dia 15 de junho, Belo Horizonte (MG), no dia 29 de junho e Petrolina (PE), no dia 6 de julho.
Informações adicionais:
Guida Gorga
Comissão de Agricultura
Câmara dos Deputados
(61) 3216-6402
Márcia Marinho
Gabinete Deputado Afonso Hamm
(61) 3215-5467
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

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quarta-feira, maio 16, 2007
Embrapa Gado de Corte realiza Audiência Pública para apresentar suas ações e discutir novos rumos da pesquisa e desenvolvimento
No próximo dia 17, quinta-feira, acontece no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), uma Audiência Pública promovida pela Embrapa Gado de Corte, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com o objetivo de apresentar ao Comitê Assessor Externo (CAE) da empresa as principais ações desenvolvidas e discutir novas diretrizes de pesquisa e desenvolvimento.
A Audiência é aberta à sociedade e, segundo o chefe-adjunto de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa Gado de Corte, Cleber Soares, um dos resultados esperados é a apresentação de sugestões para o quarto Plano Diretor da Unidade, período 2008 a 2011.
A programação da Audiência Pública terá início às 9 horas com a palavra do presidente do Comitê, Kepler Euclides Filho. Em seguida Rafael Alves fará uma apresentação institucional da Embrapa Gado de Corte. Depois de um breve intervalo, Cleber Soares falará aos presentes sobre as principais ações desenvolvidas, resultados e perspectivas nas áreas de Pesquisa & Desenvolvimento; Comunicação, Negócios e Transferência de Tecnologia e Administrativa. As atividades da manhã serão encerradas com uma discussão geral e de novas diretrizes de P&D para a unidade.
No período da tarde, os integrantes do Comitê irão visitar as instalações e campo experimental da Embrapa Gado de Corte e participar de reunião interna.
Integram o Comitê Assessor Externo Kepler Euclides Filho, diretor-executivo da Embrapa; Rafael Alves, chefe-geral da Embrapa Gado de Corte; Cleber Soares, chefe-adjunto de P&D da Embrapa Gado de Corte, Alysson Paolinelli, consultor em projetos agrícolas; Antenor Amorim Nogueira, do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte; Ademar da Silva Júnior, da Famasul; Constantino Ajimastro Júnior, da Associação Brasileira de Novilho Precoce; Gutemberg Carvalho Silveira, da Unipasto; Juraci Moreira Souto, da Contag; Leonardo Hamu, do Ministério da Ciência e Tecnologia; Roberto Rodrigues, do Centro Agronegócio – FGV e Ruy de Araújo Caldas, da UCB.
Adriana Brandão MTb CE01067JP
(67)3368.2144
A Audiência é aberta à sociedade e, segundo o chefe-adjunto de Pesquisa & Desenvolvimento da Embrapa Gado de Corte, Cleber Soares, um dos resultados esperados é a apresentação de sugestões para o quarto Plano Diretor da Unidade, período 2008 a 2011.
A programação da Audiência Pública terá início às 9 horas com a palavra do presidente do Comitê, Kepler Euclides Filho. Em seguida Rafael Alves fará uma apresentação institucional da Embrapa Gado de Corte. Depois de um breve intervalo, Cleber Soares falará aos presentes sobre as principais ações desenvolvidas, resultados e perspectivas nas áreas de Pesquisa & Desenvolvimento; Comunicação, Negócios e Transferência de Tecnologia e Administrativa. As atividades da manhã serão encerradas com uma discussão geral e de novas diretrizes de P&D para a unidade.
No período da tarde, os integrantes do Comitê irão visitar as instalações e campo experimental da Embrapa Gado de Corte e participar de reunião interna.
Integram o Comitê Assessor Externo Kepler Euclides Filho, diretor-executivo da Embrapa; Rafael Alves, chefe-geral da Embrapa Gado de Corte; Cleber Soares, chefe-adjunto de P&D da Embrapa Gado de Corte, Alysson Paolinelli, consultor em projetos agrícolas; Antenor Amorim Nogueira, do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte; Ademar da Silva Júnior, da Famasul; Constantino Ajimastro Júnior, da Associação Brasileira de Novilho Precoce; Gutemberg Carvalho Silveira, da Unipasto; Juraci Moreira Souto, da Contag; Leonardo Hamu, do Ministério da Ciência e Tecnologia; Roberto Rodrigues, do Centro Agronegócio – FGV e Ruy de Araújo Caldas, da UCB.
Adriana Brandão MTb CE01067JP
(67)3368.2144
Embrapa Gado de Corte comemora 30 anos e apresenta um novo capim
Na próxima quinta-feira, dia 17, às 20 horas, a Embrapa Gado de Corte – Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) – realiza a solenidade oficial em comemoração ao seu trigésimo aniversário. O evento acontece na sede da instituição à BR 262, km 4 (saída para Aquidauana), oportunidade em que a empresa presta homenagens a ex-empregados, instituições, empresas e parceiros, assina convênios e apresenta novas tecnologias como a cultivar de Brachiaria brizantha, BRS Piatã.
A BRS Piatã foi desenvolvida a partir da coleção de forrageiras da Embrapa e passou por avaliações durante 16 anos. O nome Piatã foi escolhido como forma de homenagear o povo Indígena tupi-guarani e significa fortaleza, valentia, coragem, diz a pesquisadora responsável pelo trabalho, Cacilda Borges do Valle.
Ao longo desses 30 anos a Embrapa Gado de Corte, em parceria com outras Unidades, pesquisou e lançou sete cultivares: os capins Marandu, Mombaça, Tanzânia, Massai, Xaraés, estilosantes Mineirão e Campo Grande. O capim Piatã é o oitavo exemplar colocado à disposição do produtor. Não é um híbrido, explica a pesquisadora Cacilda, mas uma variedade resultante de um processo de seleção. Como os demais exemplares, a Embrapa certifica e garante a pureza genética do material.
A BRS Piatã é uma planta apropriada para solos de média fertilidade, tolera solos mal drenados, produz forragem de boa qualidade e acumulação de folhas, possui colmos finos o que resulta em um melhor aproveitamento pelo animal, é resistente ao ataque de cigarrinhas-das-pastagens e destaca-se pelo elevado valor nutritivo e alta taxa de crescimento e rebrota. Os testes mostraram que em parcela sob corte a BRS Piatã produziu em média 9,5 toneladas por hectare de matéria seca com 57% de folhas, sendo 30% da produção obtida na época seca. E o teor médio de proteína bruta nas folhas foi de 11,3%.
Plantio
O primeiro passo é analisar o solo da área e conforme o resultado fazer a correção adequada. O plantio pode ser feito de forma convencional ou pelo sistema de plantio direto, em integração lavoura-pecuária. Quanto à quantidade de sementes os especialistas recomendam, no mínimo, quatro quilos de sementes puras viáveis por hectare. Os melhores resultados de germinação são obtidos quando as sementes são enterradas entre 2 e 5 centímetros de profundidade.
A época mais apropriada para o plantio vai de meados de novembro a fevereiro, quando o período das chuvas no Brasil Central é mais firme. Quando necessário realizar o controle de pragas e plantas invasoras, para garantir a boa germinação e estabelecimento da pastagem. Se bem manejada, a planta estará pronta para consumo dos animais de dois a três meses após o plantio.
Com relação a ganho de peso animal, os testes mostraram que a BRS Piatã resultou em 45 quilos por hectare por ano de peso vivo a mais que a cultivar Marandu. A nova cultivar produz cerca de150 quilos de sementes por hectare ao ano. As sementes da nova planta foram reproduzidas e multiplicadas e estarão no comércio a partir do mês de junho.
A nova planta é mais uma importante alternativa para diversificação de pastagens, aponta a pesquisadora Cacilda do Valle.
Outras cultivares de forrageiras de espécies diferentes estão em estudo na Embrapa e a previsão é de se lançar três plantas até o ano 2010.
Jornalista: Eliana Cezar Silveira ( DRT 15.410/SP)
Telefone: (67) 3368-2142
e-mail: eliana@cnpgc.embrapa.br
A BRS Piatã foi desenvolvida a partir da coleção de forrageiras da Embrapa e passou por avaliações durante 16 anos. O nome Piatã foi escolhido como forma de homenagear o povo Indígena tupi-guarani e significa fortaleza, valentia, coragem, diz a pesquisadora responsável pelo trabalho, Cacilda Borges do Valle.
Ao longo desses 30 anos a Embrapa Gado de Corte, em parceria com outras Unidades, pesquisou e lançou sete cultivares: os capins Marandu, Mombaça, Tanzânia, Massai, Xaraés, estilosantes Mineirão e Campo Grande. O capim Piatã é o oitavo exemplar colocado à disposição do produtor. Não é um híbrido, explica a pesquisadora Cacilda, mas uma variedade resultante de um processo de seleção. Como os demais exemplares, a Embrapa certifica e garante a pureza genética do material.
A BRS Piatã é uma planta apropriada para solos de média fertilidade, tolera solos mal drenados, produz forragem de boa qualidade e acumulação de folhas, possui colmos finos o que resulta em um melhor aproveitamento pelo animal, é resistente ao ataque de cigarrinhas-das-pastagens e destaca-se pelo elevado valor nutritivo e alta taxa de crescimento e rebrota. Os testes mostraram que em parcela sob corte a BRS Piatã produziu em média 9,5 toneladas por hectare de matéria seca com 57% de folhas, sendo 30% da produção obtida na época seca. E o teor médio de proteína bruta nas folhas foi de 11,3%.
Plantio
O primeiro passo é analisar o solo da área e conforme o resultado fazer a correção adequada. O plantio pode ser feito de forma convencional ou pelo sistema de plantio direto, em integração lavoura-pecuária. Quanto à quantidade de sementes os especialistas recomendam, no mínimo, quatro quilos de sementes puras viáveis por hectare. Os melhores resultados de germinação são obtidos quando as sementes são enterradas entre 2 e 5 centímetros de profundidade.
A época mais apropriada para o plantio vai de meados de novembro a fevereiro, quando o período das chuvas no Brasil Central é mais firme. Quando necessário realizar o controle de pragas e plantas invasoras, para garantir a boa germinação e estabelecimento da pastagem. Se bem manejada, a planta estará pronta para consumo dos animais de dois a três meses após o plantio.
Com relação a ganho de peso animal, os testes mostraram que a BRS Piatã resultou em 45 quilos por hectare por ano de peso vivo a mais que a cultivar Marandu. A nova cultivar produz cerca de150 quilos de sementes por hectare ao ano. As sementes da nova planta foram reproduzidas e multiplicadas e estarão no comércio a partir do mês de junho.
A nova planta é mais uma importante alternativa para diversificação de pastagens, aponta a pesquisadora Cacilda do Valle.
Outras cultivares de forrageiras de espécies diferentes estão em estudo na Embrapa e a previsão é de se lançar três plantas até o ano 2010.
Jornalista: Eliana Cezar Silveira ( DRT 15.410/SP)
Telefone: (67) 3368-2142
e-mail: eliana@cnpgc.embrapa.br
Nutrição foliar contribui para o desenvolvimento e para a rentabilidade da cultura do milho
Dr. Valter Casarin
MSc. Fernanda Forli
Departamento de Suporte Técnico
Produquímica Indústria e Comércio Ltda.
A boa produtividade das grandes culturas, como de milho, depende da sucessão de etapas bem executadas no campo. Desde a escolha das sementes, passando pelo correto plantio até a colheita e o armazenamento, tudo deve ser planejado e bem feito. Nesse longo processo, um dos pontos cruciais é a adubação equilibrada, fornecendo os nutrientes essenciais para a planta (N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cl, Co, Cu, Fe, Mn, Zn, Mo, Ni), em função da dinâmica no solo e da demanda pela cultura.
A agricultura moderna dispõe de técnicas eficientes para corrigir eventuais deficiências de nutrientes do solo, mesmo considerando os desafios, como condições de clima e do ambiente. Por exemplo: nem sempre, a adubação convencional executada no plantio é suficiente para fornecer à planta todos os nutrientes requeridos. Além disso, é comum ocorrer deficiências de certos nutrientes, em função de uma série de fatores naturais.
Assim, para evitar carências e, conseqüentemente perdas de produtividade e de rentabilidade, é fundamental que o engenheiro agrônomo disponha de ferramentas adequadas para fazer a recomendação da adubação. O principal instrumento para uma correta recomendação de adubação é a análise de solo. A análise foliar é uma ferramenta complementar, que serve para verificar o estado nutricional da planta. Dispondo das informações necessárias, pode-se fazer o planejamento da adubação, reduzindo, com isso, a probabilidade de ocorrência de deficiências minerais ao longo do ciclo da cultura.
Contudo, caso alguma deficiência seja detectada, a nutrição foliar pode ser utilizada com o objetivo de correção. A técnica da adubação foliar consiste em pulverizar nutrientes em formas 100% solúveis em água diretamente na parte aérea das plantas. É um método especialmente eficiente para o fornecimento de micronutrientes (B, Cl, Co, Cu, Fe, Mn, Zn, Mo e Ni) às plantas. Com a adubação foliar, a absorção desses elementos é muito mais rápida e eficiente que as tradicionais aplicações via solo.
O sucesso da adubação foliar esta relacionado a vários fatores relativos à própria planta. Neste caso, deve-se considerar a idade da folha, o estádio fenológico do vegetal e a permeabilidade da cutícula foliar. Há outros fatores que também influenciam a eficiência da adubação foliar, tais como a fonte do nutriente (sulfato, cloreto e nitrato), o pH da solução e a composição e a concentração da solução. É importante ressaltar que o sucesso da adubação foliar também depende da utilização de equipamentos adequados, que permitam a cobertura ou o molhamento uniforme das folhas, evitando as perdas de nutrientes. Além disso, deve ser dada atenção especial à umidade relativa do ar, à temperatura local e à intensidade dos ventos.
Na maioria dos casos, a adubação foliar pode ser realizada conjuntamente com a aplicação de defensivos agrícolas, o que proporciona uma vantagem adicional: a racionalização do número de operações, com conseqüente redução de custos para o agricultor. Porém, é preciso ficar atento à compatibilidade destes insumos, para evitar reações químicas que prejudiquem a eficiência dos produtos aplicados.
Ao equilibrar o fornecimento de nutrientes, garante-se o bom desenvolvimento das culturas de grãos. Mas é preciso seguir algumas recomendações. No milho, por exemplo, zinco, boro, manganês e cobre devem ser fornecidos obrigatoriamente no programa regular de adubação foliar. Em função da grande demanda da cultura do milho pelo zinco, a adubação foliar representa a vantagem de complementar a nutrição da planta em quantidade e qualidade em relação ao que o solo fornece.
Assim como a deficiência, o excesso de nutrientes também é prejudicial às plantações, podendo acarretar problemas de toxidez e prejudicar a produtividade. Além da nutrição foliar, cuidados fitossanitários – como controle de pragas, doenças e plantas daninhas – devem ser tomados, pois podem limitar o desempenho das lavouras.
Em resumo, para que altas produtividades de milho sejam obtidas, o produtor, com auxílio do engenheiro agrônomo, deve planejar e executar um programa de adubação que propicie equilíbrio nutricional. A adubação foliar é um método altamente eficiente para o fornecimento de micronutrientes, que contribui para a obtenção de uma produção rentável de milho.
Texto Assessoria de Comunicações (telefone 11 3037-7288)
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
MSc. Fernanda Forli
Departamento de Suporte Técnico
Produquímica Indústria e Comércio Ltda.
A boa produtividade das grandes culturas, como de milho, depende da sucessão de etapas bem executadas no campo. Desde a escolha das sementes, passando pelo correto plantio até a colheita e o armazenamento, tudo deve ser planejado e bem feito. Nesse longo processo, um dos pontos cruciais é a adubação equilibrada, fornecendo os nutrientes essenciais para a planta (N, P, K, Ca, Mg, S, B, Cl, Co, Cu, Fe, Mn, Zn, Mo, Ni), em função da dinâmica no solo e da demanda pela cultura.
A agricultura moderna dispõe de técnicas eficientes para corrigir eventuais deficiências de nutrientes do solo, mesmo considerando os desafios, como condições de clima e do ambiente. Por exemplo: nem sempre, a adubação convencional executada no plantio é suficiente para fornecer à planta todos os nutrientes requeridos. Além disso, é comum ocorrer deficiências de certos nutrientes, em função de uma série de fatores naturais.
Assim, para evitar carências e, conseqüentemente perdas de produtividade e de rentabilidade, é fundamental que o engenheiro agrônomo disponha de ferramentas adequadas para fazer a recomendação da adubação. O principal instrumento para uma correta recomendação de adubação é a análise de solo. A análise foliar é uma ferramenta complementar, que serve para verificar o estado nutricional da planta. Dispondo das informações necessárias, pode-se fazer o planejamento da adubação, reduzindo, com isso, a probabilidade de ocorrência de deficiências minerais ao longo do ciclo da cultura.
Contudo, caso alguma deficiência seja detectada, a nutrição foliar pode ser utilizada com o objetivo de correção. A técnica da adubação foliar consiste em pulverizar nutrientes em formas 100% solúveis em água diretamente na parte aérea das plantas. É um método especialmente eficiente para o fornecimento de micronutrientes (B, Cl, Co, Cu, Fe, Mn, Zn, Mo e Ni) às plantas. Com a adubação foliar, a absorção desses elementos é muito mais rápida e eficiente que as tradicionais aplicações via solo.
O sucesso da adubação foliar esta relacionado a vários fatores relativos à própria planta. Neste caso, deve-se considerar a idade da folha, o estádio fenológico do vegetal e a permeabilidade da cutícula foliar. Há outros fatores que também influenciam a eficiência da adubação foliar, tais como a fonte do nutriente (sulfato, cloreto e nitrato), o pH da solução e a composição e a concentração da solução. É importante ressaltar que o sucesso da adubação foliar também depende da utilização de equipamentos adequados, que permitam a cobertura ou o molhamento uniforme das folhas, evitando as perdas de nutrientes. Além disso, deve ser dada atenção especial à umidade relativa do ar, à temperatura local e à intensidade dos ventos.
Na maioria dos casos, a adubação foliar pode ser realizada conjuntamente com a aplicação de defensivos agrícolas, o que proporciona uma vantagem adicional: a racionalização do número de operações, com conseqüente redução de custos para o agricultor. Porém, é preciso ficar atento à compatibilidade destes insumos, para evitar reações químicas que prejudiquem a eficiência dos produtos aplicados.
Ao equilibrar o fornecimento de nutrientes, garante-se o bom desenvolvimento das culturas de grãos. Mas é preciso seguir algumas recomendações. No milho, por exemplo, zinco, boro, manganês e cobre devem ser fornecidos obrigatoriamente no programa regular de adubação foliar. Em função da grande demanda da cultura do milho pelo zinco, a adubação foliar representa a vantagem de complementar a nutrição da planta em quantidade e qualidade em relação ao que o solo fornece.
Assim como a deficiência, o excesso de nutrientes também é prejudicial às plantações, podendo acarretar problemas de toxidez e prejudicar a produtividade. Além da nutrição foliar, cuidados fitossanitários – como controle de pragas, doenças e plantas daninhas – devem ser tomados, pois podem limitar o desempenho das lavouras.
Em resumo, para que altas produtividades de milho sejam obtidas, o produtor, com auxílio do engenheiro agrônomo, deve planejar e executar um programa de adubação que propicie equilíbrio nutricional. A adubação foliar é um método altamente eficiente para o fornecimento de micronutrientes, que contribui para a obtenção de uma produção rentável de milho.
Texto Assessoria de Comunicações (telefone 11 3037-7288)
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
terça-feira, maio 15, 2007
Deputado denuncia apoio do governo a invasões de terra
Representação de Leonardo Vilela (PSDB-GO) ao Ministério Público Federal visa resgatar legislação que restringe ações de invasores
De olho no aumento das invasões de terra, o deputado Leonardo Vilela (PSDB-GO) encaminhou ao procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, uma representação contra o governo federal. Primeiro vice-líder do partido na Câmara, ele solicita investigação sobre o descumprimento da Medida Provisória 2.183-56, que impede a inclusão de propriedades invadidas no cadastro da reforma agrária. Outra lei desrespeitada, segundo o deputado, é a que proíbe o repasse de dinheiro público a entidades que incentivam, auxiliam ou participam de invasões.
Na representação, protocolada no Ministério Público da União no dia 9 de maio, o deputado denuncia o "MST e entidades congêneres". Uma das situações citadas é a da Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária (Anara) que recebeu cerca de R$ 2,5 milhões do governo federal, em 2006, e ainda não esclareceu como empenhou os recursos do convênio. Dirigida por Bruno Maranhão, a Anara é ligada ao MLST e supostamente teria patrocinado a invasão e depredação da Câmara dos Deputados, no ano passado.
"Estamos vivendo uma situação intolerável de ocupação e depredação no campo. O governo patrocina indiretamente essas invasões e a Constituição está sendo freqüentemente rasgada", reclamou o tucano. Para Leonardo Vilela, o pior é que representantes do governo demonstram todo o tempo que a tolerância deve aumentar daqui para frente. O deputado se refere às falas do ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário), que classificou algumas invasões como "compreensíveis" em uma entrevista à Folha de S. Paulo, em fevereiro deste ano.
O deputado cita outra reportagem da Folha, de 7 de maio, que relata o aumento do número de invasões nos últimos anos e o descumprimento da MP 2.183-56. Ignorando o que recomenda a legislação, o Incra estaria fazendo vistorias em propriedades recentemente invadidas e as incluindo no cadastro da reforma agrária. Para Leonardo Vilela, as invasões não atingem apenas os proprietários de terras. Seriam vítimas indiretas, "o contribuinte, que sustenta os acampamentos, e o consumidor, que encara a alta dos alimentos pela queda da produção".
O que o deputado denunciou:
- descumprimento da MP 2.183-56, que estabelece normas para coibir invasões e conflitos fundiários em geral;
- apologia ao crime (aceitar como compreensíveis invasões de terras);
- repasses de recursos públicos para entidades ligadas ao MST, MLST e outros, que não prestam contas.
Antonio Danin Junior
Assessoria de Comunicação
(61) 3215-5934
(62) 9637-4170
De olho no aumento das invasões de terra, o deputado Leonardo Vilela (PSDB-GO) encaminhou ao procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, uma representação contra o governo federal. Primeiro vice-líder do partido na Câmara, ele solicita investigação sobre o descumprimento da Medida Provisória 2.183-56, que impede a inclusão de propriedades invadidas no cadastro da reforma agrária. Outra lei desrespeitada, segundo o deputado, é a que proíbe o repasse de dinheiro público a entidades que incentivam, auxiliam ou participam de invasões.
Na representação, protocolada no Ministério Público da União no dia 9 de maio, o deputado denuncia o "MST e entidades congêneres". Uma das situações citadas é a da Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária (Anara) que recebeu cerca de R$ 2,5 milhões do governo federal, em 2006, e ainda não esclareceu como empenhou os recursos do convênio. Dirigida por Bruno Maranhão, a Anara é ligada ao MLST e supostamente teria patrocinado a invasão e depredação da Câmara dos Deputados, no ano passado.
"Estamos vivendo uma situação intolerável de ocupação e depredação no campo. O governo patrocina indiretamente essas invasões e a Constituição está sendo freqüentemente rasgada", reclamou o tucano. Para Leonardo Vilela, o pior é que representantes do governo demonstram todo o tempo que a tolerância deve aumentar daqui para frente. O deputado se refere às falas do ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário), que classificou algumas invasões como "compreensíveis" em uma entrevista à Folha de S. Paulo, em fevereiro deste ano.
O deputado cita outra reportagem da Folha, de 7 de maio, que relata o aumento do número de invasões nos últimos anos e o descumprimento da MP 2.183-56. Ignorando o que recomenda a legislação, o Incra estaria fazendo vistorias em propriedades recentemente invadidas e as incluindo no cadastro da reforma agrária. Para Leonardo Vilela, as invasões não atingem apenas os proprietários de terras. Seriam vítimas indiretas, "o contribuinte, que sustenta os acampamentos, e o consumidor, que encara a alta dos alimentos pela queda da produção".
O que o deputado denunciou:
- descumprimento da MP 2.183-56, que estabelece normas para coibir invasões e conflitos fundiários em geral;
- apologia ao crime (aceitar como compreensíveis invasões de terras);
- repasses de recursos públicos para entidades ligadas ao MST, MLST e outros, que não prestam contas.
Antonio Danin Junior
Assessoria de Comunicação
(61) 3215-5934
(62) 9637-4170
segunda-feira, maio 14, 2007
Febre Aftosa e Ferrugem Asiática serão alvo de discussão na Câmara dos Deputados
O prolongamento dos prejuízos causados pela febre aftosa, na pecuária bovina e a incidência de ferrugem asiática, que compromete a produtividade das lavouras de soja no Centro-Oeste, levaram os deputados Waldir Neves ( PSDB/MS) e Dagoberto Nogueira (PDT/MS) a solicitarem à Comissão de Agricultura a realização de uma audiência pública para propor novas diretrizes, rotinas e procedimentos de enfrentamento desses problemas sanitários. Em razão disso, entidades do setor agrícola reunem-se amanhã (15/05), na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. Os autores do requerimentos levaram em consideração, ainda, a suspensão de inúmeros contratos comerciais internacionais de exportações de produtos agrícolas em decorrência dos problemas sanitários.
Deverão comparecer à audiência o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (MAPA), dr. Inácio Afonso Kroetz; os pesquisadores da Embrapa, dr. Fernando Campos, especialista em sanidade animal e a dra. Maria Regina Vilarinho de Oliveira, pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em Sanidade Vegetal. Também confirmaram presença a dra. Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo do Mato Grosso do Sul; o presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da CNA, dr. Antenor Nogueira e dr. Ivar Caovilla, gerente da Aurora Alimentos, representando a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).
A audiência será realizada no plenário 6 do Anexo II da Câmara dos Deputados, às 14h30 minutos.
Informações adicionais:
Guida Gorga e Naiara Cunha
(61) 3216-6402
Deverão comparecer à audiência o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (MAPA), dr. Inácio Afonso Kroetz; os pesquisadores da Embrapa, dr. Fernando Campos, especialista em sanidade animal e a dra. Maria Regina Vilarinho de Oliveira, pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em Sanidade Vegetal. Também confirmaram presença a dra. Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo do Mato Grosso do Sul; o presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da CNA, dr. Antenor Nogueira e dr. Ivar Caovilla, gerente da Aurora Alimentos, representando a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).
A audiência será realizada no plenário 6 do Anexo II da Câmara dos Deputados, às 14h30 minutos.
Informações adicionais:
Guida Gorga e Naiara Cunha
(61) 3216-6402
ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O 2º PRÊMIO EMATER-MG DE CRIATIVIDADE RURAL
O presidente da Emater-MG, José Silva, discursa durante o lançamento do Prêmio (Foto: Alexandre Souza Soares)
A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais lançou nesta segunda-feira (14 de maio) o 2º Prêmio Emater-MG de Criatividade Rural. O regulamento completo e as fichas de inscrição já estão disponíveis no site www.emater.mg.gov.br. A inscrição pode ser feita, gratuitamente, até 21 de agosto.
O concurso é dirigido a agricultores e pecuaristas do estado de Minas Gerais, que tenham projetos assistidos por extensionistas de instituições públicas ou privadas. Cada agricultor ou pecuarista participante poderá concorrer com apenas um projeto, sob a assistência de somente um responsável técnico cadastrado.
O projeto inscrito deverá informar o nome do técnico responsável pela assistência técnica e a instituição à qual o mesmo está vinculado. Diferente da primeira edição, quando foram premiados os três primeiros lugares, o concurso deste ano premiará os cinco melhores projetos, com prêmios para o produtor e o técnico responsável. Segundo o coordenador do Prêmio, o coordenador estadual de Culturas da Emater-MG Waldyr Pascoal Filho, a proposta é identificar e divulgar idéias inovadoras com impactos positivos no campo social, econômico, cultural e ambiental. "A expectativa é triplicar o número de projetos inscritos em 2006, que foi de 43", afirmou.
O lançamento do concurso aconteceu em solenidade realizada no auditório da unidade central da Emater-MG, em Belo Horizonte, que contou com as presenças do presidente da Emater-MG, José Silva Soares, do diretor técnico José Ricardo Ramos Roseno, do superintendente do Banco do Brasil em Minas Gerais, Amauri Sebastião Niehues, e de representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e da Federação dos Trabalhadores Rurais de Minas Gerais (Fetaemg).
Para o presidente da Emater-MG, José Silva Soares, o objetivo da iniciativa é divulgar o conhecimento construído pelos próprios agricultores. "Com isso estimulamos os agricultores e eles motivam outros. Queremos mostrar que inovação pode ser algo simples. Às vezes a maneira de fechar uma porteira, fazer o preparo da alimentação do gado é muito criativa e pode ser feita utilizando materiais da própria propriedade do agricultor", argumentou.
O superintendente do Banco do Brasil, instituição patrocionadora do evento, Amauri Sebastião Niehues, também fez coro às palavras do presidente da Emater-MG. "A idéia é mostrar que as coisas aparentemente pequenas têm efeitos grandes", concordou.
A premiação também será na Capital mineira, em evento a ser realizado no dia 24 de setembro de 2007, após avaliação dos trabalhos por uma comissão julgadora, composta de representante da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), à qual a Emater-MG é vinculada, e de representantes do Banco do Brasil, IMA, Epamig, Ruralminas, Faemg, Fetaemg e de órgãos de imprensa.
Em 2006, foram premiados os projetos: Armadilha para Controle da Mosca-dos-chifres (1º lugar), do produtor José Alves de Lima, do município de Carneirinho, no Triângulo Mineiro; Taquara Chinesa (2º lugar), para produção de mudas de morango sem contato com o solo, de Luiz Gabriel Borges, da cidade de Estiva, no Sul; e Espeto de Bambu para Churrasco, do produtor de Uberlândia Vonge da Silva.
Os prêmios da edição 2007 do concurso são os seguintes:
1° Lugar - Produtor: um computador completo + impressora, uma TV a cores 29 polegas tela plana; um DVD; técnico responsável: um notebook;
2° Lugar - Produtor: uma TV a cores 29 polegadas tela plana, um DVD, um refrigerador; técnico responsável: um computador completo;
3º Lugar - Produtor: uma TV a cores 29 polegadas tela plana, um DVD; técnico responsável: um palmtop;
4º Lugar - Produtor: uma TV a cores 29 polegadas tela plana; técnico responsável: um palmtop;
5º Lugar - Produtor: um refrigerador; t
Técnico responsável: uma câmera fotográfica digital.
Mais informações:
Terezinha Leite
Ascom/Emater-MG
(31) 3349-8021 / 3349-8096
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