A Schering-Plough Coopers, empresa de medicamentos veterinários doou ao Canil da Polícia Militar do Estado de São Paulo diversos produtos para serem utilizados na prevenção e tratamento de doenças dos mais de 100 cães adestrados que colaboraram com os serviços realizados pelos 175 policiais que fazem parte da corporação. Entre os produtos doados pela empresa estão a Endal Plus, vermífugo para cães, e o cicatrizante Bandvet creme.
“Acreditamos ser muito importante colaborar com o Canil da Polícia Militar, pois além de contribuirmos para melhorar a qualidade de vida dos animais estamos também tendo a oportunidade de nos integrar e conhecer o excelente trabalho que é desenvolvido”, afirma a gerente de produtos da Schering-Plough Coopers, Gláucia Gigli.“A polícia militar vê com bons olhos a parceria com a comunidade, pois as questões de segurança pública são responsabilidade de todos e consideramos muito importante que as empresas tenham uma participação efetiva neste processo”, diz o capitão comandante do Canil Central da PM, Daniel Augusto Ramos Ignácio.
O Canil da polícia militar que existe desde 1950, conta com dois oficiais tenentes médicos veterinários, 10 enfermeiros e dois tratadores que são responsáveis pelas ações de São Paulo e do interior. Para ser adestrado o cachorro começa aos seis meses e com um ano e meio está pronto para suas atividades. “Um cão adestrado trabalha por oito anos e depois se aposenta, sendo doado geralmente para seu adestrador que foi responsável por todas suas conquistas”, assegura Ignácio.
Entre as raças encontradas no canil estão pastores alemães, rottweilers e labradores. Estes cães são treinados para colaborar com as missões de policiamento nas ruas, guerrilha rural e urbana; controle de distúrbios civis; policiamento ostensivo com cães a pé ou motorizado; policiamento com cães em praças desportivas; busca e localização de marginais foragidos em mata; busca, localização e resgate de pessoas perdidas; revistas na casa de detenção e penitenciária; demonstrações de adestramento dos cães com finalidade educacional-educativa; participação em provas oficiais de adestramento e estrutura; participação em exposições; detecção de entorpecentes e explosivos através de cães farejadores; adestrador mirim e operações com cães farejadores de entorpecentes nas escolas.
Hoje o Canil Central conta com um efetivo de 175 Policiais Militares e de 100 Cães, principalmente da raça Pastor Alemão, Rottweiler e Labradores, e ainda tem espalhado por todo o Estado de São Paulo 23 Canis Setoriais entre as cidades de Araçatuba, Presidente Prudente, Pirajuí, Álvaro de Carvalho, Assis, Bauru, Jaú, Araraquara, Rio Claro, Barretos, Ribeirão Preto, Piracicaba, Campinas, Tatuí, Taubaté, Bertioga, Santos e na capital Franco da Rocha, Suzano, Cidade Tiradentes, Aeroporto e Bombeiro.
Atualmente no Canil Central, é realizada atividade (Adestrador Mirim) com crianças de 07 a 14 anos pertencentes à comunidade local, onde aprendem noções de Higiene, Educação e Treinamento Básico dos Cães. Além disso, as escolas podem agendar visitas para as apresentações que são realizadas onde a polícia explica as principais atividades dos cães.
Alfapress Comunicações
Kátia Camargo – (19) 9606.1513
Cid Luís de Oliveira Pinto – (19) 9606.1510
Central de Atendimento aos Jornalistas
Fone: (19) 3232.0050
Fax: (19) 3231.3314
AgroBrasil - @gricultura Brasileira Online

+ LIDAS NA SEMANA
-
Na próxima terça-feira, 27, a partir das 8 horas, pesquisadores e representantes do setor empresarial e autoridades governamenta...
-
Preocupados com a qualidade dos produtos de origem animal, principalmente carnes, que chegam a mesa dos consumidores brasileiros, a bancada ...
-
O Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), considerando as inúmeras dificul...
-
Tigresa na voz de Zé Honório e Luíza Britto no palco do Red River
-
O caso da divulgação do vídeo com cenas de sexo da assessora parlamentar do Senado não é o primeiro em Brasília. Em 2004 o caso “ Fabiula ...
-
O escândalo está instalado!!! Finalmente a Darlene de Brasília , também conhecida como Musa do MAPA , revelou, em rede nacional (Band),...
-
Como o Partido Totalitário se envolveu no TERRORISMO BIOLÓGICO contra as lavouras de cacau da Bahia. Clique aqui para ler a primeira ...
-
Do Blog do Josias de Souza 29/03/2014 19:33 Lula ‘tinha contato direto’ com ex-diretor preso Paulo Roberto Costa, o ex-diretor d...
-
O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan) reforçou sua posição de parceiro do governo na luta contra a febre ...
sexta-feira, março 26, 2004
FMC investe em novas instalações em Campinas
Empresa transfere a FMC Agricultural Product e a FMC BioPolymer para um moderno conjunto empresarial às margens da Rodovia Dom Pedro I, visando proporcionar um ambiente de trabalho moderno e funcional, que priorize o conforto, bem-estar e integração das equipes
Coroando a excelente fase pela qual a empresa vem passando, a FMC investe em novas instalações, mudando-se da região central de Campinas, SP, para um novo espaço, numa das áreas mais valorizadas da cidade. A mudança de endereço tem como objetivo principal proporcionar um ambiente de trabalho moderno e funcional, que priorize o conforto, bem-estar e integração da equipe, refletindo-se em maior eficiência e produtividade.
Neste local, ocupando o primeiro andar num amplo espaço de 1.100 metros quadrados, a empresa reunirá toda a equipe da FMC Agricultural Products e integrará, ainda, a FMC BioPolymer – braço da FMC voltado para a indústria alimentícia. O prédio faz parte da categoria chamada escritórios inteligentes, oferecendo estrutura completa, que inclui auditório, sala de reuniões, estacionamento com manobrista e tecnologia de comunicação de ponta, favorecendo ainda mais o contato interno e com clientes.
Além disso, o novo escritório da FMC terá como característica a melhor organização do espaço, dentro dos mais modernos conceitos de arquitetura e ambiente organizacional. Longe da agitação do centro da cidade, a equipe ainda poderá usufruir dos benefícios de um local tranqüilo, seguro e em contato com a natureza, além da proximidade de outros centros empresariais e grandes shoppings.
Segundo o diretor Geral da FMC, Antonio Carlos Zem, também pesou sobre a decisão da mudança a excelente localização do Galleria Plaza – novo endereço da empresa – inserido num complexo viário que inclui as principais rodovias do estado – Bandeirantes e Anhangüera – e às margens da rodovia D.Pedro I.
Sobre a FMC Agricultural Products
A FMC Química - uma das maiores corporações dos Estados Unidos – produz e comercializa no Brasil, por meio de sua divisão FMC Agricultural Products, herbicidas e inseticidas para culturas diversas como arroz irrigado e de terras altas (sequeiro), algodão, cana-de-açúcar, milho, soja, entre outras. A empresa tem fábrica em Uberaba (MG), fundada em 1978, e é hoje uma das mais competitivas do setor.
Atualmente, a FMC Agricultural Products possui escritórios em Campinas (SP) e cinco centros de distribuição estrategicamente localizados em Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Ribeirão Preto (SP), Cachoeirinha (RS) e Londrina (PR), importantes pólos de produção agrícola do Brasil. A empresa possui cerca de 350 colaboradores (efetivos, terceirizados e temporários), dos quais a maior parte atua diretamente no campo, nas principais regiões agrícolas do país, em contato direto e estreito com os agricultores e distribuidores.
Com faturamento anual de US$ 130 milhões, a FMC é focada em nichos de mercado nos quais a liderança é conquistada por meio de investimentos em pesquisa, orientação ao cliente, novas tecnologias, segurança e, principalmente, em pessoas motivadas e predispostas em inovar-se e superar-se.
Atuando com responsabilidade
Um dos marcos da empresa no campo é o seu Programa de Atuação Responsável, conhecido internacionalmente por Product Stewardship. A FMC Agricultural Products investe constantemente no tratamento de sementes de arroz de sequeiro e algodão, um serviço sem custo para o produtor rural, que resulta em benefícios como o uso correto de inseticida e na quantidade necessária – diminuindo o desperdício –; redução da exposição do agricultor no manuseio do produto; pleno controle do destino final da embalagem; também contribui para a minimização dos riscos durante o processo em que esteja envolvido o uso dos produtos fabricados e/ou distribuídos pela empresa.
FMC AGRICULTURAL PRODUCTS
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º andar – Campinas SP – CEP: 13.091-611
Fone: (19) 3735.4400
Fone: (19) 3232.0050
Fax: (19) 3231.3314
alfapress@alfapress.com.br
Coroando a excelente fase pela qual a empresa vem passando, a FMC investe em novas instalações, mudando-se da região central de Campinas, SP, para um novo espaço, numa das áreas mais valorizadas da cidade. A mudança de endereço tem como objetivo principal proporcionar um ambiente de trabalho moderno e funcional, que priorize o conforto, bem-estar e integração da equipe, refletindo-se em maior eficiência e produtividade.
Neste local, ocupando o primeiro andar num amplo espaço de 1.100 metros quadrados, a empresa reunirá toda a equipe da FMC Agricultural Products e integrará, ainda, a FMC BioPolymer – braço da FMC voltado para a indústria alimentícia. O prédio faz parte da categoria chamada escritórios inteligentes, oferecendo estrutura completa, que inclui auditório, sala de reuniões, estacionamento com manobrista e tecnologia de comunicação de ponta, favorecendo ainda mais o contato interno e com clientes.
Além disso, o novo escritório da FMC terá como característica a melhor organização do espaço, dentro dos mais modernos conceitos de arquitetura e ambiente organizacional. Longe da agitação do centro da cidade, a equipe ainda poderá usufruir dos benefícios de um local tranqüilo, seguro e em contato com a natureza, além da proximidade de outros centros empresariais e grandes shoppings.
Segundo o diretor Geral da FMC, Antonio Carlos Zem, também pesou sobre a decisão da mudança a excelente localização do Galleria Plaza – novo endereço da empresa – inserido num complexo viário que inclui as principais rodovias do estado – Bandeirantes e Anhangüera – e às margens da rodovia D.Pedro I.
Sobre a FMC Agricultural Products
A FMC Química - uma das maiores corporações dos Estados Unidos – produz e comercializa no Brasil, por meio de sua divisão FMC Agricultural Products, herbicidas e inseticidas para culturas diversas como arroz irrigado e de terras altas (sequeiro), algodão, cana-de-açúcar, milho, soja, entre outras. A empresa tem fábrica em Uberaba (MG), fundada em 1978, e é hoje uma das mais competitivas do setor.
Atualmente, a FMC Agricultural Products possui escritórios em Campinas (SP) e cinco centros de distribuição estrategicamente localizados em Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Ribeirão Preto (SP), Cachoeirinha (RS) e Londrina (PR), importantes pólos de produção agrícola do Brasil. A empresa possui cerca de 350 colaboradores (efetivos, terceirizados e temporários), dos quais a maior parte atua diretamente no campo, nas principais regiões agrícolas do país, em contato direto e estreito com os agricultores e distribuidores.
Com faturamento anual de US$ 130 milhões, a FMC é focada em nichos de mercado nos quais a liderança é conquistada por meio de investimentos em pesquisa, orientação ao cliente, novas tecnologias, segurança e, principalmente, em pessoas motivadas e predispostas em inovar-se e superar-se.
Atuando com responsabilidade
Um dos marcos da empresa no campo é o seu Programa de Atuação Responsável, conhecido internacionalmente por Product Stewardship. A FMC Agricultural Products investe constantemente no tratamento de sementes de arroz de sequeiro e algodão, um serviço sem custo para o produtor rural, que resulta em benefícios como o uso correto de inseticida e na quantidade necessária – diminuindo o desperdício –; redução da exposição do agricultor no manuseio do produto; pleno controle do destino final da embalagem; também contribui para a minimização dos riscos durante o processo em que esteja envolvido o uso dos produtos fabricados e/ou distribuídos pela empresa.
FMC AGRICULTURAL PRODUCTS
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º andar – Campinas SP – CEP: 13.091-611
Fone: (19) 3735.4400
Fone: (19) 3232.0050
Fax: (19) 3231.3314
alfapress@alfapress.com.br
Unipac inicia 2004 com lançamento de novos modelos de tampas autolacráveis para embalagens plásticas
As novas tampas já estão com as patentes requeridas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)
A Unipac, empresa do Grupo Jacto, está pronta para atender o mercado de embalagens com o melhor custo-benefício: a empresa entra de vez no segmento, com novas opções em tampas autolacráveis para embalagens de produtos para os setores químico, agroquímico, fotoquímico e limpeza em geral. Inicialmente, as tampas produzidas possuem diâmetros de 45 e 63 mm e poderão ser vendidas em conjunto ou separadamente das embalagens, devido padronização dimensional com o mercado, o que tornará as negociações ainda mais concorridas.
Inovações
Além do novo desenho, com um sistema de arraste do lacre, que possibilita uma abertura mais leve e cuja patente já foi requerida junto ao INPI, as tampas autolacráveis produzidas pela Unipac ainda garantem o bom funcionamento do lacre, o que impede que o produto seja violado, depois de fechado. A empresa entende que, muito mais do que prover segurança, as tampas precisam gerar benefícios palpáveis aos consumidores, como por exemplo, a facilidade de abertura manual.
As tampas autolacráveis da Unipac são feitas em Polipropileno (PP) pelo processo de injeção. O PP diminui o peso da tampa e ainda permite que o processo de produção seja mais rápido, proporcionando uma redução no custo das tampas.
Investimento
Além da troca de matéria-prima (Polietileno para Polipropileno), a Unipac também investiu em novos moldes, que possibilitaram o incremento da capacidade produtiva, bem como na requisição de patentes. Até o momento, foram investidos cerca de R$ 250 mil.
Histórico
A Unipac produz tampas desde o início da sua produção de embalagens. Com o avanço das tecnologias e com o surgimento de novos processos e materiais, a empresa passou a buscar as soluções mais eficientes para atender a este exigente mercado. Depois de anos de pesquisas, a Unipac chegou aos resultados agora apresentados e que garantem uma ótima concorrência com relação aos produtos que atualmente estão em circulação. Mas as pesquisas não param por aí: há ainda um estudo de viabilidade, que possibilitará, à Unipac, a produção dessas tampas com material reciclado.
Tipos de tampas autolacráveis produzidas pela Unipac
Com relação a vedação, a Unipac pode oferecer tampas autolacráveis atendendo a qualquer especificação de seus clientes e do mercado que eles atendem. Estas tampas podem ser com:
Batoque conjugado: Tampa com sistema que veda internamente o bocal das embalagens sem a necessidade de batoque ou selo adicional. De uso universal, é o tipo de tampa mais utilizado nas embalagens em geral, pois permite maior vedação e segurança;
Selo de alumínio: muito utilizadas no setor de agroquímicos, pois fornecem uma etapa a mais de proteção contra inviolabilidade e transporte, os selos atendem a especificação necessária quanto à resistência química;
Polexam (Polietileno expandido): excelente para assegurar a qualidade e o conteúdo do produto envasado. Os discos de Polexan possuem diâmetro e espessura exata para um ajuste perfeito entre a tampa e a embalagem, proporcionando maior vedação. São impermeáveis, não recebem umidade, não mancham, são estáveis, não deformam, e tem excelente resistência química;
Polexafil (Polietileno Expandido modificado em sua estrutura celular): oferece excelente permeabilidade, aumentando significativamente a eficiência do Disco de Vedação. É especialmente indicado para produtos farmacêuticos, bebidas alcoólicas e também, cosméticos, produtos de limpeza e higiene, podendo ser utilizado para vedação de qualquer outro tipo de produto.
Válvula: ideais para produtos com base orgânica e peróxidos, que exalam gases depois de envasados. Seu objetivo é aliviar a pressão provocada por reações internas, que ocasionam a expansão da embalagem e, ao mesmo tempo, evitar vazamentos.
Perfil da Unipac
A Unipac integra o Grupo Jacto, que é formado por empresas que atuam nos ramos agrícola, de transportes e meio ambiente. Há mais de 27 anos, a Unipac vem focando seus objetivos estratégicos no segmento de transformação de plástico. Possui 6 processos de transformação em seu parque industrial: Sopro, Injeção, Injeção Espumada Estruturada, Extrusão, Termoformagem e Rotomoldagem. Atualmente, atende aos mercados automotivo, consumo, logístico e embalagens industriais para os setores agroquímico, alimentício, fotoquímico, limpeza, químico, entre outros. Conta com cerca de 850 funcionários e 126 máquinas de transformação de plástico, instaladas em um total 30.000 m2 de áreas construídas, que correspondem às áreas das quatro indústrias situadas no Estado de São Paulo, sendo duas in house. A empresa está sempre na vanguarda tecnológica já tendo desenvolvido mais de 2.000 moldes dos mais variados tamanhos, pesos e geometrias, numa variação de produtos que vão desde frascos de 60 ml, até tanques de 5500 litros.
Unipac Indústria e Comércio Ltda
Informações: (11) 4166.4260
www.unipac.com.br
Inês Cardoso - Via Pública Comunicação
Telefones: (11) 3722.4086 - 9950.6687
A Unipac, empresa do Grupo Jacto, está pronta para atender o mercado de embalagens com o melhor custo-benefício: a empresa entra de vez no segmento, com novas opções em tampas autolacráveis para embalagens de produtos para os setores químico, agroquímico, fotoquímico e limpeza em geral. Inicialmente, as tampas produzidas possuem diâmetros de 45 e 63 mm e poderão ser vendidas em conjunto ou separadamente das embalagens, devido padronização dimensional com o mercado, o que tornará as negociações ainda mais concorridas.
Inovações
Além do novo desenho, com um sistema de arraste do lacre, que possibilita uma abertura mais leve e cuja patente já foi requerida junto ao INPI, as tampas autolacráveis produzidas pela Unipac ainda garantem o bom funcionamento do lacre, o que impede que o produto seja violado, depois de fechado. A empresa entende que, muito mais do que prover segurança, as tampas precisam gerar benefícios palpáveis aos consumidores, como por exemplo, a facilidade de abertura manual.
As tampas autolacráveis da Unipac são feitas em Polipropileno (PP) pelo processo de injeção. O PP diminui o peso da tampa e ainda permite que o processo de produção seja mais rápido, proporcionando uma redução no custo das tampas.
Investimento
Além da troca de matéria-prima (Polietileno para Polipropileno), a Unipac também investiu em novos moldes, que possibilitaram o incremento da capacidade produtiva, bem como na requisição de patentes. Até o momento, foram investidos cerca de R$ 250 mil.
Histórico
A Unipac produz tampas desde o início da sua produção de embalagens. Com o avanço das tecnologias e com o surgimento de novos processos e materiais, a empresa passou a buscar as soluções mais eficientes para atender a este exigente mercado. Depois de anos de pesquisas, a Unipac chegou aos resultados agora apresentados e que garantem uma ótima concorrência com relação aos produtos que atualmente estão em circulação. Mas as pesquisas não param por aí: há ainda um estudo de viabilidade, que possibilitará, à Unipac, a produção dessas tampas com material reciclado.
Tipos de tampas autolacráveis produzidas pela Unipac
Com relação a vedação, a Unipac pode oferecer tampas autolacráveis atendendo a qualquer especificação de seus clientes e do mercado que eles atendem. Estas tampas podem ser com:
Batoque conjugado: Tampa com sistema que veda internamente o bocal das embalagens sem a necessidade de batoque ou selo adicional. De uso universal, é o tipo de tampa mais utilizado nas embalagens em geral, pois permite maior vedação e segurança;
Selo de alumínio: muito utilizadas no setor de agroquímicos, pois fornecem uma etapa a mais de proteção contra inviolabilidade e transporte, os selos atendem a especificação necessária quanto à resistência química;
Polexam (Polietileno expandido): excelente para assegurar a qualidade e o conteúdo do produto envasado. Os discos de Polexan possuem diâmetro e espessura exata para um ajuste perfeito entre a tampa e a embalagem, proporcionando maior vedação. São impermeáveis, não recebem umidade, não mancham, são estáveis, não deformam, e tem excelente resistência química;
Polexafil (Polietileno Expandido modificado em sua estrutura celular): oferece excelente permeabilidade, aumentando significativamente a eficiência do Disco de Vedação. É especialmente indicado para produtos farmacêuticos, bebidas alcoólicas e também, cosméticos, produtos de limpeza e higiene, podendo ser utilizado para vedação de qualquer outro tipo de produto.
Válvula: ideais para produtos com base orgânica e peróxidos, que exalam gases depois de envasados. Seu objetivo é aliviar a pressão provocada por reações internas, que ocasionam a expansão da embalagem e, ao mesmo tempo, evitar vazamentos.
Perfil da Unipac
A Unipac integra o Grupo Jacto, que é formado por empresas que atuam nos ramos agrícola, de transportes e meio ambiente. Há mais de 27 anos, a Unipac vem focando seus objetivos estratégicos no segmento de transformação de plástico. Possui 6 processos de transformação em seu parque industrial: Sopro, Injeção, Injeção Espumada Estruturada, Extrusão, Termoformagem e Rotomoldagem. Atualmente, atende aos mercados automotivo, consumo, logístico e embalagens industriais para os setores agroquímico, alimentício, fotoquímico, limpeza, químico, entre outros. Conta com cerca de 850 funcionários e 126 máquinas de transformação de plástico, instaladas em um total 30.000 m2 de áreas construídas, que correspondem às áreas das quatro indústrias situadas no Estado de São Paulo, sendo duas in house. A empresa está sempre na vanguarda tecnológica já tendo desenvolvido mais de 2.000 moldes dos mais variados tamanhos, pesos e geometrias, numa variação de produtos que vão desde frascos de 60 ml, até tanques de 5500 litros.
Unipac Indústria e Comércio Ltda
Informações: (11) 4166.4260
www.unipac.com.br
Inês Cardoso - Via Pública Comunicação
Telefones: (11) 3722.4086 - 9950.6687
Mosca-dos-chifres: Clarion Biociências lança DiaziTag, brinco inseticida que garante o controle do rebanho por até 160 dias
A Haematobia (Lyperosia) irritans, popularmente conhecida como a mosca-dos-chifres, já se tornou um sério problema nas criações de bovinos brasileiras. O primeiro registro ocorreu em Roraima, no início da década de 80 e, em mais de dez anos, o problema se espalhou por todo o país. Os prejuízos causados por este parasita no Brasil foram estimados em US$ 150 milhões anuais, levando a significativas perdas à produção animal. Para agravar o quadro, o uso incorreto e intensivo de inseticidas através de pulverizações, banhos e pour-ons estão aumentando a resistência da mosca-dos-chifres.
A principal característica dos agentes da mosca-dos-chifres é que milhares de moscas pousam sobre o bovino, que passa a ter dificuldade de se alimentar pelo incômodo causado pelas intermináveis picadas. Além da perda de sangue, uma única mosca pode sugar 1ml por dia, chegando a se alimentar de 24 a 38 vezes; há quedas no ganho de peso, na produção de leite e até da atividade sexual. A mosca-dos-chifres também afeta a qualidade do couro e as lesões podem ser infectadas por bactérias ou por outras moscas.
Desenvolvido pelo Clarion Biociências (Goiânia/GO), o brinco inseticida DiaziTag, composto por Diazinon 40%, um inseticida organofosforado do grupo dos tiofosfatos, apresenta vantagens sobre os métodos tradicionais de controle da mosca-dos-chifres. Testes revelam que, comparados a tratamentos com Cipermetrina e Cipermetrina com Clorpirifós, de aplicação pour-on, o desempenho do brinco DiaziTag apresenta-se bastante superior. “Durante 160 dias controlados numa única aplicação, o brinco inseticida DiaziTag reduz e mantém muito abaixo o número de mosca-dos-chifres por animal. No tratamento com o brinco, o Diazinon 40% é liberado lentamente nos pêlos e pele do gado. Dessa forma, o produto não entra na corrente sanguínea e não deixa resíduo na carne”, explica o Dr. Gladstone Santos de Souza, Diretor do Clarion Biociências.
Esta ação mais longa do brinco inseticida DiaziTag – apenas duas aplicações anuais - evita a alta freqüência dos tratamentos convencionais, que controlam por pouco período, estressam os animais e possuem elevada mão-de-obra. Além disso, oferece tratamento seguro, sem riscos de superdosagem e sem agredir ao meio-ambiente.
Comprovadamente, o uso do brinco inseticida DiaziTag acalma o rebanho e induz a um melhor pastejo, com melhor conversão alimentar e, conseqüentemente, numa maior produção de carne e de leite. “Os dados de produtividade alcançados em rebanhos que utilizam o DiaziTag comprovam sua eficácia: foram obtidos ganhos de peso 27% superior a animais tratados com outros produtos, aumento da produção leiteira de 1Kg de leite por vaca/dia e ganhos de 7,1Kg na desmama de bezerros”, esclarece o Dr. Gladstone.
Outro diferencial é a embalagem plástica: prática, segura e tampa com selo de alumínio, que garantem a qualidade e eficiência do brinco inseticida DiaziTag por todo seu prazo de validade. Outro fator relevante é o design avançado do brinco com bordas reforçadas e trava anti-perda (veja foto). “Nos orgulha dizer que este brinco foi concebido com tecnologia e polímeros 100% nacionais”, revelou o Diretor do Clarion Biociências, Dr. Gladstone Santos de Souza.
Últimas do SISBOV - Após 31 de maio de 2004, os animais deverão ficar por 90 dias na base de dados do SISBOV - Sistema Brasileiro de Identificação de Origem Bovina e Bubalina; a partir de 31 de novembro de 2004, o prazo mínimo será de 180 dias. A partir de 1º de junho de 2005, os animais terão que ficar por pelo menos um ano na base de dados do Sisbov. Só depois desse período é que o governo emitirá os certificados sanitários, documento necessário para a exportação de carne bovina para a União Européia.
Ou seja, pecuaristas que deixarem para última hora rastrear seus rebanhos podem ter sérios problemas. Segundo a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, 10,288 milhões de bovinos estão na base do SISBOV; em Goiás, de um rebanho de 20 milhões de bovinos, apenas 2,3 milhões de animais estão rastreados, conforme informação do Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Sobre o Clarion Biociências – www.clarionbio.com.br
O Clarion Biociências, localizada em Goiânia/GO, é uma empresa 100% brasileira e voltada para pesquisa, desenvolvimento e lançamento de produtos veterinários ampliados. A empresa busca incessantemente apresentar ao mercado produtos que tragam inovações e vantagens para criadores, comerciantes sem se esquecer de melhorar a qualidade de vida dos animais de produção, de trabalho e de companhia.
XCLUSIVE PRESS
Coordenação : Gualberto Vita
Atendimento : Bianca Proença / Iara Soriano
Assessoria de Imprensa AGROQUIMA
Tel.: (15) 9711-7966 / (15) 262-4142
Jornalista Responsável: O.P.Gessulli (Mtb 32.517)
A principal característica dos agentes da mosca-dos-chifres é que milhares de moscas pousam sobre o bovino, que passa a ter dificuldade de se alimentar pelo incômodo causado pelas intermináveis picadas. Além da perda de sangue, uma única mosca pode sugar 1ml por dia, chegando a se alimentar de 24 a 38 vezes; há quedas no ganho de peso, na produção de leite e até da atividade sexual. A mosca-dos-chifres também afeta a qualidade do couro e as lesões podem ser infectadas por bactérias ou por outras moscas.
Desenvolvido pelo Clarion Biociências (Goiânia/GO), o brinco inseticida DiaziTag, composto por Diazinon 40%, um inseticida organofosforado do grupo dos tiofosfatos, apresenta vantagens sobre os métodos tradicionais de controle da mosca-dos-chifres. Testes revelam que, comparados a tratamentos com Cipermetrina e Cipermetrina com Clorpirifós, de aplicação pour-on, o desempenho do brinco DiaziTag apresenta-se bastante superior. “Durante 160 dias controlados numa única aplicação, o brinco inseticida DiaziTag reduz e mantém muito abaixo o número de mosca-dos-chifres por animal. No tratamento com o brinco, o Diazinon 40% é liberado lentamente nos pêlos e pele do gado. Dessa forma, o produto não entra na corrente sanguínea e não deixa resíduo na carne”, explica o Dr. Gladstone Santos de Souza, Diretor do Clarion Biociências.
Esta ação mais longa do brinco inseticida DiaziTag – apenas duas aplicações anuais - evita a alta freqüência dos tratamentos convencionais, que controlam por pouco período, estressam os animais e possuem elevada mão-de-obra. Além disso, oferece tratamento seguro, sem riscos de superdosagem e sem agredir ao meio-ambiente.
Comprovadamente, o uso do brinco inseticida DiaziTag acalma o rebanho e induz a um melhor pastejo, com melhor conversão alimentar e, conseqüentemente, numa maior produção de carne e de leite. “Os dados de produtividade alcançados em rebanhos que utilizam o DiaziTag comprovam sua eficácia: foram obtidos ganhos de peso 27% superior a animais tratados com outros produtos, aumento da produção leiteira de 1Kg de leite por vaca/dia e ganhos de 7,1Kg na desmama de bezerros”, esclarece o Dr. Gladstone.
Outro diferencial é a embalagem plástica: prática, segura e tampa com selo de alumínio, que garantem a qualidade e eficiência do brinco inseticida DiaziTag por todo seu prazo de validade. Outro fator relevante é o design avançado do brinco com bordas reforçadas e trava anti-perda (veja foto). “Nos orgulha dizer que este brinco foi concebido com tecnologia e polímeros 100% nacionais”, revelou o Diretor do Clarion Biociências, Dr. Gladstone Santos de Souza.
Últimas do SISBOV - Após 31 de maio de 2004, os animais deverão ficar por 90 dias na base de dados do SISBOV - Sistema Brasileiro de Identificação de Origem Bovina e Bubalina; a partir de 31 de novembro de 2004, o prazo mínimo será de 180 dias. A partir de 1º de junho de 2005, os animais terão que ficar por pelo menos um ano na base de dados do Sisbov. Só depois desse período é que o governo emitirá os certificados sanitários, documento necessário para a exportação de carne bovina para a União Européia.
Ou seja, pecuaristas que deixarem para última hora rastrear seus rebanhos podem ter sérios problemas. Segundo a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, 10,288 milhões de bovinos estão na base do SISBOV; em Goiás, de um rebanho de 20 milhões de bovinos, apenas 2,3 milhões de animais estão rastreados, conforme informação do Mapa - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Sobre o Clarion Biociências – www.clarionbio.com.br
O Clarion Biociências, localizada em Goiânia/GO, é uma empresa 100% brasileira e voltada para pesquisa, desenvolvimento e lançamento de produtos veterinários ampliados. A empresa busca incessantemente apresentar ao mercado produtos que tragam inovações e vantagens para criadores, comerciantes sem se esquecer de melhorar a qualidade de vida dos animais de produção, de trabalho e de companhia.
XCLUSIVE PRESS
Coordenação : Gualberto Vita
Atendimento : Bianca Proença / Iara Soriano
Assessoria de Imprensa AGROQUIMA
Tel.: (15) 9711-7966 / (15) 262-4142
Jornalista Responsável: O.P.Gessulli (Mtb 32.517)
Estiagem no Paraná traz perdas irreversíveis na cultura de soja
Os efeitos da estiagem que atinge o Paraná sobre a produtividade não estão, ainda, plenamente quantificados, mas as perdas são significativas e irreversíveis, principalmente na cultura de soja. Balanço divulgado pela Secretaria da Agricultura mostra que as chuvas deste final de semana amenizaram em parte o problema mas não revertem a situação de algumas lavouras.
Com o avanço da colheita de soja, que já atinge 34% da área, confirmam-se os efeitos da seca sobre a floração, a formação de vagens e o enchimento de grãos em parcela expressiva das lavouras do Paraná. Há municípios onde as perdas ultrapassam a 50%.
O último levantamento indica uma produção de 10,24 milhões de toneladas, mas este número pode ser ainda menor, abaixo de 10 milhões de toneladas. Até agora a quebra registrada é de 1,65 milhão de toneladas.
Cerca de 7% da área plantada com soja apresenta lavouras ruins, 30% apenas razoáveis e 63% em boas condições. As lavouras ainda por colher encontram-se na fase final de frutificação (33%) e o restante (67%) em maturação. O preço médio de comercialização no Paraná é de R$ 47 mil a saca.
Fonte: Agência Brasil
Com o avanço da colheita de soja, que já atinge 34% da área, confirmam-se os efeitos da seca sobre a floração, a formação de vagens e o enchimento de grãos em parcela expressiva das lavouras do Paraná. Há municípios onde as perdas ultrapassam a 50%.
O último levantamento indica uma produção de 10,24 milhões de toneladas, mas este número pode ser ainda menor, abaixo de 10 milhões de toneladas. Até agora a quebra registrada é de 1,65 milhão de toneladas.
Cerca de 7% da área plantada com soja apresenta lavouras ruins, 30% apenas razoáveis e 63% em boas condições. As lavouras ainda por colher encontram-se na fase final de frutificação (33%) e o restante (67%) em maturação. O preço médio de comercialização no Paraná é de R$ 47 mil a saca.
Fonte: Agência Brasil
Algodão Colorido e ecológico
Pesquisadores da Embrapa Algodão, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, estão desenvolvendo, no interior da Paraíba, um projeto de agricultura ecologicamente correta e voltada para o uso sustentável dos recursos hídricos.
Em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e com a Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (Facisa), o projeto deve começar nos municípios de Cabaceiras e Patos. A idéia é utilizar as cidades com as menores taxas de pluviosidade da Paraíba para implantar o reuso de água. Estima-se que, na região, cada habitante utilize em média 100 litros de água por dia, que podem ser reutilizados na irrigação de culturas agrícolas.
Os pesquisadores da Embrapa Algodão pretendem também difundir o cultivo do algodão naturalmente colorido na região. Segundo eles, seis municípios já estão preparados para ingressar no cultivo orgânico de variedades do produto desenvolvido pela instituição de pesquisa federal. “São cerca de 200 hectares cultiváveis que podem dar aos agricultores ganhos até 40% superiores em relação ao cultivo convencional”, disse Napoleão Beltrão, da Embrapa Algodão.
O plantio de algodão colorido de forma orgânica pode se tornar um grande filão para a economia agrícola local, mas necessita ainda de uma certificação especializada, concedida por um organismo internacional, para garantir que o cultivo se dará sem o uso de qualquer insumo agrícola. Segmentos da cadeia têxtil local estão tentando viabilizar a contratação de uma empresa especializada que faça a certificação.
Fonte: Agência FAPESP
Em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e com a Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (Facisa), o projeto deve começar nos municípios de Cabaceiras e Patos. A idéia é utilizar as cidades com as menores taxas de pluviosidade da Paraíba para implantar o reuso de água. Estima-se que, na região, cada habitante utilize em média 100 litros de água por dia, que podem ser reutilizados na irrigação de culturas agrícolas.
Os pesquisadores da Embrapa Algodão pretendem também difundir o cultivo do algodão naturalmente colorido na região. Segundo eles, seis municípios já estão preparados para ingressar no cultivo orgânico de variedades do produto desenvolvido pela instituição de pesquisa federal. “São cerca de 200 hectares cultiváveis que podem dar aos agricultores ganhos até 40% superiores em relação ao cultivo convencional”, disse Napoleão Beltrão, da Embrapa Algodão.
O plantio de algodão colorido de forma orgânica pode se tornar um grande filão para a economia agrícola local, mas necessita ainda de uma certificação especializada, concedida por um organismo internacional, para garantir que o cultivo se dará sem o uso de qualquer insumo agrícola. Segmentos da cadeia têxtil local estão tentando viabilizar a contratação de uma empresa especializada que faça a certificação.
Fonte: Agência FAPESP
Manteiga vegetal : Um exemplo de como a pesquisa pode, facilmente, ajudar o produtor rural!
Leite mais saudável e manteiga que pode ser passada no pão imediatamente após deixar a geladeira. Para conseguir os dois feitos, um grupo de cientistas britânicos recorreu simplesmente a uma mudança na dieta das vacas.
Os animais estudados foram submetidos a uma dieta rica em canola, que apresenta elevada concentração de gordura insaturada. O resultado foi a produção de leite com baixos níveis de gorduras saturadas, que podem causar obesidade e problemas cardíacos
“Conseguimos um balanço saudável de gorduras”, disse a nutricionista Toni Steer, do Conselho de Pesquisa Médica Britânica, em notícia publicada pela revista Nature.
As gorduras insaturadas da canola passaram direto pelo distema digestivo das vacas e se acumularam no leite. Uma das gorduras, conhecida como ácido oléico, foi a responsável pela produção da manteiga que pode ser espalhada mesmo enquanto gelada. Vacas alimentadas com um quilo de canola por dia produziram leite com quantidade de ácido oléico 35% acima do normal.
Mudar a composição do leite por meio de dieta é uma prática comum, mas, de acordo com os cientistas envolvidos no estudo, essa foi a primeira vez em que os resultados de tal método chegaram ao mercado. Com gosto similar as das tradicionais, a “manteiga que se espalha naturalmente”, como está sendo chamada, já pode ser encontrada nos supermercados da rede britânica Marks & Spencer.
Apesar de estar à venda, o estudo foi publicado apenas agora, no Journal of the Science of Food and Agriculture. A pesquisa foi liderada por Anna Fearon, da Universidade Queens, da Irlanda do Norte. Mais de 150 fazendas no Reino Unido estão alimentando vacas com canola para produzir o novo leite. Segundos os cientistas, os animais se adaptaram à nova dieta e não apresentaram problemas de saúde.
Fonte: Agência FAPESP
Os animais estudados foram submetidos a uma dieta rica em canola, que apresenta elevada concentração de gordura insaturada. O resultado foi a produção de leite com baixos níveis de gorduras saturadas, que podem causar obesidade e problemas cardíacos
“Conseguimos um balanço saudável de gorduras”, disse a nutricionista Toni Steer, do Conselho de Pesquisa Médica Britânica, em notícia publicada pela revista Nature.
As gorduras insaturadas da canola passaram direto pelo distema digestivo das vacas e se acumularam no leite. Uma das gorduras, conhecida como ácido oléico, foi a responsável pela produção da manteiga que pode ser espalhada mesmo enquanto gelada. Vacas alimentadas com um quilo de canola por dia produziram leite com quantidade de ácido oléico 35% acima do normal.
Mudar a composição do leite por meio de dieta é uma prática comum, mas, de acordo com os cientistas envolvidos no estudo, essa foi a primeira vez em que os resultados de tal método chegaram ao mercado. Com gosto similar as das tradicionais, a “manteiga que se espalha naturalmente”, como está sendo chamada, já pode ser encontrada nos supermercados da rede britânica Marks & Spencer.
Apesar de estar à venda, o estudo foi publicado apenas agora, no Journal of the Science of Food and Agriculture. A pesquisa foi liderada por Anna Fearon, da Universidade Queens, da Irlanda do Norte. Mais de 150 fazendas no Reino Unido estão alimentando vacas com canola para produzir o novo leite. Segundos os cientistas, os animais se adaptaram à nova dieta e não apresentaram problemas de saúde.
Fonte: Agência FAPESP
Assinar:
Postagens (Atom)
+ LIDAS NOS ÚLTIMOS 30 DIAS
-
Na próxima terça-feira, 27, a partir das 8 horas, pesquisadores e representantes do setor empresarial e autoridades governamenta...
-
Preocupados com a qualidade dos produtos de origem animal, principalmente carnes, que chegam a mesa dos consumidores brasileiros, a bancada ...
-
O Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), considerando as inúmeras dificul...
-
Como o Partido Totalitário se envolveu no TERRORISMO BIOLÓGICO contra as lavouras de cacau da Bahia. Clique aqui para ler a primeira ...
-
Tigresa na voz de Zé Honório e Luíza Britto no palco do Red River
-
O caso da divulgação do vídeo com cenas de sexo da assessora parlamentar do Senado não é o primeiro em Brasília. Em 2004 o caso “ Fabiula ...
-
O escândalo está instalado!!! Finalmente a Darlene de Brasília , também conhecida como Musa do MAPA , revelou, em rede nacional (Band),...
-
Simpósio expõe os avanços e as perspectivas da pecuária de precisão Evento acontece de 26 a 28 de novembro na Embrapa em Campo G...
-
Por Roberto Barreto de Catende Fabíola parecia uma colheitadeira de última geração. Uma daquelas máquinas fantásticas, cheia de rec...
Arquivo do blog
- ► 2017 (166)
- ► 2014 (1387)