Empresa apresenta carro que será sorteado pela promoção “Acelere com a Belgo”
A Belgo Bekaert, em parceira com a revenda Cofagra, promove, no próximo dia 18, quarta-feira, uma animada carreata pela cidade de Campina Grande (Paraíba) para apresentar ao produtor rural a caminhonete zero quilômetro a ser sorteada pela promoção “Acelere com a Belgo”. De 16 de outubro a 31 de dezembro, quem comprar um rolo de arame farpado Motto ou arame liso Belgo Z-700, carros-chefes da empresa, participará do sorteio de uma pick-up F-250 cabine dupla XLT 4X4.
Em todo o Brasil, a campanha envolve cerca de 500 revendas parceiras, que vão atuar também como postos de troca, oferecendo ao consumidor que comprar os produtos em uma loja não participante a oportunidade de adquirir o cupom da promoção mediante a apresentação da nota fiscal. O resultado do sorteio será divulgado no dia 13 de janeiro de 2007.
Mais informações sobre a promoção e a localização dos postos de troca estão disponíveis no site da Belgo Bekaert (www.belgobekaert.com.br) ou pelo telefone 0800 727 2000.
Luciana Marcatti – Equipe Regina Perillo Comunicação
(31) 3481-4888 / 9196-1964
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sexta-feira, outubro 13, 2006
sexta-feira, outubro 06, 2006
Setor rural debate revisão de índices de produtividade
A comissão de Assuntos Fundiários e Assuntos Indígenas, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), realizou reunião, na manhã desta quinta-feira (5/outubro), para discutir um tema polêmico. Autoridades do setor, presentes no encontro, demonstraram preocupação com a proposta do Governo Federal de impor novos índices de produtividade às propriedades rurais para ampliar os processos de reforma agrária.
Segundo o projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário já apresentado ao Senado, caso o produtor não mantenha índices de produtividade considerados elevados poderá ter o seu imóvel desapropriado. Para estabelecer alternativas a essa proposta, o Projeto de Lei 6820/06 do deputado Xico Graziano (PSDB/SP) sugere que haja regulamentação dos critérios à desapropriação de terras para fins de reforma agrária. Um dos métodos apresentados é a elaboração de um laudo técnico que leva em consideração a classe de capacidade do uso do solo, do clima, do nível de tecnologia e da situação do mercado.
O deputado Leonardo Vilela (PSDB/GO), relator do projeto e responsável por articular a discussão entre os ruralistas, destacou a importância do laudo. “O laudo técnico será fundamental para eliminar distorções que tornam injusto tal processo”, enfatiza Leonardo. Na próxima semana, o relator apresenta parecer favorável, com substitutivo global. Com a aprovação do projeto, o produtor terá garantido parâmetros referenciais de produtividade para os diferentes tipos de produção, afirma o deputado.
Assessoria de Comunicação do deputado Leonardo Vilela (PSDB/GO)
Fones: (61) 3215-5934
Segundo o projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário já apresentado ao Senado, caso o produtor não mantenha índices de produtividade considerados elevados poderá ter o seu imóvel desapropriado. Para estabelecer alternativas a essa proposta, o Projeto de Lei 6820/06 do deputado Xico Graziano (PSDB/SP) sugere que haja regulamentação dos critérios à desapropriação de terras para fins de reforma agrária. Um dos métodos apresentados é a elaboração de um laudo técnico que leva em consideração a classe de capacidade do uso do solo, do clima, do nível de tecnologia e da situação do mercado.
O deputado Leonardo Vilela (PSDB/GO), relator do projeto e responsável por articular a discussão entre os ruralistas, destacou a importância do laudo. “O laudo técnico será fundamental para eliminar distorções que tornam injusto tal processo”, enfatiza Leonardo. Na próxima semana, o relator apresenta parecer favorável, com substitutivo global. Com a aprovação do projeto, o produtor terá garantido parâmetros referenciais de produtividade para os diferentes tipos de produção, afirma o deputado.
Assessoria de Comunicação do deputado Leonardo Vilela (PSDB/GO)
Fones: (61) 3215-5934
quarta-feira, outubro 04, 2006
BELGO BEKAERT LANÇA NA 43ª EXPOFEIRA CAMPANHA QUE VAI SORTEAR UMA PICK-UP F-250 ENTRE OS PRODUTORES RURAIS
A Belgo Bekaert Arames participa da 43º Expofeira do Amapá, de 12 a 25 de outubro, com uma novidade para o produtor rural. No estande em parceria com os clientes Avicap e Maquinorte, a empresa apresenta a promoção “Acelere com a Belgo”, que irá sortear uma Pick-up F-250 XLT 4x4, cabine dupla.
Para concorrer é necessário adquirir um rolo dos arames Motto ou Belgo Z-700 em uma das 500 revendas participantes em todo o país, entre 16 de outubro a 31 de dezembro. O resultado do sorteio será divulgado no dia 13 de janeiro de 2007.
Segundo Alexandre Amorim, assistente técnico regional, a campanha, além de fortalecer a marca Belgo Bekaert, que já é líder de mercado, visa estabelecer um relacionamento positivo com os revendedores e lojistas e propiciar a coleta de dados dos consumidores finais. “Dessa forma, vamos oferecer um melhor atendimento aos clientes”, completa.
O técnico ressalta que a linha agropecuária da Belgo Bekaert, composta por mais de 100 itens, conquistou a liderança no mercado do Pará. Entre os campeões de vendas, está o arame da promoção, Motto, de larga utilização entre os criadores de búfalo, principal atividade da região.
Amorim explica que a alta resistência e durabilidade consagraram o Motto como o arame farpado mais vendido no país. O produto é fabricado com uma camada de zinco três vezes mais pesada que a dos arames comuns, sendo a torção dos fios alternada para permitir maior estiramento da cerca e maior espaçamento entre as estacas.
Além do lançamento da campanha “Acelere com a Belgo”, a Belgo Bekaert destaca na Expofeira o novo arame ovalado Belgo Z-800 Bezinal, especialmente projetado para terrenos sujeitos a alagamento, um dos grandes problemas enfrentados pelo pecuarista da região. “Por ser revestido com uma liga bimetálica, contendo 95% de zinco 5% de alumínio e adições de terras raras (mischmetal), o produto possui elevada resistência à corrosão, mesmo por longos períodos debaixo d’água”, afirma o técnico.
Mais informações sobre a promoção e a localização dos postos de troca estão disponíveis pelo telefone 0800 727 2000.
Quem é a Belgo Bekaert Arames
Líder nacional no mercado de arames, a Belgo Bekaert é resultado da associação entre a Belgo, uma empresa Arcelor Brasil, que integra um dos maiores produtores de aço do mundo; e a Bekaert, da Bélgica, líder mundial em arames e recobrimentos metálicos. Suas unidades industriais estão nos estados de Minas Gerais (Contagem e Sabará), Bahia (Feira de Santana) e São Paulo (Hortolândia e Osasco).
Com capacidade de produção da ordem de 810 mil toneladas anuais de trefilados, a Belgo Bekaert atende a diversos segmentos da economia. Destacam-se entre os seus principais produtos os destinados à agropecuária (arames farpados, ovalados, grampos para cercas e acessórios), arames para construção civil (CA-60, recozido preto e pregos), arames plastificados (para telas de alambrados e piscicultura) e sistemas de cercamento.
Luciana Marcatti – Equipe Regina Perillo Comunicação
(31) 3481-4888 / 9196-1964
Para concorrer é necessário adquirir um rolo dos arames Motto ou Belgo Z-700 em uma das 500 revendas participantes em todo o país, entre 16 de outubro a 31 de dezembro. O resultado do sorteio será divulgado no dia 13 de janeiro de 2007.
Segundo Alexandre Amorim, assistente técnico regional, a campanha, além de fortalecer a marca Belgo Bekaert, que já é líder de mercado, visa estabelecer um relacionamento positivo com os revendedores e lojistas e propiciar a coleta de dados dos consumidores finais. “Dessa forma, vamos oferecer um melhor atendimento aos clientes”, completa.
O técnico ressalta que a linha agropecuária da Belgo Bekaert, composta por mais de 100 itens, conquistou a liderança no mercado do Pará. Entre os campeões de vendas, está o arame da promoção, Motto, de larga utilização entre os criadores de búfalo, principal atividade da região.
Amorim explica que a alta resistência e durabilidade consagraram o Motto como o arame farpado mais vendido no país. O produto é fabricado com uma camada de zinco três vezes mais pesada que a dos arames comuns, sendo a torção dos fios alternada para permitir maior estiramento da cerca e maior espaçamento entre as estacas.
Além do lançamento da campanha “Acelere com a Belgo”, a Belgo Bekaert destaca na Expofeira o novo arame ovalado Belgo Z-800 Bezinal, especialmente projetado para terrenos sujeitos a alagamento, um dos grandes problemas enfrentados pelo pecuarista da região. “Por ser revestido com uma liga bimetálica, contendo 95% de zinco 5% de alumínio e adições de terras raras (mischmetal), o produto possui elevada resistência à corrosão, mesmo por longos períodos debaixo d’água”, afirma o técnico.
Mais informações sobre a promoção e a localização dos postos de troca estão disponíveis pelo telefone 0800 727 2000.
Quem é a Belgo Bekaert Arames
Líder nacional no mercado de arames, a Belgo Bekaert é resultado da associação entre a Belgo, uma empresa Arcelor Brasil, que integra um dos maiores produtores de aço do mundo; e a Bekaert, da Bélgica, líder mundial em arames e recobrimentos metálicos. Suas unidades industriais estão nos estados de Minas Gerais (Contagem e Sabará), Bahia (Feira de Santana) e São Paulo (Hortolândia e Osasco).
Com capacidade de produção da ordem de 810 mil toneladas anuais de trefilados, a Belgo Bekaert atende a diversos segmentos da economia. Destacam-se entre os seus principais produtos os destinados à agropecuária (arames farpados, ovalados, grampos para cercas e acessórios), arames para construção civil (CA-60, recozido preto e pregos), arames plastificados (para telas de alambrados e piscicultura) e sistemas de cercamento.
Luciana Marcatti – Equipe Regina Perillo Comunicação
(31) 3481-4888 / 9196-1964
terça-feira, outubro 03, 2006
Núcleo de Pesquisa em Aqüicultura completa um ano e realiza recadastramento
O Núcleo de Pesquisa em Aqüicultura de Mato Grosso do Sul (Nupaq-MS) completou um ano e agora encontra-se em fase de consolidação. Dentro desta etapa, a Embrapa Agropecuária Oeste, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, coordenadora do Nupaq-MS, está realizando neste mês de outubro um recadastramento das instituições parceiras e inclusão de novas parcerias.
Os resultados das atividades deste primeiro ano de trabalho do Nupaq-MS foram importantes, especialmente, com relação aos projetos de pesquisa, com destaque para a implantação do Laboratório de Piscicultura na Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados-MS. “Nesse laboratório encontram-se em desenvolvimento projetos na área de sanidade aqüícola enfocando diagnóstico laboratorial e qualidade de água”, explica a pesquisadora da Embrapa, Márcia Mayumi Ishikawa, responsável pelo laboratório, onde as ações do núcleo estão sendo centralizadas.
Márcia salienta que através da viabilização de convênios foi possível a aquisição de equipamentos. "Os convênios só foram possíveis graças ao trabalho e à dedicação dos parceiros que estão atualmente cadastrados no Nupaq-MS. Após a conclusão dessas ações, alunos, técnicos e piscicultores do Estado de Mato Grosso do Sul poderão contar com um Laboratório de Piscicultura destinado à pesquisa e ao diagnóstico de patologias de peixes”.
A pesquisadora destaca também que o Nupaq-MS participou de palestras e cursos durante este ano e para agosto de 2007 estará presente no I Congresso Brasileiro de Peixes Nativos de Água Doce Cultivados, em Dourados.
De acordo com a médica-veterinária, foi encaminhado aos parceiros um formulário para recadastramento e a entrega poderá ser feita diretamente no Laboratório de Piscicultura. “O prazo para oficializar o recadastramento ou a nova inclusão será 31 de outubro e o formulário pode ser obtido via e-mail ou diretamente no laboratório,” esclarece.
Dalízia Aguiar - DRT/MS 28/03/14
ACE - Embrapa Agropecuária Oeste - Dourados/MS
Os resultados das atividades deste primeiro ano de trabalho do Nupaq-MS foram importantes, especialmente, com relação aos projetos de pesquisa, com destaque para a implantação do Laboratório de Piscicultura na Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados-MS. “Nesse laboratório encontram-se em desenvolvimento projetos na área de sanidade aqüícola enfocando diagnóstico laboratorial e qualidade de água”, explica a pesquisadora da Embrapa, Márcia Mayumi Ishikawa, responsável pelo laboratório, onde as ações do núcleo estão sendo centralizadas.
Márcia salienta que através da viabilização de convênios foi possível a aquisição de equipamentos. "Os convênios só foram possíveis graças ao trabalho e à dedicação dos parceiros que estão atualmente cadastrados no Nupaq-MS. Após a conclusão dessas ações, alunos, técnicos e piscicultores do Estado de Mato Grosso do Sul poderão contar com um Laboratório de Piscicultura destinado à pesquisa e ao diagnóstico de patologias de peixes”.
A pesquisadora destaca também que o Nupaq-MS participou de palestras e cursos durante este ano e para agosto de 2007 estará presente no I Congresso Brasileiro de Peixes Nativos de Água Doce Cultivados, em Dourados.
De acordo com a médica-veterinária, foi encaminhado aos parceiros um formulário para recadastramento e a entrega poderá ser feita diretamente no Laboratório de Piscicultura. “O prazo para oficializar o recadastramento ou a nova inclusão será 31 de outubro e o formulário pode ser obtido via e-mail ou diretamente no laboratório,” esclarece.
Dalízia Aguiar - DRT/MS 28/03/14
ACE - Embrapa Agropecuária Oeste - Dourados/MS
FMC apresenta peça de teatro “Plantando o 7” em Brasília
Atração faz parte da programação do workshop Atuando com Responsabilidade
A FMC Agricultural Products, uma das maiores empresas de agroquímicos do País, apresenta nesta quinta-feira, 5 de outubro, às 18h, a peça de teatro Plantando o 7, no Hotel Blue Tree Park, em Brasília (DF). A atividade faz parte da programação do workshop Atuando com Responsabilidade que traz entre os temas a serem debatidos, o uso com segurança dos produtos fitossanitários e as novas tecnologias que podem ser aplicadas no campo. Três grandes especialistas da área participam do encontro.
A peça Plantando o 7 faz parte do Programa de Atuação Responsável da FMC Agricultural Products e é considerada um dos maiores eventos educacionais criado exclusivamente para o homem do campo e seus filhos. O objetivo é ensinar a importância dos 7 Hábitos de Atuação Responsável, uma forma inovadora de divulgar e educar o homem do campo sobre as práticas de uso dos defensivos agrícolas.
Aproveitando um conceito muito utilizado dentro das modernas corporações pela área de gestão de pessoas, a FMC criou os 7 hábitos de Atuação Responsável que, de forma simples e direta, sintetiza tudo o que o agricultor deve fazer antes, durante e depois de utilizar produtos químicos.
As apresentações do Plantando o 7 no ano passado atingiram mais de 11 mil crianças e adolescentes da zona rural das cidades de Piracicaba e Ituverava, em São Paulo e, Rio Verde, em Goiás. Segundo Maria de Lourdes Fustaíno, diretora da área de Registro & Product Stewardship da FMC, o Programa de Atuação Responsável tem como objetivo desenvolver e implementar técnicas, visando minimizar riscos durante o processo de uso dos produtos fabricados e/ou distribuídos pela empresa.
Conheça a sinopse da peça:
É um dia como qualquer outro no mundo dos contos de fadas. E como todo dia normal, a Bruxa Malvada tenta envenenar a pobre Branca de Neve. Mas sua tentativa falha, pois a jovem logo percebe que a maçã da Bruxa está cheia de vermes. Em outro canto da floresta, Chapeuzinho Vermelho cantarola enquanto caminha para a casa de sua vovó. A garota é logo abordada pelo Lobo Mau e o canino malvado ordena que ela lhe entregue todas as guloseimas da cesta. Mas para sua infelicidade, Chapeuzinho, preocupada com a saúde da vovó, não traz guloseimas, mas alimentos saudáveis. Mesmo assim, o Lobo rouba a cesta da garota, mas vê que as verduras e legumes estão doentes e bichados.
O pobre Gigante está com problemas de memória, porque, no momento em que perseguia João, o pé de feijão, que estava doente, não agüentou seu peso e ele caiu de ponta-cabeça. Em outro ponto da floresta, a Velha Bruxa continua a alimentar Joãozinho com a esperança de engordá-lo para, finalmente, poder comer o pobre garoto. Mas ele não engorda e reclama do sabor das guloseimas que a Bruxa prepara. Ela fica desesperada ao perceber que o trigo está doente e que a farinha ficou amarga.
Em uma assembléia extraordinária, os vilões percebem que as verduras, frutas, legumes e grãos estão todos doentes e ficam felizes por receber a ajuda do Mestre do Campo, que é um estudioso da terra e, sabe os caminhos para resolver os problemas ligados à agricultura. Os vilões acreditam ter encontrado a solução, só que o Mestre quer primeiro introduzir os princípios dos 7 Hábitos da atuação responsável. Ele ensina os vilões como adquirir os produtos necessários via o receituário agronômico, como armazenar os defensivos agrícolas, o uso correto de EPI (Equipamentos de Proteção Individual), a preparação da calda, a aplicação do produto, o transporte adequado, e como lidar com as sobras de embalagens.
Logo, os vilões conseguem melhorar os resultados de suas lavouras e, assim, os contos clássicos podem seguir seu caminho natural, tendo o final já conhecido e esperado por todos: ‘E viveram felizes para sempre’. Os Personagens do Espetáculo são: a Bruxa Malvada, a Branca de Neve, a Chapeuzinho Vermelho, o Lobo Mau, o Gigante, a Bruxa Velha, o Joãozinho e o Mestre de Campo. O espetáculo tem 40 minutos de duração.
Sobre a FMC Agricultural Products
A FMC Química - uma das maiores corporações dos Estados Unidos – produz e comercializa no Brasil, por meio de sua divisão FMC Agricultural Products, herbicidas e inseticidas para culturas diversas, como arroz irrigado e de terras altas (sequeiro), algodão, cana-de-açúcar, milho e soja, entre outras. A empresa tem fábrica em Uberaba (MG), foi fundada em 1979 e é hoje uma das mais competitivas do setor.
Atualmente, a FMC Agricultural Products possui escritórios em Campinas (SP) e cinco centros de distribuição estrategicamente localizados em Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Ribeirão Preto (SP), Cachoeirinha (RS) e Londrina (PR), importantes pólos de produção agrícola do Brasil. A empresa possui cerca de 350 colaboradores (efetivos, terceirizados e temporários), dos quais a maior parte atua diretamente no campo, nas principais regiões agrícolas do país, em contato direto e estreito com os agricultores e distribuidores.
Com faturamento anual de US$ 140 milhões, a FMC é focada em nichos de mercado nos quais a liderança é conquistada por meio de investimentos em pesquisa, orientação ao cliente, novas tecnologias, segurança e, principalmente, em pessoas motivadas e predispostas em se inovar e se superar.
Workshop Atuando com Responsabilidade
05 de outubro, quinta-feira
Local: Hotel Blue Tree Park
SHTN, Trecho 01, Lote 1B – Bloco C
Brasília – DF
14h – Abertura
14h30 – O papel da universidade como difusora do uso correto e seguro de produtos fitossanitários e os programas em parceria com a FMC – Profª Regina Eli
15h30 – Segurança e Tecnologia na utilização de EPI - Dr. Hamilton Humberto Ramos
16h30 – Novas Tecnologias em tratamento de sementes e prestação de serviços no campo – Luís Corrêa
17h – Programa Atuando com Responsabilidade e Projetos Ambientais – Retrospectiva 2003, 2004 e 2005 – Maria de Lourdes Fustaíno
18h – Peça Teatral com o grupo Sia Santa
Alfapress Comunicações
Layza Portes (19) 9606-1514
Cid Luís de Oliveira Pinto (19) 9183 3545
Central de Atendimento aos Jornalistas
Marcela Alessandri
Fone: (19) 2136.3505
Pabx: (19) 2136.3500
A FMC Agricultural Products, uma das maiores empresas de agroquímicos do País, apresenta nesta quinta-feira, 5 de outubro, às 18h, a peça de teatro Plantando o 7, no Hotel Blue Tree Park, em Brasília (DF). A atividade faz parte da programação do workshop Atuando com Responsabilidade que traz entre os temas a serem debatidos, o uso com segurança dos produtos fitossanitários e as novas tecnologias que podem ser aplicadas no campo. Três grandes especialistas da área participam do encontro.
A peça Plantando o 7 faz parte do Programa de Atuação Responsável da FMC Agricultural Products e é considerada um dos maiores eventos educacionais criado exclusivamente para o homem do campo e seus filhos. O objetivo é ensinar a importância dos 7 Hábitos de Atuação Responsável, uma forma inovadora de divulgar e educar o homem do campo sobre as práticas de uso dos defensivos agrícolas.
Aproveitando um conceito muito utilizado dentro das modernas corporações pela área de gestão de pessoas, a FMC criou os 7 hábitos de Atuação Responsável que, de forma simples e direta, sintetiza tudo o que o agricultor deve fazer antes, durante e depois de utilizar produtos químicos.
As apresentações do Plantando o 7 no ano passado atingiram mais de 11 mil crianças e adolescentes da zona rural das cidades de Piracicaba e Ituverava, em São Paulo e, Rio Verde, em Goiás. Segundo Maria de Lourdes Fustaíno, diretora da área de Registro & Product Stewardship da FMC, o Programa de Atuação Responsável tem como objetivo desenvolver e implementar técnicas, visando minimizar riscos durante o processo de uso dos produtos fabricados e/ou distribuídos pela empresa.
Conheça a sinopse da peça:
É um dia como qualquer outro no mundo dos contos de fadas. E como todo dia normal, a Bruxa Malvada tenta envenenar a pobre Branca de Neve. Mas sua tentativa falha, pois a jovem logo percebe que a maçã da Bruxa está cheia de vermes. Em outro canto da floresta, Chapeuzinho Vermelho cantarola enquanto caminha para a casa de sua vovó. A garota é logo abordada pelo Lobo Mau e o canino malvado ordena que ela lhe entregue todas as guloseimas da cesta. Mas para sua infelicidade, Chapeuzinho, preocupada com a saúde da vovó, não traz guloseimas, mas alimentos saudáveis. Mesmo assim, o Lobo rouba a cesta da garota, mas vê que as verduras e legumes estão doentes e bichados.
O pobre Gigante está com problemas de memória, porque, no momento em que perseguia João, o pé de feijão, que estava doente, não agüentou seu peso e ele caiu de ponta-cabeça. Em outro ponto da floresta, a Velha Bruxa continua a alimentar Joãozinho com a esperança de engordá-lo para, finalmente, poder comer o pobre garoto. Mas ele não engorda e reclama do sabor das guloseimas que a Bruxa prepara. Ela fica desesperada ao perceber que o trigo está doente e que a farinha ficou amarga.
Em uma assembléia extraordinária, os vilões percebem que as verduras, frutas, legumes e grãos estão todos doentes e ficam felizes por receber a ajuda do Mestre do Campo, que é um estudioso da terra e, sabe os caminhos para resolver os problemas ligados à agricultura. Os vilões acreditam ter encontrado a solução, só que o Mestre quer primeiro introduzir os princípios dos 7 Hábitos da atuação responsável. Ele ensina os vilões como adquirir os produtos necessários via o receituário agronômico, como armazenar os defensivos agrícolas, o uso correto de EPI (Equipamentos de Proteção Individual), a preparação da calda, a aplicação do produto, o transporte adequado, e como lidar com as sobras de embalagens.
Logo, os vilões conseguem melhorar os resultados de suas lavouras e, assim, os contos clássicos podem seguir seu caminho natural, tendo o final já conhecido e esperado por todos: ‘E viveram felizes para sempre’. Os Personagens do Espetáculo são: a Bruxa Malvada, a Branca de Neve, a Chapeuzinho Vermelho, o Lobo Mau, o Gigante, a Bruxa Velha, o Joãozinho e o Mestre de Campo. O espetáculo tem 40 minutos de duração.
Sobre a FMC Agricultural Products
A FMC Química - uma das maiores corporações dos Estados Unidos – produz e comercializa no Brasil, por meio de sua divisão FMC Agricultural Products, herbicidas e inseticidas para culturas diversas, como arroz irrigado e de terras altas (sequeiro), algodão, cana-de-açúcar, milho e soja, entre outras. A empresa tem fábrica em Uberaba (MG), foi fundada em 1979 e é hoje uma das mais competitivas do setor.
Atualmente, a FMC Agricultural Products possui escritórios em Campinas (SP) e cinco centros de distribuição estrategicamente localizados em Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Ribeirão Preto (SP), Cachoeirinha (RS) e Londrina (PR), importantes pólos de produção agrícola do Brasil. A empresa possui cerca de 350 colaboradores (efetivos, terceirizados e temporários), dos quais a maior parte atua diretamente no campo, nas principais regiões agrícolas do país, em contato direto e estreito com os agricultores e distribuidores.
Com faturamento anual de US$ 140 milhões, a FMC é focada em nichos de mercado nos quais a liderança é conquistada por meio de investimentos em pesquisa, orientação ao cliente, novas tecnologias, segurança e, principalmente, em pessoas motivadas e predispostas em se inovar e se superar.
Workshop Atuando com Responsabilidade
05 de outubro, quinta-feira
Local: Hotel Blue Tree Park
SHTN, Trecho 01, Lote 1B – Bloco C
Brasília – DF
14h – Abertura
14h30 – O papel da universidade como difusora do uso correto e seguro de produtos fitossanitários e os programas em parceria com a FMC – Profª Regina Eli
15h30 – Segurança e Tecnologia na utilização de EPI - Dr. Hamilton Humberto Ramos
16h30 – Novas Tecnologias em tratamento de sementes e prestação de serviços no campo – Luís Corrêa
17h – Programa Atuando com Responsabilidade e Projetos Ambientais – Retrospectiva 2003, 2004 e 2005 – Maria de Lourdes Fustaíno
18h – Peça Teatral com o grupo Sia Santa
Alfapress Comunicações
Layza Portes (19) 9606-1514
Cid Luís de Oliveira Pinto (19) 9183 3545
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Fone: (19) 2136.3505
Pabx: (19) 2136.3500
Segurança no campo é tema de workshop
Uso responsável de Produtos fitossanitários e novas tecnologias na agricultura serão debatidos por especialistas da área
O uso com segurança dos produtos fitossanitários e as novas tecnologias que podem ser aplicadas no campo são alguns dos assuntos em discussão no workshop “Atuando com Responsabilidade” que a FMC Agricultural Products promove na próxima quinta-feira, 5 de outubro, a partir das 14h, no Hotel Blue Tree Park, em Brasília (DF).
Para debater esses e outros temas relacionados à utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), a prestação de serviços no campo e o papel da universidade frente à formação dos profissionais, três renomados especialistas da área participam da discussão, entre eles, Regina Eli, mestre e professora da Fundação Educacional de Ituverava; Hamilton Humberto Ramos, pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas (IAC); e Luiz Corrêa, engenheiro agrônomo e membro do Comitê de Atuação Responsável da FMC.
A atividade conta ainda com a participação da diretora da FMC e coordenadora do programa Atuando com Responsabilidade, Maria de Lourdes Fustaíno, que apresentará um balanço do programa nas últimas edições.
Desenvolvido pela FMC Agricultural Products desde 2003, o programa Atuando com Responsabilidade surgiu como resultado da preocupação da FMC em relação ao uso dos produtos fitossanitários no campo e seu impacto ao meio ambiente e à saúde humana.
Campanha premiada
Pelo terceiro ano consecutivo, a FMC Agricultural Products foi destaque durante a realização do IX Prêmio Mérito Fitossanitário, promovido pela Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal). A empresa ganhou o primeiro e segundo lugares no segmento Indústria, nas categorias “Projetos de Educação & Treinamento” e “Profissionais”, respectivamente.
A campanha 2005 do programa Atuando com Responsabilidade da FMC teve como principal objetivo a sedimentação das ações que foram implementadas desde a sua criação, reforçando a sua proposta de adequação da linguagem aos públicos-alvos para os quais está sendo levada a mensagem dos 7 Hábitos da Atuação Responsável, com o objetivo de alcançar um número cada vez maior de famílias rurais.
Com base nisso, surgiu o projeto de Educação e Treinamento 2005 denominado “7 Formas de Atuação Responsável”, que recebeu o primeiro lugar do Prêmio Andef. Foram desenvolvidos sete programas diferentes para se falar com a família rural através de públicos distintos, conscientizando-os sobre os sete hábitos do uso correto e seguro dos produtos fitossanitários. Esses públicos foram: crianças, universitários, profissionais e, trazendo como novidade para a campanha 2005, os distribuidores e as mulheres, resultando nos programas e ações Plantando o 7 Mambembe, Plantando Los 7 (voltado para os produtores rurais do Peru, Colômbia e Equador), Inovando para o Futuro (com foco nas mulheres dos agricultores), Reflexo para a Vida (universitários), Distribuidor Responsável (envolvendo toda a cadeia de distribuição dos produtos dentro do processo de atuação responsável), Educando para a Vida (direcionado para técnicos de escola agrícolas) e Falando a mesma Língua (público interno).
O projeto “7 Formas de Atuação Responsável” tem como base uma metodologia simples, que se baseia na força do teatro como recurso pedagógico e na adequação da comunicação a cada público, tornando possível atingir um número de 50.872 pessoas com os treinamentos sobre UC&S. A FMC também buscou fazer da divulgação um dos alicerces para dar amplitude a sua proposta, envolvendo as comunidades e públicos de interesse por meio da mídia, levando a mensagem para 20 milhões de pessoas.
Sobre a FMC Agricultural Products
A FMC Química produz e comercializa no Brasil, por meio de sua divisão FMC Agricultural Products, herbicidas e inseticidas para culturas diversas, como algodão, cana-de-açúcar, fumo, arroz irrigado e de terras altas (sequeiro), milho e soja, entre outras. A empresa tem fábrica em Uberaba (MG), foi fundada em 1979 e é hoje uma das mais competitivas do setor.
Atualmente, a FMC Agricultural Products possui escritórios em Campinas (SP) e Cuiabá (MT), e seis centros de distribuição estrategicamente localizados em Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Ribeirão Preto Igarapava (SP), Luís Eduardo Magalhães (BA), Cachoeirinha (RS) e Londrina (PR), importantes pólos de produção agrícola do Brasil. A empresa possui cerca de 350 colaboradores (efetivos, terceirizados e temporários), dos quais a maior parte atua diretamente no campo, nas principais regiões agrícolas do país, em contato direto e estreito com os agricultores e distribuidores.
Com faturamento anual de US$ 220 milhões (2005), a FMC é focada em nichos de mercado nos quais a liderança é conquistada por meio de investimentos em pesquisa, orientação ao cliente, novas tecnologias, segurança e, principalmente, em pessoas motivadas e predispostas em se inovar e se superar. Um dos resultados desta política de gestão é que a empresa foi, pela quinta vez, escolhida pelas Revistas Exame/Você SA como uma das “Melhores Empresas para se Trabalhar”.
Programação
Workshop Atuando com Responsabilidade
05 de outubro, quinta-feira
Local: Hotel Blue Tree Park
SHTN, Trecho 01, Lote 1B – Bloco C
Brasília – DF
14h – Abertura
14h30 – O papel da universidade como difusora do uso correto e seguro de produtos fitossanitários e os programas em parceria com a FMC – Regina Eli
15h30 – Segurança e Tecnologia na utilização de EPI - Dr. Hamilton Humberto Ramos
16h30 – Novas Tecnologias em tratamento de sementes e prestação de serviços no campo – Luís Corrêa
17h – Programa Atuando com Responsabilidade e Projetos Ambientais – Retrospectiva 2003, 2004 e 2005 – Maria de Lourdes Fustaíno
18h – Peça Teatral com o grupo Sia Santa
Alfapress Comunicações
Layza Portes (19) 9606.1514
Kátia Almeida (19) 9183.3167
Central de Atendimento aos Jornalistas
Marcela Alessandri
Fone: (19) 2136.3505
Pabx: (19) 2136.3500
O uso com segurança dos produtos fitossanitários e as novas tecnologias que podem ser aplicadas no campo são alguns dos assuntos em discussão no workshop “Atuando com Responsabilidade” que a FMC Agricultural Products promove na próxima quinta-feira, 5 de outubro, a partir das 14h, no Hotel Blue Tree Park, em Brasília (DF).
Para debater esses e outros temas relacionados à utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s), a prestação de serviços no campo e o papel da universidade frente à formação dos profissionais, três renomados especialistas da área participam da discussão, entre eles, Regina Eli, mestre e professora da Fundação Educacional de Ituverava; Hamilton Humberto Ramos, pesquisador do Instituto Agronômico de Campinas (IAC); e Luiz Corrêa, engenheiro agrônomo e membro do Comitê de Atuação Responsável da FMC.
A atividade conta ainda com a participação da diretora da FMC e coordenadora do programa Atuando com Responsabilidade, Maria de Lourdes Fustaíno, que apresentará um balanço do programa nas últimas edições.
Desenvolvido pela FMC Agricultural Products desde 2003, o programa Atuando com Responsabilidade surgiu como resultado da preocupação da FMC em relação ao uso dos produtos fitossanitários no campo e seu impacto ao meio ambiente e à saúde humana.
Campanha premiada
Pelo terceiro ano consecutivo, a FMC Agricultural Products foi destaque durante a realização do IX Prêmio Mérito Fitossanitário, promovido pela Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal). A empresa ganhou o primeiro e segundo lugares no segmento Indústria, nas categorias “Projetos de Educação & Treinamento” e “Profissionais”, respectivamente.
A campanha 2005 do programa Atuando com Responsabilidade da FMC teve como principal objetivo a sedimentação das ações que foram implementadas desde a sua criação, reforçando a sua proposta de adequação da linguagem aos públicos-alvos para os quais está sendo levada a mensagem dos 7 Hábitos da Atuação Responsável, com o objetivo de alcançar um número cada vez maior de famílias rurais.
Com base nisso, surgiu o projeto de Educação e Treinamento 2005 denominado “7 Formas de Atuação Responsável”, que recebeu o primeiro lugar do Prêmio Andef. Foram desenvolvidos sete programas diferentes para se falar com a família rural através de públicos distintos, conscientizando-os sobre os sete hábitos do uso correto e seguro dos produtos fitossanitários. Esses públicos foram: crianças, universitários, profissionais e, trazendo como novidade para a campanha 2005, os distribuidores e as mulheres, resultando nos programas e ações Plantando o 7 Mambembe, Plantando Los 7 (voltado para os produtores rurais do Peru, Colômbia e Equador), Inovando para o Futuro (com foco nas mulheres dos agricultores), Reflexo para a Vida (universitários), Distribuidor Responsável (envolvendo toda a cadeia de distribuição dos produtos dentro do processo de atuação responsável), Educando para a Vida (direcionado para técnicos de escola agrícolas) e Falando a mesma Língua (público interno).
O projeto “7 Formas de Atuação Responsável” tem como base uma metodologia simples, que se baseia na força do teatro como recurso pedagógico e na adequação da comunicação a cada público, tornando possível atingir um número de 50.872 pessoas com os treinamentos sobre UC&S. A FMC também buscou fazer da divulgação um dos alicerces para dar amplitude a sua proposta, envolvendo as comunidades e públicos de interesse por meio da mídia, levando a mensagem para 20 milhões de pessoas.
Sobre a FMC Agricultural Products
A FMC Química produz e comercializa no Brasil, por meio de sua divisão FMC Agricultural Products, herbicidas e inseticidas para culturas diversas, como algodão, cana-de-açúcar, fumo, arroz irrigado e de terras altas (sequeiro), milho e soja, entre outras. A empresa tem fábrica em Uberaba (MG), foi fundada em 1979 e é hoje uma das mais competitivas do setor.
Atualmente, a FMC Agricultural Products possui escritórios em Campinas (SP) e Cuiabá (MT), e seis centros de distribuição estrategicamente localizados em Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Ribeirão Preto Igarapava (SP), Luís Eduardo Magalhães (BA), Cachoeirinha (RS) e Londrina (PR), importantes pólos de produção agrícola do Brasil. A empresa possui cerca de 350 colaboradores (efetivos, terceirizados e temporários), dos quais a maior parte atua diretamente no campo, nas principais regiões agrícolas do país, em contato direto e estreito com os agricultores e distribuidores.
Com faturamento anual de US$ 220 milhões (2005), a FMC é focada em nichos de mercado nos quais a liderança é conquistada por meio de investimentos em pesquisa, orientação ao cliente, novas tecnologias, segurança e, principalmente, em pessoas motivadas e predispostas em se inovar e se superar. Um dos resultados desta política de gestão é que a empresa foi, pela quinta vez, escolhida pelas Revistas Exame/Você SA como uma das “Melhores Empresas para se Trabalhar”.
Programação
Workshop Atuando com Responsabilidade
05 de outubro, quinta-feira
Local: Hotel Blue Tree Park
SHTN, Trecho 01, Lote 1B – Bloco C
Brasília – DF
14h – Abertura
14h30 – O papel da universidade como difusora do uso correto e seguro de produtos fitossanitários e os programas em parceria com a FMC – Regina Eli
15h30 – Segurança e Tecnologia na utilização de EPI - Dr. Hamilton Humberto Ramos
16h30 – Novas Tecnologias em tratamento de sementes e prestação de serviços no campo – Luís Corrêa
17h – Programa Atuando com Responsabilidade e Projetos Ambientais – Retrospectiva 2003, 2004 e 2005 – Maria de Lourdes Fustaíno
18h – Peça Teatral com o grupo Sia Santa
Alfapress Comunicações
Layza Portes (19) 9606.1514
Kátia Almeida (19) 9183.3167
Central de Atendimento aos Jornalistas
Marcela Alessandri
Fone: (19) 2136.3505
Pabx: (19) 2136.3500
quarta-feira, setembro 27, 2006
Curso sobre conversão agroecológica acontece amanhã na Embrapa
Nos dias 27, 28 e 29 de setembro, a Associação dos Produtores Orgânicos de Mato Grosso do Sul (APOMS) promove um curso de conversão de sistemas produtivos convencionais para agroecológicos, na Embrapa Agropecuária Oeste, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, realizadora do evento, juntamente com o Idaterra e a Uniderp.
O principal público-alvo do encontro são os profissionais que atuam com a questão agroecológica junto aos agricultores da região. Neste primeiro módulo, o instrutor será o coordenador do Departamento de Agroecologia da ESALQ/USP, Carlos Armênio Khatounian.
Muitos aspectos estão envolvidos na conversão de sistemas convencionais para agroecológicos de produção, em especial os econômicos e técnicos, esses últimos incluem o reequilíbrio das populações de pragas e doenças e condições do solo.
Para Khatounian o período de conversão deve ser entendido como um tempo necessário para a reorganização, sedimentação e maturação dos novos conhecimentos, aliado a uma ativa reordenação dos agricultores e do meio ambiente.
Carlos Armênio é doutor em Agricultura Sustentável pela Universidade Estadual de Ciência e Tecnologia de Iowa (EUA) e atualmente é pesquisador associado do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), com ampla experiência em agricultura familiar.
Maiores informações: (67) 3425-5122, ramal 131 (Embrapa Agropecuária Oeste - BR 163, km 253,6 – trecho Dourados/Caarapó).
O principal público-alvo do encontro são os profissionais que atuam com a questão agroecológica junto aos agricultores da região. Neste primeiro módulo, o instrutor será o coordenador do Departamento de Agroecologia da ESALQ/USP, Carlos Armênio Khatounian.
Muitos aspectos estão envolvidos na conversão de sistemas convencionais para agroecológicos de produção, em especial os econômicos e técnicos, esses últimos incluem o reequilíbrio das populações de pragas e doenças e condições do solo.
Para Khatounian o período de conversão deve ser entendido como um tempo necessário para a reorganização, sedimentação e maturação dos novos conhecimentos, aliado a uma ativa reordenação dos agricultores e do meio ambiente.
Carlos Armênio é doutor em Agricultura Sustentável pela Universidade Estadual de Ciência e Tecnologia de Iowa (EUA) e atualmente é pesquisador associado do Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR), com ampla experiência em agricultura familiar.
Maiores informações: (67) 3425-5122, ramal 131 (Embrapa Agropecuária Oeste - BR 163, km 253,6 – trecho Dourados/Caarapó).
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