A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

sexta-feira, novembro 07, 2014

JORGE OLIVEIRA: O IMPEACHMENT É LEGÍTIMO PARA DEMITIR GOVERNOS CORRUPTOS





Por JORGE OLIVEIRA no Diário do Poder

Brasília – Ao contrário de alguns analistas mais ortodoxos que condenam o impeachment sobre o pretexto de que devemos respeitar a maioria do povo brasileiro que legitimou o mandato da presidente, não acho que devemos ficar palitando os dentes enquanto o PT anarquiza as instituições brasileiras e quebra as grandes empresas como a Petrobrás e a Eletrobrás. Se confirmado realmente que a Dilma está envolvida com a quadrilha que roubou o país em mais de 10 bilhões de reais, como denunciou o doleiro Youssef em depoimento juramentado à Justiça e a Polícia Federal, o brasileiro tem o direito, sim, de pedir que ela renuncie ao cargo. Caso resista, o impeachment é a solução para limpar de vez o Brasil dos vampiros do dinheiro público.

Não faz muito tempo, o país viveu esse dilema com outro presidente. Collor resistiu à renúncia e foi banido do poder com o povo nas ruas. O ex-presidiário Zé Dirceu, que acaba de sair da prisão, foi um dos responsáveis pelo movimento que culminou com o impeachment de Collor. O Congresso foi pressionado pelos caras pintadas que se diziam escandalizados com as notícias de corrupção dos coloridos. PC Farias foi execrado porque se descobriu que ele era o chefe de uma suposta quadrilha que nas madrugadas esvaziavam os cofres públicos. Na verdade, os petistas incentivaram o motim depois que a polícia descobriu que Collor recebera de presenta um carro Fiat Elba, hoje avaliado em pouco mais de 15 mil reais.

Imagine, senhoras e senhores, como o Brasil evoluiu na área da corrupção. Hoje, fala-se em um desvio de 10 bilhões de reais. Isso mesmo, 10 bilhões!, que foram pilhados dos cofres públicos para as mãos de partidos políticos e de uma turma de privilegiados do PT, o mesmo partido que levou milhares de pessoas às ruas pela ética e pela decência política. Isso mostra que nesse quesito, corrupção, estamos anos luz à frente de todos os países do mundo. Até mesmo daqueles chefiados por déspotas para os quais BNDES continua financiando milhões de dólares – que nunca são pagos – com o dinheiro do contribuinte brasileiro.

O impeachment é uma forma legítima que o povo tem de apear do trono os governantes corruptos sem quebrar o esteio da democracia. Aqueles que condenam as manifestações que pedem a cabeça da Dilma, precisam também entender que o poder “emana do povo” e é o povo que decide manter ou não um governante hesitoso e desconectado com a realidade do país, como é o caso da senhora presidente. Apenas porque alguns gatos pingados pediram “os militares de volta” não significa que a manifestação estava carcomida pela ideologia fascista de direita. Muitos dos que estavam nas ruas de São Paulo exerciam o direito legítimo e democrático de chamar a atenção para a bandalheira que se instalou no país.

Não basta a Dilma, agora reeleita, fazer discurso de unidade, de acenar a bandeira da reconciliação com a população e com os políticos de oposição. Cabe a ela, no papel da primeira mandatária do país, dizer à nação quais as medidas que o governo está tomando para impedir que o seu partido saqueie dia e noite os cofres públicos. Mandar para o Congresso, como disse na campanha, projetos de leis mais duros que punam os corruptos. Que comece dentro da própria casa a faxina pela decência e pela moralidade pública que tanto os brasileiros exigem. Se isso não ocorrer e a Justiça chegar a conclusão de que a presidente perdeu o comando do país por inércia, conivência com a corrupção e inaptidão ao cargo, que peça a sua renúncia. Se não, o instrumento do impeachment, tão bem utilizado pelo antigo PT ético em outra época, que seja usado para varrer a podridão que fede debaixo do tapete desse governo despreparado e sem rumo.

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