Representação de Leonardo Vilela (PSDB-GO) ao Ministério Público Federal visa resgatar legislação que restringe ações de invasores
De olho no aumento das invasões de terra, o deputado Leonardo Vilela (PSDB-GO) encaminhou ao procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, uma representação contra o governo federal. Primeiro vice-líder do partido na Câmara, ele solicita investigação sobre o descumprimento da Medida Provisória 2.183-56, que impede a inclusão de propriedades invadidas no cadastro da reforma agrária. Outra lei desrespeitada, segundo o deputado, é a que proíbe o repasse de dinheiro público a entidades que incentivam, auxiliam ou participam de invasões.
Na representação, protocolada no Ministério Público da União no dia 9 de maio, o deputado denuncia o "MST e entidades congêneres". Uma das situações citadas é a da Associação Nacional de Apoio à Reforma Agrária (Anara) que recebeu cerca de R$ 2,5 milhões do governo federal, em 2006, e ainda não esclareceu como empenhou os recursos do convênio. Dirigida por Bruno Maranhão, a Anara é ligada ao MLST e supostamente teria patrocinado a invasão e depredação da Câmara dos Deputados, no ano passado.
"Estamos vivendo uma situação intolerável de ocupação e depredação no campo. O governo patrocina indiretamente essas invasões e a Constituição está sendo freqüentemente rasgada", reclamou o tucano. Para Leonardo Vilela, o pior é que representantes do governo demonstram todo o tempo que a tolerância deve aumentar daqui para frente. O deputado se refere às falas do ministro Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário), que classificou algumas invasões como "compreensíveis" em uma entrevista à Folha de S. Paulo, em fevereiro deste ano.
O deputado cita outra reportagem da Folha, de 7 de maio, que relata o aumento do número de invasões nos últimos anos e o descumprimento da MP 2.183-56. Ignorando o que recomenda a legislação, o Incra estaria fazendo vistorias em propriedades recentemente invadidas e as incluindo no cadastro da reforma agrária. Para Leonardo Vilela, as invasões não atingem apenas os proprietários de terras. Seriam vítimas indiretas, "o contribuinte, que sustenta os acampamentos, e o consumidor, que encara a alta dos alimentos pela queda da produção".
O que o deputado denunciou:
- descumprimento da MP 2.183-56, que estabelece normas para coibir invasões e conflitos fundiários em geral;
- apologia ao crime (aceitar como compreensíveis invasões de terras);
- repasses de recursos públicos para entidades ligadas ao MST, MLST e outros, que não prestam contas.
Antonio Danin Junior
Assessoria de Comunicação
(61) 3215-5934
(62) 9637-4170
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

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terça-feira, maio 15, 2007
segunda-feira, maio 14, 2007
Febre Aftosa e Ferrugem Asiática serão alvo de discussão na Câmara dos Deputados
O prolongamento dos prejuízos causados pela febre aftosa, na pecuária bovina e a incidência de ferrugem asiática, que compromete a produtividade das lavouras de soja no Centro-Oeste, levaram os deputados Waldir Neves ( PSDB/MS) e Dagoberto Nogueira (PDT/MS) a solicitarem à Comissão de Agricultura a realização de uma audiência pública para propor novas diretrizes, rotinas e procedimentos de enfrentamento desses problemas sanitários. Em razão disso, entidades do setor agrícola reunem-se amanhã (15/05), na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. Os autores do requerimentos levaram em consideração, ainda, a suspensão de inúmeros contratos comerciais internacionais de exportações de produtos agrícolas em decorrência dos problemas sanitários.
Deverão comparecer à audiência o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (MAPA), dr. Inácio Afonso Kroetz; os pesquisadores da Embrapa, dr. Fernando Campos, especialista em sanidade animal e a dra. Maria Regina Vilarinho de Oliveira, pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em Sanidade Vegetal. Também confirmaram presença a dra. Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo do Mato Grosso do Sul; o presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da CNA, dr. Antenor Nogueira e dr. Ivar Caovilla, gerente da Aurora Alimentos, representando a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).
A audiência será realizada no plenário 6 do Anexo II da Câmara dos Deputados, às 14h30 minutos.
Informações adicionais:
Guida Gorga e Naiara Cunha
(61) 3216-6402
Deverão comparecer à audiência o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (MAPA), dr. Inácio Afonso Kroetz; os pesquisadores da Embrapa, dr. Fernando Campos, especialista em sanidade animal e a dra. Maria Regina Vilarinho de Oliveira, pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em Sanidade Vegetal. Também confirmaram presença a dra. Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo do Mato Grosso do Sul; o presidente do Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da CNA, dr. Antenor Nogueira e dr. Ivar Caovilla, gerente da Aurora Alimentos, representando a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).
A audiência será realizada no plenário 6 do Anexo II da Câmara dos Deputados, às 14h30 minutos.
Informações adicionais:
Guida Gorga e Naiara Cunha
(61) 3216-6402
ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O 2º PRÊMIO EMATER-MG DE CRIATIVIDADE RURAL
O presidente da Emater-MG, José Silva, discursa durante o lançamento do Prêmio (Foto: Alexandre Souza Soares)
A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais lançou nesta segunda-feira (14 de maio) o 2º Prêmio Emater-MG de Criatividade Rural. O regulamento completo e as fichas de inscrição já estão disponíveis no site www.emater.mg.gov.br. A inscrição pode ser feita, gratuitamente, até 21 de agosto.
O concurso é dirigido a agricultores e pecuaristas do estado de Minas Gerais, que tenham projetos assistidos por extensionistas de instituições públicas ou privadas. Cada agricultor ou pecuarista participante poderá concorrer com apenas um projeto, sob a assistência de somente um responsável técnico cadastrado.
O projeto inscrito deverá informar o nome do técnico responsável pela assistência técnica e a instituição à qual o mesmo está vinculado. Diferente da primeira edição, quando foram premiados os três primeiros lugares, o concurso deste ano premiará os cinco melhores projetos, com prêmios para o produtor e o técnico responsável. Segundo o coordenador do Prêmio, o coordenador estadual de Culturas da Emater-MG Waldyr Pascoal Filho, a proposta é identificar e divulgar idéias inovadoras com impactos positivos no campo social, econômico, cultural e ambiental. "A expectativa é triplicar o número de projetos inscritos em 2006, que foi de 43", afirmou.
O lançamento do concurso aconteceu em solenidade realizada no auditório da unidade central da Emater-MG, em Belo Horizonte, que contou com as presenças do presidente da Emater-MG, José Silva Soares, do diretor técnico José Ricardo Ramos Roseno, do superintendente do Banco do Brasil em Minas Gerais, Amauri Sebastião Niehues, e de representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e da Federação dos Trabalhadores Rurais de Minas Gerais (Fetaemg).
Para o presidente da Emater-MG, José Silva Soares, o objetivo da iniciativa é divulgar o conhecimento construído pelos próprios agricultores. "Com isso estimulamos os agricultores e eles motivam outros. Queremos mostrar que inovação pode ser algo simples. Às vezes a maneira de fechar uma porteira, fazer o preparo da alimentação do gado é muito criativa e pode ser feita utilizando materiais da própria propriedade do agricultor", argumentou.
O superintendente do Banco do Brasil, instituição patrocionadora do evento, Amauri Sebastião Niehues, também fez coro às palavras do presidente da Emater-MG. "A idéia é mostrar que as coisas aparentemente pequenas têm efeitos grandes", concordou.
A premiação também será na Capital mineira, em evento a ser realizado no dia 24 de setembro de 2007, após avaliação dos trabalhos por uma comissão julgadora, composta de representante da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), à qual a Emater-MG é vinculada, e de representantes do Banco do Brasil, IMA, Epamig, Ruralminas, Faemg, Fetaemg e de órgãos de imprensa.
Em 2006, foram premiados os projetos: Armadilha para Controle da Mosca-dos-chifres (1º lugar), do produtor José Alves de Lima, do município de Carneirinho, no Triângulo Mineiro; Taquara Chinesa (2º lugar), para produção de mudas de morango sem contato com o solo, de Luiz Gabriel Borges, da cidade de Estiva, no Sul; e Espeto de Bambu para Churrasco, do produtor de Uberlândia Vonge da Silva.
Os prêmios da edição 2007 do concurso são os seguintes:
1° Lugar - Produtor: um computador completo + impressora, uma TV a cores 29 polegas tela plana; um DVD; técnico responsável: um notebook;
2° Lugar - Produtor: uma TV a cores 29 polegadas tela plana, um DVD, um refrigerador; técnico responsável: um computador completo;
3º Lugar - Produtor: uma TV a cores 29 polegadas tela plana, um DVD; técnico responsável: um palmtop;
4º Lugar - Produtor: uma TV a cores 29 polegadas tela plana; técnico responsável: um palmtop;
5º Lugar - Produtor: um refrigerador; t
Técnico responsável: uma câmera fotográfica digital.
Mais informações:
Terezinha Leite
Ascom/Emater-MG
(31) 3349-8021 / 3349-8096
PECUARISTA PRECISA TOMAR CUIDADO AO VACINAR ANIMAIS CONTRA FEBRE AFTOSA
O Departamento de Saúde Animal (DSA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) alerta os pecuaristas para que tomem alguns cuidados ao vacinar os bovinos e bubalinos contra a febre aftosa. Duas medidas são consideradas fundamentais pela área técnica: a conservação da vacina e a sua adequada aplicação. Neste mês começou a primeira etapa da campanha nacional de vacinação em 15 estados e no Distrito Federal.
Segundo o DSA os pecuaristas precisam manter a vacina sob refrigeração, em temperatura entre 2 e 8 graus centígrados, até sua total utilização. Quando for levado a campo, o frasco deve ser acondicionado em embalagem de isopor com gelo e ficar à sombra. O frasco com o restante das doses deve retornar à geladeira. A vacina não pode ser congelada ou aquecida em hipótese alguma. O congelamento ou o aquecimento faz com que perca a capacidade de imunizar.
A aplicação pode ser intramuscular ou subcutânea e a dose correta é de 5 ml, independentemente da idade do animal. A subcutânea é feita embaixo da pele, e a intramuscular, no músculo, mais profundamente. Para reduzir o risco de contaminação e formação de abcessos (caroços) utilizar sempre agulhas e seringas esterilizadas (fervidas).
A agulha, assinalam os técnicos do Departamento de Saúde Animal, deve ser trocada a cada 10 aplicações. Além disso, as agulhas com ponta torta, aparência de suja ou que tenham caído ao chão também precisam ser imediatamente substituídas.
Após a vacinação o pecuarista deve comparecer à unidade veterinária onde sua propriedade é cadastrada e apresentar a declaração de vacinação acompanhada da nota fiscal da compra da vacina. Com isso, comprova que vacinou seus animais e mantém seu cadastro atualizado.
Até o próximo dia 31, os pecuaristas do Acre, Amapá, Amazonas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso (apenas animais até dois anos), Mato Grosso do Sul, parte oeste de Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e DF devem vacinar seus rebanhos. A previsão é de que mais de 120 milhões de animais sejam vacinados até esta data.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - DIVISÃO DE IMPRENSA
FONES (61) 3218-2203/2204/2205 - FAX: 3322-2880
Segundo o DSA os pecuaristas precisam manter a vacina sob refrigeração, em temperatura entre 2 e 8 graus centígrados, até sua total utilização. Quando for levado a campo, o frasco deve ser acondicionado em embalagem de isopor com gelo e ficar à sombra. O frasco com o restante das doses deve retornar à geladeira. A vacina não pode ser congelada ou aquecida em hipótese alguma. O congelamento ou o aquecimento faz com que perca a capacidade de imunizar.
A aplicação pode ser intramuscular ou subcutânea e a dose correta é de 5 ml, independentemente da idade do animal. A subcutânea é feita embaixo da pele, e a intramuscular, no músculo, mais profundamente. Para reduzir o risco de contaminação e formação de abcessos (caroços) utilizar sempre agulhas e seringas esterilizadas (fervidas).
A agulha, assinalam os técnicos do Departamento de Saúde Animal, deve ser trocada a cada 10 aplicações. Além disso, as agulhas com ponta torta, aparência de suja ou que tenham caído ao chão também precisam ser imediatamente substituídas.
Após a vacinação o pecuarista deve comparecer à unidade veterinária onde sua propriedade é cadastrada e apresentar a declaração de vacinação acompanhada da nota fiscal da compra da vacina. Com isso, comprova que vacinou seus animais e mantém seu cadastro atualizado.
Até o próximo dia 31, os pecuaristas do Acre, Amapá, Amazonas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso (apenas animais até dois anos), Mato Grosso do Sul, parte oeste de Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e DF devem vacinar seus rebanhos. A previsão é de que mais de 120 milhões de animais sejam vacinados até esta data.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - DIVISÃO DE IMPRENSA
FONES (61) 3218-2203/2204/2205 - FAX: 3322-2880
COMEÇAM AS ELEIÇÕES NA ABIMAQ

Os fabricantes de bens de capital mecânicos filiados à Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) começaram hoje (14/05) a votar nas eleições para a gestão 2007-2010. As urnas estarão abertas até amanhã (terça-feira, 15/5), das 8 às 18 horas, ininterruptamente, em oito regionais da entidade no País, onde poderão votar, independente do domícilio da empresa, graças a um sofisticado sistema informatizado de votação.
Serão renovadas a diretoria, conselhos fiscal e consultivo da Abimaq e Sindimaq, que dirigirão as entidades no próximo triênio. O voto não é obrigatório, mas a participação do associado é importante para conferir legitimidade à chapa vencedora, que representará os 4 mil fabricantes de máquinas e equipamentos existentes País.
As duas chapas inscritas são lideradas por Newton de Mello, candidato à reeleição, pela União, e Luiz Aubert Neto, candidato da oposição, pela Inovabimaq. O pleito será encerrado amanhã, quando poderá ser conhecido o presidente da Abimaq para o triênio 2007 – 2010.
DATA: 14 e 15 de maio
HORÁRIO: Das 8 às 18hs
LOCAIS DE VOTAÇÃO
Sede Nacional – São Paulo
Av. Jabaquara, nº 2925
SRMG - BELO HORIZONTE
Av. do Contorno, nº 6283 - Salas 1701 / 1703
SRPR - CURITIBA
Rua Marechal Deodoro, nº 630 - 23º andar - Conjunto 2305
SRSC - JOINVILLE
Av. Aluísio Pires Condeixa, nº 2550 - Bairro: Saguaçu
SRNN - NORTE-NORDESTE
Rua Viscondessa do Livramento, nº 130 – Derby – Recife
SRPI - PIRACICABA
Rua Alferes José Caetano, nº 498 - Centro
SRRS - PORTO ALEGRE
Av.: Assis Brasil, nº 8787 - Bloco 10 - 2º andar
SRRP - RIBEIRÃO PRETO
Rua Bernardinho de Campos, nº 1001 – Sala 805
SRRJ - RIO DE JANEIRO
Rua São José, nº 20 - 11 º andar - Sala 1102
Assessoria de Imprensa da Abimaq
Tereza Anunziata / Fabiana Dourado
Tel. : (11) 5582-6355 / Fax: (11) 5582-6356
Visite a Sala de Imprensa da Abimaq (www.abimaq.org.br)
sexta-feira, maio 11, 2007
Especialistas apontam fatores que afetam a competitividade no agronegócio café
Os cenários da cafeicultura e os fatores que afetam a competitividade brasileira estiveram em debate nesta quinta-feira (10), no 5° Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil, em Águas de Lindóia (SP). O consenso entre os depoimentos é de que o Brasil tem potencial para manter a liderança do setor frente ao aumento estimado da demanda de 146 milhões de sacas para os próximos 10 anos. O país é apontado pelos especialistas como detentor da pesquisa cafeeira mais dinâmica e de organizações políticas pluralistas e descentralizadas. Por outro lado, as limitações estariam focadas principalmente na valorização do câmbio, aumento desequilibrado dos custos de produção, pouca atenção à gestão da propriedade e baixo investimento em agregação de valor ao produto.

O depoimento do secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Linneu da Costa Lima, foi referendado pelo presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Guilherme Braga, ao apontar o desafio da pesquisa e do setor produtivo para atender ao aumento de demanda e das exigências de novos mercados. A conjuntura do agronegócio café, caracterizado por baixos estoques e participação no mercado mundial ao redor de 30%, exigirá do Brasil produções médias entre 55 e 60 milhões de sacas. Este aumento deverá decorrer principalmente do aumento de produtividade.

Gestão de custos
O superintende do Centro de Inteligência do Café (CIC), Aguinaldo José de Lima, apontou alguns fatores que afetam a competitividade e merecem discussão, como a necessidade de abaixar o custo de fertilizantes e defensivos, o que poderia ser conseguido com a redução de impostos. Simplificar a legislação para o trabalho temporário é outro debate necessário para redução de custos com mão-de-obra na colheita, que representa cerca de 60% dos custos de produção na maioria dos Estados produtores.
A falta de gestão administrativa, desconhecimento de mecanismos de comercialização e baixa capacitação dos trabalhadores também diminuem a competitividade brasileira. Neste cenário, o investimento em difusão e transferência de tecnologia, principalmente a pequenos e médios produtores, é apontado como prioritário. Isso porque o cafeicultor será cada vez mais exigido quanto à adoção de tecnologias sustentáveis de produção, rastreabilidade dos processos e certificações de que o produto atende às demandas do mercado.
Para o consultor da P&A Marketing Internacional, Carlos Brando, a palavra de ordem está na agregação de valor ao café brasileiro e atenção às tendências e oportunidades do mercado. Quanto aos fatores que afetam a competitividade brasileira, Brando aponta como maior agravante a valorização cambial, que favorece os países concorrentes. Para ilustrar, nos últimos dois anos, enquanto o preço do café em dólar subiu 4%, o preço em real teve decréscimo de 16%.
O consultor da Specialty Coffees Bureau, Ensei Uejo Neto, reforçou em seu depoimento que não adianta o cafeicultor ser competitivo na produção, mas não saber vender o seu produto, com pouco conhecimento de suas qualidade e diferenciais. O representante das Organizações das Cooperativas Brasileiras (OCB), Gustavo Rodrigues Prado, aponta o cooperativismo como ferramenta de aglutinação de forças capaz de garantir mais competitividade ao agronegócio, tendo em vista que a cafeicultura brasileira é feita em sua maioria por pequenos produtores.

Programação
Nesta sexta-feira (11), encerra-se a programação do 5° Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil. No período da manhã haverá dois painéis em debate: “Barreiras não tarifárias para o café” e “Novos rumos para a cafeicultura familiar”.

Cibele Aguiar
Embrapa Café
www.embrapa.br/cafe
O depoimento do secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Linneu da Costa Lima, foi referendado pelo presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Guilherme Braga, ao apontar o desafio da pesquisa e do setor produtivo para atender ao aumento de demanda e das exigências de novos mercados. A conjuntura do agronegócio café, caracterizado por baixos estoques e participação no mercado mundial ao redor de 30%, exigirá do Brasil produções médias entre 55 e 60 milhões de sacas. Este aumento deverá decorrer principalmente do aumento de produtividade.
Gestão de custos
O superintende do Centro de Inteligência do Café (CIC), Aguinaldo José de Lima, apontou alguns fatores que afetam a competitividade e merecem discussão, como a necessidade de abaixar o custo de fertilizantes e defensivos, o que poderia ser conseguido com a redução de impostos. Simplificar a legislação para o trabalho temporário é outro debate necessário para redução de custos com mão-de-obra na colheita, que representa cerca de 60% dos custos de produção na maioria dos Estados produtores.
A falta de gestão administrativa, desconhecimento de mecanismos de comercialização e baixa capacitação dos trabalhadores também diminuem a competitividade brasileira. Neste cenário, o investimento em difusão e transferência de tecnologia, principalmente a pequenos e médios produtores, é apontado como prioritário. Isso porque o cafeicultor será cada vez mais exigido quanto à adoção de tecnologias sustentáveis de produção, rastreabilidade dos processos e certificações de que o produto atende às demandas do mercado.
Para o consultor da P&A Marketing Internacional, Carlos Brando, a palavra de ordem está na agregação de valor ao café brasileiro e atenção às tendências e oportunidades do mercado. Quanto aos fatores que afetam a competitividade brasileira, Brando aponta como maior agravante a valorização cambial, que favorece os países concorrentes. Para ilustrar, nos últimos dois anos, enquanto o preço do café em dólar subiu 4%, o preço em real teve decréscimo de 16%.
O consultor da Specialty Coffees Bureau, Ensei Uejo Neto, reforçou em seu depoimento que não adianta o cafeicultor ser competitivo na produção, mas não saber vender o seu produto, com pouco conhecimento de suas qualidade e diferenciais. O representante das Organizações das Cooperativas Brasileiras (OCB), Gustavo Rodrigues Prado, aponta o cooperativismo como ferramenta de aglutinação de forças capaz de garantir mais competitividade ao agronegócio, tendo em vista que a cafeicultura brasileira é feita em sua maioria por pequenos produtores.
Programação
Nesta sexta-feira (11), encerra-se a programação do 5° Simpósio de Pesquisa dos Cafés do Brasil. No período da manhã haverá dois painéis em debate: “Barreiras não tarifárias para o café” e “Novos rumos para a cafeicultura familiar”.
Cibele Aguiar
Embrapa Café
www.embrapa.br/cafe
quinta-feira, maio 10, 2007
Dois destaques do X Leilão do PSL são criações do Haras Fazenda do Bosque
A amazona Samira Uemura montará o Puro Sangue Lusitano (PSL) Forest Xairel do Bosque durante apresentação no X Leilão Luso Brasileiro promovido pelo Haras VO, de propriedade do criador e empresário Victor Oliva, que será realizado no dia 19 de maio de 2007, em Araçoiaba da Serra – interior de São Paulo. O conjunto acaba de ficar na terceira colocação na Etapa da Amil Dressage Cup, categoria Aberta da serie Elementar, ocorrida no último dia 29 de abril, na Sociedade Hipica Paulista.
Forest Xairel do Bosque é filho do renomado garanhão Luar, único PSL a participar de um Pan-Americano de Adestramento, em 2003, na Republica Dominicana. A amazona também apresentará durante o X Leilão o PSL Forest Taurus do Bosque, campeão Brasileiro de Adestramente, em 2005, e bicampeão Paulista, em 2005 e 2006, e Campeão do Circuito Amil de Adestramento, em 2005. Os garanhões têm a criação do Haras Fazenda do Bosque. O Leilão abre a XXVI Exposição Internacional do PSL, no Clube Hípico de Santo Amaro, que vai de 23 a 27 de Maio.

Serviço:
Evento: X Leilão Luso Brasileiro
Local: Haras VO – Araçoiaba da Serra – SP
Data: 19 de Maio de 2007 – a partir das 19 horas
Haras e Fazenda do Bosque
Fone.: (15) 3379-9292
Cláudio Ferreira – (11) 9803-6434
F2 Press Comunicação Integrada – f2.comunica@terra.com.br
Tels. (11) 3603-3082
Forest Xairel do Bosque é filho do renomado garanhão Luar, único PSL a participar de um Pan-Americano de Adestramento, em 2003, na Republica Dominicana. A amazona também apresentará durante o X Leilão o PSL Forest Taurus do Bosque, campeão Brasileiro de Adestramente, em 2005, e bicampeão Paulista, em 2005 e 2006, e Campeão do Circuito Amil de Adestramento, em 2005. Os garanhões têm a criação do Haras Fazenda do Bosque. O Leilão abre a XXVI Exposição Internacional do PSL, no Clube Hípico de Santo Amaro, que vai de 23 a 27 de Maio.
Serviço:
Evento: X Leilão Luso Brasileiro
Local: Haras VO – Araçoiaba da Serra – SP
Data: 19 de Maio de 2007 – a partir das 19 horas
Haras e Fazenda do Bosque
Fone.: (15) 3379-9292
Cláudio Ferreira – (11) 9803-6434
F2 Press Comunicação Integrada – f2.comunica@terra.com.br
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