O Dia de Campo na TV está de volta, em nova temporada, no dia 06 de fevereiro, sexta-feira, das 9h às 10 h da manhã (horário de Brasília), com o tema Novas tecnologias para a produção de minicenouras. Este programa é produzido pela Embrapa Informação Tecnológica, em parceria com a Embrapa Hortaliças, responsável pelas tecnologias.
Lançada em 2001, a tecnologia de processamento de cenouras nas formas cenourete e catetinho foi adotada inicialmente por cerca de 15 agroindústrias de diversas localidades. A introdução desses novos produtos teve como conseqüência a substituição de cenouras baby-carrot e a redução de 25 por cento do preço para o consumidor. Ainda assim, o custo das minicenouras continuou elevado.
Foi para baratear ainda mais esse produto que a Embrapa Hortaliças desenvolveu equipamentos e processos que facilitam e aceleram o preparo, aumentam o rendimento, reduzem os custos industriais, melhoram a conservação e a aparência das minicenouras. O primeiro aparelho, uma guilhotina acionada manualmente, permite que o operário faça os cortes da matéria-prima de forma adequada para a produção. O segundo, a máquina Precisa possibilita o corte múltiplo da cenoura inteira, proporcionando a preparação de até 168 raízes por minuto. Além disso, a Embrapa vem utilizando, com sucesso, um recobrimento comestível aplicado às minicenouras que elimina problemas de esbranquiçamento e mela, efeitos indesejáveis nas etapa de conservação e comercialização.
O Dia de Campo na TV é transmitido ao vivo do estúdio da Embrapa Informação Tecnológica, em Brasília, para todo o país, via satélite. Para assistir, basta sintonizar uma antena parabólica na polarização horizontal, banda C, transponder 6A2, freqüência 3930 Mhz, sinal aberto, ou uma antena doméstica, banda L, freqüência 1220 Mhz. O programa também é exibido pelo Canal Rural (Net, Sky e parabólica: freqüência 4171 Mhz, transponder 12A2, polarização horizontal).
O programa é interativo. As dúvidas do público sobre a tecnologia apresentada são esclarecidas, ao vivo, por especialistas a partir de perguntas recebidas, durante o programa, pelo telefone 0800-701-1140 (ligação gratuita), pelo fax (61) 273-8949, ou ainda pelo endereço eletrônico diacampo@sct.embrapa.br.
Mais informações:
Embrapa Hortaliças
Embrapa Informação Tecnológica
Jornalista: Marcos Esteves (4505/14/45/DF)
Jornalista: Jorge Macau (978/04/98/MA)
Fone: (61) 385-9101
Fone: (61) 448-4278
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segunda-feira, fevereiro 02, 2004
EPAMIG COMPROVA A EFICIÊNCIA DOS FERTILIZANTES DA RCN AGRO NA LAVOURA DE CAFÉ
Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig),– um dos mais importantes institutos de pesquisa agrícola do País -, comprovou a eficácia dos produtos da RCN Agro, empresa produtora de fertilizantes à base de cobre, enxofre e aminoácidos, na cultura do cafeeiro, sobre tudo fertilizantes na linha ecológica. A avaliação foi realizada na Fazenda Experimental de Patrocínio (MG) com o Viçosa Café, Gold Fós, Bordasul, o Sulfocal aplicados isoladamente ou associados entre si, foram avaliados e comparados, a tratamentos convencionais ou a produtos similares.
Os resultados obtidos, na pesquisa, foram efetivos na produção, o controle de pragas, doenças e o estado nutricional das plantas. A associação do Viçosa Café, produto que apresenta em sua constituição 10% de potássio, 1% de magnésio, 10% de cobre, 2% de manganês, 10% de enxofre, 6% de zinco e 10% de cálcio, com o Bordasul (35% de Cobre e 10% de Cálcio) em cinco aplicações do florescimento no período de outubro a abril, proporcionou uma produção de 40,14 sc/ha superior ao produto concorrente cuja produção foi a de 32 sc/ha quando aplicado em uma lavoura de cafeeiros da variedade Catuaí IAC–15, em espaçamento tradicional e em um ano de baixa produção.
A ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastatrix Berk & Br) é uma enfermidade que causa a desfolha das plantas, compromete o florescimento e reduz a produção do ano seguinte em cerca de 30%. A utilização de produtos preventivos a essa enfermidade produzido pela RCN Agro, aplicados em doses e épocas recomendadas, como os cúpricos Viçosa Café, Bordasul, a associação do Viçosa Café com o Bordasul e mesmo a aplicação de Gold Fós associado a um cúprico foram efetivos no controle da ferrugem do cafeeiro, nos anos de baixa produção.
Quanto à cercosporiose (Cercospora coffeicola Berk & Cook), enfermidade caracterizada por condições adversas, tais como deficiência ou desequilíbrio nutricional, insolação, ventos frios entre outros fatores, a aplicação teve seus efeitos sobre esta enfermidade controlados quando se aplicou o Gold Fós associado a um fungicida cúprico e ao Viçosa Café associado ao Bordasul.
As enfermidades Phoma e a Ascochyta (Phoma sp e Ascochyta coffeae) foram também avaliadas. Essas doenças ocasionam a seca dos ramos e ponteiros, uma desfolha intensa, afetando também a produção. A avaliação constatou que nos meses de suas maiores incidências, o tratamento com Bordasul foi mais eficiente, seguido do Viçosa Café. Empatados com o terceiro melhor resultado foram as associações do Viçosa Café com o Bordasul e do Gold Fós com um fungicida cúprico. Observa-se que o Viçosa Café foi eficiente em manter os teores de zinco na planta em valores adequados durante todo o período experimental.
Os tratamentos com Sulfocal ou Sulfocal em associação à um fungicida cúprico, adiantaram a colheita em cerca de 20 dias. Esse fato é revelante no caso da necessidade de escalonamento da colheita na propriedade. Quando a mão-de-obra da região não é suficiente em quantidade para a colheita, parte da lavoura seria tratada com esses produtos sendo colhidas primeiramente, para em seguida colher a área não tratada.
Na produção de mudas, o Amino Fós (26% de fósforo, 17% de cálcio, 5,4% de nitrogênio, 0,9% de enxofre, 0,8% de magnésio e 1,45% de ferro), produto da RCN Agro, que foi utilizado durante a fase de viveiro em quatro aplicações, sendo este produto superior ao tratamento convencional e a aqueles onde se utilizou produtos similares. O Amino Fós proporcionou mudas mais vigorosas, apresentando um maior peso seco tanto da parte aérea quanto do sistema radicular, onde a relação Sistema Radicular/Parte Aérea permaneceu em equilíbrio adequado sem qualquer parte sobressair em relação a outra. As mudas foram levadas ao campo e tiveram bom desenvolvimento.
SERVIÇO: RCN Agro Comércio Importação Exportação Ltda.
Rua Barão do Rio Branco 1746, Santa Isabel - Tel (11) 4656-1596
E-mail: rcn@rcnagro.com.br
FILIAL ITÁPOLIS/SP: Gerente : Carlos Fernandes
Endereço: Rua Rodrigues Alves, 931
Tel.: (16) 3262-8779 / Fax: 3262-8806
E-mail: rcnitapolis@ig.com.br
Mais informações:
D2 Comunicação – (11) 5589.4433 / 9635-2805
Os resultados obtidos, na pesquisa, foram efetivos na produção, o controle de pragas, doenças e o estado nutricional das plantas. A associação do Viçosa Café, produto que apresenta em sua constituição 10% de potássio, 1% de magnésio, 10% de cobre, 2% de manganês, 10% de enxofre, 6% de zinco e 10% de cálcio, com o Bordasul (35% de Cobre e 10% de Cálcio) em cinco aplicações do florescimento no período de outubro a abril, proporcionou uma produção de 40,14 sc/ha superior ao produto concorrente cuja produção foi a de 32 sc/ha quando aplicado em uma lavoura de cafeeiros da variedade Catuaí IAC–15, em espaçamento tradicional e em um ano de baixa produção.
A ferrugem do cafeeiro (Hemileia vastatrix Berk & Br) é uma enfermidade que causa a desfolha das plantas, compromete o florescimento e reduz a produção do ano seguinte em cerca de 30%. A utilização de produtos preventivos a essa enfermidade produzido pela RCN Agro, aplicados em doses e épocas recomendadas, como os cúpricos Viçosa Café, Bordasul, a associação do Viçosa Café com o Bordasul e mesmo a aplicação de Gold Fós associado a um cúprico foram efetivos no controle da ferrugem do cafeeiro, nos anos de baixa produção.
Quanto à cercosporiose (Cercospora coffeicola Berk & Cook), enfermidade caracterizada por condições adversas, tais como deficiência ou desequilíbrio nutricional, insolação, ventos frios entre outros fatores, a aplicação teve seus efeitos sobre esta enfermidade controlados quando se aplicou o Gold Fós associado a um fungicida cúprico e ao Viçosa Café associado ao Bordasul.
As enfermidades Phoma e a Ascochyta (Phoma sp e Ascochyta coffeae) foram também avaliadas. Essas doenças ocasionam a seca dos ramos e ponteiros, uma desfolha intensa, afetando também a produção. A avaliação constatou que nos meses de suas maiores incidências, o tratamento com Bordasul foi mais eficiente, seguido do Viçosa Café. Empatados com o terceiro melhor resultado foram as associações do Viçosa Café com o Bordasul e do Gold Fós com um fungicida cúprico. Observa-se que o Viçosa Café foi eficiente em manter os teores de zinco na planta em valores adequados durante todo o período experimental.
Os tratamentos com Sulfocal ou Sulfocal em associação à um fungicida cúprico, adiantaram a colheita em cerca de 20 dias. Esse fato é revelante no caso da necessidade de escalonamento da colheita na propriedade. Quando a mão-de-obra da região não é suficiente em quantidade para a colheita, parte da lavoura seria tratada com esses produtos sendo colhidas primeiramente, para em seguida colher a área não tratada.
Na produção de mudas, o Amino Fós (26% de fósforo, 17% de cálcio, 5,4% de nitrogênio, 0,9% de enxofre, 0,8% de magnésio e 1,45% de ferro), produto da RCN Agro, que foi utilizado durante a fase de viveiro em quatro aplicações, sendo este produto superior ao tratamento convencional e a aqueles onde se utilizou produtos similares. O Amino Fós proporcionou mudas mais vigorosas, apresentando um maior peso seco tanto da parte aérea quanto do sistema radicular, onde a relação Sistema Radicular/Parte Aérea permaneceu em equilíbrio adequado sem qualquer parte sobressair em relação a outra. As mudas foram levadas ao campo e tiveram bom desenvolvimento.
SERVIÇO: RCN Agro Comércio Importação Exportação Ltda.
Rua Barão do Rio Branco 1746, Santa Isabel - Tel (11) 4656-1596
E-mail: rcn@rcnagro.com.br
FILIAL ITÁPOLIS/SP: Gerente : Carlos Fernandes
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Já são conhecidos os vencedores do Prêmio Tortuga de Jornalismo, que valoriza a imprensa agropecuária
Os jornalistas Ivaci Matias (Programa Globo Rural), Vera Ondei (Revista DBO Rural) e Beth Melo (Jornal O Estado de São Paulo) foram os grandes vencedores do Prêmio Tortuga de Jornalismo, iniciativa da Tortuga Cia. Zootécnica Agrária, empresa líder em Nutrição Animal no País, para valorizar os trabalhos jornalísticos que destacam as alternativas para aumento da produção animal no Brasil.
Participaram do Prêmio Tortuga de Jornalismo mais de uma centena de reportagens em televisão, revistas e jornais, enviadas por jornalistas de todas as regiões do País. Os trabalhos foram julgados por uma banca de experientes profissionais da imprensa.
Vera Ondei foi a grande vencedora do Prêmio Tortuga de Jornalismo – Troféu Guido Gatta – Categoria Revista. Sua reportagem “No Ralo da Natureza”, focou um dos problemas mais graves da pecuária do Brasil, que afeta o país como um todo e que ainda não tem merecido a atenção devida: a erosão do solo. O tema é tão atual e importante, que mereceu dez páginas da revista e chamada de capa, com foto que choca pelo desastre ambiental que a erosão provoca. “Tudo isso por si só já valeria o prêmio, mas ele tornou-se ainda mais justo pela variedade das fontes consultadas, pelo texto fácil e correção técnica com que o assunto foi conduzido”, informa João Castanho Dias.
Ivaci Matias foi o grande vencedor do Prêmio Tortuga de Jornalismo – Troféu Layr Pereira – Categoria Televisão, com a reportagem “Amendoim Forrageiro”, cujo principal mérito – destacados pela comissão julgadora – foi o redescobrimento de uma forrageira nativa do Brasil, rústica, alto nível de proteína e que certamente será mais uma excelente opção de alimento para o gado. Depois que a matéria foi levada ao ar pelo Programa Globo Rural, aumentou sensivelmente a procura de mudas do amendoim. “A reportagem mereceu o prêmio pela novidade do tema, pela clareza e extensão das entrevistas (feitas em várias parte do Brasil e da Bolívia), pela qualidade das imagens e da edição final”, afirma o jornalista João Castanho Dias, que coordenou o Prêmio Tortuga de Jornalismo.
Beth Melo foi a grande vencedora do Prêmio Tortuga de Jornalismo – Troféu Ivo Marega – Categoria Jornal, com a reportagem Novo Pólo da Pecuária, publicada no Suplemento Agrícola, do Jornal O Estado de São Paulo. A matéria aborda a pecuária de corte no sul do Pará, focada principalmente no projeto desenvolvido pelos irmãos Quagliatto na região. Beth Melo também entrevistou outros criadores, proprietário de frigorífico e pesquisador da Embrapa. “A alma do jornalismo são as grandes reportagens e a matéria resgata essa característica que está desaparecendo da imprensa brasileira, além da qualidade do texto, das informações, das fotos e da edição final”, ressalta Castanho.
O ganhador de cada uma das três categorias do Prêmio Tortuga de Jornalismo receberá a importância líqüida de R$ 8.000,00, além dos troféus. A Tortuga homenageará diretores que trabalham na empresa há 50 anos, dando seu nome aos três troféus do concurso. Beth Melo, vencedora da categoria Jornal, receberá o Troféu Ivo Marega; Vera Ondei, vencedora da categoria Revista, o Troféu Guido Gatta; e Ivaci Matias, vencedor da categoria Televisão, o Troféu Layr Pereira.
A entrega do Prêmio Tortuga de Jornalismo será feita no dia 15 de abril na cidade de São Paulo.
Texto Assessoria de Comunicações – Tel.: (11) 3675-1818
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb. 17.291)
Participaram do Prêmio Tortuga de Jornalismo mais de uma centena de reportagens em televisão, revistas e jornais, enviadas por jornalistas de todas as regiões do País. Os trabalhos foram julgados por uma banca de experientes profissionais da imprensa.
Vera Ondei foi a grande vencedora do Prêmio Tortuga de Jornalismo – Troféu Guido Gatta – Categoria Revista. Sua reportagem “No Ralo da Natureza”, focou um dos problemas mais graves da pecuária do Brasil, que afeta o país como um todo e que ainda não tem merecido a atenção devida: a erosão do solo. O tema é tão atual e importante, que mereceu dez páginas da revista e chamada de capa, com foto que choca pelo desastre ambiental que a erosão provoca. “Tudo isso por si só já valeria o prêmio, mas ele tornou-se ainda mais justo pela variedade das fontes consultadas, pelo texto fácil e correção técnica com que o assunto foi conduzido”, informa João Castanho Dias.
Ivaci Matias foi o grande vencedor do Prêmio Tortuga de Jornalismo – Troféu Layr Pereira – Categoria Televisão, com a reportagem “Amendoim Forrageiro”, cujo principal mérito – destacados pela comissão julgadora – foi o redescobrimento de uma forrageira nativa do Brasil, rústica, alto nível de proteína e que certamente será mais uma excelente opção de alimento para o gado. Depois que a matéria foi levada ao ar pelo Programa Globo Rural, aumentou sensivelmente a procura de mudas do amendoim. “A reportagem mereceu o prêmio pela novidade do tema, pela clareza e extensão das entrevistas (feitas em várias parte do Brasil e da Bolívia), pela qualidade das imagens e da edição final”, afirma o jornalista João Castanho Dias, que coordenou o Prêmio Tortuga de Jornalismo.
Beth Melo foi a grande vencedora do Prêmio Tortuga de Jornalismo – Troféu Ivo Marega – Categoria Jornal, com a reportagem Novo Pólo da Pecuária, publicada no Suplemento Agrícola, do Jornal O Estado de São Paulo. A matéria aborda a pecuária de corte no sul do Pará, focada principalmente no projeto desenvolvido pelos irmãos Quagliatto na região. Beth Melo também entrevistou outros criadores, proprietário de frigorífico e pesquisador da Embrapa. “A alma do jornalismo são as grandes reportagens e a matéria resgata essa característica que está desaparecendo da imprensa brasileira, além da qualidade do texto, das informações, das fotos e da edição final”, ressalta Castanho.
O ganhador de cada uma das três categorias do Prêmio Tortuga de Jornalismo receberá a importância líqüida de R$ 8.000,00, além dos troféus. A Tortuga homenageará diretores que trabalham na empresa há 50 anos, dando seu nome aos três troféus do concurso. Beth Melo, vencedora da categoria Jornal, receberá o Troféu Ivo Marega; Vera Ondei, vencedora da categoria Revista, o Troféu Guido Gatta; e Ivaci Matias, vencedor da categoria Televisão, o Troféu Layr Pereira.
A entrega do Prêmio Tortuga de Jornalismo será feita no dia 15 de abril na cidade de São Paulo.
Texto Assessoria de Comunicações – Tel.: (11) 3675-1818
Jornalista Responsável: Altair Albuquerque (MTb. 17.291)
Ponta Porã : Dia de campo da Jotabasso reuniu 1255 pessoas
Com uma extensa programação em sua unidade de produção de sementes, a Jotabasso reuniu 1255 pessoas na última quinta e sexta-feira (29 e 30), para um dia de campo, em Ponta Porã. Produtores rurais, agrônomos, estudantes e técnicos conheceram todas as tecnologias empregadas na fazenda da empresa, participaram de palestras e de exposição de máquinas.
Um dos palestrantes convidados foi o Prof. Dr. Leopoldo Baudet, da Universidade Federal de Pelotas, que discutiu sobre “Cuidados no plantio da soja”. As demais palestras foram realizadas nas estações experimentais da Embrapa Agropecuária Oeste/Fundação Vegetal, Coodetec e Monsoy, onde cada empresa apresentou suas pesquisas. As principais tecnologias apresentadas pela Embrapa e Fundação Vegetal foram as cultivares de soja 239, 240 e 241, que estarão disponíveis ao produtor rural para a próxima safra.
Os participantes também conheceram a produção de sementes da fazenda, através de um passeio de ônibus na propriedade. A programação finalizou com uma exposição de máquinas agrícolas, que reuniu as empresas Alfamaq, Shark, Jumil, Equagril, Agricase, Ciarama Máquinas, Perkal e Fockink.
Este evento foi um dos dias de campo sobre a cultura da soja que a Embrapa Agropecuária Oeste e a Fundação Vegetal estão realizando de janeiro a março deste ano. O próximo será em Eldorado, na Fazenda Rancho Alegre, na próxima terça-feira, 03/02.
Isabela Schwengber – DRT/MS: 167
Suelma Bonatto
Área de Comunicação Empresarial
Embrapa Agropecuária Oeste
Um dos palestrantes convidados foi o Prof. Dr. Leopoldo Baudet, da Universidade Federal de Pelotas, que discutiu sobre “Cuidados no plantio da soja”. As demais palestras foram realizadas nas estações experimentais da Embrapa Agropecuária Oeste/Fundação Vegetal, Coodetec e Monsoy, onde cada empresa apresentou suas pesquisas. As principais tecnologias apresentadas pela Embrapa e Fundação Vegetal foram as cultivares de soja 239, 240 e 241, que estarão disponíveis ao produtor rural para a próxima safra.
Os participantes também conheceram a produção de sementes da fazenda, através de um passeio de ônibus na propriedade. A programação finalizou com uma exposição de máquinas agrícolas, que reuniu as empresas Alfamaq, Shark, Jumil, Equagril, Agricase, Ciarama Máquinas, Perkal e Fockink.
Este evento foi um dos dias de campo sobre a cultura da soja que a Embrapa Agropecuária Oeste e a Fundação Vegetal estão realizando de janeiro a março deste ano. O próximo será em Eldorado, na Fazenda Rancho Alegre, na próxima terça-feira, 03/02.
Isabela Schwengber – DRT/MS: 167
Suelma Bonatto
Área de Comunicação Empresarial
Embrapa Agropecuária Oeste
MAPA LIBERA VERBAS PARA PROGRAMAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL E VEGETAL
Desta vez, 12 estados serão beneficiados
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, anunciou hoje (30/01) a liberação de R$ 7,1 milhões para os programas de defesa animal e vegetal de 12 estados, com ênfase no controle da febre aftosa. “Esses recursos são fundamentais para que esses estados reforcem suas ações de vigilância e preservem a sanidade vegetal e de seus rebanhos”.
O dinheiro está sendo liberado por intermédio de convênios assinados entre o Mapa e as Secretarias de Agricultura dos Estados. Os recursos serão aplicados na profilaxia e erradicação da febre aftosa, prevenção e controle de brucelose, tuberculose, raiva dos herbívoros e doenças dos suínos, trânsito de vegetais e controle de doenças exóticas, além da execução de outras atividades nesse setor.
Os estados a serem beneficiados com os recursos são os seguintes: Santa Catarina (R$ 400.000,00), Minas Gerais (R$ 835.452,00), Bahia (R$ 800.000,00), Pernambuco (R$ 440.480,00), Goiás (R$ 632.304,00), Espírito Santo (R$ 200.000,00), São Paulo (R$ 350.000,00), Sergipe (R$ 250.000,00), Rondônia (R$ 600.000,00), Mato Grosso (R$ 1.173.521,30), Mato Grosso do Sul (R$ 1.173.520,30) e Paraíba (R$ 280.000,00).
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
FONES (61) 218-2203/2204/2205 - FAX: 322-2880
O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, anunciou hoje (30/01) a liberação de R$ 7,1 milhões para os programas de defesa animal e vegetal de 12 estados, com ênfase no controle da febre aftosa. “Esses recursos são fundamentais para que esses estados reforcem suas ações de vigilância e preservem a sanidade vegetal e de seus rebanhos”.
O dinheiro está sendo liberado por intermédio de convênios assinados entre o Mapa e as Secretarias de Agricultura dos Estados. Os recursos serão aplicados na profilaxia e erradicação da febre aftosa, prevenção e controle de brucelose, tuberculose, raiva dos herbívoros e doenças dos suínos, trânsito de vegetais e controle de doenças exóticas, além da execução de outras atividades nesse setor.
Os estados a serem beneficiados com os recursos são os seguintes: Santa Catarina (R$ 400.000,00), Minas Gerais (R$ 835.452,00), Bahia (R$ 800.000,00), Pernambuco (R$ 440.480,00), Goiás (R$ 632.304,00), Espírito Santo (R$ 200.000,00), São Paulo (R$ 350.000,00), Sergipe (R$ 250.000,00), Rondônia (R$ 600.000,00), Mato Grosso (R$ 1.173.521,30), Mato Grosso do Sul (R$ 1.173.520,30) e Paraíba (R$ 280.000,00).
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL – DIVISÃO DE IMPRENSA
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PLANTIO DIRETO NA PALHA JÁ OCUPA 20 MILHÕES DE HECTARES
O plantio direto na palha já ocupa cerca de 20 milhões de hectares das lavouras comerciais brasileiras de grãos. Isso representa quase 41% dos 46,6 milhões de hectares ocupados pela atividade agrícola no país, principalmente com as culturas de soja, milho, algodão e feijão. A estimativa é da Federação Brasileira de Plantio Direito na Palha, que esteve reunida recentemente com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, para pedir apoio ao estímulo do emprego desse modelo de produção na agricultura nacional. No encontro, a entidade também propôs a criação de um prêmio de qualidade agrícola, com ênfase no rastreamento e certificação do produto.
Esse sistema de produção é um das formas de agricultura sustentável. O plantio direto consiste em plantar sem revolvimento do solo por arado ou grade, não permitindo a erosão e mantendo os nutrientes na terra, inclusive os originários de restos de culturas anteriores. A palha sobre a superfície protege o solo contra o impacto das gotas de chuva, possibilitando maior infiltração de água e menor arraste de terra. Segundo o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), essa técnica – adequada aos pequenos e médios produtores e à agricultura familiar - reduz em até 90% as perdas de terra e em até 70% a enxurrada.
“O plantio direto na malha reduz em quase 10% do custo de produção”, destaca o presidente da Federação Brasileira de Plantio Direto na Palha, Ivo Mello. “Nesse modelo de produção, há uma diminuição do uso de defensivos agrícolas, de aviões agrícolas e de mão-de-obra.” De acordo com o dirigente da entidade – produtor em Alegrete (RS) -, esse modelo preconiza o máximo de eficiência com o mínimo de interferência no ambiente. “O sistema de plantio direto na palha é a melhor forma de agricultura sustentável”, defende. “Essa técnica de plantio tem enormes benefícios ambientais.”
Hoje, o plantio direto da palha é empregado no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Goiás e Minas Gerais, entre outros estados. Pelos cálculos de Mello, esse modelo de produção é adotado em 75% das lavouras gaúchas. Na audiência com Rodrigues, o presidente da entidade pediu que o ministério reconheça as conclusões do 2º Congresso Mundial de Agricultura Conservacionista, realizado em Foz do Iguaçu (PR) em 2003. Ele também convidou o ministro para fazer a palestra de abertura do 9º Encontro Nacional de Plantio Direto na Palho, previsto para o final de junho, em Chapecó (SC).
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Esse sistema de produção é um das formas de agricultura sustentável. O plantio direto consiste em plantar sem revolvimento do solo por arado ou grade, não permitindo a erosão e mantendo os nutrientes na terra, inclusive os originários de restos de culturas anteriores. A palha sobre a superfície protege o solo contra o impacto das gotas de chuva, possibilitando maior infiltração de água e menor arraste de terra. Segundo o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), essa técnica – adequada aos pequenos e médios produtores e à agricultura familiar - reduz em até 90% as perdas de terra e em até 70% a enxurrada.
“O plantio direto na malha reduz em quase 10% do custo de produção”, destaca o presidente da Federação Brasileira de Plantio Direto na Palha, Ivo Mello. “Nesse modelo de produção, há uma diminuição do uso de defensivos agrícolas, de aviões agrícolas e de mão-de-obra.” De acordo com o dirigente da entidade – produtor em Alegrete (RS) -, esse modelo preconiza o máximo de eficiência com o mínimo de interferência no ambiente. “O sistema de plantio direto na palha é a melhor forma de agricultura sustentável”, defende. “Essa técnica de plantio tem enormes benefícios ambientais.”
Hoje, o plantio direto da palha é empregado no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Goiás e Minas Gerais, entre outros estados. Pelos cálculos de Mello, esse modelo de produção é adotado em 75% das lavouras gaúchas. Na audiência com Rodrigues, o presidente da entidade pediu que o ministério reconheça as conclusões do 2º Congresso Mundial de Agricultura Conservacionista, realizado em Foz do Iguaçu (PR) em 2003. Ele também convidou o ministro para fazer a palestra de abertura do 9º Encontro Nacional de Plantio Direto na Palho, previsto para o final de junho, em Chapecó (SC).
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SBPC defende mudanças no parecer da Lei de Biossegurança
O presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ennio Candoti, defendeu, nesta sexta-feira (30), mudanças no substitutivo - apresentado pelo ex-líder do governo e atual ministro da Articulação Política, Aldo Rebelo - ao projeto de Lei de Biossegurança que tramita no Congresso.
Após reunião na capital federal com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, Candoti reconheceu a necessidade de ajustes no texto para definir as competências da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Segundo ele, pareceres da CTNBio devem ter caráter terminativo apenas para pesquisa científica, ao passo que a liberação comercial deve ficar a cargo do governo federal.
"Basta suprimir alguns itens que causam interpretações que levam à exclusão das competências dos órgãos normativos existentes para a liberação comercial. A liberação comercial exige o cuidado para que se respeitem as normas nacionais e internacionais", afirmou, preocupado com a aprovação de uma lei que retire competências dos órgãos fiscalizadores.
A ex-presidente da SBPC Glaci Zanca, que também participou da reunião, disse que a definição das competências para evitar a paralisação das pesquisas por conta de ações na Justiça é fundamental. Ela defende a elaboração de um projeto de consenso no qual todos os pontos sejam acordados para que não tenhamos um marco legal com problemas na sua implementação. "Se há conflitos nos termos jurídicos, eles têm que ser dirimidos. Não podemos ter outra moratória nas pesquisas", afirmou Zanca, que presidiu a SBPC de 1999 a 2003.
Fonte: Agência Carta Maior
Após reunião na capital federal com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, Candoti reconheceu a necessidade de ajustes no texto para definir as competências da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Segundo ele, pareceres da CTNBio devem ter caráter terminativo apenas para pesquisa científica, ao passo que a liberação comercial deve ficar a cargo do governo federal.
"Basta suprimir alguns itens que causam interpretações que levam à exclusão das competências dos órgãos normativos existentes para a liberação comercial. A liberação comercial exige o cuidado para que se respeitem as normas nacionais e internacionais", afirmou, preocupado com a aprovação de uma lei que retire competências dos órgãos fiscalizadores.
A ex-presidente da SBPC Glaci Zanca, que também participou da reunião, disse que a definição das competências para evitar a paralisação das pesquisas por conta de ações na Justiça é fundamental. Ela defende a elaboração de um projeto de consenso no qual todos os pontos sejam acordados para que não tenhamos um marco legal com problemas na sua implementação. "Se há conflitos nos termos jurídicos, eles têm que ser dirimidos. Não podemos ter outra moratória nas pesquisas", afirmou Zanca, que presidiu a SBPC de 1999 a 2003.
Fonte: Agência Carta Maior
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