A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT

A MILÍCIA BOLIVARIANA DO PT
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Ofereci meus ombros. Como escada ele subiu. Abri o caminho para ele passar. Na hora da porrada a cara era a minha. Fui seu irmão seu amigo e companheiro... Um dia encontrou comigo. Me deu um beijo. Virou as costas e partiu. Lembrei de Jesus e as 30 moedas"
Poema do mensaleiro João Paulo Cunha que revela a mágoa em relação ao ex-presidente LULArápio.
"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o ‘premio manuel bonfim’, atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".

Escritor Petralha Fernando Morais

“Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

Senador Cristovam Buarque

sexta-feira, novembro 07, 2014

Claudio TognollI: Exclusivo - ministro venezuelano que veio armado ao Brasil "importa" jovens para aulas de "revolução"



Elías Jaua em foto de arquivo da Reuters

Este blog há uma semana noticiou com exclusividade que Elías Jaua, vice-presidente setorial do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela e titular do Ministério das Comunas, esteve aqui para treinar os militantes do MST.

Trouxemos também a carta que ele foi obrigado a escrever, pedindo desculpas por ter plantado seu revólver em sua babá, para poder invadir o Brasil armado, e assim, quem sabe, dar aulas de tiro ao alvo para o MST:

A mídia reverbera nosso furo uma semana depois informando hoje que o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, chamou na quarta-feira o encarregado de negócios da Venezuela, Reinaldo Segóvia, para manifestar a insatisfação do governo brasileiro com as atividades do vice-presidente e ministro para o Poder Popular das Comunas e Desenvolvimento Social, Elías Jaua, no Brasil.

Figueiredo afirmou a Segóvia que o governo brasileiro viu com “estranheza” o fato de Jaua ter vindo ao país sem informar e ter tido uma agenda de trabalho, inclusive com assinatura de acordos, e que isso poderia significar uma “interferência nos assuntos internos do país”. Figueiredo cobrou explicações do governo venezuelano.

De acordo com o ministro, o diplomata foi informado de que o Brasil considera que “o fato não se coaduna com o excelente nível das relações entre os dois países”. A decisão de chamar o representante diplomático da Venezuela - o embaixador está viajando - foi conversada com a presidente Dilma Rousseff depois de ter virado notícia o fato de Jaua ter usado seu tempo no Brasil, em que teoricamente estaria acompanhando a mulher em um tratamento médico, para assinar um convênio com o Movimento Sem Terra (MST), além de outras ações relativas a seu cargo de ministro.

Na Venezuela, a ação do ministro não se atém somente a um discurso 'bolivarianista'. Uma comunidade sugestivamente chamada "Brasil", no estado de Sucre, a ação doutrinária é mais formal. É possível notar o discurso anti-imperialismo farsesco do ministro até nos textos do site do ministério. 

“As Brigadas Populares de Comunicação são grupos de crianças e adolescentes que estão aqui com o objetivo de transmitir, através de vários meios, as conquistas de progresso na criança e adolescente revolucionários, bem treinados como futuros jornalistas para servir o país…Com a participação de 26 crianças e adolescentes da comunidade do Brasil, no estado de Sucre, e durante uma semana, as Brigadas Populares de Comunicação, que terão entre suas funções a transmitir todos os avanços relacionados a instalar a ideia da revolução bolivariana”.




A retórica de formatação da verdade do governo "bolivarianista" não se limita à ação estatal sobre as comunidades venezuelanas. Estudantes brasileiros também fazem parte do escopo "bolivarianista" sendo levados às comunidades, para aprender sobre "o ocultamento que os meios de comunicação fazem" e "valores bolivarianos". Quanto essas integrações "educacionais" chavistas trazem de benefícios aos estudantes brasileiros ou aos contribuintes que bancam essas viagens resta sendo uma incógnita.



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