A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

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quinta-feira, novembro 27, 2014

LUCIANO AYAN: Rotina de censura - Sem lei de mídia, não há pluralidade







Uma das rotinas de censura de mídia do PT é dizer que “hoje não existe pluralidade por causa da concentração de mídia” (na verdade existe muito mais do que existiria com uma ley de medios).

Porém, a resolução do PT diz ser “urgente construir hegemonia na sociedade”.

Em um momento dizem existir “falta de pluralidade”, no outro dizem que é preciso “construir hegemonia”.

Você não acha que há algo de estranho nisso? É o mesmo que dizer que “as mulheres devem ter seus direitos de se expressar” e em seguida afirmar que “as mulheres não devem ter o direito de falar em público”. É nesse nível em que está a contradição entre “pluralidade” e “hegemonia”.

Melhor entender o que significa “pluralidade” no léxico bolivariano.

Eles querem colocar alguns coletivos não-eleitos adquirindo emissoras de TV, rádios e jornais, todos financiados com verba estatal, para dizer o que o governo quer.

Como alguns desses coletivos não-eleitos fingem representar as minorias, eles usarão o pretexto de “pluralidade”, dizendo “dar voz a quem antes não tinha”.

É óbvio que assim como na Venezuela, Argentina e Bolívia, esses grupos estarão sempre ligados ao governo.

Por exemplo, não são os adeptos de religião afro que terão sua voz, mas uma ONG específica de “religião afro” que terá esse direito,a o fingir representar “as religiões afro”. Não serão os gays que terão sua voz, mas um movimento LGBT específico associado ao PT ou PSOL, ou PCdoB, que terá esse direito. E assim, sucessivamente, isso valerá para todos os grupos que eles fingem representar. (Aliás, hoje as minorias são muito bem representadas nas programações de TV, pois as emissoras sabem que isso dá retorno)

Sendo que todos os grupos recebedores de mídia a partir do estado são aqueles alinhados ao governo, surge então aquilo que eles mais ambicionam: hegemonia. Isso quer dizer que todos falarão apenas aquilo que o governo deseja.

Por isso, quando você ouvir o papinho de que “não há pluralidade na mídia” atual, saiba que o reclamante petista (ou pró-petista, como gente do PSOL, PCdoB, suas ONG’s e o Roberto Requião) está simplesmente dizendo que “não há hegemonia petista”. Que é exatamente o que eles querem, conforme resolução do partido.

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