O decreto que obriga a rotulagem de alimentos que contenham ingredientes transgênicos começou a valer nesta quarta-feira (31) em todo o Brasil. Mas o trabalho de fiscalização não deve ter início imediato. Órgãos de defesa do consumidor, Ministério da Agricultura e Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária ainda acertam detalhes, entre si e com os governos estaduais.
No Paraná, por exemplo, até esta terça-feira (30) o Procon não tinha recebido do Ministério da Justiça a relação de produtos com organismos geneticamente modificados, e que devem ter esse aviso alertando o consumidor. Apenas com essa relação é possível aos fiscais saber quem está descumprindo a legislação.
"A lista só deverá chegar aqui nesta quarta-feira", afirmou o coordenador do órgão, Algaci Túlio. Técnicos do Procon, da Seab - Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento e da Vigilância Sanitária se reúnem nesta quarta-feira em Curitiba para definir como vai ser a fiscalização no Paraná.
De acordo com o decreto, a fiscalização nas propriedades rurais será feita por funcionários do Ministério da Agricultura. Nas indústrias, pela Anvisa. E no comércio, pelos Procons estaduais. Algaci Túlio, entretanto, diz que no Paraná o objetivo é montar uma equipe com representantes de todos os setores.
Já a delegacia regional do Ministério da Agricultura no Paraná ainda aguarda as instruções de Brasília, para iniciar a fiscalização. O Ministério da Agricultura, por sua vez, informa que aguarda uma definição da Casa Civil da presidência da República, que deve publicar somente nesta quarta-feira as diretrizes para fiscalização.
De acordo com a Anvisa, a fiscalização nas indústrias será feita pelas vigilâncias estaduais e municipais em todo o país, a partir da cadeia produtiva, com base nos relatórios do Ministério da Agricultura em relação às matérias-primas dos produtos industrializados. Por isso, a Anvisa também aguarda uma posição do Ministério da Agricultura para iniciar a fiscalização.
Decreto
O decreto federal que obriga a rotulagem de produtos que contenham transgênicos é de 24 de abril de 2003. A regulamentação, que deveria ter saído em fevereiro, tinha sido adiada e só ocorreu anteontem. A regra vale para alimentos destinados ao consumo humano ou animal, e o descumprimento pode implicar multa de até R$ 3 milhões ou apreensão do produto.
Para produtos contendo acima de 1% de transgênicos, será obrigatória a impressão nos rótulos de um "T" estampado em um triângulo. Alimentos à base de soja transgênica relativa à safra colhida em 2003 estão livres dessa exigência. Para a safra colhida neste ano, o símbolo será obrigatório.
Fonte: Gazeta do Povo
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quarta-feira, março 31, 2004
Planta da Amazônia substitui fibra de vidro
Pesquisa da Unicamp - Universidade Estadual de Campinas permitirá o uso da fibra de curauá, planta da Amazônia, como substituta da fibra de vidro em compósitos poliméricos usados em peças industriais. A técnica apresenta vantagens sobre o modelo convencional por ser dez vezes mais barata, biodegradável e menos abrasiva aos equipamentos de processamento. O material vegetal possibilita, ainda, produção de plásticos reforçados por meio do método de injeção, que geram peças mais complexas e com detalhes, como pontas e cavidades.
O coordenador da pesquisa e professor do Instituto de Química da Unicamp Marco-Aurelio De Paoli lembra que a fibra de curauá é empregada atualmente em tecelagem e reforço de plásticos. No entanto, é moldada por termoformagem, processo que não permite obter peças mais elaboradas. A tecnologia desenvolvida na Unicamp possibilita que a fibra vegetal reforce os compósitos poliméricos também pelo método de injeção. As peças complexas injetadas podem ser utilizadas nas indústrias automobilística e de eletroeletrônicos.
O pesquisador informa que a tecnologia está patenteada e pronta para ser transferida para a indústria. A fibra de curauá, planta pertencente à família das bromeliáceas (a mesma do abacaxi), é obtida a partir de fonte renovável, cultivada de forma intensiva no Pará. "A tecnologia, se empregada em larga escala industrial, agregará valor a um produto agrícola importante para a economia de comunidades amazônicas", ressalta.
Em automóveis, as peças feitas de plástico reforçado com curauá são mais leves do que as de fibra de vidro. "Pode reduzir o consumo de combustível", destaca De Paoli. Em relação ao setor de eletroeletrônicos, o produto com fibra de curauá pode ser empregado na fabricação de componentes internos de vários aparelhos.
Fonte: Agência Imprensa Oficial
O coordenador da pesquisa e professor do Instituto de Química da Unicamp Marco-Aurelio De Paoli lembra que a fibra de curauá é empregada atualmente em tecelagem e reforço de plásticos. No entanto, é moldada por termoformagem, processo que não permite obter peças mais elaboradas. A tecnologia desenvolvida na Unicamp possibilita que a fibra vegetal reforce os compósitos poliméricos também pelo método de injeção. As peças complexas injetadas podem ser utilizadas nas indústrias automobilística e de eletroeletrônicos.
O pesquisador informa que a tecnologia está patenteada e pronta para ser transferida para a indústria. A fibra de curauá, planta pertencente à família das bromeliáceas (a mesma do abacaxi), é obtida a partir de fonte renovável, cultivada de forma intensiva no Pará. "A tecnologia, se empregada em larga escala industrial, agregará valor a um produto agrícola importante para a economia de comunidades amazônicas", ressalta.
Em automóveis, as peças feitas de plástico reforçado com curauá são mais leves do que as de fibra de vidro. "Pode reduzir o consumo de combustível", destaca De Paoli. Em relação ao setor de eletroeletrônicos, o produto com fibra de curauá pode ser empregado na fabricação de componentes internos de vários aparelhos.
Fonte: Agência Imprensa Oficial
Regras que obrigam a rotulagem de produtos que contenham transgênicos começam a valer a partir desta quarta
As regras que obrigam a rotulagem de produtos que contenham transgênicos começam a valer a partir desta quarta (31/03) em todo o país. O governo decidiu não adiar mais o prazo de entrada em vigor do decreto que determina a rotulagem dos transgênicos, apesar da resistência do Ministério da Agricultura, que alegava não ter condições de fiscalizar se os produtores de soja estão ou não cumprindo as normas. O ministro Roberto Rodrigues informou que a regulamentação do decreto, que até ontem ainda estava sendo discutida na Casa Civil da Presidência da República, dará mais flexibilidade para a fiscalização e, com isso, será possível assumir a nova tarefa no âmbito da Agricultura.
"O recado do governo é muito claro, a lei deve ser cumprida. A partir de quarta-feira, as ações deverão ser implementadas no que diz respeito à fiscalização. Se precisar ir até as fazendas, nós iremos", afirmou Rodrigues. A regulamentação do decreto seria finalizada ontem no Planalto, mas o ministro não quis adiantar quais as mudanças que seriam feitas para facilitar a atuação dos fiscais no controle das regras de rotulagem.
"Havia uma preocupação da nossa área técnica de que, mantidos os termos do regulamento, nós não conseguíssemos fazer tudo. Hoje (ontem) os meus secretários afirmaram que vamos conseguir fazer a fiscalização", explicou.
As regras de rotulagem obrigam a identificação de todos os produtos transgênicos destinados ao consumo humano ou animal, ou de produtos que contenham mais de 1% de presença de transgênicos. A fiscalização nas propriedades rurais será feita pelos fiscais da Agricultura. Nas indústrias de alimentos e rações, o papel deverá ser da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. No comércio, os Procons estaduais fecharam acordo com o Ministério da Justiça para fazer a fiscalização.
Todos esses produtos deverão apresentar na embalagem o triângulo amarelo com a letra "T", símbolo que identifica que o produto é transgênico ou foi produzido a partir de ingredientes geneticamente modificados. As embalagens também deverão informar ao consumidor que tipo de transgênico foi usado naquele produto.
Fonte: Valor Econômico
"O recado do governo é muito claro, a lei deve ser cumprida. A partir de quarta-feira, as ações deverão ser implementadas no que diz respeito à fiscalização. Se precisar ir até as fazendas, nós iremos", afirmou Rodrigues. A regulamentação do decreto seria finalizada ontem no Planalto, mas o ministro não quis adiantar quais as mudanças que seriam feitas para facilitar a atuação dos fiscais no controle das regras de rotulagem.
"Havia uma preocupação da nossa área técnica de que, mantidos os termos do regulamento, nós não conseguíssemos fazer tudo. Hoje (ontem) os meus secretários afirmaram que vamos conseguir fazer a fiscalização", explicou.
As regras de rotulagem obrigam a identificação de todos os produtos transgênicos destinados ao consumo humano ou animal, ou de produtos que contenham mais de 1% de presença de transgênicos. A fiscalização nas propriedades rurais será feita pelos fiscais da Agricultura. Nas indústrias de alimentos e rações, o papel deverá ser da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. No comércio, os Procons estaduais fecharam acordo com o Ministério da Justiça para fazer a fiscalização.
Todos esses produtos deverão apresentar na embalagem o triângulo amarelo com a letra "T", símbolo que identifica que o produto é transgênico ou foi produzido a partir de ingredientes geneticamente modificados. As embalagens também deverão informar ao consumidor que tipo de transgênico foi usado naquele produto.
Fonte: Valor Econômico
Agrimkt promove "I Encontro de Notáveis do Agronegócio"
Participantes foram convocados a serem membros do "Conselho de Notáveis do Agrimkt", que funcionará como um fórum permanente de discussões sobre marketing e comunicação no agronegócio.
O "I Encontro de Notáveis do Agrimkt", que ocorreu no último dia 29 de março, em São Paulo/SP, teve como principal objetivo debater assuntos ligados ao marketing do agronegócio brasileiro. José Luís Tejon Megido, Presidente da ABMRagronegócios - Associação Brasileira de Marketing Rural -, iniciou o evento abordando o tema "Tendências da Comunicação e Marketing no Agronegócio".
Segundo o Presidente da ABMRagronegócios, este tipo de iniciativa é muito positiva para o agronegócio, pois através da troca de experiência, cases e do apoio da ABMR nas questões que envolvem o marketing rural, os empresários terão a oportunidade de conhecer novas ferramentas e saber como direcionar as verbas destinadas a sua comunicação. "O primeiro passo que as empresas devem adotar, antes de iniciar qualquer investimento em marketing, é realizar uma pesquisa de mercado, pois sem esta ferramenta o empresário corre o risco de não aplicar corretamente suas verbas. Através destes encontros, os produtores rurais tomam conhecimento sobre a situação atual do mercado e consegue observar o agronegócio em vários aspectos e níveis produtivos", comentou Tejon.
Durante o evento, os presentes debateram sobre as estratégias adotadas em algumas empresas, como o marketing cooperado, direcionamento dos investimentos em segmentação e relacionamento, a criação de associações para os pequenos investidores como soluções de marketing, a força na construção da marca e a importância da mídia segmentada como veículo integrado com o mercado, seminários e empresas.
Este primeiro encontro serviu ainda para o lançamento do Sistema de Comunicação Agrimkt, que engloba um o programa de televisão exibido pelo Canal Rural e se expandirá para novas mídias, como jornal Impresso, pelo Jornal AgriMídia, além de um programa de rádio, o lançamento de um livro e de uma consultoria especializada.
XCLUSIVE PRESS
Coordenação : Gualberto Vita
Atendimento: Bianca Proença / Iara Soriano
Tel.: (15) 9711-7966 / (15) 262-4142
Jornalista Responsável: O.P.Gessulli (Mtb 32.517)
O "I Encontro de Notáveis do Agrimkt", que ocorreu no último dia 29 de março, em São Paulo/SP, teve como principal objetivo debater assuntos ligados ao marketing do agronegócio brasileiro. José Luís Tejon Megido, Presidente da ABMRagronegócios - Associação Brasileira de Marketing Rural -, iniciou o evento abordando o tema "Tendências da Comunicação e Marketing no Agronegócio".
Segundo o Presidente da ABMRagronegócios, este tipo de iniciativa é muito positiva para o agronegócio, pois através da troca de experiência, cases e do apoio da ABMR nas questões que envolvem o marketing rural, os empresários terão a oportunidade de conhecer novas ferramentas e saber como direcionar as verbas destinadas a sua comunicação. "O primeiro passo que as empresas devem adotar, antes de iniciar qualquer investimento em marketing, é realizar uma pesquisa de mercado, pois sem esta ferramenta o empresário corre o risco de não aplicar corretamente suas verbas. Através destes encontros, os produtores rurais tomam conhecimento sobre a situação atual do mercado e consegue observar o agronegócio em vários aspectos e níveis produtivos", comentou Tejon.
Durante o evento, os presentes debateram sobre as estratégias adotadas em algumas empresas, como o marketing cooperado, direcionamento dos investimentos em segmentação e relacionamento, a criação de associações para os pequenos investidores como soluções de marketing, a força na construção da marca e a importância da mídia segmentada como veículo integrado com o mercado, seminários e empresas.
Este primeiro encontro serviu ainda para o lançamento do Sistema de Comunicação Agrimkt, que engloba um o programa de televisão exibido pelo Canal Rural e se expandirá para novas mídias, como jornal Impresso, pelo Jornal AgriMídia, além de um programa de rádio, o lançamento de um livro e de uma consultoria especializada.
XCLUSIVE PRESS
Coordenação : Gualberto Vita
Atendimento: Bianca Proença / Iara Soriano
Tel.: (15) 9711-7966 / (15) 262-4142
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EUCATEX MOSTRA SEUS SUBSTRATOS NA GARDEN FAIR
Indicados para paisagismo e jardinagem, produtos garantem mais saúde e beleza para plantas, flores e gramados
A Eucatex Agro, líder do segmento de substratos com 45% do mercado, participa da Garden Fair, que acontece de 01 a 03 de abril no município de Holambra, São Paulo. Conhecidos por características como estabilidade e isenção de microorganismos, os substratos da Eucatex Agro são considerados ambientalmente ecológicos, já que a empresa utiliza recursos naturais renováveis. Selecionados para integrar o evento, o Rendmax Floreira, Rendmax Begônia e Rendmax Crisântemo foram desenvolvidos exclusivamente para garantir maior sanidade e resistência de mudas e plantas, de flores e folhagens cultivadas em vasos e em pequenos jardins externos.
Para a cobertura de todos os tipos de gramados, a Eucatex sugere o Rendmax Green, incluindo áreas de grandes dimensões como campos de futebol e golfe. Pronto para uso, é reconhecido pela sua alta retenção de umidade e pelo fornecimento controlado de adubo, além da garantia de proteção contra as geadas no inverno, dispensando o uso de terra como cobertura. O produto está disponível tanto em sacos de polietileno de 25 kg como a granel.
Prontos para uso, o condicionador de solo Solomax também foi elaborado a partir de matérias-primas de excelente qualidade e destina-se a diversos segmentos: flores de corte, morango, paisagismo e formação de jardins, entre outros.
Destinada a profissionais de paisagismo, jardinagem e de manutenção de áreas verdes, a Garden Fair acontece no Pavilhão de Exposições de Holambra, das 9h às 19h, e foi idealizada pelos organizadores da Hortiec – Exposição Técnica de Horticultura, um evento tradicional que vem contando com a participação da Eucatex em todas as suas edições. As informações sobre os produtos que a empresa leva para o evento podem ser obtidas através do telefone (19) 3888-4400 e do e-mail agro@eucatex.com.br.
Solange Gonçalves
ACCESSO
(11) 3021-2825
A Eucatex Agro, líder do segmento de substratos com 45% do mercado, participa da Garden Fair, que acontece de 01 a 03 de abril no município de Holambra, São Paulo. Conhecidos por características como estabilidade e isenção de microorganismos, os substratos da Eucatex Agro são considerados ambientalmente ecológicos, já que a empresa utiliza recursos naturais renováveis. Selecionados para integrar o evento, o Rendmax Floreira, Rendmax Begônia e Rendmax Crisântemo foram desenvolvidos exclusivamente para garantir maior sanidade e resistência de mudas e plantas, de flores e folhagens cultivadas em vasos e em pequenos jardins externos.
Para a cobertura de todos os tipos de gramados, a Eucatex sugere o Rendmax Green, incluindo áreas de grandes dimensões como campos de futebol e golfe. Pronto para uso, é reconhecido pela sua alta retenção de umidade e pelo fornecimento controlado de adubo, além da garantia de proteção contra as geadas no inverno, dispensando o uso de terra como cobertura. O produto está disponível tanto em sacos de polietileno de 25 kg como a granel.
Prontos para uso, o condicionador de solo Solomax também foi elaborado a partir de matérias-primas de excelente qualidade e destina-se a diversos segmentos: flores de corte, morango, paisagismo e formação de jardins, entre outros.
Destinada a profissionais de paisagismo, jardinagem e de manutenção de áreas verdes, a Garden Fair acontece no Pavilhão de Exposições de Holambra, das 9h às 19h, e foi idealizada pelos organizadores da Hortiec – Exposição Técnica de Horticultura, um evento tradicional que vem contando com a participação da Eucatex em todas as suas edições. As informações sobre os produtos que a empresa leva para o evento podem ser obtidas através do telefone (19) 3888-4400 e do e-mail agro@eucatex.com.br.
Solange Gonçalves
ACCESSO
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Programa da Merial ajuda no controle da imunossupressão nas aves
As doenças imunossupressoras, que baixam a resistência imunológica, são bastante temidas na avicultura. Produtores de diversas regiões do País já sofreram perdas econômicas consideráveis, devido à baixa produtividade que os plantéis apresentam quando detectado o problema.
Ricardo Pereira, médico veterinário e diretor de negócios de avicultura da Merial, empresa líder mundial em saúde animal, explica que a mais conhecida enfermidade imunossupressora é a doença de Gumboro (IBD), também denominada como doença infecciosa da bolsa. Trata-se de uma patologia infecto-contagiosa que ataca o sistema imunológico (Bolsa de Fabrício) das aves, levando o animal à baixa resistência imunológica (imunossupressão), que os deixa susceptíveis às enfermidades secundárias, podendo levá-los à morte.
O vírus da doença de Gumboro é muito estável ao meio ambiente e resistente a alguns desinfetantes, permanecendo alta a sua capacidade de infecção e difusão por diversos meses. Segundo Ricardo Pereira, a transmissão pode ocorrer pelo contato com aves infectadas ou rações, água, equipamentos e roupas contaminadas. “Aves silvestres, insetos e o próprio homem são os prováveis disseminadores do agente viral”, complementa o especialista.
Para prevenir a doença de Gumboro e outras enfermidades imunossupressoras, como Doença de Marek, Reovírus e Anemia Infecciosa das Aves, os avicultores devem ficar atentos aos programas de controle disponíveis. “O proprietário da granja deve observar os sinais clínicos de imunossupressão, como baixo desempenho corpóreo mesmo que bem manejados; no caso das poedeiras: baixa quantidade de ovos; lotes que não respondem à vacinação ou animais mortos”, explica Ricardo Pereira. Além disso, o produtor deve estar atendo ao atraso e crescimento desuniforme, baixo ganho de peso e alta conversão alimentar (aves não alcançam os rendimentos estabelecidos).aves deprimidas, aumento das reações respiratórias, baixa resposta às vacinações (títulos de anticorpos), taxa de mortalidade, surto de diferentes doenças,
A Merial disponibiliza para os seus clientes o “Immune Foundation”, programa que conta com ampla linha de produtos e serviços especializados, voltados para o bem-estar das aves. Recentemente, também lançou no mercado brasileiro as vacinas IBD-Blen e Bursa Blen M contra a doença de Gumboro, além de fabricar uma ampla variedade de vacinas para aves, contra Marek, Gumboro, Reovírus e Bouba para pintos de 1 dia. Para as matrizes, estão disponíveis vacinas contra Gumboro, Reovírus e Anemia Infecciosa, proporcionando transmissão efetiva de anticorpos maternos.
“A proteção, tanto para os frangos de corte como para as poedeiras comerciais começa com um programa de vacinação correto em lotes de reprodutoras, que assegure a transferência de anticorpos de boa qualidade à progênie. Para que uma ave seja 100% saudável, os sistemas imunológico, respiratório, digestivo e reprodutor devem funcionar plenamente, o que pode depender da qualidade do programa utilizado”, comenta Ricardo Pereira.
Informações sobre a linha de produtos para avicultura da Merial podem ser obtidas pelo site: www.merial.com.br
A Merial, líder mundial em saúde animal, está voltada para a inovação. Emprega cerca de 6.000 pessoas, atuando em mais de 150 países do mundo. A Merial oferece aos consumidores ampla linha de produtos farmacêuticos e vacinas para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de inúmeras espécies animais. Seu faturamento em 2002 ultrapassou US$ 1,7 bilhão. Merial é uma joint-venture entre Merck & Co., Inc. (NYSE: MRK) e Aventis S.A. (NYSE:AVE).
Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 3675-1818
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
Ricardo Pereira, médico veterinário e diretor de negócios de avicultura da Merial, empresa líder mundial em saúde animal, explica que a mais conhecida enfermidade imunossupressora é a doença de Gumboro (IBD), também denominada como doença infecciosa da bolsa. Trata-se de uma patologia infecto-contagiosa que ataca o sistema imunológico (Bolsa de Fabrício) das aves, levando o animal à baixa resistência imunológica (imunossupressão), que os deixa susceptíveis às enfermidades secundárias, podendo levá-los à morte.
O vírus da doença de Gumboro é muito estável ao meio ambiente e resistente a alguns desinfetantes, permanecendo alta a sua capacidade de infecção e difusão por diversos meses. Segundo Ricardo Pereira, a transmissão pode ocorrer pelo contato com aves infectadas ou rações, água, equipamentos e roupas contaminadas. “Aves silvestres, insetos e o próprio homem são os prováveis disseminadores do agente viral”, complementa o especialista.
Para prevenir a doença de Gumboro e outras enfermidades imunossupressoras, como Doença de Marek, Reovírus e Anemia Infecciosa das Aves, os avicultores devem ficar atentos aos programas de controle disponíveis. “O proprietário da granja deve observar os sinais clínicos de imunossupressão, como baixo desempenho corpóreo mesmo que bem manejados; no caso das poedeiras: baixa quantidade de ovos; lotes que não respondem à vacinação ou animais mortos”, explica Ricardo Pereira. Além disso, o produtor deve estar atendo ao atraso e crescimento desuniforme, baixo ganho de peso e alta conversão alimentar (aves não alcançam os rendimentos estabelecidos).aves deprimidas, aumento das reações respiratórias, baixa resposta às vacinações (títulos de anticorpos), taxa de mortalidade, surto de diferentes doenças,
A Merial disponibiliza para os seus clientes o “Immune Foundation”, programa que conta com ampla linha de produtos e serviços especializados, voltados para o bem-estar das aves. Recentemente, também lançou no mercado brasileiro as vacinas IBD-Blen e Bursa Blen M contra a doença de Gumboro, além de fabricar uma ampla variedade de vacinas para aves, contra Marek, Gumboro, Reovírus e Bouba para pintos de 1 dia. Para as matrizes, estão disponíveis vacinas contra Gumboro, Reovírus e Anemia Infecciosa, proporcionando transmissão efetiva de anticorpos maternos.
“A proteção, tanto para os frangos de corte como para as poedeiras comerciais começa com um programa de vacinação correto em lotes de reprodutoras, que assegure a transferência de anticorpos de boa qualidade à progênie. Para que uma ave seja 100% saudável, os sistemas imunológico, respiratório, digestivo e reprodutor devem funcionar plenamente, o que pode depender da qualidade do programa utilizado”, comenta Ricardo Pereira.
Informações sobre a linha de produtos para avicultura da Merial podem ser obtidas pelo site: www.merial.com.br
A Merial, líder mundial em saúde animal, está voltada para a inovação. Emprega cerca de 6.000 pessoas, atuando em mais de 150 países do mundo. A Merial oferece aos consumidores ampla linha de produtos farmacêuticos e vacinas para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de inúmeras espécies animais. Seu faturamento em 2002 ultrapassou US$ 1,7 bilhão. Merial é uma joint-venture entre Merck & Co., Inc. (NYSE: MRK) e Aventis S.A. (NYSE:AVE).
Texto Assessoria de Comunicações: Tel. (11) 3675-1818
Jornalista responsável: Altair Albuquerque (MTb 17.291)
Carrefour terá castanha Garantia de Origem
O Carrefour assina nesta sexta-feira, dia 2 de abril, com a Cascaju Agroindustrial, contrato de fornecimento de castanha de caju com selo Garantia de Origem. A empresa entregará para as lojas de todo o Brasil um produto que tem como grande vantagem sua rastreabilidade e total segurança de consumo.
Sediada em Cascavel (Ceará), a Cascaju é reconhecida nacional e internacionalmente como produtora de castanhas selecionadas. Não fosse isso, a empresa não exportaria para exigentes mercados como EUA, Canadá, Europa e Oriente Médio 75% das cerca de 30 mil toneladas de produto processadas por ano. Atua no mercado com as marcas Cascaju e Cashews Royale
Deste total, três mil toneladas são de produção própria. O restante é adquirido de produtores parceiros donos de plantações de cajueiros no Piauí e na Bahia e processados na Cascaju.
Pelo contrato, o Carrefour comprará parte das três mil toneladas produzidas na própria fazenda da agroindústria. Conforme determina o programa Garantia de Origem, essa produção é rastreada desde o plantio, cultivo, colheita e é processada separadamente das outras frutas.
O cultivo é totalmente isento de agrotóxicos. A empresa tem por principio respeitar o meio ambiente, ao utilizar sistema natural de adubagem e praticar programa de replantio. "Os cuidados e práticas da Cascaju atendem todas as exigências do Garantia de Origem", afirma Arnaldo Eijsink, diretor de agronegócios da rede varejista.
Para receberem certificação do Garantia de Origem, os produtos devem ser naturais, sem resíduos de agrotóxicos e têm os seus processos de produção totalmente acompanhados por agrônomos e veterinários, além de auditores independentes que, periodicamente, visitam os campos de cultivo, pastos e granjas.
Com a castanha, já são 47 os produtos que ostentam o selo de qualidade, entre os quais frutas, legumes, carnes bovina, suína, de coelho, galeto, frango caipira, peixes, leite, café, arroz, palmito, ovo caipira e queijo gran formaggio, Os fornecedores são selecionados depois que os técnicos do Carrefour conhecem suas instalações e examinam as condições de produção.
Assinatura do contrato Castanha Garantia de Origem
Dia: 02 de abril (sexta-feira)
Hora: 10h30min
Local: Instituto de Formação Carrefour
End: Paul Valery, 255 B. Granja Julieta – Sao Paulo - SP
Edson di Fonzo - MTb: 9117
Carrefour-Comunicação Social
Telefone para contato: (11)3035-2683
Fax: (11) 3035-2660
Sediada em Cascavel (Ceará), a Cascaju é reconhecida nacional e internacionalmente como produtora de castanhas selecionadas. Não fosse isso, a empresa não exportaria para exigentes mercados como EUA, Canadá, Europa e Oriente Médio 75% das cerca de 30 mil toneladas de produto processadas por ano. Atua no mercado com as marcas Cascaju e Cashews Royale
Deste total, três mil toneladas são de produção própria. O restante é adquirido de produtores parceiros donos de plantações de cajueiros no Piauí e na Bahia e processados na Cascaju.
Pelo contrato, o Carrefour comprará parte das três mil toneladas produzidas na própria fazenda da agroindústria. Conforme determina o programa Garantia de Origem, essa produção é rastreada desde o plantio, cultivo, colheita e é processada separadamente das outras frutas.
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Para receberem certificação do Garantia de Origem, os produtos devem ser naturais, sem resíduos de agrotóxicos e têm os seus processos de produção totalmente acompanhados por agrônomos e veterinários, além de auditores independentes que, periodicamente, visitam os campos de cultivo, pastos e granjas.
Com a castanha, já são 47 os produtos que ostentam o selo de qualidade, entre os quais frutas, legumes, carnes bovina, suína, de coelho, galeto, frango caipira, peixes, leite, café, arroz, palmito, ovo caipira e queijo gran formaggio, Os fornecedores são selecionados depois que os técnicos do Carrefour conhecem suas instalações e examinam as condições de produção.
Assinatura do contrato Castanha Garantia de Origem
Dia: 02 de abril (sexta-feira)
Hora: 10h30min
Local: Instituto de Formação Carrefour
End: Paul Valery, 255 B. Granja Julieta – Sao Paulo - SP
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